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quarta-feira, 31 de julho de 2019

BRICS/Keiser Report: El golpe de China que está dando "muchos quebraderos de cabeza" a EE.UU. y que cambiará la arena geopolítica del Oriente Medio


30 jul 2019 16:39 GMT, RT TV-Novosti (Russia) https://actualidad.rt.com/programas/keiser_report/322628-fin-privilegio-desorbitado-dolar-eeuu
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En este episodio de 'Keiser Report', Max y Stacy comentan un informe de JP Morgan dirigido a sus clientes más ricos en el que señalan el posible fin del 'privilegio desorbitado' del dólar y, tras demostrar que China está recuperando el papel que tuvo en la economía mundial durante miles de años, recomiendan una mayor exposición al renminbi y al oro. En la segunda parte Max entrevista al experto en China Dan Collins sobre qué cabe esperar de la visita de la delegación comercial de EE.UU. a Pekín.


Stacy inicia el programa citando un informe publicado por el banco estadounidense de inversión JP Morgan Chase dirigido a sus clientes internacionales de banca privada en el que se advierte que "el dólar puede

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

ESTARÁ A EUROPA CONDENADA À VASSALAGEM A WASHINGTON?



1 agosto 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Paul Craig Roberts

A Segunda Guerra Mundial resultou na conquista da Europa, não por Berlim e sim por Washington.

A conquista era certa mas não toda de uma vez. A conquista da Europa por Washington resultou do Plano Marshall; de temores do Exército Vermelho de Staline que levaram a Europa a confiar na protecção de Washington e a subordinar os militares europeus à NATO; da substituição da libra britânica como divisa de reserva mundial pelo US dólar e do longo processo de subordinação da soberania de países europeus individuais à União Europeia, uma iniciativa da CIA implementada por Washington a fim de controlar toda a Europa através do controle de apenas um governo irresponsável.

Com poucas excepções, sobretudo o Reino Unido, a condição de membro da UE também significou perda de

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

BRICS, БРИКС/Finanças globais: a China bate à porta

7 agosto 2015, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Antonio Martins, Outras Palavras

Pequim quer converter sua moeda, o Yuan, num rival para o dólar. Isso sacudiria a ordem financeira e geopolítica mundial  

Foi um empate. Pressionado há meses pela China, para que dê ao yuan status semelhante ao do dólar, euro, libra (inglesa) e iene (japonês), o Fundo Monetário Internacional (FMI) adiou a decisão. Por ora, a divisa chinesa não fará parte da cesta de moedas em que se baseiam os Direitos Especiais de Saque (SDR, em inglês), a principal referência monetária adotada pelo Fundo. Mas ao anunciar a decisão, o Comitê Executivo do Fundo decidiu, ao mesmo tempo, antecipar para 2016 uma nova reunião que decidirá sobre a composição dos SDR. Em condições normais, ela só ocorreria em 2022.

Está em jogo é muito mais que um reconhecimento formal. A importância do yuan como moeda internacional cresce aceleradamente desde 2009, quando a Pequim decidiu empenhar-se empenhar-se nesse sentido. À época, a China já era a segunda maior economia do mundo (ultrapassou os EUA em 2014, segundo certos critérios), mas o uso do yuan era residual.

Reprodução
A ação de Pequim mudou rapidamente o cenário. Hoje, 22% das transações comerciais da China são feitas em sua própria moeda. Como o comércio exterior chinês é o maior do mundo, o yuan

sábado, 23 de maio de 2015

EL MUNDO SE PREPARA PARA EL COLAPSO DEL DÓLAR

28 abril 2015, Barometro Internacional http://barometrointernacional.bligoo.com.ve  (Venezuela)

Por Manuel E. Yepe

MONCADA

Todo el mundo se prepara para hacer frente a un próximo colapso del dólar estadounidense. Los aliados occidentales acuden en masa para unirse al nuevo Banco Asiático para Inversiones en Infraestructura (AIIB, por sus siglas en ingles) en tanto Estados Unidos y el Banco Mundial, desde el banquillo de los acusados donde está sentado, les habla de gobernanza financiera “adecuada”. Estados Unidos ha instado a sus aliados a pensarlo dos veces antes de firmar con un nuevo banco de desarrollo asiático liderado por China, que Washington considera rival del Banco Mundial, luego que Alemania, Francia e Italia anunciaron su intención de incorporarse siguiendo el ejemplo de Gran Bretaña.

La intensión concertada de tan importantes los aliados de Estados Unidos de participar en un proyecto de Beijing con alcance económico de buque insignia fue un golpe diplomático a Estados Unidos y a sus esfuerzos por contrarrestar el rápido crecimiento económico y diplomático de China.

