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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Angola/Ministro da Energia e Águas aponta água como factor de união



21 agosto 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda - O ministro de Energia e Águas, João Baptista Borges, afirmou nesta terça-feira, em  Dushambe, República do Tajiquistão,  que a água deve constituir um factor de união entre os povos e não factor de discórdia.

Falando na abertura da Conferência Internacional de Alto Nível sobre Cooperação no domínio da Água, cujo fim está previsto para hoje (quarta-feira), o ministro apontou como exemplo a cooperação com a República da Namíbia, relativamente ao fornecimento de água potável e na irrigação das áreas fronteiriças e

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Empresa que vai produzir ferro-gusa em Moçambique com valor de mercado de 500 milhões de libras



19 junho 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A empresa australiana Baobab Resources vale 500 milhões de libras para uma empresa produtora de aço que poderia obter com essa aquisição um “retorno saudável”, de acordo com a First Columbus, uma empresa britânica de investimentos e análise financeira.

De acordo com a imprensa da especialidade, a First Columbus emitiu uma recomendação de compra na sua análise inicial

sábado, 27 de outubro de 2012

Moçambique/Sectores estratégicos da economia: Oferta de emprego acima dos 215 mil


Mais de 215 mil novos empregos deverão ser criados ao longo do próximo ano no país, segundo projecções oficiais inscritas no Plano Económico e Social, que vai a debate na decorrente sessão ordinária do Parlamento a decorrer desde esta segunda-feira em Maputo.

25 de Outubro de 2012, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz

Do universo de postos de trabalho projectados para 2013, perto de 54 mil serão gerados com a intervenção do sector público, através do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFP), do Plano Estratégico para Redução da Pobreza Urbana (PERPU) e do Fundo de Desenvolvimento Distrital (FDD).

A comparticipação do sector privado deverá resultar na criação de perto de 162 mil empregos em todo o país, dos quais 15,3 mil serão gerados no âmbito da implementação de dez projectos de investimento nas áreas de agricultura e agro-indústria, energia, transportes e comunicações e indústria transformadora.

No total, os investimentos do sector privado vão ultrapassar os seis mil milhões de dólares norte-americanos, sendo a área de energia aquela que não só vai representar o maior investimento, com cerca de 2,7 mil milhões de dólares, como também vai gerar mais empregos – 4380 – sendo 4040 na fase de construção dos empreendimentos e 340 na fase de operação.

Trata-se de investimentos moçambicanos, angolanos, brasileiros e dos Emirados Árabes Unidos a serem implantados na província de Tete, na construção e operação de uma central termoeléctrica movida a partir do carvão de Moatize; a Central Hidroeléctrica de Lupata, com capacidade para gerar 416 Mega Watts (Mw), e a Central Hidroeléctrica de Boroma, com capacidade para gerar 210Mw de energia eléctrica.

As áreas de agricultura e agro-indústria deverão absorver 1,2 mil milhões de dólares em três projectos de produção de açúcar, etanol e energia eléctrica, com fundos moçambicanos, sul-africanos, polacos e ingleses. Segundo projecções, estes empreendimentos vão abrir um total de 8300 postos de trabalho nos distritos de Massingir, em Gaza, Caia, em Sofala e Mopeia, na Zambézia.

Enquanto isso, na vertente de transportes e comunicações estão projectados investimentos na ordem dos 1,1 mil milhões de dólares norte-americanos, com capitais moçambicanos e brasileiros, na construção e operação das linhas férreas ligando Moatize e Nacala-à-Velha, passando pelo vizinho Malawi, e o terminal petrolífero de Pemba, na província de Cabo Delgado.

O primeiro empreendimento deverá empregar 1930 trabalhadores, 1250 dos quais na fase de construção e os restantes na operação, enquanto o terminal petrolífero se espera venha a empregar 300 trabalhadores.

Na área industrial, o fabrico de fertilizantes e gasolina a partir do gás natural e a construção e exploração de uma fábrica de cimento nas províncias de Inhambane e Sofala, respectivamente, vão marcar a intervenção do sector privado ao longo do próximo ano, com um investimento que deverá atingir os 976,5 milhões de dólares americanos, gerando 231 novos postos de trabalho.

Entretanto, e com vista a melhorar a empregabilidade dos moçambicanos no mercado do trabalho, cerca de 43 mil alunos deverão ser inscritos no próximo ano lectivo em instituições de Ensino Técnico-Profissional, nos turnos laboral e pós-laboral. Deste universo, segundo projecções do Executivo, 4770 serão inscritos no nível elementar/profissional, 26665 no básico e 11632 no nível médio.
Em 2013 o Ensino Técnico-Profissional vai funcionar em 60 instituições públicas, mais 2 em relação aos que funcionam no presente ano lectivo.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Moçambique/Controlo efectivo da HCB permitirá sua integração nas políticas de desenvolvimento

Maputo, 10 abril 2012 (AIM) – O Presidente da República, Armando Guebuza, disse que o controlo efectivo da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) pelo Estado moçambicano permitirá a sua integração plena nas políticas e estratégias de desenvolvimento das infra-estruturas energéticas que terão como suporte a diversidade de fontes para a produção de energia em diferentes partes do país. 

