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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Na rota das contra-revoluções "coloridas"

04 setembro 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/v_carvalho/c_revolucoes_coloridas.html


por Daniel Vaz de Carvalho*
 
As ações contra-revolucionarias do imperialismo que diretamente não usam meios militares, ditas por perverso eufemismo necessário à manipulação, "revoluções coloridas" levam-nos a colocar as clássicas questões do: "quem, como, quando, onde e porquê". É este o tema que nos propomos abordar. 
 

1 - QUEM
Não esqueço uma frase de um filme francês de 1958, que vi ainda adolescente, num cinema de bairro, intitulado "As grandes famílias" (segundo o romance homólogo de Maurice Druon). Num diálogo entre dois donos de uma fábrica, dizia um deles (Jean Gabin) para o irmão (Pierre Brasseur): "Eu sou de direita para defender os meus interesses, tu és de direita porque odeias os operários."

Esta frase, define muito de "quem" lidera e apoia, sobretudo financeiramente, movimentos contra-revolucionários. Para além destes juntam-se as massas do lumpen proletariado, os contaminados pelo anticomunismo, os que seduzidos pela propaganda da direita se revoltam contra o que

terça-feira, 20 de agosto de 2019

The Anglo-American Origins of Color Revolutions & NED


August 17, 2019, Strategic Culture Foundation (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/08/17/the-anglo-american-origins-of-color-revolutions-ned/


A few years ago, very few people understood the concept behind color revolutions.

Had Russia and China’s leadership not decided to unite in solidarity in 2012 when they began vetoing the overthrow of Bashar al Assad in Syria- followed by their alliance around the Belt and Road Initiative, then it is doubtful that the color revolution concept would be as well-known as it has become today.

At that time, Russia and China realized that they had no choice but to go on the counter offensive, since the regime change operations and colour revolutions orchestrated by such organizations as the CIA-affiliated National Endowment for Democracy (NED) and Soros Open Society Foundations were ultimately designed to target them as those rose, orange, green or yellow revolution efforts in Georgia, Ukraine, Iran or Hong Kong were always recognized as weak points on the periphery of the threatened formation of a great power alliance of sovereign Eurasian nations that would have the collective power to challenge the power of the Anglo-American elite based in London and Wall Street.

Russia’s 2015 expulsion of 12 major conduits of color revolution included Soros’ Open Society Foundation as well as the NED was

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Aya Yala, Nicarágua/Revolução Sandinista: 40 anos enfrentando o império


Dia: 19/07/2019 às 13:01:39, Portal Vermelho http://www.vermelho.org.br/noticia/322104-1

A Nicarágua festeja nesta sexta-feira (19) os 40 anos da Revolução Sandinista. Forças progressistas de todo o mundo acorrem a Manágua para prestar seu tributo a esta epopeia popular que “tocou o céu com as mãos”. Márcio Cabreira, membro da Comissão Executiva Nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e Socorro Gomes, presidenta do Conselho Mundial da Paz (CMP), entre outros, participam da comemoração a convite da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN).

Abaixo, reproduzimos, somando-nos a esta justa celebração, importante artigo publicado originalmente no site La Voz del Sandinismo. Nele, a autora, a jornalista argentina Stella Calloni, testemunha ocular da Revolução Sandinista, desnuda o papel do imperialismo estadunidense na Nicarágua, desde a Revolução até os dias atuais.

“Desde a gesta pungente de Revolução Sandinista até o contexto atual do governo de Daniel Ortega, é permanente o papel dos Estados Unidos e de suas políticas de contra insurgência”


Por Stella Calloni


Em 19 de julho de 1979, apenas 48 horas após o voo para Miami do ditador Anastasio Somoza Debayle e seus colaboradores em aviões de sua empresa familiar, chegaram a Manágua as primeiras tropas – a maioria delas muito jovens, quase crianças – da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), criada nos anos 60, e o povo foi às ruas,

terça-feira, 9 de julho de 2019

Abya Yala*, Venezuela/Relatório de Bachelet sobre a Venezuela é desonesto, diz neto de Salvador Allende


8 de julho de 2019, Página Global https://paginaglobal.blogspot.com (Portugal) https://paginaglobal.blogspot.com/2019/07/relatorio-de-bachelet-sobre-venezuela-e.html

Pablo Sepúlveda Allende apontou falhas no relatório sobre direitos humanos da alta comissária da ONU e ex-presidente chilena Michelle Bachelet

“As cifras utilizadas por Michelle Bachelet são fornecidas por ONG's que historicamente são de oposição e financiadas pela Usaid (sigla em inglês para Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) e a NED (sigla em inglês para Fundação Nacional para a Democracia, ligada ao Partido Republicano). Também são financiadas por fundações como a Fundação Ford e a Open Society Foundations, do empresário norte-americano George Soros.”