La participación de estas potencias europeas expresa un afán por colaborar con la economía de la República Popular China, la segunda mayor del mundo, y tiene mayor significación porque

quinta-feira, 5 de março de 2015

EL YUAN, SEGUNDA MONEDA DE COMERCIO INTERNACIONAL

2 marzo 2015, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


El comercio internacional en el mundo opera a través de crédito documentario. Históricamente las  monedas líderes de las cartas de créditos fueron el dólar, el euro  y el yen; y el yuan estuvo en cuarto lugar hasta enero del 2012 cuando comenzó a moverse hacia arriba, desplazando primero al yen y luego al Euro como la segunda moneda en la que se confirman más cartas de crédito.  El auge del yuan dista de ser una amenaza para el dólar pero si lo ha sido para el yen y el euro, que verán en el futuro comercio asiático más volumen en la moneda china.  En enero del año 2012, los créditos documentarios en yuanes pesaban el 1.89% del total emitido medidos en valor.  Los yenes pesaban 1.94% y los euros 7.87%.  La moneda líder, el dólar, pesaba 84.96%.  Tres años más tarde  el descenso del dólar a 79.23% ha tenido como contrapartida el aumento del comercio internacional en créditos en yuanes a 9.43%, desplazando al Euro que bajó a 6.74% y al yen que descendió a 1,55% del total del valor de créditos documentarios.

Lo significativo de este auge es la velocidad con la que pasó de 1.89% a 9.43% del total de crédito de comercio en el mundo.  En apenas tres años la participación del comercio con crédito en yuanes se

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/RÚSSIA PODERÁ DISPENSAR A REDE SWIFT

14 novembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)
12/11/2014, Yves Smith*, Naked Capitalism

E UTILIZAR OUTRO SISTEMA DE COMUNICAÇÕES/COMPENSAÇÕES INTERNACIONAIS INTERBANCÁRIAS


Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Muitos observadores nos EUA mostraram-se descabidamente excitados sobre o que chamam, pejorativamente, de “esforços para quebrar a hegemonia do dólar”, como, dentre outros, o esforço conjunto dos chamados países BRICS para formar um banco de desenvolvimento.

Por mais que seja considerado importante manter uma cadeia internacional de entidades de financiamento, particularmente as que se focam em atividades que, em teoria, aumentam os benefícios coletivos de depender de uma moeda de reserva, não se pode concluir disso que lançar novas e úteis instituições de financiamento quebrará a dominação do dólar. Por mais que faça todo o sentido que os países se ressintam de os EUA abusarem muito da sua posição de emissor da moeda de reserva, também é verdade que não há concorrente à espera nas coxias. A Eurozona acabou com a chance que tinha, ao fracassar na operação de sanear pelo menos, que fosse, os seus bancos

sábado, 8 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/Líderes de China e Rússia estreitam relações na Apec

7 novembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
(Ler tambem “BRICS, БРИКС/Rússia e China abalam o dólar americano”)

Os presidentes da China e da Rússia, Vladimir Putin e Xi Jinping, estão estreitando suas posições sobre questões importantes relacionadas com as relações bilaterais e internacionais, disse o embaixador Andrey Denisov.

O diplomata russo em Pequim afirmou à agência de notícias estatal chinesa Xinhua que a coordenação de posições sobre assuntos de grande importância ocorrerá durante a reunião entre os dois líderes na XXII Cimeira da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec).

“A Apec é a melhor plataforma para estudar as questões relacionadas com o desenvolvimento econômico regional e a Rússia atribui grande importância

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O FIM DE UMA ERA: ESTARÁ O PETRODÓLAR SOB AMEAÇA?

5 novembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

André Topf

O declínio económico dos EUA e a emergência de outras potências tem expressão também na tendência para a redução do papel do dólar norte-americano enquanto moeda de reserva mundial. Se os mercados globais de energia abandonarem o petrodólar, o domínio global do dólar terá os dias contados.

Recentes negócios e cooperação a alto nível entre a Rússia e a China fizeram soar o alarme no Ocidente enquanto políticos e executivos do gás e petróleo vêem a balança do poder nos mercados globais de energia tender para Oriente.

As razões para um relacionamento mais amistoso entre os dois gigantes têm evidentemente origem na crise da Ucrânia e nas subsequentes sanções ocidentais contra a Rússia, combinadas com a necessidade da China garantir fornecimentos de energia a longo prazo. Mas uma consequência de ligações económicas mais estreitas entre a Rússia e a China pode indicar também o princípio do fim do domínio do dólar americano, e isso poderá

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

BRICS, БРИКС/“PRÓXIMO PASSO É CRIAÇÃO DE UMA MOEDA COMUM PARA OS BRICS”

28 outubro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

BRICS Business Magazine

Diretor-geral da Corporação de Pesquisa e Produção Uralvagonzavod, Oleg Sienko fala sobre como a Rússia pode trabalhar com os seus parceiros do Brics para resolver problemas estruturais e até que ponto as sanções ocidentais colocaram a economia russa em uma situação difícil.

