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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

ESTARÁ A EUROPA CONDENADA À VASSALAGEM A WASHINGTON?



1 agosto 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Paul Craig Roberts

A Segunda Guerra Mundial resultou na conquista da Europa, não por Berlim e sim por Washington.

A conquista era certa mas não toda de uma vez. A conquista da Europa por Washington resultou do Plano Marshall; de temores do Exército Vermelho de Staline que levaram a Europa a confiar na protecção de Washington e a subordinar os militares europeus à NATO; da substituição da libra britânica como divisa de reserva mundial pelo US dólar e do longo processo de subordinação da soberania de países europeus individuais à União Europeia, uma iniciativa da CIA implementada por Washington a fim de controlar toda a Europa através do controle de apenas um governo irresponsável.

Com poucas excepções, sobretudo o Reino Unido, a condição de membro da UE também significou perda de

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Brasil/NETA DE MARC BLOCH RESPONDE A EDITORIAL DO ESTADÃO*



13 julho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Suzette Bloch -- umhistoriador.wordpress.com


Marc Bloch
 

Conseguem imaginar a reação de meu avô diante do espetáculo dos deputados que votaram em nome de suas esposas, de Deus ou de um torturador?

Meu nome é Suzette Bloch. Sou jornalista e, além disso, neta e detentora dos direitos autorais do historiador e resistente Marc Bloch.

Eu li seu editorial do dia 14 de junho sobre o manifesto dos Historiadores pela democracia. Ele me deixou estupefata e indignada. Seu jornal utiliza o nome de meu avô para justificar um engajamento ideológico totalmente oposto ao que ele foi, um erudito que revolucionou a ciência histórica e um cidadão a tal ponto engajado na defesa das liberdades e da democracia que perdeu a vida, fuzilado pelos nazistas em 16 de junho de 1944.

O jornal recorre ao nome de Marc Bloch para responder aos historiadores brasileiros que se posicionaram contra o afastamento da presidenta Dilma Rousseff. “Pensamento único, historiadores muito bem posicionados na academia, a serviço de partidos, bajuladores do poder etc.”; seu editorial não argumenta, apenas denigre. Eis porque tiveram necessidade de

segunda-feira, 9 de maio de 2016

BRICS, БРИКС/La Plaza Roja acoge el Desfile del Día de la Victoria

9 maio 2016, ТВ-Новости TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Россия, Rusia) BOA

El 9 de mayo toda Rusia celebra el Día de la Victoria sobre el nazismo y rinde homenaje a los fallecidos en la Gran Guerra Patria.

71 años atrás, la Unión Soviética celebró la gloriosa victoria sobre la Alemania nazi en la Gran Guerra Patria. El 9 de mayo, a lo largo y ancho de Rusia se celebra la gran hazaña del pueblo soviético, que no se rindió ante los nazis, siendo la fiesta más emotiva del país.


Cadetes de la Academia Militar Femenina Jruliov participan por primera vez en el desfile de la Plaza Roja de Moscú por el 71.º aniversario de la victoria en la Segunda Guerra Mundial. 9 de mayo de 2016.Sergei KarpukhinReuters

Con motivo del 71.º aniversario de la derrota del nazismo, la Plaza Roja de Moscú vuelve a ser centro del espectacular Desfile del Día de la Victoria. Unos 10.000 militares y más de 100 unidades de equipos militares, así como 71 helicópteros y aviones, número elegido a propósito para conmemorar los años transcurridos desde aquella victoria, desfilaron por el corazón de la capital rusa.


El Desfile de la Victoria empezó a las 10.00 de la mañana (hora de Moscú). Uno de los momentos clave del evento llegó poco después con la aparición sobre el empedrado de la Plaza Roja de la Bandera de la Victoria, la misma que soldados soviéticos hicieron ondear sobre del Reichstag de Berlín en mayo de 1945. Como ya es tradicional, los primeros en pisar la Plaza Roja fueron

BRICS, БРИКС/"La paz mundial no se establece por sí misma": Putin felicita a los rusos en el Día de la Victoria



9 maio 2016, ТВ-Новости TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Россия, Rusia)

El presidente ruso también ha hablado sobre el nuevo sistema de seguridad en su discurso dedicado al 71.º aniversario de la derrota del nazismo.

