Mostrando postagens com marcador UA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador UA. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de julho de 2019

União Africana/54 países lançam mercado comum no continente africano


8 de jul de 2019 às 09:46, Opera Mundi https://operamundi.uol.com.br (Brasil) https://operamundi.uol.com.br/politica-e-economia/59350/54-paises-lancam-mercado-comum-no-continente-africano

“É o maior evento histórico no continente africano desde a criação da OUA (Organização para a Unidade Africana), em 1963”, afirmou o presidente do Níger, Mahamadou Issoufou

Os países da União Africana (UA) lançaram neste domingo (07/07), em Niamey (Níger), a Zona de Livre Comércio Continental Africana (Zlec). A iniciativa vai envolver 54 países e deve “colaborar para promover a paz e

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Moçambique/Guebuza chefia missão da UA nas eleições de São Tomé e Príncipe



12 julho 2016, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

O antigo Presidente da República, Armando Guebuza, vai chefiar a missão de observação da União Africana (UA) às presidenciais em São Tomé e Príncipe, marcadas para o próximo domingo.

Segundo uma nota tornada pública, o ex-Chefe de Estado moçambicano vai liderar uma missão de 25 observadores em representação da UA.

Os observadores foram escolhidos entre membros do Comité de Representantes Permanentes da UA, quadros da organização, Parlamento Pan-Africano, organismos africanos de

quinta-feira, 3 de julho de 2014

ÁFRICA DECIDE CRIAR FUNDO MONETÁRIO



29 junho 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

João Dias,Malabo

A 23ª Cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA), que terminou os trabalhos na sexta-feira em Malabo, aprovou o projecto de protocolo sobre a criação do Fundo Monetário Africano.
Outros instrumentos jurídicos adoptados incluem os projectos de Convenção da União Africana sobre a Cibersegurança e o de Convenção sobre a Cooperação Transfronteiriça (Convenção de Niamey). Os chefes de Estado e de Governo da União Africana adoptaram também o projecto da Carta  Africana sobre os Valores e Princípios de Descentralização, Governação Local e Desenvolvimento Local, o projecto de protocolo sobre o Estatuto do Tribunal Africano de Justiça e dos Direitos Humanos e o de protocolo ao Acto Constitutivo da União Africana relativo ao Parlamento Pan-africano. 

Os líderes africanos debateram os relatórios da Comissão sobre Fontes Alternativas de Financiamento da UA e da Comissão sobre a Aplicação da Estratégia Africana Integrada para os Mares e Oceanos 2050 (EAI 2050). 

A Cimeira de Malabo pediu aos Estados membros para assinarem e ratificarem os documentos o mais depressa possível, para permitir a sua rápida entrada em vigor.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

CPLP, Guiné-Bissau/Depois do Parlamento PAIGC ganha a presidência


21 maio 2014, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)
 
José Mário Vaz venceu as eleições presidenciais na Guiné-Bissau, de acordo com os resultados provisórios anunciados ontem por Augusto Mendes, presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE).
 
Mário Vaz, apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), obteve 61,9 por cento dos votos na segunda volta das eleições presidenciais, realizada no domingo, enquanto o candidato Nuno Nabian recolheu 38,1 por cento.
 
O PAIGC já tinha conquistado a maioria absoluta nas eleições legislativas de 13 de Abril (mesma data da primeira volta das presidenciais) e consegue agora eleger

terça-feira, 15 de abril de 2014

Angola/Produção de genéricos é boa solução africana

15 abril 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Edna Dala

O ministro da Saúde defendeu ontem, em Luanda, a eliminação de medicamentos falsos em África, através da produção de genéricos no continente.

O ministro discursava na cerimónia de abertura da reunião de peritos africanos organizada pela Comissão da União Africana e a Organização Mundial de Saúde, que conta com a participação de 300 delegados, entre ministros, parceiros internacionais e peritos do sector.

