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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Venezuela/Gobierno y la MUD acuerdan implementar hoja de ruta para preservar orden institucional e impulsar la economía

12 noviembre 2016, Aporrea http://www.aporrea.org (Venezuela)

Habrá respeto recíproco de los poderes públicos

Caracas, 12 Nov. AVN.- La Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) publicó a través de un comunicado los acuerdos logrados este sábado durante la segunda reunión plenaria del proceso de diálogo nacional, que se cumplió este sábado en el Museo Alejandro Otero de Caracas.
Entre los acuerdos destaca la necesidad de incorporar a la mesa de diálogo a un gobernador por cada una de las partes, así como la invitación a representantes del pueblo venezolano a sumarse a este proceso, que es fundamental para contribuir con la paz nacional.

A continuación, el comunicado íntegro:

GOBIERNO NACIONAL Y LA MESA DE UNIDAD DEMOCRATICA (MUD) DE VENEZUELA CELEBRAN II REUNION PLENARIA EN EL MARCO DEL DIÁLOGO NACIONAL

En conformidad al acuerdo alcanzado durante la reunión plenaria, celebrada el 30 de octubre de 2016 en el Museo Alejandro Otero, el día de hoy, 12 de noviembre de 2016, concluyó la II reunión plenaria del Diálogo Nacional con la participación de los delegados del Gobierno Nacional y de la MUD, y el acompañamiento de la Santa Sede, representada por Monseñor Claudio María Celli, de los

terça-feira, 20 de agosto de 2013

VATICANO OCUPA 8º LUGAR GLOBAL EM LAVAGEM DE DINHEIRO



20 agosto 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil) 

A pesquisa foi realizada pela rede de organizações sociais francesas Voltaire, com base em dados fornecidos por autoridades alemãs e suíças. No ano passado, o Instituto de Obras da Religião (IOR), nome oficial do Banco do Vaticano, epicentro do problema, teria lavado cerca de 33 bilhões de dólares. Por Dermi Azevedo


O Vaticano ocupa o 8º lugar do mundo entre os países que lavam dinheiro sujo, oriundo da sonegação de impostos, da obtenção de lucros ilícitos, do tráfico de armas e de drogas, entre outras fontes criminosas. O Vaticano conseguiu deixar para trás, em matéria de lavagem de dinheiro, países como a Suíça, Bahamas, Liechtenstein, Nauru e as Ilhas Maurício. A pesquisa foi realizada pela rede de organizações sociais francesas Voltaire, com base em dados fornecidos por autoridades alemãs e suíças. No ano passado, o Instituto de Obras da Religião (IOR), nome oficial do Banco do Vaticano, epicentro do problema, teria lavado cerca de 33 bilhões de dólares. Esta informação tem um caráter aproximativo, porque

terça-feira, 30 de julho de 2013

Argentina/MORRE LEÓN FERRARI, O ARTISTA QUE ENFURECEU BERGOGLIO



26 julho 2013, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Piero Locatelli/Carta Capital

Maior artista plástico da Argentina, León Ferrari morreu nesta quinta-feira 25, enquanto o papa Francisco, que espalhou ódio contra sua obra, passeava pelo Brasil criticando políticas progressistas, como a descriminalização das drogas.

A opinião de Bergoglio sobre Ferrari destoava daquela dada pelo resto do mundo ao seu conterrâneo. Para o New York Times, ele era um dos cinco maiores artistas vivos do mundo. Do júri da Bienal de Veneza, Ferrari recebeu seu prêmio principal em 2007, honraria única para alguém do seu país. A Arco, uma das principais feiras de arte do mundo, considerou-o o melhor artista internacional vivo em 2010.

Antes de ser o papa Francisco, porém, Bergoglio pediu aos católicos uma “jornada de jejum e orações” contra a obra de Ferrari em 2004. Quando era arcebispo de Buenos Aires, o religioso apelou para que uma retrospectiva de Ferrari no Centro Cultural Recoleta fosse fechada.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Brasil/Dilma ficou satisfeita com visita do papa ao Brasil, diz ministro



29 julho 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O secretário-geral da Presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, disse hoje (28) que a presidenta Dilma Rousseff ficou muito satisfeita com o fato de tudo ter dado certo na visita do papa Francisco ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, principalmente o esquema de segurança.

