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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Abya Yala*/Argentina: eleições freiam o neoliberalismo e abrem alas ao “Grupo de Puebla”

Postado em 07/11/2019 6:20, Pátria Latina (Brasil)  

 Helena Iono, correspondente em Buenos Aires

O primeiro ponto que merece atenção é qualificar esta vitória eleitoral de Alberto Fernández e Cristina Kirchner da Frente de Todos (FdT) na Argentina.

Muito além da quantidade expressa nos números, 48% (Alberto) contra 40% (Macri) no escrutínio provisório do dia 27 de outubro, que dão uma contundente vitória com 8% a favor de FdT (tendente a aumentar  a 10% na contagem definitiva) já no primeiro turno, vale observar que isso tem um peso de qualidade; significa uma concentração de uma expressiva vontade popular, que numa só cartada, no primeiro turno, disse “Basta!” ao massacrante projeto neoliberal dos últimos 4 anos do governo Macri.

Foi uma eleição polarizada, onde os setores financeiros e oligárquicos, e da direita se concentraram nos 40% ao Macri (tendendo aos 39% no escrutínio definitivo), atraindo parte da pequeno burguesia descontente com o governo, mas reticente com a política de FdT demonizada pela mídia hegemônica. Por outro lado, os 48% que podem chegar a 50% (no escrutínio definitivo), são votos de qualidade que optam por um claro projeto econômico popular e de nação, apoiando a carta-programática de FdT, mas, sobretudo, confiando na comprovada liderança e experiência da ex-presidenta Cristina Kirchner e nos vínculos de Alberto Fernández com a gestão de Néstor Kirchner. A magnífica votação de 55% a Axel Kicillof  (ex-ministro da economia) a governador da província de Buenos Aires, que abarca 30% da população Argentina, é o melhor exemplo do voto a favor do

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Abya Yala, Venezuela/Crean Red Internacional de Comunicación Popular y Alternativa


El I Congreso Internacional de Comunas aprobó este domingo crear una Red Internacional de Comunicación Popular y Alternativa contra el sistema neoliberal que involucre, radio, televisión, murales, redes, vídeo conferencias, boletines informativos para acercar al pueblo a las luchas contra la dominación imperial, destacó el secretario ejecutivo del Movimiento Somos Venezuela, Mervin Maldonado.

Durante la clausura del referido evento, Maldonado resaltó que esta red generará y difundirá contenidos en distintos idiomas para proyectar los planteamientos de las comunas, movimientos sociales y organizaciones del poder popular.

Señaló que dentro de la declaración final del encuentro — la cual fue entregada este domingo al presidente de la República, Nicolás Maduro — se estableció la constitución de una Confederación Internacional de Comunas, Movimientos Sociales y Poder Popular articulada en función de este plan de lucha.

Además, indicó que se acordó la creación de la Comisión Económica Internacional Popular para América Latina y el Caribe, (Ceipal), con sede

sábado, 5 de outubro de 2019

Abya Yala, Paraguay/"El Gobierno entregó la seguridad paraguaya a EEUU"


Montevideo (Sputnik) — El Gobierno de Paraguay entregó a EEUU la seguridad de este país y la administración de Donald Trump está detrás de la militarización que impulsa ese país latinoamericano, dijo a Sputnik el doctor en derecho internacional Hugo Ruiz Díaz.

"El Gobierno entregó la seguridad paraguaya a EEUU, tanto interior como exterior, incluyendo la política exterior, el país está absolutamente subordinado (...) El que está detrás de la militarización que sufre el país es EEUU", dijo Ruiz Díaz, académico de la Universidad Católica de Paraguay.

Desde el 21 de septiembre, efectivos de las Fuerzas Armadas custodian todas

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Abya Yala*/¿Qué es el TIAR y por qué no es aplicable en Venezuela?


2019 07 29, Telesurtv.net (Venezuela) https://www.telesurtv.net/news/claves-tiar-venezuela-agresion-soberania-20190729-0022.html


El artículo 236 de la Constitución de Venezuela establece que "son atribuciones y obligaciones del presidente dirigir las relaciones exteriores de la República y celebrar y ratificar los tratados, convenidos o acuerdos internacionales".

El mecanismo del Tratado Interamericano de Asistencia Recíproca (TIAR) es un acuerdo firmado en Río de Janeiro (Brasil), en septiembre de 1947, para la defensa mutua entre los países miembros de la Organización de Estados Americanos (OEA).

Venezuela ingresó en el TIAR en 1948, durante la administración de Rómulo Gallegos, pero en 2012 bajo el Gobierno del presidente Hugo Chávez anunció su retiro junto a otros países

sábado, 3 de agosto de 2019

Abya Yala*/Venezuela: O naufrágio de Juan Guaidó


31 julho 2019, Outras Palavras https://outraspalavras.net/direita-assanhada/venezuela-o-naufragio-de-juan-guaido/

Autoproclamado presidente foi incapaz de concretizar golpe planejado pelos EUA. Sua credibilidade internacional desmorona. Desgastada, oposição aposta em recall de imagem e negocia via pacífica com o governo — por ahora

Tradução: Simone Paz Hernández

Seis meses depois que os Estados Unidos reconheceram o autoproclamado Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, Washington ameaçou o Presidente constitucional, Nicolás Maduro, dizendo-lhe que possui um “curto prazo” para abandonar o poder com “garantias”, caso não queira ter de enfrentar a justiça internacional e novas sanções.

