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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Abya Yala*, Bolivia/Licença para matar: decreto de golpistas autoriza repressão sanguinária ao povo boliviano

16 de novembro de 2019, 18:46 h Atualizado em 16 de novembro de 2019, 22:59

Jeferson Miola*


O colunista Jeferson Miola critica o Decreto do governo golpista da Bolívia que exime as Forças Armadas e as polícias de responsabilidades criminais pela repressão brutal contra o povo boliviano. "É urgente um pronunciamento do Conselho de Segurança da ONU e o rechaço de toda a comunidade internacional ao golpe promovido pelos EUA na Bolívia e que está causando

Abya Yala*, Chile/Pinochet reinstala-se em La Moneda


12 11 2019, Resistir.info (Portugal)

por Juan Pablo Cárdenas S.*

O fantasma do ex-ditador percorre os corredores de La Moneda. Com grande acerto jornalístico, a televisão alemã ofereceu ao mundo uma reportagem audiovisual em que reproduz a declaração de guerra de Sebastián Piñera ao protesto social, quase nos mesmos termos em que o fez Pinochet décadas atrás. A exposição de ambas as imagens é eloquente e fala de como e actual morador do Palácio Presidencial é filho dilecto do Tirano que com idênticas palavras e recursos criminais manda reprimir o clamor de justiça e equidade.

É compreensível. Sebastián Piñera deve a Pinochet a oportunidade de se ter convertido num multimilionário durante esses fatídicos anos de ditadura, assim como na sua hora final o ex-governante deve ter agradecido ao actual mandatário por ir visitá-lo a Londres e

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Abya Yala/¡Arde América Latina!


Miércoles 13 de noviembre 2019 20:03 hrs, Diario Uchile (Chile) https://radio.uchile.cl/2019/11/13/arde-america-latina/
Radio Universidad de Chile

Sergio Rodríguez Gelfestein



Los acontecimientos en la región se desarrollan a ritmos vertiginosos. Pareciera que como dijo Silvio Rodríguez la era estuviera pariendo un corazón, pero esta vez a través de una fuerte lucha (tal vez como nunca antes en la historia) entre los pueblos que quieren avanzar hacia su liberación y aquellas fuerzas que pretenden retrotraer la historia.

Ante la victoria electoral del peronismo en Argentina, se opuso la insuficiente votación del Frente Amplio en Uruguay, a la intervención de la OEA y el golpe de Estado en Bolivia se manifestó el regreso de México a América Latina, ante la regresión fascista de Brasil se alza la coalición entre Argentina y México que ya logró salvar a Evo y a García Linera del fascismo, al incremento de las medidas agresivas contra Cuba, Nicaragua y Venezuela se han levantado los pueblos de Ecuador, Chile, Haití y Honduras.

Ataque y contrataque son los signos de los tiempos actuales en América Latina y el Caribe. Estados Unidos se la juega el todo por todo en una de las dos regiones del mundo (junto a Europa) donde

Abya Yala*/Golpe na Bolívia atesta que capitalismo neoliberal não aceita e não tolera a democracia



Jeferson Miola*


"O golpe que derrubou Evo se inscreve na trajetória de golpes de novo tipo, não militares, que foram tentados, sem êxito, na Venezuela em 2002, porém concretizados em 2009 em Honduras, em 2012 no Paraguai, em 2016 no Brasil e agora na Bolívia", diz o colunista Jeferson Miola.

O golpe na Bolívia atesta que o capitalismo neoliberal não aceita e não tolera a soberania popular. O golpe confirma que o neoliberalismo é incompatível com a democracia e com a manifestação da vontade majoritária do povo.

Evo Morales foi eleito no primeiro turno na eleição de 20 de outubro com uma vantagem de mais de 640 mil votos em relação ao 2º colocado, Carlos Mesa.

Evo fez 47,06% dos votos contra 36,52% do opositor – ou seja, 10,54% a mais. De acordo com a legislação do país, com esse desempenho Evo deveria ser sagrado vitorioso já no 1º turno da eleição.

