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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Brasil/Seminário Internacional História, Identidade e Memória dos Ciganos



22 outubro 2013
Fonte: Luiz Carlos Fabbri, Facebook
Caros amigos,

Tenho o prazer em divulgar o Seminário Internacional História, Identidade e Memória dos Ciganos, que estou ajudando a organizar. Será nos dias 26 (abertura), 27 e 28 de novembro no Anfiteatro de História da USP.

O tema é de extrema relevância, neste momento em que as comunidades ciganas são objeto de perseguições racistas na Europa. no quadro das políticas xenofóbicas da maioria dos governos, inclusive os conduzidos por partidos ditos socialistas e similares.

O seminário reúne figuras expressivas do mundo acadêmico e de movimentos políticos de vários países, que procuram resgatar as identidades ciganas e afirmar os seus direitos. No Brasil, a questão cigana começa a ganhar força, com a presença de um número estimado em 600 mil ciganos brasileiros, de várias origens, no nosso país.

Estão todos convidados para participar desta imersão nos conhecimentos e na vivência da cultura cigana. E, por favor, ajudem-nos a divulgar o evento. Segue o programa abaixo.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL
HISTÓRIA, IDENTIDADE E MEMÓRIA DOS CIGANOS

sábado, 26 de setembro de 2009

Fundação Portugal-África planeja estímulo ao empresarido

Coimbra, 25 setembro 2009 (Lusa) - O administrador da Fundação Portugal-África, Hélder Oliveira, defendeu que os empresários portugueses devem aproveitar a história da presença portuguesa na África para desenvolver oportunidades de negócio naquele continente.

"A nossa história deve ser aproveitada para olharmos formas novas de nos relacionarmos com os povos com quem entramos em contato há cinco séculos", disse, após assinar um protocolo com a Universidade de Coimbra para a disponibilização de documentos existentes nesta instituição para o site Memórias da África e do Oriente.

Hélder Oliveira citou as vantagens que os empresários portugueses terão em "verificar, por exemplo, as riquezas enormes que esses países têm, quer naturais quer do ponto de vista geográfico" para desenvolverem relações comerciais e de investimento.

"É preciso preservar e transmitir às novas gerações a memória, a boa e a má, da presença portuguesa na África. É a afirmação do país não só em termos culturais, mas também econômicos", afirmou.

O recurso à história portuguesa na África poderá contribuir também para o desenvolvimento de "relações econômicas de grande importância para Portugal e os países de língua portuguesa".

"Portugal, apesar de ser uma economia pequena, ao fim de 33 anos de independência de Angola é o primeiro fornecedor do país e um dos principais investidores fora do setor do petróleo. É também um dos principais investidores em Moçambique", ressaltou.

Portal
Criado pela Fundação Portugal-África, presidida pelo ex-presidente Mário Soares, com o objetivo de "potencializar a memória histórica dos laços que unem Portugal à Lusofonia", o portal Memórias da África e do Oriente (http://memoria-africa.ua.pt/) dispõe atualmente de 293 mil registros e 197 mil páginas digitalizadas, disse o coordenador do projeto, Carlos Sangreman Proença.

Uma das instituições que contribuem para o portal é a Universidade de Coimbra, que formalizou a colaboração já existente. "A Universidade de Coimbra tem um acervo riquíssimo, não só na Biblioteca Geral, mas em várias outras espalhadas pela universidade, ao todo são cerca de dois milhões de obras", disse o cientista Carlos Fiolhais, que dirige a Biblioteca Geral.

Desse acervo apenas cerca de 55% está catalogado, por "falta de meios financeiros e humanos". "Fala-se muito de asfixia democrática, eu falo de asfixia da universidade", lamentou Fiolhais, explicando o acervo tem "os mais variados documentos sobre a presença portuguesa na África".

Com pesquisa em português e inglês e no futuro também em chinês, atualmente o portal Memórias da áfrica e do Oriente recebe cerca de 8.500 visitantes por dia.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Brasil/Revista Anistia Política e Justiça de Transição

23 setembro 2009/Ministério da Justiça http://www.mj.gov.br

No dia em que a aprovação da Lei de Anistia completa três décadas, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça lançou a “Revista Anistia Política e Justiça de Transição”, que servirá de espaço para o debate de todas as políticas públicas relacionadas ao tema, no país e no exterior.

Com edições semestrais, a Revista trará textos de especialistas sobre questões relacionadas à justiça de transição – conceito aplicado pelo Conselho de Segurança da ONU que reúne quatro práticas para lidar com o legado deixado por regimes de exceção. São elas: a reforma das instituições para a democracia, o direito à memória e à verdade, o direito à reparação e o adequado tratamento jurídico aos crimes cometidos no passado.

Os artigos acadêmicos são selecionados por meio de edital público. Além disso, autores com notório saber na área são convidados a contribuir para a sessão “dossiê”. Nesta edição, com o tema “O que é justiça de transição”, o dossiê conta com textos de Alain Bancaud, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS), Alexandra Barahora de Brito, da Universidade de Oxford, e Paul Van Zyl, da New York University. Será a primeira publicação periódica em língua portuguesa dedicada exclusivamente ao tema.

Ao discutir os desdobramentos e dificuldades na implementação da Justiça em períodos pós-repressão, a Revista também visa a estimular o intercâmbio de experiências locais e internacionais. “Pretendemos ampliar o número de atores que participam do processo de consolidação da democracia no Brasil”, afirma o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão.

Entrevista
Juntamente com artigos, a publicação traz entrevistas e documentos, como a instrução normativa da ONU sobre como conduzir processos de justiça de transição. O entrevistado da edição de estréia é Javier Ciurlizza. Ex-secretário executivo da Comissão para Verdade e Reparação do Peru, trabalhou na extradição do ex-presidente Alberto Fujimori. Hoje é diretor para as Américas do Centro Internacional de Justiça de Transição, com sede nos EUA e escritório regional na Colômbia.

O conteúdo é definido pelo Conselho Editorial, composto de 28 conselheiros cuja atividade é considerada de relevante interesse público – sem remuneração. Entre eles estão representantes de universidades brasileiras, especialistas de cinco países (Portugal, Itália, Espanha, Inglaterra e EUA), além de integrantes da Comissão de Anistia do MJ.

A Revista será distribuída em bibliotecas de universidades e centros de pesquisa, tribunais e órgãos especializados do Estado.
Para acessar a revista, clique aqui.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Brasil/Trabalhadores mortos na ditadura militar ganham memorial em Osasco

18 julho 2008/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Brasília - O secretário especial de Direitos Humanos, ministro Paulo Vannuchi, inaugura hoje (18), em Osasco (SP), o memorial em homenagem a três trabalhadores mortos durante a ditadura militar no Brasil: José Campos Barreto, João Domingues da Silva e Dorival Ferreira. A homenagem faz parte do projeto Direito à Memória e à Verdade, que tem o objetivo de recuperar a história recente do país e suas conseqüências nos dias de hoje.
A obra é resultado de parceria do Sindicato dos Metalúrgicos com a Prefeitura de Osasco e integra a programação da semana 1968 – Memórias de uma História de Luta, que celebra os 40 anos da greve que mobilizou 12 mil trabalhadores de algumas das principais fábricas da cidade, em 1968.
Esse é o terceiro memorial erguido pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. O primeiro está na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e o segundo, no centro do Rio de Janeiro. Até agora foram homenageados Edson Luiz, Chael Charles Schreier, Hiroaqui Torigoi, Antonio Carlos Nogueira Cabral e Gelson Reicher.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/18/materia.2008-07-18.7756522795/view

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