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sábado, 28 de setembro de 2019

Espionagem global/"Vigilância massiva, registo permanente", de Edward Snowden


26 Setembro 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/jf/snowden_resenha_set19.html

por Jorge Figueiredo



Edward Snowden é o Daniel Ellsberg da nossa época. O analista da Rand que teve a coragem de revelar os "Pentagon Papers" (1971) com o relato dos crimes praticados pelo imperialismo no Vietname é um digno antecessor de Snowden. Ambos caracterizam-se pelo eticismo. Fizeram-no abandonando carreiras confortáveis e assumindo riscos enormes.

O livro "Vigilância Massiva, Registo Permanente", [1] de Snowden, agora lançado em Portugal, é uma auto-biografia intelectual e política. Ela revela a evolução de um homem, extremamente talentoso do ponto de vista técnico e cuja origem social radica nas camadas médias que trabalham para o aparelho de Estado americano. Ele ingressou aos 22 anos na chamada "Comunidade da Informação" (CI) motivado sobretudo pelos sentimentos patrióticos em que acreditava.

Snowden trabalhou para a Central Intelligence Agency (CIA) e para a National Security Agency (NSA), muitas vezes através dos empreiteiros que as serviam. Começou a sua carreira como um jovem técnico desejoso de colaborar para a construção de "um mundo melhor". Acreditava nisso sinceramente e, graças ao seu enorme talento técnico, em apenas sete anos atingiu os mais altos níveis de responsabilidade operacional no aparelho mundial da CI, com acesso

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Abya Yala*/Por qué el Gobierno canadiense se enfrenta a Venezuela


Publicado el 5 julio, 2019 • 11:52, Trabajadores http://www.trabajadores.cu (Cuba) http://www.trabajadores.cu/20190705/por-que-el-gobierno-canadiense-se-enfrenta-a-venezuela/


Desde el intento de golpe de Estado de Estados Unidos a Venezuela el 23 de enero, respaldado el Grupo de Lima del cual el Gobierno Justin Trudeau es un miembro activo, los principales medios corporativos canadienses han unificado sus voces en una campaña de odio y desinformación contra la Revolución Bolivariana, haciendo énfasis en las críticas al presidente constitucionalmente electo, Nicolás Maduro.

Al mismo tiempo se ha generado un debate entre trabajadores, sindicatos y activistas sociales y políticos. Trabajadores informó semanas atrás sobre la respuesta de afiliados canadienses (más de cinco millones a través de sus sindicatos) en apoyo al derecho de Venezuela a la autodeterminación y contra la interferencia de Estados Unidos y el  Grupo de Lima en los asuntos internos de ese país. Las acciones y declaraciones a nivel de base todavía están en marcha.

En este contexto sirven de ejemplo algunos de los artículos que

terça-feira, 9 de agosto de 2016

BRICS, Rússia/A guerra das sanções: novas baixas na União Europeia/Санкционная война: новые потери Евросоюза



9 agosto 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Pyotr Iskenderov

DIRIGENTES DA UE AO SERVIÇO DOS EUA ACTUAM CONTRA OS INTERESSES DOS POVOS EUROPEUS

O Ministério do Desenvolvimento Económico russo publicou algumas estatísticas que muitos no ocidente preferem ignorar. Estas revelam que a União Europeia, EUA, Canadá, Noruega e Austrália perderam um mercado anual no valor de US$8,6 mil milhões devido às sanções que aprovaram contra a Rússia. Em tonelagem, as importações russas de alimentos daqueles países diminuíram 98,9% – de 4.331 milhões de toneladas para 46.500. "Poder-se-ia dizer que as vendas perdidas dentro do mercado da Federação Russa foram o equivalente à redução em importações agrícolas daqueles países", enfatizou uma declaração do ministro russo do Desenvolvimento Económico.

Aquele serviço também apresentou uma estimativa aproximada da

sexta-feira, 10 de junho de 2016

EUA/Sindicalistas norte-americanos apelam para que Obama e Trudeau não reconheçam Temer



9 junho 2016, Rede Brasil http://www.redebrasilatual.com.br http://www.redebrasilatual.com.br Atual (Brasil)

Coalizão dos Sindicalistas Negros engrossa o discurso de centrais contra o golpe no Brasil e pedem para que os presidentes do Canadá e dos Estados Unidos rechacem o governo interino

Fonte da Foto: Vermelho (Brasil)


São Paulo – A Coalizão dos Sindicalistas Negros (CBTU) dos Estados Unidos publicou uma resolução apelando aos presidentes Barack Obama, dos Estados Unidos, e Justin Trudeau, do Canadá, para que não reconheçam o governo interino de Michel Temer (PMDB). “A CBTU condena o golpe legislativo vigente no Brasil contra o governo eleito da presidente Dilma Rousseff”, afirma.

O documento, assinado em 26 de maio, é intitulado "Justiça e Democracia no Brasil" e reúne considerações e posicionamentos da coalizão sobre a conjuntura brasileira. “Rejeitamos veementemente os esforços de invalidar as políticas progressistas e conquistas projetadas para construir uma democracia inclusiva no Brasil e em apoio aos programas democráticos e

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Canadá/Advogados do movimento sindical canadense se manifestam contra o golpe no Brasil


Maximiliano Nagl Garcez*



EMOCIONANTE MANIFESTAÇÃO DE ADVOGADOS CANADENSES CONTRA O GOLPE NO BRASIL

Tive a grata oportunidade de participar do Congresso Anual da CALL-ACAMS (Associação Canadense de Advogados do Movimento Sindical - http://www.call-acams.com), fundada no fim dos anos 80 e que hoje congrega cerca de 250 advogados e advogadas comprometidos com a defesa dos direitos trabalhistas e com o avanço dos direitos humanos. A entidade, desde sua fundação, tem reiteradamente apoiado de forma solidária a defesa dos direitos trabalhistas em toda a América Latina.

No Congresso, realizado de

sábado, 21 de março de 2015

A VEIA TERRORISTA DE BARACK OBAMA

19 março 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

por José Goulão, Jornalista

Cartoon de Fernando Llera.

Depois de ter herdado, de início com algum pudor e sob outras designações, a guerra contra o terrorismo inventada pelo seu antecessor, Barack Obama não se limita a igualar George W. Bush no recurso a práticas terroristas como, em alguns casos – e não apenas o do record mundial de execuções extra judiciais cometidas com drones – consegue ultrapassá-lo.

A situação mais flagrante, e que contribuiu para demonstrar como os Estados Unidos são governados por um partido único, porque em matéria de violações dos direitos humanos não há quem consiga distinguir um democrata de um republicano, é a da proliferação de ameaças, tentativas e execuções de golpes de Estado.