Médico radicado na Venezuela, Pablo Sepúlveda Allende, neto do ex-presidente do chileno Salvador Allende, acompanhou de perto a visita da alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, também ex-presidente do Chile. Bachelet esteve na Venezuela entre os dias 19 e 21 de junho, em missão oficial. Sepúlveda chegou a fazer parte da comitiva de convidados ilustres que recebeu a alta comissária na sede do Ministério de Relações Exteriores da Venezuela. Na ocasião entregou uma carta a ex-presidente chilena falando sobre as razões da crise venezuelana e a realidade do país.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Pablo Sepúlveda Allende fala sobre o relatório final sobre a situação dos direitos humanos na Venezuela apresentado por Michelle Bachelet ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, nessa sexta-feira (05/07). Confira a seguir os principais trechos da conversa e os temas destacados pelo neto de Salvador Allende, ex-presidente alvo de um golpe de Estado apoiado pelos Estados Unidos, em setembro de 1973.

Falhas do relatório de Bachelet
É um informe totalmente parcial. Retrata uma realidade que foi distorcida. Fala, por exemplo, que o sistema CLAP (Comitês Locais de Abastecimento e Produção), abastecimento de alimentos subsidiados pelo Estado,

sexta-feira, 22 de abril de 2016

O BRASIL NO CONTEXTO DOS GOLPES DO SÉCULO XXI



20 abril 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Por Diego Pautasso*

Os processos históricos não são dados a coincidências. E como diria o velho filósofo, os grandes personagens e fatos históricos ocorrem duas vezes, "a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa". A crise política que vem se agudizando desde junho de 2013 no Brasil não reflete apenas suas contradições domésticas. Ao contrário, somente é possível compreendê-la à luz das dinâmicas internacionais e das novas formas que assumem os velhos processos.
                                        
Cabe rememorar que as ditaduras militares na América Latina entre as décadas de 1960 e 1980 emergiram, sem exceção, profundamente articuladas à dinâmica internacional: Brasil em 1964, Chile em 1973, Argentina e Uruguai em 1976. Ou seja, não é possível entendê-las dissociadas da lógica da Guerra Fria, do patrocínio político-diplomático dos EUA através da Doutrina de Segurança Nacional, da promoção da retórica anti-comunista pela grande mídia e indústria cultural, da instrumentalização dos militares na Escola das Américas no Panamá, etc. Nesse sentido, a desestabilização interna, com a espiral inflacionária, o denuncismo moralista da corrupção pelos setores conservadores, a paralisia institucional e a crise econômica foram pré-condições construídas para a efetivação dos golpes militares. Já o fim desses regimes

sábado, 19 de setembro de 2015

Brasil/CIA financia Policia Federal para construir democracia extrema que levaria à tirania oligárquica, afirma historiador Moniz Bandeira

14 setembro 2015,  Brasil Popular http://www.brpopular.com.br (Brasil)

A crise política, na avaliação do historiador Moniz Bandeira, autor de “A segunda guerra fria”, “Presença dos Estados Unidos no Brasil”, entre dezenas de outros publicações relevantes, tem acelerado a crise econômica por diversas razões, como, por exemplo, Operação Lavajato, cujas consequências colocam em xeque atuação de grandes empresas nacionais, criando instabilidades, que produzem associações de interesses antinacionais, internos e externos, contrários às opções geopolíticas feitas pelo governo brasileiro de aliar-se às forças internacionais que contrariam as grandes potências, Estados Unidos e Europa. A criação dos BRICs, Banco Brics, moeda dos Brics, alternativa ao dólar como equivalente monetário global etc, é, certamente, o principal incômodo para Tio Sam.

