Mostrando postagens com marcador reforma agrária. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reforma agrária. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Mercosul, Brasil/Discursos de Lula na abertura e no encerramento do 7º Congresso do Partido dos Trabalhadores (PT)



Em discurso na abertura do 7º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT)*, em São Paulo, o ex-presidente Lula abordou a trajetória do partido e reforçou a necessidade de uma oposição firme ao governo da extrema-direita de Jair Bolsonaro. Lula agradeceu também a solidariedade e o carinho da militância manifestada durante a sua injusta e ilegal prisão política em Curitiba.

Leia a íntegra do discurso de Lula:

Companheiras e companheiros do PT,
Convidados de todo o Brasil e de outros países,
Minhas amigas, meus amigos,
Esperei muito tempo para poder falar livremente ao povo brasileiro. Esse dia finalmente chegou, e minha primeira palavra tem de ser de agradecimento, pela solidariedade, pelo carinho e pelas manifestações de quem não desistiu de lutar e vai continuar lutando pela verdadeira justiça.

Durante 580 dias fui isolado da família, dos amigos e companheiros, apartado do povo, mesmo tendo o direito constitucional de recorrer em liberdade contra a sentença injusta e fraudulenta de um juiz parcial. Um direito que somente agora foi proclamado pelo Supremo Tribunal Federal, para todos, sem exceção.

Com as armas da verdade e da lei, continuarei lutando para que os tribunais reconheçam, agora, que fui condenado por quem sequer poderia ter me julgado: um ex-juiz que atuou fora da lei, grampeou advogados, mentiu ao país e aos tribunais, antes de

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Brasil/Polícia fecha entradas da Câmara para impedir acesso de indígenas



23 novembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 

As  polícias militar e legislativa cercaram o prédio e fecharam entradas da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (23), para impedir a entrada de índios, quilombolas e pescadores artesanais que protestam contra o desmonte da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A situação foi criticada pelo presidente da Comissão de Legislação Participativa (CLP), deputado Chico Lopes (PCdoB-CE).

O presidente da Comissão de Legislação Participativa da Câmara, deputado Chico Lopes manifestou preocupação com o processo de criminalização dos movimentos sociais.  

“Isso começou com o Eduardo Cunha (ex-presidente da Câmara, que capitaneou o processo do golpe parlamentar que destitui a presidenta eleita Dilma Rousseff) que fazia um processo seletivo – os empresários iam direto para seu gabinete, mas os trabalhadores organizados em sindicatos não podiam entrar na Câmara”, lembra o parlamentar, destacando que de lá para cá a situação

sábado, 3 de setembro de 2016

Brasil/Cinco motivos para gritar 'é golpe, fora Temer!'

1º. setembro 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

O golpe é uma articulação entre as elites mais atrasadas do Brasil, um verdadeiro golpe de classe contra os interesses dos trabalhadores e minorias.

1- NÃO HOUVE CRIME DE DILMA
 
Talvez o maior motivo para gritar GOLPE é o fato de que só pode haver impeachment de um governante caso ele tenha cometido CRIME DE RESPONSABILIDADE. Ao contrário do que muitos foram levados a acreditar, Dilma não foi julgada por atos de corrupção. Diga-se de passagem, ela nunca foi acusada de tais atos, ao contrário dos que a julgaram, como bem apontou quase toda imprensa internacional (http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ny-times-impeachment-e-liderado-por-politicos-acusados-de-corrupcao,10000026184 ). Também não foi julgada por ter feito um mau governo, até por que esse fato se corrige nas urnas, não através de impeachment. 
 
A acusação que levou ao impeachment da presidenta Dilma foi

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Brasil/DILMA JÁ GOVERNA COM A RUA E RESISTIRÁ SE A RUA SE ORGANIZAR



2/05/2016, Carta Maior EDITORIAL http://cartamaior.com.br (Brasil)

por: Saul Leblon


 

Hoje a palavra organizar virou sinônimo de resistir; assim como rua se tornou equivalente ao verbo lutar


A história apertou o passo no país e quem não entender isso será atropelado pela velocidade dos acontecimentos.

Esse é um tempo em que jornais de hoje amanhecem falando de um remoto mundo de ontem; tempo em que a tergiversação colide com a transparência; tempo em que nenhum discurso faz mais sentido dissociado da tríade: ‘rua’, ‘resistência’ e ‘organização’.