No reinado de Obama a série faz corar de inveja alguns dos mais empedernidos falcões que

terça-feira, 25 de março de 2014

VENEZUELA LIBRA SU BATALLA POR AMÉRICA LATINA

20 marzo 2014, Sur y Sur http://www.surysur.net


El fallido intento de derribar por la fuerza al gobierno del presidente venezolano Nicolás Maduro ha evidenciado su enorme aislamiento: Latinoamérica y el Caribe cerró filas en defensa del curso democrático de la Revolución Bolivariana, mientras crecían, hasta en la prensa local, las expresiones de repudio a las acciones violentas, que dejaron un saldo de 28 muertes, destrucción, incendios, miles de vecinos inmovilizados en sus residencias, humo y gases, pánico y terror…

Fracasó el intento de injerencia hasta en la OEA, salvo por el apoyo de Estados Unidos y Canadá. Solo el gobierno de Panamá se les sumó en el intento de impedir la declaración de solidaridad con Venezuela propuesta por Bolivia y acordada por 29 gobiernos latinocaribeños. Era hora: pareciera que ya la OEA no le sirve al imperialismo para legitimar sus agresiones contra los pueblos de nuestra América.

Suena extraño que apenas dos meses después de las últimas elecciones municipales en Venezuela, que ganó holgadamente el oficialismo, se tome esta decisión de patear el tablero y buscar una “salida” inmediata, al margen de calendarios constitucionales. Pero no es tan raro si consideramos que en los últimos doce años distintas oficinas del gobierno de Washington (y de algunos países europeos) han “invertido” millones y millones de dólares -- junto con ONGs --pantallas y empresarios de varios países de la región --, para gestar un golpe, primero contra Chávez y luego contra Maduro. El botín es grande: las mayores reservas petroleras del mundo.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Brasil/"GOVERNOS DOS EUA, INGLATERRA E CANADÁ MENTEM O TEMPO TODO"



11 outubro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

Elizângela Araújo, Especial para Carta Maior

Brasília - A afirmação é do jornalista britânico Glenn Greenwald, correspondente do jornal The Guardian, ouvido pela CPI da Espionagem, do Senado, nesta quarta (9/10). Greenwald reafirmou que os governos dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra têm coletado informações de países em desenvolvimento movidos por interesses econômicos. "Sem dúvida não estão preocupados com segurança nacional ou terrorismo, como sempre alegam, mas em obter vantagens comerciais para suas empresas".

Para Glenn Greenwald, os governos desses três países têm feito o que sempre acusam a China de fazer. “A China espiona seus parceiros comerciais, mas esses governos têm usado o discurso da segurança para justificar seu aparato de espionagem". O jornalista disse que analisou apenas cerca de 2% do material obtido com o ex-colaborador da Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA), Edward Snowden, exilado na Rússia desde 1º de agosto.

Em vários momentos, Greenwald afirmou que se o Brasil, assim como qualquer outro país, quiser obter mais informações sobre os arquivos que estão em poder de Snowden, terá que lhe oferecer proteção. Segundo ele, ninguém entende tanto sobre o aparato de espionagem montado pela NSA quanto seu ex-colaborador.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Brasil/ Defesa e Segurança: Ministro defende desenvolvimento de tecnologia para proteção de dados


14 outubro 2013, Portal Brasil http://www.brasil.gov.br (Brasil)

por Portal Brasil

Felipe Barra

Setor cibernético é uma das áreas definidas como prioritárias pela Estratégia Nacional de Defesa

O ministro da Defesa, Celso Amorim, voltou a defender a necessidade de o Brasil desenvolver tecnologias próprias para a proteção de suas infraestruturas e redes de transmissão de dados. “Só teremos segurança nesse campo se desenvolvermos tecnologias nacionais, tanto em hardware quanto em software, suscetíveis de evitar a existência dos chamados backdoors”, disse.

A manifestação de Amorim ocorreu na manhã da última sexta-feira durante aula magna proferida aos alunos dos cursos de graduação e pós-graduação em Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) no bairro da Gávea, na capital fluminense.

Durante sua exposição, intitulada Segurança Internacional: Novos Desafios e o Papel do Brasil (acesse a íntegra da aula magna), o ministro enfatizou a relevância da área cibernética no mundo atual. “A cibernética tem sido tratada por muitos autores como uma nova dimensão da guerra, para além das dimensões terrestre, naval, aérea e espacial”, observou.

Amorim lembrou que o setor cibernético é, ao lado do nuclear e do espacial, uma das áreas definidas como prioritárias pela Estratégia Nacional de Defesa (END), documento que contém as diretrizes da defesa brasileira, e cuja atualização foi recentemente aprovada pelo Congresso Nacional.

Segundo o ministro, o setor cibernético é parte do esforço que vem sendo empreendido pelo país para ampliar sua dissuasão e nacionalizar sua produção. “Hoje o desenvolvimento de capacidades autônomas na indústria de defesa é um objetivo fundamental de nossa política”, ressaltou.

No decorrer da aula, o ministro da Defesa mencionou as recentes denúncias de espionagem eletrônica de cidadãos, empresas e órgãos estatais brasileiros, incluindo a Presidência da República, pela Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês). Essa denúncias levaram a presidenta Dilma Roussef a adiar a viagem que faria este mês a Washington.

Amorim reproduziu as palavras da presidenta do Brasil na abertura da 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas, no mês passado, alertando a comunidade internacional para a necessidade de se evitar o uso do espaço cibernético como arma de guerra, por meio da espionagem e ataques contra sistemas de outros países.

Ele também classificou como “infundada e descabida” a utilização da ideia de combate ao terrorismo como justificativa para a coleta de informações de cidadãos e órgãos públicos de países como o Brasil.

Grupo de defesa cibernética
No início de setembro, o Ministério da Defesa criou um grupo de trabalho para estudar medidas com o objetivo de fortalecer os mecanismos de proteção das redes das instituições que compõem

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Angola pede sistema monetário internacional mais 'justo'

Luanda, 29 setembro 2009 (Lusa) - O vice-ministro angolano da Economia, Job Graça, disse que Angola defende um sistema monetário e financeiro internacional "funcional e justo" para o desenvolvimento da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Graça discursou na abertura, nesta terça-feira, da 13ª edição das Jornadas Técnico-Científicas da Fundação Eduardo dos Santos (Fesa), que durante três dias acontecerão em Luanda sob o tema "Angola Face à Nova Ordem Econômica Mundial".

Segundo o vice-ministro, o Governo angolano tem defendido políticas que têm como objetivo reconstruir e desenvolver as infraestruturas para a integração física dos vários países da SADC, que levam à redução de custos de operação e à promoção do comércio regional, com a ajuda do setor privado.

"Na medida em que o desenvolvimento da sub-região exige financiamentos em forma de concessão de instituições internacionais, Angola advoga um sistema monetário e financeiro internacional funcional e justo", afirmou.