O modo de atuação de juízes de primeira instância, como o juiz Moro, de Curitiba, de pautar investigações mediante métodos semelhantes aos utilizados por Hitler, pela Gestapo, na segunda Guerra Mundial, como é o caso de delação premiada, por meio da qual são feitas prisões sem dispor de provas concretas, configurando ações aparentemente legais, produz, segundo Bandeira, o que Aristóteles denominou de democracia extremada. Trata-se, nada mais nada menos, de praticar tirania oligárquica, algo semelhante ao que ocorrem nas ditaduras.

Os agentes nacionais de segurança, como a Polícia Federal, financiados, diz Bandeira, pela CIA e DEA, estão deturpando o processo democrático, em meio às dificuldades econômicas, agravando-as. Eles estão favorecendo, com tal atuação extremada, que lança dúvidas sobre sua legalidade, interesses financeiros internacionais, contrários às políticas nacionalistas, ancoradas em

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

EL LADO OSCURO Y DESTRUCTOR DE LAS ONG

31 agosto 2015 ADITAL Agencia de Información Fray Tito para América Latina (Brasil)


Mala gente que camina
y va apestando la tierra…
Antonio Machado, 1875-1939,
el poema "He andado muchos caminos"

Desde los años 1980 las Organizaciones No Gubernamentales (ONG) se expandieron por todo el mundo abriendo un importante espacio político, cultural y socio económico, prácticamente en cada rincón del planeta. Se calcula que actualmente hay más de 10 millones de ONG en el planeta. En la India, por ejemplo, hay una ONG para cada 600 personas.

Para lograr esto, los medios de comunicación globalizados destacan día a día su rol en la educación, la lucha contra la pobreza y el analfabetismo, la protección del medio ambiente, la promoción de libertades civiles, protección de los derechos humanos etc., pero ocultan su lado oscuro.

Hay aproximadamente unas 40.000 ONG subvencionadas por los gobiernos norteamericanos y europeos y que fueron creadas con el fin específico de ser instrumentos de los globalizadores de Washington y Bruselas.
La idea de crear organizaciones no gubernamentales que podrían ser utilizadas por los servicios de inteligencia para la creación de las redes sociales en África, Asia y América Latina con el propósito de promover los intereses norteamericanos, surgió inicialmente al final de los años cuarenta. Sin embargo, este proyecto demoró casi una década y recién fue puesto en marcha en 1961 impulsado por el triunfo de la revolución cubana en 1959, cuando por una orden ejecutiva fue creada la Agencia de EEUU para el Desarrollo (USAID). Su propósito oficial fue reforzar la política exterior norteamericana cooperando con los países receptores de la ayuda en áreas económica, agrícola, sanitaria, política y humanitaria.

En 1972 el profesor norteamericano William A. Douglas elaboró una idea más compleja del prototipo de una futura ONG en

terça-feira, 23 de junho de 2015

LAS ONG SON INSTRUMENTOS PARA LA SEDICIÓN DESDE LA “SOCIEDAD CIVIL”

23 junio 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


A PROPÓSITO DEL ANUNCIO DEL PRESIDENTE EVO MORALES

El presidente del Estado Plurinacional de Bolivia ha decidió expulsar del territorio boliviano a las ONG que conspiren contra el proceso revolucionario que vive su pueblo. (http://www.contrainjerencia.com)

La historia de la acción retardataria, contrarevolucionaria y sediciosa de las ONG, es parte de su misma razón de ser y de su sentido y significado. Si el pueblo supera su nivel de conciencia intuitiva y aprende a pensar su realidad desde una aproximación científica y racional, se convierte en sujeto político y en protagonista de la reversión de sus problemas y de los de la comunidad y sociedad a la que pertenece. Esto condena a las ONG a su desaparición. Que el pueblo se eduque, culturice e informe políticamente hace peligrar la vida de las ONG y el lucro de sus promotores.

