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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Abya Yala*/Chile: se abren las grandes alamedas

27 10 2019, http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=27312
Tlaxcala, a rede internacional de tradutores pela diversidade linguística



Días después de que el presidente Sebastián Piñera tildara a quienes se manifiestan contra sus políticas de puñado de delincuentes, ayer la intendencia de Santiago debió reconocer que fueron más de un millón de personas que salieron a las calles sólo en la ciudad capital para exigir el fin del asfixiante modelo neoliberal impuesto por el dictador Augusto Pinochet en la década de 1970, y continuado e incluso profundizado por todos los gobiernos elegidos en democracia desde 1990. La jornada de protestas, respaldada por cientos de miles en otras regiones del país, fue el punto –hasta ahora– culminante del más grande levantamiento popular en la nación andina desde el fin de la dictadura hace tres décadas.

La magnitud de la participación da cuenta del rechazo a las medidas cosméticas anunciadas por Piñera para

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Abya Yala*, Argentina/Cristina Kirchner criticó el modelo económico y social de Chile



"Toda la solidaridad con el pueblo chileno"

Cristina Kirchner envió su solidaridad al pueblo chileno y convocó a la sociedad a "entender que el modelo ideal de sociedad que nos quieren vender, donde se quiebran los lazos de solidaridad, termina como terminó Chile". "Los que han destrozado todo, no cayeron de un plato volador, aunque algunos hablen de alienígenas más allá de la cordillera", denunció Cristina Kirchner en referencia al audio de la esposa del presidente Sebastián Piñera. 

"¿Cuántos escucharon sobre Chile como el modelo económico, político y social a seguir?", preguntó Cristina ante los seguidores y militantes que se reunieron en La Plata para el cierre de campaña de Axel Kicillof. La candidata a vicepresidenta envió "toda la solidaridad al pueblo chileno" y se refirió a los mensajes engañosos de los medios de comunicación. "Le pido a la sociedad que no se crea

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Abya Yala*, Chile/Último discurso de Salvador Allende


11/09/2019, Tlaxcala (México) http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=10552
Tlaxcala, a rede internacional de tradutores pela diversidade linguística



Salvador Allende (1908-1973) سلفادور أليندي Σαλβαδόρ Αλιέντε Сальвадор Альенде سالوادورآلنده

Santiago do Chile, 11 de setembro de 1973, 9:10 da manhã em Radio Magallanes


Meus amigos:
 
Seguramente, esta será a última oportunidade em que poderei dirigir-me a vocês. A Força Aérea bombardeou as antenas da Radio Portales e da Radio Corporación. Minhas palavras não têm amargura, mas sim decepção. Que sejam elas um castigo moral para aqueles que traíram seu juramento: soldados do Chile, comandantes-em-chefe titulares, o almirante Merino, que se autodesignou comandante da Armada, e o senhor Mendoza, general rasteiro... que ainda ontem manifestara sua fidelidade e lealdade ao Governo, e que também se autodenominou diretor geral dos Carabineros.
 
Diante desses fatos só me cabe dizer aos trabalhadores: não vou renunciar! Situado em uma transição histórica, pagarei com minha vida a lealdade do povo. E lhes digo que tenho a certeza de que a semente que entregamos à consciência digna de milhares e milhares de chilenos, não poderá ser ceifada definitivamente. [Eles] têm a força, poderão nos avassalar, mas não se detém os processos sociais...

terça-feira, 9 de julho de 2019

Abya Yala*, Venezuela/Relatório de Bachelet sobre a Venezuela é desonesto, diz neto de Salvador Allende


8 de julho de 2019, Página Global https://paginaglobal.blogspot.com (Portugal) https://paginaglobal.blogspot.com/2019/07/relatorio-de-bachelet-sobre-venezuela-e.html

Pablo Sepúlveda Allende apontou falhas no relatório sobre direitos humanos da alta comissária da ONU e ex-presidente chilena Michelle Bachelet

“As cifras utilizadas por Michelle Bachelet são fornecidas por ONG's que historicamente são de oposição e financiadas pela Usaid (sigla em inglês para Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) e a NED (sigla em inglês para Fundação Nacional para a Democracia, ligada ao Partido Republicano). Também são financiadas por fundações como a Fundação Ford e a Open Society Foundations, do empresário norte-americano George Soros.”

