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terça-feira, 5 de abril de 2016

Brasil/Lula: Não permitiremos que rasguem a Constituição, vamos às ruas



4 abril 2016, Agência PT http://www.pt.org.br (Brasil)

 
Em ato no Sindicato dos Metalúrgicos, o ex-presidente afirmou que povo tem que estar nas ruas para impedir o impeachment da presidenta Dilma Rousseff

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou a população às ruas para defender a Constituição no dia em que  a Câmara dos Deputados marcar a votação do impeachment. Lula discursou em casa, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em ato pela democracia que reuniu ao menos 5 mil pessoas em São Bernardo dos Campos, nesta segunda-feira (4). “Não vamos permitir que a nossa Constituição seja rasgada. Temos que estar nas ruas”, conclamou Lula.

Lula afirmou que aceitou o convite para ajudar a presidenta Dilma Rousseff a governar o país e que pretende ampliar a conversa com os movimentos sociais, ouvir a população e conversar muito para

sábado, 26 de março de 2016

Brasil/Contra o golpe, 30 mil cercam a Globo em SP



24 março 2016, Brasil247 http://www.brasil247.com http (Brasil)


Cerca de 30 mil pessoas cercaram a sede da Rede Globo em São Paulo na noite desta quinta (24), ao finalizar manifestação em defesa da democracia; o protesto pacífico, intitulado "Ato em Defesa da democracia - A saída é pela esquerda", realizou uma marcha por algumas vias da capital paulista; os manifestantes são favoráveis a permanência da presidente Dilma Rousseff no governo e contra o impeachment; o movimento acusa a Globo de "apoiar um golpe contra a democracia no país"; "Chegamos ao final da marcha no local que é o simbolo de um golpe que está sendo arquitetado no país", disse

sábado, 19 de março de 2016

Brasil/Lula: "Vou ajudar a Dilma fazer as coisas que o país precisa"

18 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por volta das 19h50, o ex-presidente encerrou o seu discurso: "Talvez vocês não tenham noção do bem que vocês fizeram para a democracia brasileira. A melhor coisa que o Brasil produziu é a sua gente. Não aceitem provocação ao voltar para a casa. Quem quiser ficar com raiva que morda o próprio dedo. Nós não vamos aceitar provocação."



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Brasil/Lula na Paulista: Precisamos reestabelecer a paz e a esperança

18 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Mais de trezentas e cinquenta mil pessoas participaram da manifestação em defesa de democracia e contra o golpe na tarde desta sexta-feira (18), na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato foi organizado por diversas entidades reunidas na Frente Brasil Popular. Diferentemente das manifestações do último domingo (13) que pregavam o ódio e a intolerância, o ato desta noite privilegiou a alegria, a diversidade e a paz.

Esse também foi o tom do discurso do ex-presidente Lula -- e agora ministro da Casa Civil -- que chegou no local pouco depois das 19 horas acompanhado do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad e do presidente do PT, Rui Falcão. Para Lula, todos precisam respeitar a democracia. "Nós temos que convencê-los que na democracia a gente tem que acatar o voto da maioria do povo brasileiro”.

“Eu não quero diminuir ‘eles’ para subir, disse Lula, “se eles podem comer três vezes por dia, nós também temos o direito de comer, se eles podem estudar, nós também temos o direito de estudar, por isso, não os tratem como inimigos”, avisou.

Somos tão brasileiros quanto eles
Eles vestem roupa amarela e verde para dizer que são mais brasileiros que nós, mas não são, o sangue deles é verde amarelo? Não, é vermelho como o nosso, que também somos brasileiros”,

quinta-feira, 10 de março de 2016

Brasil/“Sucesso do meu governo foi levar ao Planalto o que aprendi nas ruas” -- Lula



6 março 2016, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

Por Helder Lima e Vitor Nuzzi, da RBA

Em discurso na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, ex-presidente diz que seu "sequestro" foi "ofensa pessoal e à democracia" e se oferece aos militantes para "animar a tropa"

São Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou o dia de hoje (4) sendo levado coercitivamente para depor na Operação Lava Jato e terminou, já quase às 22h, afirmando à militância que recebeu uma ofensa pessoal, "ao meu partido, à democracia, ao Estado de direito", um "desrespeito a alguém que dedicou a vida este país". Dizendo-se provocado, Lula não se declarou candidato, mas voltou a dizer que só pode ser derrotado "nas ruas". E acrescentou às milhares de pessoas que acompanharam seu discurso de uma hora e 20 minutos em uma lotada quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo: "Se vocês estão precisando de alguém para animar essa tropa, o animador está aqui".

Por várias vezes o ex-presidente enfatizou a preocupação com as pessoas mais pobres durante o seu governo, o que segundo ele foi um fator de contrariedade para a elite econômica. "O sucesso do meu governo foi levar para o Palácio do Planalto o que eu aprendi nas ruas”, disse Lula durante plenária da Frente Brasil Popular. "Aconteceu algo grave, que jamais poderia ter acontecido: eu virei o melhor presidente que o país já teve. Mas, mais importante,

domingo, 6 de dezembro de 2015

Brasil/REDE DA DIGNIDADE CONTRA O GOLPE E A VIGARICE

3 dezembro 2015, Carta Maior EDITORIAL http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

por: Saul Leblon

O governo, emparedado pela lógica conservadora, paradoxalmente, passou a ter escolhas. Como disse a própria Dilma, 'não era mais possível viver chantageada'.
A história apertou o passo e quando sacode a poeira ela derrama transparência por onde passa.
 
A retaliação de Eduardo Cunha contra o governo e contra o PT guarda semelhanças com uma cena recorrente da crônica policial.
 
Enredado em evidências grotescas de ilícitos e falcatruas, o presidente da Câmara sacou um processo de impeachment contra a Presidenta Dilma, depois que o PT –graças à corajosa decisão de seu presidente, Rui Falcão, determinou que o partido não acobertasse o delinquente no Conselho de Ética.
 
Cunha age como o sequestrador que saca o revólver e o coloca na cabeça do refém, exigindo salvo conduto para si e para o malote de dinheiro.
 
Eduardo Cunha aposta que os comparsas do lado de

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Brasil/SOBREVIVEREI, NÃO SEI SE ELES SOBREVIRÃO -- Lula sobre campanha de ódio

29 de Outubro de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


Instituto Lula/Ex-presidente Lula participou da 
reunião do diretório nacional do PT, em Brasília

Em discurso na reunião do Diretório Nacional do PT, nesta quinta-feira (29) em Brasília, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou – para desespero da oposição – que não se abate com a campanha de criminalização e de ódio promovida contra ele.

“Serão três anos de pancadaria, mas eu vou sobreviver”, garantiu. “Tem uma coisa que aprendi: enfrentar a adversidade. Podem ficar certos: eu vou sobreviver. Não sei se eles sobreviverão com a mesma credibilidade que eles acham que têm”, completou.

Lula ainda ironizou: “Eu ainda tenho mais três filhos que não foram denunciados, sete netos e uma nora que está grávida”.

Num discurso de mais de uma hora, o ex-presidente fez uma análise da conjuntura política e econômica do país. Para ele, é preciso estabelecer as prioridades na luta contra o golpismo para garantir a governabilidade.

Lula defendeu que o Congresso Nacional vote o mais breve possível os projetos encaminhados pela presidenta Dilma para o ajuste fiscal.

“Nós não podemos ficar mais seis meses discutindo ajuste. Temos que começar a votar amanhã, se for o caso”, enfatizou. “Tudo que interessa à oposição é que a gente arrume pretexto para discutir qualquer assunto e não discuta o que interessa, que é