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segunda-feira, 6 de junho de 2016

DIÁLOGO PARA A PAZ EM MOÇAMBIQUE



1o. junho 2016, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


A simples nomeação dos membros das duas delegações às conversações entre o governo de Moçambique e a oposição é uma boa notícia para todos os moçambicanos.

«Apesar da repetida disponibilidade do presidente Nyusi em negociar com Dhlakama, este, com declarações contraditórias e comportamentos erráticos, tem-se recusado a sentar à mesa de conversações».

Com esta decisão renovam-se as esperanças que, desejamos não sejam em vão…
 
O presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, também dirigente da Frelimo, no poder, saudou o previsto recomeço do diálogo político com a Renamo, na oposição, tendo em vista a paz e a normalização no país.

Falando no sábado [21 de maio] em Jinan, na República Popular da China – no final de uma visita em que foram assinados entre Pequim e Maputo acordos de cooperação económica mas também de reforço das relações militares e de segurança,

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Moçambique entre as 3 economias africanas com maior expansão até 2019

2 dezembro 2014, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

Moçambique é um dos três países que se destacam pelo seu crescimento em África, continente que vai tornar-se cada vez mais importante em termos económicos nos próximos anos, de acordo com a empresa de consultoria Deloitte.

O PIB de África, afirma um relatório agora divulgado sobre as perspectivas económicas para o continente, deverá expandir-se 50% até 2019, para 3,7 biliões de dólares, impulsionado pelo

terça-feira, 25 de março de 2014

Moçambique: Sector do carvão com mais rápido crescimento do mundo

23 março 2014, Rádio http://www.rm.co.mz (Moçambique)

O sector do carvão em Moçambique vai valer cerca de 530 milhões de Euros em 2017, apresentando o mais rápido crescimento do mundo, nesta área, apesar das dificuldades estruturais e da insegurança actual, estima a Fast Market Research.
De acordo com a consultoria norte-americana especializada em pesquisa de mercado, análise e informações empresariais, o crescimento do valor do sector terá passado de 190 milhões de Euros, em 2012, para 530 milhões de Euros dentro de três anos,

terça-feira, 18 de março de 2014

ACWA: O projecto energético bilionário em Moçambique

17 março 2014, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

A futura ACWA Power Moatize Termoeléctrica (APMT), em Tete, será um dos maiores investimentos da história de Moçambique, mas também apenas o início de uma vaga de novas centrais eléctricas alimentadas a carvão.

A ACWA Power Moatize Termoeléctrica é um consórcio que reúne o grupo brasileiro Vale, a Mitsui do Japão, a ACWA Power da Arábia Saudita, além dos accionistas domésticos Electricidade de Moçambique (5%) e Whatana (8%), sociedade de investimento liderada por Graça Machel.

“Este projecto com um custo estimado em mil milhões de dólares representará

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Luísa Diogo contra "euforia e entusiasmo" sobre recursos naturais em Moçambique



17 outubro 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

Lisboa (AIM) --- Luísa Dias Diogo, antiga Primeira-ministra moçambicana, juntou a sua voz aos que apelam para a necessidade dos moçambicanos conterem a 'euforia e entusiasmo' sobre os recursos naturais.

A visão de Luísa Diogo vem juntar-se aos apelos do chefe do Estado moçambicano que, não sendo novos, são sempre recorrentes nos discursos de Armando Guebuza, reafirmando que o advento da contínua descoberta de recursos naturais, nomeadamente carvão mineral e gás natural, não deve servir para 'nos dividir'.

Em Março deste ano, durante a visita a Austrália, Armando Guebuza, advertiu aos moçambicanos radicados naquele país para que não se deixem 'baralhar' com a abundância de recursos naturais que se anunciam no horizonte, evitando que se criem expectativas acima daquilo que é real e do que é possível.

Em Lisboa para participar, como uma das oradoras, na Conferência Internacional 'O futuro da Agenda Global de Desenvolvimento: visões para a CPLP',

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Capitais do Brasil colocaram Moçambique na lista dos principais receptores africanos de investimento estrangeiro



15 julho 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Moçambique deverá ter entrado em 2012 para os 10 primeiros lugares da lista dos países africanos que mais investimento directo estrangeiro (IDE) captaram, devido sobretudo ao capital brasileiro, de acordo com o banco português BPI.