Médico radicado na Venezuela, Pablo Sepúlveda Allende, neto do ex-presidente do chileno Salvador Allende, acompanhou de perto a visita da alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, também ex-presidente do Chile. Bachelet esteve na Venezuela entre os dias 19 e 21 de junho, em missão oficial. Sepúlveda chegou a fazer parte da comitiva de convidados ilustres que recebeu a alta comissária na sede do Ministério de Relações Exteriores da Venezuela. Na ocasião entregou uma carta a ex-presidente chilena falando sobre as razões da crise venezuelana e a realidade do país.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Pablo Sepúlveda Allende fala sobre o relatório final sobre a situação dos direitos humanos na Venezuela apresentado por Michelle Bachelet ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, nessa sexta-feira (05/07). Confira a seguir os principais trechos da conversa e os temas destacados pelo neto de Salvador Allende, ex-presidente alvo de um golpe de Estado apoiado pelos Estados Unidos, em setembro de 1973.

Falhas do relatório de Bachelet
É um informe totalmente parcial. Retrata uma realidade que foi distorcida. Fala, por exemplo, que o sistema CLAP (Comitês Locais de Abastecimento e Produção), abastecimento de alimentos subsidiados pelo Estado,

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Abyayala/The Spontaneous “Military Coup” in Caracas was Meant to Fail?




Comparison with the Failed June 29, 1973 Coup which preceded the September 11, 1973 military coup against Salvador Allende

Was it really a military coup?

Anybody who has lived in Caracas, knows that you cannot wage a spontaneous military coup starting up in Chacaito, an upper middle class residential area, with a view to eventually marching towards the Miraflores presidential palace located in the historical centre of Caracas, without getting caught in dense traffic.
  
There are important historical precedents of failed coups caught up in traffic.
Guaido presents the operation as the “Final phase” of “Operation Freedom.” ???
An attempted coup or violent street riots?

Lopez and Guaido released videos on social media, calling on the armed forces to back their efforts and urging supporters to take to the streets, in what they termed as the “final phase” of the so-called “Operation Freedom.” Large crowds of anti-government protesters, as well as opposition lawmakers, made their way to the Altamira overpass. (Venezuela Analysis, May 1, 2019)

The government responded by sending in the riot police, with the Armed Forces using tear gas against the protesters.

This spontaneous so-called military putsch was meant to fail.

Visibly, it was not a carefully planned operation. And Washington was fully aware from the outset that it would fail.  In fact it was carefully staged “not to succeed”:

The scene then saw armed confrontations between the soldiers that backed Juan Guaido and those inside La Carlota airbase.

[Carlota is not a full-fledged military base, it is a former private airport, largely defunct. It is now under the jurisdiction of the State of Miranda, used for both military and civilian emergencies]

According to witnesses in La Carlota [air base], the Venezuelan armed forces fired tear gas towards the Altamira overpass, where civilian protesters began to gather, whereas Guaido’s soldiers returned live fire. Riot police also appeared on the scene to try and disperse the crowds. There are reports of protesters wounded and arrested that are unconfirmed at the time of writing.

At the same time, many of the originally deployed soldiers withdrew from the scene, later revealing that they had been “deceived” by their superiors. Simultaneously, Chavista leaders took to state and social media to denounce what they termed a coup in progress, and large crowds gathered to defend Miraflores Presidential Palace.

Guaido later attempted to lead a march, including some armed soldiers, into western Caracas but was stopped by Venezuelan National Guard forces in Chacaito, some 10 kilometers away from Miraflores.(Venezuela Analysis, May 1, 2019)

From Washington’s standpoint, the ‘putsch” nonetheless served a “useful” purpose. It created a “narrative”, which serves as propaganda and media disinformation.  In turn, the Western media goes into high gear.

The “coup” becomes a talking point for the Bolton -Pompeo national security team. It becomes a pretext and a justification for US military intervention in the name of Democracy at some future date. See Pompeo below


National security Advisor John Bolton calls upon Venezuela’s military to intervene, with US support.


Mild thunder before the storm? It sets the stage? What is the intended timeline?
A failed putsch which may be followed by a “real” US sponsored military coup at some later date? That option is already on the drawing-board of the Pentagon.
The failed coup, a sloppy intelligence operation? Unlikely. US intelligence was fully informed.

Was this event planned to fail from the very outset?