Esse não foi, contudo, o entendimento do uruguaio Luis Almagro, o secretário-geral da OEA [Organização dos Estados Americanos] e principal executor das ordens provindas da Casa Branca

Abya Yala*, Chile/¿Por qué los chilenos rechazan el Congreso Constituyente?


12 11 2019, TeleSur ( Venezuela) https://www.telesurtv.net/news/chile-congreso-constituyente-asamblea-nueva-constitucion-controversia-20191112-0015.html

 

Las organizaciones cívicas y sociales en parto desde este martes desean participar en forma directa en la creación de la Constitución.

Chile vive un "movimiento constituyente", luego que el pueblo exige participar en forma directa en la construcción de la nueva Constitución en rechazo a la intención del presidente Sebastián Piñera de cambiar la Carta Magna a tráves de la vía legislativa con el Congreso en funciones.

Si bien el Gobierno de Piñera esta de acuerdo en un proceso para avanzar hacia una nueva Carta Fundamental a través de un Congreso Constituyente y con plebiscito ratificatorio, las organizaciones cívicas y sociales desean participar en forma directa en la creación de la Constitución.

La diferencia fundamental estriba en que la ciudadania no desea votar por un texto que salga sin haberlos consultado porque ellos desean expresar que tipo de derechos deben incluir la nueva constitución y garantizar

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Abya Yala*/Argentina: eleições freiam o neoliberalismo e abrem alas ao “Grupo de Puebla”

Postado em 07/11/2019 6:20, Pátria Latina (Brasil)  

 Helena Iono, correspondente em Buenos Aires

O primeiro ponto que merece atenção é qualificar esta vitória eleitoral de Alberto Fernández e Cristina Kirchner da Frente de Todos (FdT) na Argentina.

Muito além da quantidade expressa nos números, 48% (Alberto) contra 40% (Macri) no escrutínio provisório do dia 27 de outubro, que dão uma contundente vitória com 8% a favor de FdT (tendente a aumentar  a 10% na contagem definitiva) já no primeiro turno, vale observar que isso tem um peso de qualidade; significa uma concentração de uma expressiva vontade popular, que numa só cartada, no primeiro turno, disse “Basta!” ao massacrante projeto neoliberal dos últimos 4 anos do governo Macri.

Foi uma eleição polarizada, onde os setores financeiros e oligárquicos, e da direita se concentraram nos 40% ao Macri (tendendo aos 39% no escrutínio definitivo), atraindo parte da pequeno burguesia descontente com o governo, mas reticente com a política de FdT demonizada pela mídia hegemônica. Por outro lado, os 48% que podem chegar a 50% (no escrutínio definitivo), são votos de qualidade que optam por um claro projeto econômico popular e de nação, apoiando a carta-programática de FdT, mas, sobretudo, confiando na comprovada liderança e experiência da ex-presidenta Cristina Kirchner e nos vínculos de Alberto Fernández com a gestão de Néstor Kirchner. A magnífica votação de 55% a Axel Kicillof  (ex-ministro da economia) a governador da província de Buenos Aires, que abarca 30% da população Argentina, é o melhor exemplo do voto a favor do

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Abya Yala*/Chile: se abren las grandes alamedas

27 10 2019, http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=27312
Tlaxcala, a rede internacional de tradutores pela diversidade linguística



Días después de que el presidente Sebastián Piñera tildara a quienes se manifiestan contra sus políticas de puñado de delincuentes, ayer la intendencia de Santiago debió reconocer que fueron más de un millón de personas que salieron a las calles sólo en la ciudad capital para exigir el fin del asfixiante modelo neoliberal impuesto por el dictador Augusto Pinochet en la década de 1970, y continuado e incluso profundizado por todos los gobiernos elegidos en democracia desde 1990. La jornada de protestas, respaldada por cientos de miles en otras regiones del país, fue el punto –hasta ahora– culminante del más grande levantamiento popular en la nación andina desde el fin de la dictadura hace tres décadas.