Surgidas en Europa y EE.UU. para alimentar financieramente y armar políticamente a sus subsidiarias de América latina y El Caribe, de África, Asia y Oriente, las ONG matrices y sus subsidiarias han sido instrumentos muy eficaces para mantener el capitalismo jugando a la “ayuda”, pero defendiendo dictaduras y gobiernos autoritarios

sábado, 6 de junho de 2015

BRICS, БРИКС/RÚSSIA: SOBERANIA, SEDIÇÃO E AS VELHAS E DETESTÁVEIS ONGS


4 junho 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

31/5/2015, F. William Engdahl*, New Eastern Outlook – NEO
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Dia 23 de maio de 2015, o presidente Vladimir Putin da Rússia sancionou nova lei, proposta pelo Parlamento, que dá aos Procuradores de Justiça o direito de declarar “indesejáveis” na Rússia, e mandar fechá-las, organizações estrangeiras e internacionais que se intrometam na política russa. Como se podia prever, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Marie Harf, disse que os EUA estariam “profundamente perturbados” ante a nova lei, a qual, na opinião dela, seria “mais um exemplo dos ataques crescentes do governo russo contra vozes independentes, para isolar o povo russo, do resto do mundo”.
 
A nova lei dá poderes às autoridades russas para banir do país ONGs declaradas indesejáveis e para processar os empregados e responsáveis, que correm risco de serem condenados a seis anos de cadeia ou a serem expulsos do país, para não mais voltar. A União Europeia fez coro ao Departamento de Estado dos EUA, e disse que a lei seria “preocupante passo numa série de restrições contra a sociedade civil, a imprensa independente (sic) e a oposição política”.

A ONG mantida por George Soros, Human Rights Watch (HRW), condenou a lei. E a Amnesty International, idem.

Com tanta coisa no mundo em que vivemos, em que impera o duplo-falar, é conveniente compreender o contexto da nova lei. Longe de ser salto na direção de converter a Rússia em estado fascista, a nova lei pode ajudar a proteger a democracia e a soberania da nação russa, num momento em que está em estado de guerra de facto contra,

quarta-feira, 30 de abril de 2014

AS MÃOS SUJAS DO NED NA VENEZUELA

23 abril 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Eva Golinger*

O protestos anti governamentais na Venezuela que buscar uma mudança de regime foram conduzidos por vários indivíduos e organizações com laços estreitos ao governo estado-unidense. Leopoldo Lopez e Maria Corina Machado – dois dos líderes públicos por trás das violências que começaram em Fevereiro – têm longos historiais como colaboradores, beneficiários e agentes de Washington. O National Endowment for Democracy (NED) e a US Agency for International Development (USAID) canalizaram financiamentos de muitos milhões de dólares para os partidos políticos de Lopez, Primero Justicia e Voluntad Popular, e para a ONG de Machado, Sumate, e suas campanhas eleitorais.

Estas agências de Washington também despejaram mais de US$14 milhões para grupos da oposição na Venezuela entre 
2013 e 2014 , incluindo financiamento para suascampanhas políticas em 2013 e para os actuais protestos anti-governo em 2014. Isto é a continuação do padrão de financiamento do governo dos EUA a grupos anti-Chavez na Venezuela desde 2001, quando foram dados milhões de dólares a organizações da chamada "sociedade civil" para executar um golpe de estado contra o Presidente Chavez em Abril de 2002. Dias após o seu fracasso,

terça-feira, 15 de abril de 2014

La USAID, la NED y el GALI en la subversión contra América Latina

15 abril 2014, Telesur http://www.telesurtv.net (Venezuela)

Por Hugo Moldiz Mercado

La Agencia de los Estados Unidos para el Desarrollo Internacional (USAID) y la Fundación Nacional para la Democracia (NED) –ambas vinculadas al Departamento de Estado de ese país- se encuentran bastante activas en su tarea de socavar política y moralmente a los gobiernos de izquierda y progresistas de América Latina.

Las redes a través de las que “triangulan” sus planes y financiamientos para la injerencia y la subversión son varias, una de ellas es el Grupo Andino de Libertades Informativas (GALI) que articula a organizaciones en Perú, Venezuela, Bolivia y Ecuador.
Las actividades de GALI desde fines de la década de los 90 se han intensificado y no por “casualidad”.
Se lo hace en una coyuntura política latinoamericana caracterizada por la irrupción de una tendencia general que se ha puesto a contra-ruta del neoliberalismo como “camino inevitable” y sistema interamericano de dominación y que ha dado nacimiento a mecanismos y foros alternativos de integración y concertación política, en desmedro de la hegemonía estadounidense, como UNASUR, ALBA y la CELAC.

terça-feira, 4 de março de 2014

INSTRUMENTOS “MADE IN USA” DE LA SEDICIÓN EN VENEZUELA

4 marzo 2014, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)

Por Atilio A Borón

Si hay una pregunta que resulta ociosa –¡y hasta ridícula!- en relación a la situación imperante en Venezuela es aquella que se interroga sobre si Estados Unidos está jugando o no un papel en los desmanes y violentos disturbios promovidos por un sector de la oposición que transitó desde la protesta pacífica a la sedición, entendida ésta como toda acción que pretenda cambiar por la vía de la violencia el orden constitucional o las autoridades legalmente establecidas en un país.