Job Graça falou sobre os efeitos da crise econômica e financeira internacional em Angola e às medidas adotadas pelo Governo para minimizar suas perdas, e destacou que o plano elaborado pelas autoridades já permitiu reduzir a pressão sobre as reservas internacionais, sob a expectativa de que este ano a economia não tenha contração.

Palestrantes brasileiros participam das jornadas da Fesa, assim como de Portugal, Espanha, Estados Unidos, Alemanha, China, Índia, Inglaterra, Canadá e Nigéria.

O evento ainda terá a participação de representantes da União Africana (UA) e do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Colombia/FARC califican de ''traición a la patria'' entrega de bases militares a EE.UU.



Las FARC denunció la "injerencia en el poder judicial" y la "obstrucción a la justicia" llevada a cabo por el presidente Uribe. (Foto:Archivo)

"La imagen que proyecta Uribe es la de un loco acusando a todo el mundo de terrorista: tanto a personas como a gobiernos; pero el verdadero terrorista es él", señala el texto de las FARC.

29 julio 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) condenaron la instalación de bases militares estadounidenses en la nación y calificaron tal acción como una "traición a la patria", en un comunicado escrito el 25 de julio y difundido este miércoles.

A través del documento, la guerrilla colombiana denuncia que el presidente de ese país, Álvaro Uribe, "ha permitido al terrorismo transnacional de los Estados Unidos, en repudiable acto de traición a la patria, instalar en el país sus bases de agresión que apuntarán no sólo contra el pueblo, sino contra los gobiernos progresistas del continente".

Además afirma que "Uribe fue elegido presidente con los dineros y la intimidación de las armas de los terroristas paramilitares y narcos. Es el autor de la actual hecatombe humanitaria de Colombia".

A continuación, el comunicado íntegro de las FARC:

URIBE, EL TERRORISTA

La alharaca del presidente Uribe de hace unos días ante la orden de captura contra el ex ministro Juan Manuel Santos, librada por el juez de Sucumbíos, tiene que ver con el espanto de mirarse en su propio espejo futuro. De inmediato salió a decir que ese era un ataque contra el país. ¿Desde cuándo el ministro de los "falsos positivos" y del terrorismo de estado se convirtió en la encarnación de Colombia? No señores. Santos debe responder por el homicidio de Franklin Aisalia. El ciudadano ecuatoriano fue capturado vivo en su propio país y traído a Colombia luego de ser asesinado a golpes con objeto contundente, como lo determinó la experticia de la Fiscalía de la hermana nación.

La imagen que proyecta Uribe es la de un loco acusando a todo el mundo de terrorista: tanto a personas como a gobiernos; pero el verdadero terrorista es él. Uribe fue elegido presidente con los dineros y la intimidación de las armas de los terroristas paramilitares y narcos. Es el autor de la actual hecatombe humanitaria de Colombia. Hoy le ha permitido al terrorismo trasnacional de los Estados Unidos, en repudiable acto de traición a la patria, instalar en el país sus bases de agresión que apuntarán no sólo contra el pueblo, sino contra los gobiernos progresistas del continente.

Cuando viajó al Canadá lo hizo con una carpeta repleta de terroristas imaginarios demandando su extradición. Eran los familiares de Raúl Reyes que forzosamente tuvieron que asilarse en aquel país ante la irracional persecución del tirano. Sus ojos, el copete alterado, el chillido de su voz son el talante de un hombre síquicamente deteriorado. El mono sabe en qué palo trepa y por esa razón no se le ocurrirá jamás bombardear al Canadá, como lo hizo con Ecuador.

Vale la pena que se evalúe la salud mental de este Presidente, quien se cree el propio McCarthy, en persona, abogando más allá de las fronteras por la criminalización del pensamiento. Con la anuencia del gobierno de Calderón sacó de México al profesor universitario Miguel Ángel Beltrán acusándolo de ser integrante de las FARC, cuando no lo es y nunca lo ha sido. Ahora pide a través de un juez la extradición de la estudiante mexicana Lucía Morett bajo el mismo cargo, cuando lo que debe es responder por su infame agresión contra ella, por lesiones personales, y por el cobarde asesinato de cuatro estudiantes mexicanos.

A Uribe lo esperan los tribunales. Hay siete relatores de Naciones Unidas en Colombia investigando los "falsos positivos" o crímenes de Estado, el desplazamiento forzoso, las detenciones masivas, su injerencia en el poder judicial y su obstrucción a la justicia. Anda desesperado buscando impunidad. Muchos de sus seguidores ya están dando un paso al costado. Por eso es comprensible que se la juegue a muerte por su lugarteniente Santos.

Comisión Internacional de las FARC-EP

Montañas de Colombia, julio 25 de 2009

terça-feira, 16 de junho de 2009

Tratado sobre Recursos Genéticos Vegetais para Agricultura e Alimentação

Brasil Livre de Transgênicos *

12 junio 2009/Adital-Agência de Informação Frei Tito para a América Latina
http://www.adital.com.br

Foi realizada na Tunísia, África, na última semana, a Terceira Sessão do Órgão Gestor do Tratado Internacional sobre Recursos Genéticos Vegetais para Agricultura e Alimentação da FAO/ONU (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação).

Num lance impressionante e histórico, a delegação do governo brasileiro foi capaz de reverter o clima de impasse que reinava na reunião com relação à implementação do Art. 9 da do Tratado, que trata dos Direitos dos Agricultores.

Durante quatro dias de difíceis negociações, as delegações da Europa, da América Latina e da África enfrentaram os esforços do Canadá no sentido de impedir qualquer acordo sobre o tema.

Segundo informe produzido pelo Grupo ETC, uma das ONGs presentes à reunião, "Angola, Brasil, Equador, Holanda, Noruega e Suíça merecem reconhecimento especial por colocarem em primeiro lugar o papel crucial dos camponeses na conservação e melhoramento dos recursos genéticos das plantas."

As organizações da sociedade civil presentes no encontro tiveram um papel fundamental para garantir o avanço das negociações. E a resolução finalmente aprovada pela plenária rompeu com as práticas convencionais da ONU ao convocar as organizações de agricultores a se envolverem em cada aspecto do Tratado.

Conforme expressou Wilhemina Pelegrina, diretora da SEARICE, uma organização filipina que se dedica à defesa dos direitos dos agricultores, a resolução que foi lida pelo Brasil à meia noite de quinta-feira diante de uma plenária exausta, "apesar de ser breve em compromissos firmes e dependente de financiamento, representa um grande passo a frente em décadas de luta pelo reconhecimento e pela instrumentalização dos direitos dos agricultores na FAO".

