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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Moçambique/Previsão do governo: Economia vai crescer sete por cento em 2016

10 dezembro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Moçambique poderá registar um crescimento económico de sete por cento no próximo ano, segundo as previsões do Governo avançadas ontem, em Maputo, pelo Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.

Falando no Parlamento, durante a apresentação das propostas do Plano Económico e Social e do Orçamento do Estado para 2016, Carlos Agostinho do Rosário explicou que apesar de factores adversos a economia moçambicana continuará a crescer de forma sustentável no ano que vem.

O crescimento económico é medido pelo Produto Interno Bruto (PIB), a ser impulsionado pelo desempenho positivo previsto nos sectores de agricultura, electricidade e gás, construção, comércio, indústria extractiva, transportes, pescas e serviços financeiros.

Nos objectivos macro-económicos para o ano de 2016, o Governo pretende, igualmente, manter a taxa média de inflação controlada em torno de

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Brasil financia projectos eléctricos em Angola em 2014

19 junho 2014, Macahub http://www.macauhub.com.mo (China)


A sexta linha de crédito do Brasil para projectos de empresas nacionais em Angola, no valor de dois mil milhões de dólares, vai contar com desembolsos já em 2014, sobretudo na área da produção de electricidade, disse em Brasília o ministro das Finanças de Angola.

“A sexta facilidade de crédito entrou em vigor, segue-se um processo para o enquadramento de projectos específicos, tratando-se de uma facilidade que trará desembolsos não apenas para o exercício fiscal de 2014 mas para os exercícios seguintes”, disse o ministro das Finanças,

terça-feira, 13 de maio de 2014

Cabo Verde electrificado a 100% em 2015

12 maio 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Cabo Verde ficará electrificado a 100% em 2015, ano em que assinala o 40º aniversário da independência do país, afirmou domingo o primeiro-ministro José Maria Neves, de acordo com a agência noticiosa Inforpress.

Na cerimónia de inauguração da rede de distribuição de electricidade em Chã Gonçalves, uma localidade situada no concelho de Ribeira Grande de Santiago, o primeiro-ministro adiantou que com estes investimentos

quinta-feira, 6 de março de 2014

Moçambique/Governo reitera que “renda não é distribuída apenas em dinheiro”

5 março 2014, Portal do Governo (Moçambique)

Maputo (AIM) – O Primeiro-Ministro (PM) moçambicano, Alberto Vaquina, reitera que as políticas de distribuição gratuita de bens de consumo ou prática de preços acessíveis são outras vias de distribuição de rendimento para o benefício da maioria da população.

Falando hoje, em Maputo, no parlamento moçambicano, na sessão reservada as informações do governo, Vaquina sublinhou que “a renda não é distribuída directamente em forma de dinheiro” .

“A distribuição do rendimento nacional é, pois, feita através de contribuições de empresas para o investimento em infra-estruturas e serviços públicos como

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Vila de Ressano Garcia, em Moçambique, será importante centro de produção de energia da África Austral



9 setembro 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A vila fronteiriça de Ressano Garcia, no sul de Moçambique, poderá tornar-se num dos maiores fornecedores de electricidade da África Austral, com a entrada em funcionamento de vários projectos de centrais termoeléctricas alimentadas com gás natural extraído na província moçambicana de Inhambane.

O gás natural que está a ser extraído nas localidades de Pande e Temane, em Inhambane, pelo grupo sul-africano Sasol, e que chega a Ressano Garcia através de um gasoduto com mais de 800 quilómetros de extensão, seguindo depois para a África do Sul, é o novo motor energético da região, que conta pelo menos quatro projectos de centrais termoeléctricas,

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Acordo histórico sobre Itaipu entre o Brasil e o Paraguai

26 julho 2009

Os presidentes do Brasil e do Paraguai anunciaram a conclusão de um "acordo histórico" para a exploração da barragem hidroeléctrica de Itaipu, uma das maiores do mundo, na fronteira entre os dois países.

