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quinta-feira, 10 de março de 2016

Brasil/“Sucesso do meu governo foi levar ao Planalto o que aprendi nas ruas” -- Lula



6 março 2016, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

Por Helder Lima e Vitor Nuzzi, da RBA

Em discurso na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, ex-presidente diz que seu "sequestro" foi "ofensa pessoal e à democracia" e se oferece aos militantes para "animar a tropa"

São Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou o dia de hoje (4) sendo levado coercitivamente para depor na Operação Lava Jato e terminou, já quase às 22h, afirmando à militância que recebeu uma ofensa pessoal, "ao meu partido, à democracia, ao Estado de direito", um "desrespeito a alguém que dedicou a vida este país". Dizendo-se provocado, Lula não se declarou candidato, mas voltou a dizer que só pode ser derrotado "nas ruas". E acrescentou às milhares de pessoas que acompanharam seu discurso de uma hora e 20 minutos em uma lotada quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo: "Se vocês estão precisando de alguém para animar essa tropa, o animador está aqui".

Por várias vezes o ex-presidente enfatizou a preocupação com as pessoas mais pobres durante o seu governo, o que segundo ele foi um fator de contrariedade para a elite econômica. "O sucesso do meu governo foi levar para o Palácio do Planalto o que eu aprendi nas ruas”, disse Lula durante plenária da Frente Brasil Popular. "Aconteceu algo grave, que jamais poderia ter acontecido: eu virei o melhor presidente que o país já teve. Mas, mais importante,

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

DESGOVERNO MUNDIAL TOTALITÁRIO



20 agosto 2013, Coluna de Adriano Benayon, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

01. Estamos diante de mudança qualitativa na situação mundial, tanto no plano econômico como no político.

02. Depressão, desemprego crescente, concentração e financeirização absurdamente elevadas - incompatíveis sequer com o pouco que restava do estado de direito - têm levado ao Estado totalitário, cujas instituições aplicam meios e armas tecnológicas, nunca dantes vistas, para desinformar, espionar e reprimir as pessoas.

03. Poucos países, como Rússia, China e Irã, não se comportam como capachos do império angloamericano, sofrendo, por isso, pressões militares, políticas e constante campanha denigridora, apesar de com ele colaborarem em muitos terrenos e questões

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Portugal/PCP, BE e Verdes acusam presidente de Portugal de defender os interesses da troika e dos mercados financeiros



22 julho 2013, África21 http://www.africa21digital.com (Portugal)

Os líderes do PCP, Bloco de Esquerda e Verdes acusaram o presidente de Portugal, Cavaco Silva, de promover os interesses dos credores internacionais ao invés do interesse do país, ao decidir manter em funções o governo de coligação PSD-CDS.

Lisboa --- Os líderes do PCP, Bloco de Esquerda e Verdes acusaram o presidente de Portugal, Cavaco Silva, de promover os interesses dos credores internacionais ao invés do interesse do país, ao decidir manter em funções o governo de coligação PSD-CDS, do primeiro-ministro Passos Coelho (PSD).

Em declarações na noite de domingo, após o discurso ao país, de Cavaco Silva,

terça-feira, 31 de março de 2009

Brasil/Lula quer defesa do papel do Estado em cúpula do G20

Doha, 31 março 2009 (EFE) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que os países árabes e sul-americanos devem levar uma mensagem "forte e clara" à cúpula do Grupo dos Vinte (G20, países ricos e principais emergentes) da quinta-feira, em Londres: a defesa do papel do Estado frente à crise global.
Lula fez estas declarações em seu discurso durante a sessão inaugural da 2ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da América do Sul e dos Países Árabes (Aspa), que reúne hoje em Doha representantes dos 12 países sul-americanos e 22 árabes.
Em seu discurso, como coordenador regional da Aspa, Lula fez uma intensa defesa da regulação e da transparência do mercado financeiro como pilares de um novo sistema.
Nessa linha, Lula defendeu concluir o mais rápido possível a Rodada do Desenvolvimento de Doha, que regulará o comércio internacional, e uma profunda reforma dos órgãos internacionais.
Brasil, Argentina e Arábia Saudita serão os países incluídos na Aspa que serão representados na reunião em Londres.
A presidente do Chile, Michelle Bachelet, que discursou antes de Lula, como presidente da União de Nações Sul-americanas (Unasul), também se referiu à necessidade que, de Doha, saia uma "mensagem muito potente" para o G20.
"É a hora para uma resposta internacional coordenada da crise econômica e financeira. Da reunião do G20, esperamos uma rápida coordenação das políticas fiscais indispensáveis para conter o colapso da demanda mundial", acrescentou.
Para Bachelet, "o diálogo entre América do Sul e os países árabes pode e deve ter um papel muito importante, já que nos dirigimos à geração de um novo contrato social global".