Através da nova Resolução, o órgão gestor do Tratado, entre outros importantes pontos:

(xi) Convida cada País Parte [do Tratado] a considerar uma revisão e, se necessário, ajustar suas medidas nacionais que possam afetar a efetivação dos direitos dos agricultores de acordo com o disposto no Artigo 9 do Tratado, para proteger e promover os direitos dos agricultores;

(xiii) Solicita à Secretaria que organize oficinas regionais sobre direitos dos agricultores, na medida em que permitir o orçamento, com o objetivo de discutir experiências nacionais sobre a implementação dos direitos dos agricultores, envolvendo, de forma apropriada, organizações de agricultores e outros atores;

(xiv) Solicita que a Secretaria recolha visões e experiências submetidas pelos Países Parte e outras organizações relevantes e relatórios das oficinas regionais como base para um item da agenda para consideração do Órgão Gestor em sua quarta sessão [daqui a 18 meses], e para disseminar informações relevantes via página eletrônica do Tratado, quando apropriado; e

(xv) Aprecia o envolvimento das organizações dos agricultores na continuidade dos trabalhos, de forma apropriada, de acordo com o regimento interno definido pelo Órgão Gestor.

Mas, apesar dos inegáveis avanços, as organizações de agricultores têm ciência de que grandes lacunas restam por ser resolvidas. Como bem resumiu o informe do Grupo ETC, "ainda nos preocupa que o Tratado da FAO sobre Recursos Fitogenéticos ponha ênfase na soberania nacional, acima da conservação dos recursos genéticos e dos direitos dos agricultores. As leis nacionais de sementes podem, por exemplo, impedir ou dificultar que agricultores conservem, intercambiem e vendam suas sementes."

No caso brasileiro há duas questões objetivas que poderão ser beneficiadas pela nova Resolução.

Primeiro, é preciso lembrar que neste exato momento a Casa Civil negocia com os ministérios a substituição da atual Lei de Cultivares (9.456/97) por uma nova. Conforme relatamos no Boletim 441, as mudança propostas vão no sentido de restringir o direito ao uso próprio de sementes pelos agricultores, instituir a cobrança de royalties sobre a colheita e impor, além disso, severas penalidades aos infratores. Segundo a proposta, o período de validade das patentes também seria estendido e elas passariam a englobar todos os gêneros e espécies vegetais.

Tudo isso bate exatamente de frente com o que determina a Resolução apresentada pelo Brasil na FAO e aprovada na última semana na Tunísia.
Não seria de bom tom o governo brasileiro defender nobremente os direitos dos agricultores no âmbito do Tratado Internacional da FAO, incentivando uma lista de outros países a fazerem o mesmo, e, chegando em casa, implementar justamente o contrário, encaminhando ao Congresso um Projeto de Lei destinado a estraçalhar os direitos dos agricultores. Aliás, os direitos que ainda restam, considerando todas as restrições já impostas pela atual Lei de Cultivares e pela Lei de Sementes e Mudas (10.711/03) e seu decreto regulamentador (5.153/04).

Outro ponto diretamente relacionado ao tema é o Projeto de Lei de Acesso aos Recursos Genéticos, há anos em negociação entre sociedade civil e governo (o assunto é regulado por medida provisória desde 2001). Também neste caso, o Ministério da Agricultura tem liderado as discussões no governo e podem resultar do processo medidas que reduzam ao mínimo os direitos dos agricultores e beneficiem as grandes empresas.

Vamos esperar que a posição do Brasil brilhantemente defendida na FAO não seja para inglês ver.

Com informações de:
- Nota à imprensa do Grupo ETC, 05/06/2009.
http://www.etcgroup.org/es/materiales/publicaciones.html?pub_
id=755

- A proposta apresentada pelo Brasil pode ser consultada, em inglês, no seguinte endereço:
http://www.aspta.org.br/politicas-publicas/biodiversidade/Farmers
%20Rights%20FAO.pdf/view

Está no ar o novo boletim de áudio produzido pela Agência Pulsar e AS-PTA, neste número tratando dos projetos de lei no Congresso Nacional que pretendem acabar com a rotulagem dos alimentos transgênicos.

http://www.brasil.agenciapulsar.org/nota.php?id=4651

* Da Campanha Por Um Brasil Livre de Transgênicos

Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil

Para receber o Boletim de Notícias da Adital escreva a adital@adital.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2009

China invertirá mil millones de dólares en Ecuador

Rafael Correa insistió en que todo ello es prueba de que ''nuestra política económica está siendo reconocida a nivel mundial, pero aquí todavía hay algunos críticos desfasados que insisten en sus viejas fórmulas de tratados de libre comercio''.

6 abril 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

El presidente de Ecuador, Rafael Correa, notificó este sábado durante su programa sabatino 'Diálogo con el Presidente' que ha recibido una oferta de inversión china por mil millones de dólares para el desarrollo de proyectos de infraestructura en el país.
Durante la transmisión de su informe semanal de labores, Correa precisó que se reunió esta semana con representantes del Banco de Desarrollo de China.
"China nos ofrece, para iniciar, mil millones de dólares para proyectos de infraestructura y nosotros vamos pagando poco a poco con nuestro petróleo", explicó.
Para el mandatario ecuatoriano, se trata de una "complementariedad perfecta", pues el país asiático "tiene excedente de recursos financieros pero déficit en naturales, sobre todo en hidrocarburos, mientras que en Ecuador ocurre lo contrario".
Diego Borja, ministro coordinador de la Política Económica de Ecuador, adelantó el pasado jueves que el Gobierno ha decidido perfeccionar, durante un plazo de 60 días, una proposición de financiación del Banco de Desarrollo de China por mil millones de dólares para proyectos estratégicos, sobre todo petroleros y de energía.
"En estos próximos días se va a configurar una comisión y una oficina con el Banco de China para que estos mil millones puedan llegar a lo largo de este año", explicó el ministro.
A pesar de la crisis, continuó Correa, Ecuador está recibiendo apoyo de otras naciones como China.
"Hemos superado esta crisis con muchísimo éxito, talento y con mucha suerte también", dijo Correa.
Por otra parte, criticó a quienes consideran que se debe insistir en financiación del Fondo Monetario Internacional (FMI), algo que él llama una "estrategia de humillación".
"Ahora con una estrategia soberana, digna, yendo hacia otros sectores, Irán, Rusia, China, Canadá, no saben cuánta inversión y financiamiento nos está viniendo", anotó el gobernante.
Igualmente, el mandatario sudamericano insistió en que todo ello es prueba de que "nuestra política económica está siendo reconocida a nivel mundial, pero aquí todavía hay algunos críticos desfasados que insisten en sus viejas fórmulas de tratados de libre comercio, de liberalización, firma con el fondo monetario, que nos arrodillémonos ante Wall Street".

