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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Brasil/“A democracia incomoda aos que não querem a participação popular” -- Dilma



23 agosto 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Railídia Carvalho    



Fica, Dilma: Presidenta é recebida em ato em São Paulo (Midia Ninja)

“Se você não pode passar pelo crivo do voto, o que eles pensaram: vamos saltar o voto e substituir um colégio eleitoral de 110 milhões de pessoas por um colégio menor de 81 pessoas. É disso que se trata”, afirmou a presidenta eleita Dilma Rousseff referindo-se ao golpe imposto ao país com o governo interino de Michel Temer. As declarações foram feitas durante o ato realizado em São Paulo na noite desta terça-feira (23).

A partir da quinta-feira (25) se inicia o julgamento do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.

O ato realizado em São Paulo por entidades do movimento sindical e social e partidos políticos, integrantes da Frente Brasil Popular e da Frente Povo sem Medo, faz parte das ações de denúncia do golpe.  Diversas iniciativas estão programadas para acontecer a partir de quinta-feira (25), simultaneamente às

sábado, 20 de agosto de 2016

Brasil/"Escolher traidor como vice foi erro óbvio" -- Dilma



19 agosto 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)



Em sua entrevista a correspondentes internacionais, a presidente eleita Dilma Rousseff afirmou que seu maior erro foi não ter estudado melhor a personalidade de Michel Temer, antes de aceitar tê-lo como vice em sua chapa; "Errei porque escolhi uma pessoa que teve uma atitude de traição em relação à cabeça de chapa, que sou eu. Eu tive 54,5 milhões de votos. Os votos foram dados à minha candidatura", disse ela;  "O erro político, é, visivelmente eu errei na escolha do meu vice-presidente. Um erro, eu diria assim, óbvio. Da pessoa eu esperava lealdade"

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Brasil/Dilma reforça plebiscito: Quem deve decidir o futuro do país é o povo



17 agosto 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)



Em mensagem dirigida à população brasileira e ao Senado, lida nesta terça-feira (16) durante pronunciamento no Palácio da Alvorada, a presidenta eleita Dilma Rousseff reafirmou seu compromisso com a democracia, denunciou o golpe contra seu mandato e defendeu a realização de um plebiscito para que o povo decida sobre uma eventual antecipação das eleições presidenciais.

“Todos sabemos que há um impasse gerado pelo esgotamento do sistema político, seja pelo número excessivo de partidos, pelas práticas políticas questionáveis a exigir profunda transformação nas regras vigentes. Estou convencida da necessidade e darei apoio irrestrito à convocação de plebiscito para consultar a população sobre a realização antecipada de eleições, bem como sobre a reforma política e

terça-feira, 19 de abril de 2016

Brasil/OS 119 GOLPISTAS COM PROCESSOS NA JUSTIÇA



19 abril 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Altamiro Borges*, em seu blog

No show de horrores da aprovação do impeachment de Dilma na Câmara Federal, no domingo (17), o cinismo dos moralistas sem moral ficou patente

Até alguns "midiotas" que apoiaram o golpe devem ter sentido ânsia de vômito - talvez se arrependendo, no íntimo, da besteira que fizeram. Houve casos grotescos de cafajestice, como o da deputada Raquel Muniz (PSD-MG), que dedicou seu voto "contra a corrupção" ao marido Ruy Muniz, que é prefeito de Montes Claros. Um dia depois da cena patética, nesta segunda-feira, o cônjuge foi preso pela Polícia Federal acusado de desviar recursos do hospital público da cidade mineira para favorecer a sua clínica particular. Ele foi denunciado por "falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação pública, estelionato, prevaricação e peculato". Haja ética!

Outro caso deprimente é o do deputado
Bruno Araújo (PSDB-PE), que garantiu o decisivo 342º voto pelo impeachment de Dilma. Segundo matéria do insuspeito Estadão nesta segunda-feira, o tucano "é oriundo de uma família de políticos. Em 1998, aos 26 anos, ele foi eleito pelo PSDB o deputado mais jovem de Pernambucano, com mais de 34 mil votos. No Estado, ele chegou a presidir a Assembleia Legislativa... Araújo teve o nome citado na lista de pagamentos feitos pela Odebrecht, relevada após busca e apreensão feita pela Operação Lava Jato em março deste ano. A citação do nome do tucano é referente às campanhas eleitorais de 2010 e 2012".

