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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Energia é a “luz ao fundo do túnel” para a economia de Moçambique



9 agosto 2016, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China,中国)

O sector energético, com importantes projectos em lançamento envolvendo empresas chinesas, oferece a Moçambique as melhores perspectivas para ultrapassar o período económico adverso que atravessa, de acordo com analistas.

Um dos projectos recentemente lançados é o da construção de uma central eléctrica a carvão, envolvendo a Shanghai Electric Power e a Ncondezi Energy, num investimento de 25,5 milhões de dólares na província de Tete, para onde está já planeada

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Angola/Independência de Moçambique com balanço positivo

26 junho 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Josina de Carvalho, Maputo

O Vice-Presidente da República, Manuel Vicente, fez ontem a entrega, em Maputo, de uma mensagem do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, ao seu homólogo moçambicano, Filipe Nyusi, na qual felicita o povo moçambicano pelos 40 anos da Independência, assinalados ontem.

Em breves declarações à imprensa, à saída da audiência, o Vice-Presidente Manuel Vicente felicitou os moçambicanos pela data e encorajou-os a continuarem a trabalhar para o desenvolvimento e progresso do país.

A secretária de Estado da Cooperação, Ângela Bragança, e o embaixador angolano em Moçambique, Brito Sozinho, testemunharam a audiência. Ainda ontem

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Economia de Moçambique deverá beneficiar com produção de combustíveis líquidos a partir do gás natural

18 agosto 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

As unidades de produção de combustíveis refinados a partir de gás natural projectadas para Moçambique podem multiplicar o impacto desta matéria-prima energética na economia, com a redução da importação de combustíveis e mesmo exportação para a região.

Enquanto as unidades de processamento de gás natural liquefeito (LNG) para exportação têm sido mais faladas e têm projectos mais avançados, as fábricas de transformação de gás em combustíveis líquidos (GTL, na sigla inglesa) oferecem a capacidade de

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Angola/UMA ESTRATÉGIA REGIONAL

30 julho 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) esteve em Angola para assinar um acordo com o Ministério das Finanças que permite injectar na economia 100 mil milhões de kwanzas, nas áreas dos transportes, energia e construção.

Este é um passo importante para estabelecer uma "parceria estratégica" entre o BAD e o Executivo, que vai permitir ampliar e reforçar as infra-estruturas que criam riqueza no nosso país mas também na região, particularmente nos países que não têm acesso ao mar.

O “Tratado de Loanda", de 1927, assinado entre Portugal e a Bélgica, traçou definitivamente as fronteiras Leste e Norte de Angola mas além disso garantiu

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Brasil financia projectos eléctricos em Angola em 2014

19 junho 2014, Macahub http://www.macauhub.com.mo (China)


A sexta linha de crédito do Brasil para projectos de empresas nacionais em Angola, no valor de dois mil milhões de dólares, vai contar com desembolsos já em 2014, sobretudo na área da produção de electricidade, disse em Brasília o ministro das Finanças de Angola.

“A sexta facilidade de crédito entrou em vigor, segue-se um processo para o enquadramento de projectos específicos, tratando-se de uma facilidade que trará desembolsos não apenas para o exercício fiscal de 2014 mas para os exercícios seguintes”, disse o ministro das Finanças,

terça-feira, 27 de maio de 2014

Abya Yala, Patria Grande/BANCO DO SUL: OUTRO LEGADO DE CHÁVEZ

26 maio 2014, Patria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Chanceleres da Unasul, reunidos na semana passada no Equador, decidiram pela implementação do Banco do Sul, com um capital inicial de 7 bilhões de dólares.

Beto Almeida*



Foto: Arquivo

Os chanceleres da Unasul, reunidos na semana que passou no Equador, decidiram pela implementação do Banco do Sul, com um capital inicial de 7 bilhões de dólares, ferramenta financeira destinada ao financiamento de projetos de integração da América do Sul.