A segurança energética, segundo Guebuza, coloca-se como uma questão central à escala planetária dado o seu impacto na criação do bem-estar dos povos e no desenvolvimento das nações.

O Chefe de Estado falava na noite da última Segunda-feira no Banquete Oficial oferecido no Palácio da Ponta Vermelha, em Maputo, ao Primeiro-Ministro português, Pedro Passos Coelho, no âmbito da visita que o chefe do governo luso está a efectuar ao país. 

“Moçambique possui condições para contribuir na superação deste desafio quer a nível regional, quer a nível continental e mundial, a partir da diversidade de fontes para a produção de energia”, disse Guebuza. 

O primeiro desafio do país, segundo o estadista moçambicano, é garantir a segurança energética a nível nacional e, nessa perspectiva, a estratégia de energia consagra o desenvolvimento e aproveitamento do vasto e diversificado potencial de que o país é dotado.

Aliás, é fruto desse potencial diversificado que o país está a registar, com satisfação, progressos de vulto na implementação de projectos nos domínios da produção e transporte de energia eléctrica e do gás natural bem como da extracção do carvão e do uso de energias renováveis.

“A este respeito, merece destaque o projecto de construção da Espinha Dorsal da Rede Eléctrica Nacional, o qual será determinante no escoamento da energia eléctrica a ser produzida no Vale do Zambeze”, sublinhou o Presidente. 

Na materialização destes projectos, Cahora Bassa constitui uma base, não somente de referência mas, e sobretudo, um alicerce na expansão e integração das infra-estruturas energéticas e das indústrias de consumo de energia no país. 

Esses projectos, no seu conjunto, permitirão aumentar a disponibilidade de energia para responder às necessidades do crescimento económico e desenvolvimento social a curto, médio e longo prazo.

Neste contexto, o contributo de Cahora Bassa no fornecimento de energia limpa e a uma escala que acompanha a progressão dos consumos no país e no impulsionamento de novos projectos no quadro duma matriz energética diversificada, é determinante para a segurança e estabilidade energética.

sábado, 2 de julho de 2011

COMUNICADO PÚBLICO COMUNIDADES MAPUCHE EN RESISTENCIA DEL PILMAIQUEN

28 junio 2011/Pais Mapuche http://paismapuche.org

COMUNICADO PUBLICO

A la Nación Mapuche, a la sociedad chilena e internacional: las comunidades en resistencia del Pilmaiquen informamos lo siguiente:

1.- Que después de la masiva marcha del viernes 24 de junio los Lof – Che en resistencia y defensa del territorio del río Pilmaiquen y sus lugares sagrados Mapuche – Huilliche reafirmamos nuestra inquebrantable decisión de no permitir ninguna intervención de la empresa Pilmaiquen S.A contra nuestro complejo religioso y ceremonial conocido como la morada del “Ngen Mapu Kintuante”. Dejamos en claro que no negociaremos bajo ninguna forma de presión.

2.- Nos asumimos como comunidades en resistencia ya que este conflicto no lo hemos creado nosotros los Mapuche, sino es la empresa Pilmaiquen S.A amparada en la institucionalidad del Estado chileno los que han venido a violentarnos en nuestro territorio, a saquear nuestros recursos naturales y a destruir nuestros espacios sagrados milenarios, eso se llama “terrorismo de Estado”. Nosotros como Huilliche asumimos la lucha de resistencia histórica de nuestra Nación Mapuche frente a la invasión, la muerte y el despojo.

3.- Declaramos nuestra resistencia como una lucha por la vida y también por toda la humanidad, ya que los Mapuche defendemos el derecho al agua; recurso vital e indispensable para las futuras generaciones, que el ser humano pueda gozar y preservar de este recurso en forma armónica con el medio ambiente y no destruir los ríos y su entorno, ya que de esta forma se acelera el calentamiento global y se incrementan las catástrofes naturales como consecuencia de la avaricia de unos pocos poderosos sobre la explotación inconciente contra la naturaleza.