Mas a lista dos falsos moralistas que aprovaram, "em nome de Deus e da família", o impeachment de Dilma não se restringe a

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Brasil/‘FICOU CLARO QUE EXISTEM DOIS CHEFES DO GOLPE, QUE AGEM EM CONJUNTO’, diz Dilma sobre áudio



12 abril 2016, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)


Sobre o áudio, Dilma afirmou: “Se ainda havia alguma dúvida sobre o golpe, a farsa e a traição em curso, não há mais. Há um golpe de Estado em andamento”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


A presidenta Dilma Rousseff disse na tarde desta terça-feira (12), durante o Encontro da Educação pela Democracia, no Palácio do Planalto, que a máscara dos golpistas caiu com o vazamento do áudio em que o vice-presidente faz uma espécie de discurso de posse, como se o impeachment já tivesse sido aprovado pela Câmara dos Deputados. Segundo Dilma, ficou claro que há dois chefes do golpe que

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Moçambique/Crimes Financeiros: Maputo acolhe reunião das Alfândegas da CPLP

9 abril 2014, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

A cidade de Maputo acolhe desde esta terça-feira, a Reunião do Grupo de Trabalho de Alto Nível das Alfândegas da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, CPLP.

No encontro, as Alfândegas da CPLP pretendem discutir e harmonizar políticas, bem como estratégias de combate ao crime, branqueamento de capitais, financiamento de acções terroristas e promover a facilitação do comércio, nos países da organização.

O Presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, Rosário Fernandes, disse que os países presentes neste encontro, devem adoptar práticas que contribuam para o desenvolvimento de finanças públicas, dos respectivos países.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Brasil/O CHARLATANISMO ECONÔMICO POR TRÁS DAS AGÊNCIAS DE RISCO



10 junho 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Hoje, a maior influência das agências de risco é exercida através da grande mídia, sobretudo no plano ideológico, para forçar mudanças na política econômica. No caso atual, elas exigem juros altos, câmbio valorizado e superávit primário elevado, em nome de uma suposta austeridade na gestão econômica. Por J. Carlos de Assis


Uma agência de risco diz que pode rebaixar a nota brasileira. A grande mídia faz disso o maior estardalhaço. É como se fôssemos alunos de escola primária ameaçados de reprovação. Algumas autoridades do próprio governo, por sua vez, intimidadas, passam a dar justificativas no sentido de atenuar a previsão -- o que resulta, em última análise, num procedimento de legitimação de espúria intervenção de uma entidade privada internacional na condução da política econômica do país.

As agências de classificação de risco não conseguiram prever a maior crise da história do capitalismo iniciada em 2008.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Venezuela/Governo intervém em banco em meio a escândalo bilionário

19 fevereiro 2009/ Claudia Jardim, BBC Brasil

Fonte. Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br

O ministro de Economia da Venezuela, Alí Rodríguez Araque, anunciou nesta quinta-feira a intervenção do governo no banco Stanford Bank Venezuela para proteger os ativos em bolívares (moeda local) dos correntistas venezuelanos, em meio a um escândalo financeiro envolvendo o grupo ao qual o banco é ligado.
A crise teve início na terça-feira, quando o governo dos Estados Unidos anunciou que o empresário americano Allen Stanford, presidente do grupo Stanford, pode ter cometido uma fraude de cerca de US$ 8 bilhões no sistema financeiro e centenas de pessoas correram às agências de bancos Stanford em uma tentativa de retirar o dinheiro depositado.
Rodríguez Araque afirmou que o sistema bancário nacional é seguro e pediu "tranquilidade" aos venezuelanos, ao reiterar que a sucursal do Stanford Bank na Venezuela é independente dos bancos do grupo no Caribe e nos Estados Unidos.
"Nesse momento estamos indagando que repercussão terá o acontecimento com a instituição no exterior, ao mesmo tempo em que solicitamos às autoridades americanas informação sobre a situação real", afirmou o ministro em uma entrevista coletiva em Caracas.
O ministro de Economia afirmou que "Stanford Bank Venezuela será colocado à venda o antes possível" e que já há grupos interessados na compra do banco.
"O trabalho do governo é evitar que a crise capitalista afete a economia venezuelana", afirmou.