O responsável da Casa Branca pelos assuntos da América Latina, Maurício Claver-Carone, afirmou, mesmo assim, que os maiores frutos da estratégia estadunidense ainda estão por vir. Enquanto isso, na frente de um punhado de simpatizantes em Caracas, Guaidó reiterou sua disposição em fazer o que for preciso para tirar Maduro do poder. Há seis meses ele repete o discurso, mas ainda não conseguiu nem

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Abya Yala*/Por qué el Gobierno canadiense se enfrenta a Venezuela


Publicado el 5 julio, 2019 • 11:52, Trabajadores http://www.trabajadores.cu (Cuba) http://www.trabajadores.cu/20190705/por-que-el-gobierno-canadiense-se-enfrenta-a-venezuela/


Desde el intento de golpe de Estado de Estados Unidos a Venezuela el 23 de enero, respaldado el Grupo de Lima del cual el Gobierno Justin Trudeau es un miembro activo, los principales medios corporativos canadienses han unificado sus voces en una campaña de odio y desinformación contra la Revolución Bolivariana, haciendo énfasis en las críticas al presidente constitucionalmente electo, Nicolás Maduro.

Al mismo tiempo se ha generado un debate entre trabajadores, sindicatos y activistas sociales y políticos. Trabajadores informó semanas atrás sobre la respuesta de afiliados canadienses (más de cinco millones a través de sus sindicatos) en apoyo al derecho de Venezuela a la autodeterminación y contra la interferencia de Estados Unidos y el  Grupo de Lima en los asuntos internos de ese país. Las acciones y declaraciones a nivel de base todavía están en marcha.

En este contexto sirven de ejemplo algunos de los artículos que

segunda-feira, 22 de julho de 2019

No Alineados/Venezuela consolida cooperación bilateral con países del Mnoal


Publicado 20 julio 2019, TeleSur.net https://www.telesurtv.net (Venezuela) https://www.telesurtv.net/news/venezuela-cooperacion-bilateral-paises-mnoal-20190720-0024.html

En el marco de la diplomacia bolivariana de paz, este sábado autoridades venezolanas sostuvieron sendos encuentros bilaterales con las delegaciones de Rusia, Turquía, Irán y Palestina.

En el marco de las actividades diplomáticas paralelas al desarrollo de la Reunión Ministerial del Buró de Coordinación del Movimiento de Países No Alineados (Mnoal) que se celebra este fin de semana en Venezuela, altos funcionarios del Gobierno Bolivariano sostienen sendos encuentros bilaterales con las delegaciones extranjeras para consolidar vínculos de cooperación y solidaridad.

Este sábado, la vicepresidenta ejecutiva Delcy Rodríguez mantuvo reuniones de trabajo con representantes de las cancillerías de Rusia, Turquía, Irán y

terça-feira, 16 de julho de 2019

Abya Yala*/Venezuela prepara-se para receber 800 lideranças internacionais no Foro de São Paulo


14/07/2019 12:31, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil) http://www.patrialatina.com.br/venezuela-prepara-se-para-receber-800-liderancas-internacionais-no-foro-de-sao-paulo/

Fania Rodrigues/Brasil de Fato


Venezuela, comandada por Nicolás Maduro, tornou-se o epicentro de disputas internacionais / PSUV

Evento é considerado maior encontro de partidos e organizações de esquerda da América Latina e começa no dia 25 de julho

Caracas (Venezuela)

Nos últimos seis meses, a Venezuela sobreviveu a quatro processos de desestabilização do governo Nicolás Maduro e se transformou no epicentro de disputas internacionais que envolvem as maiores potências econômicas e militares do mundo. Por isso, foi escolhida como sede do Foro de São Paulo, maior encontro de partidos políticos e organizações de esquerda da América Latina. Entre os 25 e 28 de julho, o evento receberá 150 delegações com mais de 800 convidados internacionais já confirmados. Os movimentos e partidos

terça-feira, 30 de abril de 2019

Abyayala/Washington monta guerra colonial na América Latina



por José Goulão

Os acontecimentos sucedem-se em cascata nos últimos dias tendo como alvos a Venezuela e, por arrastamento, a Nicarágua e Cuba – a "troika da tirania", citando o triunvirato fascista que comanda Trump: Michael Pompeo, John Bolton e Michael Pence. Os movimentos militares não estão apenas em cima das mesas de conspiração, conforme reconhece a própria CNN, as sanções económicas e políticas multiplicam-se, as ondas de choque extravasam em muito a região latino-americana e desconcertam até alguns dos mais fiéis súbditos de Washington, como a União Europeia.