El presidente de Rusia, Vladímir Putin, ha felicitado a los rusos con motivo del 71.º aniversario de la derrota de las tropas de la Alemania nazi en la Segunda Guerra Mundial, señalando que "el poder, la confianza y la dignidad" del país radican en "la cohesión" del pueblo ruso y su "dedicación" a la patria, escribe la agencia RIA Novosti.

"Inclinamos la cabeza ante la bendita memoria de hijos, hijas, padres, madres, abuelos, esposos, esposas, hermanos, hermanas, compañeros de armas y amigos. Ante todos los que no regresaron de la guerra, ante

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Venezuela/LA TRAMPA

8 diciembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


Las elecciones parlamentarias en Venezuela arrojan varias enseñanzas que creo necesario subrayar. En primer lugar que, contrariamente a todas las predicciones de los lenguaraces de la derecha, el comicio se realizó, al igual que todos los anteriores, de una manera impecable. No hubo denuncias de ningún tipo, salvo el exabrupto de tres ex presidentes latinoamericanos, que a las cuatro de la tarde (dos horas antes de la conclusión del acto electoral) ya anunciaban al ganador de la contienda. Fuera de esto, la “dictadura chavista” volvió a demostrar una transparencia y honestidad del acto electoral que más quisieran tener muchos países dentro y fuera de América Latina, comenzando por Estados Unidos. El reconocimiento hecho por el presidente Nicolás Maduro ni bien se dieron a conocer los resultados oficiales contrasta favorablemente con la actitud de la oposición, que en el pasado se empecinó en desconocer el veredicto de las urnas. Lo mismo cabe decir de Washington, que al día de hoy no reconoce el triunfo de Maduro en las presidenciales del 2013. Unos son demócratas de verdad, los otros grandes simuladores.

Segundo, resaltar lo importante de que luego de casi 17 años de gobiernos chavistas y en medio de las durísimas condiciones prevalecientes en Venezuela, el oficialismo siga contando con la adhesión del cuarenta por ciento del electorado en una elección parlamentaria. 

Tercero, el resultado desplaza a la oposición de su postura facilista y de

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/Putin defende que Rússia e China trabalhem em conjunto para preservar a realidade histórica da II Guerra Mundial

2 setembro 2015, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn (China)


Moscovo, 2 de setembro (Diário do Povo Online) -- O presidente russo, Vladimir Putin, expressou, na véspera da visita à China, que a Rússia e a China estão dedicados inabalavelmente a defender a verdade histórica e a salvaguardar a vitória comum. A celebração conjunta do 70º aniversário da vitória na Segunda Guerra Mundial demonstra diretamente esta determinação.

Em uma entrevista concedida à imprensa chinesa, Putin disse que a comemoração do dia da vitória tem um significado especial para ambos os países. A União Soviética despendeu de um enorme sacrifício para obter a vitória, enquanto o povo chinês também sofreu enormes perdas. Portanto, os dois países valorizam a memória dos seus mártires, e admiram os soldados veteranos.

"Os nossos dois países são aliados na luta contra o nazismo e o militarismo japonês", assinalou

quinta-feira, 14 de maio de 2015

TANTOS ANOS QUE POUCO MUDARAM

12 de Maio 2015, Jornal de Angola (Angola)

Benjamim Formigo

Na sexta-feira decorreram 70 anos desde que no quartel-general de Eisenhower, em Reims, o general Alfred Jold, comandante do Exército alemão, assinou a rendição incondicional das tropas alemãs aos Aliados.

Na Europa, África e Ásia 48 milhões de pessoas perderam a vida no pior dos conflitos que o Mundo conheceu. Mais de metade foram civis.

Passadas sete décadas os Aliados dividiram-se em dois blocos, novas potências surgiram na cena internacional e as armas foram substituídas pelo dinheiro como forma de subjugar outros povos e regiões.

Os Estados da União Europeia fizeram-se notar

sexta-feira, 8 de maio de 2015

ADVERTÊNCIA DE GENERAIS DA ANTIGA RDA: "AS GUERRAS RECENTES DOS EUA/NATO NÃO PROVOCARAM MALES SUFICIENTES?"