4.- Hacemos un fuerte llamado a nuestros hermanos y hermanas Mapuche a seguir sumándose a la resistencia del Pilmaiquen y también al pueblo chileno consiente a crear redes de apoyo por la defensa del territorio, del agua y la vida ya que “un pueblo que oprime a otro pueblo no puede ser libre”…

Por la defensa del Ngen Mapu Kintuante
Por la defensa y reconstrucción del territorio Mapuche
No a las Centrales Hidroeléctricas en el Río Pilmaiquen

Diez Veces Venceremos!!!
Marrichiweu


terça-feira, 21 de junho de 2011

Venda de acções de Portugal na HCB: Moçambique defende cumprimento do acordo

O governo moçambicano defende que o negócio de alienação de 15 porcento das acções detidas pelo Estado português na Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) deve ser na base do acordo já existente e rubricado entre os dois países no mês de Março do ano passado. O acordo prevê que 7.5 porcento das acções que Portugal ainda detém no empreendimento serão transferidos para a empresa moçambicana, Companhia Eléctrica do Zambeze, devendo a parte igual remanescente ser confiada à RENE- Redes Energéticas Nacionais de Portugal, para posterior venda à empresas portuguesas. Concretizado o negócio, Moçambique passará a deter 92.5 porcento das acções da HCB.

21 junho 2011/Notícias

O negócio deveria estar concluído até 31 de Dezembro de 2010. Entretanto, o jornal “Diário Económico”, de Portugal, publicou numa das suas recentes edições que o processo se encontra bloqueado por divergências “consideráveis” na avaliação do empreendimento.

Reagindo a esta constatação, o Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Aiuba Cuereneia, disse a jornalistas moçambicanos, há dias, em Lisboa, que o acordo está explícito e prevê que a venda seja prioritariamente para o Estado moçambicano.

O impasse ocorre num momento em que Portugal enfrenta uma acentuada crise económica e financeira que já levou aquele país a negociar com uma “troika” internacional uma assistência financeira de 78 mil milhões de euros, repartida em partes iguais de 26 mil milhões de euros pelo FEEF (Fundo Europeu de Estabilização Financeira), MEEF (Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Questionado sobre se a situação prevalecente naquele país não estaria a acondicionar a venda das acções portuguesas, o ministro Cuereneia enfatizou que “ao abrigo do acordado entre os dois países há uma preferência por Moçambique”.

“Mesmo por razões do acordo entre Portugal e a “troika”, ainda não houve nenhum contacto com o Governo português em relação a esta matéria”, afirmou o ministro.

Aiuba Cuereneia chefiou uma delegação moçambicana que participou recentemente na quadragésima sexta reunião anual do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD). Em Lisboa, a equipa moçambicana manteve, de acordo com Cuereneia, contactos bilaterais com representantes do Banco Central e do Tesouro português, bem como de vários níveis de governação daquele país.

“Temos uma série de linhas de crédito com Portugal, na base de um compromisso do Estado português. Acreditamos que esse financiamento vai continuar, mas vamos esperar para ver se há um outro posicionamento do novo governo português”, disse.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Paraguay/Lugo: Brasil triplicará dinero por energía de Itaipú

1 julio 2010/Viva Paraguay http://www.vivaparaguay.com

El presidente Fernando Lugo dijo el jueves en su informe anual ante el Congreso que uno de sus logros fue obtener el compromiso de Brasil para triplicar la compensación anual por usar el excedente de electricidad paraguaya de la usina Itaipú.)

En la actualidad Paraguay recibe 120 millones de dólares anuales por la energía pero espera disponer de 360 millones de la misma moneda una vez que el Congreso brasileño apruebe el compromiso firmado hace un año por el mandatario Luiz Inácio Lula da Silva.

La usina hidroeléctrica Itaipú, administrada en partes iguales por ambos países, se encuentra sobre el río Paraná pero el contrato bilateral firmado en 1973 establece que la electricidad excedente de Paraguay será usada por Brasil a cambio de una compensación monetaria hasta 2023.

"El 25 de julio de 2009 alcanzamos un histórico acuerdo con Brasil en el que se reconoce nuestros méritos en los puntos reclamados como libre disponibilidad de la energía, precio justo, revisión de la deuda de Itaipú, control y transparencia en su administración, cogestión y terminación de obras aún faltantes", señaló Lugo en su informe en el Congreso, dominado por el opositor Partido Colorado.

Tras relatar los principales hechos de su labor gubernativa, Lugo destacó que en el campo de relaciones exteriores "no tuvimos injerencia en los asuntos internos de otros países".

sábado, 8 de agosto de 2009

Brasil y Perú acuerdan reparto de energía de hidroeléctricas binacionales

7 agosto 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Brasil se quedará con el 80 por ciento y Perú con el 20 por ciento restante de la energía que generarán cinco centrales hidroeléctricas binacionales que serán construidas en territorio del país andino, acordaron hoy ministros de las dos naciones.

Ambos socios tendrán derecho a vender sus respectivas cuotas de energía a otros países de Suramérica, según dijo el ministro brasileño de Minas y Energía, Edison Lobão, tras la reunión que mantuvo en Río de Janeiro con su homólogo peruano, Pedro Sánchez.

Estas cinco centrales generarán en suman seis mil megavatios anuales de energía a partir de su entrada en funcionamiento, prevista para 2015, y exigirán inversiones de entre 12 mil y 15 mil millones de dólares.

