27 janeiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com
(Brasil)
22/1/2015, F. William Engdahl*, New Eastern Outlook
Traduzido pelo
pessoal da Vila Vudu
Ao longo de praticamente um quarto de século da
chamada “globalização econômica”, a habilidade de Wall Street para ser o lar das únicas agências
“globais” de risco para distribuir “graus” ao valor dos créditos pelo mundo tem
sido uma das armas mais efetivas para guerra financeira, no arsenal de Wall Street. Eles “qualificam”
nações e empresas privadas. Agora vem aí uma resposta ao monopólio dos “graus”
que sempre esteve em mãos das norte-americanas Moody’s, Standard & Poors,
Fitch. Mas não vem da União Europeia, o que seria mais do que esperável e útil.
Vem de Rússia e China − como tantas das mais importantes e
desafiadoras iniciativas nos últimos tempos.
Hoje, apesar das repetidas crises
financeiras nas quais as Três Grandes de New York [agências de avaliação de crédito]
ou falharam ou obraram por claro viés político na “classificação”, pode-se
dizer que Moody’s, Standard & Poor’s e Fitch Ratings têm um virtual
monopólio global. As “Três Grandes”, como são chamadas, distribuem 98% das
avaliações de crédito nos EUA e cerca de 95% em todo o mundo. Chama-se
“INFLUÊNCIA”, brother.
Durante a IIa. Grande Guerra trabalhou para o Partido Nazista da Hungria coletandoVALORES dos judeus que eram enviados aos campos de extermínio
Em entrevista à rede CBS declarou que seu tabalho com os NAZIS
foi o melhor tempo de sua vida
O sistema que os mais importantes
bancos de Wall Street desenvolveram depois de 1944 para fazer
de New York o centro financeiro do mundo e do dólar sua moeda
de reserva tem várias facetas bem planejadas. Depois de 1945, foi o fato de que
o Federal Reserve dos EUA detinha cerca de 70% do ouro monetário do mundo, de
tal modo que o dólar então “valia ouro”. As nações da Europa derrotada
disputavam cada dólar possível para comprar máquinas e bens norte-americanos
para a reconstrução do pós-guerra. O Plano Marshall foi explicitamente
desenhado para usar dólares dos contribuintes dos EUA