La magnitud de la participación da cuenta del rechazo a las medidas cosméticas anunciadas por Piñera para

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Abya Yala*, Chile/O TSUNAMI CHILENO


23 outubro 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/chile/boron_21out19.html

por Atilio A. Borón

– Piñera e a repressão





O regime de Piñera – e insisto nisso de "regime" porque um governo que reprime com a brutalidade que todo o mundo viu não se pode considerar democrático – defronta-se com a mais séria ameaça popular já enfrentada por qualquer governo desde o derrube da Unidade Popular em 11 de Setembro de 1973.

As ridículas explicações oficiais não convencem nem aqueles que as divulgam; ouvem-se

Abya Yala*/BURN, NEOLIBERALISM, BURN


October 23, 2019, Strategic Culture Foundation (Russia)


Neoliberalism is – literally – burning. And from Ecuador to Chile, South America, once again, is showing the way. Against the vicious, one-size-fits-all IMF austerity prescription, which deploys weapons of mass economic destruction to smash national sovereignty and foster social inequality, South America finally seems poised to reclaim the power to forge its own history.

Three presidential elections are in play. Bolivia’s seem to have been settled this past Sunday – even as the usual suspects are yelling “Fraud!” Argentina and Uruguay are on next Sunday.

Blowback against what David Harvey has splendidly conceptualized as accumulation by dispossession is, and will continue to be, a bitch. It will eventually reach Brazil – which as it stands continues to be torn to pieces by Pinochetist ghosts. Brazil, eventually, after immense pain, will rise up again. After all, the excluded and humiliated all across South America are finally discovering they

Abya Yala*/Baltasar Garzón: Carta abierta al presidente de Chile, Sebastián Piñera


Por Baltazar Garzón

Baltasar Garzón: El juez español que detuvo a Augusto Pinochet

El jurista analiza los motivos que llevaron al estallido a Chile y alerta sobre los peligros de utilizar a los militares para reprimir la protesta social. "El ejército no está preparado para controlar el orden público, sino para hacer la guerra, para doblegar al enemigo o destruirlo", asegura en una carta abierta publicada por el diario digital español infoLibre.


Baltazar Garzón. Imagen: EFE


Señor Presidente:

Soy Baltasar Garzón, el juez español que ordenó la detención de Augusto Pinochet en Londres el 16 de octubre de 1998. No le conozco, ni he mostrado interés en hacerlo. Sí lo he hecho con todos los demás presidentes democráticos de su país, al que tanto quiero. Quizás por el cariño hacia el pueblo chileno y por la defensa que siempre he hecho de las víctimas, mi defensa de los pueblos originarios y de los más vulnerables, he decidido dirigirle esta misiva con profundo dolor e indignación por lo que está ocurriendo en Chile.

Señor Presidente, tal parece que chilenas y chilenos han dicho basta. Y lo están diciendo fuerte y claro. Se trata de un estallido social espontáneo que no está dirigido por partido político alguno. Una simple protesta estudiantil por el alza en el billete de metro, severamente reprimida por la policía, Carabineros de Chile, fue la mecha que encendió la rabia y la ira acumulada durante

Abya Yala*, Argentina/Cristina Kirchner criticó el modelo económico y social de Chile



"Toda la solidaridad con el pueblo chileno"

Cristina Kirchner envió su solidaridad al pueblo chileno y convocó a la sociedad a "entender que el modelo ideal de sociedad que nos quieren vender, donde se quiebran los lazos de solidaridad, termina como terminó Chile". "Los que han destrozado todo, no cayeron de un plato volador, aunque algunos hablen de alienígenas más allá de la cordillera", denunció Cristina Kirchner en referencia al audio de la esposa del presidente Sebastián Piñera. 

"¿Cuántos escucharon sobre Chile como el modelo económico, político y social a seguir?", preguntó Cristina ante los seguidores y militantes que se reunieron en La Plata para el cierre de campaña de Axel Kicillof. La candidata a vicepresidenta envió "toda la solidaridad al pueblo chileno" y se refirió a los mensajes engañosos de los medios de comunicación. "Le pido a la sociedad que no se crea

Abya Yala*/Violaciones y desapariciones, la represión oculta en Chile




Cifras oficiales, denuncias en medios alternativos y advertencia de la CIDH

Después de las protestas del domingo hubo 2138 personas detenidas, entre ellas 243 niños, niñas y adolescentes y 407 mujeres. Nueve de ellas fueron desnudadas en actos policiales.

