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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Brasil/A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab)

Brasil/A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab)
Fonte: Unilab http://www.unilab.edu.br (Brasil)


Como surgiu: A história do nordeste brasileiro está mudando. A da Unilab apenas começou

A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) nasce baseada nos princípios de cooperação solidária. Em parceria com outros países, principalmente africanos, a Unilab desenvolve formas de crescimento econômico, político e social entre os estudantes, formando cidadãos capazes de

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Angola/ADEUS LUSOFONIA



21 Outubro 2013, Jornal de Angola EDITORIAL http://jornaldeangola.sapo.ao

O termo lusofonia nunca foi do agrado dos angolanos porque faz lembrar a “francofonia”, um instrumento fundamental para perpetuar os interesses de França nas suas antigas colónias. Mas não havendo melhor, foi aceite como plataforma de suporte à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, um bloco muito importante que permitiu congregar afectos, boas vontades e políticas capazes de cimentar os laços entre todos os que falam a língua de Agostinho Neto, José Craveirinha, Eugénio Tavares, Alda do Espírito Santo ou Camões. 

A CPLP foi fundada há 17 anos, altura em que Angola estava em guerra, mas foi fruto da vontade dos Governos dos povos que falam a Língua Portuguesa. Os avanços têm sido muitos e Angola está na primeira linha dos esforços para consolidar a organização.

O secretário executivo da CPLP, Murade Murargy, está em Luanda e a primeira coisa que disse no aeroporto foi que conta com Angola “como suporte fundamental” na consolidação da organização. Brasil, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor-Leste compreendem esta realidade e agem em conformidade. Só Portugal diverge perigosamente. E não venham desculpar-se com a situação de protectorado, porque já antes a sua cúpula tinha um comportamento que em muitos casos se assemelhava a relações pouco ou nada amistosas.
 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

CPLP/Zona franca será criada na Região Sul de Angola



5 junho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Lubango - Uma zona franca de desenvolvimento da Lusofonia será criada, ainda este ano, por empresários da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), na Região Sul de Angola, anunciou hoje, quarta-feira, no Lubango, província da Huíla, o vice-presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), Eliseu Gaspar.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Brasil/UNILAB: Prazo de submissão de propostas para comunicações termina dia 02 de junho

21 maio 2013, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) http://www.unilab.edu.br (Brasil) 

UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA (UNILAB)

Termina no próximo dia 02 de junho de 2013 o prazo de submissão de propostas para comunicações para a II Conferência Internacional sobre o Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial que será dedicada ao tema “Língua Portuguesa Global – Internacionalização, Ciência e Inovação”. O evento será realizado nos dias 29 e 30 de outubro em Lisboa, Portugal.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Brasil/Unilab: Nilma Gomes é a 1ª reitora negra de Universidade Federal



20 maio 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Nilma Lino Gomes assume a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) como a primeira reitora negra do País. Entre tantos desafios, está ampliar as relações internacionais com os países de língua de expressão portuguesa. Leia a seguir entrevista publicada pelo jornal O Povo nesta segunda-feira (20).



A professora mineira Nilma Lino Gomes tomou um susto quando foi convidada para ser reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) no início deste ano. A proposta veio do colega Paulo Speller, reitor-fundador da primeira universidade internacionalizada do Brasil, fincada no Maciço de Baturité, em Redenção, a 40 quilômetros de Fortaleza. Passada a surpresa, veio a percepção do contexto. Seria a primeira mulher negra no comando de uma universidade brasileira.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Brasil/Unilab lança editais de concursos com 19 vagas para professor efetivo e visitante

http://www.unilab.edu.br/institucional/como-surgiu/

6 maio 2013, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) http://www.unilab.edu.br (Brasil)

A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira lançou nesta segunda-feira (06) cinco Editais para Concurso de Professor Efetivo e um Edital para  Seleção de Professor Visitante. As inscrições ocorrem neste mês de maio, com datas específicas para cada edital. O processo seletivo consistirá em provas escrita e didática e avaliação de títulos, com caráter classificatório.

Ao todo, são 19 vagas, sendo

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Macau desempenha um papel muito "importante e insubstituível" enquanto plataforma entre a China e a lusofonia

Macau, China, 11 dezembro 2009 - Macau desempenha um papel muito “importante e insubstituível” enquanto plataforma económica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa, disse quinta-feira em Macau o novo secretário-geral do Fórum de Cooperação, Chang Hexi.

Recém-chegado a Macau depois de ter sido nomeado por Pequim para dirigir o Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, Chang Hexi sustenta que através do fórum a “cooperação entre a China, Macau e os países de língua portuguesa desenvolveu-se muito rapidamente”.