Os presidentes do Brasil e do Paraguai anunciaram a conclusão de um "acordo histórico" para a exploração da barragem hidroeléctrica de Itaipu, uma das maiores do mundo, na fronteira entre os dois países.

Ao abrigo deste acordo, o Brasil vai pagar a partir de 2010 cerca de 360 milhões de dólares (253,1 milhões de euros) ao Paraguai pela venda de electricidade, contra os 120 milhões de dólares (84,36 milhões de euros) que paga actualmente.

"Demos um passo muito importante, este é um acordo histórico", declarou o presidente brasileiro, Lula da Silva, numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo do Paraguai, Fernando Lugo.

Há anos que o Paraguai reclamava uma revisão do tratado sobre a barragem para receber mais dinheiro pela energia vendida ao Brasil. O contrato estipula que o Brasil tem prioridade na compra de energia que o Paraguai não utiliza.

Construída há 35 anos pelo Brasil e pelo Paraguai, com um custo de 12 mil milhões de dólares (8,43 mil milhões de euros, ao câmbio actual), Itaipu é a segunda maior barragem da mundo a seguir à barragem das Três Gargantas, na China, e tem uma capacidade instalada de 12.600 megawatts.

Lula da Silva comprometeu-se ainda a financiar vários projectos de infra-estruturas no país vizinho, através de créditos a longo prazo, incluindo uma linha de alta tensão entre a barragem e Assunção no valor de 450 milhões de dólares.

"Em 10 meses (de negociações), graças à vontade deste governo e do presidente Lula, avançámos com uma reivindicação que já tinha 30 anos", disse Fernando Lugo.

"São 360 milhões de dólares anuais que o meu governo se compromete a consagrar ao desenvolvimento produtivo e às necessidades sociais" do país, prometeu o presidente paraguaio.

Fernando Lugo fez das "injustiças de Itaipu" uma das bandeiras da sua campanha eleitoral em 2008. (Noticias Lusófonas)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

CONSTRUÇÃO CENTRAL ELÉCTRICA HO CONSUMO ÓLEO PESADO

Frente Revolucionaria de Timor Independente (FRETILIN)

Bancada parlamentar

Conferencia de emprensa

22Julhu 2009 iha Dili, RDTL.

Maluk jornalistas sira mak ami respeita, uluk nanai ami hussi Bancada Fretilin dala ida tan halo declaração descorda (la concorda) ba decisão Governo de facto ida ne’e, nebe halo decisão hodi halo Construção Central eléctrica ho Consumo óleo pesado, hanesan mega projecto ida nebe governo ida ne’e hakarak halo.

Desde inicio bahinra Governo de facto ida ne’e kaer Poder Inconstitucional, iha 2007 aloka osan $ 5 e tal milhões sosa Geradores seguna mão/usado ho razão atu asegura Electricidade bele lakan 24 horas. Maibe, lao tiha ona ba tinan rua to’o oin loron Electricidade seidauk bele lakan 24 horas, triste liu electricidade nebe Povo hussi Liquica e Hera Metinaro mos consume agora ne’e dadauk mos kalan kalan tenke hamate tamba dehan Geradores iha Estacão EDTL mak sobre carregado. Tamba saída mak la halo plano antes halo decisão hodi aloka osan hirak ne’e. Geradores hirak nebe sosa ho orçamento transitório 2007 nia, agora dadauk ne’e balu avaria tiha ona, ventuinhas geradores nia tohar hotu tiha ona tamba Geradores hirak ne’e usado.