A CNN, citando fontes próprias do interior do establishment norte-americano, revelou a existência de actividades militares orientadas para a América Central e do Sul resultantes da coordenação do Estado-Maior conjunto do Pentágono com o Comando Sul (SouthCom), aprofundando a interacção com países vizinhos – sobretudo Colômbia e Brasil. De acordo com as mesmas fontes, trata-se de dissuadir a alegada penetração da Rússia e da China na região, que recentemente o secretário de Estado, Michael Pompeo, qualificou como "uma provocação" além de, imagine-se, uma "ingerência nos assuntos internos" da Venezuela.

Tais razões serão válidas apenas para consumo propagandístico e agitação de fantasmas; porque, em termos práticos, o que continua a ganhar forma, depois do espaço dado à vocação "humanitária", são os preparativos de uma agressão militar norte-americana contra a Venezuela, que Washington continua a preferir por procuração, isto é, através de exércitos e mercenários alheios. As movimentações militares, especialmente navais, serviriam de enquadramento das operações ofensivas e teriam igualmente cariz intimidatório.

Os sinais de reactivação da "opção militar coincidem com os fracassos sucessivos de outras formas de desestabilização da Venezuela testadas desde que o vice-presidente dos Estados Unidos, Michael Pence, telefonou a Juan Guaidó para este se auto-designar "presidente interino" da Venezuela, em 23 de Janeiro.

Um mês depois registou-se o falhanço estrondoso da intervenção contra Caracas a partir da Colômbia, sob capa de "ajuda humanitária", que acabou por se virar contra os promotores e deixar Guaidó em maus lençóis perante os patrocinadores de Washington.

Mais recentemente, em 6 de Abril, esteve programado o início de um "levantamento de massas" através da Venezuela, que deveria ir ganhando projecção e manter-se até à queda do governo eleito de Nicolás Maduro. Foi montada uma rede de células que deveria agitar manifestações em todo o país, mas tudo indica que a operação morreu no ovo: a resposta "das massas" está longe de ter o vigor ambicionado.

A conspiração de Washington
A perspectiva de novo fracasso parece ter esgotado a já pouca paciência de Washington. Em 10 de Abril, as estruturas conspirativas norte-americanas montaram uma "mesa-redonda" na capital federal, sob a capa do Centro de Estudo Estratégicos e Internacionais (CEEI), com um ponto único na ordem de trabalhos: "Avaliar a utilização da força militar na Venezuela".

A reunião deveria ter sido "privada", o que de facto aconteceu, mas o jornalista de investigação Max Blumenthal logrou acesso à lista de participantes – honrando a liberdade de imprensa e provando que a luta dos jornalistas dedicados à investigação e à busca da verdade foi ferida mas não liquidada com a prisão de Julian Assange.

A "lista de participantes" expõe uma autêntica associação de malfeitores, um conluio de índole mafiosa, gente para quem "a mudança de regime na Venezuela só é possível castigando a população", o que "não tem qualquer importância" – segundo palavras anteriormente proferidas por um dos presentes, o embaixador William Brownfield.

Desconhece-se o teor das intervenções na reunião sobre a intervenção militar na Venezuela. Mas averiguando o que pensam os conspiradores, pelo menos os principais, ficaremos com uma noção do que foi dito e preparado.

O já citado William Brownfield foi embaixador dos Estados Unidos na Venezuela a seguir ao golpe de 2002 contra Hugo Chávez e não descansou um momento no ataque à democracia venezuelana, sucessivamente como membro das administrações de George W. Bush, Obama e agora Trump. "Mais do que um narco-Estado, a Venezuela é um Estado mafioso", considera Brownfield. Por isso, "a melhor solução é acelerar o colapso, nem que produza um período de maior sofrimento durante meses, talvez anos".

Não será descabido supor, perante este tipo de afirmações, que o "combate ao narcotráfico" venha a ser um dos argumentos a brandir para justificar uma agressão militar contra a Venezuela. Já não seria a primeira vez, conhecendo o tipo de alegações que conduziram à invasão do Panamá e até do Afeganistão, país onde, desde a instalação da NATO, o comércio de estupefacientes floresce como nunca. O que acontece também com um dos grandes aliados norte-americanos na América Latina, a Colômbia, um narco-Estado que não necessita de ser invadido porque Washington já está presente e tirando proveito. 

Uma reunião que não foi académica
Olhando a lista de participantes na reunião promovida em 10 de Abril deduz-se que a intenção de "avaliar a utilização da força militar na Venezuela" fica muito aquém do que efectivamente se passou. Tratou-se muito provavelmente de uma reunião operacional, pois figuras como o almirante Kurt Tidd, o embaixador Brownfield ou o terrorista Roger Noriega não são pessoas de perder tempo e gastar experiência com debates académicos. E a presença de membros em funções no Departamento de Estado de Pompeo, como Stephen Dreikorn e Keith Mines, de um alto quadro do Conselho Nacional de Inteligência, como David Tapia, de três representantes da USAID, uma agência da CIA para mudanças de regimes, além de vários "assessores" da equipa usurpadora de Juan Guaidó indiciam um estado mais avançado de preparação do que uma simples troca de opiniões. Sem esquecer o significado da presença de delegações oficiais representativas da Colômbia e do Brasil.