………

An Important Historical Precedent, Santiago de Chile. The Failed June 29, 1973 Coup
In Chile in 1973, the September 11 coup d’Etat which led to the assassination of Allende and the installation of a military government was a carefully prepared military-intelligence operation supported by the US. with Henry Kissinger playing a key role.

Of historical significance: The September 11, 1973 coup was preceded by a failed coup on June 29, 1973 , which, in retrospect, was intended to fail.

In 1973, I was visiting professor at the Catholic University of Chile. The following text is an excerpt from an article I wrote in Santiago de Chile in the immediate wake of September 11, 1973 military coup against the democratically elected government of president Salvador Allende.

Bear in mind: The circumstances of  Chile in 1973 as well as the command structure of the (Chilean) Armed Forces were very different to those of Venezuela in 2019.

In the course of the months of July-August 1973, following the June 29, 1973 failed coup, important shifts occurred within Chile’s Armed Forces.In turn, the Christian Democrats were pressuring Allende to bring the military into the government.

Chile: The June 29, 1973 Failed Coup
On June 29, 1973, Coronal Roberto Souper led his tank division in an isolated attack on La Moneda, the Presidential Palace, in the hope that other units of the armed forces would join in. The June coup had initially been planned for the morning of September 27 by Patria y Libertad as well as by several high ranking military officers. The plans were found out by Military Intelligence and the coup was called off at 6pm on the 26th. A warrant for the arrest of Coronal Souper had been issued. Confronted with knowledge of his impending arrest, Colonel Souper in consultation with the officers under his command, decided to act in a most improvised fashion. At 9 am, amidst morning rush hour traffic, Tank Division Number Two drove down Bernardo O’Higgins, Santiago’s main down-town avenue towards the Presidential Palace.

While the aborted June Coup had the appearance of an insolated and uncoordinated initiative, there was evidence of considerable support in various sectors of the Navy as well as from Air Force General Gustovo Leigh, now [September 1973] member of the military junta [on 11 September General Leigh integrated the military Junta headed by General Pinochet]. According to well-informed sources, several high ranking officers in the aero-naval base of Quintero near Valparaiso had proposed the bombing of State enterprises controlled by militant left wing groups, as well as the setting up of an air corridor to transport navy troops. The latter were slated to join up with the forces of Colonel Souper in Santiago.

The June trial coup was «useful» indicating to the seditious elements within the Chilean Armed Forces that an isolated and uncoordinated effort would fail. After June 29, the right-wing elements in the Navy and the Air Force were involved in a process of consolidation aimed at gaining political support among officers and sub-officers. The Army, however, was still under the control of Commander in Chief General Carols Prats, who had previously integrated Allende’s cabinet and who was a firm supporter of constitutional government.

Meanwhile in the political arena, the Christian Democrats were pressuring Allende to bring in members of the Military into the Cabinet as well as significantly revise the programme and platform of the Unidad Popular. Party leaders of the government coalition considered this alternative [proposed by the Christian democrats] as a « legalized military coup» (golpe legal) and advised Allende to turn it down. Carlos Altamirano, leader of the Socialist Party had demanded that an endorsement of the programme of the Popular Unity coalition by the military be a sina qua non condition for their entry into the Cabinet. Upon the impossibility of bringing in the Military into the Cabinet on acceptable terms, Allende envisaged the formation of a so-called “Cabinet of Consolidation” composed of well known personalities. Fernando Castillo, rector of the Catholic University and a member of the Christian Democratic Party, Felipe Herrera, President of the Inter-|American Development Bank and other prominent personalities were approached but declined. (Michel Chossudovsky, The Ingredients of a Military Coup, Universidad Catolica de Chile, Santiago, September 1973)

Minor edits to this text on May 1-2, 2019
The original source of this article is Global Research
Copyright © Prof Michel Chossudovsky, Global Research, 2019

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Venezuela/CUÁNTOS MEDIOS DE COMUNICACIÓN TIENE LA CIA PARA ATACAR A VENEZUELA

17 octubre 2016, Misión Verdad http://misionverdad.com (Venezuela)

 En el año 1975 el Comité Church del Congreso estadounidense investigó una operación de la CIA que reclutó a cientos de periodistas y no menos de 25 compañías mediáticas.