Lobão anunció que los dos Gobiernos acordaron construir otras diez centrales más que, sumadas a éstas, permitirán alcanzar una capacidad de unos 20 mil megavatios.

La financiación para la construcción va a ser aportada por la estatal brasileña Eletrobrás, el Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social de Brasil (BNDES), banco de fomento del Gobierno, y el consorcio de empresas privadas que está realizando los estudios de viabilidad.

Entre esas empresas se incluyen Andrade Gutiérrez, Odebrecht, OAS y Engevix, además de Eletrobrás.

También podrían sumarse a la financiación "otras fuentes interesadas en el proceso", en palabras del ministro brasileño.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Dívida de Moçambique relativa a Cahora Bassa está a ser liquidada "com antecipação"

Maputo, Moçambique, 4 agosto 2009 - A dívida contraída por Moçambique para pagar a Portugal o montante decorrente da alteração da estrutura accionista da Hidroeléctrica de Cahora Bassa está a ser paga "com antecipação", disse segunda-feira o ministro da Energia de Moçambique.

O governo moçambicano teve de recorrer a um empréstimo de cerca de 700 milhões de dólares junto do consórcio constituído pelos bancos Calyon, da França, e Português de Investimento (BPI), para pagar a Portugal a compra da maioria da participação de 82 por cento que este país detinha na HCB, um das maiores aproveitamentos hidroeléctricos do mundo.

O dinheiro é parte do valor global de 950 milhões de dólares que Portugal exigiu pela cedência a Moçambique da sua posição maioritária na HCB, localizada na província de Tete, centro do país.

Falando na província de Gaza, sul de Moçambique, num encontro do Ministério da Energia, o titular do pelouro, Salvador Namburete, garantiu que a dívida está ser paga "com antecipação" mas não divulgou, de novo, qual a data prevista para a amortização completa.

O ministro referiu, contudo, que ao actual ritmo, a dívida poderá ser paga antes do prazo acordado com o consórcio bancário. (macauhub)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Acordo histórico sobre Itaipu entre o Brasil e o Paraguai

26 julho 2009

Os presidentes do Brasil e do Paraguai anunciaram a conclusão de um "acordo histórico" para a exploração da barragem hidroeléctrica de Itaipu, uma das maiores do mundo, na fronteira entre os dois países.

Os presidentes do Brasil e do Paraguai anunciaram a conclusão de um "acordo histórico" para a exploração da barragem hidroeléctrica de Itaipu, uma das maiores do mundo, na fronteira entre os dois países.

Ao abrigo deste acordo, o Brasil vai pagar a partir de 2010 cerca de 360 milhões de dólares (253,1 milhões de euros) ao Paraguai pela venda de electricidade, contra os 120 milhões de dólares (84,36 milhões de euros) que paga actualmente.

"Demos um passo muito importante, este é um acordo histórico", declarou o presidente brasileiro, Lula da Silva, numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo do Paraguai, Fernando Lugo.

Há anos que o Paraguai reclamava uma revisão do tratado sobre a barragem para receber mais dinheiro pela energia vendida ao Brasil. O contrato estipula que o Brasil tem prioridade na compra de energia que o Paraguai não utiliza.

Construída há 35 anos pelo Brasil e pelo Paraguai, com um custo de 12 mil milhões de dólares (8,43 mil milhões de euros, ao câmbio actual), Itaipu é a segunda maior barragem da mundo a seguir à barragem das Três Gargantas, na China, e tem uma capacidade instalada de 12.600 megawatts.

Lula da Silva comprometeu-se ainda a financiar vários projectos de infra-estruturas no país vizinho, através de créditos a longo prazo, incluindo uma linha de alta tensão entre a barragem e Assunção no valor de 450 milhões de dólares.

"Em 10 meses (de negociações), graças à vontade deste governo e do presidente Lula, avançámos com uma reivindicação que já tinha 30 anos", disse Fernando Lugo.

"São 360 milhões de dólares anuais que o meu governo se compromete a consagrar ao desenvolvimento produtivo e às necessidades sociais" do país, prometeu o presidente paraguaio.

Fernando Lugo fez das "injustiças de Itaipu" uma das bandeiras da sua campanha eleitoral em 2008. (Noticias Lusófonas)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Paraguay/Lugo expondrá ante el Congreso acuerdo con Brasil sobre Itaipú



Presidentes Lula da Silva, Brasil, y Fernando Lugo, Paraguay

27 julio 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Lula y Lugo discutieron por última vez sus diferencias en mayo pasado, durante una visita del presidente paraguayo a Brasilia que concluyó sin ningún acuerdo. Desde septiembre del año pasado fue creada una comisión mixta bilateral para tratar, exclusivamente, el acuerdo de la hidroeléctrica binacional de Itaipú, que ahora, llega a un acuerdo histórico y que prevé reuniones trimestrales para controlar su cumplimiento.