Merced a su férreo control de la prensa gráfica, radial y televisiva la derecha vernácula y el imperialismo denuncian al gobierno bolivariano por acosar a la oposición y reprimir manifestaciones “pacíficas”, siendo que sólo lo ha hecho luego de que las fuerzas de seguridad del estado tolerasen toda clase de agresiones, de hecho y de palabra, y que los sediciosos se lanzaran “pacíficamente” a incendiar edificios gubernamentales, medios de transporte o a destruir centros de salud, escuelas o cualquier propiedad pública.
La pregunta es ociosa, decíamos, porque la injerencia de Estados Unidos en Venezuela obedece a la propia lógica del imperio: dado que Washington ejerce un poder global, planetario, si bien declinante, sería absurdo pensar que permanecería de brazos cruzados en un país que al día de hoy cuenta con la mayor reserva petrolera (comprobada por fuentes independientes) del planeta, superiores a las de Arabia Saudita y situado a pocos días de navegación de su gran centro receptor de petróleo importado, Houston. Estados Unidos se involucra permanentemente en todos los países, con variable intensidad según su significación geopolítica global. Como Venezuela tiene una importancia excepcional en este rubro no es casual que

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Venezuela instaló un Comando Nacional Antigolpe

21 febrero 2014, 06:32 am, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)
http://www.telesurtv.net/articulos/2014/02/21/venezuela-instalo-un-comando-nacional-antigolpe-5092.html

El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, convocó a una reunión del Comando Nacional Antigolpe, esta decisión se tomó frente a las acciones violentas que se han venido registrando en algunos sectores del país en los últimos días. teleSUR

El jefe de Estado venezolano, Nicolás Maduro, instaló oficialmente este jueves el Comando Nacional Antigolpe, una instancia que estará presidida por el titular de la Asamblea Nacional, diputado Diosdado Cabello, y cuya función será revisar y contrarrestar los planes golpistas y fascistas que gestan aquellos sectores de la derecha financiados por Estados Unidos.

Desde el Palacio de Miraflores (sede del Gobierno) en Caracas, Maduro llamó a toda la población venezolana a asumir el reto de contrarrestar la violencia fascista y conformar Comandos Populares Antigolpe en todo el país, por ser “la fórmula mágica del Comandante Hugo Chávez”.

Asimismo, destacó que para derrotar a la derecha se necesita de “toda la fuerza del Poder Popular que respalda a la Revolución Bolivariana y Socialista” en Venezuela.

“Alerta, los Comandos Populares Antigolpe en cada fábrica, en cada centro de trabajo, en cada barrio, en cada universidad. Vamos a derrotar el golpe fascista con el pueblo movilizado y organizado”, sentenció.
De igual manera, el Presidente aseguró que las acciones violentas forman parte de “un plan para atacar el transporte público, la electricidad, las telecomunicaciones, las calles y la alimentación (del pueblo venezolano)”, hoy día con énfasis en los estados Táchira y Zulia (oeste), donde “están impidiendo que lleguen los abastecimientos necesarios”.

“Basta de la agresión del fascismo contra los trabajadores de la Patria, contra los que quieren trabajar y los servicios públicos claves", enfatizó el mandatario.

El Mandatario reiteró que la violencia propiciada por la derecha se trata de "un plan de golpe de Estado contra la democracia y el Gobierno". Sin embargo, afirmó que “la Revolución Bolivariana va a triunfar por el camino de la Constitución, de las leyes y habrá paz en Venezuela".

Además, Maduro aseveró que sólo en Revolución es posible un Gobierno popular y de diálogo. "El Gobierno Bolivariano es un Gobierno en la calle, de diálogo permanente, popular. Un Gobierno que dialoga con los trabajadores, la clase obrera", expresó.


Por ello, instó a acabar con la intolerancia y el odio promovido por el sector antichavistas en el país e invitó a los venezolanos a convivir pacíficamente a pesar de las diferencias políticas.