"Ela [Dilma] tinha muito receio com a questão da segurança. Nós passamos um estresse muito grande antes com este estilo do papa de se expor mais – e a gente é responsável pela segurança dele. Então, foi uma sensação muito boa de que tudo deu certo. O povo ajudou muito além das forças de segurança, que trabalharam muito. A gente tem que fazer uma homenagem a esse pessoal", destacou ministro.

Na tarde de segunda-feira (22), dia em que o papa Francisco chegou ao Brasil, o carro que o levou da Base Aérea do Galeão foi cercado pelo público na Avenida Presidente Vargas, no centro do Rio. Por causa do engarrafamento, o carro do papa ficou parado e foi cercado por centenas de pessoas, que queriam cumprimentá-lo.

Carvalho informou que Dilma teve um encontro com o papa, após a Missa de Envio, na Praia de Copacabana. Em uma sala reservada, embaixo do palco montado para a cerimônia, a presidenta agradeceu ao papa pela escolha do Brasil para sede da jornada, pela presença dele no país e pelo tipo de pregação que fez durante o evento, especialmente pelo discurso de sábado (27), no Theatro Municipal.

"Ela [Dilma]fez uma referência, porque, aí, ele [papa Francisco] falou mais para os políticos." Na fala citada

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Brasil/CPT convida papa para conhecer realidade do camponês brasileiro



25 julho 2013, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br

Carta destaca a necessidade de regularização dos territórios tradicionalmente ocupados e da realização da “tão sonhada reforma agrária”
da Redação

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) aproveitou a vinda do papa Francisco ao Brasil e enviou uma carta o convidando para conhecer a realidade das comunidades rurais no país. Juntamente com a CPT, outras quatro pastorais do campo também assinaram o documento, que teve como intermediário o presidente da CPT, Dom Enemésio Lazzaris.

A carta destaca a simplicidade do novo papa e as recorrentes falas de aproximação da igreja aos pobres. Da mesma forma, apresenta o trabalho das pastorais do campo, que ouvem os clamores dos povos e suas lutas cotidianas pela garantia de seus direitos e pela permanência na terra.

As pastorais reivindicam ainda a regularização dos territórios tradicionalmente ocupados e a realização da “tão sonhada reforma agrária”, assuntos ainda intermitentes na pauta governamental. Ao mesmo tempo, também demonstram esperança de que um dia o papa possa visitar essas comunidades, dando uma demonstração concreta do compromisso da igreja, em assumir a “postura de Cristo junto aos pobres na terra”.

Confira a carta na íntegra

Caríssimo Irmão Francisco, 

Brasil/ONG católica diz que manual da JMJ sobre sexualidade está descolado da realidade



25 julho 2013, Agência Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br (Brasil)

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O manual de bioética distribuído para 355 mil peregrinos inscritos na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) reflete uma falta de harmonia da Igreja Católica com a realidade. A avaliação é da coordenadora da organização não governamental Católicas pelo Direito de Decidir, Regina Soares. Para ela, a opinião dos jovens é mais progressista que a expressa no guia.

Doutora em ciências da religião, Regina diz que as opiniões difundidas no documento, contra o aborto, contra o uso de métodos contraceptivos e contra a adoção de crianças por casais do mesmo sexo, por exemplo, têm uma “perspectiva religiosa e não científica”, que atinge principalmente a liberdade e a autonomia das mulheres sobre “o exercício da sexualidade”.

Para mostrar que os jovens apoiam mudanças nos rumos da moral sexual, ela cita dados de pesquisa do Ibope divulgadas em julho e que ouviu 4.004 pessoas a pedido da Católicas pelo Direito de Decidir.

Brasil/Distribuição de fetos de plástico na JMJ causa má repercursão



24 julho 2013, Católicas pelo Direito de Decidir http://www.catolicasonline.org.br (Brasil)

A Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, um movimento contra o aborto, distribui entre os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro, pequenas réplicas de fetos para tentar convencer os jovens a “valorizar o ser humano desde a fase inicial de sua vida”, de acordo com o presidente da associação, Humberto Leal Vieira. A miniatura, feita em plástico e em tamanho real, é de um feto na 12ª semana de gestação. “A representação vem dentro de uma caixinha com um folder com explicações científicas e religiosas sobre o início da vida em três idiomas: português, espanhol e inglês”, explica Humberto.