As sirenes da história anunciam

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Brasil/Movimentos do campo levam apoio a Dilma e repudiam golpe



30 março 2016, Central Única dos Trabalhadores (CUT) http://cut.org.br (Brasil)

Escrito por: Fetraf - Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar

Organizações como Fetraf e MST estiveram no Planalto

Na manhã desta quarta-feira (30), a presidenta Dilma Rousseff recebeu em seu gabinete representantes e lideranças de movimentos sociais.

Acompanhada pelo secretário de Governo, Ricardo Berzoini, dos ministros do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias e Trabalho, Miguel Rossetto e da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Teresa Campello, Dilma avaliou, juntamente com os movimentos, o atual momento conjuntural pelo qual passa o Brasil.

Durante o encontro os representantes reafirmaram o apoio ao mandato da presidenta e apresentaram sugestões fundamentais para fortalecer as políticas públicas em desenvolvimento no

sábado, 19 de março de 2016

Brasil/Lula: "Vou ajudar a Dilma fazer as coisas que o país precisa"

18 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por volta das 19h50, o ex-presidente encerrou o seu discurso: "Talvez vocês não tenham noção do bem que vocês fizeram para a democracia brasileira. A melhor coisa que o Brasil produziu é a sua gente. Não aceitem provocação ao voltar para a casa. Quem quiser ficar com raiva que morda o próprio dedo. Nós não vamos aceitar provocação."



---------

Brasil/Lula na Paulista: Precisamos reestabelecer a paz e a esperança

18 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Mais de trezentas e cinquenta mil pessoas participaram da manifestação em defesa de democracia e contra o golpe na tarde desta sexta-feira (18), na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato foi organizado por diversas entidades reunidas na Frente Brasil Popular. Diferentemente das manifestações do último domingo (13) que pregavam o ódio e a intolerância, o ato desta noite privilegiou a alegria, a diversidade e a paz.

Esse também foi o tom do discurso do ex-presidente Lula -- e agora ministro da Casa Civil -- que chegou no local pouco depois das 19 horas acompanhado do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad e do presidente do PT, Rui Falcão. Para Lula, todos precisam respeitar a democracia. "Nós temos que convencê-los que na democracia a gente tem que acatar o voto da maioria do povo brasileiro”.

“Eu não quero diminuir ‘eles’ para subir, disse Lula, “se eles podem comer três vezes por dia, nós também temos o direito de comer, se eles podem estudar, nós também temos o direito de estudar, por isso, não os tratem como inimigos”, avisou.

Somos tão brasileiros quanto eles
Eles vestem roupa amarela e verde para dizer que são mais brasileiros que nós, mas não são, o sangue deles é verde amarelo? Não, é vermelho como o nosso, que também somos brasileiros”,

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Brasil/MST lança nota sobre conjuntura política nacional e reforma agrária

14 de setembro de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Vermelho) 
O MST defende a retomada do desenvolvimento nacional e os cumprimento 
dos acordos firmados com relação à reforma agrária

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra lançou uma nota de análise da conjuntura política nacional onde repudia a ofensiva da direita e reivindica direitos para os trabalhadores sem agredir a constitucionalidade do mandato da presidenta Dilma.


Integrante da Frente Brasil Popular, o MST exige o cumprimento dos acordos firmados pelo governo federal em 2014 com relação à reforma agrária e pede aprofundamento das mudanças, com saídas à esquerda para a crise política. A entidade também defende a soberania nacional, a retomada do desenvolvimento e as reformas estruturantes. 

Leia a nota na íntegra:

Posição do MST frente à luta política e a situação da reforma agrária

1. A sociedade brasileira tem construído a democracia nas contradições da luta de classes. Ainda temos muito que avançar, mas não permitiremos nenhum retrocesso nos direitos conquistados na luta do nosso povo.

2. Nos somamos à construção da Frente Brasil Popular, e a todas as iniciativas de lutas da classe trabalhadora brasileira, em defesa de seus direitos e das causas nacionais, como a mobilização prevista para dias 2 e 3 de outubro, em defesa de

sexta-feira, 3 de abril de 2015

'APOSTAMOS NUMA REASCENSÃO DOS MOVIMENTOS DE MASSA NO BRASIL' -- João Pedro Stédile

30 março 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)


Paulo Donizetti de Souza -- Revista Samuel – R

A Reforma Agrária deve ser para fornecer alimentação sadia, salvar o solo e as águas e combater a lógica especulativa do agronegócio.