El presidente de Paraguay, Fernando Lugo, expondrá esta semana ante el parlamento el convenio al que llegó el pasado sábado con su par brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, que estipula el incremento de los beneficios de esa nación en la hidroeléctrica de Itaipú, compartida por ambos países.
El ministro de Relaciones Exteriores del país suramericano, Héctor Lacognata, notificó este lunes que Lugo asistirá "entre el miércoles y el jueves" próximos a la sede del Legislativo para hacer entrega de la copia del acuerdo asumido por ambos dignatarios en el Palacio de Gobierno, en Asunción.
El documento deberá ser ratificado por los parlamentos de ambos países para su posterior aplicación.
Por otra parte, el canciller se adelantó a contradecir las críticas de políticos y medios de prensa locales que consideraron que Paraguay no obtuvo mayores beneficios en esas negociaciones.
"Hay opiniones diferentes, pero yo creo que ninguna de ellas puede opacar el hecho de que efectivamente el sábado se logró un acuerdo que yo por lo menos no tengo memoria de que haya tenido el alcance de otras negociaciones diplomáticas de nuestro país", indicó Lacognata.
En este sentido, resaltó como fundamental que el acuerdo se produjo en el ámbito político, al momento de expresar que "Brasil ha admitido el derecho paraguayo sobre el 50 por ciento de lo que le corresponde" en energía.
También recordó que el análisis de los reclamos de Paraguay en la hidroeléctrica, iniciados hace casi un año, comenzaron en una etapa en la que ese tema era "absolutamente innegociable para la lógica diplomática de Brasil".
"Las reivindicaciones en Itaipú no han terminado, continúan. Por eso decíamos el sábado que es un buen inicio, un logro importantísimo, pero todavía continúa la reivindicación", explicó el canciller de Paraguay.
De Itaipú, la mayor hidroeléctrica del mundo en funcionamiento, Paraguay recibirá 360 millones de dólares al año a partir de 2010, por la cesión a su socio frente a los 107 millones de 2008, según las autoridades.
Además, Brasil se compromete a aportar 450 millones de dólares para construir una red de transmisión de 500 kilovatios de la represa a Villa Hayes, cerca de Asunción.
Asimismo, el acuerdo reconoce la conveniencia de que la estatal Administración Nacional de Electricidad (ANDE) "pueda gradualmente, a la brevedad posible, comercializar en el mercado brasileño energía de Itaipú correspondiente a los derechos de adquisición de Paraguay".
El tratado constitutivo de la represa, con capacidad para generar 14 mil megavatios, prevé que cada país tiene derecho al 50 por ciento de esa energía y que la electricidad no utilizada debe ser vendida al otro socio a precio de costo.
El acuerdo, de 31 puntos, también incluye obras de infraestructura en Paraguay, entre ellas dos nuevos puentes entre ambos países, para dinamizar el comercio fronterizo.

Buenas relaciones bilaterales
Por su parte, el asesor de la presidencia brasileña para asuntos internacionales, Marco Aurelio García, garantizó este lunes que el acuerdo con Paraguay de Itaipú es "importante y normaliza las relaciones entre ambos países".
García, desde un seminario sobre la paz en Oriente Medio que se lleva a cabo en Río de Janeiro, detalló que el acuerdo logrado el pasado sábado en Asunción estabiliza unas relaciones "que venían sufriendo un cierto desgaste".
En este sentido, el asesor de la presidencia brasileña destacó que la posición del Gobierno de Lula siempre ha sido "que no basta la prosperidad de Brasil en un cuadro de crisis económica y social en países vecinos".
"No podemos ser una isla de prosperidad cercados de un océano de desigualdad social", agregó García.
También subrayó que la firma del tratado ha sido "muy bien acogida" en Paraguay y contribuye además a estabilizar la situación política del país, lo cual "es bueno para la región".

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Moçambique e Portugal negoceiam linhas de crédito de mais de 500 milhões de dólares

Maputo, Moçambique, 24 julho 2009 - Portugal está a negociar com Moçambique três linhas de crédito de montante superior a 500 milhões de dólares (350 milhões de euros), disse quinta-feira à Agência Lusa o secretário de estado português dos negócios estrangeiros.

João Gomes Gomes Cravinho revelou que uma das linhas de crédito, de 100 milhões de dólares, já foi assinada e que é “um crédito bonificado para actividade de empresas portuguesas em Moçambique, de acordo com as prioridades definidas pelas autoridades moçambicanas”.

“A linha de 300 milhões de dólares é uma linha comercial, com um seguro de risco, para os empresários portugueses que queiram fazer investimentos em Moçambique. O objectivo fundamental e atrair investimentos portugueses para Moçambique”, acrescentou o secretário de Estado.

A terceira linha, de 124 milhões de dólares, está associada ao empreendimento da hidroeléctrica de Cahora Bassa e “está a ser ultimada em termos de regulamentos”.