Antígua
O superintendente de bancos da Venezuela, Edgar Hernández Behrens, afirmou que somente na terça-feira cerca de 57 milhões de bolívares (aproximadamente US$ 26 milhões) foram retirados das agências pelos clientes locais, o que teria afetado a liquidez da instituição.
Com a intervenção do Estado, os ativos dos venezuelanos em bolívares estariam protegidos. No entanto, os venezuelanos com contas no paraíso fiscal da ilha de Antígua, cujos fundos em dólares poderiam alcançar cerca de US$ 2,5 bilhões, estariam ameaçados. Na última terça-feira, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) acusou Allen Stanford de uma fraude bilionária envolvendo a comercialização de certificados de depósitos de alta rentabilidade que prometiam enormes retornos aos clientes.
Entre as companhias acusadas de participar da fraude estão a Stanford International Bank, com sede na ilha caribenha de Antígua, a Stanford Group Co., baseada em Houston, nos Estados Unidos, e a consultoria Stanford Capital Management. As empresas tiveram parte de seus ativos congelados.
Além disso, o grupo Stanford possui vários negócios na América Latina, o que fez com que muitos acionistas ficassem preocupados.

Crise regional
Além da Venezuela, México e outros clientes na América Latina com contas em Antígua correram às agências para tentar resgatar os ativos que estão congelados.
No Panamá, a autoridade que regula a atividade bancária anunciou nesta quarta-feira a tomada do controle da filial do Stanford Financial Group no país.
Já a filial do grupo na Colômbia suspendeu suas operações, com a autorização da Superintendência Financeira do país.
Segundo um comunicado divulgado pelo órgão, a Stanford S.A. só poderá utilizar os recursos em seu poder para cumprir operações e compromissos pendentes.
No Equador, uma subsidiária local do grupo anunciou que deverá suspender suas operações na bolsa de Quito por trinta dias.
A filial do grupo no país, no entanto, afirmou que os investidores domésticos não serão afetados pelo escândalo que atinge a companhia nos Estados Unidos, já que ela seria independente da sede americana.
Já na Cidade do México, dezenas de investidores reivindicaram suas economias em frente aos escritórios da Stanford Financial, que não abriu as portas na quarta-feira.
Mesmo assim, a mexicana Stanford Fondos divulgou um comunicado onde afirma que o "Stanford International Bank é uma entidade diferente do mesmo grupo".

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=2de7cf2043693db2ee898479a6e44529&cod=3338

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Brasil/CPT denuncia fraude em documentos de fazendeiro acusado pela morte de missionária

Ivan Richard, enviado especial

Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

13 novembro 2008

Belém (PA) - Representantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e religiosas da Congregação Notredame, que atuam no município de Anapu, onde foi assassinada a missionária americana Dorothy Stang, apresentaram hoje (13), em Belém (PA),novos documentos sobre o caso.

Segundo eles, os registros podem comprovar que o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão - acusado de ser um dos mandantes do crime - teria utilizado "laranjas" e fraudado documentação de posse do lote onde funciona o Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Esperança - criado pela missionária.

De acordo com o agente pastoral da CPT Ronaldo Pantoja, Regivaldo tem fraudado comprovantes de compra e venda desse lote desde 2000.

“Queremos que a Polícia Federal e o Ministério Público investiguem esses documentos. Desde 2000, eles vêm fraudando documentos para fugir da Justiça”, afirmou Pantoja. “Uma hora ele diz que é dono, em outro momento ele nega ser dono”, completou o agente referindo-se ao fato de que Regivaldo alegou à Justiça que não tinha relação com o lote, por isso, não teria interesse na morte da missionária.

Já no último dia 28, em reunião realizada entre representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e agricultores, Regivaldo disse, segundo ata do encontro, que é dono do lote e possui documentos que comprovam a titularidade.