Las violaciones de mujeres ascenderían a doce, durante la represión en Santiago por parte de Carabineros 


Primero fueron los golpes, las humillaciones y las amenazas, pero en las últimas horas las torturas y violaciones de mujeres en Chile se convirtieron en una realidad. El estado de excepción que implementó el gobierno de Sebastián Piñera trajo las prácticas de la dictadura, también respecto a las desapariciones. Muchas de las mujeres que han sido detenidas hasta el momento se encuentran desaparecidas. Además, las apresadas en Santiago de Chile fueron desnudadas

Abya Yala, Chile/La carta de 206 profesores de Derecho: "Nos comprometemos a que ninguna violación de DD.HH. quedará impune"



Escrito por  Judith Schönsteiner*


“Ante la grave crisis política y social que vive Chile y las violaciones a los derechos humanos que se han producido”.

Así se titula la carta firmada hoy por 206 académicos -decanas y decanos- de las principales escuelas de derecho del país que reaccionaron ante los casos de abusos policiales y militares que se han conocido tras cinco jornadas de protestas en el país.

“Como profesoras y profesores de derecho de diversas facultades del país y de diversas posturas políticas no podemos guardar silencio ante la situación actual que vive nuestro país”, dice el encabezado de la misiva.

Acto seguido sostienen que “condenamos las graves violaciones a los derechos humanos que se han constatado en diversos lugares del país. Hemos tenido noticia de hechos gravísimos que, con el transcurrir de los días, muestran patrones comunes. Exigimos que

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Abya Yala*, Chile/Protesta nacional: 22 personas lesionadas y múltiples denuncias de desnudamientos y torturas por parte de las Fuerzas de Orden



Muchos acusaban uso desmedido de la fuerza al momento de la detención, vejaciones injustas a niños/as, malos tratos, golpes en rostros y muslos, torturas, desnudamientos a mujeres, vejaciones sexuales, entre otras vulneraciones.


Un trabajo ininterrumpido ha desplegado el Instituto Nacional de Derechos Humanos (INDH) a lo largo de todo Chile, para resguardar los derechos de las personas en el contexto de las jornadas de protestas.

“Hemos estado en terreno reuniendo información relevante sobre el estado de las personas heridas y detenidas, y las vulneraciones de que han sido víctimas”, señaló el director Sergio Micco.

Así, en los hospitales

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Abya Yala*, Chile/Último discurso de Salvador Allende


11/09/2019, Tlaxcala (México) http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=10552
Tlaxcala, a rede internacional de tradutores pela diversidade linguística



Salvador Allende (1908-1973) سلفادور أليندي Σαλβαδόρ Αλιέντε Сальвадор Альенде سالوادورآلنده

Santiago do Chile, 11 de setembro de 1973, 9:10 da manhã em Radio Magallanes


Meus amigos:
 
Seguramente, esta será a última oportunidade em que poderei dirigir-me a vocês. A Força Aérea bombardeou as antenas da Radio Portales e da Radio Corporación. Minhas palavras não têm amargura, mas sim decepção. Que sejam elas um castigo moral para aqueles que traíram seu juramento: soldados do Chile, comandantes-em-chefe titulares, o almirante Merino, que se autodesignou comandante da Armada, e o senhor Mendoza, general rasteiro... que ainda ontem manifestara sua fidelidade e lealdade ao Governo, e que também se autodenominou diretor geral dos Carabineros.
 
Diante desses fatos só me cabe dizer aos trabalhadores: não vou renunciar! Situado em uma transição histórica, pagarei com minha vida a lealdade do povo. E lhes digo que tenho a certeza de que a semente que entregamos à consciência digna de milhares e milhares de chilenos, não poderá ser ceifada definitivamente. [Eles] têm a força, poderão nos avassalar, mas não se detém os processos sociais...