"Yo creo en la convivencia entre los venezolanos más allá de las diferencias políticas que podamos tener, convoco a la convivencia de todos, cada quien en su posición", expresó.

Por último, Maduro ratificó su llamado a los organismos judiciales para garantizar que cada uno de los responsables de hechos violentos protagonizados por la derecha fascista sea presentado ante los tribunales nacionales.


Venezuela/Ministra da Defensa: "A Força Armada Nacional Bolivariana não aceitará um governo que não surja pela via constitucional"

20 fevereiro 2014, Pravda http://port.pravda.ru (Rússia)
Por: TeleSUR/Aporrea.org, 18/02/2014 13h43

A ministra da Defesa da Venezuela, Carmen Meléndez, enfatizou nesta terça-feira, 18, que a Força Armada Nacional Bolivariana não aceitará um governo que não surja pela via constitucional.

"Jamais aceitaremos um governo que não surja pela via constitucional", declarou Meléndez durante uma reunião com o Alto Comando Militar venezuelano.

Outrossi, destacou que o presidente Nicolás Maduro, o povo e a FANB "estamos trabalhando unidos mais que nunca e não permitiremos um cenário similar ao de 11 de abril" (de 2002), quando a direita deu um golpe de Estado ao comandante Hugo Chávez.

O Alto Comando Militar manifesta à patria de Simón Bolívar e de Hugo Chávez "nosso total apego à Constituição e às leis da República Bolivariana",

MODELÃO DOS GOLPES DA CIA, DA GUERRA FRIA, DE VOLTA À CENA

19 fevereiro 2014, Pravda http://port.pravda.ru (Rússia)

Wayne Madsen

Strategic Culture

A maior quantidade de entusiastas do status quo pode ser encontrada na sede da Agência Central de Inteligência dos EUA [tão secreta que o nome jamais é traduzido], a conhecida CIA, em Langley, Virginia. Com muitas nações em todo o mundo tentando livrar-se das garras políticas, militares e financeiras de Washington, aCIA está voltando a recorrer ao velho manual, para lidar com governo recalcitrantes.

Depois de ter ajudado a fomentar uma rebelião na Ucrânia, contra o governo democraticamente eleito do presidente Viktor Yanukovych, o aparelho de propaganda de Washington - centralizado na organização National Endowment for Democracy (NED), naAgency for International Development (USAID) e no Instituto Sociedade Aberta [Open Society, OSI] de George Soros - está focado na Venezuela.

A Venezuela identificou três funcionários da embaixada dos EUA em Caracas, que estavam em contato com manifestantes da oposição e ajudando a planejar tumultos antigoverno por todo o país. Os três "funcionários consulares" dos EUA - Breann Marie McCusker, Jeffrey Gordon Elsen e Kristopher Lee Clark - foram expulsos do país, pelo governo da Venezuela. Em outubro passado, o país expulsou outros três diplomatas dos EUA - chargés d'affaires Kelly Keiderling, David Moo e Elizabeth Hoffman - também por estarem ajudando a promover agitação interna no país. Os seis supostos diplomatas trabalhavam em atividades frequentemente associadas aos agentes da CIA, como "serviço clandestino oficial".

Exatamente como no caso do embaixador dos EUA em Kiev, Geoffrey Pyatt, e da secretária de Estado assistente para Assuntos Europeus e notória visitante boca-suja Victoria Nuland, que se encontraram com líderes da oposição ucraniana para ajudar a planejar os protestos antigoverno, os diplomatas norte-americanos em Caracas foram acusados de estar trabalhando ao lado do grupo de oposição reunido em torno de Leopoldo Lopez, o agente de interesses de empresas norte-americanas treinado em Harvard. O governo venezuelano descobriu que Lopez, como outro líder da oposição venezuelana, Henrique Capriles Radonski, recebem apoio financeiro clandestino da CIA, que lhes chega através de NED e USAID, para planejar protestos e ações de sabotagem contra o governo eleito da Venezuela.

Já se conhecem os laços que unem o partido Voluntad Popular de López e organizações associadas ao ex-presidente da Colômbia Alvaro Uribe, da direita pró-Israel, com pegadas óbvias da CIA e de narcoterroristas; nesse caso, o dinheiro chega ao partido de Lopez por ONGs colombianas mantidas por George Soros e Uribe, como a Fundación Centro de Pensamiento Primero Colombia [Fundação Centro de Pensamento Primeiro Colômbia] e Fundación Internacionalismo Democratico [Fundação Internacionalismo Democrático].