A ideia inicial era produzir mais de 1 milhão de kits, para serem colocados entre os itens que seriam entregues com a mochila a cada um dos peregrinos

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Brasil/Dilma propõe ao Papa uma frente ampla contra exclusão social



23 julho 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Dilma Rousseff durante chegada do Papa Francisco ao Rio de Janeiro. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A proposta foi feita por Dilma no encontro reservado que ela e o papa tiveram na sede do governo fluminense. Fontes do Vaticano e do governo brasileiro anteciparam à 'Carta Maior' que esse assunto seria discutido na audiência privativa e que a posição do papa seria a priori favorável a essa iniciativa.


A presidente Dilma Rousseff propôs ao papa Francisco, na segunda-feira (22), no Palácio Guanabara, a organização de uma frente ampla de luta contra a exclusão social e contra todas as formas de miséria no mundo.

A proposta foi feita por Dilma no encontro reservado que ela e o papa tiveram na sede do governo fluminense. Fontes do Vaticano e do governo brasileiro anteciparam à Carta Maior que

terça-feira, 23 de julho de 2013

Brasil/Em discurso de boas-vindas ao Papa, Dilma destaca luta em comum contra a desigualdade



22 julho 2013, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, em discurso de boas-vindas ao Papa Francisco, que chegou nesta segunda-feira (22) ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, que é uma honra receber um líder religioso sensível aos anseios por justiça social. Segundo Dilma, o governo brasileiro e a Igreja Católica lutam contra um inimigo comum, a desigualdade.

“A crise econômica que desemprega e retira oportunidade de milhões pelo mundo afora nos obriga a um novo senso de urgência para combater a desigualdade. A participação de Vossa Santidade, um homem que veio do povo latino-americano, que veio da nossa irmã vizinha Argentina, agregaria mais condições para criar uma ampla aliança global de combate à fome e à pobreza, uma aliança de solidariedade, uma aliança de cooperação e humanitarismo,

Brasil/ÍNTEGRA DOS DISCURSOS DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E DO PAPA FRANCISCO



22 julho 2013, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)  
 
Nota: Mercosul & CPLP incluiu nesta matéria o discurso do papa Francisco mencionado pela presidenta Dilma na saudação ao visitante. O documento, com data de 16 de maio deste ano, tem por título “Discurso do papa Francisco aos novos embaixadores do Quirguistão, Antígua e Barbados, Grão-Ducado do Luxemburgo e Botswana por ocasião da apresentação das cartas credenciais”.

DISCURSO DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA, DILMA ROUSSEFF, DURANTE CERIMÔNIA OFICIAL DE CHEGADA DE SUA SANTIDADE O PAPA FRANCISCO


Rio de Janeiro-RJ, 22 de julho de 2013

Sua Santidade Papa Francisco,
Senhoras e senhores,

Com grande alegria, Papa Francisco, dou-lhe as boas-vindas ao Rio de Janeiro e ao Brasil. É uma honra para o povo brasileiro recebê-lo. Honra redobrada, em se tratando do primeiro Papa latino-americano.

Sua Santidade,
O Brasil e seus mais de 50 milhões de jovens acolhem, de braços abertos, os peregrinos de dezenas de países que vieram para esta grande celebração que é a Jornada Mundial da Juventude.

Saúdo, em particular, o governo do estado do Rio de Janeiro, a prefeitura do Rio de Janeiro e a Arquidiocese do Rio de Janeiro, a quem agradeço os esforços dedicados que tornaram possível esse grande evento.

A presença de Sua Santidade no Brasil nos oferece a oportunidade de renovar o diálogo com a Santa Sé em prol de valores que compartilhamos: a justiça social, a solidariedade, os direitos humanos e a paz entre as nações. Conhecemos o compromisso de Sua Santidade com esses valores. Por seu sacerdócio entre os mais pobres, que se reflete até mesmo no próprio nome escolhido como Papa, uma homenagem a São Francisco de Assis, sabemos que temos, diante de nós, um líder religioso sensível aos anseios de nossos povos por justiça social, por oportunidade para todos e dignidade cidadã.

Lutamos contra um inimigo comum: a desigualdade, em todas as suas formas. Essa convergência orienta o diálogo do Estado brasileiro com todas as religiões, um diálogo marcado pelo respeito à liberdade de crenças e de culto e pela convivência com a diferença. Não poderia ser distinto em um país que acolheu e acolhe todas as culturas e todas as religiões.

