Mostrando postagens com marcador capitalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador capitalismo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Abya Yala*/América Latina luta e volta à esquerda

28 de outubro de 2019, 09:50 h, Brasil 247 (Brasil) https://www.brasil247.com/blog/america-latina-luta-e-volta-a-esquerda


Emir Sader
*

Para o sociólogo Emir Sader, "a América Latina não apenas volta à esquerda", mas "luta à esquerda, desmontando o modelo neoliberal no seu eixo fundamental, o Chile". Neste cenário, diz ele, "a evolução da situação brasileira será determinante" para a terceira década do continente no século XXI


Nosso continente continua a ser o cenário das mais importantes lutas do mundo contemporâneo – contra o neoliberalismo e pela construção de alternativas ao modelo adotado pelo capitalismo no período histórico atual. O fôlego da retomada neoliberal se confirma como curto. Derrota espetacular de Mauricio Macri na Argentina, do tamanho da euforia que sua vitória havia despertado. Evo Morales, na Bolívia, aguenta firme, apesar da ofensiva da direita e da perda de apoios. No Uruguai, a Frente Ampla continua como a maior força política, mas vai ter parada dura no segundo turno, pela soma das direitas e também pela perda de apoios. Na Colômbia, as eleições municipais representam dura derrota para o atual presidente, Iván Duque,  representante do uribismo, se fortalecem candidatos do campo popular e vinculados ao novo líder da esquerda, Gustavo Petro.

A Argentina confirma as fragilidades do neoliberalismo, que a direita não tem outra alternativa, que não aprendeu do esgotamento do seu modelo, que se enganou quanto ao sucesso dos governos antineoliberais, volta com sua política de ajustes fiscais e revela sua incapacidade não apenas de retomar o crescimento econômico e atacar o desemprego,  como, em decorrência disso, de

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Abya Yala*, Chile/O TSUNAMI CHILENO


23 outubro 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/chile/boron_21out19.html

por Atilio A. Borón

– Piñera e a repressão





O regime de Piñera – e insisto nisso de "regime" porque um governo que reprime com a brutalidade que todo o mundo viu não se pode considerar democrático – defronta-se com a mais séria ameaça popular já enfrentada por qualquer governo desde o derrube da Unidade Popular em 11 de Setembro de 1973.

As ridículas explicações oficiais não convencem nem aqueles que as divulgam; ouvem-se

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

BRICS, África do Sul/Prisão de Lula mostra brutalidade do capitalismo, diz líder sul-africano Moleko Pakhedi


10.09.2019, Comitê Lula Livre (Brasil) https://lulalivre.org.br/prisao-de-lula-mostra-brutalidade-do-capitalismo-diz-lider-sul-africano-moleko-pakhedi-em-visita-a-vigilia-lula-livre/ 

 

por Redação

 

Moleko Pakhedi/Foto: Valmir Fernandes

“É muito emocionante estar aqui, mas só mostra a brutalidade do sistema sob o governo capitalista, e que o judiciário pode ser completamente parcial”. A frase é do sul-africano Moleko Pakhedi, após conhecer a Vigília Lula Livre, em Curitiba. Ele é vice-presidente nacional do Partido Socialista Revolucionário dos Trabalhadores da África do Sul (SRWP) e vice-secretário geral da Federação Sul-africana de Sindicatos (Saftu), e esteve na capital paranaense no dia 4 de setembro.

O líder conheceu todos os espaços da luta pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos arredores da Superintendência da Polícia Federal, na região norte de Curitiba, onde Lula é preso político desde

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Na rota das contra-revoluções "coloridas"

04 setembro 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/v_carvalho/c_revolucoes_coloridas.html


por Daniel Vaz de Carvalho*
 
As ações contra-revolucionarias do imperialismo que diretamente não usam meios militares, ditas por perverso eufemismo necessário à manipulação, "revoluções coloridas" levam-nos a colocar as clássicas questões do: "quem, como, quando, onde e porquê". É este o tema que nos propomos abordar. 
 

1 - QUEM
Não esqueço uma frase de um filme francês de 1958, que vi ainda adolescente, num cinema de bairro, intitulado "As grandes famílias" (segundo o romance homólogo de Maurice Druon). Num diálogo entre dois donos de uma fábrica, dizia um deles (Jean Gabin) para o irmão (Pierre Brasseur): "Eu sou de direita para defender os meus interesses, tu és de direita porque odeias os operários."