No seu mais recente relatório sobre a economia moçambicana,

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Moçambique/Gestão de terminais atrai países africanos



6 junho 2013, Portal do governo http://www.portaldogoverno.gov.mz (Moçambique)

Maputo (Notícias) - Moçambique vai partilhar a sua experiência na planificação e gestão dos programas de expansão dos terminais de carvão nos Portos da Matola, Beira e Nacala, na edição deste ano do Fórum Africano da Evolução de Portos, a ter lugar em Agosto próximo na cidade do Cabo, na África do Sul.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Moçambique/Maputo acolhe conferência internacional sobre energia



21 maio 2013, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

A cidade de Maputo acolhe, amanhã e depois, uma conferência mundial de energia, juntando actores do gás e petróleo, mas também dos ramos de actividade a eles ligados, como os transportes, logística, construção e formação profissional.

sábado, 11 de maio de 2013

Moçambique/Recursos minerais: Progresso depende da industrialização - defende Abdul Razak

11 maio 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

O desenvolvimento sustentável será alcançado não só através da exportação de minerais, mas sobretudo pela sua industrialização, tendo como matéria-prima o carvão, gás natural, calcário, ferro, fosfatos, bauxite e outros recursos.

Esta tese foi defendida quarta-feira, em Chimoio, por Abdul Razak, Vice-Ministro dos Recursos Minerais, na abertura do seminário de apresentação e debate da Política e Estratégia dos Recursos Minerais, evento no qual participaram vários interessados na área. Segundo Abdul Razak, o Executivo está a privilegiar acções de formação e capacitação institucional, para habilitar os órgãos do Estado para corresponder à dinâmica imposta pelo desenvolvimento do sector.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

DILEMAS E DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÓMICO DE MOÇAMBIQUE *



7 maio 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz


Mário Machungo*

Este artigo sintetiza tópicos que nos remetem para a ponderação de diversos factores relacionados com o crescimento económico de Moçambique nos últimos anos e os desafios que se lhe apresentam no cenário da actual conjuntura económica internacional.

Com efeito, os principais drivers deste crescimento repousam num modelo baseado no investimento directo estrangeiro, com particular realce para os sectores de recursos naturais (carvão e gás), assim como infra-estruturas de energia, caminhos-de-ferro e portos. Por arrastamento, os sectores tradicionais do agroprocessamento, o turismo e a reconstrução do tecido social complementam aqueles sectores. Deste modo, convive-se com a dicotomia entre os grandes investimentos orientados para o sector de exportação e de capital intensivo e os tradicionais, de trabalho intensivo

quinta-feira, 2 de maio de 2013

CPLP/Países de língua portuguesa com recursos energéticos estão em melhor situação económica



2 maio 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Os países de língua oficial portuguesa que possuem e exportam recursos energéticos têm um crescimento mais forte do que os que não os têm, de acordo com a mais recente edição dos Cadernos da Cooperação do Banco de Portugal, quarta-feira divulgado em Lisboa.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Moçambique/Minérios não ofuscarão agricultura --- Guebuza



12 abril 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, reafirmou que as descobertas de vastos recursos naturais, tais como carvão e gás natural, não vão desfocar a atenção que o executivo presta ao sector agrário, muito menos ofuscar a prioridade conferida ao melhoramento das tecnologias agrárias.

A determinação do governo, segundo o Chefe de Estado, visa fundamentalmente aumentar a produtividade agrária no contexto da luta contra a pobreza que é a agenda da actualidade do executivo, porquanto ela (agricultura) entra numa relação simbiótica com os recursos naturais para assegurar a viabilização da sua exploração bem-sucedida.

Guebuza reafirmou a convicção na cerimónia de lançamento havida hoje, em Maputo, do Plano Nacional de Investimento do Sector Agrário (PNISA), que será executado durante o quinquénio 2013/17 e está avaliado em cerca de quatro mil milhões de dólares americanos.

“O peso da agricultura na nossa economia é sublinhado pelo facto de cerca de 88 por cento dos agregados familiares praticarem esta actividade, que emprega mais de 81 por cento da população activa”, explicou o presidente, apontando que o sector agrário contribui com cerca de 25 por cento para o Produto Interno Bruto (PIB).

O PNISA, cuja visão é tornar o sector agrário integrado, próspero competitivo e sustentável, reveste-se de elevada importância por constituir um complemento à materialização das acções de curto e médio prazos, do compromisso assumido pelo país no quadro dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).

Ao abrigo do Plano, que já conta com uma fatia orçamental no valor de 820 milhões de dólares americanos, anunciados pelos parceiros de cooperação (Banco Africano de Desenvolvimento, Banco Mundial, Estados Unidos da América, União Europeia e Japão), há cinco pilares que serão a essência para a sua execução.

Trata-se da produção alimentar que salvaguarda questões como as culturas alimentares e de rendimento, pesca, pecuária, investigação agrária, extensão agrária, aproveitamento hidroagrícola e a mecanização agrícola.

O segundo pilar, acesso ao mercado e melhoria de infra-estruturas e serviços, contempla a gestão pós-colheita e comercialização, serviços financeiros, desenvolvimento do agronegócio (incluindo processamento industrial), estradas rurais e sistema de informação de mercado e estatísticas agrárias.