Em seu discurso de 16 de maio, Vossa Santidade manifestou preocupação com as desigualdades agravadas pela crise financeira e o papel nocivo das ideologias que defendem o enfraquecimento do Estado, reduzindo sua capacidade de prover serviços públicos de qualidade para todos. Manifestou sua preocupação com a globalização da indiferença, que deixa as pessoas insensíveis ao sofrimento do próximo.

Compartilhamos e nos juntamos a essa posição. Estratégias de superação da crise econômica, centradas só na austeridade, sem a devida atenção aos enormes custos sociais que ela acarreta, golpeiam os mais pobres e os jovens, que são pelo mundo afora as principais vítimas do desemprego. Geram xenofobia, violência e desrespeito pelo outro.

Brasil/FRANCISCO EN BRASIL: LA HORA DE LA VERDAD



22 julio 2013, La Jornada http://www.jornada.unam.mx (México)

Hoy, en Río de Janeiro, el papa Francisco inicia un viaje de siete días por su América Latina natal, en lo que constituye su primera gira fuera de Roma desde que fue nombrado pontífice, en marzo pasado, en remplazo de Benedicto XVI, quien abdicó. La circunstancia ha generado grandes expectativas, pues representa la oportunidad perfecta para que Francisco presente de manera integral su perspectiva sobre el futuro de la Iglesia católica. Más concretamente, se espera que el ex arzobispo de Buenos Aires dé a conocer los lineamientos generales de un viraje de obvia necesidad en las actitudes tradicionales del Vaticano ante numerosos temas.

Hasta ahora, el Papa apenas ha esbozado algunos deslindes con respecto a las posturas de Roma ante un mundo profundamente desigual, injusto y corrupto; ante las luchas de emancipación de pueblos, mujeres y minorías, y ante las convicciones de libertad y secularidad

Brasil/FRANCISCO, O PAPA PARA SE ADAPTAR A UMA IGREJA EM DECLÍNIO



22 julho 2013, EDITORIAL Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Qual é o significado da expressão “papa dos pobres” usada pela imprensa para referir-se a Francisco, o sucessor de Bento XVI, que inicia nesta segunda-feira (22), no Brasil, a sua primeira viagem internacional? A revista norte-americana Time tem programada, para a edição do dia 29, uma chamada de capa com uma variante dessa designação: “O papa do povo”.

A visita de Francisco ao Brasil vem repleta dos significados que envolvem, comumente, a figura do dirigente máximo da Igreja. São significados apostólicos, políticos e, sobretudo ideológicos.

A igreja católica, embora de influência declinante entre o povo, mantém grande força ideológica. Nos últimos papados (João Paulo II e Bento XVI), a igreja condenou a Teologia da Libertação e sua opção preferencial pelos pobres, cuja força cresceu durante o papado de Paulo VI (1963 a 1978). A inclinação social foi rejeitada pela cúpula da Igreja como “marxista”. O último terço de século em que a igreja foi dirigida pelos dois últimos papas foi o período do predomínio dos valores do dinheiro e da riqueza sobre o Vaticano. Neste sentido, João Paulo II e o cardeal Ratzinger (depois Bento XVI) foram campeões do neoliberalismo, como o presidente dos EUA, Ronald Reagan e a premier britânica Margareth Thatcher, que capitanearam a ascensão mundial do predomínio do dinheiro e da riqueza na preocupação dos dirigentes políticos.

João Paulo II foi um anticomunista da mesma estatura de Reagan e Thatcher, e o resultado de sua orientação “espiritual” é visível. Por um lado, representou forte aval ideológico e simbólico ao predomínio neoliberal; na outra ponta traduziu-se na série de escândalos, de toda natureza, que a cúpula da Igreja viveu nestes anos.

EL OTRO BRASIL Y EL PAPA FRANCISCO




23 Julio 2013, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)

Por Adriana Sivori (@SivoriteleSUR)

Pocos minutos después de que el Sumo Pontífice se retirara a descansar, parecía que todos íbamos hacer lo mismo. Nadie vio bien cómo inició, pero se sintieron las bombas lacrimógenas, las balas de goma, gritos, siete detenidos, un periodista herido. La policía dispersó a los manifestantes.

En la plaza de Largo de Machado, en Río de Janeiro, los jubilados juegan a las cartas. Hablan o discuten sobre temas cotidianos. La paz, a la que están acostumbrados, se interrumpió de pronto. En su plaza cientos de peregrinos de diferentes partes del mundo hacían filas, cantaban músicas católicas. A la misma vez, otros cientos de jóvenes protestaban, también con cantos, aunque estos hacían referencia al dinero que invirtieron las autoridades de la provincia en la visita papal. Gran parte, dicen, salió del erario público. Para ellos esa plata debería utilizarse en la salud y la educación..