Esta frase, define muito de "quem" lidera e apoia, sobretudo financeiramente, movimentos contra-revolucionários. Para além destes juntam-se as massas do lumpen proletariado, os contaminados pelo anticomunismo, os que seduzidos pela propaganda da direita se revoltam contra o que

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Trump, Johnson, Bolsonaro …: Quem colocou os psicopatas no poder


31 julho 2019, Página Global (Portugal) https://paginaglobal.blogspot.com/2019/07/quem-colocou-os-psicopatas-no-poder.html#more

Outras Palavras, Tradução: Inês Castilho

Trumps, bolsonaros e dutertes estão agora em toda parte. Sua ascensão não é fortuita. Em fase de hiperconcentração de riquezas, capitalismo precisa destroçar democracia e instalar, no palco da política, palhaços que distraiam a plateia

Há sete anos, o comediante Roty Bremner reclamou que os políticos tinham se tornado tão chatos que poucos mereciam ser imitados. “Atualmente eles são muito parecidos e sem graça… É como se o caráter fosse considerado uma obrigação”, disse ele. Hoje sua profissão tem o problema oposto: por mais afiada que seja a sátira, é uma batalha dar conta da realidade. O universo político, tão sombrio e cinzento há alguns anos, é agora povoado por inacreditáveis exibicionistas.

Os palhaços assassinos estão tomando o poder em todo lugar. Donald Trump, Boris Johnson, Jair Bolsonaro, Narenda Modi, Nigel Farage, Scott Morrison, Rodrigo Duterte, Matteo Salvini, Recep Tayyip Erdoğan, Viktor Orbán e uma horda de outros ridículos homens fortes – ou fracos, como tantas vezes se revelam – dominam nações que no passado os teriam posto para fora da cena aos risos. A questão é: por que? Por que os tecnocratas que reinaram em quase todos os lugares há alguns anos estão dando lugar a bufões

sábado, 27 de julho de 2019

Latinoamérica /El secretario de estado de EUA Pompeo anuncia una “nueva era” de reacción entre EUA y Latinoamérica


26 julio 2019, World Socialist Web Site (Australia) https://www.wsws.org/es/articles/2019/07/26/pomp-j26.html
 
por Andrea Lobo

El secretario de Estado de Estados Unidos, Mike Pompeo, anunció el viernes "una nueva era en la relación" entre Estados Unidos y América Latina en la segunda Conferencia Ministerial contra el Terrorismo del Hemisferio Occidental en Buenos Aires, Argentina. Él repitió este mismo tema en cada parada de su gira por América Latina la semana pasada, que también incluyó a Ecuador, México y El Salvador.

Pompeo exigió mayor censura y espionaje, y una alineación más cercana con las campañas de Washington contra sus rivales geopolíticos

terça-feira, 2 de julho de 2019

¿A quién beneficia el apurado acuerdo entre el Mercosur y la Unión Europea?


01/07/2019, Rebelión https://www.rebelion.org  (Mexico) https://www.rebelion.org/noticia.php?id=257814


Son seis páginas de buenos deseos, aprobadas de apuro bajo la denominación de “acuerdo estratégico”. Habrá que considerar a fondo los textos completos de la negociación cerrada en Japón en el marco de la Cumbre del G20.

¿Porqué de apuro si se inició el proceso en 1995, interrumpido varios años y retomado en 2016 y en cámara lenta?

La respuesta está en la situación mundial de lento crecimiento económico y un relativo fuera de juego de los actores que suscriben el compromiso.

Ni la Unión Europea (UE), ni el Mercosur (MS) son protagonistas de las principales ligas contemporáneas de la economía mundial. El juego determinante está entre EEUU y China, ejemplificado por la guerra comercial y monetaria, parte de la disputa por la hegemonía económica entre ambas potencias.

Europa está condenada desde hace años a ser un parque temático, aun cuando intenta

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Vaticano/Papa Francisco critica el sistema capitalista en el mundo

5 noviembre 2016, TeleSur http://www.telesurtv.net (Venezuela)

El Sumo Pontífice señaló durante su alocución que esta "dictadura económica" ya fue vaticinada por algunos de sus predecesores, como Pio XI, quien en 1931 acuñó la expresión de "imperialismo internacional del dinero".