Nos 30 anos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, um de seus coordenadores nacionais, o economista João Pedro Stédile, não vê mais como prosperar, no Brasil, a luta pela reforma agrária tal como conhecida nos primórdios do MST. Ele observa que no senso comum das pessoas trata-se de repartir o latifúndio e entregar para os sem-terra. “E é isso mesmo, na essência, romper com a grande propriedade. Porém, os projetos de reforma agrária, feitos pelo governo com os instrumentos do Estado, só se viabilizaram, no passado, porque eram política combinada com um projeto de desenvolvimento nacional que objetivava desenvolver a indústria para o mercado interno”, diz.

O movimento, no entanto, avalia que a questão agrária não pode se resumir ao objetivo de proporcionar trabalho para segurar as pessoas no campo. “A reforma agrária não é apenas resolver um problema de trabalho. Tem de ser para resolver o problema do veneno, da alimentação sadia. De garantir um futuro, de fazer uma agricultura que respeite o meio ambiente, que respeite a biodiversidade”,

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Brasil/CIMI REPUDIA DECLARAÇÕES DA MINISTRA KÁTIA ABREU

5 janeiro 2015, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br (Brasil)

Quem realmente conhece a história de nosso país sabe que não são os povos indígenas que saíram ou saem das florestas. São os agentes do latifúndio, do ruralismo, do agronegócio que invadem e derrubam as florestas, expulsam e assassinam as populações que nela vivem.

Do Cimi

O Conselho Indigenista Missionário manifesta um veemente repúdio às declarações que a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu (PMDB-TO) deu em entrevista publicada neste dia 05 de janeiro de 2015 no Jornal Folha de S. Paulo.

A ministra mais uma vez defende a Proposta de Emenda Constitucional 215/00 e tenta deslegitimar o direito dos povos indígenas sobre suas terras tradicionais arguindo a tese absurda de que “os índios saíram da floresta e passaram a descer nas áreas de produção”. Uma afirmação tão descabida e desconectada da realidade do nosso país só pode ser fruto de uma total ignorância e de uma profunda má fé.  Quem realmente conhece a história de nosso país sabe que não são os povos indígenas que saíram ou saem das florestas. São os agentes do latifúndio, do ruralismo, do agronegócio que invadem e derrubam as florestas, expulsam e assassinam as populações que nela vivem.

A “rainha da motosserra”, como a ministra da Agricultura também é conhecida, passa inclusive por ridícula ao negar o direito dos povos lembrando que “o Brasil inteiro era deles”. Não é digno de quem foi chamada a ser ministra de Estado do Brasil propagar a ideia caricata de que os povos indígenas estariam

Brasil/Fim do latifúndio é constitucional e urgente para o avanço democrático

7 janeiro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A polêmica tem sido a tônica desde o anúncio da nomeação da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ex-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), como ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.


Avançar na reforma agrária é reivindicação histórica dos movimentos sociais e 
meta a ser cumprida pelo segundo mandato da presidenta Dilma

Em sua primeira entrevista como ministra já empossada, ela reforçou o coro dos críticos quando disse que “não existem mais latifúndios no Brasil”. Questionada sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que tramita no Congresso Nacional e se aprovada passará a responsabilidade da demarcação de terras indígenas para o Congresso, ela resolveu atacar os indígenas, dizendo que “os índios saíram da floresta e passaram a descer nas áreas de produção”. 

O MST (Movimento dos Sem Terra) se posicionou contrário à nomeação de Kátia Abreu, desde quando se aventava o seu nome. Para o movimento, a declaração da ministra de que não existe latifúndio é para justificar que não é necessária uma reforma agrária em massa.

“As declarações de Kátia Abreu demonstram que a ministra representa os interesses dos segmentos mais atrasados da agricultura brasileira, que não alcançaram os patamares mínimos de produtividade, desmatam o meio ambiente e utilizam trabalho escravo”, enfatiza Igor Felippe, da coordenação nacional de comunicação do MST.

