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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Colombia/Gobierno y FARC-EP dan paso sustancial para despejar ruta de paz

13 noviembre 2016, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Por Adalys Pilar Mireles

Bogotá (PL) -- Con el nuevo pacto suscrito por el Gobierno colombiano y las FARC-EP comienzan a despejar la espinosa ruta de la paz, temporalmente entorpecida por los resultados del reciente plebiscito.

Aunque ambas partes consideraron que el anterior consenso -- rechazado por la mayoría de los participantes en esa consulta -- contenía las reformas y medidas indispensables para terminar un largo conflicto y construir de conjunto un escenario de distensión, el resultado de ese ejercicio democrático los obligó a perfeccionarlo.

Luego de complejas discusiones

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Colombia/EL PLEBISCITO EN COLOMBIA: UNA OPORTUNIDAD PERDIDA

3 octubre 2016, Tlaxcla http://www.tlaxcala-int.org (Mexico)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity

Atilio Boron*

El resultado del plebiscito colombiano reveló la profundidad de la polarización que, desde el fondo de su historia, caracteriza a la sociedad colombiana. También, la grave crisis de su arcaico sistema político incapaz de suscitar la participación ciudadana que ante un plebiscito fundacional -¡nada menos que para poner fin a una guerra de más de medio siglo!- que apenas si logró que una de cada tres personas habilitadas para votar acudiera a las urnas, una tasa de participación inferior a la ya de por si habitualmente baja que caracteriza a la política colombiana.

La del día de ayer fue la mayor abstención en los últimos veintidós años y su resultado fue tan ajustado que hizo que la victoria del NO, como hubiera ocurrido ante un eventual triunfo del SI, sea más un dato estadístico que un rotundo hecho político. Los partidarios del SI habían dicho que lo que se necesitaba para consolidar la paz era una amplia victoria, que no bastaba simplemente con superar

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

COLOMBIA SEGUIRÁ BUSCANDO LA PAZ

3 octubre 2016, TeleSur http://www.telesurtv.net (Venezuela)

En Colombia se mantendrá el cese al fuego, a pesar de que en el plebiscito el rechazo a los acuerdos de paz se im­puso con el 50,22 por ciento.


El gobierno colombiano y las Fuerzas Armadas Re­volucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo (FARC-EP) seguirán buscando opciones para alcanzar la paz, a pesar de que este domingo los ciudadanos se pronunciaran por es­tre­cho margen en contra de los acuerdos alcanzados tras cerca de cuatro años de negociaciones.

En medio de una intensa campaña política y con evidente polarización, 35 millones de colombianos estaban llamados a las urnas este domingo para responder Sí o No a la pregunta: ¿Apoya usted

¿QUÉ VIENE TRAS EL TRIUNFO DEL NO EN EL PLEBISCITO DE COLOMBIA?

2 octubre 2016, TeleSur http://www.telesurtv.net (Venezuela)

El presidente de Colombia, Juan Manuel Santos, garantizó que mantendrá el cese al fuego bilateral.

49,77 por ciento de los colombianos votó Sí y 50,22 por ciento votó No en el plebiscito de refrendación del acuerdo de paz firmado por el Gobierno y las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia - Ejército del Pueblo (FARC–EP), tras más de cuatro años de negociaciones.
En los estados fronterizos, donde hay mayor impacto del conflicto armado de más de 52 años, ganó la opción del Sí. Pero los estados con menos incidentes definieron el resultado del plebiscito.

El Gobierno no tenía la obligación de someter a votación el acuerdo, legalmente podía firmarlos e implementarlos, pero decidió realizar la consulta para darles legitimidad política ante un sociedad dividida entre diferentes conceptos de paz y la guerra.

¿Qué viene ahora?
Lo primero que debe destacarse es que el plebiscito era políticamente vinculante, pero legalmente

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Colombia/El Gobierno colombiano y las FARC sellan el acuerdo definitivo de paz

27 septiembre 2016, Naiz http://www.naiz.eus (País Basco, España)

Cartagena -- El Ejecutivo colombiano y las FARC han sellado el acuerdo definitivo de paz en un solemne acto celebrado en la ciudad de Cartagena. La sociedad colombiana debe ahora refrendar lo acordado en un plebiscito que se celebrará el domingo.


El presidente de Colombia, Juan Manuel Santos, y el líder de las Fuerzas Armada Revolucionarias de Colombia (FARC), Rodrigo Echeverri Londoño, alias 'Timochenko', han sellado esta madrugada el acuerdo cerrado en agosto tras cuatro años de negociaciones que pone fin a la guerra más longeva del hemisferio occidental.