O almirante Kurt Tidd foi, até há quatro meses, o comandante do Comando Sul das Forças Navais norte-americanas (SouthCom), com tarefas de controlo sobre a América Latina.

A sua presença numa reunião deste tipo tem enorme importância, não há outra interpretação possível; porque trata-se de alguém com anos de práticas desestabilizadoras e intimidatórias contra a Venezuela, incluindo planos golpistas organizados como o que esteve previsto para 2016 e foi frustrado pela Revolução Bolivariana.

"Há que continuar a manipular o cenário em que a Venezuela 'está à beira do colapso e da implosão', reforçando "a matriz mediática que liga a crise eléctrica à responsabilidade exclusiva de Maduro", incitou o almirante em ocasiões anteriores que não estão, porém, desactualizadas. A multiplicação de actos terroristas para provocar apagões que afectam a Venezuela é actual e provavelmente continua a ser testada não apenas para minar a situação interna mas também para ser uma arma em situação de agressão militar.

O terrorista Noriega 
A presença de uma figura como Roger Noriega na reunião de 10 de Abril, ainda que na discreta posição de representante do American Enterprise Institute, é todo um programa de conspiração operacional.
Noriega é um intervencionista veterano dos tempos do escândalo Irão-Contras, um braço executivo de Elliot Abrams no apoio a grupos de mercenários e esquadrões da morte patrocinados pelos Estados Unidos para lançar o terror contra as revoluções na Nicarágua e em El Salvador nas duas últimas décadas do século passado.

Sendo Elliot Abrams, actualmente, o enviado especial norte-americano para a entronização de Guaidó e o derrube de Maduro, a presença de Roger Noriega numa reunião sobre o uso da força militar na Venezuela significa que a sua realização tem de ser levada muito a sério.

Os planos contra Caracas desenvolvidos sob a alçada do almirante Kurt Tidd prevêem desde sempre o recurso a mercenários e esquadrões da morte que, para o efeito, continuam a ser preparados nas bases norte-americanas de Tona e Tolemaida, na Colômbia.

Perante os acontecimentos em cascata que se têm sucedido nos últimos dias torna-se evidente que Roger Noriega reaparece agora como uma peça-chave dos planos de Pompeo, Bolton e Adams para a América Latina - e que vão além da Venezuela.

O recentíssimo reforço das sanções contra a Nicarágua e, sobretudo, contra Cuba representam o agravamento de uma filosofia colonial intervencionista no "quintal das traseiras" e que tem vindo a ser considerada como a restauração plena da velha Doutrina Monroe. À luz da qual, obviamente, quaisquer apoios a países da região por parte de potências como a China e a Rússia são "provocações", como já declarou Michael Pompeo, o secretário de Estado e ex-director da CIA.

Além de antigo e actual colaborador próximo de Elliott Abrams na definição da estratégia terrorista contra a Venezuela, existem outras poderosas razões para considerar relevante o papel de Noriega em tudo o que está a passar-se na América Latina. Ele foi exactamente um dos autores da lei anti-cubana Helms-Burton, em 1996, agora restaurada em todo o seu articulado para agravar as sanções contra Havana.

Existe uma unidade estratégica na política de Pompeo, Bolton e Adams para a América Latina. E Roger Noriega é um dos elementos fulcrais da equipa que a desenvolve e aplica. Por isso, a sua presença na reunião de 10 de Abril, juntamente com o almirante Kurt Tidd e o embaixador William Brownfield, confirma o carácter operacional desta.

Roger Noriega, o terrorista que em tempos lamentou o facto de "os Estados Unidos se terem enganado ao não dar a devida importância a Hugo Chávez", defende que a mudança de regime é a única opção a tomar em relação à Venezuela. "Quando existe um regime cruel, não há outra solução", afirma.

A restauração plena da chamada Lei Helms-Burton é mais um reforço do bloqueio contra Cuba mas afecta também numerosas empresas e importantes negócios de outras regiões e entidades, incluindo a União Europeia.

Ora a União Europeia tem-se identificado com a estratégia latino-americana do triunvirato fascista que envolve Trump. O alargamento dessa estratégia a vários países, designadamente Cuba, afecta ainda mais directamente vastos e importantes interesses da União Europeia. Interesses que realmente contam para Bruxelas, como os dos negócios privados e das propriedades e lucros das empresas.

A imprensa espanhola revelou que a alta representante para a política externa da União Europeia, Federica Mogherini, escreveu uma carta para a Casa Branca garantindo que Bruxelas fará queixa dos Estados Unidos à Organização Mundial de Comércio se a aplicação da lei de Noriega contra Cuba for até às últimas consequências. O cenário resultante desta demanda europeia, se for concretizada, poderá criar atritos muito sérios entre a União e Washington.