Brics Business Magazine: No final de setembro, o Banco Mundial publicou três cenários de médio prazo para o desenvolvimento econômico da Rússia. O melhor deles prevê baixo crescimento do PIB nos próximos anos. Entre outras coisas, os especialistas do banco apontam que não será possível obter uma maior aceleração do crescimento econômico simplesmente a mantendo a atual política de estímulo fiscal. Você concorda com essas conclusões? Como você avalia a situação atual da economia russa?

Oleg Sienko: Está longe de ser uma questão simples. Já ficou claro que

domingo, 12 de outubro de 2014

Uruguay/¿MONTEVIDEO, LA CAPITAL LATINOAMERICANA DEL YUAN?

7 octubre 2014, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


El cierre de los canales de crédito internacional (credit crunch), como efecto de quiebras bancarias masivas en Estados Unidos, luego del desplome de Lehman Brothers en septiembre de 2008, llevó a los inversionistas, en un primer momento, a buscar refugio en el dólar, la moneda hegemónica del sistema monetario internacional. Ello precipitó la caída de las monedas nacionales en relación a la divisa estadounidense y disminuyó los saldos superavitarios de las cuentas corriente de las economías de la periferia observados a partir de 2002. Los flujos de mercancías de origen primario (materias primas) y secundario (manufacturas y productos industriales) se vinieron abajo, afectados sobre todo por la reducción de los precios, más que por la disminución del volumen exportado. De otro lado, la resistencia del Congreso estadounidense ha mantenido congelada la implementación de los acuerdos alcanzados por el grupo de los 20 (G-20) para reformar el sistema de representación del Fondo Monetario Internacional (FMI), actualmente bajo la dominación aplastante del grupo de los 7 (G-7). Por esa razón, China se orienta cada vez más a utilizar su moneda para de un lado, reducir los efectos negativos del derecho de señoreaje  del dólar sobre los flujos globales de capital y de otro lado, construir de manera progresiva, un sistema monetario multipolar.

Para ello, el gobierno chino puso en marcha un plan global con tres estrategias clave. En primer lugar, ha impulsado la firma de swaps cambiarios bilaterales (permutas de cobertura de divisas) con otros bancos centrales. El objetivo consiste en proteger los flujos de comercio e inversión mediante la provisión de moneda extranjera a los sectores público y privado. Así, desde 2009 China ha concretado la firma de swapscambiarios bilaterales con más de veinte bancos centrales. Fuera del continente asiático, destacan los acuerdos con el Banco de Inglaterra por 32 mil 600 millones de dólares y el Banco Central Europeo (BCE) por 57 mil millones de dólares. Rusia e India también firmarán los propios, ambos países integrantes del BRICS (acrónimo de Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica).

En cuanto a América Latina, cuyo comercio con China creció 18 por ciento anualmente durante la última década, Brasil y Argentina cuentan ya con swaps cambiarios por 30 mil y 11 mil millones de dólares respectivamente. Así, la diplomacia del Banco Popular de China ha creado un mercado global del yuan en rápido crecimiento que suma ya más de 4 billones (castellanos) de dólares. En segundo lugar, a través de la Plataforma de Negociación de Divisas (CFETS, por sus siglas en inglés), Pekín ha establecido en los dos últimos años centros de liquidación directa en el exterior para facilitar el uso del yuan.

Las ventajas de tales proyectos incluyen cruzar de manera directa las divisas, reducir los costos de conversión, facilitar el uso de las monedas nacionales en los acuerdos bilaterales y finalmente, promover la cooperación financiera y económica.

Bajo este esquema piloto, el ringgit malayo, el rublo ruso, el yen japonés, el dólar australiano, el dólar neozelandés, y más recientemente, la libra esterlina y el euro, realizan operaciones en directo con la “moneda del pueblo” (renminbi). Y en tercer lugar, a través del Programa Chino de Inversores Institucionales Extranjeros Calificados en Renminbi (RQFII, por sus siglas en inglés), que permite a las empresas de las ciudades elegidas por China (Londres, París y Fráncfort en la Unión Europea, y Hong Kong, Singapur, Seúl y Taiwán en el continente asiático hasta ahora) invertir en los mercados valores y adquirir activos financieros denominados en yuanes, mediante cuotas adjudicadas por el regulador bursátil.