“O que estamos a procurar fazer é assegurar que se mantêm ou que aumentam as condições para o envolvimento do empresariado português em Moçambique”, referiu Gomes Cravinho.

Gomes Cravinho disse que as linhas de crédito devem ser assinadas “no próximo par de meses”. (macauhub)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Paraguay ve como ''positiva'' propuesta brasileña sobre Itaipú

22 julio 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

El canciller paraguayo, Héctor Lacognata, calificó este miércoles de "positiva" la propuesta presentada por su homólogo brasileño, Celso Amorim, sobre las peticiones de esa nación por mayores beneficios en la hidroeléctrica binacional de Itaipú, tema para lo cual los presidentes de estas naciones se reunirán el próximo viernes.

En rueda de prensa, Lacognata expresó: "es una propuesta de Brasil que consolida lo que había expresado el presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, de una solución justa, acorde al momento que vive la relación bilateral".

Lacognata se expresó en esos términos tras participar en una reunión en la que el mandatario paraguayo, Fernando Lugo, recibió una propuesta de Lula de parte del asesor para Asuntos Internacionales del Gobierno brasileño, Marco Aurelio García, en la residencia presidencial de Mburuvichá Róga, en Asunción.

"Vamos a estar en condiciones el sábado de dar buenas noticias a la ciudadanía paraguaya y ahora vamos dejar por estas próximas 72 horas a nuestros equipos técnicos que trabajen la propuesta", señaló el canciller en alusión a la reunión que mantendrán Lugo y Lula tras participar el viernes próximo en la Cumbre de jefes de Estado del Mercosur, en Asunción.

"Siempre hemos sostenido que creíamos en la actitud del presidente Lula y de su Gobierno, que es abierta y dispuesta a las propuestas paraguayas", acotó el canciller.

Lula también rehusó comentar sobre los detalles de la propuesta con la que Brasil intentará responder al descontento de Paraguay con algunas de las cláusulas que rigen el funcionamiento y la distribución de la energía que produce Itaipú, emplazada sobre el río Paraná, límite natural entre ambas naciones.

Según adelantó el canciller brasileño, Celso Amorim, una de las nuevas ofertas de Brasil implicará que Paraguay pueda comercializar libremente con distribuidores de energía brasileños la parte de la energía de Itaipú que le corresponde y no utiliza.

El tratado constitutivo de la represa, la más grande del mundo en funcionamiento, con capacidad para generar 14 mil megavatios, prevé que cada país tiene derecho al 50 por ciento de esa energía y que la electricidad no utilizada debe ser vendida al otro socio a precio de costo.

Paraguay abastece casi todas sus necesidades con el 5 por ciento de esa electricidad y le vende el resto de su parte a la estatal brasileña Eletrobras, pero exige libertad para comercializar esa energía incluso entre terceros países y a precios de mercado.

Lula y Lugo discutieron por última vez sus diferencias en mayo pasado, durante una visita del presidente paraguayo a Brasilia que concluyó sin ningún acuerdo.

Ambos gobernantes coincidieron en que el asunto es "muy sensible" para los dos países y acordaron retomar las discusiones en Asunción, en ocasión de la Cumbre del Mercosur.

Con ese fin, Lula permanecerá en la capital paraguaya el próximo sábado, cuando deberá presentar a Lugo la nueva propuesta, con la que García dijo confiar en que "podrán salvarse muchas de las diferencias".

Según fuentes oficiales, la propuesta brasileña se completará con la oferta de construir una línea de transmisión desde Itaipú hasta Asunción a un coste de 200 millones de dólares, así como dos puentes sobre el fronterizo río Paraná.

Asimismo, el Ejecutivo brasileño baraja la posibilidad de ofrecer créditos para el desarrollo de la industria paraguaya y favorecer la inversión de empresas brasileñas en la vecina nación.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Moçambique pode aumentar fornecimento de energia eléctrica ao Botswana

Maputo, Moçambique, 7 julho 2009 - Moçambique poderá aumentar a quantidade de energia eléctrica fornecida ao Botswana até um máximo de 75 megawatts, disse segunda-feira em Maputo o ministro da Energia, Salvador Namburete.

Em declarações à agência noticiosa moçambicana AIM, Salvador Namburete disse que esta foi a decisão encontrada pelo Governo para responder ao pedido do Botswana no sentido de Moçambique aumentar a energia vendida àquele país, membro da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

“O fornecimento de energia ao Botswana já está a acontecer, no âmbito de um acordo existente há algum tempo. Agora, eles recebem cerca de 30 megawatts, quantidade que pretendem aumentar para 75 megawatts”, afirmou o governante.

Com uma capacidade de produção de 2.075 megawatts, a maior barragem geradora de energia eléctrica do país, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), quase já não consegue responder à procura regional de energia.