100 milhões de hectares
Segundo ele, dados mais recentes apontam que

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Brasil/CARTA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF

27 novembro 2014, Leonardo Boff http://leonardoboff.wordpress.com (Brasil)

Estimada Presidenta Dilma Rousseff,

Nós, participantes do Grupo Emaús abaixo relacionados, queremos parabenizá-la por seu esforço e desempenho durante a árdua campanha eleitoral, bem como pelas conquistas de seu primeiro mandato. Somos um grupo de teólogos/as de várias Igrejas cristãs, sociólogos/as, educadores/as e militantes que nos encontramos regularmente há quatro décadas. Estamos todos comprometidos na construção de um Brasil, social e economicamente mais justo, solidário e sustentável.

A maioria batalhou, desde o início, em favor do PT e de seu projeto de sociedade. Nessas eleições de 2014, muitos de nós expressamos publicamente nosso apoio à sua candidatura. Discutimos e polemizamos, pois, percebíamos o risco de que o projeto popular do PT, representado pela Senhora, não pudesse se reafirmar e consolidar. Para nós cristãos, especialmente nas milhares de comunidades de base, tínhamos e temos a convicção de que a participação política, de cunho democrático, popular e libertador, se apresenta como um instrumento para realizar os bens do Reino de Deus.

Esses valores são a centralidade dos pobres, a conquista da justiça social, a mútua ajuda, a busca incansável da dignidade e dos direitos dos oprimidos, a valorização do trabalhador e da trabalhadora, a justa partilha e o respeito pela Mãe Terra. Por isso, na linha do diálogo que a Senhora propôs à sociedade, queremos apresentar algumas sugestões para que seu governo

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Brasil/AS ELEIÇÕES ATUAIS À LUZ DA HISTÓRIA ANTIPOVO

14 outubro 2014, Zé Dirceu http://www.zedirceu.com.br (Brasil)

Por Leonardo Boff

Nada melhor do que ler as atuais eleições à luz da história brasileira na tensão entre as elites e o povo. Valho-me da uma contribuição de um sério historiador com formação em Roma, em Lovaina e na USP de São Paulo o Pe. José Oscar Beozzo, uma das inteligências mais brilhantes de nosso clero.

Diz Beozzo: “a questão de fundo em nossa sociedade é a do direito dos pequenos à vida sempre ameaçada pela abissal desigualdade de acesso aos meios de vida e pelas exíguas oportunidades abertas às grandes maiorias do andar debaixo.

Como nos ensina Caio Prado Júnior, nossa sociedade desigual repousa sobre quatro pilares difíceis de serem movidos: a) a grande propriedade da terra concentrada nas mãos de poucos de tal modo que não haja terra “livre” e “disponível” para quem trabalha ou para os que eram seus donos originários; b) o predomínio da monocultura; c) a produção voltada para o mercado externo (açúcar, tabaco, algodão, café e hoje soja; d) o regime de trabalho escravo.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Brasil/FREI BETTO LISTA 13 RAZÕES PARA REELEGER DILMA

11 setembro 2014, Agencia PT de Notícias (Brasil)

Em artigo, ele citou políticas sociais mantidas pelos governos do PT, valorização da educação, Mais Médicos, entre outras razões.

O escritor e religioso Frei Betto listou, em artigo, 13 razões para votar e reeleger a presidenta Dilma Rousseff nas eleições de 2014. Entre os motivos, ele inclui as políticas sociais que tiraram milhões de brasileiros da miséria; a independência do Fundo Monetário Internacional (FMI); a Política Nacional de Participação Social; a valorização da educação com programas como Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e Programa Universidade para Todos (Prouni); o Mais Médico; o reajuste anual do salário mínimo; entre outras razões.

“Votarei, enfim, por um Brasil melhor, mesmo sabendo que o atual governo é contraditório e incapaz de promover reformas de estruturas e punir os responsáveis pelos crimes da ditadura militar. Porém, temo o retrocesso e, na atual conjuntura, não troco o conhecido pelo desconhecido”, explicou Frei Betto.

Veja abaixo as 13 razões destacadas pelo escritos e religioso em favor de Dilma:

1.      Apesar das mazelas e contradições do PT e do atual governo, votarei em Dilma para que se aprimorem as políticas sociais que, nos últimos 12 anos, tiraram da miséria 36 milhões de brasileiros.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Brasil∕PLEBISCITO POPULAR PELA REFORMA DO SISTEMA POLÍTICO



1º. setembro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Coluna de Emir Sader

Entre os dias 1º e 7 de setembro será realizado um plebiscito popular por uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

1. Está convocado um plebiscito popular, entre os dias 1 e 7 de setembro, por uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

2. No atual sistema político, as empresas financiam mais de 90% dos recursos das campanhas eleitorais, os eleitos são controlados pelos interesses delas e não dos cidadãos que votaram.