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/46667-NN/china-invertira-mil-millones-de-dolares-en-ecuador/

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Brasil/Empresas de mineração negociam irregularmente bilhões em ouro da Serra Pelada

Dossiê denuncia que as mineradoras Phoenix Gems e Colossus Minerals estariam coordenando um golpe bilionário na região da Serra Pelada. Uma sucessão de ingerências, propinas e irregularidades que atingiriam os direitos de milhares de garimpeiros, além de lesar a União.

João Carvalho da Costa, enviado especial a Eldorado dos Carajás (PA)

18 fevereiro 2009/Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br

O Sindicato dos Garimpeiros de Serra Pelada (Singasp) entregou ao jornal Brasil de Fato um dossiê-denúncia sobre a atual disputa pelo ouro de Serra Pelada. Segundo o documento, o que está em questão é uma série de irregularidades na parceria entre a Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp) e a empresa canadense Colossus Geologia e Participações Ltda, pelo direito de "pesquisa, desenvolvimento e a lavra do minério primário (subterrâneo) de ouro e todos os outros metais e minerais associados que vierem a ser encontrados na área abrangida pelo Alvará de Pesquisa nº 1485, Processo DNPM nº 850.425/1990".
Uma área de 100 hectares, que pode conter, de acordo com as primeiras sondagens, entre outros minérios, cerca de 600 toneladas de ouro (avaliadas hoje em aproximadamente R$ 42 bilhões), cujo direito à exploração estaria sendo irregularmente repassado, por cerca de R$ 16 milhões (mais prêmios, proporcionalmente restritos), para grupos internacionais explorarem, de início, cerca de 75 % e, conseqüentemente, especularem nos websites e bolsas do mundo.
Nosso jornal pôde averiguar que a empresa canadense, de fato, já está anunciando as perspectivas de exploração em seu site (www.colossusminerals.com ) Constatamos também que suas ações tiveram um grande salto após os anúncios da operação e a realização do IPO de suas ações antes mesmo de se consolidar totalmente o convênio (www.stockcharts.com).

"Eu sei muito mais..."

"Eu também ouvi falar que os garimpeiros de Serra Pelada estão insatisfeitos com a maneira pela qual o acordo com a Colossus Minerals foi a única proposta apresentada na assembléia, e que pelo menos 1, ou talvez 2 outras propostas foram escondidas debaixo da mesa para dar à Colossus Minerals a única possibilidade de voto, sem mencionar as ligações que a Colossus Minerals tem com a Vale (CVRD), que os garimpeiros ficariam muito revoltados ao saberem. (...) Pensem em tudo que será trazido à tona pelo que vocês estão prestes a fazer neste caso. Eu sei muito mais do que vocês podem imaginar".

Este é um trecho do e-mail que teria sido enviado, de acordo com o Singasp, no dia 31 de dezembro de 2008, por Brent E. Smith, executivo da mineradora estadunidense Phoenix Gems, a alguns executivos da canadense Colossus Minerals (em especial a Eric Roblin). Smith estaria reivindicando junto aos executivos da Colossus a sua parte na negociação das toneladas de ouro de Serra Pelada – segundo ele, obtidas de maneira irregular pelos canadenses da Colossus, via seus representantes no Brasil, junto à Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp). Smith teria alegado que os sócios da Phoenix Gems do Brasil LTDA, Verônica Campos Lima e Artaxerxes Campos Carvalho Lima, não poderiam ter consumado o contrato sem a sua participação.

Ou seja, Verônica e Artaxerxes teriam feito um contrato irregular com a Colossus em junho de 2007, à sua revelia. Contatado por Brasil de Fato, Brent E. Smith confirmou o envio do e-mail e a irregularidade do contrato. Questionado sobre as alegadas "ligações que a Colossus Minerals tem com a Vale (CVRD)", Brent disse: "olhe, eu realmente não pretendo entrar nesse tipo de discussão nesse momento, eu não quero criar muitos problemas em jornais e na mídia (…). Eu ouvi algumas coisas, eu não tenho certeza das conexões (…) algumas pessoas que são empregadas da Colossus foram anteriormente empregadas pela CVRD".

Consta do dossiê que o contrato entre as representantes no Brasil das empresas da América do Norte (EUA e Canadá) era imprescindível para que a canadense Colossus consumasse sua transação junto aos garimpeiros da Coomigasp, já que esta cooperativa tinha um convênio anterior com a Phoenix que conflitaria com a nova jogada. A Colossus teria firmado então um contrato paralelo com a Phoenix (dias antes de ser consumada sua parceria com a Coomigasp!), assegurando paralelamente o repasse de 15% do total dos negócios futuros advindos do convênio entre a mineradora canadense e a cooperativa brasileira. Em troca, a Phoenix Gems do Brasil teria passado uma procuração para a Colossus Geologia representá-la amplamente nos negócios afins com a Coomigasp.

" Verônica e Artaxerxes irão para a prisão e sem dinheiro nenhum desta operação. O contrato que vocês fizeram com a Phoenix Gems Brasil Ltda, bem como o acordo com a Coomigasp serão decretados nulos e sem efeito, trazendo a situação de volta para o mesmo cenário", escreveu Brent, que confirmou por telefone as responsabilidades de Verônica e Artaxerxes pela operação. O jornal ainda não conseguiu falar com os dois para ouvir suas versões sobre os fatos.

Burlando a Constituição brasileira

O Movimento dos Trabalhadores da Mineração (MTM) afirma que tais convênios com a Coomigasp não estariam relacionados apenas à posse do "Alvará de Pesquisa nº 1485", mas também a uma maneira de aparentemente contemplar a Constituição Federal Brasileira, a qual assegura, em seus Artigo 17, 21 e 174, "que as jazidas, em lavra ou não, e demais recursos minerais e os potenciais de energia hidráulica constituem propriedade distinta do solo, para efeito de exploração ou aproveitamento, e pertencem à União, garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra"; competindo à União "estabelecer as áreas e as condições para o exercício da atividade de garimpagem, em forma associativa"; além do que, "como agente normativo e regulador da atividade econômica, o Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento"; bem como "favorecerá a organização da atividade garimpeira em cooperativas, levando em conta a proteção do meio ambiente e a promoção econômico-social dos garimpeiros"; tendo finalmente tais cooperativas "prioridade na autorização ou concessão para pesquisa e lavra dos recursos e jazidas de minerais garimpáveis, nas áreas onde estejam atuando".

Numa das últimas mensagens de Brent, no final do ano passado, enviada para os executivos da Colossus Minerals (agora incluindo Ari Sussman, Chefe Executivo; e Vic Wall, seu presidente), depois de se dizer preocupado com "a maneira irregular como foi feita a negociação" e "sensibilizado" com relação ao "povo de Serra Pelada sofrendo por tanto tempo", Brent estabeleceu um preço para os executivos da Colossus: "(...)saibam que eu não vou aceitar nada inferior a USD 10.000.000,00 e 1% líquido dos royalties. Isso tudo para eu permitir que continue a ser válido o contrato, assim que eu for reintegrado à Phoenix Gems Brasil LTDA". (A tradução dos e-mails foi providenciada pelo próprio sindicato, e revisada pelo jornal – a íntegra em inglês pode ser conferida em nosso site).