Resta agora saber se este rasgo de "atrevimento" de Mogherini segue os seus trâmites ou não passará de um papel perante o qual Trump irá rir-se às gargalhadas.

Os acontecimentos dos últimos dias em relação a América Latina, incluindo a reunião de guerra efectuada em 10 de Abril, colocam, afinal, um dilema à União Europeia: reage à doutrina colonial de Washington ou continua, como até aqui, a sustentar uma figura golpista e cada vez mais desacreditada como Guaidó?

Tendo em consideração os antecedentes próximos ou afastados e o que está em jogo – não apenas regionalmente – é difícil acreditar que Bruxelas chegue a desafiar Washington. Nada faz prever que tenha chegado o dia das surpresas.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Venezuela/Seis batallas y victorias del presidente Nicolás Maduro





En seis años al frente de la Revolución Bolivariana, el presidente Nicolás Maduro se ha enfrentado a un ataque directo de EE.UU. contra la economía y la soberanía del país. Conoce cómo se ha librado esta batalla para defender la autodeterminación del pueblo venezolano.

Este 14 de abril, se cumplen seis años desde que Nicolás Maduro asumió por primera vez la presidencia de Venezuela. Dos elecciones y una gestión llena de constantes ataques a la soberanía del país, que han sido enfrentados con la diplomacia de paz.

El mandatario fue presidente interino de Venezuela tras el fallecimiento del Comandante Hugo Chávez, el 5 de marzo de 2013. Inmediatamente, el 14 de abril de ese año, se realizaron las elecciones en las que ganó con más del 60 por ciento de los votos para el periodo 2013-2019.

Las segundas elecciones se realizaron el 20 de mayo de 2018 y se alzó con el 67.7 por ciento de los votos para el mandato 2019-2025.

1. Fortalecer la democracia
En Venezuela el voto directo y secreto. Además, es electrónico y tiene mecanismos de respaldo y auditoría en papel para prevenir alteraciones informáticas. 
Durante los dos periodos presidenciales de Nicolás Maduro se han realizado ocho elecciones democráticas, estas son:

- Elecciones presidenciales de 2013. Ganó Nicolás Maduro.
- Elecciones parlamentarias de 2015 (oposición ganó mayoría de curules).
- Elecciones a la Asamblea Nacional Constituyente de Venezuela de 2017.
- Elecciones regionales de 2017 (ganó el chavismo en 18 de los 23 estados).
- Elecciones municipales de 2014 solo en los municipios San Diego y San Cristóbal, del estado Táchira, para sustituir a dos alcaldes presos por apoyar la violencias en las protestas de ese año. En ambas entidades gana la oposición.
- Elecciones municipales de Venezuela de 2017 (se eligieron alcaldes y el gobernador del estado Zulia).
- Elecciones municipales de Venezuela de 2018 (se eligieron 2.459 miembros de los concejos municipales).
- Elecciones presidenciales de 2018. Ganó Nicolás Maduro.

Ver imagen en Twitter El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, se reunió con líderes del Consejo Mundial de Paz y de la Federación Mundial de Juventudes Democráticas, quienes expresaron su respaldo a la Revolución Bolivariana http://bit.ly/2USrQCY 

2. Garantizar la paz
Sectores radicales de la oposición venezolana han intentado desestabilizar el país mediante hechos de violencia, planificados y encubiertos durante lo que la prensa internacional promovió solo como "protestas ciudadanas". 

En los años 2004, 2014 y 2017 ocurrieron las llamadas "guarimbas", que consistieron en focos de violencia en algunas zonas del país. Las de 2004 dejaron 50 muertos y 193 heridos, las de 2014 culminaron con 43 fallecidos y más de 800 personas heridas, mientras que las de 2017 dejaron 172 muertos en más de 100 días de violencia.

Ante estas situaciones, el Gobierno de Nicolás Maduro se mantuvo firme en el llamado a la paz. En 2014 propuso un diálogo con la oposición, el cual se dio con el apoyo de Unasur y el Vaticano. En 2017, el presidente convocó las elecciones a la Asamblea Nacional Constituyente, lo que acabó con las acciones violentas.

Desde 2014, se han realizado más de 400 llamados de diálogo a la oposición, siendo el más reciente el del 6 de abril de 2019

No obstante, la paz de Venezuela también se ha visto amenazada con intentos de magnicidio e intentos de intervención militar por parte de EE.UU. El primer escenario ocurrió el 4 de agosto de 2018 y fue neutralizado. El segundo ha sido una agresión reiterada que el Gobierno venezolano ha vencido a través de sus denuncias ante la comunidad internacional y la campaña "Hands Off Venezuela", que ha resonado en todos los rincones del mundo.