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Papa garante discreto apoio a reformas políticas do Brasil



26 junho 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

Esse apoio já foi transmitido a Dilma pelo presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), d. Raimundo Damasceno Assis, cardeal arcebispo de Aparecida (SP). Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) também aprova clamor popular, desde que não haja atos de vandalismo. Por Dermi Azevedo


O papa Francisco garantiu à presidenta Dilma Rousseff o apoio da Igreja Católica Romana ao projeto de reformas políticas no Brasil. Esse apoio já foi transmitido à Dilma pelo presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil),

terça-feira, 28 de maio de 2013

Pátria Grande, Brasil/A PROPÓSITO DA DECLARAÇÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE A PROTEÇÃO JURÍDICA DO EMBRIÃO



23 maio 2013, União Brasileira de Mulheres (UBM) http://www.ubmulheres.org.br (Brasil)

A Rede Latino-Americana de CATÓLICAS PELO DIREITO DE DECIDIR (integrada por 12 países da América Latina, incluindo-se Espanha como país associado) expressa sua mais profunda preocupação diante das afirmações do Papa Francisco durante a marcha com organizações anti-direitos, autodenominadas Pró-Vida, no dia 12 de maio deste ano em Roma. Propõe o Papa que se “garanta a proteção jurídica do embrião”, de maneira que se “proteja o ser humano desde o primeiro instante da sua existência”.

Em consonância com a grande maioria de cidadãs e cidadãos católic@s de nossos países, assim como de muitos outros países em todos os continentes, queremos dizer que o Papa Francisco não fala em nosso nome e que

terça-feira, 9 de abril de 2013

OS NÃO-CATÓLICOS DEVEM SE PREOCUPAR COM UM PAPA?



7 abril 2012, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br  (Brasil)

Ao apontar que nomes como Frei Betto, no Brasil, Ernesto Cardenal, na Nicarágua, Hans Kung, na Alemanha, e Garry Wills, nos EUA, têm lutado para transformar a Igreja, Immanuel Wallerstein defende que não-catóticos como ele não devem 'desistir' do Vaticano, diante de sua enorme força geopolítica e de sua capacidade para mudar o comportamento humano.


Tal como toda a gente, pelo mundo afora, se preocupa com quem será o novo líder dos Estados Unidos, da Alemanha, da Rússia, da China ou do Brasil, também nos sentimos afetados pela escolha do novo Papa. Estaline terá supostamente perguntado: “quantas tropas tem o Papa?” Mas a força geopolítica é superior à força militar.

É verdade que o Papa é limitado pelos interesses de longo prazo da Igreja Católica e pela sua trajetória histórica. Mas também o são os líderes de cada estado principal. Também é verdade que faz diferença quem é o líder particular. Dentro destes limites, o líder pode inclinar as políticas numa direção ou noutra.

No caso do Vaticano, desde 1945 foram escolhidos cinco papas. As escolhas seguiram mais ou menos as expetativas – exceto uma. João XXIII foi supostamente escolhido para ser um papa idoso e interino que pouco faria, enquanto se resolviam as divergências entre os cardeais. Contudo, na sua relativamente curta carreira, ele desencadeou uma importante viragem nas políticas do Vaticano (tanto teológica quanto temporalmente) no que ele chamou um aggiornamento da Igreja no Concílio Vaticano Segundo. O seu impacto foi tão grande que se poderia dizer que o objetivo principal dos seus sucessores foi desfazer o que ele fez, ou pelo menos limitar o que consideravam serem os danos causados por ele.

Evidentemente, os debates teológicos no interior da Igreja, e eles foram variados e importantes, dizem respeito quase exclusivamente aos fiéis da Igreja. Mas os líderes da Igreja em todos os níveis – no Vaticano, ao nível das estruturas nacionais dos bispos, e localmente em cada diocese e paróquia – retiram as conclusões temporais da teologia, e por isso procuram influir no que ocorre na arena política.