A embaixada dos EUA em Caracas, como no caso de Kiev e Moscou, sempre serviu como espaço virtual para planejamento de protestos pela oposição financiada pelos EUA na Venezuela. A única coisa que os cabeças da oposição ucraniana Arseniy Yatsenyuk, Vitali Klitschko e Oleh Tyahnybok; da oposição russa Alexei Navalny e Garry Kasparov; e da oposição venezuelana Lopez, Capriles e Maria Corina Machado têm em comum é passe livre para entrar nas embaixadas dos EUA em suas respectivas capitais quando bem entendam, e sair, levando a maior quantidade de dinheiro que consigam transportar.

Traço que une as campanhas de desestabilização organizadas e promovidas pela CIA na Ucrânia e na Venezuela é, nos dois casos, a arregimentação de fascistas locais, para as forças antigoverno. Na Venezuela, apoiadores reacionários de antigos regimes oligárquicos fascistas são aliados espontâneos dos EUA; e na Ucrânia, os fascistas reunidos em torno de Tyahnybok garantem a conexão continuada entre a oposição ucraniana e EUA-Israel.

Um relatório da CIA recentemente tornado público, datado de 4/4/1973, anotava que já durante o tempo da República Socialista Soviética Ucraniana o Partido Comunista recomendava "vigilância estrita sobre o nacionalismo e o sionismo na Ucrânia" - apresentados como ameaças gêmeas já então, na Ucrânia. Como se vê hoje, pouca coisa mudou na natureza e na orientação da oposição ucraniana.

Além de abastecer os cabeças da oposição venezuelana com dólares, os EUA e seus banqueiros nunca cessaram de atacar a economia e a moeda venezuelanas, usando a imprensa-empresa privada para espalhar notícias falsas sobre 'desabastecimento' e carência de produtos básicos (itens sempre citados são papel higiênico, sal e açúcar) na Venezuela. Esse é um velho truque da CIA, que sempre o usou contra o governo de Cuba e de outras nações cujos governos opõem-se ao imperialismo norte-americano.

A mesma tática de usar a imprensa-empresa privada para disseminar 'notícias' sobre carência de produtos está sendo usada pela CIA contra o governo da primeira-ministra Yingluck Shinawatra apoiada pelos Camisas Vermelhas na Tailândia; lá o que estaria faltando nas prateleiras seria arroz; e a carência estaria acontecendo por que a primeira-ministra insiste em vender arroz à China.

A campanha conduzida pela CIA contra Yingluck resultou em denúncias já formalizadas contra o primeiro-ministro por uma das ONGs da "sociedade civil" típicas do modelo que Soros promove, a Comissão Nacional Contra a Corrupção - criação dileta dos monarquistas Camisas Amarelas e falsos "reformadores" constitucionais, como o octogenário Amorn Chantarasomboon.

Exatamente como a CIA já fizera antes, quando tentou golpe fracassado contra o presidente Hugo Chávez em abril de 2002, a Agência e seus prepostos locais lançaram ataques de propaganda contra a PDVSA - a empresa estatal venezuelana de petróleo - proprietária da CITGO nos EUA. Os veículos de propaganda da CIA estão divulgando o meme de que a PDVSA seria tão corrompida e moribunda, que a Venezuela já estaria sendo forçada a importar gasolina dos EUA. É história absolutamente falsa, mas a imprensa-empresa privada, inclusive os veículos e 'fontes' que constituem a rede global de propagandistas mantida por Soros, dedicam-se a repetir incansavelmente sempre a mesma mentira, como se fosse fato.

A imprensa-empresa privada, principalmente The Miami Herald, porta-voz das perversões e fantasias dos oligarcas venezuelanos exilados no sul da Florida, exatamente como faz também com os cubanos de direita e com os sionistas nacionalistas que vivem em comunidades fechadas de leitores, também não se cansa de repetir que a Venezuela está sofrendo massiva onda de crimes, porque o presidente Nicolas Maduro é incapaz de prover segurança aos cidadãos. Esse é outro dos velhos truques da CIA, sempre usado para minar governos estáveis em todo o mundo, Iraque, Paquistão e Afeganistão, por exemplo: oferecer ajuda e meios a terroristas e ao crime organizado locais, para que ataquem a população civil.

