Nesta quarta (23), no auditório municipal que recebe o encontro, foi realizado um ato político. Os cerca de mil professores presentes ouviram de líderes de partidos políticos, sindicatos e associações um discurso pela unidade dos campos populares na política nacional. Como há muito não se via. Do PCO (Partido da Causa Operária) ao PT, passando por PCB, MST, PSOL, CUT, MTST e UNE. Toda a união é
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quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Brasil/Lula conclama união das esquerdas para luta contra retrocesso de Temer
Nesta quarta (23), no auditório municipal que recebe o encontro, foi realizado um ato político. Os cerca de mil professores presentes ouviram de líderes de partidos políticos, sindicatos e associações um discurso pela unidade dos campos populares na política nacional. Como há muito não se via. Do PCO (Partido da Causa Operária) ao PT, passando por PCB, MST, PSOL, CUT, MTST e UNE. Toda a união é
domingo, 15 de maio de 2016
Brasil/Marcha contra Temer leva mais de 35 mil para a Avenida Paulista (São Paulo)
sábado, 26 de março de 2016
Brasil/Contra o golpe, 30 mil cercam a Globo em SP
sábado, 19 de março de 2016
Brasil/Lula: "Vou ajudar a Dilma fazer as coisas que o país precisa"
Por volta das 19h50, o ex-presidente encerrou o seu discurso: "Talvez vocês não tenham noção do bem que vocês fizeram para a democracia brasileira. A melhor coisa que o Brasil produziu é a sua gente. Não aceitem provocação ao voltar para a casa. Quem quiser ficar com raiva que morda o próprio dedo. Nós não vamos aceitar provocação."
Brasil/Lula na Paulista: Precisamos reestabelecer a paz e a esperança
Mais de trezentas e cinquenta mil pessoas participaram da manifestação em defesa de democracia e contra o golpe na tarde desta sexta-feira (18), na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato foi organizado por diversas entidades reunidas na Frente Brasil Popular. Diferentemente das manifestações do último domingo (13) que pregavam o ódio e a intolerância, o ato desta noite privilegiou a alegria, a diversidade e a paz.
“Eu não quero diminuir ‘eles’ para subir, disse Lula, “se eles podem comer três vezes por dia, nós também temos o direito de comer, se eles podem estudar, nós também temos o direito de estudar, por isso, não os tratem como inimigos”, avisou.
Somos tão brasileiros quanto eles
Eles vestem roupa amarela e verde para dizer que são mais brasileiros que nós, mas não são, o sangue deles é verde amarelo? Não, é vermelho como o nosso, que também somos brasileiros”,
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Brasil/Moradores de rua tacam fogo na revista Veja; veja o vídeo
Vídeo publicado no YouTube mostra moradores de rua em manifestação na Praça da Sé, no Centro de São Paulo, ateando fogo na revista Veja, da editora Abril. A manifestação ocorreu na quinta-feira (19), Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua.
Foi um protesto sobretudo contra a reportagem "Profissionais da esmola", publicada na edição 2.126, da semana passada, da Veja São Paulo, que vem encartada na revista. No texto — que foi a matéria de capa —, a publicação acusa moradores de rua de "se fantasiar com uma roupa surrada" para ganhar "dinheiro fácil".
O fato de o artigo 60º da Lei das Contravenções Penais — que qualificava a mendicância como contravenção — ter sido revogado em 17 de julho é ponto de partida do texto. Em protesto contra o teor manipulatório e generalizador da matéria, cerca de 200 moradores de rua incendiaram páginas da revista.
O ato lembrou também um genocídio que permanece impune. “Entre os dias 19 e 22 de agosto de 2004, 15 pessoas foram violentamente atacadas enquanto dormiam nas ruas do Centro da cidade, sendo que sete delas morreram. Posteriormente, no dia 23 de maio de 2005, uma testemunha do massacre foi morta por policiais militares”, lembra o vídeo. “Organizações e movimentos sociais estão juntos no dia de hoje para denunciar a morosidade, o descaso, a omissão das autoridades na punição dos culpados.”
O vídeo foi publicado pelo perfil "Gira" e inclui a música Esmola, de Duda e Moleque de Rua. Além da revista em chamas, lideranças dos moradores de rua qualificam a publicação de "fascista" e lembram as calúnias da Veja dirigidas ao padre Julio Lancelotti em 2007.
Da Redação, com informações da Rede Brasil Atual
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Brasil/NOTA DE APOIO AO GOVERNO EQUATORIANO*
[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina www.adital.com.br
29 setembro 2008
Adital - Diante da controvérsia existente entre o governo equatoriano e a empresa brasileira Odebrecht, nós, organizações da sociedade civil brasileira abaixo-assinadas, manifestamos nosso apoio à iniciativa soberana do presidente Rafael Correa de responsabilizar a empresa pelos maus serviços prestados naquele país. Também consideramos legítimo a demanda por uma justa reparação por parte da Odebretch do prejuízo causado por este empreendimento, financiado com recursos públicos de cidadãs e cidadãos brasileiros através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Entendemos que as ações adotadas recentemente pelo governo do Equador buscam incidir não apenas sobre os graves impactos causados pelos problemas na Hidrelétrica de San Francisco (a segunda maior usina do país, que está paralisada desde junho devido ao desabamento parcial de um túnel e do desgaste prematuro de rodas das turbinas). Após várias tentativas de negociar com a empresa, por parte do governo equatoriano, a adoção destas ações devem ser situadas em um processo histórico de irregularidades em licitações, acusações de corrupção em governos anteriores e descaso com os consumidores desses serviços, como afirmam o governo Correa, com base no relatório da Comissão de Auditoria Oficial do Crédito Público do Equador, organizações da sociedade civil equatoriana e parte da opinião pública daquele país.
Não se trata de um caso isolado em que a "responsabilidade social" da Odebrecht é colocada à prova. Esta mesma companhia era a responsável pela construção da linha 4 - amarela do metrô de São Paulo quando, no dia 12 de janeiro de 2007, ocorreu o maior acidente da história do metrô de São Paulo, causando a morte de sete pessoas e vários feridos. O Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, no estado de Rondônia, é outro exemplo do descaso da Odebrecht com as populações locais. Apesar dos severos e irreversíveis impactos socioambientais que ocorrerão em conseqüência deste mega-empreendimento, a busca desenfreada pelo lucro é colocada acima dos direitos humanos.
Corroboramos a proposta do governo do Equador em interromper as atividades da Odebrecht e suspender o pagamento da obra, até que todos os fatos sejam apurados. A ausência de transparência nesta operação financeira realizada com recursos públicos compromete a capacidade da sociedade para avaliar o caso com clareza. Por esta razão reivindicamos ao governo brasileiro, em especial ao BNDES, que forneça esclarecimentos imediatos sobre os detalhes dessa operação de financiamento às atividades da Odebrecht no Equador.
Que essas ações sirvam de exemplo para as grandes empresas que muitas vezes não desenvolvem estudos técnicos suficientes sobre os impactos sócio-ambientais de seus megaprojetos; para o BNDES, que continua a investir a maior parte de seus recursos - dinheiro dos contribuintes - em megaprojetos, realizados por grandes empresas, que aprofundam a injustiça social; e também para os governantes de toda América do Sul, eleitos para cumprir as leis de seus países, mesmo que isso signifique contrariar os interesses econômicos de grandes empresas transnacionais.
Brasília, 27 de setembro de 2008
* Assinam:
Attac Brasil
Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase)
Instituto de Estudos Sócio Econômicos (INESC)
Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS)
Jubileu Sul Brasil
Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)
Movimento dos Sem Terra (MST)
Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais
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