Perguntado sobre a veracidade destas informações, Brent confirmou que teria pedido este valor e que os executivos da Colossus teriam sugerido que ele levasse adiante suas reivindicações entrando na justiça brasileira. Brent ainda disse ao jornal que, agora, pretende reivindicar 30% dos royalties da negociação e repassá-los integralmente para a cooperativa dos garimpeiros.

A reportagem tentou localizar os executivos Eric Roblin, Ari Sussman e Vic Wall, mas estes não se encontravam nos seus contatos disponíveis na internet. As mensagens de Brent para a Colossus, no entanto, trariam à tona muito mais coisas do que ele próprio também poderia imaginar... (Leia mais na edição 312 do Brasil de Fato)

http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/empresas-internacionais-de-mineracao-negociam-irregularmente-bilhoes-em-ouro-de-serra-pelada

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Angola pode subir ao terceiro lugar entre os produtores de diamantes

Luanda, Angola, 4 novembro 2008 - Angola pode tornar-se um dos três maiores produtores mundiais de diamantes em 2010, se for atingido nesse ano o volume de produção previsto, na ordem dos 19 milhões de carates, face aos sete milhões registados em 2006, de acordo com a consultora KPMG.

A previsão consta de um estudo sobre o sector bancário angolano divulgado em Luanda pela KPMG, que avança que, com o desígnio de exportar um produto com maior valor acrescentado, a Endiama está a criar a segunda unidade industrial de corte e lapidação, na Lunda-Sul, prevendo-se que esta unidade produza mensalmente o equivalente a 20 milhões de dólares.

De acordo com o estudo, a Endiama encontra-se igualmente a desenvolver um projecto visando a criação de uma unidade de produção de artefactos de joalharia.

A empresa estatal vai formar 400 joalheiros, numa altura em que o país continua a ser um dos destinos preferenciais do investimento directo estrangeiro (IDE) no conjunto dos países da África Subsahariana.

O sector diamantífero de Angola revela um enorme potencial de crescimento, expressa o documento, ao mesmo tempo que dá conta de que o sector viu o seu crescimento reduzido em 2007 devido a condições climatéricas adversas.

Apesar disso, e socorrendo-se de dados do FMI, o estudo revela que Angola duplicou o valor das exportações, de 790 milhões de dólares em 2004 para mais de mil milhões de dólares (1,6 mil milhões) em 2007, tornando-se no quinto maior produtor mundial em termos de valor, numa lista liderada pelo Botswana e seguido da Rússia, Canadá e África do Sul. (macauhub)

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Antropólogos debaten en México sobre los primeros pobladores del continente


Ante las evidencias que se tienen sobre la llegada del hombre a México, el experto de esa nación manifestó que "son los esqueletos humanos que están fechados: uno es el esqueleto a la mujer del peñón de los baños que tiene doce mil 700 años, tenemos de diez mil 500 y tenemos de siete mil 500 y cuatro mil 500 años".

26 agosto 2008/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Nuevas teorías acerca de cómo llegaron los primeros pobladores al continente americano durante la época de la glaciación fueron expuestas en Ciudad de México por antropólogos de varios países la pasada semana.

En principio, se cree que los primeros hombres que llegaron al continente americano durante la era del hielo provenían de Asia nororiental, siguiendo a los mamíferos, de los cuales se alimentaban, conociéndose así la "teoría del poblamiento tardío".

Teoría que ha predominado desde mediados hasta la última década del siglo XX. Sostiene que un grupo de seres humanos ingresó al continente americano en el periodo en que disminuyó el nivel de las aguas, durante la era del hielo.

Un especialista de la Universidad de Colorado, presente en México, Seteven Holen, manifestó que hay efectos en cráneos y huesos encontrados, "que sólo pueden haber sido causados por humanos", lo cual indica que "los humanos comenzaron a llegar a Norteamérica cuando Canadá estaba cubierto de hielo".

Al momento de congelarse las aguas se establecieron conexiones que, según la teoría más sustentada, permitieron que el hombre se encontraba en Siberia pasara al continente americano a través del Estrecho de Bering, que separa a Asia de América.

Sin embargo, ésta no es la única hipótesis que actualmente se maneja.

Por su parte, la antropóloga argentina Laura Miotti explicó que, en la actualidad, "las hipótesis que se manejan son las de la costa pacífica, la de Bering también, la de la costa atlántica y bueno, hay una que no tiene mucho chance de comprobarse que es vía Antártida, desde Australia hacia la Patagonia de Suramérica".

Durante muchos años, los antropólogos han estudiado el fenómeno echando mano de las huellas de los pies, fragmentos de cráneo y restos de proyectiles fosilizados encontrados.

"Se han encontrado otras evidencias, como son huesos de animales que han sido triturados o usados por los humanos", dijo el antropólogo mexicano José Concepción.

Hasta la fecha, los restos óseo a humanos más antiguos que han aparecido en América se han ubicado en México.

Ante las evidencias que se tienen sobre la llegada del hombre a México, el experto de esa nación manifestó que "son los esqueletos humanos que están fechados: uno es el esqueleto a la mujer del peñón de los baños que tiene doce mil 700 años, tenemos de diez mil 500 y tenemos de siete mil 500 y cuatro mil 500 años".

Es gracias a todas esas evidencias que se sabe que no hubo una sola inmigración, sino que, a través de miles de años, diferentes grupos humanos de diversos orígenes llegaron a este continente siguiendo rutas distintas.

El debate científico sobre la llegada del los primeros pobladores a América se desató a inicios del siglo XX y continúa hasta nuestros días.

Se calcula que los primeros llegaron entre 25 y 30 mil años atrás, pero la verdad es que no existe una fecha precisa de cuándo esto ocurrió.

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/31905-NN/antropologos-debaten-en-mexico-sobre-los-primeros-pobladores-del-continente/

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Canada: PRIMER MINISTRO PIDE PERDÓN A EX ALUMNOS DE LAS ESCUELAS INTERNADOS DE NIÑOS NATIVOS

Canwest News Service Canwest Servicio de Noticias. Publicado: miércoles, 11 de junio de 2008


Fuente: Ukhamawa http://ukhamawa.blogspot.com

17 junio 2008

(Texto en español, en negritas)*

The prepared text of the apology Prime Minister Stephen Harper delivered in the House of Commons on Wednesday.
Texto de la disculpa del Primer Ministro Stephen Harper presentado a la Cámara de los Comunes el miércoles. Paragraphs in parentheses were spoken in French: Los párrafos entre paréntesis se hablan en francés:

Mr. Speaker, I stand before you today to offer an apology to former students of Indian residential schools.
Señor Presidente, me presento hoy ante ustedes para ofrecer una disculpa a los ex alumnos de las escuelas-internados de niños nativos.