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Abya Yala*, Chile/"Mauricio Hernández Norambuena enfrenta un nuevo ataque a sus más elementales derechos por parte de Bolsonaro"


20 08 2019, Rebelión (México) https://www.rebelion.org/noticia.php?id=259543


Como agrupación Solidaridad y Memoria, queremos denunciar que nuestro hermano y compañero, histórico luchador internacionalista de la resistencia en contra de la opresión a los pueblos, Mauricio Hernández Norambuena, hoy  enfrenta un nuevo ataque a sus más elementales derechos, por parte del gobierno de Jail Bolsonaro.

Mauricio Hernández Norambuena fue sacado, en medio de una operación  secreta, desde la Penitenciaría de Avaré para quedar a disposición de la Policía Federal en Sao Paulo, sin previa notificación a sus familiares o a sus abogados, transformando esta maniobra, en un verdadero secuestro, que

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Tratado Mercosul – UE/ Para quem é a entrega?


31 julho 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/europa/mercosul_ue.html

por Henrique Júdice Magalhães

Em 1703, Portugal, à época uma potência decadente, assinou com a Inglaterra (potência ascendente) o Tratado de Methuen. A troco da isenção de tarifas no ingresso de vinhos portugueses em território britânico, a coroa lusitana cedeu perpetuamente à indústria inglesa seu mercado consumidor de tecidos – que incluía o Brasil. Em 1785, Lisboa ordenou a destruição de quase todos os bens de produção manufatureira existentes aqui [1] .

Em 1933, a Argentina firmou com a Inglaterra o Pacto Roca-Runciman. A troco do compromisso britânico de continuar comprando sua carne bovina desde que ela fosse mais barata que a de outros países, o governo argentino assegurou a frigoríficos ingleses 85% do setor frigorífico e ainda eliminou ou reduziu as tarifas de importação de 235 produtos britânicos, entre outras

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Abya Yala, Argentina/Comenzó el segundo Parlamento de Mujeres Indígenas por el Buen Vivir. Las Grutas, Puel mapu


19/07/2019, Mapuexpress - Informativo Mapuche http://www.mapuexpress.net (Chile)
Por Mapuexpress



Registro de audio y fotográfico por Ingrid Conejeros.

Con la presencia de gran cantidad de mujeres de pueblos originarios, se inició el día de ayer el segundo Parlamento de mujeres indígenas por el Buen Vivir en la ciudad de Las Grutas, Puel mapu/Argentina.

Con un llellipun realizado a orillas del mar Atlántico y liderado por la machi Francisca Linconao comenzó este encuentro que convocó a mujeres de territorios y pueblos diversos de Abya Yala. La necesidad de encontrarse, de articulación desde los saberes propios, la convicción de la importancia de compartir las luchas de los pueblos,  fueron algunas de las motivaciones de las mujeres que, como los antiguos mapuche, son Nampüllkafe, el que viaja a buscar y entregar kimün/conocimiento cruzando cordilleras, ríos, pampas y más.

Algunas palabras  que compartieron al llegar al encuentro reflejan el espíritu de la jornada: “Mi preocupación es fortalecer los conocimientos ancestrales para que tengamos una vida mejor, una vida justa defendiendo los derechos de la pacha mamá, que es la dadora de vida” expresó la compañera  Rocío Simaluisa Chancusi, nacionalidad kichwa, Ecuador. Por su parte Cecilia Llasag, mujer kichwa del pueblo Panzaleo señaló lo fundamental de “Compartir nuestras experiencias y aprender, porque muchas veces nos andan representando políticos con politiquerías, ahora estamos para compartir  cómo salir adelante como mujeres indígenas de todo el Abya Yala”. La werken de  Raquel Cayun del

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Abyayala/The Spontaneous “Military Coup” in Caracas was Meant to Fail?




Comparison with the Failed June 29, 1973 Coup which preceded the September 11, 1973 military coup against Salvador Allende

Was it really a military coup?