No hay duda de que el empuje principal de China para avanzar en la internacionalización de su moneda radica en su fuerza comercial. China es hoy el primer exportador mundial de mercancías y el segundo mayor importador. Previsiblemente, la mitad del comercio exterior de China será facturado en yuanes en un plazo no mayor a quince años. Asimismo, se perfila como el primer socio comercial de América Latina en los próximos años y desplaza de modo gradual la posición económica de Estados Unidos en diversas zonas. En este sentido, todo parece indicar que la relación entre ambas regiones dará un salto cualitativo a través del impulso al renminbi en el plano regional.

Recientemente, se llevó a cabo la VIII Cumbre China-Latinoamérica y el Caribe en la ciudad de Changsha bajo el auspicio del Banco Interamericano de Desarrollo (BID), el Banco Popular de China, el Consejo Chino para la Promoción del Comercio Internacional y el gobierno de la provincia de Hunan. El encuentro logró reunir a centenares de ejecutivos de empresas y funcionarios de alto nivel a fin de discutir los términos de la relación económica. Sorpresivamente, el ministro de Economía y Finanzas de Uruguay, Mario Bergara, manifestó su interés de convertir a Montevideo en la primera capital latinoamericana especializada en el comercio en yuanes. Para llegar a ser la capital del yuan en América Latina, Montevideo deberá profundizar la cooperación bilateral en materia financiera con China a la brevedad, ya sea mediante la firma de un swap cambiario bilateral, el comienzo de los trámites correspondientes para emitir bonos denominados en yuanes (los famosos bonos “Dim Sum”), realizar inversiones transfronterizas mediante el programa RQFII, o bien convertirse en centro de liquidación directa tal y como ya lo han hecho varias ciudades europeas y asiáticas. En suma, aunque el yuan todavía tiene un largo camino por recorrer antes de convertirse en moneda de reserva, avanza de manera acelerada y América Latina podría ejercer, a través de Uruguay, un papel protagónico en dicho esfuerzo.

*Ariel Noyola Rodríguez: Miembro del Observatorio Económico de América Latina del Instituto de Investigaciones Económicas de la Universidad Nacional Autónoma de México. Columnista de la revista Contralínea (México) y colaborador de laRed Voltaire (Francia).

terça-feira, 12 de agosto de 2014

CRESCE O PETROYUAN (E A LENTA EROSÃO DA HEGEMONIA DO DÓLAR NORTE-AMERICANO)

7 agosto2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br

4 agosto 2014, *Flynt Leverett e Hillary Mann Leverett, World Financial Review

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Por 70 anos, um dos pilares mais criticamente determinantes do poder norte-americano tem sido a posição do dólar como mais importante moeda do mundo. Nos últimos 40 anos, um dos pilares do primado do dólar tem sido o papel dominante das notas verdes nos mercados internacionais de energia. Hoje, a China está alavancando seu crescimento como potência econômica, e como o mais importante mercado em desenvolvimento para exportadores de hidrocarboneto no Golfo Persa e na ex-URSS, para circunscrever a dominação do dólar na energia global – com ramificações potencialmente profundas para a posição estratégica dos EUA.

Desde a IIª Guerra Mundial, a supremacia geopolítica dos EUA repousa não só na força militar, mas também na posição do dólar como principal moeda de negócios e de reserva do mundo. Economicamente, a primazia do dólar extrai “senhoriagem” – a diferença entre o custo de imprimir dinheiro e seu valor – de outros países e minimiza a taxa de risco cambial das empresas norte-americanas. Mas sua real importância é estratégica: a primazia do dólar permite que os EUA cubram seus déficits crônicos em conta corrente e fiscal, emitindo mais de sua própria moeda

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

BRICS, БРИКС/ASSESSOR DE PUTIN PROPÕE “ALIANÇA ANTIDÓLAR” PARA PÔR FIM ÀS GUERRAS DOS EUA EM TODO O PLANETA

3 agosto 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Tyler Durden, ZeroHedge – http://goo.gl/d1g1YZ

“Uma coalização antidólar será o primeiro passo para criar-se uma coalizão antiguerra capaz de deter a agressão norte-americana.”

Já faz algum tempo que tanto a Ucrânia como a resposta russa às sanções (que puseram em movimento o grande eixo eurasiano, aproximando China e Rússia e acelerando o negócio “Santo Graal” de gás entre os dois países) deixaram as manchetes. Mas ainda não se entendeu por que a imprensa-empresa ucraniana largou a cobertura da Ucrânia como se fosse batata quente, sobretudo porque a guerra civil prossegue no Donbass ucraniano e continua a fazer dúzias de mortos dos dois lados.

O mais provável é que o público tenha-se cansado de ouvir metáforas sobre jogos de xadrez ou de damas entre Putin e Obama, e tenha sido despachado para ler a propaganda que cerca as metáforas ‘analíticas’ e os eventos mortais da 3ª guerra do Iraque, como há tantas décadas.