The treatment of children in indian residential schools is a sad chapter in our history. El tratamiento de los niños en las escuelas internados es un triste capítulo de nuestra historia. (por más de un siglo las escuelas internados separaron a más de 150,000 niños nativos de sus familias y sus comunidades).

In the 1870's, the federal government, partly in order to meet its obligation to educate aboriginal children, began to play a role in the development and administration of these schools. En 1870, el gobierno federal, en parte, a fin de cumplir con su obligación de educar a los niños nativos, comenzó a desempeñar un papel en el desarrollo y la administración de estas escuelas.

Two primary objectives of the residential schools system were to remove and isolate children from the influence of their homes, families, traditions and cultures, and to assimilate them into the dominant culture. Dos fueron los objetivos principales del sistema de escuelas-internados: eliminar y aislar a los niños de la influencia de sus hogares, las familias, las tradiciones y culturas para asimilarlos a la cultura dominante.

These objectives were based on the assumption aboriginal cultures and spiritual beliefs were inferior and unequal. Estos objetivos se basaban en el supuesto de que las culturas originarias y creencias espirituales eran inferiores y desiguales.

Indeed, some sought, as it was infamously said, "to kill the Indian in the child." De hecho, algunos lo vieron, tal como vulgarmente se dijo, "para matar al indio que hay dentro del niño."

Today, we recognize that this policy of assimilation was wrong, has caused great harm, and has no place in our country. Reconocemos que esta política de asimilación fue un error, que ha causado gran daño y hoy no tiene cabida en nuestro país.

132 schools financed by the federal government were located in all provinces and territories with the exception of Newfoundland, New Brunswick and PEI. 132 escuelas financiadas por el gobierno federal se localizaron en todas las provincias y territorios, con excepción de Terranova, Nueva Brunswick y la Isla del Príncipe Eduardo.

Most schools were operated as "joint ventures" with Anglican, Catholic, Presbyterian or United Churches.
La mayoría de las escuelas operaron como "joint ventures" con las iglesias Anglicana, Católica y Presbiteriana e Iglesias Unidas.

The government of Canada built an educational system in which very young children were often forcibly removed from their homes, often taken far from their communities. El gobierno de Canadá construyó un sistema educativo en el que los niños nativos desde muy pequeños fueron separados por la fuerza de sus hogares y lejos de sus comunidades.

Many were inadequately fed, clothed and housed. Muchos sufrieron carencias en la alimentación y el vestuario.

All were deprived of the care and nurturing of their parents, grandparents and communities.
Todos ellos fueron privados de la atención y el cuidado de sus padres, abuelos y comunidades.

Las First Nations, Inuit and Metis languages and cultural practices were prohibited in these schools. Las lenguas y prácticas culturales de las Primeras Naciones, de los pueblos Inuit y Metis, fueron prohibidas en estas escuelas.

Tragically, some of these children died while attending residential schools and others never returned home. Trágicamente, algunos de estos niños murieron mientras asistían a las escuelas-internados y otros nunca regresaron a sus hogares.

The government now recognizes that the consequences of the Indian residential schools policy were profoundly negative and that this policy has had a lasting and damaging impact on aboriginal culture, heritage and language. El gobierno ahora reconoce que las consecuencias de la política de estas escuelas- internados fueron profundamente negativas y que esta política ha tenido un impacto duradero y perjudicial sobre las culturas originarias, su patrimonio y su lengua.

While some former students have spoken positively about their experiences at residential schools, these stories are far overshadowed by tragic accounts of the emotional, physical and sexual abuse and neglect of helpless children, and their separation from powerless families and communities. Mientras que algunos antiguos alumnos se han pronunciado positivamente sobre sus experiencias en los internados, estas historias lejos son ensombrecidas por trágicas referencias del abuso emocional, físico y sexual, así como el abandono de niños indefensos, y la separación de sus impotentes familias y comunidades.

The legacy of Indian residential schools has contributed to social problems that continue to exist in many communities today. El legado de los internados de niños nativos ha contribuido a los problemas sociales que siguen existiendo en muchas comunidades el día de hoy.

It has taken extraordinary courage for the thousands of survivors that have come forward to speak publicly about the abuse they suffered. Miles de sobrevivientes han tomado el coraje y valentía para presentarse y hablar públicamente sobre el abuso que sufrieron.

It is a testament to their resilience as individuals and to the strength of their cultures. Es un testimonio de su resistencia como personas y de la fuerza de sus culturas.

Regrettably, many former students are not with us today and died never having received a full apology from the government of Canada. Lamentablemente, muchos estudiantes no están hoy con nosotros, pues murieron antes de haber recibido nunca una completa disculpa del gobierno de Canadá.

The government recognizes that the absence of an apology has been an impediment to healing and reconciliation. El gobierno reconoce que la ausencia de perdón ha sido un impedimento para la sanación y la reconciliación.

Therefore, on behalf of the government of Canada and all Canadians, I stand before you, in this chamber so central to our life as a country, to apologize to aboriginal peoples for Canada's role in the Indian residential schools system. Por lo tanto, en nombre del gobierno de Canadá y todos los canadienses, me presento ante ustedes, en esta sala tan fundamental para nuestra vida como país, para pedir perdón a los pueblos originarios de nuestro país, por el papel que cumplió Canadá con el sistema de los internados para niños nativos.

To the approximately 80,000 living former students, and all family members and communities, the government of Canada now recognizes that it was wrong to forcibly remove children from their homes and we apologize for having done this. Para los sobrevivientes que son alrededor de 80.000 ex-alumnos, asi como también a todos los miembros de sus familias y comunidades, el gobierno de Canadá reconoce que se equivocó al sacar a los niños por la fuerza de sus hogares y pedimos perdón por haber hecho esto.

We now recognize that it was wrong to separate children from rich and vibrant cultures and traditions, that it created a void in many lives and communities, and we apologize for having done this. Reconocemos que fue un error separar a los niños de las ricas y fuertes culturas y tradiciones de los pueblos originarios, y que esto creó un vacío en la vida de muchas personas y comunidades, y nos disculpamos por haber hecho esto.

We now recognize that, in separating children from their families, we undermined the ability of many to adequately parent their own children and sowed the seeds for generations to follow, and we apologize for having done this. Reconocemos que al separar a los niños de sus familias, socavamos la capacidad de muchos padres para criar de manera adecuada a sus propios hijos y pudieran sembrar semillas para las generaciones siguientes, les pedimos disculpas por haber hecho esto.

