Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quinta-feira, 10 de março de 2016
Brasil/“Sucesso do meu governo foi levar ao Planalto o que aprendi nas ruas” -- Lula
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
DESGOVERNO MUNDIAL TOTALITÁRIO
02. Depressão, desemprego crescente, concentração e financeirização absurdamente elevadas - incompatíveis sequer com o pouco que restava do estado de direito - têm levado ao Estado totalitário, cujas instituições aplicam meios e armas tecnológicas, nunca dantes vistas, para desinformar, espionar e reprimir as pessoas.
03. Poucos países, como Rússia, China e Irã, não se comportam como capachos do império angloamericano, sofrendo, por isso, pressões militares, políticas e constante campanha denigridora, apesar de com ele colaborarem em muitos terrenos e questões
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Portugal/PCP, BE e Verdes acusam presidente de Portugal de defender os interesses da troika e dos mercados financeiros
terça-feira, 31 de março de 2009
Brasil/Lula quer defesa do papel do Estado em cúpula do G20
Lula fez estas declarações em seu discurso durante a sessão inaugural da 2ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da América do Sul e dos Países Árabes (Aspa), que reúne hoje em Doha representantes dos 12 países sul-americanos e 22 árabes.
Em seu discurso, como coordenador regional da Aspa, Lula fez uma intensa defesa da regulação e da transparência do mercado financeiro como pilares de um novo sistema.
Nessa linha, Lula defendeu concluir o mais rápido possível a Rodada do Desenvolvimento de Doha, que regulará o comércio internacional, e uma profunda reforma dos órgãos internacionais.
Brasil, Argentina e Arábia Saudita serão os países incluídos na Aspa que serão representados na reunião em Londres.
A presidente do Chile, Michelle Bachelet, que discursou antes de Lula, como presidente da União de Nações Sul-americanas (Unasul), também se referiu à necessidade que, de Doha, saia uma "mensagem muito potente" para o G20.
"É a hora para uma resposta internacional coordenada da crise econômica e financeira. Da reunião do G20, esperamos uma rápida coordenação das políticas fiscais indispensáveis para conter o colapso da demanda mundial", acrescentou.
Para Bachelet, "o diálogo entre América do Sul e os países árabes pode e deve ter um papel muito importante, já que nos dirigimos à geração de um novo contrato social global".
sábado, 18 de agosto de 2007
Brasil/Turbulência econômica deverá ser discutida em encontro de ministros da América Latina e do leste da Ásia
Mylena Fiori / Repórter da Agência Brasil
“Num momento como este, acho muito difícil que as repercussões dessa turbulência não sejam objeto de um interesse pessoal, em particular nas próprias conversas bilaterais”, afirmou hoje (17) o embaixador Roberto Jaguaribe, subsecretário-geral de Política do Ministério das Relações Exteriores, em entrevista coletiva à imprensa.
A reunião ministerial está prevista para os dias 22 e 23, e durante o encontro deverá ser adotada a Declaração de Brasília, documento que resume os entendimentos alcançados pelos ministros. Em paralelo, deverão ocorrer encontros bilaterais entre o ministro Celso Amorim e chanceleres de alguns dos países participantes.
Nos dias anteriores, 20 e 21, haverá reunião preparatória de altos funcionários e seminário acadêmico. Simultaneamente, estão programados seminários e encontros empresariais em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A agenda dos seminários prevê temas como os desafios de integração da América Latina, agroenergia, investimentos asiáticos no continente, vias interoceânicas e o comércio internacional pós Rodada Doha.
A atual rodada de negociações da Organização Mundial de Comércio também deverá entrar na pauta nos debates ministeriais, segundo Jaguaribe. “A temática é comércio e investimentos em geral. Assim, não é possível não se dar alguma atenção à questão", disse o embaixador, ao enfatizar que a Rodada Doha também constará das declarações formais do encontro ministerial, embora não se trate de um fórum de negociação, mas de “convergência de interfaces”.
O Foro é uma iniciativa do Chile e de Cingapura – países que, segundo Jaguaribe, têm muito interesse no comércio e na interação entre a América e o Pacífico. “Estes países julgavam que o nível de entendimento, compreensão e interação entre a Ásia e a América Latina era insuficiente e inadequada, fato que em grande medida continua sendo verdade”, afirmou o embaixador.
Juntos, os PIBs (Produto Interno Bruto) dos 33 países que integram o Focalal somam cerca de US$ 12 trilhões, para mais de um terço da população mundial. Em 2005, a corrente comercial entre eles alcançou US$ 1,028 trilhão. “O Focalal ajuda a dar um dinamismo maior para uma região que é hoje a região mais dinâmica do ponto de vista econômico, comercial e produtivo do mundo”, disse Jaguaribe.
O diálogo entre os países ocorre, atualmente, no âmbito de três grupos de trabalho: Política, Cultura e Educação; Economia e Sociedade; e Ciência e Tecnologia. A primeira Reunião Ministerial do Focalal foi realizada em Santiago (Chile), em março de 2001, e a segunda, em Manila (Filipinas), em janeiro de 2004. Ainda sem data definida, a quarta será no Japão.
Integram o Foro os seguintes países: Argentina, Austrália, Bolívia, Brunei, Brasil, Camboja, Chile, China, Colômbia, Cingapura, Costa Rica, Filipinas, Cuba, Indonésia, Equador, Japão, El Salvador, Laos, Guatemala, Malásia, México, Mianmar, Nicarágua, Nova Zelândia, Panamá, República da Coréia, Paraguai, Tailândia, Peru,Vietnã, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
Até o momento, está confirmada a presença de ministros de 21 países, de um alto funcionário da Austrália e de representantes do Haiti e do Suriname, como convidados.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/17/materia.2007-08-17.8482545051/view