Mas é provável que ‘sair do foco’ seja exatamente o que mais deseja a elite política russa. De fato – como noticia Valentin Mândrăşescu, editor de Voice of Russia –, enquanto a grande máquina norte-americana de distrair a atenção popular foca-se em outros temas, a Rússia já se prepara para os passos seguintes.

Assim se chega a um conselheiro de Putin, Sergey Glazyev – o homem que, no início de março, foi o primeiro a sugerir que a Rússia se livrasse dos títulos dos EUA e abandonasse

terça-feira, 29 de julho de 2014

BRICS, БРИКС /INTENÇÃO VELADA DE A ALEMANHA INTEGRAR OS BRICS ASSUSTA OS EUA

27 julho 2014 15:27,Correio do Brasil http://correiodobrasil.com.br (Brasil)

Por Carl Edgard, com agências internacionais -- de Nova York, EUA, Moscou e São Paulo

Os piores pesadelos do presidente Barack Obama têm ganhado forma, em uma velocidade com a qual ele não contava, no front financeiro. Uma análise do doutor em Estatística Jim Willie, PhD na matéria pela Carnegie Mellon University, nos EUA, afirma categoricamente que a Alemanha está prestes a abandonar o sistema unipolar apoiado pela Organização do Tratado Atlântico Norte (Otan) e os EUA, para se unir às nações dos Brics, o grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, razão pela qual a agência norte-americana de espionagem NSA ampliou suas escutas à lider germânica Angela Merkel e terminou flagrada por agentes do serviço secreto alemão, após as denúncias do ex-espião Edward Snoden. Em entrevista ao blogueiro Greg Hunter, editor do USA Watchdog, Willie afirmou que a verdadeira razão por trás do recente escândalo de espionagem da NSA, visando a Alemanha, é o clima de medo que ronda o governo norte-americano de que as potências financeiras da Europa estejam procurando fugir do inevitável colapso do dólar.

Editor de um boletim financeiro a partir de Pittsburg, no Estado norte-americano da Pensylvania, Jim Willie afirma que o apoio dos EUA à Ucrânia e as consequentes sanções impostas à Rússia integram o esforço dos EUA de tentar

quarta-feira, 16 de abril de 2014

GUERRA E MORTE DO DÓLAR AMERICANO?

10 abril 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

Os EUA ou o mundo estão a chegar ao fim?

por Paul Craig Roberts*

2014 está a perfilar-se como o ano de ajuste de contas para os Estados Unidos.

Duas pressões estão a acumular-se sobre o dólar americano. Uma decorre da declinante capacidade do Federal Reserve para manipular o preço do ouro quando as reservas ocidentais encolhem e se espalha no mercado o conhecimento da ilegal manipulação de preços feita pelo Fed. É inequívoca a evidência de quantidades maciças de vendas a descoberto a serem despejadas no mercado de futuros do ouro numa altura em que a comercialização é fraca. Tornou-se óbvio que o preço do ouro está a ser manipulado no mercado de futuros a fim de proteger o valor do dólar das consequências da quantitative easing (QE).

A outra pressão provém das loucas ameaças do regime de Obama, de sanções contra a Rússia. Outros países já não estão dispostos a tolerar o abuso de Washington quanto ao padrão dólar mundial. Washington utiliza os pagamentos internacionais com base no dólar para prejudicar as economias de países que resistem à hegemonia política de Washington. 

A Rússia e a China já estão fartas. Conforme noticiei e conforme Peter Koenig noticia, a Rússia e a China estão a desligar do dólar o seu comércio internacional. Daqui em diante, a Rússia efectuará o seu comércio, incluindo a venda de petróleo e de gás natural à Europa, em rublos e nas divisas dos seus parceiros do BRICS.

Isto significa uma grande quebra na procura de dólares americanos e uma queda correspondente no valor cambial do dólar.

Conforme John Williams ( shadowstats.com ) deixou claro, a economia dos EUA não recuperou dos maus tempos de 2008 e tem continuado a enfraquecer. A grande maioria da população americana há anos que está a ser fortemente pressionada

sábado, 23 de novembro de 2013

2014 – INTERNACIONALIZAÇÃO DO YUAN, ABERTURA DA ARÁBIA SAUDITA, EXPLOSÃO DA UE: OS TRÊS ÚLTIMOS SUSTENTÁCULOS DO DÓLAR ENTRAM EM COLAPSO