8 maio 2015, Resistir. info http://resistir.info (Portugal)

O original encontra-se em Junge Welt e a versão em inglês em fortruss.blogspot.pt/2015/05/a-warning-from-generals-of-former-gdr.html 


Como militares que tiveram posições responsáveis nas forças armadas da RDA, dirigimo-nos à opinião pública alemã com grande apreensão quanto à manutenção da paz e a sobrevivência da civilização na Europa. 

Nos anos da Guerra-fria, nos quais vivemos longos períodos de confrontação e militarização à beira de conflito aberto, utilizámos nossa perícia militar para a manutenção da paz e a protecção da nossa República Democrática Alemã socialista. No Exército Nacional Popular não esteve envolvido num único dia em conflito armado e, nos eventos de 1989-90, desempenhou um papel importante procurando não chegar ao uso de armas. A paz sempre foi a regra de conduta número um do nosso comportamento. E isto porque nos opomos com firmeza à utilização do factor militar como instrumento de política. A experiência torna claro que

POEMAS A STALINGRADO

8 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)



A Batalha de Stalingrado, que deu início à vitória do povo soviético durante a Grande Guerra Patriótica, já foi citada e homenageada em inúmeras obras literárias. Prosa, Poesia & Artetraz duas poesias sobre o tema: Novo Canto de Amor a Stalingrado, do poeta chileno Pablo Neruda e Stalingrado de Carlos Drummond de Andrade. 


Os dois poemas abordam a coragem e a convicção dos soldados do Exército Vermelho ao avançar contra a Alemanha Nazista. 

Leia na íntegra: 

NOVO CANTO DE AMOR A STALINGRADO

(Pablo Neruda)

Escrevi sobre a água e sobre o tempo,
descrevi o luto e seu metal acobreado,
escrevi sobre o céu e a maçã,
agora escrevo sobre Stalingrado.

A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E A OPERAÇÃO VALQUÍRIA VISTAS POR UMA MULHER

8 maio 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

O relato de Marie Vassiltchikov é considerado o melhor relato sobre a tentativa de por fim à ditadura nazista, que ficou conhecida 'Operação Valquíria.'


Flávio Aguiar


Berlim - 8 e 9 de maio são as datas que comemoram o fim oficial da Segunda Guerra Mundial. A rendição incondicional de todas as Forcas Armadas alemãs foi assinada perto da meia-noite em Berlim. Em Moscou, cujo Exército Vermelho tomara a capital alemã, já era o dia 9. Por isso as duas datas se referem a este final de uma das guerras mais cruentas da historia da humanidade. Tradicionalmente as comemorações lembram o esforço conjunto dos aliados. Mas não este ano. Diversos países do Ocidente estão boicotando as comemorações russas, alegando as violações de Moscou em relação a soberania da Ucrânia. A Rússia, por seu lado, vem enfatizando o próprio esforço, além de lembrar o elevadíssimo numero de vítimas (20 milhões).

Uma maneira original de lembrar estes eventos da historia é a leitura do livro Diários de Berlim, 1940 - 1945, da princesa russa Marie Vassiltchikov, que passou a guerra em Berlim, onde estava exilada. Além de evocar a atmosfera progressivamente deteriorada da cidade, sob os bombardeios aéreos, ela, que era visceralmente anti-nazista, testemunhou de perto a preparação da fracassada tentativa de matar Hitler em

GRAN GUERRA PATRIA: VICTORIA SOVIÉTICA PARA TODA LA HUMANIDAD

8 maio 2013, TeleSURnet http://www.telesurtv.net (Venezuela)

El mundo entero debería recordar agradecido, por estas horas, los 70 años de la derrota del nazismo, la peor amenaza conocida hasta entonces contra la humanidad toda. El 9 de mayo, marcó la caída del fascismo y –también -- el fin de una campaña militar respaldada por el pueblo soviético todo, que perdió a más de 27 millones de los suyos en los campos y las ciudades de toda la Europa oriental.

Sin embargo, los vencedores de aquella gesta heroica, fueron vencidos luego por la andanada cultural capitalista que les arrebató a los ojos de Occidente aquella victoria para reducirla, apenas, a los avatares historiográficos del “frente oriental” de la Segunda Guerra Mundial.

