São Paulo – Poucos minutos após a queda de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve seu mandato cassado pela Câmara dos Deputados ontem (12), em uma votação com 450 parlamentares favoráveis, 10 contrários e nove que se abstiveram, o deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) postou texto no Facebook comemorando o resultado. O Psol e a Rede são os partidos autores da representação contra Cunha.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Brasil/'O DELINQUENTE CAIU', diz deputado Jean Wyllys
São Paulo – Poucos minutos após a queda de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve seu mandato cassado pela Câmara dos Deputados ontem (12), em uma votação com 450 parlamentares favoráveis, 10 contrários e nove que se abstiveram, o deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) postou texto no Facebook comemorando o resultado. O Psol e a Rede são os partidos autores da representação contra Cunha.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Brasil/Morre em Porto Alegre a ex-ministra da Igualdade Racial Luiza Bairros
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Brasil/LUTAREI EM TODAS AS TRINCHEIRAS PARA DERROTAR ESSE GOLPE, diz Dilma em entrevista a blogueiros
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Brasil/DILMA: É TERRÍVEL ALGUÉM ‘HOMENAGEAR’ O MAIOR TORTURADOR QUE O BRASIL CONHECEU
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Haitiano faz websérie para combater preconceito que sofre no Brasil
Imigrantes haitianos, em
São Paulo, estão produzindo uma websérie para contar aos brasileiros as
dificuldades que enfrentam por aqui. O projeto Superação é uma forma de buscar
integração e combater o preconceito. O primeiro episódio da websérie, que foi
lançando na semana passada, é uma parceria entre a associação Comunidade
Haitianos no Brasil e as secretarias de Cultura e Direitos Humanos de Santo
André.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Brasil/Em marcha no Rio, mulheres negras defendem inclusão social
A Pré-Marcha de Mulheres Negras
2015 Contra o Racismo e a Violência e Pelo Bem Viver reuniu neste domingo (26),
na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, centenas de representantes e
simpatizantes da causa, como encerramento das comemorações do Dia da Mulher
Negra Latino-Americana e Caribenha, lembrado ontem (25). O evento é
preparatório à marcha nacional, que ocorrerá no dia 18 de novembro, em
Brasília.
Uma das organizadoras do encontro Clátia Vieira explicou que a finalidade é pregar a equidade de direitos e a inclusão social. “A gente precisa ir para a rua para dizer que do jeito que está não dá para ficar”, destacou. Ela espera
Brasil/Série "Empoderadas" mostra sucesso de mulheres negras
27 julho 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Na série do Facebook, as personagens se tornam referência para que outras mulheres negras desenvolvam talentos e mudem suas vidas.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Brasil/Seminário Internacional História, Identidade e Memória dos Ciganos
22 outubro 2013
Fonte: Luiz Carlos Fabbri, Facebook
Tenho o prazer em divulgar o Seminário Internacional História, Identidade e Memória dos Ciganos, que estou ajudando a organizar. Será nos dias 26 (abertura), 27 e 28 de novembro no Anfiteatro de História da USP.
O tema é de extrema relevância, neste momento em que as comunidades ciganas são objeto de perseguições racistas na Europa. no quadro das políticas xenofóbicas da maioria dos governos, inclusive os conduzidos por partidos ditos socialistas e similares.
O seminário reúne figuras expressivas do mundo acadêmico e de movimentos políticos de vários países, que procuram resgatar as identidades ciganas e afirmar os seus direitos. No Brasil, a questão cigana começa a ganhar força, com a presença de um número estimado em 600 mil ciganos brasileiros, de várias origens, no nosso país.
Estão todos convidados para participar desta imersão nos conhecimentos e na vivência da cultura cigana. E, por favor, ajudem-nos a divulgar o evento. Segue o programa abaixo.