Anybody who has lived in Caracas, knows that you cannot wage a spontaneous military coup starting up in Chacaito, an upper middle class residential area, with a view to eventually marching towards the Miraflores presidential palace located in the historical centre of Caracas, without getting caught in dense traffic.
  
There are important historical precedents of failed coups caught up in traffic.
Guaido presents the operation as the “Final phase” of “Operation Freedom.” ???
An attempted coup or violent street riots?

Lopez and Guaido released videos on social media, calling on the armed forces to back their efforts and urging supporters to take to the streets, in what they termed as the “final phase” of the so-called “Operation Freedom.” Large crowds of anti-government protesters, as well as opposition lawmakers, made their way to the Altamira overpass. (Venezuela Analysis, May 1, 2019)

The government responded by sending in the riot police, with the Armed Forces using tear gas against the protesters.

This spontaneous so-called military putsch was meant to fail.

Visibly, it was not a carefully planned operation. And Washington was fully aware from the outset that it would fail.  In fact it was carefully staged “not to succeed”:

The scene then saw armed confrontations between the soldiers that backed Juan Guaido and those inside La Carlota airbase.

[Carlota is not a full-fledged military base, it is a former private airport, largely defunct. It is now under the jurisdiction of the State of Miranda, used for both military and civilian emergencies]

According to witnesses in La Carlota [air base], the Venezuelan armed forces fired tear gas towards the Altamira overpass, where civilian protesters began to gather, whereas Guaido’s soldiers returned live fire. Riot police also appeared on the scene to try and disperse the crowds. There are reports of protesters wounded and arrested that are unconfirmed at the time of writing.

At the same time, many of the originally deployed soldiers withdrew from the scene, later revealing that they had been “deceived” by their superiors. Simultaneously, Chavista leaders took to state and social media to denounce what they termed a coup in progress, and large crowds gathered to defend Miraflores Presidential Palace.

Guaido later attempted to lead a march, including some armed soldiers, into western Caracas but was stopped by Venezuelan National Guard forces in Chacaito, some 10 kilometers away from Miraflores.(Venezuela Analysis, May 1, 2019)

From Washington’s standpoint, the ‘putsch” nonetheless served a “useful” purpose. It created a “narrative”, which serves as propaganda and media disinformation.  In turn, the Western media goes into high gear.

The “coup” becomes a talking point for the Bolton -Pompeo national security team. It becomes a pretext and a justification for US military intervention in the name of Democracy at some future date. See Pompeo below


National security Advisor John Bolton calls upon Venezuela’s military to intervene, with US support.


Mild thunder before the storm? It sets the stage? What is the intended timeline?
A failed putsch which may be followed by a “real” US sponsored military coup at some later date? That option is already on the drawing-board of the Pentagon.
The failed coup, a sloppy intelligence operation? Unlikely. US intelligence was fully informed.

Was this event planned to fail from the very outset?

………

An Important Historical Precedent, Santiago de Chile. The Failed June 29, 1973 Coup
In Chile in 1973, the September 11 coup d’Etat which led to the assassination of Allende and the installation of a military government was a carefully prepared military-intelligence operation supported by the US. with Henry Kissinger playing a key role.

Of historical significance: The September 11, 1973 coup was preceded by a failed coup on June 29, 1973 , which, in retrospect, was intended to fail.

In 1973, I was visiting professor at the Catholic University of Chile. The following text is an excerpt from an article I wrote in Santiago de Chile in the immediate wake of September 11, 1973 military coup against the democratically elected government of president Salvador Allende.

Bear in mind: The circumstances of  Chile in 1973 as well as the command structure of the (Chilean) Armed Forces were very different to those of Venezuela in 2019.

In the course of the months of July-August 1973, following the June 29, 1973 failed coup, important shifts occurred within Chile’s Armed Forces.In turn, the Christian Democrats were pressuring Allende to bring the military into the government.