Setenta años después, se comprueba con facilidad que aquella gigantesca operación de tergiversación histórica y propaganda dio sus frutos. Una encuesta realizada en abril de este año por la agencia británica ICM Research, indica que

quarta-feira, 6 de maio de 2015

BRICS, БРИКС∕Putin considera ser inadmissível e cínica tergiversação da história

Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Moscou, (Prensa Latina) --- O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta terça-feira (05) de inadmissíveis e cínicas as tentativas de tergiversação da história em proveito de interesses políticos conjunturais e advertiu sobre os perigos de glorificar o nazismo na atualidade.

Numa mensagem aos participantes da conferência internacional consagrada ao papel da União Soviética e China na vitória sobre o fascismo e o militarismo, Putin advertiu que constitui um perigo a reabilitação dos nazistas e de seus colaboradores durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Para nós são francamente inaceitáveis as tentativas

sexta-feira, 1 de maio de 2015

A VITÓRIA DOS POVOS SOBRE O NAZIFASCISMO COMPLETA 70 ANOS

30 abril 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


No dia 30 de abril de 1945, diante da evidência da retumbante derrota, o líder nazista Adolf Hitler cometia suicídio. A 2 de maio, um soldado soviético içava a bandeira vermelha com a foice e o martelo na cúpula do Reichstag, marcando a rendição de Berlim ao Exército da União Soviética.


Na semana seguinte, a 9 de maio, selava-se o resultado da guerra, com a definitiva derrota do nazi-fascismo. São datas para a celebração eterna na trajetória da Humanidade na sua busca constante pela democracia, a paz, a civilização e a justiça.

Embora quase não se fale sobre isto no Brasil, transcorrem nos próximos dias em diversos países do mundo eventos comemorativos do 70º aniversário de um dos acontecimentos mais gloriosos da história da Humanidade - a vitória dos povos sobre o nazifascismo. O principal deles será sem dúvida o desfile militar na Praça Vermelha de Moscou, de que participará a presidenta Dilma Rousseff.

Lideranças de movimentos sociais também

quarta-feira, 1 de abril de 2015

BRICS, БРИКС/Putin reitera la oposición del BRICS a todo injerencismo contra Estados soberanos

1 abril 2015, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

El mandatario de la Federación Rusa, Vladimir Putin, ha asumido este miércoles la presidencia rotatoria del BRICS y ha difundido un comunicado en que recalca la postura de los cinco países integrantes al injerencismo y a las presiones externas a Estados soberanos.

“Conscientes de las trágicas lecciones del pasado, los países del BRICS perseveran en el apoyo a la solución pacífica de los conflictos internacionales y condenan todo intento de usar la fuerza o las presiones, o de intervenir en los asuntos internos de los países soberanos”, proclama el comunicado distribuido por el Kremlin.

En este sentido, la presidencia rusa se centrará, ha declarado Putin, “en dar el uso más efectivo posible a las capacidades del grupo BRICS para el fortalecimiento de la seguridad y la estabilidad mundiales”.

terça-feira, 4 de março de 2014

SEIS NOTAS PARA COMPREENDER O QUE SE PASSA NA CRIMEIA

4/03/2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

A situação pode degenerar numa guerra civil? Putin intervirá militarmente? Continuará a Ucrânia a ser um país ou caminha para a secessão?

Alberto Sicília, de Kiev, no blog Principia Marsupia


1) Apesar de fazer parte da Ucrânia, a maioria dos cidadãos da Crimeia são de origem russa. Segundo o último censo nacional de 2001, a composição da população é a seguinte: russos 58%, ucranianos 32%, tártaros 10%.

2) Em Sebastopol, a cidade mais importante da Crimeia, a Rússia tem a base da sua frota do Mar Negro. Segundo o último acordo assinado com o governo ucraniano, a Rússia manteria esse porto até, pelo menos, 2042. “Rússia jamais, jamais, jamais abandonará Sebastopol”

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Brasil/Seminário Internacional História, Identidade e Memória dos Ciganos



22 outubro 2013
Fonte: Luiz Carlos Fabbri, Facebook
Caros amigos,

Tenho o prazer em divulgar o Seminário Internacional História, Identidade e Memória dos Ciganos, que estou ajudando a organizar. Será nos dias 26 (abertura), 27 e 28 de novembro no Anfiteatro de História da USP.