"El periodismo es una cubierta perfecta para agentes de la CIA", escribió Steve Kangas. Difícilmente haya alguien tan autorizado para dictar esa sentencia como Kangas, quien fuera agente de inteligencia militar y conoce el mundillo de la CIA aguas adentro, sobre todo sus conexiones con la clase pudiente estadounidense y los tentáculos corporativos, financieros y militares que financian sus proyectos.

El reclutamiento de agentes por parte de la CIA contemplan a los periodistas afínes a sus objetivos, cuestión sintetizada en la Operation Mockingbird (en inglés, Operación Ruiseñor) que comenzó cuando

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

11 DE SETEMBRO E O TERRORISMO NO CHILE

11 setembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Augusto Buonicore*

Em janeiro de 1970 a Unidade Popular ainda não tinha decidido quem seria o seu candidato à presidência da República. Existia certa resistência ao nome do socialista Salvador Allende que havia sido derrotado por três vezes consecutivas. Enquanto se desenvolviam as negociações, o Partido Comunista lançou o seu próprio candidato: o poeta Pablo Neruda. No entanto, a situação exigia a unidade das forças de esquerda e, finalmente, chegou-se a um acordo em torno do nome do candidato socialista.


A Unidade Popular (UP) foi composta pelos partidos socialista, comunista, radical, social-democrata, Movimento de Ação Popular Unitário (Mapu) e Ação Popular. As duas principais forças eram a socialista e a comunista. O Partido Socialista podia ser considerado a extrema-esquerda da Internacional Socialista. Muitos de seus dirigentes se diziam marxista-leninistas e defendiam Cuba socialista. O Partido Comunista do Chile, por sua vez, era o maior partido da esquerda e,

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Chile/MARINOS ANTIGOLPISTAS PROPONEN DEMOCRATIZACIÓN DE LAS FFAA

Septiembre de 2015, Le Monde Diplomatique http://www.lemondediplomatique.cl (Chile)

por  Jorge Magasich, Historiador.

Como parte del debate para una nueva Constitución

Tal vez por primera vez un grupo de militares que permaneció fiel a la legalidad en 1973, somete a la sociedad sus reflexiones sobre el rol de las fuerzas armadas en democracia. “Fuimos actores privilegiados y tenemos algo que decir al respecto” afirman los dirigentes de los marinos que intentaron detener el golpe en 1973, en el documento Democratización-Integración FFAA Chilenas. Reflexión y Propuesta de la Marinería Constitucionalista y Antigolpista, publicado en febrero 2015. Su objetivo es participar en los debates destinados a generar una constitución “nueva y moderna, con sabor a ciudadanía” contribuyendo a transformar las FFAA, “de brazo armado de un sector político en brazo cooperador de un proyecto país”. Además de analizar la historia de las instituciones militares, la Reflexión formula proposiciones sobre cuestiones cruciales como su régimen interno; su relación con el poder civil; la ciudadanía de los uniformados; la separación entre la Iglesia y el Estado y el rol social de las FFAA, para que su misión sea garantizar a todos “un ambiente seguro que permita disfrutar de derechos y de libertades”.

Esta iniciativa surge de su experiencia en la Armada, y de una inquietud. Pese a los sucesos de Antuco, a la instalación de una sucursal de la Escuela de las Américas en el Fuerte Aguayo en Con Con para adiestrar militares chilenos en “antidisturbios”, a la instrucción de los infantes de Marina que enseña “argentinos mataré, bolivianos mutilaré, peruanos degollaré”, y

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Abya Yala, Patria Grande/DESDE ALLENDE A JORGE GONZÁLEZ: LOS CHILENOS QUE DIJERON “MAR PARA BOLIVIA”

6 mayo 2015, El Desconcierto http://eldesconcierto.cl (Chile)

Por Vanessa Vargas Rojas


Salvador Allende: “Bolivia retornará
soberana a las costas del Pacífico”

A través de las décadas, y pese a la rivalidad creada por la historia oficial, chilenos de distintas ocupaciones e ideas se han manifestado a favor de la histórica lucha librada por Bolivia para conseguir una salida soberana al mar.


Más allá del discurso de los políticos y autoridades locales, hay un amplio grupo de chilenos que han solidarizado desde hace años con la demanda marítima de Bolivia. Artistas, intelectuales, académicos y dirigentes sociales han alzado la voz para apoyar, desde tierra chilena, la histórica lucha del país vecino por una salida soberana al mar. Aquí, recordamos lo que alguna vez dijeron al respecto.