3. Como resultado disso embora sejam apenas 3% da população, os empregadores tem 49% dos representantes na Câmara dos Deputados. Enquanto que os empregados, embora sejam 61% da população, tem apenas 19% dos representantes. Os brancos, sendo 48% da população, tem 92% dos representantes. Os pretos e pardos, sendo 51% da população, tem apenas 8% dos representantes.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Colômbia/«NUNCA SE AVANÇOU TANTO, COM UMA AGENDA E A TERRA COMO PRIMEIRO PONTO»

19 agosto 2013,  ODiario.infohttp://www.odiario.info/ (Portugal)

Ainara Lertxundi*

Dick Emanuelsson tem feito, como correspondente para a América Latina, a cobertura do conflito na Colômbia no decurso de quase três décadas. Viveu de perto os processos de Casa Verde, San Vicente del Caguán e o que actualmente se desenvolve em Cuba. Em 2005 teve de deixar a sua casa de Bogotá devido a ameaças de morte. Os serviços secretos tinham uma pasta com 476 folios sobre a sua pessoa.

Casa Verde, San Vicente del Caguán e Havana. Três processos de negociações entre as FARC-EP e o Governo colombiano que fazem parte da dilatada trajetória profissional do jornalista sueco Dick Emanuelsson como correspondente para América Latina. Em mais de uma ocasião penetrou nas montanhas colombianas para entrevistar a guerrilha, tem investigado a morte de sindicalistas às mãos de paramilitares e retratado a situação do campesinato.

Visitando Euskal Herria, Emanuelsson veio à redacção de GARA para relatar a sua experiência em Colômbia e as suas impressões sobre as conversações de Havana.

¿Como realiza um jornalista o seu trabalho sabendo que está sendo espiado e que essa vigilância pode pôr em perigo as suas fontes?

Quando cheguei à Colômbia e me registei como jornalista, um colega disse-me ‘Dick, tem muita cautela

terça-feira, 6 de maio de 2014

Brasil/MORREU DOM TOMÁS BALDUÍNO, O BISPO DA REFORMA AGRÁRIA E DOS INDÍGENAS

3 maio 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 


Morreu sexta-feira, em Goiânia, aos 91 anos, o bispo emérito da cidade de Goiás, dom Tomás Balduino, o bispo da reforma agrária e dos indígenas.


A Rádio Nacional da Amazônia foi a primeira da dar a triste notícia do falecimento de um dos maiores símbolos da igreja progressista no Brasil e no mundo. “Morreu nessa sexta-feira (2), às 23h30, em Goiânia, o bispo emérito da cidade de Goiás, dom Tomás Balduino. O religioso tinha 91 anos e morreu em decorrência de uma tromboembolia pulmonar. Ele ficou internado de 14 a 24 de abril no Hospital Anis Rassi, em Goiânia. Teve alta hospitalar no dia 24, mas foi novamente internado no dia seguinte, no Hospital Neurológico, onde permaneceu até ontem”, informou a repórter Maíra Heinen. Para quem teve a alegria de conhecer o carismático dom Tomás Balduino em algumas reuniões, a notícia foi um choque.

Em nota divulgada neste sábado (3), a Comissão Pastoral da Terra (CPT) fez um breve relato da trajetória combativa e abnegada do líder religioso -- que reproduzo abaixo na íntegra:

Dom Tomás Balduino, fundador da CPT, fez a sua páscoa

Para tudo há uma ocasião certa;
há um tempo certo para cada propósito
debaixo do céu: Tempo de nascer e tempo de morrer,
tempo de plantar
e tempo de arrancar o que se plantou...
tempo de lutar e tempo de viver em paz”.
(Eclesiastes 3:1-8)

É com grande pesar e muita tristeza que a Comissão Pastoral da Terra (CPT)

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Paraguay/PRONUNCIAMIENTO SOBRE LOS CIEN DÍAS DEL GOBIERNO DE CARTES



28 noviembre 2013, ADITAL Agência Frei Tito para a America Latina http://www.adital.com.br (Brasil)


Centrales Sindicales del Paraguay

COMUNICADO DE LAS CENTRALES SINDICALES PARAGUAYAS

Asunción, 26 de Noviembre de 2013

Ante el grave estado de crispación social y política que existe en nuestro país, por responsabilidad del actual gobierno, que desde sus inicios se ha caracterizado por hacer oídos sordos a los clamores populares, por la corrupción generalizada, retracción económica, inseguridad, falta de atención a la salud, Presupuesto General de Gastos de la Nación en el cual está ausente el gasto social, falta de libertad sindical represión a los sectores organizados criminalizando sus luchas.