“Macau tem uma relação económica e comercial de muitos anos com os países de língua portuguesa e tem relações económicas e comerciais com mais de 100 países e regiões a nível mundial”, recordou o mesmo responsável, em declarações à agência noticiosa portuuesa Lusa.

Chang Hexi disse também que Macau tem “infra-estruturas perfeitas” e serviços financeiros que criam um “bom ambiente para fortalecer a cooperação económica e comercial entre a China e os países lusófonos”.

Num balanço da actividade do Fórum, criado em 2003, Chang Hexi disse que o secretariado permanente tem feito “progressos notáveis” e que toda a cooperação foi “promovida de forma estável e com resultados evidentes”.

Com uma visão positiva de seis anos de actividade do fórum e com as trocas comerciais entre a China e a lusofonia em crescendo – apesar de em 2009 se registar uma quebra devido à crise financeira mundial – Chang Hexi sublinhou que a China vai “continuar a aproveitar esta plataforma tão importante”.

O novo secretário-geral do secretariado permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau), Chang Hexi, iniciou as suas funções no passado dia 19 de Novembro.

Chang Hexi desenvolveu a sua actividade profissional ao serviço do Ministério do Comércio da República Popular da China, tendo desempenhado vários cargos nas Embaixada da China em países de língua portuguesa.

Chang Hexi esteve relacionado com o Fórum desde o seu início, tendo participado inclusivamente na organização da 1ª Conferência Ministerial e nos trabalhos da 2ª Conferência Ministerial. (macauhub)

sábado, 26 de setembro de 2009

Fundação Portugal-África planeja estímulo ao empresarido

Coimbra, 25 setembro 2009 (Lusa) - O administrador da Fundação Portugal-África, Hélder Oliveira, defendeu que os empresários portugueses devem aproveitar a história da presença portuguesa na África para desenvolver oportunidades de negócio naquele continente.

"A nossa história deve ser aproveitada para olharmos formas novas de nos relacionarmos com os povos com quem entramos em contato há cinco séculos", disse, após assinar um protocolo com a Universidade de Coimbra para a disponibilização de documentos existentes nesta instituição para o site Memórias da África e do Oriente.

Hélder Oliveira citou as vantagens que os empresários portugueses terão em "verificar, por exemplo, as riquezas enormes que esses países têm, quer naturais quer do ponto de vista geográfico" para desenvolverem relações comerciais e de investimento.

"É preciso preservar e transmitir às novas gerações a memória, a boa e a má, da presença portuguesa na África. É a afirmação do país não só em termos culturais, mas também econômicos", afirmou.

O recurso à história portuguesa na África poderá contribuir também para o desenvolvimento de "relações econômicas de grande importância para Portugal e os países de língua portuguesa".

"Portugal, apesar de ser uma economia pequena, ao fim de 33 anos de independência de Angola é o primeiro fornecedor do país e um dos principais investidores fora do setor do petróleo. É também um dos principais investidores em Moçambique", ressaltou.

Portal
Criado pela Fundação Portugal-África, presidida pelo ex-presidente Mário Soares, com o objetivo de "potencializar a memória histórica dos laços que unem Portugal à Lusofonia", o portal Memórias da África e do Oriente (http://memoria-africa.ua.pt/) dispõe atualmente de 293 mil registros e 197 mil páginas digitalizadas, disse o coordenador do projeto, Carlos Sangreman Proença.

Uma das instituições que contribuem para o portal é a Universidade de Coimbra, que formalizou a colaboração já existente. "A Universidade de Coimbra tem um acervo riquíssimo, não só na Biblioteca Geral, mas em várias outras espalhadas pela universidade, ao todo são cerca de dois milhões de obras", disse o cientista Carlos Fiolhais, que dirige a Biblioteca Geral.

Desse acervo apenas cerca de 55% está catalogado, por "falta de meios financeiros e humanos". "Fala-se muito de asfixia democrática, eu falo de asfixia da universidade", lamentou Fiolhais, explicando o acervo tem "os mais variados documentos sobre a presença portuguesa na África".

Com pesquisa em português e inglês e no futuro também em chinês, atualmente o portal Memórias da áfrica e do Oriente recebe cerca de 8.500 visitantes por dia.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Trocas comerciais entre a China e a CPLP em recuperação após início do ano em quebra

Macau, China, 7 setembro 2009 – Depois de terem atingido em 2008 um recorde absoluto, as trocas comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa recuaram no primeiro semestre, mas nos meses mais recentes já dão sinais de recuperação.