¡Si vienen como el 11, saldremos como el 13! grita el pueblo de #Venezuela en su 9° jornada de manifestaciones contra la injerencia de #EEUU

3. Enfrentar sanciones y el bloqueo financiero
Las sanciones económicas y el bloqueo financiero de EE.UU. han sido las batallas cruciales de la presidencia de Nicolás Maduro desde que asumió su primer mandato en 2013.

Estas medidas unilaterales han dejado pérdidas de 350 mil millones de dólares en producción de bienes y servicios entre 2013 y 2017, según un informe de la Unidad de Debates Económicos del Centro Estratégico Latinoamericano de Geopolítica (Celag).

Para enfrentar esta situación, el mandatario ha ampliado los lazos de cooperación  e intercambio comercial con países como China, India, Rusia, Irán, Turquía, entre otros, con el uso de monedas locales como el yuan, el rublo y el euro.

Asimismo, el presidente Maduro creó en octubre de 2018 la criptomoneda Petro, que sirve como moneda digital en el mercado nacional e internacional para la compra y venta de productos y servicios. Está sustentado en reservas naturales como el petróleo, diamante, hierro y oro.

También se crearon planes de ahorro en oro y petro proteger el ingreso de los venezolanos. De este modo, se busca vencer las sanciones y el bloqueo financiero de EE.UU.

Al menos 400 venezolanos serán beneficiados en esta jornada de conexión aérea

4. Diplomacia de paz
A medida que las agresiones de EE.UU. y sus aliados en la región latinoamericana han ido incrementando, el Gobierno Bolivariano continuó defendiendo la soberanía del pueblo mediante la diplomacia de paz.

Venezuela ha participado en diversas plataformas mundiales, como la Asamblea General y el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas, para denunciar las amenazas de guerra y medidas coercitivas de EE.UU., a la vez que ha dejado claro su apoyo al multilateralismo y respeto por la autodeterminación de los pueblos.

Aunado a esto, el Gobierno Bolivariano ha fortalecido las alianzas estratégicas con Rusia, China, Turquía, India y países de África. También se retiró de la Organización de Estados Americanos (OEA), que asumió una política de injerencia directa contra Venezuela.

5. Protección social
Actualmente, el índice de pobreza extrema en Venezuela se ha reducido 4.4 de los 12 puntos en que se ubicaba antes. Mientras que el Coeficiente de Gini, que mide el nivel de desigualdad, está en 0,38 tras registrar un valor de 0,49. La meta es reducir el valor a 0,26 para el año 2025.

Para mantener estos índices, el Gobierno venezolana destina más del 70 por ciento del presupuesto nacional a la inversión social.

Por otro lado, la presidencia de Nicolás Maduro ha dado continuidad y mejorados los programas sociales creados por Hugo Chávez. De esta forma, se creó el Carnet de la Patria para atender las necesidades de la población de forma directa a través de una plataforma online. Con este carnet, se puede ahorrar en oro y petro.

Otros logros sociales en los seis años de presidencia son: entrega de 2.600.000 viviendas a la población, Venezuela fue declarada territorio 100 por ciento de pensionados y se crearon los Clap (organizaciones populares para la distribución organizada de alimentos), que actualmente proteger a 6 millones de familia.

El mandatario @NicolasMaduro destacó que la meta para diciembre de este 2019 es llegar a las 3 millones de viviendas otorgadas

6. Defensa del sistema eléctrico
Los venezolanos fueron víctimas de ataques al sistema eléctrico nacional, que ocasionaron largos apagones en la mayoría del país. Esto trajo como consecuencia problemas en el suministro de agua potable, equipos electrodomésticos dañados, alimentos perecederos perdidos, y, en general, interrupción en la vida cotidiana de los ciudadanos.

El 7 de marzo ocurrió un sabotaje cibernético al cerebro informático de la Central Hidroeléctrica Simón Bolívar, en la represa de Guri, estado Bolívar (sur). Luego, el 25 de marzo, fueron afectadas las líneas de transmisión con pulsos electromagnéticos. Mientras que el 29 y 30 de marzo ocurrieron nuevos ataques sincronizados, específicamente a las 19H00 (hora Caracas).

Todos estos ataques, el Gobierno venezolano implementó varias medidas para proteger los servicios públicos del país mediante el despliegue de las fuerzas públicas y planes para edificar un sistema eléctrico impenetrable a los sabotajes eléctricos.
También se creó un programa de registro para sustituir los equipos electrónicos dañados durante los apagones.


terça-feira, 22 de novembro de 2016

Bolivia/"Mi gran deseo es consolidar la igualdad y dignidad boliviana" – Evo Morales

22 noviembre 2016, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Prensa Latina

ENTREVISTA AL PRESIDENTE EVO MORALES

Mi gran sueño, que está dentro de la Agenda 2020-2025, es que Bolivia tenga cero por ciento de pobreza y ciento por ciento de cobertura de los servicios básicos en áreas urbanas y rurales, afirmó el presidente Evo Morales. 