No terceiro, que diz respeito a segurança alimentar e nutricional, o objectivo é melhorar o acesso e a utilização de alimentos de alto valor nutritivo e a monitoria e coordenação multissectorial.

O PNISA, que será implementado nos corredores de Pemba, Lichinga, Nacala, Vale do Zambeze, Beira, Limpopo e Maputo vai, no terceiro pilar, contemplar questões que têm a ver com a terra e água para fins agrários, florestas e fauna bravia, desenvolvimento institucional, cartografia e teledetecção e cadastro único de terras.

A sua implementação será feita através de parcerias público-privadas e a própria população, por via de mecanismos formais de monitoria e avaliação já estabelecidos pelo governo no Plano Económico Social (PES), Plano de Acção para Redução da Pobreza (PARP), Plano Quinquenal do Governo (PQG), bem como através de fóruns consultivos e de diálogo.

A cerimónia de lançamento PNISA contou ainda com a presença dos chefes de várias missões diplomáticas acreditadas no país, quadros do sector da agricultura entre outros convidados. (RM/AIM)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Importantes reservas de carvão mineral deverão existir na província do Niassa, Moçambique

Maputo, Moçambique, 6 julho 2011 (macauhub) – Avaliações preliminares apontam para a existência de grandes quantidades de carvão mineral térmico na bacia de Maniamba, na província do Niassa, onde pelo menos sete empresas estão a desenvolver actividades de prospecção, afirmou terça-feira em Maputo o director nacional de Minas.

No decurso da II Conferência Internacional sobre a Exploração do Carvão, a decorrer em Maputo, Eduardo Alexandre disse que os primeiros relatórios de pesquisa entregues em 2010 ao governo não fornecem dados numéricos sobre as reservas existentes na bacia, acreditando-se que estejam disponíveis nos próximos 24 meses.

A bacia de Maniamba ocupa uma área total de quatro mil quilómetros quadrados, sendo que os estudos até aqui realizados cobriram apenas 870 quilómetros quadrados.

A convicção sobre a existência de grandes quantidades de carvão na zona fundamenta-se, segundo Eduardo Alexandre, no facto de no lado tanzaniano, país com o qual Moçambique partilha a bacia de Maniamba, terem sido realizados estudos que comprovam a existência de interessantes reservas daquele minério.

“Sete empresas estão a fazer a prospecção e pesquisa na bacia, incluindo a Vale e a Riversdale, que também têm projectos na província de Tete que deverão entrar na fase de exploração ainda este ano. Pelos dados que temos acreditamos que na bacia de Maniamba há um grande potencial de carvão, tal como há na bacia do Zambeze”, disse ainda, de acordo com o diário Notícias, de Maputo.

Eduardo Alexandre disse ainda que além dos projectos de carvão em curso nas regiões de Benga e Moatize, outros dois, também de carvão, deverão entrar em actividade nos próximos dois anos, igualmente na província de Tete, sendo um de uma empresa pertencente ao grupo Gimbal e outro da empresa Nkondezi.


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Moçambique/Tete: Aeroporto de Chingodzi assentado sobre 4 biliões de toneladas de carvão

8 outubro 2010/Rádio Moçambique e Notícias

O Aeroporto de Chingodzi, que serve a cidade central de Tete, pode estar em cima de cerca de 4 biliões de toneladas de carvão mineral, facto que deverá ser confirmado após a conclusão de aturados estudos a serem efectuados pela Riversdale Capital Moçambique, Limitada, companhia de origem australiana.

Para confirmar as quantidades do minério ali existentes, a Empresa Aeroportos de Moçambique e a Riversdale, que em Tete detém importantes concessões de terras para a exploração de carvão, assinaram em Maputo um memorando de entendimento.

Na eventualidade de os estudos confirmarem a sua existência, o Aeroporto de Chingodzi poderá vir a ser a transferido para dar lugar à exploração do carvão, um importante recurso energético para várias indústrias, incluindo a geração de energia eléctrica.

O complexo aeroportuário de Chingodzi faz parte da área de concessão 496 feita a favor da Riversdale, a qual abrange igualmente outras infra-estruturas, com destaque para a estrada para a Zâmbia e uma escola, empreendimentos que poderão também serem transferidos.

Em Junho a Riversdale Capital Moçambique deu a conhecer oficialmente ao Governo sobre a possibilidade da existência de carvão debaixo das instalações do aeroporto, tendo desde então iniciado contactos com o Executivo na procura das melhores formas de viabilizar a sua exploração.

“Pensamos que estamos perante um jazigo muito significativo e, provavelmente, o maior em Tete e no país”, disse Jennifer Garvey, gerente jurídica da Riversdale, momentos após rubricar o entendimento.