De acordo com as estatísticas dos Serviços da Alfândega da China a que o macauhub teve acesso, entre Janeiro e Junho as trocas comerciais entre a China e países lusófonos caíram 35 por cento em relação ao primeiro semestre de 2008, para 23.522 milhões de dólares, com Angola e Brasil a registarem as maiores quebras e Timor-Leste e Guiné-Bissau os maiores aumentos.

A crise económica e financeira internacional teve entre o último trimestre do ano passado e o primeiro de 2009 um impacto muito negativo no preço das matérias-primas, que são a base das trocas chinesas com o mercado angolano ou o brasileiro, os dois mais importantes para o gigante lusófono entre os “oito”.

Com um crescimento superior a 66 por cento, as trocas comerciais ficaram em 2008 acima dos 77 mil milhões de dólares, e já este ano a China tornou-se no maior parceiro comercial do Brasil, ultrapassando os Estados Unidos.

Graças aos recordes de preço de matérias-primas energéticas, como o petróleo, ou agrícolas, como a soja, nos mercados de “commodities” ao longo de 2008, veio justamente de Angola e Brasil o principal impulso para as trocas no espaço sino-lusófono, permitindo ultrapassar antecipadamente a meta definida para 2009: 50 mil milhões de dólares.

Os Serviços da Alfândega da China indicam que, até Junho, a maior descida entre os diversos fluxos e países registou-se nas exportações de Angola para o gigante asiático: menos 63,9 por cento, para 4,4 mil milhões de dólares.

As exportações da China para Angola cresceram 17 por cento, para 1,37 mil milhões de dólares, situando-se a quebra nas trocas bilaterais em 56,8 por cento, para os 5,77 mil milhões.

No caso do Brasil, a quebra ascendeu a 23,3 por cento, para 16,52 mil milhões de dólares, com as exportações da China a recuarem 40,1 por cento e as importações 12,5 por cento, para 11,45 mil milhões de dólares.

Também as trocas com Portugal evoluíram negativamente, mas bem mais ligeiros 9,1 por cento, para 1,04 mil milhões de dólares, com as importações da China a subirem 21,7 por cento e as exportações a perderem 14 por cento.

Em relação a todos os outros mercados, mais pequenos, a variação foi positiva, e nalguns casos de grande expansão.

Timor-Leste, por exemplo, regista uma variação positiva de 119,6 por cento no primeiro semestre, para 6,43 milhões de dólares, com as exportações da China a crescerem 119,5 por cento.

O comércio com a Guiné-Bissau expandiu-se 43,4 por cento, sobretudo graças ao comportamento das exportações da China, enquanto que Cabo Verde regista uma subida de 29,8 por cento nos seis primeiros meses do ano.

Mais ligeiras são as subidas nas trocas com São Tomé Príncipe (2,1 por cento) e Moçambique (6,2 por cento).

O mercado moçambicano continua a ser o quarto mais importante para a China no espaço lusófono, com trocas avaliadas em 169,9 milhões de dólares e as exportações chinesas a crescerem mais de 30 por cento.

O total do primeiro semestre nas trocas sino-lusófonas representa uma redução de 12.583 milhões de dólares face ao mesmo período de 2008 (36.105 milhões de dólares). No total, as importações da China somaram 16.082 milhões de dólares, menos 37 por cento, e as exportações 7.440 milhões de dólares, menos 31 por cento.

As estatísticas alfandegárias revelam que em Junho, quer as importações, quer as exportações estavam em franca recuperação.

O valor apurado em Junho - 5.603 milhões de dólares - representa um aumento de 807 milhões de dólares, 17 por cento, face ao mês anterior (4.796 milhões de dólares).

As importações subiram 20 por cento face ao mês de Maio, enquanto as exportações da China para os países lusófonos ganhavam 9 por cento.

Entre 2003 e 2006, as trocas comerciais entre a China e os países lusófonos mais do que triplicaram, para um total de 34 mil milhões de dólares no final de 2006.

Em 2007, o aumento homólogo ficou-se pelos 46,9 por cento, e no ano passado acelerou para 66 por cento. (macauhub)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Portugal/Jogos da Lusofonia "celebram a universalidade da língua portuguesa", diz Cavaco Silva

Lisboa, 11 julho 2009 (Lusa) - O Presidente da República, Cavaco Silva, disse hoje que a segunda edição dos Jogos da Lusofonia, com a participação de oito países de expressão portuguesa e quatro nações convidadas, "celebram a universalidade da língua portuguesa".