Actualmente, a HCB vende perto de 2000 megawatts da energia, sendo a produtora e distribuidora sul-africana Eskom o maior cliente do empreendimento. (macauhub)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Paraguay/Lugo reitera compromiso anti corrupción tras renovar gabinete

Tras renovar su gabinete ministerial, Lugo anunció que ''cada ministerio, cada secretaría de Estado debe denunciar y extirpar el cáncer de la corrupción que nos trae la pobreza y la miseria''.

21 abril 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

El presidente paraguayo, Fernando Lugo, reiteró el pasado lunes su compromiso para combatir la corrupción y reivindicar la soberanía energética del país, tras ordenar una remodelación de su gabinete y cumplirse un año de su triunfo electoral.

En un mitin organizado en una plaza en la localidad de San Lorenzo, cercana a Asunción, al que asistieron miles de personas, Lugo expresó que "cada ministerio, cada secretaría de Estado debe denunciar y extirpar el cáncer de la corrupción que nos trae la pobreza y la miseria".

El acto fue organizado por el partido Alianza Patriótica para el Cambio (APC) que encabeza el Partido Liberal Radical Auténtico (PLRA), que llevó a Lugo al poder en los comicios generales del 20 de abril de 2008, que puso fin a 61 años ininterrumpidos de Gobiernos del Partido Colorado.

El jefe de Estado, anunció además que mantendrá los reclamos de mejores beneficios para su país en la hidroeléctrica paraguayo - brasileña de Itaipú dentro de las negociaciones que se llevan a cabo actualmente.

"No somos socios de segunda con Brasil, somos socios y hablamos de igual a igual, con dignidad, no pedimos migajas", aseveró.

En la víspera del mitin, Lugo informó en una rueda de prensa de cambios en los ministerios de Educación, Justicia y Trabajo, Industria y Comercio y Agricultura y Ganadería, una remodelación que sus colaboradores han atribuido a un relanzamiento de su gestión ocho meses después de haber asumido el poder.

Tres de esos ministerios seguirán bajo el control del PLRA, soporte político de Lugo en el Congreso, y ahora se suma el de Educación y Cultura, pues su nuevo titular, Luis Alberto Riart, es de esa fuerza.

Riart reemplaza a Horacio Galeano Perrone, antiguo dirigente del opositor Partido Colorado y cuyo destino se desconoce, al igual que el del hasta hoy ministro de Industria y Comercio, Martín Heisecke, quien será sustituido por el diputado liberal Francisco Rivas.

Cándido Vera será reemplazado en el Ministerio de Agricultura y Ganadería por el senador Enzo Cardozo, mientras que Humberto Blasco pasa a ocupar la cartera de Justicia en lugar de Blas Llano.

A pesar de que el domingo, el propio mandatario, había desestimado la posibilidad de hacer los cambios del gabinete que él mismo había anticipado días antes, estos finalmente se concretaron.

El ex obispo posteriormente fue suspendido "a divinis" por el papa Benedicto XVI y diez días antes de asumir como jefe de Estado fue reducido al estado laical en una decisión histórica del Vaticano.

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/47946-NN/lugo-reitera-compromiso-anti-corrupcion-tras-renovar-gabinete/

terça-feira, 10 de março de 2009

Moçambique/HCB prepara concursos públicos para fazer manutenção da subestação

Songo, Moçambique, 10 março 2009 - As obras de manutenção da subestação central da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) deverão começar ainda este ano estando o lançamento dos respectivos concursos públicos previstos para breve, afirmou o presidente da HCB, Paulo Muxanga.

A administração da HCB tem vindo a desdobrar-se em obras tendentes ao melhoramento daquele empreendimento, tendo recentemente sido recuperado e modernizado o sistema da central hidroeléctrica, através da automatização dos equipamentos.

“Os grandes projectos para este ano são dois: a reparação dos descarregadores e a manutenção da subestação. Os termos de referência já foram elaborados e estamos agora no último processo de preparação dos concursos”, referiu Paulo Muxanga.

Em declarações ao jornal Notícias, de Maputol, na vila do Songho, onde está implantada a Hidroeléctrica de Cahora Bassa, Paulo Muxanga não se referiu aos custos, argumentando que, embora a empresa tenha capacidade para financiar o projecto, os montantes exactos apenas serão conhecidos após os concursos.

Todavia, o jornal cita outra fontes para dizer que os custos associados aos dois projectos deverão rondar 80 milhões de euros, 20 milhões dos quais estão consagrados no orçamento corrente da HCB.

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa constitui a espinha dorsal para o fornecimento de electricidade a vários países da África Austral, destacando-se, para além de Moçambique, a África do Sul, Zimbabwe e Botswana. (macauhub)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Moçambique/Cahora Bassa e Mpanda Nkuwa poderão fornecer mais energia à África Austral

Maputo, Moçambique, 23 fevereiro 2009 - Moçambique poderá adicionar 6 mil megawatts aos recursos energéticos da África Austral até 2014 à medida que forem realizados os investimentos respectivos, afirmou sexta-feira em Maputo a primeira-ministra moçambicana.

