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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

BRICS, África do Sul/Prisão de Lula mostra brutalidade do capitalismo, diz líder sul-africano Moleko Pakhedi


10.09.2019, Comitê Lula Livre (Brasil) https://lulalivre.org.br/prisao-de-lula-mostra-brutalidade-do-capitalismo-diz-lider-sul-africano-moleko-pakhedi-em-visita-a-vigilia-lula-livre/ 

 

por Redação

 

Moleko Pakhedi/Foto: Valmir Fernandes

“É muito emocionante estar aqui, mas só mostra a brutalidade do sistema sob o governo capitalista, e que o judiciário pode ser completamente parcial”. A frase é do sul-africano Moleko Pakhedi, após conhecer a Vigília Lula Livre, em Curitiba. Ele é vice-presidente nacional do Partido Socialista Revolucionário dos Trabalhadores da África do Sul (SRWP) e vice-secretário geral da Federação Sul-africana de Sindicatos (Saftu), e esteve na capital paranaense no dia 4 de setembro.

O líder conheceu todos os espaços da luta pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos arredores da Superintendência da Polícia Federal, na região norte de Curitiba, onde Lula é preso político desde

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Brasil/Movimentos sociais bloqueiam ruas e estradas em protesto contra o golpe

28 abril 2016, Agência PT http://www.pt.org.br (Brasil)

Vias em ao menos 8 estados foram bloqueadas por manifestantes na manhã desta quinta (28) em protesto contra Michel Temer e o golpe.

Na manhã desta quinta-feira (28), a Frente Povo Sem Medo, que reúne diversos movimentos sociais, promoveu bloqueios de dezenas de avenidas e rodovias por todo o Brasil para protestar contra o golpe à presidenta Dilma Rousseff. Ao menos oito estados e o Distrito Federal foram palco de atos de organizações como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Movimento Sem Terra (MST), Movimento Popular por Moradia (MPM), Brigadas PopularesMovimento de Luta nos Bairros e Favelas (MLB).

Em São Paulo, por volta de 14 pontos na capital e Grande São Paulo foram

domingo, 6 de dezembro de 2015

Brasil/UM DESQUALIFICADO ETICAMENTE MANDA A JULGAMENTO UMA MULHER ÍNTEGRA E ÉTICA

4 dezembro 2015, Carta Maior EDITORIAL http://www.cartamaior.com.br (Brasil)



Leonardo Boff*

Eduardo Cunha mente tão perfeitamente que não parece mentira as mentiras que repete sempre.


O Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é acusado de graves atos delituosos: de beneficiário da Lava-Jato, de contas não declaradas na Suiça, de mentiras deslavadas como a última numa entrevista coletiva ao declarar que o Deputado André Moura fora levado pelo Chefe da Casa Civil Jacques Wagner a falar com a Presidenta Dilma Rousseff para barganhar a aprovação da CPMF em troca da rejeição da admissibilidade de um processo contra ele no Conselho de Ética. Repetidamente afirmou que a Presidenta em seu pronunciamento mentiu à nação ao afirmar que jamais se submeteria à alguma barganha política.

Quem mentiu não foi a Presidenta, mas o deputado Eduardo Cunha. Seu incondicional aliado, o deputado André Moura, não esteve barganhando com a Presidenta Dilma, como o testemunhou o ministro Jacques Wagner. Vale enfatizar: quem mentiu ao público brasileiro foi Eduardo Cunha. Imitando Fernando Pessoa diria: Ele, mentiroso, mente tão perfeitamente que não parece mentira as mentiras que repete sempre.

É mentira que seu julgamento foi estritamente técnico. Pode ser técnico em seu texto, mas é mentiroso em seu contexto. O técnico nunca existe isolado, sem estar ligado a um tempo e a um interesse. É o que nos ensinam os filósofos críticos. Ele deslanchou o processo de impeachment contra a Presidenta exatamente no momento em que, apesar de todas as pressões e chantagens sobre o Conselho de Ética, soube que na votação perderia pois os três representantes do PT acolheriam a aceitação de um processo contra ele, o que poderia, depois, significar a sua condenação.