Jorge González, músico:  “Esto lo opina mucha gente”
El ex líder de Los Prisioneros se ha pronunciado en apoyo a la demanda boliviana en más de una ocasión. Durante el 2013, previo a su presentación en el Festival de Viña del Mar, el músico aseguró que la Guerra del Pacífico fue gatillada por intereses británicos.

“Me parece completamente razonable que

terça-feira, 22 de setembro de 2015

O QUE O BRASIL PODE APRENDER COM O GOLPE DE ESTADO NO CHILE?

21 de setembro de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Mariana Serafini

 
Efe /Manifestação em memória ao golpe de estado no Chile.
No cartaz está escrito: "Sem memória não há história, nem identidade"

Na semana passada a oposição entregou ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, um aditamento ao pedido de impeachment contra Dilma Rousseff. A história nos mostra que estas ações vêm acompanhadas de um programa neoliberal bem definido. O exemplo do Chile mostra que um golpe da direita não é movido só pelo ódio contra os mais pobres, e sim por uma agenda neoliberal a ser implementada, independente das consequências à soberania e ao desenvolvimento econômico e social de um país.

Diferentes das ditaduras militares que assolaram os países latino-americanos entre as décadas de 60 e 90, agora a direita toma medidas mais sofisticadas para destituir do poder os governos progressistas em curso na última década. Os chamados “golpes brancos” não contam mais com o reforço das forças armadas, mas sim com manobras bem articuladas entre Judiciário, grupos econômicos e mídia hegemônica. Esta trinca é capaz de criar instabilidade política a ponto de destituir o poder vigente com um golpe de Estado sem

sábado, 12 de setembro de 2015

LOS MOVIMIENTOS SOCIALES Y SUS NUEVOS ROLES FRENTE A LOS GOBIERNOS PROGRESISTAS

7 septiembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org http://www.rebelion.org (México)


1. Hoy está en centro de la discusión en muchos países el tema del nuevo rol que tienen que tener los movimientos sociales frente a los gobiernos progresistas que han teñido de esperanza a la mayoría de los países de América Latina.

2. Antes de abordar directamente el tema, quisiera desarrollar algunas ideas.

3. Creo que la situación en la década de los 80 y 90 en América Latina puede compararse en ciertos aspectos a la vivida por la Rusia prerrevolucionaria de comienzos del siglo XX. Lo que fue para ella la guerra imperialista y sus horrores ha sido para nuestra región el neoliberalismo y sus horrores: la extensión del hambre y la miseria, un reparto cada vez más desigual de la riqueza, el desempleo, la destrucción de la naturaleza, la pérdida creciente de nuestra soberanía.

4. En estas circunstancias, varios de nuestros pueblos dicen “basta” y “echan a andar”, resistiendo primero y, luego, pasando a la ofensiva, fruto de lo cual empiezan a triunfar candidatos presidenciales de izquierda o centro izquierda en la región que se enfrentan a la siguiente disyuntiva: o refundan el modelo capitalista neoliberal —evidentemente que con cambios, entre ellos una mayor preocupación por lo social, pero movido por la misma lógica capitalista—, o avanzan en la construcción de un proyecto alternativo movido por una lógica humanista y solidaria, que pone a la persona humana en el centro.

Los movimientos sociales: a la vanguardia de la lucha contra el neoliberalismo

5. Con la caída del muro de Berlín y la derrota del socialismo soviético, los partidos y organizaciones sociales de izquierda que se inspiraban en dicho modelo salen muy golpeados. A ello se añade el golpe a las organizaciones sindicales debido al debilitamiento de la clase obrera producto de la fragmentación social provocada por el neoliberalismo. Esto explica que hayan sido nuevos movimientos sociales –y no los partidos y

segunda-feira, 25 de maio de 2015

EL INTERVENCIONISMO DE EEUU EN SUDAMÉRICA EN LA MITAD DEL SIGLO XX

20 mayo 2015, Barometro Internacional Barometro Internacional http://barometrointernacional.bligoo.com.ve (Venezuela)

Por Diego Olivera Evia

Los golpes de estado y los asesinatos de la CIA crean violencia Latinoamérica

La realidad en América Latina esta signada, por los efectos geopolíticos de la presencia de EEUU en la región, luego de 200 años de la Independencia de España, a finales del siglo XIX, la política de los Estados Unidos, sustituyo a España e Inglaterra, como la potencia hegemónica en varias naciones de Latinoamérica y el Caribe, la certeza del Libertador Simón Bolívar, como la del ideólogo de la independencia, José Martí, advertían los efectos negativos de esta nación, al manifestar que “yo viví en el monstruo y conocí sus entrañas”.