Cavaco Silva presidiu à cerimónia de abertura dos Jogos da Lusofonia, realizada no Pavilhão Atlântico, e declarou aberta a segunda edição do maior evento multidesportivo jamais realizado em Portugal, com a presença de 1.300 atletas e oficiais.

Antes da breve intervenção do chefe de Estado, o presidente do Comité Olímpico de Portugal e da Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa, Vicente de Moura, sublinhou que "a competição multidesportiva olímpica constitui um marco histórico nos anais da lusofonia e do movimento olímpico".

"Estes Jogos da Lusofonia são uma afirmação da capacidade organizativa de Portugal e a confirmação da vitalidade do associativismo e, mais importante, o laço de união que constitui a língua", afirmou.

O também presidente do comité organizador dos Jogos da Lusofonia Lisboa2009 aludiu ao "papel ímpar do desporto" nas relações entre os países que têm o património comum da língua portuguesa, em particular no desenvolvimento económico e na comunhão dos povos.

A cerimónia de abertura decorreu durante cerca de hora e meia, iniciada por um espectáculo em que se simbolizou o mar, a língua e a diversidade de culturas.

Depois do desfile das comitivas (os voleibolistas João Brenha e Miguel Maia foram os porta-bandeiras de Portugal), o atleta olímpico Nelson Évora transportou a tocha a representar a chama olímpica, após o que os cantores Kátia Guerreiro e Olavo Bilac interpretaram o hino oficial, acompanhados do coro de Santo Amaro de Oeiras.

Várias personalidades estiveram presentes na tribuna de honra, entre os quais Pedro Silva Pereira, ministro da Presidência, Rui Pereira, ministro da Administração Interna, Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Gonçalves Muandumba, ministro do Desporto de Angola, e outros governantes embaixadores dos PALOP.

A segunda edição dos Jogos da Lusofonia decorrem nos concelhos de Lisboa, Almada, Amadora, Sintra e Oeiras, com a presença de mais de um milhar de atletas, repartidos pelas modalidades de atletismo, basquetebol, desporto para deficientes, futebol, futsal, judo, taekwondo, ténis de mesa e voleibol.

Portugal acolhe 11 países nesta iniciativa, com o lema "A união mais forte que a vitória": Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Índia, Macau (China), Moçambique, São Tomé e Princípe, Sri Lanka e Timor-Leste.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Pesquisador brasileiro propõe 'espaço afro-ibero-latino'

Braga, 4 fevereiro 2009 (Lusa) - O pesquisador brasileiro André Barbosa defendeu nesta quarta-feira a criação de um espaço afro-ibero-latino-americano de coordenação político-diplomática entre os países lusófonos e hispanófonos, garantindo que "traria vantagens geopolíticas e geoestratégicas".

Em apresentação no Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais, Barbosa considerou que a proposta "é viável e adequada ao atual contexto internacional, marcado, não somente por um choque de civilizações, mas sobretudo por uma verdadeira glotopolítica, ou geografia da língua".

Segundo Barbosa, "tal espaço seria dotado de um enorme potencial", dado que "o seu caráter pluricontinental e plurioceânico permitiria o controle das principais rotas marítimas internacionais e de pontos estratégicos em termos militares e de defesa".

Ele argumentou que "as suas características físicas conferir-lhe-iam projeção em termos de recursos energéticos e de produção alimentar - principais causas da crise econômica internacional".

Na opinião dele, "este espaço representaria, ainda, um foro de confluência de diversas organizações regionais, configurando-se como uma verdadeira plataforma interinstitucional".

"Além de vantagens estratégicas para os seus integrantes, o espaço afro-ibero-latino-americano acarretaria benefícios especificamente direcionados para a lusofonia e os países lusófonos", defendeu.

Contribuiria, ainda, "para a superação dos desafios internos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), por meio da redefinição do paradigma, da natureza e das suas prioridades".

Barbosa disse também que o espaço "fortaleceria a diplomacia cultural da lusofonia face à anglofonia e à francofonia na África", e auxiliaria na "desatlantização" da CPLP, ao deslocar o seu eixo para o Oceano Pacífico".

"O espaço impulsionaria o fortalecimento dos países lusófonos individualmente considerados, e as suas aspirações em matéria de política externa", concluiu.

sábado, 4 de outubro de 2008

Lusofonia/Colóquio em Bragança analisa interacção de português com crioulos

Lisboa, 2 outubro 2008 (Lusa) - A relação de enriquecimento entre a língua portuguesa e os crioulos é o tema central do VII Colóquio Anual da Lusofonia, que decorre entre hoje e domingo em Bragança.