O tema é de extrema relevância, neste momento em que as comunidades ciganas são objeto de perseguições racistas na Europa. no quadro das políticas xenofóbicas da maioria dos governos, inclusive os conduzidos por partidos ditos socialistas e similares.

O seminário reúne figuras expressivas do mundo acadêmico e de movimentos políticos de vários países, que procuram resgatar as identidades ciganas e afirmar os seus direitos. No Brasil, a questão cigana começa a ganhar força, com a presença de um número estimado em 600 mil ciganos brasileiros, de várias origens, no nosso país.

Estão todos convidados para participar desta imersão nos conhecimentos e na vivência da cultura cigana. E, por favor, ajudem-nos a divulgar o evento. Segue o programa abaixo.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL
HISTÓRIA, IDENTIDADE E MEMÓRIA DOS CIGANOS

terça-feira, 11 de agosto de 2009

LAS BASES YANQUIS Y LA SOBERANÍA LATINOAMERICANA

Agencia Bolivariana de Notícias (ABN) http://www.abn.info.ve

La Habana, 10 agosto 2009 (ABN) (Fidel Castro) - El concepto de nación surgió de la suma de elementos comunes como la historia, lenguaje, cultura, costumbres, leyes, instituciones y otros elementos relacionados con la vida material y espiritual de las comunidades humanas.

Los pueblos de la América, por cuya libertad Bolívar realizó las grandes hazañas que lo convirtieron en El Libertador de pueblos, fueron llamados por él a crear, como dijo: “la más grande nación del mundo, menos por su extensión y riquezas que por su libertad y gloria”.

Antonio José de Sucre libró en Ayacucho la última batalla contra el imperio que había convertido gran parte de este continente en propiedad real de la corona de España durante más de 300 años.

Es la misma América que decenas de años más tarde, y cuando ya había sido cercenada en parte por el naciente imperio yanki, Martí llamó Nuestra América.

Hay que recordar una vez más que, antes de caer en combate por la independencia de Cuba, último bastión de la colonia española en América, el 19 de mayo de 1895, horas antes de su muerte, José Martí escribió proféticamente que todo lo que había hecho y haría era “…para impedir a tiempo con la independencia de Cuba que se extiendan por las antillas Estados Unidos y caigan con esa fuerza más sobre nuestras tierras de América”.

En Estados Unidos, donde las 13 colonias recién liberadas no tardaron en extenderse desordenadamente hacia el Oeste en busca de tierra y oro, exterminando indígenas hasta que arribaron a las costas del Pacífico, competían los Estados agrícolas esclavistas del Sur con los Estados industriales del Norte que explotaban el trabajo asalariado, tratando de crear otros Estados para defender sus intereses económicos.

En 1848 arrebataron a México más del 50 por ciento de su territorio, en una guerra de conquista contra el país, militarmente débil, que los llevó a ocupar la capital e imponerle humillantes condiciones de paz. En el territorio arrebatado estaban las grandes reservas de petróleo y gas que más tarde suministrarían a Estados Unidos durante más de un siglo y lo siguen en parte suministrando.

El filibustero yanki William Walker, estimulado por “el destino manifiesto” que proclamó su país, desembarcó en Nicaragua en el año 1855 y se autoproclamó Presidente, hasta que fue expulsado por los nicaragüenses y otros patriotas centroamericanos en 1856.

Nuestro Héroe Nacional vio cómo el destino de los países latinoamericanos era destrozado por el naciente imperio de Estados Unidos.

Después de la muerte en combate de Martí se produjo la intervención militar en Cuba, cuando ya el ejército español estaba derrotado.

La Enmienda Platt, que concedía al poderoso país derecho a intervenir en la Isla, fue impuesta a Cuba.

La ocupación de Puerto Rico, que ha durado ya 111 años y hoy constituye el llamado “Estado Libre Asociado”, que no es Estado ni es libre, fue otra de las consecuencias de aquella intervención.