El gran deseo que tengo es consolidar la igualdad, la dignidad y la estabilidad del pueblo boliviano, declaró en entrevista exclusiva con Prensa Latina el primer mandatario indígena en este país, a bordo del avión presidencial de regreso a La Paz desde Riberalta.

Luego de una jornada de 19 horas, dar una conferencia de prensa a las cinco de la madrugada, recorrer 680 kilómetros al frente de una caravana en el departamento amazónico de Beni -- parte de ellos conduciendo --, y hablar en seis poblados

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Venezuela/Gobierno y la MUD acuerdan implementar hoja de ruta para preservar orden institucional e impulsar la economía

12 noviembre 2016, Aporrea http://www.aporrea.org (Venezuela)

Habrá respeto recíproco de los poderes públicos

Caracas, 12 Nov. AVN.- La Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) publicó a través de un comunicado los acuerdos logrados este sábado durante la segunda reunión plenaria del proceso de diálogo nacional, que se cumplió este sábado en el Museo Alejandro Otero de Caracas.
Entre los acuerdos destaca la necesidad de incorporar a la mesa de diálogo a un gobernador por cada una de las partes, así como la invitación a representantes del pueblo venezolano a sumarse a este proceso, que es fundamental para contribuir con la paz nacional.

A continuación, el comunicado íntegro:

GOBIERNO NACIONAL Y LA MESA DE UNIDAD DEMOCRATICA (MUD) DE VENEZUELA CELEBRAN II REUNION PLENARIA EN EL MARCO DEL DIÁLOGO NACIONAL

En conformidad al acuerdo alcanzado durante la reunión plenaria, celebrada el 30 de octubre de 2016 en el Museo Alejandro Otero, el día de hoy, 12 de noviembre de 2016, concluyó la II reunión plenaria del Diálogo Nacional con la participación de los delegados del Gobierno Nacional y de la MUD, y el acompañamiento de la Santa Sede, representada por Monseñor Claudio María Celli, de los

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

DESTRUIR A LULA Y CRISTINA PARA DESTRUIR BRASIL Y ARGENTINA

26 octobre 2016, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)


Los grandes procesos de trasformación de nuestras sociedades están estrechamente asociados a los grandes liderazgos que los han conducido. No son procesos espontáneos, sino voluntarios, en los que la voluntad política colectiva de las sociedades se articular a partir de un proyecto y de un liderazgo que lo conducen.

La derecha no necesita de ese tipo de liderazgo. Sus objetivos son conservadores, restauradores, les basta formas de acción que obstruyan la acción de los movimientos populares, que dividan al pueblo, lo neutralicen, dificulten el surgimiento de grandes liderazgos populares. El pueblo, a su vez, necesita, para unificarse, de grandes liderazgos, armados de grandes proyectos de trasformación social, económica y política. La derecha tiene sus instrumentos de unificación y de acción – sus partidos, sus medios de información, sus entidades corporativas, la policía, el Poder Judicial, entre otros. El pueblo necesita crearlos. Los liderazgos populares, con sus discursos, establecen

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O QUE ACONTECE REALMENTE NA VENEZUELA?

27 outubro 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Fonte: Telesur


Por Juan Manuel Karg
Tradução do Diário Liberdade

 
A Venezuela é destaque em todos os meios de comunicação do mundo há alguns anos. Se com Hugo Chávez o país caribenho já era notícia permanente, após seu falecimento e com o recrudescimento das tentativas (legais e ilegais) de depor o chavismo do Palácio de Miraflores, está todos os dias na primeira página dos principais diários internacionais, com informações distorcidas e manipuladas em uma proporção crescente. A Venezuela se converteu, como era Cuba décadas atrás, no novo “palavrão” nas Relações Internacionais, com o objetivo escuso de forçar uma mudança após mais de quinze anos de chavismo naquele país, que termine de consolidar a direita regional após sua chegada aos governos de Argentina e Brasil (este último, via golpe parlamentar).


Quando a oposição a Maduro, reunida em torno da heterogênea MUD, conquistou a Assembleia Nacional em dezembro de 2015, prometeu que em seis meses acabaria com o governo do PSUV. Isso em palavras do próprio presidente da AN,

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Venezuela/RETOS DE VENEZUELA EN LA PRESIDENCIA DEL MOVIMIENTO DE PAÍSES NO ALINEADOS

9 septiembre 2016, Mision Verdad http://misionverdad.com/ (Venezuela)


Desde el 13 al 18 de septiembre se realizará en la Isla de Margarita, estado Nueva Esparta, la XVII Cumbre del Movimiento de Países No Alineados (Mnoal), donde Venezuela recibirá la presidencia del bloque por parte de la República Islámica de Irán con el compromiso de unir voluntades para consolidar un mundo pluripolar, multicéntrico y con respeto a la autodeterminación de los pueblos.

La cita del Mnoal en Venezuela abrirá un nuevo capítulo para la agenda exterior bolivariana. Ocurrirá en un momento bastante particular para Venezuela, donde se encuentran muy activos los frentes de asedio externo. La oportunidad será enteramente oportuna para posicionar la postura venezolana frente a los intentos de aislamiento contra Venezuela en el concierto de naciones.