Trata-se de mais um dos grandes legados do presidente Hugo Chávez, falecido em 2013. Sem dúvida, o lado visionário de Chávez também se revela aqui nesta decisão, que vinha sendo procrastinada injustificadamente, inclusive pela relutância das autoridades financeiras do Brasil. Da mesma forma que até hoje, o governo brasileiro não tomou qualquer medida para vincular-se à Telesur oficialmente, favorecendo a integração informativo-cultura da América Latina, o que teria plena sintonia com o discurso autocrítico feito por Lula em encontro com blogueiros, quando reconheceu muito pouco foi feito para a democratização da comunicação no Brasil.

O Banco do Sul, assim como a Unasul, nasceu graças a uma pregação incansável de Chávez, e agora já terá a companhia do Banco dos Brics, bem como de outras medidas adotadas pela Rússia, China e Iran para a desdolarização gradual da economia.

terça-feira, 18 de março de 2014

ACWA: O projecto energético bilionário em Moçambique

17 março 2014, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

A futura ACWA Power Moatize Termoeléctrica (APMT), em Tete, será um dos maiores investimentos da história de Moçambique, mas também apenas o início de uma vaga de novas centrais eléctricas alimentadas a carvão.

A ACWA Power Moatize Termoeléctrica é um consórcio que reúne o grupo brasileiro Vale, a Mitsui do Japão, a ACWA Power da Arábia Saudita, além dos accionistas domésticos Electricidade de Moçambique (5%) e Whatana (8%), sociedade de investimento liderada por Graça Machel.

“Este projecto com um custo estimado em mil milhões de dólares representará

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O BRASIL E A ÁFRICA NEGRA



28 novembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Já está em pleno curso uma nova corrida imperialista, entre as grandes potências, e um dos focos desta disputa é, mais uma vez, a própria África.



Ao incluir a África dentro do seu “entorno estratégico”,  e ao se propor aumentar sua influência no continente africano, o Brasil precisa ter plena consciência que está entrando num jogo de xadrez extremamente complicado. Porque já está em pleno curso – na 2º década do século XXI - uma nova “corrida imperialista”, entre as  “grandes potências”, e um dos focos desta disputa é, mais uma vez, a própria África. E não é impossível que as velhas e novas potências envolvidas na disputa pelos recursos estratégicos da África, voltem a  cogitar da possibilidade de estabelecer novas formas maquiadas de controle colonial sobre alguns  países africanos, que eles mesmo criaram, depois da IIº Guerra Mundial.

A África é o segundo maior e mais populoso continente do mundo: tem uma área de 30.221. 532 km2 e uma população de cerca de 1 bilhão  de habitantes, 15% da população mundial. O continente

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Novos projectos de infra-estruturas com assinatura da China avançam nos países de língua portuguesa



25 novembro 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

 

Angola, Moçambique e Cabo Verde assistiram nas últimas semanas ao lançamento de novos projectos de infra-estruturas, como barragens e estradas, de que irão recolher os benefícios nos próximos anos.

Numa altura em que Angola procura expandir a sua capacidade de produção de electricidade, em particular no interior do país, a China Gezhouba Corporation (CGGC) assinou no início do mês um contrato com o governo de Angola para remodelar e expandir uma barragem na Lunda Norte.

O contrato prevê

Moçambique/Guebuza por maior acesso à energia solar



23 de Novembro de 2013, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz

O Presidente Armando Guebuza disse esperar que a nova fábrica de painéis solares eleve a fasquia de consumo para além dos actuais 12 por cento e contribua para que mais famílias tenham acesso a energia tanto para conservar os seus bens de consumo, quanto iluminar e alimentar os seus electrodomésticos.

Guebuza manifestou o desiderato na cerimónia de inauguração nesta sexta-feira da primeira unidade industrial de fabrico de painéis solares,

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Abya Yala, Patria Grande, Uruguay/La Aladi presentará nueva agenda energética regional



31 octubre 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)


Montevideo (PL) --- Un informe especializado de América Latina y el Caribe, que propone una "agenda energética compartida", presentará hoy la Asociación Latinoamericana de Integración (Aladi) en su sede central en esta capital.