El Papa Francisco criticó este sábado el sistema económico capitalista mundial al asegurar que pone en el centro al "dios del dinero" y no al ser humano. Sus palabras se produjeron durante el acto de clausura del III Encuentro Mundial de los Movimientos Populares que se desarrolla en la ciudad de Roma, Italia.

El Sumo Pontífice lamentó que se destinen grandes sumas de dinero para salvar a entidades bancarias con problemas pero,

quarta-feira, 6 de julho de 2016

'NENHUM PAPA FOI TÃO LONGE NA CONDENAÇÃO AO CAPITALISMO COMO FRANCISCO' -- Michael Löwy



30 junho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Correio da Cidadania

Segundo Michael Lowy, Francisco pretende levar a sério o compromisso da Igreja com os pobres e tentar reduzir o poder conservador da Cúria Romana.

O papado de Francisco continua a alvoroçar o catolicismo e a opinião pública mundiais, num pontificado que, ao lado da promessa de fomento à “opção pelos pobres”, tem ousado fazer críticas às engrenagens de um capitalismo em crise em níveis bem acima do esperado. Para discutir o papel daquele que muitos consideram o maior líder político da atualidade, o Correio da Cidadania, 21-06-2016, entrevistou o filósofo franco-brasileiro Michael Löwy, estudioso da Teologia da Libertação.

“Obviamente, ele pretende levar a sério o compromisso da Igreja com os pobres, suprimir os vínculos dos bancos do Vaticano com a máfia e tentar reduzir o poder conservador da Cúria Romana. Sua tentativa de elaborar uma concepção um pouco mais aberta da família e da sexualidade foi diluída pelo Sínodo dos Cardeais... Há muitas resistências. Parece que os setores mais reacionários da Igreja têm uma prece especial sobre Bergoglio: ‘Nosso Pai que está no Céu, ilumine-o ou

sábado, 2 de julho de 2016

EUROPA, BREXIT E BRASIL



30 junho 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)
Pedro Augusto Pinho*
Passado o primeiro impacto do resultado do plebiscito de 23 de junho, no Reino Unido (UK), que aprovou a saída daquele país da União Europeia, precisamos analisar com cautela e consistência o que ele representou e quais as possíveis consequências daquela manifestação popular.
O aspecto mais midiaticamente exposto foi da xenofobia e do racismo que teria motivado a maioria absoluta dos eleitores britânicos. Não há como negar a presença estrangeira no país que dominou grande parte do mundo – “onde o sol nunca se punha” – por quase um século e, por cálculo econômico, concedeu a asiáticos, africanos, islâmicos o passaporte britânico. E, observe também, como a imprensa em geral vem criminalizando, desde o 11 de setembro de 2001, os muçulmanos, ora como terroristas, ora como aproveitadores dos benefícios sociais existentes nos

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Brasil/"DEMOCRACIA BRASILEIRA ESTÁ SOB ATAQUE", afirma Naomi Klein



1 junho 2016, Brasil de Fato https://www.brasildefato.com.br (Brasil)

Rafael Tatemoto


Em entrevista exclusiva, autora de "Doutrina do Choque" também debate alternativas às crises econômica e ambiental

A Doutrina do Choque, publicado em 2007, marcou uma geração ao apresentar como, ao contrário do que se afirmava, a implementação do neoliberalismo tinha poucas relações com o avanço da democracia liberal pelo mundo. A jornalista canadense Naomi Klein, autora da obra, afirmava: as visões da Escola de Chicago foram primeiramente postas em prática em regimes autoritários, justamente porque contrariam as necessidades da maior parte da população.

As ideias neoliberais, para Klein, se aproveitariam de

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Venezuela/LA TRAMPA

8 diciembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


Las elecciones parlamentarias en Venezuela arrojan varias enseñanzas que creo necesario subrayar. En primer lugar que, contrariamente a todas las predicciones de los lenguaraces de la derecha, el comicio se realizó, al igual que todos los anteriores, de una manera impecable. No hubo denuncias de ningún tipo, salvo el exabrupto de tres ex presidentes latinoamericanos, que a las cuatro de la tarde (dos horas antes de la conclusión del acto electoral) ya anunciaban al ganador de la contienda. Fuera de esto, la “dictadura chavista” volvió a demostrar una transparencia y honestidad del acto electoral que más quisieran tener muchos países dentro y fuera de América Latina, comenzando por Estados Unidos. El reconocimiento hecho por el presidente Nicolás Maduro ni bien se dieron a conocer los resultados oficiales contrasta favorablemente con la actitud de la oposición, que en el pasado se empecinó en desconocer el veredicto de las urnas. Lo mismo cabe decir de Washington, que al día de hoy no reconoce el triunfo de Maduro en las presidenciales del 2013. Unos son demócratas de verdad, los otros grandes simuladores.