Maluk Journalistas, iha orçamento rectificativo tinan fiscal 2008 nia Governo ida ne’e mai aloka tan osan $ 10 000 000, atu hakarak hahu halo construção Central Eléctrica ho consumo óleo pesado sem Plano (plano la iha).. Iha duni momento neba iha discussão Orçamento Rectifikativo 2008 nia Proposta ne’e la passa tamba Deputados barak mak conciente la concorda ho construção ne’e, tamba razoes Científicos kona ba Geradores nebe usa Óleo Pesado nebe bancada Fretilin apresenta e esplica liu hussi Proposta de Eliminação. Maibe tamba Asal Babak Senang (ABS) proposta hussi Governo ba Construção central eléctrica ne’e continua mantein to’o oin loro. Piur liu durante fulan nen (6) nia laran osan hirak nebe aloka ne’e, la executa. E la halo explicação mai iha PN.

Iha Orçamento Geral do Estado 2009 nia Governo ida ne’e aloka $ 87 milhões atu obriga halo Central Eléctrica ne’e. Alocação orçamento ba mega projecto ne’e mos to’o oin loron seidauk apresenta Plano ida. Sira mai koalia deit hanesan comadres sira dadalia ka conta historia. Ami hussu documentos hirak ne’e hahu hussi discussão iha Comissão G to’o oin loron, cartas de requrimento/pedido mos ami hatama ona dala barak, maibe to’o oin loron laiha resposta ida mai iha PN. Ami rona deit Governo ida ne’e halo declaração iha media no Televisão hatete katak construção ne’e tenke lao nafatin ba oin. E sira dehan, sei garante atu iha 2010 electricidade sei lakan 24 horas.

Maluk Jornalistas sira, ami hanoin diak liu tetu didiak construção central eléctrica ne’e. Tamba razoes Científicos barak nebe ami hato’o tiha ona.

1. Geradores ho consumo óleo pesado ne’e tama kategoria Technologia tuan. Tuir historia matenek nain sira hakarek, uluk ema usa iha princípios século 20 e horas ne’e nações barak mak hussik ona residul feul oil ne’e e hahu usa energias alternativas renovaveis.
2. Geradores hirak nebe sira hakarak atu usa, reconhece katak Geradores hirak ne’e usado (hussi Nação China). Tamba saída mak Timor Leste tenke usa fali maquinas nebe usado? Será que laiha ona Geradores alternativas seluk?
3. Geradores nebe consumo óleo pesado produz Emissão Nitrogen Dioksida (NOx).

Cientistas hakerek katak Emissão ne’e mak estraga “Ozon”(03) tamba ne’e provoka; Udan sin, loron manas halo rai manas, estraga klima hodi acontece dezastres naturais. Tamab ne’e fo impacto negativo ba Ambiente no saúde Humano. Udan boot nebe acontece iha loron hirak liu ba, ema balu hatete katak tamba atu halo Construção Central Eléctrica Óleo pesado ne’e mak dehan udan sin e koko tan. Ami hanoin ita lalika halo declarações nebe hanesan bosok malu deit. Emissão Sulphur Dioksida (SO2) no Neoterogen Oksida (NOx) provoka duni Udan sin, impacto negativo ba Meio Ambiente no Saúde Humano. Diak liu ita tetu didiak halo uluk lai estudos de viabilidade hafoin halo decisão. Tamba razoes hirak ne’e ita bele le iha artikel barak kona ba Emissão iha website.

Zat Zat Kimia nebe estraga Meio Ambiente, Saúde Humano, provoka udan sin no seluk seluk tan mak hanesan tuir mai:

a. Emissão Carbon Monoksida (CO)
b. Emissão Nitrogen Oksida (NOx)
c. Emissao Hidrokarbon (HC)
d. Emissão Sulphur Oksida (SOx)
e. Partikulat Matter (PM)

Maluk Journalistas sira, los duni uluk iha inicio século 20 Nações barak mak usa duni Geradores hirak ne’e, maibe oin loron sira hussik ona e começa usa fali Energias alternativas seluk hanesan, geradores nebe usa Gás, Be, Diesel, Carvão Mineral no energias renováveis hanesan Bio gás, Anin, Painéis Solares. Nações hotu horas ne’e tenke hakruk ba Protokolo Kioto no Convenção seluk e hussu ba hotu hotu atu bele halo esforço conserva Meio Ambiente. Tamba Mudança klimatika horas ne’e dadauk sai hanesan ameaça boot ba Mundo.