A CIA já usou esse mesmo jogo para fazer sabotagem econômica contra o governo socialista do presidente Salvador Allende no Chile. Na Venezuela, a CIAataca a indústria do petróleo. No Chile, a CIA usou ataques contra a indústria do cobre, para sabotar a base da economia chilena, antes de lançar o sangrento ataque do dia 11/9/1973, quando o presidente Allende foi assassinado, e começou o massacre de seus apoiadores, por esquadrões da morte treinados pelos EUA.

Outros países latino-americanos estão atentos aos ataques clandestinos dos EUA contra a Venezuela. Os EUA suspenderam formalmente a ajuda econômica que davam à Bolívia, depois que o governo de Evo Morales expulsou do país os representantes da USAID, acusados de fomentar a rebelião no país. O presidente do Equador Rafael Correa anunciou formalmente que seu país está-se retirando do Tratado Interamericano de Mútua Assistência - fachada inventada pelo Pentágono para 'legalizar' a implantação de bases militares dos EUA em países latino-americanos.

Mas, para a CIA, a difícil situação que os EUA enfrentam na América Latina ainda pode ser revertida. Derrubar o governo da Venezuela, por golpe da direita, é ação que, segundo a Agência, pode conter e fazer reverter as tendências de esquerda em outros países.

Memorando de Inteligência da CIA, datado de 29/12/1975, intitulado "Relações Externas em mutação na América Latina" [orig. Latin America's Changing Foreign Relations], registra a esperança de que o sangrento golpe contra Allende em 1973 tenha tido resultados benéficos para os EUAI. Para a CIA, o fim do governo de Allende e de seu "Terceiro Mundismo" ajudaria a pôr fim à "demagogia" do presidente Luis Echeverria do México, e às políticas para o petróleo de líderes do Equador e Venezuela na OPEC. A CIA errou, como sempre, em sua avaliação da América Latina.

Não só o México, Equador e Venezuela resistiram à pressão norte-americana (os dois últimos foram punidos com a exclusão do Tratado de 1974 de redução de tarifas, sob a lei de Reforma do Comércio dos EUA), mas o Chile votou na Assembleia Geral da ONU contra os EUA e a favor de uma resolução que definiu o sionismo como racismo.

Dado que pressões sutis pela CIA em meados dos anos 1970s não levaram ao resultado esperado na América Latina, a CIA está agora recorrendo a velhos métodos bem testados, para calar seus opositores na América Latina. Os assassinatos do panamenho Omar Torrijos e de Jaime Roldos presidente do Equador - ambos conhecidos por suas políticas anti-EUA, mostraram ao mundo que os EUA não pensam duas vezes ante nenhum tipo de crime.

Hoje, o presidente Obama já mostrou que nada mudou: Obama autoriza semanalmente os "assassinatos premeditados" - operações clandestinas para eliminar pessoas (também civis) que se oponham à dominação norte-americana. 


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Pátria Grande/EL IMPERIO NO PUDO IMPEDIR LA UNASUR



12 mayo 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

Página12

A pesar de la virulencia de la contraofensiva norteamericana, la fortaleza de las resistencias sociales frustran sus designios, ya que EE.UU. no es más una potencia invencible

El golpe en esa nación centroamericana (Honduras) puso fin a las ilusiones, acunadas por muchos, que sostenían que el imperialismo había cambiado y que la rapiña desenfrenada de los recursos naturales y los métodos brutales de dominación eran cosa del pasado. Quienes así piensan se olvidan del activo papel que Washington jugó en el golpe militar venezolano de abril de 2002, y del no menos protagónico papel desempeñado en el lockout petrolero de finales de ese mismo año; o subestiman (o ignoran) lo que hicieron –¡y siguen haciendo!– diversas agencias del gobierno norteamericano cono la Usaid y la NED, junto con ONG de ese país, supuestamente independientes, para desestabilizar la Revolución Bolivariana, o el gobierno de Evo Morales y provocar la secesión de la Media Luna Oriental; o desconocen el modo en que se está fomentando el renacimiento del separatismo del Guayas, en Ecuador, y el apoyo a la intentona golpista del 2010,