Segundo, resaltar lo importante de que luego de casi 17 años de gobiernos chavistas y en medio de las durísimas condiciones prevalecientes en Venezuela, el oficialismo siga contando con la adhesión del cuarenta por ciento del electorado en una elección parlamentaria. 

Tercero, el resultado desplaza a la oposición de su postura facilista y de

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

COMPANHIAS MILITARES PRIVADAS AO SERVIÇO DA CLASSE CAPITALISTA TRANSNACIONAL

23 outubro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Por Peter Phillips*

A globalização do comércio e da banca central impulsionou as corporações privadas a posições de poder e controle nunca vistas na história humana. Sob o capitalismo avançado, as exigências estruturais de um retorno sobre o investimento requer uma expansão infinita de capital centralizado nas mãos de cada vez menos pessoas. O centro financeiro do capitalismo global é tão altamente concentrado que menos de um milhar de pessoas domina e controla US$100 milhões de milhões (trillion) de riqueza. 

Os poucos milhares de pessoas que controlam o capital global representam menos de 0,0001 por cento da população mundial. Eles são a classe capitalista transnacional (CCT), a qual, como a elite capitalista do mundo, domina estados-nação através de acordos de comércio internacionais e de organizações transnacionais de estados tais como o Banco Mundial, o Banco Internacional de Pagamentos (BIS, na sigla em inglês) e o Fundo Monetário Internacional.
 

A CCT comunica suas exigências políticas através de redes globais como o G-7 e G-20, e várias organizações políticas não governamentais tais como o World Economic Forum, a Comissão Trilateral e o Grupo Bilderberg. A CCT representa os interesses de centenas de milhares de milionários e bilionários que

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Portugal/REFLEXÃO SOBRE AS ELEIÇÕES

7 outubro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Os comentaristas de serviço dedicam-se a prever que governo sairá de um parlamento no qual a coligação vencedora obteve apenas uma maioria relativa, 104 deputados. O Presidente da Republica, que se comportou como um aliado do governo, vai agora incumbir Passos Coelho de formar governo. Mas que governo? Como escreveu o director executivo do semanário de direita Expresso, a vitória do PSD-CDS «só chega para um governo provisório».

A aliança PSD-CDS foi a força mais votada nas eleições legislativas, mas teve uma quebra de quase 750 mil votos em relação a 2011, perdendo a maioria absoluta.

A campanha da coligação reacionária intitulada «Portugal à Frente», apoiada ostensivamente pela maioria dos órgãos de comunicação social, excedeu em demagogia, hipocrisia e mentiras as anteriores de Passos & Portas. Chocante foi também a cobertura oferecida aos micro-partidos dos quais apenas o PAN elegeu um deputado.

As televisões, as rádios e os jornais ditos de referência subscreveram a tese oficial de que não havia alternativa para a austeridade. Não

Bolivia/Conferencia Mundial de los Pueblos sobre Cambio Climático y Defensa de la Vida

Octubre, http://www.jallalla.bo (Bolivia)


Después de más de 20 años, no se ha logrado consolidar ningún acuerdo internacional significativo sobre Cambio Climático. Considerando que la COP21 de París promoverá la firma de un nuevo Acuerdo Climático, los pueblos del mundo debemos nuevamente levantar la voz para plantear nuestras propias visiones y soluciones ante el Cambio Climático.