18 novembro 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
 
por GEAB*

"Era noite e a chuva caía. Enquanto caía era chuva, mas depois de caída era sangue". Estas palavras de Edgar Allan Poe [1] aplicam-se às mil maravilhas ao lento processo de deslocação mundial agora em curso, em que todos os acontecimentos aparentemente anódinos ("a chuva") combinam-se para minar os fundamentos do sistema internacional que está moribundo ("o sangue"). Se este processo é lento, se estes acontecimentos podem parecer anódinos, é paradoxalmente porque a crise actual é a primeira crise sistémica verdadeiramente mundial: bem mais profunda que a de 1929, ela afecta todos os países e aflige o núcleo do sistema. Quando a de 1929 foi uma crise de adolescência da nova potência mundial, os Estados Unidos, a que vivemos actualmente corresponde aos últimos dias de um condenado – e este condenado é a super-potência que se conhece desde 1945. Mas toda a organização do mundo está construída em torno dos Estados Unidos e ninguém tem interesse em que ela se afunde antes de estar completamente desligado. Trata-se portanto, para todos, de se afastar suavemente salvaguardando as apar ências habituais a fim de assegurar um transição sem sobressaltos, o que explica a lentidão do krach em curso.

É de certa forma como os pais que tentam sair do quarto do seu bebé na ponta dos pés para evitar que ele acorde e se ponha a berrar: o bebé é o dólar e os pais são indignos uma vez que saem para abandoná-lo.

A China é mestra nesta arte, mas vêem-se por toda parte outros países que abandonam progressivamente os Estados Unidos de maneira mais ou menos subtil, como por exemplo a Arábia Saudita [2] . Para a União Europeia, quase o último bastião americanista fora dos EUA, a tarefa é mais árdua. Nossa equipe antecipa que

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

DESGOVERNO MUNDIAL TOTALITÁRIO



20 agosto 2013, Coluna de Adriano Benayon, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

01. Estamos diante de mudança qualitativa na situação mundial, tanto no plano econômico como no político.

02. Depressão, desemprego crescente, concentração e financeirização absurdamente elevadas - incompatíveis sequer com o pouco que restava do estado de direito - têm levado ao Estado totalitário, cujas instituições aplicam meios e armas tecnológicas, nunca dantes vistas, para desinformar, espionar e reprimir as pessoas.

03. Poucos países, como Rússia, China e Irã, não se comportam como capachos do império angloamericano, sofrendo, por isso, pressões militares, políticas e constante campanha denigridora, apesar de com ele colaborarem em muitos terrenos e questões

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Venezuela/Banco del Sur es un paso hacia independencia financiera de la región

Agencia Bolivariana de Noticias (ABN) http://www.abn.info.ve

Caracas, 27 septiembre 2009 (ABN) - La constitución del Banco del Sur como institución financiera en la región representa un paso histórico hacia la liberación de América Latina, hacia la independencia económica de la región y del dólar como moneda de intercambio, señaló este domingo el presidente de la República del Ecuador, Rafael Correa.

“América Latina tiene todos los recursos para ser independiente, debemos cultivar una capacidad de ahorro propia. No tiene sentido enviar nuestras reservas al exterior, al contrario, debemos mantenerlas en nuestra región y que sirvan como financiamiento al desarrollo productivo y social de la región”, explicó.

Durante una entrevista concedida a Venezolana de Televisión, este domingo desde el estado Nueva Esparta, Correa condenó que América del Sur haya, en el pasado, caído en el absurdo de tener centenas de millones de dolares en el norte, beneficiando exclusivamente a Estados Unidos y detrimento del pueblo suramericano.

Por ello, el Mandatario ecuatoriano instó a impulsar una nueva arquitectura financiera regional con esta banca, crear un fondo de reserva común, en mediano plazo un banco central, y posteriormente una moneda virtual para dejar de utilizar el dólar, y en el futuro una moneda en físico.

“Los países que se han desarrollado son los que han sido capaz de realizar acciones colectivas (...) Debemos seguir avanzando”, enfatizó.

El documento constitutivo del Banco del sur lo firmaron este miércoles los presidentes Luis Inácio Lula Da Silva de Brasil; Cristina Fernández (Argentina); Rafael Correa (Ecuador); Tabaré Vásquez (Uruguay); Fernando Lugo (Paraguay); Evo Morales (Bolivia) y Hugo Chávez (Venezuela).

Inicialmente, el Banco contará con un capital de 20 mil millones de dólares para financiar proyectos de orden social en los Estados Partes.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Brasil e China criaram grupo de trabalho para analisar substituição do dólar nas trocas comerciais

Macau, China, 16 setembro 2009 – O Brasil e a China criaram um grupo de trabalho para analisar a viabilidade da implementação de um programa de comércio bilateral nas respectivas moedas em substituição do dólar americano, segundo disse terça-feira à Lusa fonte do Banco Central brasileiro.

“As negociações estão ainda numa fase inicial, tendo sido criado um grupo de trabalho com representantes do Brasil e da China que tiveram ainda apenas uma reunião durante o G2O em Londres”, explicou a fonte.