O colóquio vai dedicar especial atenção à influência dos crioulos na língua portuguesa e vice-versa, uma área que está "muito pouco estudada", disse à Lusa o presidente da comissão executiva deste encontro, Chrys Chrystello.

Na sessão de abertura participam membros da Academia de Ciências de Lisboa (Adriano Moreira, Malaca Casteleiro e Artur Anselmo), da Academia Brasileira de Letras (Evanildo Bechara) e da Academia Galega da Língua Portuguesa, além do embaixador de Cabo Verde em Lisboa (Arnaldo Andrade Ramos), do escritor e artista moçambicano João Craveirinha e de especialistas em crioulos como a professora Dulce Pereira.

O acordo ortográfico estabelecido entre os países lusófonos é outro assunto em destaque no colóquio, onde serão analisados algumas das implicações práticas da sua entrada em vigor.

"Só para dar um exemplo, o maior corrector ortográfico de língua portuguesa ainda não sabe quando terá uma nova versão que já contemple as alterações impostas pelo acordo ortográfico", salientou Chrys Chrystello.

Nos trabalhos do encontro destaca-se ainda uma análise sobre vários problemas relacionados com a tradução, nomeadamente o seu ensino, as inovações tecnológicas e as implicações do acordo ortográfico.

O programa inclui ainda homenagens a Vitorino Nemésio e ao Padre António Vieira, que, segundo o principal responsável pela organização do evento, "são duas figuras muito importantes da língua portuguesa que estão muito esquecidas".

Recitais de música e poesia, exposições, mostras de livros e sessões de autógrafos integram também o programa do colóquio, durante o qual será atribuído o II Prémio Literário da Lusofonia.

No final dos trabalhos os participantes no encontro seguem para Santiago de Compostela, onde participam, na próxima segunda-feira, no primeiro acto oficial da Academia Galega da Língua Portuguesa.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Macau reforça autonomia ao servir de plataforma entre China e lusofonia

Macau, China, 8 setembro 2008 (Lusa) - O papel de plataforma de Macau na ligação entre a China e os países de língua portuguesa contribui para o "reforço da autonomia" do território dentro da grande China, considerou o académico português Moisés Fernandes.

Em declarações à Agência Lusa, Moisés Fernandes, presidente do Instituto Confúcio e que hoje proferiu em Macau uma conferência sobre o papel do território como plataforma de ligação económica e comercial entre a China e a lusofonia, considerou que o trabalho do território lhe confere um maior peso na política chinesa.

"Este papel de ligação, que Macau já desempenhou no passado e que desapareceu com o fim do império português, permite ao território assumir um papel na política externa da China, centrada nos países de língua portuguesa", disse.

E é nesse papel de ligação ao mercado externo, que Moisés Fernandes recordou não ser uma competência local, já que a diplomacia e a defesa estão a cargo do Governo Central, que está o reforço da autonomia "através da conquista de uma posição internacional".

"Não sendo Macau uma praça financeira com a dimensão internacional de Hong Kong, ao desempenhar este papel de plataforma entre a China e os países de língua portuguesa, através do fórum, reforça o seu peso político quer interna quer externamente", disse.

O académico considerou também que o fórum de Macau pode "ajudar a levar São Tomé e Príncipe para uma relação política com a China" já que aquele país africano, que mantém relações diplomáticas com Taiwan, é um observador do fórum de Macau e não está excluído da componente comercial da estratégia chinesa.

"Além de Angola, não podemos descurar que São Tomé e Príncipe e a Guiné-Bissau são também países onde existe petróleo", afirmou.

Com um crescimento económico que Moisés Fernandes classificou de "avassalador", a China precisa de recursos naturais que possui mas que "não são suficientes para o seu desenvolvimento".

"Então compra ao exterior, aproveita Macau para a sua ligação com a lusofonia - principalmente o Brasil e África - e proporciona pacotes de ajuda excelentes como empréstimos a juros mais baixos e investimentos em infra-estruturas que em África são muito necessários", explicou.

Sem estruturas no país que proporcionem a formação dos quadros necessários a dominarem o português e o chinês, a China recorre a Macau e dá à cidade a oportunidade de reassumir o seu papel de ponte.

"Ao contrário do espanhol, que é ensinado em 68 departamentos na China, o português só é ensinado em quatro universidades, o que não dá resposta às necessidades do Estado", disse.

Moisés Fernandes considerou que "enquanto a China mantiver taxas de crescimentos elevados, o papel de Macau continuará a ser reforço enquanto plataforma", mas haverá, na lusofonia, outras alianças que podem originar ganhos maiores.