Con más de 120 países, la Cumbre del Mnoal es el foro político más grande del planeta luego sólo de la Organización de Naciones Unidas (ONU).

Desarmar la guerra desde el frente externo

El ascenso de Venezuela a la conducción del Mnoal impone varias tareas de gran calado. Involucran

sábado, 20 de agosto de 2016

CRIMINALES DE GUERRA ACUSAN A VENEZUELA DE NARCOESTADO



18 agosto 2016, Misión Verdad http://misionverdad.com (Venezuela)

Desde el bodrio del Cartel de los Soles, el aparato de justicia norteamericana, como el Departamento de Estado y operadores varios del complejo industrial-militar estadounidense, se han enfocado en criminalizar a Venezuela como un narcoestado corrupto, en una clara maniobra que busca aislar al país y demonizarlo antes de intervenir con más fuerza en sus asuntos.

Sin embargo, entre los promotores de esta maniobra precisamente destacan confesos narcotraficantes y ejecutores de la política de la CIA, la DEA, el Departamento de Estado y el Pentágono en los últimos años.

Vale la pena conocer el prontuario de estas oficinas estadounidenses y conocer quiénes acusan a Venezuela de lo que continuamente han realizado durante toda su vida, repasando brevemente el nacimiento de la Guerra Global contra las Drogas como política de intervención y de asedio a países soberanos en

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Venezuela/Pueblo venezolano activa ofensiva socioeconómica para derrotar ataques de la derecha



15 agosto 2016, Agencia Venezolana de Noticias-AVN http://www.avn.info.ve (Venezuela)



Caracas, 15 Ago. AVN.- El presidente de la República, Nicolás Maduro, anunció que a partir del primero de septiembre, con el apoyo del poder popular, el Gobierno activará una gran ofensiva socioeconómica, con el firme propósito de derrotar la guerra no convencional perpetrada por sectores de la derecha y de esa forma consolidar la Revolución Bolivariana.

Durante un acto de entrega de tarjetas de la Gran Misión Hogares de la Patria en La Guaira, estado Vargas, el Jefe de Estado explicó que esta ofensiva se realizará a través de tres líneas de acción: la máxima protección del pueblo, el robustecimiento la Gran Misión Abastecimiento Soberano y

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Mercosul/VENEZUELA DENUNCIA A VOLTA DA TRÍPLICE ALIANÇA



2 agosto 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Tereza Cruvinel*

O tempo fechou e a paz acabou entre os parceiros do Mercosul, depois que o chanceler interino José Serra liderou o movimento para evitar que a Venezuela assumisse a presidência pro-tempore do bloco. Em seguida, ele anunciou o não reconhecimento da posse anunciada pelo presidente Nicolás Maduro, mesmo não tendo havido consenso e reunião das partes. Em comunicado oficial, divulgado nesta terça-feira,  a Venezuela denuncia a formação, pela extrema direita do sul do continente,   de uma nova Tríplice Aliança entre  Brasil, Argentina e Paraguai. Há muito tempo não havia um contencioso tão áspero entre vizinhos sul-americanos.

O comunicado diz ainda que os três países pretendem editar  “uma espécie de Operação Condor contra a Venezuela, que persegue e criminaliza seu modelo de desenvolvimento e democracia, agressão que inclusive tenta destruir a institucionalidade e legalidade do Mercosul”.  A manifestação é uma reação direta

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Angola/Embaixadora da Venezuela destaca política externa do seu país



5 julho 2016, Agência Angola Press http://www.angop.ao (Angola)

Luanda -- A embaixadora da Venezuela em Angola, Lourdes Elena Pérez Martinez, destacou nesta terça-feira, em Luanda, a política externa do seu país, baseada na promoção da paz internacional, em que reine a solidariedade, justiça e bem-estar social da humanidade.

A diplomata fez este pronunciamento durante o acto alusivo aos 205 anos da independência da Venezuela, assinalado hoje, 05 de Julho.

Segundo adiantou, a Venezuela rege-se

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Abya Yala, Pátria Grande/Venezuela extiende batalla comunicacional más allá de sus fronteras



28 junio 2016, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Caracas (PL) -- El gobierno venezolano impulsa desde hoy una cruzada para que la batalla comunicacional que libra ante una agresión mediática y planes golpistas, trascienda sus fronteras, aseguraron varias autoridades. (PLRadio)

La estrategia fue denominada por el jefe de Estado, Nicolás Maduro, como una contraofensiva para vacunar a las sociedades hermanas con un poco de verdad sobre la Revolución bolivariana, asediada por campañas manipuladoras y una guerra no convencional que pretende desaparecerla.

En el Congreso de la Patria, capítulo comunicadores, el mandatario adelantó la víspera que la prioridad será avanzar hacia América Latina y el Caribe.

Asimismo indicó que para triunfar en esa esfera, se debe