Ressalvou que a empresa de mineração está ainda a analisar os resultados dos estudos preliminares, bem como as implicações da transferência do aeroporto. “Mas pelo estudos até aqui efectuados tudo leva a crer tratar-se de uma grande reserva”, frisou Jennifer Garvey.

Descreveu a assinatura do memorando de entendimento como um marco importante para a realização dos objectivos da província de Tete, por um lado, e da Riversdale, por outro.

Manuel Veterano, Presidente do Conselho de Administração da Aeroportos de Moçambique, disse, por seu turno, que o memorando representa o início oficial da avaliação de locais que podem acolher a nova infra-estrutura aeroportuária e arranque de estudos de impacto ambiental.

No ano passado a Aeroporto de Chingodzi beneficiou de importantes investimentos, que consistiram, sobretudo na montagem de equipamento VOR, bem assim na modernização da torre de controlo.

Fruto da combinação dos investimentos realizados e da dinâmica que está a ser criada na zona pelos preparativos do arranque da exploração de carvão em Moatize, o Aeroporto de Chingodzi está a registar uma aumento da carga manuseada na ordem de 27 porcento em relação ao ano passado, segundo dados fornecidos por Manuel Veterano.

“O desenvolvimento que a província está a ter na área de carvão está a levar muita gente para Tete e isso implica o transporte de carga”, referiu Manuel Veterano.

Neste momento a Riversdale tem 22 licenças mineiras em Tete, das quais uma concessão mineira – Projecto de Benga, em fase de construção da mina, devendo começar a exportar a partir do terceiro trimestre do próximo ano.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Moçambique poderá exportar 110 milhões de toneladas de carvão em 2020

Maputo, Moçambique, 21 julho 2010 - Moçambique poderá atingir uma produção anual de 110 milhões de toneladas de carvão até 2020 necessitando para isso de resolver os problemas a nível logístico, disse terça-feira em Maputo o presidente da Associação Moçambicana para o Desenvolvimento do Carvão Mineral.

Casimiro Francisco, que falava numa conferência internacional sobre o carvão de Moçambique, na capital Maputo, disse que o país pode mesmo chegar a produzir 160 milhões de toneladas de carvão por ano, contra uma capacidade actual estimada em 55 milhões de toneladas.

Dizendo que Moçambique dispõe de reservas carboníferas estimadas em 23 mil milhões de toneladas, Casimiro Francisco chamou a atenção para o problema da falta de mão-de-obra qualificada e, fundamentalmente, para os problemas a nível logístico, isto é, como transportar o carvão desde o local onde é extraído até aos portos para exportação.

O governo de Moçambique prevê ainda a possibilidade de expandir a capacidade do porto da Beira, província de Sofala, centro, além do escoamento de carvão através do rio Zambeze, em Tete, hipótese que está a ser estudada pela empresa australiana Riversdale Mining, responsável pelo projecto de exploração de Benga, naquela província.

Moçambique é considerado como podendo ser um dos países com maiores reservas de carvão a nível mundial. Existem diversas bacias carboníferas identificadas em diferentes áreas do país, nas províncias de Tete, Niassa, Cabo Delgado e Manica, algumas delas presentemente a ser avaliadas através de trabalhos de pesquisa no âmbito de mais de 100 títulos mineiros atribuídos a várias pessoas singulares e colectivas.

Na bacia de carvão de Moatize, a mais conhecida de entre as diversas bacias de carvão existentes no país, foram realizados no passado diversos trabalhos de pesquisa geológica estando as reservas avaliadas em vários milhares de milhões de toneladas.

Em 2007 e 2009 foram assinados dois contratos mineiros, com a Vale Moçambique e Riversdale Mining para Moatize e Benga respectivamente, que em conjunto contemplam a produção e exportação anual de cerca de vinte milhões de toneladas de carvão, devendo o início da exportação ter lugar em Julho de 2011. (macauhub)

sábado, 26 de setembro de 2009

Moçambique/Extraído na África do Sul: Mais carvão em vias de atravessar Maputo

A empresa de exploração de carvão Coal Of Africa (CoAL) e os caminhos-de-ferro sul-africanos pretendem aumentar o volume de carvão exportado através do Porto de Maputo, dos actuais dois milhões de toneladas/ano para 10 milhões em 2013.

25 setembro 2009/Notícias

Os responsáveis pela CoAL e Transnet Freight Rail, a divisão de mercadorias dos caminhos de ferro sul-africanos anunciaram recentemente em Sandton, Joanesburgo, que estão dispostos a avançar com um ambicioso plano para elevar a capacidade do corredor e da terminal de carvão da Matola, de forma a escoar a produção de novas minas de carvão abertas no norte e noroeste da África do Sul.