Chile: The June 29, 1973 Failed Coup
On June 29, 1973, Coronal Roberto Souper led his tank division in an isolated attack on La Moneda, the Presidential Palace, in the hope that other units of the armed forces would join in. The June coup had initially been planned for the morning of September 27 by Patria y Libertad as well as by several high ranking military officers. The plans were found out by Military Intelligence and the coup was called off at 6pm on the 26th. A warrant for the arrest of Coronal Souper had been issued. Confronted with knowledge of his impending arrest, Colonel Souper in consultation with the officers under his command, decided to act in a most improvised fashion. At 9 am, amidst morning rush hour traffic, Tank Division Number Two drove down Bernardo O’Higgins, Santiago’s main down-town avenue towards the Presidential Palace.

While the aborted June Coup had the appearance of an insolated and uncoordinated initiative, there was evidence of considerable support in various sectors of the Navy as well as from Air Force General Gustovo Leigh, now [September 1973] member of the military junta [on 11 September General Leigh integrated the military Junta headed by General Pinochet]. According to well-informed sources, several high ranking officers in the aero-naval base of Quintero near Valparaiso had proposed the bombing of State enterprises controlled by militant left wing groups, as well as the setting up of an air corridor to transport navy troops. The latter were slated to join up with the forces of Colonel Souper in Santiago.

The June trial coup was «useful» indicating to the seditious elements within the Chilean Armed Forces that an isolated and uncoordinated effort would fail. After June 29, the right-wing elements in the Navy and the Air Force were involved in a process of consolidation aimed at gaining political support among officers and sub-officers. The Army, however, was still under the control of Commander in Chief General Carols Prats, who had previously integrated Allende’s cabinet and who was a firm supporter of constitutional government.

Meanwhile in the political arena, the Christian Democrats were pressuring Allende to bring in members of the Military into the Cabinet as well as significantly revise the programme and platform of the Unidad Popular. Party leaders of the government coalition considered this alternative [proposed by the Christian democrats] as a « legalized military coup» (golpe legal) and advised Allende to turn it down. Carlos Altamirano, leader of the Socialist Party had demanded that an endorsement of the programme of the Popular Unity coalition by the military be a sina qua non condition for their entry into the Cabinet. Upon the impossibility of bringing in the Military into the Cabinet on acceptable terms, Allende envisaged the formation of a so-called “Cabinet of Consolidation” composed of well known personalities. Fernando Castillo, rector of the Catholic University and a member of the Christian Democratic Party, Felipe Herrera, President of the Inter-|American Development Bank and other prominent personalities were approached but declined. (Michel Chossudovsky, The Ingredients of a Military Coup, Universidad Catolica de Chile, Santiago, September 1973)

Minor edits to this text on May 1-2, 2019
The original source of this article is Global Research
Copyright © Prof Michel Chossudovsky, Global Research, 2019

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Cuba/"Está triunfando la paz, no lo dudamos. Nos sentimos orgullosos de que Colombia siga siendo referente mundial de paz" -- FARC-EP

15 noviembre 2016, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)


Discurso de cierre del Acuerdo Definitivo de Paz de las FARC-EP

Nuestro saludo cordial al Ministro de Relaciones Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, y por su intermedio, a los comandantes Fidel y Raúl que generosamente ofrecieron su territorio y la logística necesaria para que los colombianos resolviéramos nuestras diferencias; Saludo a los representantes de los países garantes, Noruega y Cuba que estuvieron siempre al lado de los plenipotenciarios en los momentos más difíciles y los de satisfacción impulsando contra viento y marea los avances de la Mesa; Saludo a los “ángeles de la guarda” del proceso de paz, como denominara Roy Chaderton a los acompañantes de la República Bolivariana de Venezuela y de la República de Chile. A nombre de Colombia, gracias por ayudarnos durante tanto tiempo a encontrar la senda de la reconciliación y la paz. Gracias por su inmensa solidaridad.

Doctor Humberto de La Calle y representantes del Gobierno de Colombia
Compañeros de la Delegación de Paz de las FARC

Compatriotas:

Hemos trabajado de manera incansable día y noche para entretejer en un solo cuerpo de consenso los elementos del nuevo acuerdo final sobre el que empezaremos la edificación de la paz estable y