O próximo passo poderá passar pela deslocação de uma delegação do Banco Central do Brasil à China, acrescentou.

O grupo de trabalho irá analisar os “resultados que estão a ser alcançados através de um acordo que a China estabeleceu recentemente com a Argentina” - o primeiro país da América do Sul a beneficiar das trocas comerciais na respectiva moeda com a China e com quem o Brasil também desenvolve o mesmo programa desde Setembro de 2008.

Os bancos centrais da China e do Brasil vão ainda fazer um “levantamento do potencial volume de negócios bilaterais para verificarem a viabilidade de um futuro acordo”.

Um acordo com a China deverá beneficiar, essencialmente, os pequenos exportadores, ao permitir uma redução de custos, enquanto que os grandes exportadores deverão continuar a recorrer ao dólar americano.

Até agora, apenas as empresas de dez países da Associação das Nações do Sudeste Asiático estão autorizadas a realizar trocas comerciais em renmimbi com empresas de cinco cidades do continente chinês, Hong Kong e Macau, sob um programa piloto que arrancou em Julho e que envolve no total 400 empresas.

Em Abril, a China destronou os Estados Unidos como maior parceiro comercial do Brasil, tornando-se também no principal destino das suas exportações, sobretudo ferro, petróleo, cereais e pasta de papel. (macauhub)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Mercosul substitui dólar e prevê crescimento em 2009

24 julho 2009

A mudança foi iniciada por Brasil e Argentina em 2008
O Conselho do Mercado Comum do Mercosul aprovou a substituição do dólar por moedas locais no intercâmbio comercial do Bloco, que já vê os resultados das medidas para se enfrentar a crise econômica mundial, destacaram nesta quinta-feira os ministros reunidos na 37ª Cúpula de Assunção.

Com o acordo para substituir o dólar, "toda atividade que implique o uso de dinheiro será realizada com moedas de nossos países, sem ter o dólar como referência", revelou à AFP o vice-ministro paraguaio das Relações Exteriores, Oscar Rodríguez.

Paraguai e Uruguai estarão incorporados ao novo sistema de intercâmbio a partir do final de 2010, após a conclusão de detalhes técnicos envolvendo os bancos centrais dos dois países.

Rodríguez destacou que a vigência deste novo regime de intercâmbio "terá uma grande repercussão em todas as atividades econômicas" da região. Os ministros da Economia e presidentes de bancos centrais reunidos em Assunção estimaram que o Bloco crescerá este ano com as políticas de expansão adotadas para se enfrentar a crise mundial.

"Os países têm adotado, em geral, políticas monetárias e fiscais expansivas para paliar o efeito da recessão mundial", destacou o ministro da Fazenda do Paraguai, Dionisio Borda. Os relatórios dos especialistas revelam que "a maioria (dos países) terá crescimento em 2009, exceto Chile e Paraguai", destacou Borda em entrevista coletiva.

Borda lembrou que o Chile calcula para 2009 uma queda do PIB de 1%, enquanto o Paraguai deve sofrer um recuo de 3% a 4%. Na outra ponta, a Bolívia deve obter um avanço do PIB de 4%."Os níveis de crescimento de nossos países são muito mais promissores do que os previstos pelos organismos multilaterais e os setores privados", destacou o funcionário paraguaio, ao comentar os relatórios dos ministros presentes em Assunção. "Estamos saindo da crise, cujos canais de transmissão foram o setor financeiro, a retração do envio de dinheiro (dos emigrantes) e a queda no comércio internacional".

Os relatórios dos ministros destacam a importância da comunicação pública no manejo da crise: "É um fator importante na economia transmitir uma expectativa positiva e antecipar quando vamos passar este período de turbulência, quando vamos voltar à normalidade...". (AFP e eBand)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Brasil/SEMINÁRIO INTERNACIONAL “CRISE – RUMOS E VERDADES”

Requião defende Mercosul e moeda própria sul-americana

9 dezembro 2008/ http://www.crise.pr.gov.br

O governador Roberto Requião defendeu nesta terça-feira (09), o fortalecimento do Mercosul e a adoção de moeda própria para a América do Sul, que, dessa forma, não ficaria tão dependente da moeda norte-americana. “Nós precisamos ter um mercado nosso, que não dependa do dólar”, afirmou. Requião deu entrevista à TV Paraná Educativa, antes do início do seminário internacional “Crise – Rumos e Verdades”, promovido pelo governo do Estado, no Canal da Música, em Curitiba.

Requião elogiou a participação do senador Aloizio Mercadante (PT), na mesa-redonda de segunda-feira (08). “Ele foi perfeito na sua exposição, ao falar sobre o Mercosul”, avaliou o governador. “Estamos escapando do dólar. No Paraná, temos apostado tudo na integração sul-americana. Multiplicamos por várias vezes o nosso comércio com a Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile. Assim, conseguimos escapar um pouco desse comércio dominado pelas superpotências e fugir da dominação absoluta do dólar, que se transformou na moeda padrão do mundo”, detalhou.