Fuzile Magwa, director-geral da Transnet, salientou que “o aumento dos volumes de carvão exportado através do Porto de Maputo é uma área crítica de crescimento e ideal para a criação de parcerias público-privadas”.

Durante uma conferência realizada na Africa do Sul “Coaltrans SA” o director financeiro da Coal of Africa (CoAL), Blair Sergeant, recordou que a sua empresa já tem investidos no Corredor de Maputo 35 milhões de dólares norte-americanos e que a produção da sua nova mina de Mooiplats, recentemente aberta no nordeste daquele país, terá de ser escoada através de Moçambique.

Uma área de indefinição para os agentes económicos que apostam no Corredor de Maputo em detrimento do Porto de Richards Bay, na província do Kwazulu-Natal, com o maior terminal de processamento de carvão de toda a África mas muito mais longe das províncias nortenhas do que Maputo, é a fonte de financiamento de novos vagões para operarem entre a África do Sul e a Matola.

Um acordo em discussão já antes desta conferência prevê que a CoAL venha a financiar o montante necessário para a construção pela Transnet de uma nova frota de vagões especiais para transportar os adicionais oito milhões de toneladas/ano de carvão para a Matola a partir das províncias sul-africanas de Limpopo e Mpumalanga, onde novas minas foram abertas.

É esta parceria entre empresas do sector público e privado que os responsáveis querem desenvolver, mas ela implicará que a Coal for Africa detenha direitos exclusivos nos futuros planos de expansão do terminal da Matola, detido maioritariamente por outra empresa sul-africana, a Grindrod.

A Coal for Africa revelou que assinou já com a Grindrod um acordo que lhe permitirá acesso à futura capacidade total do terminal em troco de investimentos feitos na infra-estrutura.

“Pretendemos garantir que o Corredor de Maputo funcione e seja capaz de resolver todos os seus problemas operacionais, desde o transporte até ao carregamento dos navios. Estes não são planos no domínio dos sonhos. Eles foram bem pensados e estudados”, disse Sergeant.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Coal India Ltd. vai constituir uma subsidiária em Moçambique

Bhubaneswar, Índia, 19 agosto 2009 - A estatal Coal India Ltd (CIL) decidiu constituir uma subsidiária em Moçambique a fim de agilizar o processo de exploração das concessões carboníferas que obteve em Março passado, afirmou um quadro superior da empresa ao jornal indiano Business Standard.

"A CIL vai constituir uma empresa separada para as actividades mineiras carboníferas em Moçambique que será controlada a 100 por cento e que, por seu turno, irá constituir uma parceria com uma empresa mineira estatal em Moçambique", afirmou a fonte em declarações ao jornal em Bhubaneswar, capital do Estado de Orissa.

A subsidiária da CIL terá uma participação de 85 por cento na parceria e a empresa mineira estatal moçambicana os restantes 15 por cento, não estando ainda totalmente decidido o esquema organizativo da parceria.

Em Março passado, a CIL obteve a concessão de dois blocos carboníferos na província de Tete, com reservas estimadas em mil milhões de toneladas.

A exploração dos dois blocos, que cobrem uma área de 224 quilómetros quadrados, deverá começar dentro de alguns meses mas a actividade mineira propriamente dita apenas dentro de três anos e meio. (macauhub)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

CONSTRUÇÃO CENTRAL ELÉCTRICA HO CONSUMO ÓLEO PESADO

Frente Revolucionaria de Timor Independente (FRETILIN)

Bancada parlamentar

Conferencia de emprensa

22Julhu 2009 iha Dili, RDTL.

Maluk jornalistas sira mak ami respeita, uluk nanai ami hussi Bancada Fretilin dala ida tan halo declaração descorda (la concorda) ba decisão Governo de facto ida ne’e, nebe halo decisão hodi halo Construção Central eléctrica ho Consumo óleo pesado, hanesan mega projecto ida nebe governo ida ne’e hakarak halo.

Desde inicio bahinra Governo de facto ida ne’e kaer Poder Inconstitucional, iha 2007 aloka osan $ 5 e tal milhões sosa Geradores seguna mão/usado ho razão atu asegura Electricidade bele lakan 24 horas. Maibe, lao tiha ona ba tinan rua to’o oin loron Electricidade seidauk bele lakan 24 horas, triste liu electricidade nebe Povo hussi Liquica e Hera Metinaro mos consume agora ne’e dadauk mos kalan kalan tenke hamate tamba dehan Geradores iha Estacão EDTL mak sobre carregado. Tamba saída mak la halo plano antes halo decisão hodi aloka osan hirak ne’e. Geradores hirak nebe sosa ho orçamento transitório 2007 nia, agora dadauk ne’e balu avaria tiha ona, ventuinhas geradores nia tohar hotu tiha ona tamba Geradores hirak ne’e usado.