O que fez, foi um ato de vindita reles de quem perdeu a

Brasil/TODOS CONTRA O GOLPE: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Governadores do Nordeste, Trabalhadores Rurais Sem Terra, Trabalhadores Sem Teto, Igrejas Cristãs do Brasil, Intelectuais, Estudantes, Movimentos Populares*

5 dezembro 2015, 4 dezembro 2015, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br (Brasil)
*Título de Mercosul & CPLP + BRICS

Brasil/Sem-terra e sem-teto se posicionam contra impeachment e pedem cassação de Cunha

Entidades classificam decisão de Eduardo Cunha, de aceitar o pedido de impeachment, como chantagem e como uma forma de garantir seus interesses pessoais.

Diversos movimentos populares se posicionaram contrários à aceitação do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB).

Os movimentos avaliam que Cunha tenta se livrar das acusações de corrupção contra ele na Comissão de Ética da Câmara e, para isso, utiliza o instrumento do impeachment para interesses próprios.

“Ao utilizar as atribuições de presidente da Câmara para garantir sua própria defesa nos processos que já deveriam ter significado sua cassação e prisão, este senhor desmoraliza o parlamento e as instituições democráticas”, afirmou, em nota, a Central dos Movimentos Populares (CMP).

 O aumento do conservadorismo na sociedade, caso um processo de impeachment seja levado à frente, é uma das preocupações apontadas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
“As forças políticas que apoiam o impeachment são as mesmas que idolatram figuras como Cunha e Bolsonaro e pedem a volta da ditadura militar. Neste cenário, o impeachment significaria o fortalecimento da ofensiva conservadora e do caldo de intolerância que tem marcado a atuação destes setores”, diz a nota do movimento.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) manifestou sua defesa ao mandato de Dilma, mas exige que a presidenta assuma o programa que a elegeu nas últimas eleições.

“Salientamos a necessidade de

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Brasil/MST lança nota sobre conjuntura política nacional e reforma agrária

14 de setembro de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Vermelho) 
O MST defende a retomada do desenvolvimento nacional e os cumprimento 
dos acordos firmados com relação à reforma agrária

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra lançou uma nota de análise da conjuntura política nacional onde repudia a ofensiva da direita e reivindica direitos para os trabalhadores sem agredir a constitucionalidade do mandato da presidenta Dilma.


Integrante da Frente Brasil Popular, o MST exige o cumprimento dos acordos firmados pelo governo federal em 2014 com relação à reforma agrária e pede aprofundamento das mudanças, com saídas à esquerda para a crise política. A entidade também defende a soberania nacional, a retomada do desenvolvimento e as reformas estruturantes. 

Leia a nota na íntegra:

Posição do MST frente à luta política e a situação da reforma agrária

1. A sociedade brasileira tem construído a democracia nas contradições da luta de classes. Ainda temos muito que avançar, mas não permitiremos nenhum retrocesso nos direitos conquistados na luta do nosso povo.

2. Nos somamos à construção da Frente Brasil Popular, e a todas as iniciativas de lutas da classe trabalhadora brasileira, em defesa de seus direitos e das causas nacionais, como a mobilização prevista para dias 2 e 3 de outubro, em defesa de

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Brasil/Movimentos populares se unem no dia 20 em ato “a favor da liberdade, democracia e direitos”

18 agosto 2015, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br (Brasil)

Da Redação

A manifestação “contra ofensiva conservadora” contará com o apoio de centrais sindicais, movimentos populares, estudantis e entidades religiosas.

Diversas organizações estão convocando uma manifestação unificada para o próxima quinta-feira (20) .O ato organizado por movimentos populares tem como foco denunciar as atuais políticas de austeridade do governo federal, a “guinada conservadora” comandadas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e afirmar que “a saída da crise é pela esquerda”. A mobilização ocorrerá em todo o país.

A crítica contra o ajuste fiscal pede “que os ricos paguem pela crise”, como informa o manifesto que convoca o protesto, apontando, também, a taxação de grandes fortunas, dividendos e remessas de lucros e auditoria da dívida pública como alternativas para aliviar a economia.

O documento defende ainda que a saída da crise “deverá ser pela esquerda”, e convoca a população para lutar por reformas:“é preciso enfrentar a estrutura de desigualdades da sociedade brasileira com uma plataforma popular”, enfatiza o texto.