Luego de consolidar y derrotar al sur rebelde, y al ejército confederado, se consolido la nación Yanqui, como lo nombraron los estados del sur. Para de esa manera crear su nuevo plan de conquistas, quitándole a México el 60% de su territorio, con guerras y motivos creados por el Departamento de Estado, de la misma manera los planteamientos expansionistas, de los presidente James Monroe en su visión “América para los Americanos”, pensando en

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Chile/Dueño de 'El Mercurio' es expulsado definitivamente del Colegio de Periodistas

18 mayo 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Agustín Edwards y la ética periodistica


Con la instrucción de “borrar de los registros del Colegio de Periodistas a Agustín Edwards Eastman”, el Tribunal de Ética y Disciplina (TRED) del Consejo Metropolitano del Colegio de Periodistas de Chile dejó a firme la decisión que adoptara a mediados de abril. Aplicó así

segunda-feira, 16 de março de 2015

Abya yala, Patria Grande/DE SALVADOR ALLENDE A HUGO CHÁVEZ, EL SOCIALISMO CONTRA LA BARBARIE

14 marzo 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

InvestigAction

Karl Marx escribió un dia “la sociedad que no conoce su historia está condenada a revivirla”. Es este el caso de la revolución bolivariana que celebra este año su dieciseisavo aniversario de lucha? La experiencia venezolana conocerá el mismo final que la revolución chilena conducida por Salvador Allende? Es en todo caso el sueño de cada noche de los opositores a la revolución venezolana. La extrema derecha venezolana apoyada por los estados Unidos se imagina en nuevo Pinochet. Washington de su parte se imagina un nuevo 11 septiembre venezolano por referencia al 11 septiembre 1973 en Chile. Se confirma que los enemigos de la revolución son siempre los mismos: la oligarquía apátrida y el imperialismo estado-unidense. Los primeros desean recuperar sus privilegios, los segundos apropiarse de nuevo del petróleo. Pero el gobierno venezolano apoyado por una mayoría de su pueblo se opone activamente a que esto ocurra…

Más de 40 años han transcurrido desde el golpe de estado del general Augusto Pinochet en Chile. Después de las décadas negras que ha conocido una América Latina enfrentada a múltiples dictaduras, después de la “década perdida” de los años 1990 que fueron marcadas por las políticas neoliberales y sus desastrosas consecuencias, los años 2000 marcaron un punto de inflexión para el continente latino-americano. De Nicaragua a Argentina pasando por Bolivia, las políticas redistributivas se han puesto en marcha de forma más o menos radical. Un país, Venezuela, se convierte en la punta de lanza de esta resurrección latino-americana. Conducida por su carismático presidente Hugo Chávez, la nación caribeña inicia

domingo, 25 de janeiro de 2015

Abya Yala, Patria Grande, Argentina/CRISTINA SOMOS TODOS

24 janeiro 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Cristina somos todos porque todos os nossos países são vítimas de manipulações torpes como essa de que hoje é alvo Cristina Kirchner e a democracia argentina.


por Emir Sader, Blog do Emir


“Excelentíssimos cadáveres”, o notável filme do recém falecido diretor italiano Francesco Rosi, passado na Sicília, já apontava para a manipulação de cadáveres em circunstâncias políticas. Se investigamos a história política da América Latina, nos deparamos muitas vezes com essa mistura macabra de mortos e política.

A própria vitória eleitoral de Salvador Allende, em 1970, no Chile, foi colocada em risco pela aparição, morto, do Comandante em Chefe das FFAA, numa tentativa desesperada dos golpistas de impedir a posse do presidente socialista. Mais recentemente, quando se encaminhava a vitória da Dilma no primeiro turno das eleições, um até hoje não esclarecido acidente de avião provocou a morte de um candidato e a colocação de outra na disputa, redistribuindo as cartas do baralho e quase levando à vitória da direita.           