Los detalles de ese doumento serán conocidos en una reunión que sesionará bajo el título de "Energía: una visión sobre los retos y oportunidades en América Latina y el Caribe", preparado por un conjunto de organismos regionales.

El estudio comprende un diagnóstico del estado actual y la conceptualización de lecciones aprendidas del sector energético de la región,

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Angola/Ministro da Energia e Águas aponta água como factor de união



21 agosto 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda - O ministro de Energia e Águas, João Baptista Borges, afirmou nesta terça-feira, em  Dushambe, República do Tajiquistão,  que a água deve constituir um factor de união entre os povos e não factor de discórdia.

Falando na abertura da Conferência Internacional de Alto Nível sobre Cooperação no domínio da Água, cujo fim está previsto para hoje (quarta-feira), o ministro apontou como exemplo a cooperação com a República da Namíbia, relativamente ao fornecimento de água potável e na irrigação das áreas fronteiriças e

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Angola/Argélia vai formar quadros angolanos em geologia e minas



11 julho 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A formação de quadros angolanos na Argélia encabeça a lista de prioridades na cooperação entre os dois países no domínio da Geologia e Minas, disse quarta-feira, em Luanda, o ministro angolano do sector, Francisco Queiroz.

No final de um encontro de trabalho com o ministro da Energia da Argélia, Youcefi Yousfi, Queiroz disse ainda que a definição das áreas de formação de quadros se deve ao facto daquele país do norte de África possuir boas escolas técnicas e universidades.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Comércio entre Índia e Moçambique atingiu US$ 1,28 bilhões



4 julho 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

O comércio entre Moçambique e a India duplicou de 6.31,milhões de dólares, em 2010, para 1.28 biliões de dólares em 2012, anunciou hoje em Maputo a Ministra para as Relações Externas da Índia, Preneet Kaur.

A ministra que falava durante a sessão de abertura do seminário sobre Oportunidades de Negócios e de Investimentos em Moçambique,

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Poço na bacia do Rovuma, em Moçambique, poderá conter 200 milhões de barris de petróleo



19 junho 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A Statoil Oil & Gas Mozambique está a concluir o processo de perfuração do poço Cachalote 1, na área 2 da bacia do Rovuma, no norte de Moçambique, que poderá conter 200 milhões de barris de petróleo com exploração comercial viável.

Em notícia recentemente publicada, a agência financeira Bloomberg informou

terça-feira, 18 de junho de 2013

Brasil foi o destino do carregamento inaugural de gás natural liquefeito de Angola



17 junho 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

O Brasil foi o destino do carregamento inaugural de gás natural liquefeito angolano, produzido pela Angola LNG na unidade de processamento do Soyo, na província de Cabinda, que pretende ter países asiáticos entre os seus principais clientes.

Depois de anos de preparação, incluindo um atraso de pelo menos 18 meses e um investimento de 10 mil milhões de dólares, coube a

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Carvão de Moçambique em conferência internacional em Maputo



5 junho 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

A produção de carvão mineral em Moçambique poderá atingir 50 milhões de toneladas em 2020, praticamente o décuplo da actual produção de 4,8 milhões de toneladas, de acordo com os organizadores da IV Conferência Internacional sobre Energia e Carvão.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Moçambique precisa diversificar fontes de energia para cobrir demanda



22 maio 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

Galiza Matos

O vice-ministro da Energia, Jaime Himede, diz que Moçambique, a região da África Austral e o mundo em geral precisam de diversificar as suas fontes de energia para fazer face a demanda imposta pelo desenvolvimento do sector industrial, particularmente nos países em desenvolvimento.