Luísa Diogo disse à agência noticiosa Reuters que Moçambique dispõe do potencial para fornecer energia à região austral de África, onde projectos de investimento estão a ser abandonados devido às quebras no fornecimento de energia eléctrica.

Os projectos incluem a segunda fase da central hidroeléctrica de Cahora Bassa, que poderá produzir 2 mil megawatts, o aproveitamento hidroeléctrico de Mpanda Nkuwa que poderá produzir 1500 megawatts e a central de Moatize com uma produção prevista de 2500 megawatts.

"Nos próximos cinco a seis anos (...) se conseguirmos investir nestes projectos poderemos contribuir com 6 mil megawatts para a África Austral, através da Southern African Power Pool (SAPP)", disse a primeira-ministra.

Luísa Diogo disse ainda esperar que os investidores estrangeiros coloquem o seu dinheiro no potencial hidroeléctrico do país, que se estima em 14 mil megawatts, particularmente mas províncias de Manica e Tete e do Niassa.

A hidroeléctrica de Cahora Bassa fornece actualmente 60 por cento da energia que produz à eléctrica sul-africana Eskom, 35 por cento à Zesa do Zimbabwe e a Moçambique, que consome os restantes 5 por cento. (macauhub)

sábado, 6 de dezembro de 2008

Moçambique/«Extremamente positivo» primeiro ano de controlo da gestão da HCB

5 dezembro 2008

O ministro da Energia moçambicano, Salvador Namburete, considerou “extremamente positivos” os resultados alcançados por Moçambique no primeiro ano de reversão da HCB de Portugal, prevendo uma receita anual de 300 milhões de dólares (236 milhões de euros).

“O balanço é extremamente positivo. A empresa Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) está a funcionar bem (…). As receitas da empresa, esperadas até ao final do ano, superam de longe aquilo que foram as receitas totais do ano passado e dos anos anteriores - entre 270 e 300 milhões de dólares (212 e 236 milhões de euros) para este ano”, disse Namburete.

“É a primeira vez que a HCB atinge este nível, mesmo em termos de produção de gigawatts por hora também subiu muito”, afirmou.

Em declarações à Lusa, o titular da pasta de Energia de Moçambique apontou como uma das “grandes” conquistas o ritmo de pagamento da dívida aos bancos Calyon, francês, e BCP, português, avaliada em 950 milhões de dólares (748 milhões de euros), na altura.

No âmbito do acordo, o Governo moçambicano deveria pagar 700 milhões de dólares, enquanto à empresa cabia pagar de imediato 250 milhões de dólares (197 milhões de euros).

“Temos todas as razões para festejar. Os compromissos com os parceiros, os bancos, estão a ser honrados. A HCB já está a pagar taxa de concessão”, comentou o ministro da Energia de Moçambique.

Na semana passada, Moçambique comemorou a passagem do primeiro ano da reversão da HCB, numa cerimónia realizada no distrito de Songo, província de Tete, centro de Moçambique, onde está localizado o empreendimento.

Um memorando de entendimento rubricado há dois anos pelo Presidente moçambicano, Armando Guebuza, e o primeiro-ministro português, José Sócrates, garantiu a inversão da posição accionista na empresa.

O Estado moçambicano passou a deter 85 por cento da empresa, enquanto Portugal passou a controlar os restantes 15 por cento.

Considerado como o “último reduto do domínio estrangeiro em 500 anos” de colonização portuguesa, a capacidade de gestão da HCB por parte do Estado moçambicano levantou, na altura, várias suspeições por parte de alguns segmentos da sociedade moçambicana.

Mas Namburete considera haver resultados que contrariam os cépticos.

“Uma das áreas de grande preocupação e alguns cépticos se manifestaram era se haveria capacidade nacional moçambicana para fazer manutenção e operação da barragem e da central. Ao fim de um ano, ficou confirmado aquilo que nós sabíamos”, disse.

“Pelo nível de receitas, esperamos no fim do exercício ter lucros e distribuir dividendos e pagar Impostos sobre Rendimentos de Pessoas Colectivas. Portanto, esperamos benefícios significativos, já estamos a ter, mas esperamos mais e acreditamos que a HCB está em condições de realizar a sua função, que é também promover a realização de desenvolvimento de outros projectos de energia no Vale do Zambeze e contribuir para o crescimento económico de uma forma geral”, acrescentou Namburete.

O ministro destacou ainda “muitas coisas visíveis, mesmo do ponto de vista de benefício social para a comunidade”, conquistadas por Moçambique, após a reversão da HCB a Moçambique.

“A HCB tem dado apoios sociais, nomeadamente a nível da saúde, educação, desporto. As obras já são visíveis. A vila de Songo está electrificada”, exemplificou. (Notícias Lusófonas)