A Argentina é o novo cenário desses “excelentíssimos cadáveres”. Tudo muito suspeito, como convem à manipulação política de

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Chile: Piden reapertura del caso Allende

12 septiembre 2014, Proceso http://www.proceso.com.mx (México) 


Valparaíso, Chile, (apro).- La reciente revelación del ingeniero Dagoberto Palacios –publicada el 18 de agosto por este corresponsal en el diario chileno El Ciudadano–, en el sentido de que su tío, el ya fallecido general Javier Palacios, confesó en 1977 que él le dio un “tiro de gracia” a Salvador Allende, impulsó a la Unión de ExPrisioneros Políticos a pedir la reapertura del proceso ROL 77-2011 “Caso Allende”.

Palacios dirigió el asalto a La Moneda el 11 de septiembre de 1973 en momentos en que era jefe de inteligencia del Ejército.

La solicitud fue presentada por los abogados Roberto Celedón y Matías Coll el jueves 11 – aniversario del golpe militar –

sexta-feira, 14 de março de 2014

Chile/Bachelet: Vamos levar adiante o programa de governo que prometemos

12 março 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Página/12

Ao assumir pela segunda vez a presidência do Chile, Michelle Bachelet se comprometeu a realizar a reforma educacional e a mudar a Constituição de Pinochet.

Depois de assumir pela segunda vez como presidenta do Chile, Michelle Bachelet fez seu primeiro discurso do Palácio La Moneda, onde se comprometeu a conseguir a reforma educacional e modificar a Constituição, redigida durante a ditadura de Augusto Pinochet. “O cumprimento do programa é nosso mandato cidadão e para isto voltei a ser presidenta”, afirmou. 

“Sei em primeira mão o que a educação pública pode oferecer a uma pessoa. Eu sou filha da educação pública, e meu compromisso é que, no Chile, todos tenham essas mesmas oportunidades”, destacou em sua fala, depois de anos de sucessivos protestos estudantis, e continuou com outro eixo forte de sua campanha: “Sei em primeira mão o que é lutar por uma pátria livre, sem estruturas autoritárias, onde a maioria não seja vetada por uma minoria, e meu compromisso é que esta praça seja a Praça da Constituição, de uma Constituição nascida na democracia”.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Patria Grande, Chile: ENCUENTRO POR LA UNIDAD DE LOS PUEBLOS ESTE 11 DE MARZO

24 febrero 2014, El Ciudadano http://www.elciudadano.cl (Chile)


A los pueblos que hacen vida en este territorio llamado Chile,
A las mujeres y hombres que trabajan y se esfuerzan por un mundo mejor y fraterno.

NUESTRO CONTINENTE VIVE MOMENTOS DE ESTREMECIMIENTO Y
PROFUNDAS TRANSFORMACIONES.

Somos un conjunto de personas y organizaciones sociales, políticas, culturales, artísticas, etc. que nos hemos encontrado en diversos escenarios de lucha y confrontación a este modelo que succiona no solo nuestros esfuerzos y capacidades; sino que también – en un afán de lucro individualista -- violenta nuestros derechos y posibilidades de una vida digna y en armonía con la naturaleza.

Esta realidad podemos constatarla con el lucro en la educación, la privatización de las aguas, la contaminación del medio ambiente, la represión a los que se enfrentan a este modelo, la negación de derechos a los pueblos originarios, la permanente vulneración de los derechos de los trabajadores, y un sinfín de otros ejemplos que nos hacen buscar la forma de unirnos y fortalecernos para alcanzar nuestros objetivos históricos.

Por lo tanto, arropados por las ideas de Bolívar como también por el ejemplo de todas y todos los que han aportado a esta lucha, desde los grandes líderes y lideresas indígenas originarios, como Túpac Amaru, Túpac Katari, Bartolina Sisa, Lautaro, Calfucurá, así como los luchadores y  las luchadoras sociales y políticos de todos los tiempos, como son José Carlos Mariátegui, Luis Emilio Recabarren, Ernesto Guevara, Fidel Castro, Salvador Allende, Hugo Chávez y muchas otras y otros, es que queremos invitarlos a compartir un momento de diálogo y reflexión respecto a las tareas inmediatas de los pueblos por obtener y lograr sus derechos, y junto con esto defenderlos de los antiguos y nuevos enemigos que permanentemente nos amenazan; asimismo compartir las alegrías de los grandes triunfos de los pueblos nuestroamericanos y de los gobiernos populares y revolucionarios,