Maluk Journalistas, iha orçamento rectificativo tinan fiscal 2008 nia Governo ida ne’e mai aloka tan osan $ 10 000 000, atu hakarak hahu halo construção Central Eléctrica ho consumo óleo pesado sem Plano (plano la iha).. Iha duni momento neba iha discussão Orçamento Rectifikativo 2008 nia Proposta ne’e la passa tamba Deputados barak mak conciente la concorda ho construção ne’e, tamba razoes Científicos kona ba Geradores nebe usa Óleo Pesado nebe bancada Fretilin apresenta e esplica liu hussi Proposta de Eliminação. Maibe tamba Asal Babak Senang (ABS) proposta hussi Governo ba Construção central eléctrica ne’e continua mantein to’o oin loro. Piur liu durante fulan nen (6) nia laran osan hirak nebe aloka ne’e, la executa. E la halo explicação mai iha PN.

Iha Orçamento Geral do Estado 2009 nia Governo ida ne’e aloka $ 87 milhões atu obriga halo Central Eléctrica ne’e. Alocação orçamento ba mega projecto ne’e mos to’o oin loron seidauk apresenta Plano ida. Sira mai koalia deit hanesan comadres sira dadalia ka conta historia. Ami hussu documentos hirak ne’e hahu hussi discussão iha Comissão G to’o oin loron, cartas de requrimento/pedido mos ami hatama ona dala barak, maibe to’o oin loron laiha resposta ida mai iha PN. Ami rona deit Governo ida ne’e halo declaração iha media no Televisão hatete katak construção ne’e tenke lao nafatin ba oin. E sira dehan, sei garante atu iha 2010 electricidade sei lakan 24 horas.

Maluk Jornalistas sira, ami hanoin diak liu tetu didiak construção central eléctrica ne’e. Tamba razoes Científicos barak nebe ami hato’o tiha ona.

1. Geradores ho consumo óleo pesado ne’e tama kategoria Technologia tuan. Tuir historia matenek nain sira hakarek, uluk ema usa iha princípios século 20 e horas ne’e nações barak mak hussik ona residul feul oil ne’e e hahu usa energias alternativas renovaveis.
2. Geradores hirak nebe sira hakarak atu usa, reconhece katak Geradores hirak ne’e usado (hussi Nação China). Tamba saída mak Timor Leste tenke usa fali maquinas nebe usado? Será que laiha ona Geradores alternativas seluk?
3. Geradores nebe consumo óleo pesado produz Emissão Nitrogen Dioksida (NOx).

Cientistas hakerek katak Emissão ne’e mak estraga “Ozon”(03) tamba ne’e provoka; Udan sin, loron manas halo rai manas, estraga klima hodi acontece dezastres naturais. Tamab ne’e fo impacto negativo ba Ambiente no saúde Humano. Udan boot nebe acontece iha loron hirak liu ba, ema balu hatete katak tamba atu halo Construção Central Eléctrica Óleo pesado ne’e mak dehan udan sin e koko tan. Ami hanoin ita lalika halo declarações nebe hanesan bosok malu deit. Emissão Sulphur Dioksida (SO2) no Neoterogen Oksida (NOx) provoka duni Udan sin, impacto negativo ba Meio Ambiente no Saúde Humano. Diak liu ita tetu didiak halo uluk lai estudos de viabilidade hafoin halo decisão. Tamba razoes hirak ne’e ita bele le iha artikel barak kona ba Emissão iha website.

Zat Zat Kimia nebe estraga Meio Ambiente, Saúde Humano, provoka udan sin no seluk seluk tan mak hanesan tuir mai:

a. Emissão Carbon Monoksida (CO)
b. Emissão Nitrogen Oksida (NOx)
c. Emissao Hidrokarbon (HC)
d. Emissão Sulphur Oksida (SOx)
e. Partikulat Matter (PM)

Maluk Journalistas sira, los duni uluk iha inicio século 20 Nações barak mak usa duni Geradores hirak ne’e, maibe oin loron sira hussik ona e começa usa fali Energias alternativas seluk hanesan, geradores nebe usa Gás, Be, Diesel, Carvão Mineral no energias renováveis hanesan Bio gás, Anin, Painéis Solares. Nações hotu horas ne’e tenke hakruk ba Protokolo Kioto no Convenção seluk e hussu ba hotu hotu atu bele halo esforço conserva Meio Ambiente. Tamba Mudança klimatika horas ne’e dadauk sai hanesan ameaça boot ba Mundo.