We now recognize that, far too often, these institutions gave rise to abuse or neglect and were inadequately controlled, and we apologize for failing to protect you. Reconocemos que, con demasiada frecuencia, estas instituciones dieron lugar a abusos o negligencias que fueron inadecuadamente controladas, y nos disculpamos por haber fallado en protegerlos.

Not only did you suffer these abuses as children, but as you became parents, you were powerless to protect your own children from suffering the same experience, and for this we are sorry. No solamente ustedes sufrieron estos abusos cuando niños, sino que ustedes al convertirse en padres, sintieron que eran impotentes para proteger a sus propios hijos y evitar así que sufrieran la misma experiencia, y por ello nos arrepentimos.

The burden of this experience has been on your shoulders for far too long. El agobio de esta experiencia ha estado en sus hombros demasiado tiempo.

The burden is properly ours as a government, and as a country. Reconocemos que este agobio es nuestro como gobierno y como país.

There is no place in Canada for the attitudes that inspired the indian residential schools system to ever again prevail. No hay lugar en Canadá para que las actitudes que alguna vez inspiraron el sistema de escuelas internados de niños nativos, vuelvan a prevalecer.

You have been working on recovering from this experience for a long time and in a very real sense, we are now joining you on this journey. Ustedes han estado trabajando en recuperarse de esta experiencia desde hace mucho tiempo y en un sentido muy real, estamos ahora uniéndonos a ustedes en esta jornada.

The government of Canada sincerely apologizes and asks the forgiveness of the aboriginal peoples of this country for failing them so profoundly. El gobierno de Canadá se disculpa sinceramente y pide el perdón de los pueblos originarios de este país por haberles fallado tan profundamente.

(Nous le regrettons.) (Nous le regrettons.) We are sorry. Lo sentimos.

In moving towards healing, reconciliation and resolution of the sad legacy of Indian residential schools, implementation of the indian residential schools settlement agreement began on September 19, 2007.
La puesta en práctica de este acuerdo de reconciliación se inició el 19 de septiembre de 2007. Es una acción para avanzar hacia la curación, la reconciliación y dejar atrás el triste legado de las escuelas internados de niños nativos.

Years of work by survivors, communities, and aboriginal organizations culminated in an agreement that gives us a new beginning and an opportunity to move forward together in partnership. Años de trabajo de los supervivientes, las comunidades y organizaciones originarias culminaron en un acuerdo que nos abre un nuevo camino y oportunidad para avanzar juntos.

A cornerstone of the settlement agreement is the Indian residential schools truth and reconciliation commission. Una piedra angular de la solución es la Comisión de Verdad y Reconciliación de las escuelas de internados de niños nativos.

This commission presents a unique opportunity to educate all Canadians on the Indian residential schools system. Esta comisión presenta una oportunidad única para educar a todos los canadienses en lo que fue el sistema de escuelas internados de niños nativos.

It will be a positive step in forging a new relationship between aboriginal peoples and other Canadians, a relationship based on the knowledge of our shared history, a respect for each other and a desire to move forward together with a renewed understanding that strong families, strong communities and vibrant cultures and traditions will contribute to a stronger Canada for all of us. Será un paso positivo en la creación de una nueva relación entre los pueblos originarios y los canadienses, una relación basada en el conocimiento de nuestra historia común, un respeto mutuo y un deseo de avanzar juntos con un renovado entendimiento de que las familias, las comunidades, las culturas y tradiciones contribuirán a una mejor Canadá para todos nosotros.

Circulado por: Germán Guamán, Kichwa Quitu Cara, C.C. 1705916136, Cel 084535361

Artículo original en ingles en: http://www.canada. com/vancouversun /news/story. html?id=213902c3 -d55e-4f40- 80fc-ed1adff8127 2

sábado, 19 de abril de 2008

Denuncian a EEUU y Canadá por bloquear Declaración Americana sobre Derechos de los Pueblos Indígenas

Publicado por Chaski Runasimi el 17 de abril de 2008
http://chaski-runasimi.blogspot.com/

Washington, D.C. 15 abril 2008 - En un candente debate en la sede principal de la Organización de Estados Americanos (OEA) el Cónclave de los Pueblos Indígenas de las Américas denunció la hipocresía y actitud discriminatoria de los Estados Unidos y Canadá.
Acusan a ambos Estados de tratar de bloquear el consenso, chantajear y vetar anticipadamente el Proyecto de Declaración Americana sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas.
El Grupo de Trabajo sobre el Proyecto de Declaración sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas se está reuniendo esta semana en la sede de la OEA en Washington, D.C. para celebrar la Once Sesión de Negociación para la Búsqueda de Consensos. El mandato del Grupo de Trabajo es elaborar una Declaración Americana sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas.
Sin embargo, hoy Canadá y Estados Unidos manifestaron sus reservas a esta declaración vetando anticipadamente su resultado, a pesar que los pueblos y comunidades indígenas son los más pobres entre los pobres y sus derechos son violentados día a día, declaró Héctor Huertas abogado indígena de Panamá.
“¡Que hipocresía! Canadá y Estados Unidos se ufanan ser los campeones de los derechos humanos, sin embargo votaron en contra de la Declaración ONU sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas y ahora tratan de destrozar el Proyecto de la Declaración Americana” manifestó Huertas, quién es Co-Presidente del Cónclave de los Pueblos Indígenas de América.
Azelene Kaingang, representante de los Pueblos Indígenas de Brasil, señaló que “Estados Unidos y Canadá están discriminando descaradamente los 50 millones de indígenas de las Américas, obstruyendo y negando los esfuerzos de la OEA para consagrar nuestros derechos”.
“Canadá y Estados Unidos necesitan despertarse: La Declaración de la Naciones Unidas sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas es un instrumento universal de derechos humanos adoptado por la Asamblea General de la ONU y aplica a todos los Estados miembros de la ONU aunque éstos no lo deseen” afirmó Azelene.
Beverly Jacobs, Presidente de la Asociación de Mujeres Indígenas de Canadá manifestó: “Todos los días una persona indígena muere en la lucha por los derechos de sus pueblos y día a día sufren la carencia del acceso a sus derechos humanos básicos”
“Todos los días se violan derechos fundamentales como el derecho a la libre determinación, a la alimentación, a la salud, a la vivienda, los derechos territoriales, entre otros. Sin embargo, Canadá y Estados Unidos se oponen a hacer de la igualdad una realidad para los Pueblos Indígenas de las Américas” afirmó visiblemente consternada Jacobs.

Contactos y mayor información:
- Inglés: Beverly Jacobs, Presidenta de la Asociación de las Mujeres Indígenas de Canadá. Cel: 1-613-878-6922. Correo electrónico: bjacobs@nwac-hq.org
- Español: Héctor Huertas, Co-Presidente del Cónclave de los Pueblos Indígenas de las Américas.

Correo electrónico: oloubili@hotmail.comP'achi SERVINDI wawqe panakuna / Fuente: SERVINDI