O ato é assinado por diversas organizações, entre elas entidades religiosas, grupos estudantis, coletivos, movimentos por moradia e centrais sindicais.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Brasil/Dilma aos golpistas: Respeitem o resultado e honrem seu adversário

13 agosto 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em uma demonstração de unidade em defesa da democracia e das conquistas garantidas pelo governo progressista dos últimos anos, centenas de lideranças sindicais e dos movimentos sociais se reuniram com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (13), no Palácio do Planalto, para reafirmar o apoio ao mandato legítimo e repelir os intentos golpistas da oposição.

Agência Brasil 

Após ouvir as intervenções das lideranças, que manifestaram apoio ao seu governo, mas também apontaram as reivindicações, Dilma reafirmou seu compromisso com as bandeiras que a reelegeu. “Eu sei de que lado estou. Eu costumo dizer que na minha vida eu mudei muito. A gente erra, aprende e vai mudando. Melhorei, mudei e alguns podem falar: ela piorou. Mas uma coisa eu afirmo: eu nunca mudei de lado”, disse. 

E acrescentou: “Nós vamos tomar todas as medidas para que este país volte a crescer o mais rápido possível. Vamos fazer todo o possível e investir, não só para não haver retrocesso, mas para avançar”.

Sob o coro de “não vai ter golpe!” e em um claro recado aos inconformados com os resultados das urnas, Dilma afirmou: "Respeite o resultado. E respeite o adversário. Respeite e honre seu adversário. Se você não respeitar o resultado do jogo, você não pode entrar no jogo”.

Dilma disse que o melhor jeito de honrar a democracia é entender essa conquista imensa que tivemos na nossa sociedade. “É entender que a democracia é algo que

sábado, 14 de março de 2015

Brasil/MST emite nota ao povo brasileiro sobre ameaças contra Stédile

12 março 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O MST emitiu nesta quarta-feira (12) uma nota ao povo brasileiro sobre as ameaças que circulam na internet contra o dirigente nacional do movimento, João Pedro Stédile. Nesta terça-feira (11) o guarda municipal de Macaé, Paulo Mendonça, publicou em sua conta pessoal no Facebook um anúncio onde pede “Stédile vivo ou morto” e oferece recompensa de R$10 mil. A incitação ao crime foi encaminhada às autoridades pertinentes. 


Leia na íntegra a carta do MST: 

NOTA AO POVO BRASILEIRO 

Circula pelas redes sociais da internet um anúncio que pede “Stedile vivo ou morto”. Apresentando-o como líder do MST e “inimigo da Pátria”, o autor oferece uma recompensa de R$ 10 mil para quem atender o seu pedido. Em outras palavras, está incentivado e prometendo pagar para matar uma pessoa, no caso João Pedro Stedile, da coordenação nacional do MST. 

Há indícios que a ação criminosa partiu da conta pessoal no facebook de Paulo Mendonça, guarda municipal de Macaé (RJ). E foi, imediatamente, reproduzida pela maioria das redes sociais que

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Brasil/Fim do latifúndio é constitucional e urgente para o avanço democrático

7 janeiro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A polêmica tem sido a tônica desde o anúncio da nomeação da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ex-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), como ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.


Avançar na reforma agrária é reivindicação histórica dos movimentos sociais e 
meta a ser cumprida pelo segundo mandato da presidenta Dilma

Em sua primeira entrevista como ministra já empossada, ela reforçou o coro dos críticos quando disse que “não existem mais latifúndios no Brasil”. Questionada sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que tramita no Congresso Nacional e se aprovada passará a responsabilidade da demarcação de terras indígenas para o Congresso, ela resolveu atacar os indígenas, dizendo que “os índios saíram da floresta e passaram a descer nas áreas de produção”. 

O MST (Movimento dos Sem Terra) se posicionou contrário à nomeação de Kátia Abreu, desde quando se aventava o seu nome. Para o movimento, a declaração da ministra de que não existe latifúndio é para justificar que não é necessária uma reforma agrária em massa.

“As declarações de Kátia Abreu demonstram que a ministra representa os interesses dos segmentos mais atrasados da agricultura brasileira, que não alcançaram os patamares mínimos de produtividade, desmatam o meio ambiente e utilizam trabalho escravo”, enfatiza Igor Felippe, da coordenação nacional de comunicação do MST.