RESPONSABILIZAMOS, a los poderes del Estado de la actual situación, en especial al Ejecutivo, quien hasta ahora no ha dado muestras de querer cambiar

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Abya Yala, Patria Grande/RECLAMO DEL OTRO CAMPO



5 noviembre 2013, 31 de octubre de 2013, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)

Las organizaciones campesinas, ante la CIDH

Página/12

Representantes campesinos de países latinoamericanos, con el apoyo del CELS, denunciaron ante la CIDH la violación a los derechos humanos en el sector rural del continente.

Privatización de semillas, tierra en pocas manos, criminalización, reforma agraria y soberanía alimentaria fueron algunas de las palabras escuchadas en Washington durante la audiencia protagonizada por campesinos en la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH). Encabezado por la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC-Vía Campesina) y con el apoyo del Centro de Estudios Legales y Sociales (CELS), se dejó constancia de que en el sector rural “el patrón común del continente” es la violación de derechos humanos “y su directa relación con las corporaciones transnacionales y el modelo de agricultura industrial”. Se apuntó al rol de las empresas, la subordinación de los Estados y la necesidad de acciones regionales.

El mendocino Diego Montón, de la CLOC, denunció la avanzada empresaria para patentar la naturaleza. Ejemplificó con el maíz. “Durante diez mil años las distintas generaciones de campesinos mejoraron semillas, produjeron el maíz, lo cuidaron. Y hoy las empresas patentan y se hacen dueñas de esa creación de generaciones”, denunció, y alertó que en Argentina se prepara una ley (bautizada “ley Monsanto”) que

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Brasil/Governo promete 100 decretos de reforma agrária até o fim do ano



17 outubro 2013, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

Dilma aproveita cerimônia sobre agroecologia para defender que modelo anterior de assentamento de famílias estava equivocado e que agora há cuidado maior em processos

Roberto Stuckert Filho, Planalto

Dilma saiu em defesa de Pepe Vargas (e), alegando que o processo de reforma agrária ganhou qualidade

São Paulo – O governo federal aproveitou cerimônia de lançamento de plano voltado à agroecologia para tentar desfazer o mal-estar criado pela prioridade a políticas de estímulo ao agronegócio. Ao lado de Dilma Rousseff, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, disse que vai publicar até o fim do ano 100 decretos de desapropriação de terras para

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Patria Grande, Abya Ayala/SURGE LA ALIANZA POR LA SOBERANÍA ALIMENTARIA



2 agosto 2013, Alai Amlatina http://alainet.org

Maria Noel Salgado

ALAI AMLATINA -- La Soberanía Alimentaria está socavada por las instituciones multilaterales y por el capital especulativo. El control cada vez mayor de las empresas multinacionales sobre las políticas agrícolas ha sido facilitado por las políticas económicas de las organizaciones multilaterales tales como la Organización Mundial del Comercio -OMC-. Frente a esto y desde hace más de una década, los movimientos sociales de pequeños productores de alimentos, han comenzado un proceso de articulación en todos los continentes para defender la Soberanía Alimentaria frente al capitalismo que renueva y recrea formas para condenar a los alimentos a la mera etiqueta de mercancía, sometiendo de esta forma a los pueblos. En este contexto nace, en este proceso de articulación, el Comité Internacional de Planificación por la Soberanía Alimentaria (CIP) como espacio internacional para articular políticamente estas fuerzas.

Las organizaciones y movimientos sociales en nuestra América Latina fueron pioneras/os en este proceso, entendiendo que la restitución de derechos colectivos y sectoriales a los pequeños productores de alimentos es condición clave y necesaria para retomar la soberanía de los pueblos.

La crisis económica-financiera, pero sobre todo ética, marca en