Ba Nações nebe sei usa geradores ho emissão boot iha obrigatório usa aparelho catalisador, atu bele minimisa Emissão, e iha facilidades halo Desulphurizacao.
Maluk sira tuir mai hau hakarak esplica oitoan kona ba Destilação Heavy Feul Oil/Óleo Pesado. Heavy feul oil mai hussi destilação petróleo.
Hussi Destilação ne’e mak ema matenek nain sira halo:

1. Avthur ho ninia processo rasik tuir nia uso.
2. Gasoline idem
3. Minarai idem
4. Gasóleo idem
5. IFO, MFO e HFO idem
6. Asphalt idem

Maluk sira, ukun nain balu koalia lia bosok hatete dehan, Óleo pesado ne’e laos oleo foer. Ami hakarak hatete lolos katak Oleo foer hirak ne’e bele destila fali tuir nia uso. Se karik Óleo foer hirak ne’e Governo ida ne’e hakarak aproveita atu usa fali ba geradores ne’e mos bele. Tamba bele destila e halo fali sai hanesan Heavy Feul Oil. Tamba ne’e diak liu koalia lia los deit.

Maluk sira, ami hare no rona construção central Eléctrica ho consumo óleo pesado ne’e hanesan laiha plano no la preparado, maibe obriga an hakarak hahu halo construção. Ami hodi bi’it kasu lia hirak ne’e tamba, uluk mai esplica dehan, Central eléctrica ne’e sei hari’i ida iha Manatuto e ida iha Same. Maibe derrepente deit mai hari’i tan ida iha Hera.

Hanesan mos Sr. Januário nia carta ida hatete katak precisa hari’i tan Porto temporário tolu atu bele hatun Geradores hirak ne’e tamba nia todan iha 150 toneladas nebe labele hatun iha Porto nebe existe. E loron hirak liu ba hatete tan iha Jornal dehan central Eléctrica nebe atu hari’i iha Same ne’e cansela fali e hakarak atu halo fali iha Viqueque. Piur liu, orçamento Plurianual nebe mai apresenta iha Parlamento ba tina tolu hamutuk $ 365 milhões, maibe derrepente deit hakarak aloka tan $ 300 milhoes iha ano fiscal 2010.

Ami hanoin atu koalia lolos katak Governo ida ne’e laiha duni capacidade halo plano estratégico ida ba Electrificação.

Ami hussu ba Governo de facto ida ne’e, atu lalika obriga an deit, tamba precisa prepara plano electrificação didiak.

1. Halo estudos de viabilidade profundo ba impacto Ambiental e sócio economico ba mega projecto ne’e.
2. Halo estudos técnicos completo ba Projecto ne’e.

Ami mos hussu tenke resolve problema falsificação documento “Advance Payment Garantee”. Para hatene lolos individuo ida nebe mak halo no conciente documento falsu ne’e tama iha Nação Soberano hanesan Estado nia liman.

Tuir mai ami fo hatene ba Companhia CNI 22 atu tetu didiak antes hahu construção projecto ne’e.

Ikus liu ami hakarak hatete, katak Timor oan tomak tenke conhece malu duni, e horas ne’e hotu hotu tenke hanoin halo nusa mak bele servisu ba desenvolvimento, karik uluk hanesan activista mos liu tiha ona, importante liu mak tenke hanoin, halo plano ida nebe diak atu labele husik hela “Tusan no Veneno” ba ita nia Geração no futuro Nação Timor Leste.

Hanesan recomendação ami hussu atu lalika obriga sosa uluk Geradores tuan hirak ne’e, maibe diak liu concentra halo uluk construção Linhas de Transmissão ho Sub Estacões hirak ne’e, bahinra hotu ona mak halo decisão geradores tipo oin sa mak Timor Leste precisa usa.