Santos y 'Timochenko' han estampado sus firmas en el texto pactado durante una ceremonia solemne que se ha iniciado a las 17.00 horas en la ciudad colombiana de Cartagena. Este momento histórico ha quedado atestiguado por 15 jefes de Estado, la mayoría latinoamericanos y una decena de

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Brasil/Dilma reforça plebiscito: Quem deve decidir o futuro do país é o povo



17 agosto 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)



Em mensagem dirigida à população brasileira e ao Senado, lida nesta terça-feira (16) durante pronunciamento no Palácio da Alvorada, a presidenta eleita Dilma Rousseff reafirmou seu compromisso com a democracia, denunciou o golpe contra seu mandato e defendeu a realização de um plebiscito para que o povo decida sobre uma eventual antecipação das eleições presidenciais.

“Todos sabemos que há um impasse gerado pelo esgotamento do sistema político, seja pelo número excessivo de partidos, pelas práticas políticas questionáveis a exigir profunda transformação nas regras vigentes. Estou convencida da necessidade e darei apoio irrestrito à convocação de plebiscito para consultar a população sobre a realização antecipada de eleições, bem como sobre a reforma política e

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Brasil/Plebiscito: quando os brasileiros não fogem à luta



2 agosto 2016, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br  (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff explicitou nesta segunda-feira (1º) sua adesão à ideia de convocação de um plebiscito sobre a antecipação das eleições. Ela foi clara: quem define o destino dela própria como presidenta e do mandato que recebeu em 2014 é o povo brasileiro.

Temos que lutar “para viabilizar o plebiscito. Pode ser difícil passar (no Congresso), a eleição direta foi também”, disse em referência à luta ocorrida faz mais de 30 anos pela reconquista do direito de eleger o presidente da República. Direito agora escamoteado pelos golpistas que

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Brasil/Frente Povo Sem Medo: Contra retrocessos do governo Temer


27 julho 2016, Vermelho http://vermelho.org.br (Brasil)
 

A organização de entidades sociais -- Frente Povo Sem Medo -- que está promovendo a mobilização de uma série de manifestações pelo Fora Temer em todo o país neste domingo (31) contra o golpe de Estado, divulga manifesto em que repudia os retrocessos de direitos fundamentais conquistados com muita luta pelo povo e alerta a população pela necessidade urgente de mobilização social.

 
O documento retrata a grave ameaça de retrocesso do governo ilegítimo que aplica em menos de dois meses, um programa que não foi aprovado pelo povo nas ruas, além disso, diz o texto, o governo interino tem dado fim aos avanços conquistados pelo povo com muita luta.

"Estamos diante da ameaça de uma regressão social grave, com desmonte dos direitos trabalhistas e dos programas sociais conquistados pelo povo brasileiro, além da entrega do património público. O golpe é duplo: um presidente que não foi eleito, aplicando um programa que também não o foi e jamais seria."

Leia o manifesto, na íntegra:

“Declaração da Frente Povo Sem Medo - Julho de 2016

Não precisou nem dois meses para que as máscaras caíssem e as razões do golpe fossem expostas em praça pública. O aprofundamento de uma política antipopular e entreguista veio já nos primeiros dias. E logo ficou claro que a suposta batalha contra a corrupção serviu mesmo para levar uma quadrilha ao comando do país. Três ministros caíram em menos de um mês. As denúncias só se aprofundam, chegando agora diretamente ao próprio presidente ilegítimo.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Brasil/PLEBISCITO PARA “BOTAR A CARA” NA DEMOCRACIA



18/07/2016, Conversa Afiada http://www.conversaafiada.com.br (Brasil)

Carina: a juventude quer ouvir a voz do Brasil


 
O Conversa Afiada publica o artigo de Carina Vitral, presidente da UNE:

O momento político do Brasil desperta paixões. Obviamente, não haveria como ser diferente em uma conjuntura de rompimento do pacto democrático, firmado após a ditadura militar, e da ofensiva golpista de um grupo que não aceitou o resultado das urnas. Vivemos um dos momentos mais complexos e mais graves da história nacional, com a peculiaridade de um golpe de Estado sem tanques, mas com a violência autoritária de setores do parlamento, a mão de ferro do judiciário, a ação ilegítima de uma mídia nativa monopolizada, o controle das opiniões e da verdade.

