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sexta-feira, 10 de junho de 2016

ALERTA PARA O PERIGO DE GUERRA MUNDIAL



7 junho 2016, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Se, como é sabido, o vencedor de uma guerra nuclear não lhe sobreviverá, por que razões têm os Estados Unidos da América um programa de «revitalização atómica» em curso?
Frederico de Carvalho diz-nos que a razão primeira da contradição enunciada acima está na «necessidade de os Estados Unidos “suprimirem toda a ameaça potencial de outras nações e impedir qualquer outra nação de ascender à posição de superpotência.”»
«E a verdade é que qualquer país que prossiga uma política externa independente é um possível candidato à categoria de “potência hostil”»…

No discurso de despedida de Dwight Eisenhower ao povo americano, em 1961, o presidente alertava para a nova realidade da «existência de um imenso complexo militar e uma poderosa indústria de armamentos» na América. Acrescentava que os Estados Unidos «despendiam com a segurança militar mais do que os resultados líquidos de todas as corporações dos EUA».

Sublinhava a necessidade de «entender (…) as graves implicações» dessa realidade na própria estrutura da

sábado, 6 de dezembro de 2014

AS MENTIRAS TEÓRICAS DO BANCO MUNDIAL

19 novembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


As acções do Banco Mundial não se resumem a uma sucessão de erros ou de maus actos. Fazem, pelo contrário, parte de uma visão coerente, teórica e conceptual, que se ensina doutamente na maioria das universidades, sustentada por centenas de livros de economia do desenvolvimento. O Banco produz uma verdadeira ideologia do desenvolvimento. Quando os factos desmentem a teoria, o Banco não questiona a teoria. Ao invés, tenta deformar a realidade para continuar a proteger o dogma.

O Banco Mundial considera que os países em desenvolvimento PED |1| devem recorrer ao endividamento externo e atrair investimento estrangeiro para progredirem. Esse endividamento serve principalmente para comprar equipamento e bens de consumo aos países mais industrializados. Os factos demonstram, dia após dia, há décadas, que isso não funciona. Os modelos que influenciaram o Banco Mundial implicam logicamente uma forte dependência dos PED das entradas de capital externo, principalmente sob a forma de empréstimos, na ilusão de atingirem um nível de desenvolvimento auto-sustentado. Os empréstimos são considerados pelos fornecedores de fundos públicos (governos dos países mais industrializados e BM em particular) como um poderoso meio de influenciar os países endividados. Portanto, as acções do Banco não se resumem a uma sucessão de erros ou de maus actos. Pelo contrário, fazem parte

terça-feira, 4 de março de 2014

INSTRUMENTOS “MADE IN USA” DE LA SEDICIÓN EN VENEZUELA

4 marzo 2014, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)

Por Atilio A Borón

Si hay una pregunta que resulta ociosa –¡y hasta ridícula!- en relación a la situación imperante en Venezuela es aquella que se interroga sobre si Estados Unidos está jugando o no un papel en los desmanes y violentos disturbios promovidos por un sector de la oposición que transitó desde la protesta pacífica a la sedición, entendida ésta como toda acción que pretenda cambiar por la vía de la violencia el orden constitucional o las autoridades legalmente establecidas en un país.

Merced a su férreo control de la prensa gráfica, radial y televisiva la derecha vernácula y el imperialismo denuncian al gobierno bolivariano por acosar a la oposición y reprimir manifestaciones “pacíficas”, siendo que sólo lo ha hecho luego de que las fuerzas de seguridad del estado tolerasen toda clase de agresiones, de hecho y de palabra, y que los sediciosos se lanzaran “pacíficamente” a incendiar edificios gubernamentales, medios de transporte o a destruir centros de salud, escuelas o cualquier propiedad pública.
La pregunta es ociosa, decíamos, porque la injerencia de Estados Unidos en Venezuela obedece a la propia lógica del imperio: dado que Washington ejerce un poder global, planetario, si bien declinante, sería absurdo pensar que permanecería de brazos cruzados en un país que al día de hoy cuenta con la mayor reserva petrolera (comprobada por fuentes independientes) del planeta, superiores a las de Arabia Saudita y situado a pocos días de navegación de su gran centro receptor de petróleo importado, Houston. Estados Unidos se involucra permanentemente en todos los países, con variable intensidad según su significación geopolítica global. Como Venezuela tiene una importancia excepcional en este rubro no es casual que

terça-feira, 29 de maio de 2007

Successor to Wolfowitz sparks debate amid transparency call

Washington: The White House has begun searching for a successor to outgoing World Bank president Paul Wolfowitz amid questions about the tradition that allows Washington to name an American as the development lender’s leader.

Europeans ­ who were particularly critical of Wolfowitz and backed the drive to oust him from the bank ­ nevertheless continue to support that Washington maintain its role in naming the World Bank president.

But several non-governmental organisations, along with Brazil, South Africa, have called for the replacement search to be opened to non-American candidates and to focus on the person’s competence rather than nationality.

On Saturday Brazilian Finance Minister Guido Mantega called for the selection process to take place “in an open and transparent environment without restriction on the candidates by nationality.”

Australia yesterday joined South Africa and Brazil in urging the US to abide by an agreement of the Group of 20 economic powers to open up selection of the new head of the World Bank to non-American candidates.

Australia said it strongly supported the G20 position that the heads of both the World Bank and the International Monetary Fund (IMF) should be appointed using an open, transparent selection process with candidates not restricted by nationality. Leading contenders mentioned in the US media are Robert Zoellick, the former US trade representative and deputy secretary of state, and current Deputy Treasury Secretary Robert Kimmitt.

Also suggested is Bill Frist, the former Republican majority leader in the US Senate, even though his political alignment is not far from that of Wolfowitz, whose credentials as a US conservative and war-hawk clouded his reception at the bank when named in 2005. John Danforth, a former US ambassador to the UN, is also under consideration.

The development community, meanwhile, is suggesting non-American candidates like outgoing British Prime Minister Tony Blair, Kemal Dervis of Turkey ­ the current administrator of the UN Development Programme ­ and Trevor Manual, the South African finance minister. White House spokesman Tony Fratto said he did not expect the US decision on the new bank president would come very quickly.

He stressed that the US should retain control of the search for Wolfowitz’s successor, overseen by Treasury Secretary Henry Paulson.

Wolfowitz, accused of personally arranging the extraordinary promotion and salary package for his companion, also a World Bank employee, was forced to announce his resignation on May 17, after six weeks of crisis.

According to an unwritten rule, the US chooses the president of the World Bank while European states designate the head of the IMF, the other institution born out of the 1944 Bretton Woods agreements.

“I did not hear that countries sitting to the board of directors wished to question this practice,” declared Tuesday Jean-Baptiste Mattei, the spokesperson of the French foreign affairs ministry. But Brazil’s Mantega branded the standing practice as an “anachronism which should be ended.”

Non-governmental organisations and development activists say that the current situation offers an opportunity to abolish the rule and base the selection process on merit rather than on the nationality of candidates.

“This is a multilateral institution, and there should be a multilateral process for choosing its head,” said Bernice Romero, advocacy director of Oxfam International. “The US says that it is consulting widely, but this is not enough. Other countries must step forward and name candidates,” she added. ­(Gulf Times / Qatar / May 28, 2007)