100 milhões de hectares
Segundo ele, dados mais recentes apontam que

sábado, 29 de novembro de 2014

Brasil/Em defesa do programa vitorioso nas urnas: mesmo derrotados, conservadores querem impor sua política

28 novembro 2014, ADITAL Agência Frei Tito para a America Latina http://www.adital.com.br (Brasil)

Marcela Belchior
Adital



Movimentos sociais cobram manutenção do programa de esquerda que ajudaram a eleger em outubro. Foto: Reprodução.

A base de apoio que ajudou a reeleger a presidente da República Dilma Rousseff (Partido dos Trabalhadores - PT) no último dia 26 de outubro agora intensifica a pressão para evitar que a mandatária recue do projeto de governo na formação da equipe ministerial. Para isso, movimentos sociais, militantes e intelectuais lançam o manifesto "Em defesa do programa vitorioso nas urnas”, que circula na Internet e alerta para a subordinação da gestão às forças conservadoras do país.

Segundo o documento, os rumores de

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Brasil/Stedile encontra Papa Francisco: “LUTAREMOS JUNTOS PARA PARAR OS BANCOS E AS TRANSNACIONAIS”

6 novembro 2014, Revista Forum http://www.revistaforum.com.br (Brasil)

Por Da redação

Por Salvatore Cannavò*
Do jornal Il Fatto Quotidiano, via página do MST

João Pedro Stedile olha a primeira página do jornal Il Fatto Quotidiano em que se vê Maurizio Landini enfrentando a polícia. “Um líder sindical sem gravata? Sério?” A piada sintetiza muito o perfil e a história desse dirigente, já de nível internacional, do movimento “campesino”.

O Movimento dos Sem Terra (MST) é uma organização fundamental do Brasil, imortalizada pelas históricas imagens de Sebastião Salgado e com uma história de 30 anos feita de vitórias e de derrotas, mas sempre no primeiro plano da organização dos agricultores.

Stedile é o seu dirigente mais importante. Ele nunca usou gravata e sempre concebeu o seu papel como porta-voz de uma realidade pobre, muito em busca da sua própria emancipação.

Marxista ligado à história da teologia da libertação, ele foi um dos organizadores do Encontro Mundial de Movimentos Populares que ocorreu no Vaticano

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Brasil/“O POVO QUER MUDANÇAS, MAS MUDANÇAS PARA MELHORAR DE VIDA”

20 outubro 2014, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br (Brasil)

Coordenador do MST* João Pedro Stédile explica apoio à Dilma

Joana Tavares, de Belo Horizonte (MG)

Dezenas de movimentos sociais urbanos e rurais do país discutem desde o ano passado o posicionamento frente às eleições presidenciais. Neste segundo turno, apesar de apontarem os limites do projeto neodesenvolvimentista dos governos do PT, decidiram de forma conjunta o apoio à candidata à reeleição, Dilma Roussef (PT). Nesta entrevista, João Pedro Stédile, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Via Campesina, explica os motivos para o apoio, analisa o que pode significar para o país o retorno ao neoliberalismo e aponta como um segundo governo Dilma poderia avançar em mudanças.

Brasil de Fato - Este segundo turno se dá entre dois projetos: o neoliberalismo, representando na candidatura de Aécio Neves, e o neodesenvolvimentismo, na candidatura Dilma. O que significaria para o país o retorno ao neoliberalismo?

João Pedro Stédile - Se o Aécio ganhasse seria uma tragédia para a imensa maioria do povo. Na economia seria a hegemonia do capital financeiro, das empresas transnacionais e do agronegócio. Nas políticas sociais seria a volta da prática de que o mercado é que resolve, a volta do Estado mínimo, como foi nos governos de FHC e no governo Aécio em Minas. Viria assim uma desvalorização dos salários e das conquistas, além de um controle direto da direita no poder judiciário e na mídia, aumentando a repressão sobre os movimentos sociais. Na política externa, seria o realinhamento subordinado aos Estados Unidos e o desmantelamento do Mercosul, da Unasul e

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Brasil/Governo promete 100 decretos de reforma agrária até o fim do ano