Las peores cosas para América Latina estaban por venir, confirmando las geniales premoniciones de Martí. Ya el creciente imperio había decidido que el canal que uniría los dos océanos sería por Panamá y no por Nicaragua. El istmo de Panamá, la Corinto soñada por Bolívar como capital de la más grande República del mundo concebida por él, sería propiedad yanki.

Aun así, las peores consecuencias estaban por venir a lo largo del Siglo XX. Con el apoyo de las oligarquías políticas nacionales, los Estados Unidos se adueñaron después de los recursos y de la economía de los países latinoamericanos; las intervenciones se multiplicaron; las fuerzas militares y policiales cayeron bajo su égida. Las empresas transnacionales yankis se apoderaron de las producciones y servicios fundamentales, los bancos, las compañías de seguros, el comercio exterior, los ferrocarriles, barcos, almacenes, los servicios eléctricos, los telefónicos y otros, en mayor o menor grado pasaron a sus manos.

Es cierto que la profundidad de la desigualdad social hizo estallar la Revolución Mexicana en la segunda década del Siglo XX, que se convirtió en fuente de inspiración para otros países. La revolución hizo avanzar a México en muchas áreas. Pero el mismo imperio que ayer devoró gran parte de su territorio, hoy devora importantes recursos naturales que le restan, la fuerza de trabajo barata y hasta lo hace derramar su propia sangre.

El TLCAN es el más brutal acuerdo económico impuesto a un país en desarrollo. En aras de la brevedad, baste señalar que el Gobierno de Estados Unidos acaba de afirmar textualmente: “En momentos en que México ha sufrido un doble golpe, no solo por la caída de su economía sino también por los efectos del virus A H1N1, probablemente queremos tener la economía más estabilizada antes de tener una larga discusión sobre nuevas negociaciones comerciales.” Por supuesto que no se dice una sola palabra de que, como consecuencia de la guerra desatada por el tráfico de drogas, en la que México emplea 36 mil soldados, casi cuatro mil mexicanos han muerto en el 2009. El fenómeno se repite en mayor o menor grado en el resto de América Latina. La droga no solo engendra problemas graves de salud, engendra la violencia que desgarra a México y a la América Latina como consecuencia del mercado insaciable de Estados Unidos, fuente inagotable de las divisas con que se fomenta la producción de cocaína y heroína, y es el país de donde se abastecen las armas que se emplean en esa feroz y no publicitada guerra.

Los que mueren desde el Río Grande hasta los confines de Suramérica son latinoamericanos. De este modo, la violencia general bate récord de muertes y las víctimas sobrepasan la cifra de 100 mil por año en América Latina, engendradas fundamentalmente por las drogas y la pobreza.

El imperio no libra la lucha contra las drogas dentro de sus fronteras; la libra en los territorios latinoamericanos.

En nuestro país no se cultivan la coca ni la amapola. Luchamos con eficiencia contra los que intentan introducir drogas en nuestro país o utilizar a Cuba como tránsito, y los índices de personas que mueren a causa de la violencia se reduce cada año. No necesitamos para ello soldados yankis. La lucha contra las drogas es un pretexto para establecer bases militares en todo el hemisferio. ¿Desde cuándo los buques de la IV Flota y los aviones modernos de combate sirven para combatir las drogas'

El verdadero objetivo es el control de los recursos económicos, el dominio de los mercados y la lucha contra los cambios sociales. ¿Qué necesidad había de restablecer esa flota, desmovilizada al final de la Segunda Guerra Mundial, hace más de 60 años, cuando ya no existe la URSS ni la guerra fría' Los argumentos utilizados para el establecimiento de siete bases aeronavales en Colombia es un insulto a la inteligencia.

La historia no perdonará a los que cometen esa deslealtad contra sus pueblos, ni tampoco a los que utilizan como pretexto el ejercicio de la soberanía para cohonestar la presencia de tropas yankis. ¿A qué soberanía se refieren' ¿La conquistada por Bolívar, Sucre, San Martín, O´Higgins, Morelos, Juárez, Tiradentes, Martí' Ninguno de ellos habría aceptado jamás tan repudiable argumento para justificar la concesión de bases militares a las Fuerzas Armadas de Estados Unidos, un imperio más dominante, más poderoso y más universal que las coronas de la península ibérica.