Ba Nações nebe sei usa geradores ho emissão boot iha obrigatório usa aparelho catalisador, atu bele minimisa Emissão, e iha facilidades halo Desulphurizacao.
Maluk sira tuir mai hau hakarak esplica oitoan kona ba Destilação Heavy Feul Oil/Óleo Pesado. Heavy feul oil mai hussi destilação petróleo.
Hussi Destilação ne’e mak ema matenek nain sira halo:

1. Avthur ho ninia processo rasik tuir nia uso.
2. Gasoline idem
3. Minarai idem
4. Gasóleo idem
5. IFO, MFO e HFO idem
6. Asphalt idem

Maluk sira, ukun nain balu koalia lia bosok hatete dehan, Óleo pesado ne’e laos oleo foer. Ami hakarak hatete lolos katak Oleo foer hirak ne’e bele destila fali tuir nia uso. Se karik Óleo foer hirak ne’e Governo ida ne’e hakarak aproveita atu usa fali ba geradores ne’e mos bele. Tamba bele destila e halo fali sai hanesan Heavy Feul Oil. Tamba ne’e diak liu koalia lia los deit.

Maluk sira, ami hare no rona construção central Eléctrica ho consumo óleo pesado ne’e hanesan laiha plano no la preparado, maibe obriga an hakarak hahu halo construção. Ami hodi bi’it kasu lia hirak ne’e tamba, uluk mai esplica dehan, Central eléctrica ne’e sei hari’i ida iha Manatuto e ida iha Same. Maibe derrepente deit mai hari’i tan ida iha Hera.

Hanesan mos Sr. Januário nia carta ida hatete katak precisa hari’i tan Porto temporário tolu atu bele hatun Geradores hirak ne’e tamba nia todan iha 150 toneladas nebe labele hatun iha Porto nebe existe. E loron hirak liu ba hatete tan iha Jornal dehan central Eléctrica nebe atu hari’i iha Same ne’e cansela fali e hakarak atu halo fali iha Viqueque. Piur liu, orçamento Plurianual nebe mai apresenta iha Parlamento ba tina tolu hamutuk $ 365 milhões, maibe derrepente deit hakarak aloka tan $ 300 milhoes iha ano fiscal 2010.

Ami hanoin atu koalia lolos katak Governo ida ne’e laiha duni capacidade halo plano estratégico ida ba Electrificação.

Ami hussu ba Governo de facto ida ne’e, atu lalika obriga an deit, tamba precisa prepara plano electrificação didiak.

1. Halo estudos de viabilidade profundo ba impacto Ambiental e sócio economico ba mega projecto ne’e.
2. Halo estudos técnicos completo ba Projecto ne’e.

Ami mos hussu tenke resolve problema falsificação documento “Advance Payment Garantee”. Para hatene lolos individuo ida nebe mak halo no conciente documento falsu ne’e tama iha Nação Soberano hanesan Estado nia liman.

Tuir mai ami fo hatene ba Companhia CNI 22 atu tetu didiak antes hahu construção projecto ne’e.

Ikus liu ami hakarak hatete, katak Timor oan tomak tenke conhece malu duni, e horas ne’e hotu hotu tenke hanoin halo nusa mak bele servisu ba desenvolvimento, karik uluk hanesan activista mos liu tiha ona, importante liu mak tenke hanoin, halo plano ida nebe diak atu labele husik hela “Tusan no Veneno” ba ita nia Geração no futuro Nação Timor Leste.

Hanesan recomendação ami hussu atu lalika obriga sosa uluk Geradores tuan hirak ne’e, maibe diak liu concentra halo uluk construção Linhas de Transmissão ho Sub Estacões hirak ne’e, bahinra hotu ona mak halo decisão geradores tipo oin sa mak Timor Leste precisa usa.

Ba ita boot sira nia atencao ami hato’o obrigado barak.

Ba informasaun tan concta deputadu Inacio Moreira 723 7124 no email:m moreira_tecnica@yahoo.com

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Moçambique/Democracia não existe sem uma base económica -- defende Presidente Guebuza na interacção com empresários brasileiros

O presidente Armando Guebuza apresentou aos empresários brasileiros, no decurso de um jantar de trabalho, a sua visão relacional e consequente entre a política e desenvolvimento, como substracto do convite que os formulou para investirem em Moçambique. Disse o Presidente que uma boa governação e democracia multipartidária não podem existir eternamente, ou como deve ser, se não tiverem uma base sólida, que é a economia.