SEMINÁRIO INTERNACIONAL
HISTÓRIA, IDENTIDADE E MEMÓRIA DOS CIGANOS
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Brasil/CARTA PÚBLICA DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL À PRESIDENTA DA REPÚBLICA DILMA ROUSSEFF
terça-feira, 25 de junho de 2013
Brasil/lNOTA DE REPÚDIO À APROVAÇÃO NA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, DO PROJETO HOMOFÓBICO DA ‘CURA GAY’
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Preconceito na TV contra brasileiras provoca protesto em Portugal
15 novembro 2011/Vermelho http://www.vermelho.org.br
Um programa de animação exibido na estatal portuguesa Rádio e Televisão de Portugal (RTP2), em rede nacional, traz uma prostituta que fala com sotaque brasileiro entre os seus personagens principais. O "Café Central", transmitido todos os dias desde setembro, tem sido alvo de protestos em Portugal e fortalecido as teses de que o preconceito contra as mulheres brasileiras no país tem sido recorrente em virtude, sobretudo, do viés politico por parte da mídia.
Um grupo de entidades e brasileiras residentes em Portugal criou na internet um "Manifesto em repúdio ao preconceito contra as mulheres brasileiras em Portugal", em protesto contra "Café Central" e a estigmatização das brasileiras nos meios de comunicação de Portugal.
O programa, exibido no início da madrugada e retransmitido pelo serviço internacional do canal para vários países, narra a história de seis personagens que discutem os temas da atualidade (do próprio dia), às voltas de um balcão de um café. Em uma apresentação no mês passado, a RTP pôs como destaque do programa em sua página na internet uma conversa entre um dos personagens da atração, Silva, dono do "Café Central", e a prostituta Gina: "Ahh, Gina, Gina... sempre que te vejo a bambolear essas libidinosas, sonho que estou no meio do Estádio do Dragão [Futebol Clube do Porto], com os Super-Dragões [torcida organizada do clube] a entoarem cânticos de paixão enquanto eu e tu fintamos o destino e marcamos golos nas redes da malícia".
A situação ultrapassou o universo virtual: o grupo de repúdio já se manifestou publicamente nas ruas de Lisboa e tenta avançar com outro tipo de ações. Segundo Mariana Selister Gomes, criadora do grupo, a personagem Gina é mais um exemplo de estigmatização da mulher brasileira na comunicação social portuguesa. "Esse estigma é construído em torno de um imaginário de hipersexualidade das brasileiras e disponibilidade de seus corpos aos portugueses". Para Marina, esse estigma, por si só, já é uma violência simbólica e prejudica a vida das brasileiras, "pois se transforma em assédio sexual, assédio moral, chegando mesmo a casos graves de violência física e sexual".
Uma análise contundente do grupo é destinada à construção da personagem, retratada "como prostituta e maníaca sexual, alvo dos personagens masculinos". "Trata-se de um desrespeito às mulheres brasileiras, que pode ser considerado racismo, pois inferioriza, essencializa e estigmatiza essas mulheres por supostas características fenotípicas, comportamentais e culturais comuns."
"Situação faz parte da cultura europeia"
Não se trata de um fenômeno novo, critica Mariana, já que "fazem parte da história europeia genocídio indígena, escravidão africana, genocídio judeu, o que se altera é o alvo e, atualmente, são os imigrantes e, em Portugal, principalmente as brasileiras. Enquanto não houver um esforço coletivo, políticas de educação antirracista e de ações afirmativas, o quadro vai se repetir".
Residente em Lisboa, onde cursa seu doutorado, Mariana defende que as autoridades portuguesas respeitem a Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Mulheres, da qual tanto Portugal quanto o Brasil são signatários. Sem isso, argumenta Mariana, viola-se o Memorando de Entendimento entre Brasil e Portugal para a Promoção da Igualdade de Gênero. No documento, consta que esses países estão "resolvidos a conjugar esforços para avançar na implementação das medidas necessárias para a eliminação da discriminação contra a mulher em ambos os países".