Si como consecuencia de tales acuerdos promovidos de forma ilegal e inconstitucional por Estados Unidos cualquier gobierno de ese país utilizara esas bases, como hicieron Reagan con la guerra sucia y Bush con la de Iraq, para provocar un conflicto armado entre dos pueblos hermanos, sería una gran tragedia. Venezuela y Colombia, nacieron juntos en la historia de América tras las batallas de Boyacá y Carabobo, bajo la dirección de Simón Bolívar. Las fuerzas yankis podrían promover una guerra sucia como hicieron en Nicaragua, incluso emplear soldados de otras nacionalidades entrenados por ellos y podrían atacar algún país, pero difícilmente el pueblo combativo, valiente y patriótico de Colombia se deje arrastrar a la guerra contra un pueblo hermano como el de Venezuela.

Se equivocan los imperialistas si subestiman igualmente a los demás pueblos de América Latina. Ninguno estará de acuerdo con las bases militares yankis, ninguno dejará de ser solidario con cualquier pueblo latinoamericano agredido por el imperialismo.

Martí admiraba extraordinariamente a Bolívar y no se equivocó cuando dijo: “Así está Bolívar en el cielo de América, vigilante y ceñudo… calzadas aún las botas de campaña, porque lo que él no dejó hecho, sin hacer está hasta hoy: porque Bolívar tiene que hacer en América todavía.”

Fidel Castro Ruz

Agosto 9 de 2009

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Brasil/Oponentes do nazismo recebem homenagem luso-brasileira

Brasília, 14 novembro 2008 (Lusa) - A Embaixada de Portugal em Brasília e o Instituto Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores, vão homenagear na próxima segunda-feira um diplomata português e outro brasileiro que salvaram cidadãos perseguidos pelos nazistas.

Os diplomatas Aristides de Sousa Mendes (Portugal) e Luiz de Souza Dantas (Brasil) se destacaram durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) pela concessão de vistos na França a diversas pessoas perseguidas pelo regime nazista, contrariando ordens superiores.

"Decidi promover esta homenagem e convidar o Instituto Rio Branco para se associar a ela, porque nunca é demais ressaltar a coragem demonstrada por diplomatas que souberam colocar a ética à frente da obediência a ordens ilegítimas", disse à Agência Lusa o embaixador português no Brasil, Francisco Seixas da Costa.

O embaixador lembrou que Aristides de Sousa Mendes, "contra ventos e marés", contrariou Salazar e, dessa forma, "desmascarou o cinismo da ditadura do Estado Novo".

Com entrada livre, serão apresentadas duas palestras sobre a atuação dos diplomatas na segunda-feira à noite, no Centro Cultural Camões, na Embaixada de Portugal, onde também estará disposta uma exposição sobre a figura de Sousa Mendes.

A palestra sobre Sousa Mendes será apresentada pelo jornalista português Paulo Martins, que tem desenvolvido um amplo trabalho de divulgação sobre o diplomata no Brasil.

Sobre Souza Dantas falará o professor universitário Fábio Koifman, autor do livro "Quixote nas Trevas", que aborda a ação desenvolvida pelo diplomata brasileiro.

Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) e Luiz de Souza Dantas (1876-1954) integram a lista "Justo entre as nações", uma proclamação do Estado de Israel para homenagear pessoas que arriscaram a vida para salvar judeus durante o Holocausto.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

ONU – Alta Comisionada de DDHH: “LA PLENITUD DE LOS DERECHOS HUMANOS”


* Louise Arbour


14 July, 2008/Mapuexpress http://www.mapuexpress.net

Copyright: Project Syndicate, 2008.

www.project-syndicate.org


Traducción de Kena Nequiz


El 18 de junio el Consejo de Derechos Humanos, organismo intergubernamental de las Naciones Unidas, dio un paso importante hacia la eliminación de la división artificial entre la libertad para vivir sin temor y la libertad para vivir sin miseria que ha caracterizado al sistema de derechos humanos desde sus orígenes.

"Al dar luz verde al Protocolo Facultativo del Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales de 1966, el Consejo ha establecido un mecanismo importante para poner de manifiesto los abusos que tradicionalmente han estado relacionados con la pobreza, la discriminación y el abandono, y cuyas víctimas han sufrido a menudo en silencio y con impotencia".