"Em Angola, a China vai buscar petróleo, mas Angola é longe e os riscos de segurança do transporte do petróleo e a instabilidade política no percurso até à China são elevados e por isso Timor-Leste pode ser uma alternativa", referiu. O investigador acrescentou que está a ser trabalhada "uma convergência de agenda política entre Portugal, Indonésia, Malásia e a China para mitigar a hegemonia australiana em Timor-Leste, abrindo caminho a Pequim para aceder aos recursos naturais do país".

"Não haverá nenhum acordo escrito mas uma convergência de agendas centrada nas questões económicas", disse, salientando que este será um "trabalho de paciência" e que é feito com pequenos passos, como a abertura de escolas onde se pode aprender mandarim, como hoje acontece em Díli, e outros investimentos chineses que estão a ser realizados no país.
"Depois não nos podemos esquecer que a todos estes países interessa diminuir o peso australiano em Timor-Leste", concluiu.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Fórum Macau será a verdadeira CPLP, diz pesquisador luso

Lisboa, 5 junho 2008 (Lusa) - O pesquisador português Moisés Fernandes defendeu quarta-feira em Lisboa que o Fórum Macau, uma iniciativa do governo chinês, se vai tornar a verdadeira Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), garantindo a “efetiva ligação entre todos os espaços lusófonos”.

“Estou cada vez mais convencido que esta vai ser a verdadeira CPLP”, disse Moisés Fernandes numa conferência que proferiu quarta-feira ao fim da tarde no Ministério luso das Relações Exteriores.

A conferência, subordinada ao tema “Macau como plataforma da China para a Lusofonia”, resultou de uma parceria conjunta da Associação dos Amigos do Arquivo Histórico-Diplomático, do Ministério, e do Instituto Confúcio, da Universidade de Lisboa.

Moisés Fernandes, que é diretor do Instituto Confúcio, salientou que enquanto a CPLP “é muito política, diplomática e protocolar”, o Fórum Macau “vai mais além”, contemplando as relações econômicas e comerciais.

O Fórum Macau surgiu em 2003, numa iniciativa do governo chinês, com a organização do executivo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), para intensificar a cooperação econômica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa.

A pujança do Fórum Macau e o seu sucesso são demonstrados pelo crescimento superior a 700% das trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa entre 2002 e 2007, em que passou de US$ 6,52 bilhões para US$ 46,35 bilhões.

Todavia, reconheceu, quando se considera unicamente o ano de 2007, verifica-se que, entre os oito Estados que fazem parte da CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste) 99% das trocas comerciais são reservadas a três países: Brasil (64%), Angola (30%) e Portugal (5%).

Os restantes países da CPLP, à exceção de São Tomé e Príncipe, totalizam apenas 1% do total das trocas comerciais com a China.

São Tomé e Príncipe tem apenas estatuto de observador no Fórum Macau por manter relações diplomáticas com Taiwan, com o qual a China mantém uma diferença de soberania.

Moisés Fernandes acredita que em breve tanto Moçambique, a Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe - “neste caso quando começar a exploração de petróleo”, considerou - “virão a ser muito importantes para a China”.

“Outro país que vai ser muito importante é Timor Leste, porque tem gás e petróleo, recursos naturais que a China precisa cada vez mais para manter os seus níveis de crescimento e desenvolvimento”, sustentou.

Moisés Fernandes é de opinião que no caso do Timor Leste “existem duas complicações: a instabilidade interna e a preponderância da Austrália”.

“Aqui pode haver, nos próximos anos, uma grande convergência entre a China e Portugal para se diluir a hegemonia australiana no Timor Leste”, considerou.

O pesquisador acrescentou que outros países do Sudeste Asiático, como a Indonésia e a Malásia, poderão convergir com Pequim e Lisboa para contrariar a influência de Camberra.

“Isto abre as portas a Portugal”, acentuou.

Nesta estratégia chinesa, em que as “elevadas taxas de crescimento econômico têm contribuído para uma crescente dependência de recursos naturais estrangeiros”, o papel de Macau é “fundamental” e “compensa o fato de não ser uma praça financeira como é Hong Kong”, salientou Moisés Fernandes.

“Enquanto se mantiverem os elevados índices de crescimento econômico da China, o interesse pelos países de língua portuguesa vai permanecer”, destacou, frisando que “por razões históricas e geoculturais, Macau é de fato uma plataforma privilegiada para a canalização dos interesses chineses nos países de língua portuguesa, e o contrário também”.