17 outubro 2013, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

Dilma aproveita cerimônia sobre agroecologia para defender que modelo anterior de assentamento de famílias estava equivocado e que agora há cuidado maior em processos

Roberto Stuckert Filho, Planalto

Dilma saiu em defesa de Pepe Vargas (e), alegando que o processo de reforma agrária ganhou qualidade

São Paulo – O governo federal aproveitou cerimônia de lançamento de plano voltado à agroecologia para tentar desfazer o mal-estar criado pela prioridade a políticas de estímulo ao agronegócio. Ao lado de Dilma Rousseff, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, disse que vai publicar até o fim do ano 100 decretos de desapropriação de terras para

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Brasil/CPT convida papa para conhecer realidade do camponês brasileiro



25 julho 2013, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br

Carta destaca a necessidade de regularização dos territórios tradicionalmente ocupados e da realização da “tão sonhada reforma agrária”
da Redação

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) aproveitou a vinda do papa Francisco ao Brasil e enviou uma carta o convidando para conhecer a realidade das comunidades rurais no país. Juntamente com a CPT, outras quatro pastorais do campo também assinaram o documento, que teve como intermediário o presidente da CPT, Dom Enemésio Lazzaris.

A carta destaca a simplicidade do novo papa e as recorrentes falas de aproximação da igreja aos pobres. Da mesma forma, apresenta o trabalho das pastorais do campo, que ouvem os clamores dos povos e suas lutas cotidianas pela garantia de seus direitos e pela permanência na terra.

As pastorais reivindicam ainda a regularização dos territórios tradicionalmente ocupados e a realização da “tão sonhada reforma agrária”, assuntos ainda intermitentes na pauta governamental. Ao mesmo tempo, também demonstram esperança de que um dia o papa possa visitar essas comunidades, dando uma demonstração concreta do compromisso da igreja, em assumir a “postura de Cristo junto aos pobres na terra”.

Confira a carta na íntegra

Caríssimo Irmão Francisco, 

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Brasil/DIREITA MANIPULA A ENERGIA DAS RUAS PARA FRAGILIZAR A PRESIDENTE



12 julho 2013, O Tempo http://www.otempo.com.br (Brasil)

Leonardo Boff

É notório que a direita brasileira, apoiada pelas mídias privada e familiar, está se aproveitando das manifestações massivas nas ruas para manipular essa energia a seu favor. A estratégia é fazer sangrar mais e mais a presidente Dilma Rousseff e desmoralizar o PT, e assim criar uma atmosfera que lhe permite voltar ao lugar que por via democrática perderam.

Se, por um lado, não podemos nos privar de críticas ao governo do PT, por outro não podemos ingenuamente permitir que as transformações político-sociais alcançadas nos últimos dez anos sejam desmoralizadas e desmontadas por parte das elites conservadoras.

É sabido que, com a vitória do capitalismo sobre o socialismo estatal do Leste Europeu, em 1989, o presidente norte-americano Reagan e a primeira-ministra britânica Thatcher inauguraram uma campanha mundial de desmoralização do Estado,

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Brasil/Trabalhadores/as, juventude, centrais sindicais e movimentos se preparam para Dia Nacional de Lutas



9 julho 2013, ADITAL Agência Frei Tito para a America Latina http://www.adital.com.br (Brasil)


Trabalhadores/as do setor de transporte, construção civil e construção pesada, metalúrgicos, químicos, comerciários e de vários setores de atividades, junto com as centrais sindicais, movimentos sociais e jovens de todo o Brasil já confirmaram participação no Dia Nacional de Lutas, mobilização que ocorrerá na próxima quinta-feira (11) em várias cidades brasileiras.

A Central Sindical e Popular Conlutas (CSP Conlutas), Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) se uniram em uma única pauta de reivindicações que

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Brasil/Movimentos do Campo divulgam carta para Dilma



8 julho 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em tom de unidade, organizações como a Contag, MST, Via Campesina, Fetraf, dentre outros, divulgaram a Carta aos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, onde exigem que o Governo Federal garanta os direitos dos povos do campo por meio do aceleramento da Reforma Agrária, recuperação da soberania nacional sobre as terras brasileiras, demarcação imediata das terras indígenas e quilombolas e reconhecimento dos direitos dos atingidos por barragens e dos territórios pesqueiros.