El Estado Plurinacional de Bolivia, hace un llamado, invita y convoca a los pueblos y Gobiernos del mundo, así como a sus científicos, académicos, juristas, organizaciones sociales y de la sociedad civil a ser parte de la “Conferencia Mundial de los Pueblos sobre Cambio Climático y Defensa de la Vida”, a realizarse en Tiquipaya (Campus Universitario de la Universidad UNIVALLE), Cochabamba, Bolivia los días 10 al 12 de octubre de 2015, evento que

sábado, 19 de setembro de 2015

NÃO EXISTE CAPITALISMO 'ÉTICO'

16 setembro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

[...] numa nação livre em que não sejam permitidos escravos, a riqueza mais segura consiste numa porção de pobres laboriosos. Para fazer a sociedade (que, obviamente consiste de não trabalhadores) feliz, e o povo contente, mesmo nas piores circunstâncias, é necessário que a grande maioria permaneça tanto ignorante quanto pobre. (MANDEVILLE, 1728, p. 212, 213, 328 apud MARX, 1983, p. 189).[1]

Dia 5/9, em postado na internet, o ex-secretário do Trabalho e analista liberal Robert Reich, pergunta "O que aconteceu ao núcleo moral do capitalismo norte-americano?". Não é piada. Falava sério.

Reich escreve:

"Testemunhamos ao longo das últimas duas décadas nos EUA um declínio constante na disposição de quem ocupa as posições de mando no setor privado - em Wall Street e em grandes empresas - para respeitar, um mínimo que seja, padrões de moralidade pública. (...) Executivos de grandes empresas privadas ganham hoje salários 300 vezes superiores ao do trabalhador médio. Os magnatas de Wall Street levam para casa centenas de milhões, ou mais. Os dois grupos manipularam o jogo a favor deles mesmos, ao mesmo tempo em que empurram para baixo os salários do povo trabalhador médio."

A vasta e sempre crescente desigualdade nos EUA e em todo o mundo capitalista é, claro, inegável. A resposta de Reich é desejar uma volta a um tempo passado, a um momento suposto "mais moral"

sábado, 12 de setembro de 2015

LOS MOVIMIENTOS SOCIALES Y SUS NUEVOS ROLES FRENTE A LOS GOBIERNOS PROGRESISTAS

7 septiembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org http://www.rebelion.org (México)


1. Hoy está en centro de la discusión en muchos países el tema del nuevo rol que tienen que tener los movimientos sociales frente a los gobiernos progresistas que han teñido de esperanza a la mayoría de los países de América Latina.

2. Antes de abordar directamente el tema, quisiera desarrollar algunas ideas.

3. Creo que la situación en la década de los 80 y 90 en América Latina puede compararse en ciertos aspectos a la vivida por la Rusia prerrevolucionaria de comienzos del siglo XX. Lo que fue para ella la guerra imperialista y sus horrores ha sido para nuestra región el neoliberalismo y sus horrores: la extensión del hambre y la miseria, un reparto cada vez más desigual de la riqueza, el desempleo, la destrucción de la naturaleza, la pérdida creciente de nuestra soberanía.

4. En estas circunstancias, varios de nuestros pueblos dicen “basta” y “echan a andar”, resistiendo primero y, luego, pasando a la ofensiva, fruto de lo cual empiezan a triunfar candidatos presidenciales de izquierda o centro izquierda en la región que se enfrentan a la siguiente disyuntiva: o refundan el modelo capitalista neoliberal —evidentemente que con cambios, entre ellos una mayor preocupación por lo social, pero movido por la misma lógica capitalista—, o avanzan en la construcción de un proyecto alternativo movido por una lógica humanista y solidaria, que pone a la persona humana en el centro.

Los movimientos sociales: a la vanguardia de la lucha contra el neoliberalismo

5. Con la caída del muro de Berlín y la derrota del socialismo soviético, los partidos y organizaciones sociales de izquierda que se inspiraban en dicho modelo salen muy golpeados. A ello se añade el golpe a las organizaciones sindicales debido al debilitamiento de la clase obrera producto de la fragmentación social provocada por el neoliberalismo. Esto explica que hayan sido nuevos movimientos sociales –y no los partidos y

segunda-feira, 13 de julho de 2015

"ESTA ECONOMIA MATA. PRECISAMOS E QUEREMOS UMA MUDANÇA DE ESTRUTURAS", afirma o Papa Francisco

10 julho 2015, Instituto Humanitas Unisinos http://www.ihu.unisinos.br (Brasil)