sábado, 18 de agosto de 2007

Brasil/Turbulência econômica deverá ser discutida em encontro de ministros da América Latina e do leste da Ásia

Mylena Fiori / Repórter da Agência Brasil

Brasília, 17 Agosto 2007 - A turbulência no mercado financeiro internacional deverá permear os debates da 3ª Reunião Ministerial do Foro de Cooperação América Latina-Ásia do Leste (Focalal), que se realizará na próxima semana em Brasília. O encontro de cerca de 30 ministros de países dessas regiões terá comércio e investimentos como tema central.

“Num momento como este, acho muito difícil que as repercussões dessa turbulência não sejam objeto de um interesse pessoal, em particular nas próprias conversas bilaterais”, afirmou hoje (17) o embaixador Roberto Jaguaribe, subsecretário-geral de Política do Ministério das Relações Exteriores, em entrevista coletiva à imprensa.

A reunião ministerial está prevista para os dias 22 e 23, e durante o encontro deverá ser adotada a Declaração de Brasília, documento que resume os entendimentos alcançados pelos ministros. Em paralelo, deverão ocorrer encontros bilaterais entre o ministro Celso Amorim e chanceleres de alguns dos países participantes.


Nos dias anteriores, 20 e 21, haverá reunião preparatória de altos funcionários e seminário acadêmico. Simultaneamente, estão programados seminários e encontros empresariais em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A agenda dos seminários prevê temas como os desafios de integração da América Latina, agroenergia, investimentos asiáticos no continente, vias interoceânicas e o comércio internacional pós Rodada Doha.

A atual rodada de negociações da Organização Mundial de Comércio também deverá entrar na pauta nos debates ministeriais, segundo Jaguaribe. “A temática é comércio e investimentos em geral. Assim, não é possível não se dar alguma atenção à questão", disse o embaixador, ao enfatizar que a Rodada Doha também constará das declarações formais do encontro ministerial, embora não se trate de um fórum de negociação, mas de “convergência de interfaces”.

O Foro é uma iniciativa do Chile e de Cingapura – países que, segundo Jaguaribe, têm muito interesse no comércio e na interação entre a América e o Pacífico. “Estes países julgavam que o nível de entendimento, compreensão e interação entre a Ásia e a América Latina era insuficiente e inadequada, fato que em grande medida continua sendo verdade”, afirmou o embaixador.

Juntos, os PIBs (Produto Interno Bruto) dos 33 países que integram o Focalal somam cerca de US$ 12 trilhões, para mais de um terço da população mundial. Em 2005, a corrente comercial entre eles alcançou US$ 1,028 trilhão. “O Focalal ajuda a dar um dinamismo maior para uma região que é hoje a região mais dinâmica do ponto de vista econômico, comercial e produtivo do mundo”, disse Jaguaribe.

O diálogo entre os países ocorre, atualmente, no âmbito de três grupos de trabalho: Política, Cultura e Educação; Economia e Sociedade; e Ciência e Tecnologia. A primeira Reunião Ministerial do Focalal foi realizada em Santiago (Chile), em março de 2001, e a segunda, em Manila (Filipinas), em janeiro de 2004. Ainda sem data definida, a quarta será no Japão.

Integram o Foro os seguintes países: Argentina, Austrália, Bolívia, Brunei, Brasil, Camboja, Chile, China, Colômbia, Cingapura, Costa Rica, Filipinas, Cuba, Indonésia, Equador, Japão, El Salvador, Laos, Guatemala, Malásia, México, Mianmar, Nicarágua, Nova Zelândia, Panamá, República da Coréia, Paraguai, Tailândia, Peru,Vietnã, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.


Até o momento, está confirmada a presença de ministros de 21 países, de um alto funcionário da Austrália e de representantes do Haiti e do Suriname, como convidados.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/17/materia.2007-08-17.8482545051/view