Politicamente, faz uma grande diferença se os bispos e padres são adeptos da teologia da libertação ou, no outro extremo, se são partidários das visões da Opus Dei ou, ainda mais à direita, da Sociedade do Santo Pio X. A Igreja tem números variados de aderentes em diferentes zonas do mundo, mas há muitas nas quais constituem uma parte significativa das populações nacionais: nas Américas, grande parte da Europa ocidental e do sul, algumas partes da Europa do leste, vários pontos da África, algumas partes da Ásia do leste e do sudoeste, e na Austrália. É uma longa lista. Os católicos são hoje cerca de 16% da população mundial, sendo que o único grupo maior é o dos muçulmanos, que são cerca de 22%.

Nestes países, Os líderes da Igreja apoiam muitas vezes implicitamente candidatos à eleição. Regularmente assumem posições fortes sobre vários tipos de legislação afetando a moral social e a sua permissividade. Muitas vezes tomam posição sobre questões do bem-estar social. E às vezes tomam posição sobre questões de guerra e paz. No conjunto do sistema-mundo, e certamente no interior de muitos países, nós, os não-católicos, por vezes encontramos aliados em figuras da Igreja e às vezes encontramos opositores.

É óbvio quer os não-católicos nada têm a dizer acerca de quem é escolhido Papa. Mas muito poucos católicos também têm voz. O Vaticano é uma das últimas monarquias absolutas. E tem um sistema eleitoral muito especial, onde os membros do Colégio Cardinalício (todos escolhidos por algum Papa anterior) com menos de 80 anos de idade votam por voto secreto segundo a sua vontade, e repetidamente, até que um tenha a maioria.

Uma maioria dos membros com menos de 80 anos do presente Colégio Cardinalício foi escolhida pelo Papa Bento XVI, e parece que o seu principal critério foi o de partilharem em grande parte a maioria das posições teológicas que ele considerou de importância primacial. Mas, dito isto, parece haver muitas diferenças de pontos de vista e de ênfase entre eles, alguns dos quais podem ter consequências políticas.

É extremamente duvidoso que venhamos a ter outro João XXIII. Mas também era extremamente duvidoso que fôssemos ter o primeiro João XXIII. Num sistema eleitoral que apresenta algumas semelhanças estruturais com o do Vaticano, isto é, o da China, todos estávamos em dúvida, e até certo ponto ainda estamos, quais serão as recentes consequências das escolhas recentes da próxima camada de líderes.

Uma coisa que vale a pena assinalar é que mesmo aqueles católicos proeminentes que foram tratados mais duramente pela Igreja ou que estão mais desiludidos com o estado da Igreja – estou a pensar em Frei Betto do Brasil, Ernesto Cardenal da Nicarágua, Hans Kung da Alemanha, ou Garry Wills dos Estados Unidos – não renegam a sua pertença à Igreja. Continuam a tentar transformá-la ou, no seu ponto de vista, a trazê-la de volta à sua original e verdadeira missão.

Nós, os restantes, não podemos “desistir” do Vaticano, como não o podemos fazer em relação à China ou aos Estados Unidos ou a qualquer outro lugar que seja uma sede de comportamento humano e de potencial transformação social.

*Tradução, revista pelo autor, de Luis Leiria, para o Esquerda.net

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Chile/REVELAN APOYO DEL VATICANO AL GOLPE DE ESTADO CONTRA ALLENDE



8 abril 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba) 

Santiago de Chile (PL) --- Medios noticiosos en Chile destacaron hoy las nuevas revelaciones de Wikileaks, que ponen en evidencia la colaboración del Vaticano con Estados Unidos en el golpe de Estado contra el presidente Salvador Allende en 1973.

Las informaciones, citadas aquí por periódicos, televisoras y sitios digitales, muestran cómo el cardenal italiano Giovanni Benelli, a nombre del papa Pablo VI, respaldó la conspiración para derrocar al Gobierno de la Unidad Popular.

Según las revelaciones, el entonces secretario de Estado del Vaticano salió en defensa de los golpistas ante el cuerpo diplomático en Estados Unidos, incluso calificó de propaganda comunista las denuncias sobre las violaciones a los derechos humanos de la dictadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

"Benelli tildó de exagerada la cobertura de los acontecimientos como posiblemente el mayor éxito de la propaganda comunista, y subrayó el hecho de que incluso los círculos moderados y conservadores parecían muy dispuestos a creer las mentiras más burdas sobre los excesos de la Junta chilena", señala un cable del Departamento de Estado.