Beatriz Padilla, professora do Centro do Investigações e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, estuda a comunidade brasileira em Portugal há anos e pondera que, reiteradas vezes, já alertou sobre a existência de uma grande discriminação não só contra os brasileiros, mas contra os diferentes em geral. "Com elas [as brasileiras] a situação é insustentável, já que o estereótipo que existe é reforçado pelos meios de comunicação. Nunca faltam bundas de brasileiras em revistas, capas de livros etc. A maior parte das pessoas, incluso os acadêmicos - e até certo ponto os próprios brasileiros - justificam e culpabilizam a mulher brasileira."
Para Beatriz, o estereótipo existe e tem gerado experiências demasiadamente negativas. "O dia a dia de ser brasileira em Portugal é um peso, sempre há desconfiança de todos pela seriedade e integridade dela." A pesquisadora da Universidade de Coimbra Isabel Ferin tem uma visão diferente sobre a influência tão direta da mídia na discriminação, porém concorda que o programa da RTP2 é todo construído sobre estereótipos. Ressalva apenas que o fato de colar a prostituição a uma mulher brasileira só reforça um preconceito pré-existente. "Como se trata de uma estrangeira, acaba por funcionar também como estigma."
A inclusão de Gina é extemporânea, observa Isabel. "Neste momento, a autoestima portuguesa está tão baixa, que o fato de ainda ter brasileiros que querem trabalhar e ficar em Portugal anima a população. Não vejo sinais na mídia de discriminação. Não percebo, por isso, como surgiu essa personagem, que me parece fora de prazo."
Para o presidente da Casa do Brasil em Lisboa, Carlos Henrique Vianna, é preciso protestar contra esse tipo de situação. Não por acaso, a casa assinou o manifesto. "É inegável que há muitas trabalhadoras do sexo brasileiras em Portugal e na Europa, com consequências na imagem da imigrante em geral. Para nós, o importante é dignificar permanentemente a imagem dos imigrantes combatendo o preconceito."
O grupo que criou o manifesto na internet estava, na altura do fechamento desta edição, com mais de 1.100 assinaturas e contava com o apoio de mais de 20 organizações sociais tanto portuguesas quanto brasileiras, além do suporte de sete conselheiros do Conselho de Representantes dos Brasileiros no Exterior. "Estamos fazendo a entrega do manifesto para autoridades de Portugal e do Brasil, como uma denúncia coletiva. O próximo passo é cobrar das autoridades que tomem atitudes contra o preconceito", disse Mariana. (Fonte: Valor Econômico)
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Brasil/CDH, do Senado, aprova cota para negros em empresas
A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) aprovou hoje o projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS) que estabelece cotas para negros nas empresas públicas e privadas. O texto reserva 20% dos cargos em comissão do grupo de Direção e Assessoramento Superiores (DAS) da administração pública, "que será ampliada gradativamente até que a ocupação desses cargos por afro-brasileiros seja equivalente à proporção dessas pessoas na população brasileira".
Quanto às empresas privadas, as que tiverem mais de 200 empregados, deverão reservar 46% delas para negros.
O projeto estabelece ainda que os empregadores não poderão pedir fotografia ou declaração de raça ou cor dos candidatos a emprego. A tramitação do projeto está apenas começando. Terá ainda de ser examinado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, antes de ser encaminhada à Câmara dos Deputados.
No seu parecer, Paim afirma que a discriminação por motivo de raça, cor, ascendência ou origem racial ou étnica ainda persiste no mercado de trabalho brasileiro. Ele diz que a sua intenção é a de promover a inclusão nos setores público e privado. Para o senador, seria ingênuo, em boa fé, ou cínicos, em má-fé, se não reconhecesse o preconceito na sociedade brasileira. Daí porque entende que contra "essas regras não escritas, a Constituição de 1988 oferece remédios das ações afirmativas".