Ba ita boot sira nia atencao ami hato’o obrigado barak.

Ba informasaun tan concta deputadu Inacio Moreira 723 7124 no email:m moreira_tecnica@yahoo.com

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Timor-Leste/SILÊNCIOS DE PR E PM SIGNIFICAM QUE PAÍS ESTÁ A SAQUE?

Fernando Listopad

29 junho 2009/Timor Agora http://timoragora.blogspot.com

A semana passada veio a público mais um escândalo de ilegalidades patrocinadas pelo primeiro-ministro Xanana Gusmão, desde então o silêncio tem sido a resposta e explicações públicas ainda não existem (mesmo agora estive a falar com Timor-Leste por razões profissionais e foi o que informaram).

Na verdade é um escândalo e meio porque sobre o outro escândalo veiculado no Tempo Semanal. A refrega é antiga, agora com a novidade comprovada da assinatura de Xanana Gusmão. Um escândalo relacionado com o marido da polémica ministra Lúcia Lobato que envolve a sua empresa fornecedora de combustível da companhia de electricidade de Timor. As regras ditam que os familiares de governantes e responsáveis da administração não podem ser detentores de negócios com o Estado, muito menos sem concursos públicos de facto.

Acresce que Xanana Gusmão é alegado favorecedor de um contrato entre o seu governo e uma empresa em que a sua filha Zenilda Gusmão é accionista de destaque, o “negócio” foi realizado sem concurso público. Xanana Gusmão assinou, os valores são na ordem de muitos milhões de dólares… A imprensa australiana tomou conta do escândalo, secundada pelo Timor Lorosae Nação na blogosfera. Em Portugal apareceu um texto, aparentemente contrariado, da portuguesa Lusa, coisa que não se entende.

Que Xanana Gusmão e certos elementos do seu governo estão há algum tempo indiciados como eventuais corruptos e praticantes do nepotismo não será novidade para ninguém. Existem mesmo casos que de outro modo não podem ser vistos aos olhos de quem está minimamente atento e informado. Apesar disso nada acontece, nem investigações nem esclarecimentos, nem explicações plausíveis de que não corresponde à realidade a fama e o aparente proveito que este governo e certos funcionário têm de estarem aliados à corrupção do país. Certo é que as suas vidas melhoraram substancialmente sem que existam explicações para tal, como se sabe e como dizem os timorenses.

Não menos verdade é que o Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos Horta, ao ser confrontado pela comunicação social australiana sobre o escândalo trazido a público, de Xanana e Zenilda Gusmão, fugiu às questões respondendo avidamente que “são negócios do PM” que dos quais em nada lhe dizem respeito e ainda que não tem poderes executivos para interferir no assunto. Resposta hilariante. Ainda mais porque vimos que não tem Ramos Horta feito outra coisa senão interferir em tudo que lhe tem dado na real gana. Parece é que não quer interferir nos nebulosos negócios do primeiro-ministro, da filha, dos amigos, familiares e compadres… O país que se dane. O país e a República!

A promiscuidade, os escândalos, andam à solta em Timor-Leste e sobre isso o senhor Ramos Horta diz que na qualidade de Presidente da República não lhe compete intrometer-se?

Também o primeiro-ministro Xanana Gusmão não deu ainda uma palavra sobre o assunto. Como um e outro não consideram deverem explicar-se podemos depreender que são os proprietários de Timor-Leste? Então para que são as eleições? Os eleitores não merecem e devem ouvir as justificações e saber se os responsáveis pelas irregularidades vão ser investigados e responsabilizados se tiverem de ser? Ou será que este silêncio cobarde e desprezível significa que o país está a saque?