A este respeito, Moisés Fernandes deu o exemplo da grande procura que existe na China para a aprendizagem da língua portuguesa, em que, diante da falta de capacidade de resposta das sete universidades públicas chinesas, Macau surge como a solução, “como o mais importante centro de aprendizagem da língua portuguesa”.

“Anualmente, mais de oito mil chineses de Macau e da China continental têm vindo a inscrever-se nos cursos de língua portuguesa na Região Administrativa Especial de Macau”, concluiu.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Brasil quer acordo com lusos para implantar nova ortografia

Brasília, 17 maio 2008 (Lusa) - O ministro brasileiro da Educação, Fernando Haddad, disse neste sábado à Lusa que o Brasil quer acertar com Portugal uma agenda para implantar as medidas propostas no acordo ortográfico, após a aprovação pelo Parlamento português na sexta-feira do segundo protocolo modificativo.

O governo brasileiro recebeu com muita satisfação a decisão da Assembléia da República de Portugal de aprovar o segundo protocolo modificativo, que abre caminho para a entrada em vigor do acordo ortográfico em Portugal.

"O acordo ortográfico simboliza o sentimento de unidade dos países de língua portuguesa e permitirá o aprofundamento da cooperação e integração internacional entre os países membros da CPLP", declarou Haddad à Lusa.

O ministro brasileiro disse que quer marcar duas reuniões com a sua homóloga portuguesa, Maria de Lurdes Rodrigues, uma em Lisboa e outra em Brasília, para acertar o cronograma de implantação das medidas estabelecidas no acordo ortográfico.

Nesse encontro, o ministro apresentará a Portugal a proposta elaborada pela Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa (COLIP), que prevê o início da reforma ortográfica da língua portuguesa no Brasil já a partir de janeiro de 2009.

Esta proposta prevê um prazo de transição de três anos para que a nova ortografia seja plenamente adotada no país.

O ministro informou ainda à Lusa que já ordenou à Secretaria de Educação Básica a produção de um manual com as medidas do acordo ortográfico e instruções para os professores, que será distribuído pela Rede Pública de Educação Básica em todo o Brasil.

A Academia Brasileira de Letras também recebeu com entusiasmo a decisão da Assembléia da República de Portugal, considerando a aprovação como um "marco histórico".

"Inscreve-se, finalmente, a língua portuguesa no rol daquelas que conseguiram beneficiar-se há mais tempo da unificação de seu sistema de grafar, numa demonstração de consciência da política do idioma e de maturidade na defesa, difusão e ilustração da língua da lusofonia", afirmou o presidente da Academia Brasileira de Letras, Cícero Sandroni.

Na opinião do acadêmico Marcos Vilaça, que presidiu a ABL entre 2006 e 2007 e cuja gestão incentivou a aceleração do processo para a aprovação do acordo, Portugal acaba de dar "prova de grande maturidade e modernidade".

"A simplificação do emprego do idioma vai possibilitar o incremento das relações culturais na comunidade lusófona", destacou.

sábado, 1 de março de 2008

Timor, Galiza e restantes países lusófonos na TV

RTP/TVG/Timor Online 1 março 2008

Série de 13 episódios sobre a Lusofonia, estreia no próximo Sábado 1 de Março na [Televisão] Galega

PGL Portugal - A Galega começa no próximo Sábado 1 de Março a transmissão do primeiro capítulo de uma série de treze documentários sobre a Lusofonia. A série, gravada ao longo de dois anos e meio por Luís Menéndez, percorreu e retratou, segundo um ponto de vista galego, os oito países lusófonos, e será transmitida quer pela Galega, quer pela RTP, em três dos seus canais. Interessante, e inaudita em Portugal, é a ideia apresentada na notícia do jornal Público sobre este assunto, de que, e citamos, a «partilha linguística (entra a Galiza e Portugal) poderá ser mais valia».

A série é constituída por 13 capítulos de 26 minutos cada. A apresentação do documentário ocorreu a semana passada em Lisboa e contou com as presenças, de entre outros, dos directores de programas da RTP e da Galega, do secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o cabo-verdiano Luís Fonseca e do director do documentário, Luís Menéndez. Luís Menéndez afirmou que no final do trabalho ficou com a sensação de que «é impossível agradecer por tantos frutos colhidos» e que era grande «a vontade de ficar mais tempo em cada lugar».