Frente a esse cenário, os movimentos sociais, os setores progressistas da sociedade precisam respirar fundo, entender o que está em jogo, planejar o contra-ataque para recuperar o que foi tomado do país: a democracia. A União Nacional dos Estudantes realizou esse exercício de reflexão e

terça-feira, 14 de junho de 2016

Brasil/O IMPEACHMENT E O PLEBISCITO



13 junho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Pedro Paulo Zahluth Bastos
                                                                              
                                         

É essencial que os movimentos empunhem a agenda do plebiscito: o povo deve ser consultado sobre a antecipação de eleições presidenciais e legislativas.


A hipótese de que o impeachment da presidenta Dilma Rousseff foi um evento jurídico perfeito, ou seja, que não foi um golpe, não é mais defendida por nenhum observador desinteressado, ou pelo menos capaz de mudar de opinião à luz de evidências.

Duas evidências recentes destruíram os últimos argumentos quanto à legalidade do impeachment. Primeiro, como se sabe, as gravações em que líderes do PMDB como Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney tramavam contra a operação Lava-Jato e admitiam a necessidade, com o impeachment, de “parar a sangria” do sistema político corrupto.

Os corruptos admitiram que Dilma precisava ser afastada porque não admitia um acordo para barrar as investigações sobre a corrupção. A legislação brasileira, contudo, não prevê a revogação de mandato por causa da perda de apoio parlamentar do presidente, e muito menos porque

Brasil/A SAÍDA DEMOCRÁTICA DA CRISE É O PLEBISCITO



11 junho 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Por Emir Sader*

O Brasil não sairá o mesmo depois desta profunda e prolongada crise, que não poupou a nenhuma instituição política, mas sobretudo questionou a legitimidade do sistema político. Sairá melhor ou pior, mais democrático ou mais autoritário.

Sairá pior se o golpe se consolidar, porque o período democrático da nossa história teria um desfecho de ruptura, com um bando de políticos aventureiros assaltando o Estado sem votos, sem legitimidade, buscando desmontar todos os avanços conseguidos nos últimos anos. Terá sido consagrado o método do golpe, da falta de respeito à vontade democrática da maioria.

Mas o Brasil sairá melhor, se for imposta uma solução democrática à crise. Se, às mais grandes mobilizações populares, aos argumentos irrefutáveis contra o golpe e a favor da democracia, se unir uma solução política que

terça-feira, 18 de agosto de 2015

ANTE EL AGOTAMIENTO DE LA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA, URGE MIRAR HACIA LAS DEMOCRACIAS SURAMERICANAS

18 agosto 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


Si bien la democracia representativa fue hija predilecta de la modernidad, la misma que no pudo alcanzar su mayoría de edad por sus contradicciones internas y la excesiva avaricia de las élites de poder. Sin embargo, ello no significó la desaparición de otras prácticas democráticas participativas, comunitarias y asamblearias, aunque estos tipos de democracia fueron sistemáticamente excluidos del constitucionalismo liberal, y de los ordenamientos legales internos.

Desde finales del pasado siglo, el neoconstitucionalismo suramericano, con sus nuevos actores sociopolíticos colectivos, incorporó, en los ordenamientos jurídicos internos de primer grado, en varios países con gobiernos progresistas, mecanismos de participación ciudadana directa para democratizar a las democracias formales. Nuevas constituciones políticas como la de Bolivia establecen hasta tres tipos de democracia: participativa, comunitarias y representativa.

¿Qué novedades democráticas nos propone el neoconstitucionalismo suramericano?

Revocatoria de Mandato. En el caso de la República Bolivariana de Venezuela y del Estado Plurinacional de Bolivia, sus respectivas constituciones políticas en vigencia incorporaron la figura de la Revocatoria de Mandato para remover a todos sus funcionarios de elección popular que pierdan legitimidad social. En estos dos países, desde el o la Presidenta del país, pasando por diputados/as, hasta los alcaldes/as, pueden ser removidos de sus cargos (mediante consulta popular) cuando existan evidentes actos de corrupción o incumplimiento de los programas de gobierno con el que fueron electos.

En Colombia, Perú, Ecuador, etc., existe esta figura jurídica, pero sólo para destituir alcaldes y diputados. Bolivia y Venezuela son los dos únicos países donde se puede revocar el mandato a los presidentes mediante consulta popular. Hugo Chávez y Evo Morales se sometieron a dicho mecanismo popular de control y sanción política.

Elección popular de Magistrados del Órgano Judicial. En el caso de Bolivia, los magistrados de la Corte Suprema de Justicia y del Tribunal Constitucional Plurinacional son electos por voto popular. Sí, aunque Ud. no lo crea, y aunque la doctrina constitucionalista tradicional se incomode. Bolivia es el único país donde la ciudadanía elige, por voto popular, a sus máximos administradores de justicia, y se garantiza el carácter plurinacional en su conformación.