De acordo com o governador, a dominação do planeta pelo dólar norte-americano se voltou contra os próprios Estados Unidos, que chegaram num estágio de excesso de liquidez e de moeda. “Daí, eles inventaram um superfinanciamento, o ‘subprime’, que é de alto risco imobiliário. De repente, os financiados descobriram que as suas casas não valiam um terço do valor que eles tinham que pagar e daí deixaram de fazer isso. E esta é a origem, de uma forma bem simplificada, da crise que nós vivemos e atinge o mundo inteiro”, observou.

Requião também defendeu a criação de uma moeda própria para a América do Sul, assim como existe no Mercado Comum Europeu, com o Euro. “Com a nossa moeda, poderíamos influir no mercado. Se nós perdemos a moeda, perdemos completamente a soberania”, salientou. “É só vermos o que aconteceu com o Equador, que suprimiu a moeda, agora trabalha com o dólar. Portanto, ele não tem política fiscal e tributária, e está vivendo ao sabor da moeda norte-americana”, completou.

SEMINÁRIO – Durante a entrevista, o governador também destacou a importância do seminário internacional, cuja programação segue até a próxima quinta-feira (11). “É um evento que milita a favor da democratização da informação. A grande mídia brasileira faz o papel estranho de se render à perspectiva do mercado, das financeiras, dos bancos. E nós estamos assumindo a perspectiva do interesse da população, que precisa saber o que está acontecendo. Esse conhecimento por parte dos cidadãos força, inclusive, o governo a tomar medidas por meio da sua visão mais popular”, observou.

Requião adiantou que a programação do seminário está sendo gravada e será veiculada em outros horários na TV Paraná Educativa. “A idéia é fazer com que esses debates sejam conhecidos pelos cidadãos. É preciso que o país se informe e saiba o que está acontecendo no mundo. Nós não podemos deixar mais as decisões e a informação na mão de meia dúzia de pseudo-sábios que querem conduzir tudo à revelia dos interesses do povo”, afirmou.

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Para professor russo, países devem se preocupar com a ciência e a tecnologia

O professor Yury Gromyko, membro da Academia de Ciências da Rússia e diretor do Instituto de Estudos Avançados da Academia, disse nesta terça-feira (9) que os países, sobretudo os em desenvolvimento, devem, neste momento de crise internacional, investir em ciência e tecnologia voltadas ao incremento da atividade industrial. Gromyko falou no painel “Papel Econômico e Geopolítico da China, Estados Unidos, Rússia e China”, na tarde do segundo dia do seminário “Crise – Rumos e Verdades”, promovido pelo Governo do Paraná, em Curitiba.

Na avaliação do especialista russo, para as nações se livrarem da crise não bastam as medidas imediatas – “o que já é uma batalha acirrada” – que vêm sendo anunciadas. O momento precisa ser aproveitado para uma ampla reformulação no sistema financeiro, e que as instituições financeiras sejam utilizadas para o fomento à renovação das plataformas industriais dos países.

Para Gromyko, faz-se necessário investir em ciência, de forma a direcionar esses estudos à viabilidade prática; em educação; e em indústrias com inovações tecnológicas, sejam inovações em seus produtos ou em técnicas que minimizem os impactos ambientais de suas atividades.

O professor russo ressaltou que é preciso garantir, em acordos internacionais, “o direito de todo país se desenvolver”. Para o planejamento e execução de políticas de desenvolvimento econômico, Gromyko sugere cooperações internacionais e a integração de institutos dos diversos segmentos da atividade econômica.

Yury Gromyko comparou as medidas que vêm sendo adotadas atualmente por dois países que pertenceram à extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), como caminhos para escapar da crise internacional: Bielo-Rússia e Cazaquistão.

A Bielo-Rússia, depois do fim da URSS, procurou preservar a estrutura do sistema socialista, disse o professor. Hoje, como combate à crise, o país vem intensificando essa estrutura – comprou, por exemplo, a participação que havia delegado à iniciativa privada nos dois maiores portos marítimos do país. Está investindo numa usina nuclear estatal e firmando acordos com a Venezuela.

O Cazaquistão, por sua vez, liberalizou o mercado no pós-URSS. Com a crise, as iniciativas do país têm se focado na adoção de instrumentos voltados mais ao mercado financeiro e menos ao setor produtivo da economia. “Temos a Bielo-Rússia com medidas direcionadas à produção, e o Cazaquistão adotando mecanismos financeiros”, assinalou Yury Gromyko.

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