21 julho 2009/Notícias

Intervindo na noite de segunda-feira, com recurso à metáfora, num ambiente bastante informal, constituído basicamente por motivados empresários e que já têm diversos interesses manifestos ou latentes em Moçambique, o hefe do Estado disse que a democracia também come e respira, e que para comer e respirar precisa de trabalho, aumento de renda, criação de riqueza e, acrescentou “de uma correcta distribuição dessa mesma riqueza”. “Eu acredito que os senhores aqui presentes podem contribuir para Moçambique utilizando o vosso saber, experiência nesta área de crescimento económico que vai permitir que a democracia respire aliviada, porque as pessoas vivem mais livres e melhores”- disse o presidente.
Guebuza falou também do combate à pobreza como acção central da sua governação. Mas igualmente estabeleceu a relação desse combate com a estabilidade política e a necessidade do reforço do desenvolvimento das instituições. Na visão do Presidente, sem instituições plenamente funcionais não se pode responder à exigência do combate à pobreza.
“É preciso que tenhamos a certeza de que a boa governação existe como parte da nossa cultura, isto é a democracia, a liberdade das pessoas de falar, ouvir, escrever e contribuir na solução dos problemas que eles enfrentam no seu dia-a-dia e a possibilidade de as pessoas poderem influenciar directamente as instituições políticas e sociais”, considerou o Presidente, naquilo que se pode classificar de explanação do ambiente político para o recebimento de investimentos no país.
Por seu turno, Roger Agnelli, presidente da Vale, que opera praticamente como uma empresa-âncora com relação a outras empresas brasileiras com potencial de investir em Moçambique considerou que o nosso país tem um potencial fantástico de crescimento e de oportunidades para as empresas brasileiras.
A Vale tem o mais mediático empreendimento em curso para a exploração do carvão de Moatize,com um investimento na ordem de 1.3 bilião de dólares. Espera-se que as primeiras exportações iniciem em 2010 para o Brasil, Médio Oriente, Ásia e Europa, a partir de uma capacidade nominal de produção estimada em 11 milhões de toneladas de metalúrgico e térmico, por ano. Ontem, falando à Imprensa moçambicana, Agnelli reiterou a intenção da Vale de a longo prazo escoar o carvão de Moatize via Nacala, colocando como argumento a limitação imposta pelo porto da Beira aos navios de grande calado.
Apesar de a cooperação bilateral entre os dois países ser descrita como sendo positiva, particularmente ao nível do entendimento político, ambos os países estão preocupados com o baixo nível de investimentos no sector empresarial e nas trocas comerciais. E é isso que os Presidentes Armando Guebuza e Lula da Silva procuram alterar, explorando a harmonia e amizade que ambos nutrem reciprocamente, segundo fontes diplomáticas.
Com efeito, os dados estatísticos disponíveis são elucidativos. Fontes oficiais moçambicanas indicam que a balança comercial entre 2004 e 2005 é bastante desfavorável a Moçambique. Nesse período as exportações situaram-se em1,650 milhão de USD, e as importações, em 119,479 milhões de USD. O défice comercial entre 2004 e 2008 foi de 117,829 milhões de USD e os investimentos brasileiros em Moçambique entre 1996 a 2008, foram na ordem dos 174,218 milhões dólares.
Entretanto, ainda ontem, o Presidente da República manteve um breve encontro com os estudantes moçambicanos radicados no Rio de Janeir, com que trocou impressões sobre a importância do conhecimento, tecnologia para se melhorar a produtividade no país e intervir-se na mudança de mentalidades em muitas outras áreas. (Rogério Sitoe, no Rio de Janeiro)

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Moçambique/Reservas de carvão em Benga são 90 por cento maiores do que previsões

Sidney, Austrália, 24 abril 2009 - As reservas de carvão na região de Benga, Moçambique, são 90 por cento maiores do que as previsões iniciais, anunciaram quinta-feira as concessionárias, a australiana Riversdale Mining e a sua associada indiana Tata Steel.

"Estes recursos de carvão [4 mil milhões de toneladas] representam um aumento de 90 por cento em relação aos anunciados anteriormente em Setembro de 2008", referem as empresas em comunicado.

O consórcio anunciou que as quantidades de carvão agora estimadas em Benga, distrito de Moatize, na província de Tete, foram apuradas “com base em dados obtidos de actividades recentes de prospecção”.

A nota de imprensa informa ainda que “estas reservas foram estimadas de acordo com uma análise que prevê uma produção bruta inicial de 5,3 milhões de toneladas de carvão metalúrgico e térmico por ano, a ser elevada posteriormente a 10 milhões de toneladas/ano e por fim a 20 milhões de toneladas/ano, à medida em que a infra-estrutura de transporte se tornar disponível”.

Para a exploração do carvão das reservas de Benga, a Riversadale, que detém 65 por cento da mina, e a Tata Steel Limited, com 35 por cento, vão investir mais de 800 milhões de dólares.

A empresa australiana está também envolvida no projecto de construção de uma central termoeléctrica em Moçambique, avaliada em 3,1 mil milhões de dólares.

Recentemente, a Riversdale anunciou que os testes preliminares à qualidade do carvão da concessão mineira de Benga revelaram minério de "primeira qualidade".

É também no distrito de Moatize que a Vale, do Brasil, vai explorar as maiores reservas de carvão moçambicanas, estimadas em 10 mil milhões de toneladas. (macauhub)