"A justa distribuição dos frutos da terra e do trabalho humano não é mera filantropia. É um dever moral. Para os cristãos, o encargo é ainda mais forte: é um mandamento. Trata-se de devolver aos pobres e às pessoas o que lhes pertence. O destino universal dos bens não é um adorno retórico da doutrina social da Igreja. É uma realidade anterior à propriedade privada. A propriedade, sobretudo quando afeta os recursos naturais, deve estar sempre em função das necessidades das pessoas. E estas necessidades não se limitam ao consumo. Não basta deixar cair algumas gotas, quando os pobres agitam este copo que, por si só, nunca derrama. Os planos de assistência que acodem a certas emergências deveriam ser pensados apenas como respostas transitórias. Nunca poderão substituir a verdadeira inclusão: a inclusão que dá o trabalho digno, livre, criativo, participativo e solidário", afirmou o Papa Francisco, num discurso considerado por lideranças dos movimentos populares como 'irretocável", proferido no Encontro Mundial dos Movimentos Populares, em Santa Cruz de la Sierra, no dia 09-07-2015.

Segundo o Papa, "os movimentos populares têm um papel essencial, não apenas exigindo e reclamando, mas fundamentalmente criando. Vós sois poetas sociais: criadores de trabalho, construtores de casas, produtores de alimentos, sobretudo para os descartados pelo mercado global".

Para ver o vídeo,

O DISCURSO HISTÓRICO DO PAPA FRANCISCO NA BOLIVIA

10 julho 2015, Pragmatismo Político http://www.pragmatismopolitico.com.br (Brasil)

Em discurso histórico, Papa Francisco pede perdão pelos crimes da Igreja durante a colonização da América, condena a "lógica do lucro a todo o custo, sem pensar na exclusão social", chama o capitalismo de 'ditadura sutil' e tece duras críticas ao monopólio dos meios de comunicação.

Francisco esteve na Bolívia reunido com cerca de 1.500 representantes de movimentos sociais de mais de 40 países nesta quinta-feira. O pontífice fez um discurso contra o sistema capitalista, o qual chamou de “ditadura sutil”, e pediu desculpas pelos crimes da Igreja contra indígenas na região. Ainda em Santa Cruz, visitou a prisão de Palmasola, a mais perigosa do país andino.

Capitalismo

Para o líder da Igreja Católica, o atual sistema global “que impôs a lógica do lucro a todo o custo, sem pensar na exclusão social nem na destruição da natureza (…) é insuportável: não o suportam os camponeses, não o suportam os trabalhadores, não o suportam as comunidades, não o suportam os povos…. E nem sequer o suporta a Terra, a irmã Mãe Terra,

sábado, 11 de julho de 2015

A OPERAÇÃO EM CURSO – NOME DE CÓDIGO: GRÉCIA

9 julho 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Daniel Vaz de Carvalho

"Perdoai as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores",
Mateus 6.12, da mais importante oração cristã, de que a Europa se reivindica.
 O Pai Nosso na Igreja Primitiva.

1 – No passado domingo a agressão sofreu uma derrota 
O domínio da alta finança através da hegemonia alemã, depara com crescente resistência dos povos que não se conformam com a subserviência de governos colaboracionistas e falsos tratados que põem em causa a soberania e a democracia. A expressiva vitória do NÃO no referendo grego, só pode servir para prosseguir e reforçar a luta, contudo não vai fazer parar a agressão. Passada a primeira a surpresa e ao contrário do que a propaganda e a chantagem fariam prever, a ditadura financeira mascarada de "europeísmo" recompõe-se e prossegue a ofensiva.

A direita perdeu por momentos a sua farronca, insistindo na "intransigência" grega", nas culpas dos "gregos", quando afinal a situação do país se deve precisamente ao fracasso das políticas que a direita defende e quer que continuem. Seria fastidioso desmontar a sua argumentação de tal forma se se refugia na mentira, no obscurantismo, no intelectualmente indigente perante as evidências. Os partidos "socialistas" que antes se remetiam a uma ambiguidade cúmplice, colocando no mesmo nível agressores e agredidos, apelam agora à benevolência das "instituições". Como se o capitalista – nesta condição - não colocasse o capital no lugar do coração (Marx).

A comparação do que se passa na UE com o fascismo, o neofascismo, não é despicienda. Já foi referido que a troika estava a fazer na Grécia o que a ditadura dos coronéis não tinha conseguido. Em Portugal e em Espanha o totalitarismo da UE