De esta manera, se intenta evitar la manipulación política que

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Brasil/Dilma: "Quero ser uma presidenta muito melhor do que fui até agora"

26 outubro 2014, Vermelho http://vermelho.org.br (Brasil)

Foto: Ichiro Guerra

O primeiro pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff depois que as urnas deram a ela o segundo mandato foi realizado às 21h30 em um hotel em Brasília-DF com a presença de presidentes dos partidos da base aliada, autoridades políticas e militantes.

“Eu queria cumprimentar e agradecer a cada um de vocês. Começo saudando o ex-presidente Lula. Dirijo meu agradecimento ao vice-presidente da República, Michel Temer.” Dilma cumprimentou ainda o presidente do PT, Rui Falcão, o presidente do PDT, Carlos Lupi, e o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, além dos ministros, deputados, senadores, jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas, “que me honram com a sua presença”, disse.

Bastante rouca, a presidenta pediu por várias vezes silêncio para o público que, entusiasmado, aclamava seu nome. “Chegamos ao final de uma disputa eleitoral que mobilizou todas as forças do nosso país, da nação. Como vencedora eu tenho palavras de agradecimentos”, disse Dilma.

A presidenta agradeceu ainda à sua militância dizendo que eles sustentaram a aliança e foram decisivos para a vitória. “Agradeço a cada um e a cada uma dos militantes combativos, que foi a alma e que foi a força que nos levou à vitória. Agradeço sem exceção a todos os brasileiros e brasileiros. Eu faço o agradecimento ao militante número um, das causas do povo e do Brasil, o presidente Lula.”

Brasil/DILMA REELEITA: ALÍVIO E ALEGRIA NA VITÓRIA DO POVO BRASILEIRO

26 outubro 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Ufa! A vitória da presidenta Dilma Rousseff, ao ser reeleita neste domingo (26) para mais um mandato na Presidência da República, desperta em primeiro lugar uma confortante sensação de alívio. A nação e o povo estão salvos da restauração conservadora e neoliberal e da regressão civilizacional que representaria o retorno do poder às mãos de uma coligação reacionária liderada pelo PSDB e seu candidato derrotado, Aécio Neves. 

Ninguém duvida, porque afinal a radicalização do debate entre posições que se polarizaram in extremis na fase final da campanha eleitoral obrigou o candidato derrotado e seus apoiadores a abrirem o jogo, que se Aécio vencesse a disputa, o governo central da República cairia nas mãos de uma camarilha golpista, revanchista, sôfrega e voluptuosa, pronta para liquidar as conquistas que ao longo dos últimos 12 anos fortaleceram a democracia e abriram o caminho para o progresso social. 

Esta ameaça de regressão é plena de significados, num país

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Brasil/13 MOTIVOS PARA VOTAR NA DILMA

22 set 2014, Zé Dirceu http://www.zedirceu.com.br (Brasil)

Por Wadih Damous*

Esta eleição presidencial se desenha como a mais disputada dos últimos anos. A morte de Eduardo Campos e o perfil que assumiu a candidatura Marina Silva tornaram o resultado imprevisível.


Marina tenta se equilibrar numa tênue linha que torne compatíveis suas posições anteriores e as de seus novos aliados de alma tucana. Ainda que perca credibilidade com seus vaivens e com uma ginástica que parece não ter fim, o resultado da eleição não está definido, nem a vitória de Dilma Roussef, assegurada.

Daí a importância de se ter clara a diferença entre as duas alternativas.

Dilma significa a preservação do papel do Estado e dos bancos públicos na economia e na sociedade como elementos indutores do progresso, numa perspectiva de redução das desigualdades. Ela é a opção dos que compreendem que

sábado, 6 de setembro de 2014

Brasil/Milhões de brasileiros e brasileiras já votaram no Plebiscito Popular pela reforma política

5 setembro 2014, ADITAL, Agência de Informação Frei Tito para América Latina http://site.adital.com.br  (Brasil)


Até este domingo, 07 de setembro, estará nas ruas a campanha do Plebiscito Popular para as pessoas respondam a pergunta: "Você é a favor de uma Constituinte Exclusiva e Soberana para a Reforma do Sistema Político?” A ideia é que o plebiscito pressione o Congresso Nacional pela convocação de um plebiscito oficial para discutir questões como o financiamento privado de campanhas, a representatividade no Parlamento e os mecanismos de democracia direta.

O Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político já conta com mais de 30 mil urnas distribuídas por todos os estados brasileiros (clique aqui para acessar os locais de votação). Nessa mobilização, mais de 100 mil pessoas trabalham voluntariamente pela coleta de votos, que acontece também pela Internet. Desde o primeiro dia de votação, que se iniciou na última segunda-feira, 1º, o site do plebiscito já teve mais de 3 milhões de acessos. A campanha está

Brasil/Semana Nacional de Luta pela Reforma Política Democrática

2 setembro 2014,  Revista Missões http://www.revistamissoes.org.br (Brasil)

Assessoria de Imprensa

Ao longo desta semana, de 1º a 7 de setembro, acontece a Semana Nacional de Luta pela Reforma Política Democrática. Mais de 400 organizações sociais promovem, em todas as regiões do Brasil, coletas de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Reforma Política e Eleições Limpas e recolhimento de votos para o Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

As duas iniciativas, apoiadas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), buscam colocar em evidência debates sobre as necessárias mudanças políticas no país.

O projeto de lei de iniciativa popular pela Reforma Política e Eleições Limpas é organizado por uma Coalizão de cem entidades, entre elas a CNBB, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), autores do Ficha Limpa,

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Brasil/CONSTITUINTE EXCLUSIVA PARA REFORMA POLÍTICA GANHA AS RUAS

2 setembro 2014, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br (Brasil)


As ruas pediram, Dilma tentou, mas são os movimentos sociais que encampam a bandeira da uma mudança estrutural na política brasileira

Por Bruno Pavan

A série de protestos que foram chama­dos de “Jornadas de junho” em 2013 ain­da é motivo para dezenas de análises. O que começou com um questionamento do transporte público nas capitais, pas­sou por uma solidariedade às vítimas de violência policial e desaguou numa crise de representatividade dos que estavam nas ruas contra os partidos políticos.


Abr “Jornadas de junho” em 2013

As placas de “não me representam” to­maram conta das ruas por todo o Brasil chegando, inclusive, a fazer a presidenta Dilma Rousseff chamar uma rede nacio­nal para se posicionar e procurar dar res­posta às ruas. Em um dos cinco pontos levantados, a presidenta anunciou a con­vocação da criação de um plebiscito po­pular para uma Constituinte exclusiva do sistema político.

Resumindo, o governo faria uma con­sulta em que questionaria a população de seu desejo de eleger um Congresso exclu­sivamente para traçar um novo sistema político no Brasil. Horas depois, deputa­dos, ministros e até o vice-presidente da República jogavam água fria na ideia da presidenta.

Acontece que a sociedade aproveitou o espaço aberto na discussão para

Brasil/ENTENDA COMO FUNCIONA UMA CONSTITUINTE EXCLUSIVA PARA REFORMA POLÍTICA

2 setembro 2014, Revista Forum http://www.revistaforum.com.br (Brasil)

Por Marcelo Hailer, na Fórum Semanal

Especialista explica o que difere a Constituinte exclusiva das outras Constituintes

Começou nesta segunda-feira (1) o Plebiscito popular por uma constituinte exclusiva à reforma política. O objetivo é colher 10 milhões de votos favoráveis para pressionar o Congresso Nacional a convocar a Assembleia Constituinte. Porém, muita gente ainda tem dúvidas de como funciona a convocação de uma Constituinte Exclusiva.

Na entrevista que você confere a seguir, o professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), José Luiz Quadro de Magalhães, responde algumas perguntas sobre o assunto: Como funciona uma Constituinte? Quem participa? O que difere a Constituinte exclusiva das outras Constituintes?

O Plebiscito popular por uma reforma política acontece até o dia 7 de setembro. Além das urnas físicas, é possível votar online.

Fórum – O que difere a Constituinte exclusiva das outras Constituintes?

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Brasil∕PLEBISCITO POPULAR PELA REFORMA DO SISTEMA POLÍTICO



1º. setembro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Coluna de Emir Sader

Entre os dias 1º e 7 de setembro será realizado um plebiscito popular por uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

1. Está convocado um plebiscito popular, entre os dias 1 e 7 de setembro, por uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

2. No atual sistema político, as empresas financiam mais de 90% dos recursos das campanhas eleitorais, os eleitos são controlados pelos interesses delas e não dos cidadãos que votaram.

3. Como resultado disso embora sejam apenas 3% da população, os empregadores tem 49% dos representantes na Câmara dos Deputados. Enquanto que os empregados, embora sejam 61% da população, tem apenas 19% dos representantes. Os brancos, sendo 48% da população, tem 92% dos representantes. Os pretos e pardos, sendo 51% da população, tem apenas 8% dos representantes.