Fuente:

http://www.project-syndicate.org/print_commentary/arbour1/Spanish

Ahora dependerá de la Asamblea General de la ONU dar la aprobación final al Protocolo. Si se adopta, este instrumento podría marcar una diferencia real en las vidas de aquéllos que frecuentemente quedan abandonados al margen de la sociedad, privados de sus derechos económicos, sociales y culturales, como el acceso a niveles adecuados de nutrición, atención a la salud, vivienda y educación.

Hace sesenta años, la Declaración Universal de Derechos Humanos reconoció que la libertad para vivir sin temor y la libertad para vivir sin miseria son prerrequisitos indispensables para una vida digna. La Declaración vinculó inequívocamente la miseria y la exclusión con la discriminación y el acceso desigual a los recursos y las oportunidades. Quienes la redactaron comprendieron que la estigmatización social y cultural impide una participación plena en la vida pública y obstaculiza la capacidad de influir en las políticas y de obtener justicia.

Sin embargo, la lógica de bloques geopolíticos que competían en materia de ideas, poder e influencia después de la Segunda Guerra Mundial socavó este enfoque unificado. La bipolaridad de la Guerra Fría también afectó a los derechos humanos. Los países con economías planificadas argumentaban que la necesidad de sobrevivir era más importante que las aspiraciones de libertad, de manera que el acceso a las necesidades básicas incluidas en la canasta de derechos económicos, sociales y culturales debía ser prioritario en las políticas y en la práctica.

En contraste, los gobiernos occidentales desconfiaban de esta perspectiva que, temían, obstaculizaría las prácticas de libre mercado, impondría obligaciones financieras demasiado onerosas, o las dos cosas. Así, eligieron dar prioridad a los derechos civiles y políticos, a los que consideraban como una de las características distintivas de la democracia.

En este contexto, era imposible acordar un instrumento único y amplio en materia de derechos humanos que diera un efecto holístico a los principios de la Declaración. No es de extrañar que pasaran casi dos décadas antes de que los Estados miembros de la ONU adoptaran simultáneamente dos tratados distintos – el Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos y el Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales – que abarcaban las dos canastas diferentes de derechos. Sin embargo, sólo el primer tratado tenía un mecanismo de seguimiento para vigilar su aplicación.

En la práctica, esta discrepancia creó una categoría de derechos “alfa” –los civiles y políticos—que eran prioritarios en las agendas de política interna e internacional de los países ricos e influyentes. En contraste, los derechos económicos, sociales y culturales a menudo quedaron al final de las listas de “pendientes” nacionales e internacionales.

Para abordar este desequilibrio entre las dos canastas de derechos, el nuevo Protocolo establece un vehículo en el Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales para denunciar los abusos, llamado “mecanismo de reclamación ,” que es similar a los que se han creado en otros tratados de derechos humanos. Este procedimiento puede parecer oscuro pero, al presentar una queja bajo las disposiciones del Protocolo, las víctimas podrán ahora sacar a la luz los abusos que sus gobiernos cometen, no impiden, ignoran o no reparan. En resumen, el Protocolo ofrece a los individuos, que de otra manera podrían estar aislados e impotentes, una forma de hacer que la comunidad internacional tome conciencia de sus problemas.

Después de su adopción en la Asamblea General, el Protocolo entrará en vigor cuando una masa crítica de Estados miembros de la ONU lo ratifiquen. Esto deberá contribuir al desarrollo de programas adecuados basados en los derechos humanos y de políticas que mejoren las libertades y el bienestar de los individuos y sus comunidades.

No todos los países aceptarán el protocolo. Algunos preferirán evitar el fortalecimiento de los derechos económicos, sociales y culturales y tratarán de mantener el status quo. No obstante, la posición mejor y más justa es aceptar la perspectiva de la Declaración Universal de Derechos Humanos y promover sin ambigüedades la idea de que la dignidad humana requiere que se respeten las libertades para vivir sin temor y para vivir sin miseria, igualmente vitales y recíprocamente dependientes.


* Louise Arbour es Alta Comisionada de las Naciones Unidas para los Derechos Humanos.


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