"As ruas pedem mudanças para melhorar a vida dos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade. Na agricultura, esperamos que ocorram mudanças profundas. É momento dos governos superarem posturas conservadoras e avançarem no ritmo que as lutas populares estão exigindo", diz a carta, que foi entregue à presidenta Dilma Rousseff.

Para o conjunto dos trabalhadores e povos do campo, políticas de banimento dos agrotóxicos, a revisão da política de liberação dos transgênicos, além da

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Brasil/DISCURSO PRESIDENCIAL: GOVERNO DILMA TOMA A INICIATIVA POLÍTICA



24 junho 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O governo da presidenta Dilma Rousseff tenta tomar a iniciativa para evitar uma crise política e social no rastro das manifestações de protesto e da realização de ações violentas.

Na sexta-feira (21), em cadeia nacional de rádio e televisão, a presidenta da República defendeu o direito de protestar, mas condenou o vandalismo e os atos de violência. Dilma se mostrou atenta às reivindicações populares e afirmou que a exigência de mudanças e de solução para os graves problemas sociais estruturais do país é legítima. Democrática, dispôs-se ao diálogo, prometendo receber lideranças dos movimentos sociais que foram às ruas.

“Se aproveitarmos bem o impulso dessa nova energia política, poderemos fazer melhor e mais rápido muita coisa que o Brasil ainda não conseguiu realizar por causa de limitações políticas e econômicas. Mas se deixarmos que a violência nos faça perder o rumo, estaremos não apenas desperdiçando uma grande oportunidade histórica, mas também correndo o risco de colocar muita coisa a perder”, enfatizou.

O discurso presidencial foi positivo também porque fez um chamamento à união do povo e do governo, em todas as suas instâncias, para enfrentar os problemas sociais,

QUEREM PÔR UM CADÁVER NO COLO DA PRESIDENTA



23 de Junho de 2013, Vermelho

Neste sábado (22), minha mulher e eu fomos à manifestação ocorrida em Belo Horizonte na qualidade de médicos. Somos professores e vários de nossos alunos estavam presentes. Como já havíamos testemunhado a violência no ato da segunda-feira anterior, fomos preparados para atender possíveis vítimas, levando na mochila alguns elementos muito básicos para pequenos ferimentos e limpeza dos olhos irritados por gás.

Por Giovano Iannotti*, especial para o Vermelho

A manifestação foi tranquila durante todo o trajeto. Até mesmo a intolerância com militantes de partidos de esquerda foi pouco vista. Uma grande bandeira vermelha era orgulhosamente carregada e, salvo um ou outro, respeitada. Contudo, o clima começou a piorar quando a manifestação encontrou o cordão policial. Como tem ocorrido, a maioria aceitou o limite imposto, mas os provocadores instavam os moderados a enfrentarem a polícia. Parecem colocados estrategicamente entre o povo, porque se repartem em certo padrão e gritam as mesmas frases.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Brasil/TEMOS QUE APROVEITAR O VIGOR DAS MANIFESTAÇÕES PARA PRODUZIR MAIS MUDANÇAS, AFIRMA DILMA



21 junho 2013, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)


A presidenta Dilma Rousseff afirmou, nesta sexta-feira (21), que o vigor das manifestações deve ser aproveitado para que mais mudanças sejam feitas em benefício da população. Dilma anunciou, em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, que vai convidar os governadores e prefeitos das principais cidades do país para um grande pacto em torno da melhoria dos serviços públicos.

“O foco será: primeiro, a elaboração do Plano Nacional de Mobilidade Urbana, que privilegie o transporte coletivo. Segundo, a destinação de 100% do petróleo para a educação. Terceiro, trazer de imediato milhares de médicos do exterior para ampliar o atendimento do SUS”, anunciou Dilma, que ainda afirmou que ainda vai receber os líderes das manifestações pacíficas, de entidades sindicais e dos movimentos de trabalhadores.

Para Dilma, é necessário oxigenar o “velho sistema político”, e encontrar mecanismos que tornem as instituições mais transparentes, resistentes aos malfeitos e permeáveis à influência da sociedade. Ela ainda reforçou que é um equívoco achar que qualquer país pode prescindir de partidos e do voto popular, que