Hoje, as religiosas apresentaram novos documentos, descobertos durante a investigação policial, que contradizem as alegações do fazendeiro. Até o momento, o único documento de conhecimento público era de abril de 2004 no qual o fazendeiro Regivaldo repassava os 3 mil hectares por R$ 1,6 milhão para Viltamiro Bastos de Moura, o Bida - também acusado de ser mandante do assassinato da missionária.

Dois novos contratos, entretanto, apresentam um novo cenário com relação à posse do local. Em outubro de 2002, de acordo com os documentos, a área havia sido comprada por Valdivino Felipe Andrade Filho, funcionário do fazendeiro Regivaldo. Os cheques utilizados para o pagamento do terreno, entretanto, eram do fazendeiro.

Outro documento, datado de 28 de abril de 2004, aponta que Bida comprou metade da área - que estava em nome de Valdivino - por R$ 633 mil. O surgimento desse contrato mostra que Bida teria comprado o mesmo local duas vezes em um período de menos de um mês.

Com os documentos, as religiosas e a CPT querem reacender novamente a tese de que foi formado um “consórcio”, liderado por Regivaldo e Bida, para assassinar Dorothy.

“Apesar de todos os documentos constarem nos autos do processo, eles não foram analisados com o devido cuidado e atenção. Então queremos que as autoridades voltem a investigar”, disse a religiosa Julia Depwe, que veio para o Brasil há 30 anos com Dorothy Stang.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/11/13/materia.2008-11-13.7259598040/view

Ler também
Procurador quer reabrir processo sobre assassinato

segunda-feira, 9 de julho de 2007

CaboVerde/Portugal apoia país na fiscalização e combate à fraude

Praia, 9 Julho 2004 - Cabo Verde e Portugal assinam esta semana, na Cidade da Praia, um acordo sobre segurança social na área do reforço de capacidade de fiscalização e combate à fraude.

O acordo vai ser assinado pelo presidente do Instituto Nacional de Previdência Social, INPS, António Neves, e pelo presidente do Instituo de Segurança Social de Portugal, Edmundo Martinho.

"Queremos que o apoio de Portugal se diversifique e se aprofunde, nomeadamente nas questões em que temos necessidade neste momento, como o reforço do sector de fiscalização e controle", afirmou, o presidente do INPS, afirmando que espera contar com o apoio de Portugal nesta área.

"Precisamos dinamizar este sector e fazer com que os contribuintes cumpram com as suas obrigações para com o sistema, mas também que os segurados atentem às suas responsabilidades e que as prestações a que tenham acesso sejam as definidas por lei.
Isso porque estamos muito preocupados com a fiscalização e a fraude", explicou. Neste domínio, Portugal deverá ainda apoiar Cabo Verde nas questões ligadas à cobrança de contribuições e nas dívidas ao sistema.

O INPS desenvolve actualmente uma campanha nacional para a cobrança de dívidas ao sistema, que ascendem já a mais de 1 milhão e 147 mil contos (mais de 900 mil euros).

António Neves afirmou que o acordo se enquadra na cooperação que tem sempre existido entre Cabo Verde e Portugal nesta área, através do Ministério do Trabalho e Segurança Social.

Além da assinatura do acordo, o presidente do Instituto de Segurança social de Portugal irá proferir na Praia e no Mindelo uma palestra sobre "Segurança Social: Novas Políticas num Mundo Globalizado - Protecção Social para Todos".

A palestra, de acordo com António Neves, visa despertar a sociedade cabo-verdiana para os problemas que se colocam ao sistema de segurança social na actualidade, nomeadamente no que toca à questão da sustentabilidade financeira.

"Nós queremos trazer a segurança social para a agenda do país, chamando a atenção para os problemas e as dificuldades que temos", adiantou o responsável.

Estas actividades estão enquadradas no dia nacional da segurança social, que se comemora a 15 de Julho.

O programa de actividades inclui ainda uma visita da embaixadora de Portugal em Cabo Verde, Maria Andresen Guimarães, às instalações do INPS no dia 17 de Julho, onde irá assinar o acordo administrativo para a aplicação da convenção de Segurança Social celebrada entre os dois países.

A convenção permite garantir a protecção social contínua e adequada dos nacionais de cada um dos países que exerçam actividade profissional no território de outro país, promovendo a sua integração nas sociedades de acolhimento. (Noticias Lusófonas)