Na referida apresentação do documentário, José Fragoso, director de programas da RTP, informou que para além da emissão na RTP1, Terras de Acolá, vai ser transmitido posteriormente na RTP África e na RTP Internacional, «levando a série ao mundo inteiro», citamos. José Fragoso afirmou também que «queremos que isto seja um ponto de partida para um estreitar de relação entre duas televisões que têm uma grande proximidade». Na sua opinião, as duas televisões públicas «devem trabalhar juntas sempre que isso possa ser útil às duas». Referiu ainda que «a partilha da linguística e da fronteira poderão resultar em bons conteúdos», citamos.

Já Jesus Manuel Iglesias, director da TVG, revelou existirem «muitas ideias com a RTP em cima da mesa e que não são coisas forçadas, são projectos que fazem sentido», sublinhando que, «queremos muito fazer coisas juntos». Em relação a esta série, o director da TVG acredita que os espectadores portugueses poderão pensar que, e citamos, «nem parece coisa de galegos».
Contudo, para este responsável, «faz todo o sentido gastar dinheiro com um produção deste tipo, pois Portugal e a Galiza são dois países irmãos, com a mesma raiz linguística».

Para o secretário executivo da CPLP, Luís Fonseca, a série trata-se de «uma manifestação de grande interesse da Galiza pelos países lusófonos, fruto de uma série de afinidades geográficas e históricas».

A Televisão da Galiza (TVG) e a Rádio Televisão Portuguesa (RTP) anunciaram, no mesmo evento da semana passada, que têm previsto para breve a assinatura de um convénio de colaboração em matéria de co-produção e de intercâmbio do arquivo de ambas as estações.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

COLÓQUIOS ANUAIS DA LUSOFONIA

A Comissão Executiva dos Colóquios Anuais da Lusofonia tem o prazer de sugerir a V.Exª a apresentação de um trabalho para o 6º Colóquio Anual da Lusofonia cujo tema é, este ano, dedicado à língua portuguesa no Brasil.

Colóquio Anual da Lusofonia,
O Presidente da Comissão Executiva
J. CHRYS CHRYSTELLO

ACL Mentor Information Technology Research Institute, University of Brighton, UK. e Reviewer Helsinki University (Translation Studies Department Publications) FinlandTelefone: (351) 296 446940/Telemóvel: (+ 351) 91 9287816 / 91 6755675 E-fax (E-mail fax): + (00) 1 630 563 1902
E-mail: coloquioslusofonia@gmail.com lusofonia@sapo.pt
Página da internet: http://LUSOFONIA2007.com.sapo.pt

Local do colóquio: CENTRO CULTURAL MUNICIPAL (Anfiteatro) Praça da Sé - Bragança PORTUGAL

Temas:1. Língua Portuguesa no século XXI: a variante brasileira rumo ao futuro.

Subtemas:

1.1. De variante a língua própria. Riscos reais duma separação das variantes. A agenda para as próximas décadas.

1.2. A situação da língua na CPLP e outros fora na perspectiva do Brasil.

1.3. O presente e o futuro da lusofonia: Europeia ou Sul-americana? Vantagens e desvantagens. Análises comparativa e contrastiva.

1.4.- Literatura em língua portuguesa: devem traduzir-se as variantes?

1.5. - Para que serve um Acordo Ortográfico? Ninguém o quer e ninguém o cumpre?

2. Homenagem a Miguel Torga no centenário do seu nascimento

3. Tradução: Estudos de Tradução

Subtemas:

3.1. Tradutores ou Traidores?

3.2. Novas metodologias de ensino

3.3. Perspectivas

4. Este ano será anunciado o vencedor do I Prémio Literário da Lusofonia (Ver Regulamento na nossa página http://lusofonia2007.com.sapo.pt)

Prazos:. INSCRIÇÕES - DATAS LIMITES

2.1. Data limite de envio de propostas de trabalho a apresentar 15 Julho 2007

2.2. Comunicação de aceitação de oradores: 31 Julho 2007

2.3. Data limite de recepção de trabalhos finais prontos para publicação 31 Agosto 20072.

PAGAMENTO:

1.1. ORADORES COM COMUNICAÇÃO, até 15 Julho € 40.00

1.2. ORADORES COM COMUNICAÇÃO, após 15 de Julho € 60.00

1.3. PRESENCIAIS MADRUGADORES (Participantes sem comunicação com direito a
certificado presencial) Pagamento até 27 Setembro 07 € 20.00

1.4. PRESENCIAIS RETARDATÁRIOS (Participantes sem comunicação) Pagamento após 27 Setembro 07 € 30.00

1.5. Estudantes IPB (com cartão/documento comprovativo) € 5.00

Todas as informações na nossa página http://lusofonia2007.com.sapo.pt

Agradece-se a divulgação