Falando hoje, em Maputo, na cerimónia de abertura do Fórum sobre os Desafios da Indústria Energética

terça-feira, 21 de maio de 2013

Moçambique/Maputo acolhe conferência internacional sobre energia



21 maio 2013, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

A cidade de Maputo acolhe, amanhã e depois, uma conferência mundial de energia, juntando actores do gás e petróleo, mas também dos ramos de actividade a eles ligados, como os transportes, logística, construção e formação profissional.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Moçambique e China/Entrada de chinesa CNPC melhora perspectivas para indústria do gás moçambicana



15 abril 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)


A entrada do grupo China National Petroleum Corporation (CNPC) no gás natural em Moçambique melhora as perspectivas de desenvolvimento desta indústria, afirma a Economist Intelligence Unit (EIU).

Principal produtor de petróleo e gás da China, o CNPC acordou em Março a compra de uma participação de 20% no bloco Área 4 da bacia do Rovuma, contra o pagamento ao grupo italiano ENI de 4,2 mil milhões de dólares, negócio que a EIU afirma ser o “mais recente e o mais significativo na disputa pelos recém-descobertos activos de gás da África Oriental.”

“As parcerias com a Ásia, de onde muito do crescimento do consumo de gás na próxima década provavelmente virá, vai ajudar a expandir ligações a consumidores-chave”, afirma a EIU no seu mais recente relatório sobre Moçambique.

A “força financeira da CNPC também vai acrescentar robustez ao projecto” de desenvolvimento de gás no Rovuma, afirmam os economistas britânicos.

Os grupos Anadarko Petroleum e Eni, operadores das Áreas 1 e 4, respectivamente, já manifestaram disponibilidade para partilhar os custos e riscos de desenvolvimento de instalações de processamento e exportação de gás natural liquefeito em Moçambique.

“Embora a decisão final de investimento não tenha sido tomada e a produção de gás esteja ainda distante – 2018, na melhor das previsões – a actual redistribuição no controlo de activos de gás é um bom augúrio para o sector do gás de Moçambique”, adianta a EIU.

Na Área 1, os grupos norte-americano Anadarko Petroleum e indiano Videocon Industries estão a procurar vender uma parcela de 10% cada, o que deverá proporcionar um encaixe de 4 mil milhões de dólares.

As empresas indianas ONGC Videsh e Oil India terão apresentado uma oferta conjunta pelos 20%, de 5 mil milhões de dólares, mas “apesar do domínio das empresas asiáticas até agora, as ocidentais, incluindo a Shell, parecem continuar interessadas em aceder aos vastos recursos de gás de Moçambique.”

Anteriormente, a PTT tailandesa suplantou a Royal Dutch Shell e ficou com uma participação de 8,5% na Área 1, adquirida à empresa irlandesa Cove Energy.

Por medir está ainda o impacto sobre as contas públicas moçambicanas, uma vez que o governo não clarificou ainda a sua intenção relativamente à imposição do imposto sobre mais-valias na transacção, tal como o fez no negócio da Cove Energy, em que foi aplicada uma taxa de 12,8%.
O novo código fiscal das empresas prevê uma taxa de 32% mas o presidente recusou-se a promulgar o decreto em Janeiro deste ano, citando preocupações com a sua constitucionalidade.

Perante alguma ambiguidade, refere a EIU, o mais provável é que ocorra uma negociação directa entre as partes e que a taxa a aplicar seja inferior a 32%.

Tendo o grupo CNPC pago 4,2 mil milhões de dólares, o imposto a ser exigido pelo governo de Moçambique deverá oscilar entre 538 milhões de dólares, caso seja aplicada a taxa de 12,8% e 1344 milhões de dólares caso a taxa seja de 32%.

“O governo moçambicano deverá insistir na imposição de um imposto sobre a transacção, antes de dar a sua aprovação”, afirmou o Eurasia Group em análise recentemente publicada.

Caso o negócio seja aprovado, a ENI East Africa, subsidiária do grupo ENI, verá a sua participação reduzida para 50%, mantendo-se os actuais parceiros Kogas da Coreia do Sul e Galp Energia de Portugal e a estatal Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, com 10% cada. (macauhub)