Estranhos conceitos de democracia têm estes dois poderosos de Timor-Leste. Assim, o patrocínio dos países democráticos não se justifica e a ONU deve ter uma séria palavra a dizer e atitudes sérias a tomar. A certeza está a desmascarar os que afinal estão em Timor a olhar simplesmente para os seus umbigos. Mais uma vez estão a patrocinar vários monstros e é destas espécies que surgem Mugabes e outros ainda piores.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Moçambique/Processo de reversão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa estará pronto até ao fim do ano


Maputo, 31 Outubro 2007 - Moçambique notificou ontem formalmente o Governo português de que estão criadas as condições para a conclusão do processo de reversão e transferência do controlo sobre a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) a favor do nosso país no tempo previsto nos acordos rubricados o ano passado entre os dois Estados. O entendimento alcançado entre as partes determinava que até 31 de Outubro de 2007 Moçambique deveria notificar aquele país, comunicando estarem criadas as condições para a conclusão do dossier, cujas negociações duraram algumas décadas.
Pela passagem, hoje, do primeiro aniversário da assinatura do acordo de reversão da HCB, o Presidente da República, Armando Guebuza, endereçou ontem uma mensagem aos moçambicanos comunicando que estão criadas as condições para se concluir a transmissão das acções do empreendimento no prazo previsto, 31 de Dezembro de 2007.

“Através dum processo de consulta internacional lançado pelo nosso Governo, em Fevereiro do ano em curso, foi seleccionado o consórcio Calyon/BPI para a estruturação e montagem do financiamento da reversão da HCB dentro dos prazos previstos nos acordos supracitados”, refere o Presidente da República.

Segundo o Chefe do Estado, após a sua selecção, o consórcio Calyon/BPI iniciou um trabalho interno de avaliação da HCB, do ponto de vista técnico, financeiro e legal, incluindo consultas a seus clientes, nomeadamente a Electricidade de Moçambique (EDM), Eskom, da África do Sul, ZEZA, do Zimbabwe e Southern African Power Pool, bem como o Banco Mundial.

“Em resultado desta avaliação e demais acções levadas a cabo no âmbito da estruturação e montagem do financiamento, o consórcio Calyon/BPI comunicou, formalmente, ao Governo, a 26 de Outubro corrente, da sua decisão de disponibilizar o montante a ser pago a Portugal até 31 de Dezembro do ano em curso, conforme estabelecem os acordos”, lê-se na mensagem do Presidente da República, cuja cópia foi enviada à nossa Redacção.

Segundo Armando Guebuza, “está, uma vez mais, demonstrado o inequívoco empenho do nosso Governo em colocar os recursos de que esta Pérola do Índico é dotada prioritariamente na materialização da nossa Agenda Nacional de luta contra a pobreza”. É que, conforme as suas palavras, com Cahora Bassa sob controlo de Moçambique haverá condições para se poder acelerar, mais ainda, o passo rumo ao bem-estar dos moçambicanos.

“Maior robustez da nossa economia significará mais escolas, estradas, mais postos de saúde e mais fontes de água. Significará, igualmente, mais postos de trabalho e melhoria de mais infra-estruturas sociais e económicas”, referiu Armando Guebuza, saudando o Conselho de Administração da HCB, os seus quadros de direcção, os técnicos e trabalhadores pelo seu elevado sentido de responsabilidade.

Refira-se que, ao abrigo do acordo, o Governo moçambicano deve pagar a Portugal um total de 950 milhões de dólares, 250 milhões dos quais foram entregues no dia da assinatura do acordo de reversão entre o Presidente Armando Guebuza e o Primeiro-Ministro português, José Sócrates, a 31 de Outubro de 2006. Isto significa que restam por saldar 700 milhões de dólares até ao dia 31 de Dezembro.

Assim, após a conclusão dos pagamentos, Moçambique passa a deter 85 por cento do capital social da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (contra 18 porcento anteriormente), cabendo a Portugal uma participação na ordem de 15 porcento (contra 82 porcento anteriormente), com o compromisso de este país europeu alienar, futuramente, cinco porcento das suas acções a um comprador indicado ou aprovado por Moçambique. (Notícias)