En otro párrafo, el mensaje -divulgado por los diarios Público, de España, y La República, de Italia- precisa que el cardenal dijo que las las fuerzas izquierdistas han minimizado ampliamente los daños al convencer al mundo de que la caída de Allende fue debida exclusivamente a fuerzas fascistas y externas, en vez de a los fallos de su propia gestión política.

Según la comunicación, "la Nunciatura en Santiago, el cardenal (Raúl) Silva y el Episcopado chileno en general han asegurado al papa Pablo que la Junta está haciendo todo lo posible para que la situación vuelva a la normalidad y que las historias de los medios internacionales que hablan de una represión brutal no tienen fundamento".

De acuerdo con el diario Público, tan grande era la influencia de Benelli en la Santa Sede que fue él quien recibió el expresidente estadounidense Richard Nixon al descender éste de un helicóptero en la Plaza de San Pedro en 1969, para sellar la alianza anticomunista entre la Casa Blanca y el Vaticano.

Las secuelas de la dictadura de Pinochet son harto conocidas. El informe Retting, realizado por la Comisión de la Verdad y Reconciliación en 1991 y que solo contabilizó ejecuciones y desapariciones, en total reconoció dos mil 279 muertes en manos de las fuerzas castrenses durante la época Pinochet (1973-1990).

En tanto, la Comisión Valech, denominada así en honor al exobispo de Santiago, Sergio Valech, amplió las pesquisa sobre la represión y en 2004 presentó su reporte, el cual enumeró más de 30 mil víctimas, de ellas más de 28 mil por detenciones ilegales, tortura, ejecuciones y desapariciones.

Empero, el segundo informe de esa comisión, entregado en agosto de 2011 al presidente Sebastián Piñera, reconoce más de 40 mil víctimas, a pesar de que unas 22 mil denuncias de organizaciones de derechos humanos fueron rechazadas por el equipo investigador.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

O VATICANO E A AMÉRICA LATINA



31 março 2013, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Por Fernando Damasceno, no sítio da CTB

Nas últimas semanas, não foram poucas as análises que tentaram explicar os motivos que levaram o Vaticano a escolher um papa latino-americano. Um ponto de vista expressado tanto por autores mais à esquerda quanto à direita viram no gesto uma tentativa de combater dois “males” que afetam a América Latina neste começo de século: o crescimento evangélico e a ascensão de líderes políticos progressistas em diferentes países da região.

De ingênua a Igreja Católica, obviamente, não tem nada. No final dos anos 70, a escolha do papa João Paulo 2º já se dera para fortalecer o combate ao comunismo no leste europeu. Para alguns autores, o papel desempenhado pelo Vaticano, somado à política implementada por Margaret Thatcher e Ronald Reagan durante a década de 80, foi fundamental para a derrocada da União Soviética. O cenário atual, no entanto, é bem diferente.

Em meio à atual crise capitalista em todo o planeta, a América Latina é a única região que tem colocado em prática uma fórmula diferente do que pregava a cartilha neoliberal das últimas décadas, a partir de uma firme aposta na integração regional, no fortalecimento da economia interna de cada nação, na consolidação da democracia e na soberania de seus povos.

O avanço da influência das religiões denominadas evangélicas na América Latina não está ligado às mudanças políticas ocorridas no último período (mais especificamente a partir de 1998, data em que Hugo Chávez foi eleito presidente da Venezuela), mas é inegável que as mazelas sociais causadas pelo neoliberalismo na região criaram um terreno fértil para o discurso protestante baseado na Teologia da Prosperidade.

Pesquisas no Brasil e em outros países da região apontam que a escolha do papa Francisco foi muito bem recebida pela maioria da população. Partidos de direita e a mídia conservadora não têm escondido sua satisfação nas últimas semanas, esperançosos em retomar o controle da agenda política do continente. Apesar dessa euforia, a América Latina vive novos tempos, nos quais os religiosos de diferentes crenças ainda mantêm certa influência social e política, mas em dimensão bastante reduzida – a eleição de 2010, quando Dilma foi atacada por setores católicos e evangélicos, é um exemplo concreto dessa limitação.

O Vaticano precisará perceber que, na América Latina, sua influência poderá ter algum nível de recuperação se a Igreja souber como se somar às mudanças que vêm sendo colocadas em prática – o papel dos católicos na Nicarágua é emblemático nesse atual cenário político. Se ela se mantiver caminhando ao lado do que há de mais conservador na região, perderá mais uma vez o bonde da história e em nada contribuirá para combater a desigualdade.