José Van-Dúnem disse que os medicamentos para as doenças não transmissíveis “estão a ficar muito baratos, colocando em risco a possibilidade de deixarem de ser atractivos para as empresas farmacêuticas”. Por isso, disse, os países africanos devem estar preparados para começar a produzir localmente.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Moçambique∕XII Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da CPLP

20 fevereiro 2014, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa--CPLP
http://www.cplp.org

COMUNICADO FINAL

Os Ministros dos Negócios Estrangeiros e das Relações Exteriores da República de Cabo Verde, da República de Moçambique, da República Portuguesa, da República Democrática de São Tomé e Príncipe, da República Democrática de Timor-Leste, o Secretário de Estado das Relações Exteriores da República de Angola e o Subsecretário-Geral Político para a África e Oriente Médio da República Federativa do Brasil reuniram-se em Sessão Extraordinária do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), sob a Presidência de Moçambique, em Maputo, no dia 20 de Fevereiro 2014.

Estiveram também presentes, como convidados, o Ministro das Relações Exteriores e Cooperação da Guiné-Equatorial, na qualidade de Observador Associado; e o Representante da União Africana na Guiné-Bissau.

O Conselho de Ministros reunido, na sua XII Sessão Extraordinária, presidido por S. Excelência o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique:

1. Sobre a situação política da Guiné-Bissau, e após congratular-se com o início de funções do Representante Especial da CPLP na Guiné-Bissau, tomou nota do seu relatório, bem como do relato verbal do Representante da União Africana na Guiné-Bissau e do relatório do Representante Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para a Guiné-Bissau, que dão conta dos avanços registados no processo eleitoral e das dificuldades que persistem.

Notou que a situação política na Guiné-Bissau

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Moçambique/Guebuza contra actuação do TPI



10 outubro 2013, Portal do Governo http://www.portaldogoverno.gov.mz (Moçambique)

Kampala, Uganda (AIM) – O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, considera injusta a actual actuação do Tribunal Penal Internacional (TPI), uma vez que, segundo disse, apenas julga os africanos.

Guebuza expressou a sua opinião falando em Jinja, Uganda, durante uma palestra que proferiu hoje numa academia militar de formação de comandos e oficias superiores, e que, além de ugandeses, acolhe também estudantes da África do Sul, Burundi, Ruanda, Sudão do Sul e Tanzânia.

“Na minha opinião, não penso ser justo ter um tribunal que apenas julga africanos, não é justo”, disse Guebuza, respondendo a uma pergunta dum estudante local sobre a actuação do TPI. “Enquanto acompanhamos nos noticiários que há outras pessoas que talvez fazem o pior do que os africanos, mas não são julgados”,

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Angola/Delegação multissectorial seguiu para reunião de ministros da SADC



13 agosto 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)


Luanda – O ministro do Planeamento, Job Graça, seguiu no final da tarde de hoje para o Malawi, a frente de uma delegação multissectorial, que vai participar na reunião do Conselho de Ministros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), a ter lugar quarta-feira e quinta-feira, na capital daquele país, Lilongwe.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Brasil/Lula: "Introduzimos o combate à fome na política internacional"



18 julho 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez a sessão de encerramento da Conferência Nacional “2003-2013: Uma Nova Política Externa”, organizada pelo Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais e pela Universidade Federal do ABC, nesta quinta-feira (18). A proposta da conferência foi o balanço dos 10 anos e os desafios da consolidação de uma política externa soberana mais voltada para a América Latina e a África, sem "complexo de vira-lata”.

De São Bernardo, Moara Crivelente para o Vermelho

Lula fala do combate à fome e à miséria e da política externa soberana do Brasil na Conferência Nacional "2003-2013: Uma Nova Política Externa".

O ex-presidente trouxe à sessão uma série de documentos que relatavam as suas promessas de campanha, iniciando com a declaração de que “uma das nossas propostas em 2002 era fazer com que a Alca [Área de Livre-Comércio das Américas] não acontecesse nesse continente”.

Lula falou de temas diversos, inclusive sobre o ex-agente da Agência Central de Inteligência dos EUA, Edward Snowden, classificando as suas denúncias sobre o programa de espionagem norte-americano como “um grande serviço à humanidade” e à autodeterminação.

Além disso, mencionou o maior empenho nas relações com o Oriente Médio e a

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Angola/Países africanos comprometem-se a combater fome até 2025



2 julho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda - Os países africanos comprometeram-se a erradicar a fome no continente até 2025, segundo acordo assumido na Reunião de Alto Nível de Chefes de Estado e de Governo para adopção de uma nova parceria para o debate da questão do combate à fome em África, realizada na cidade de Addis Abeba (Etiópia), de 30 de Junho a um de Julho, na capital da Etiópia.

De acordo com o ministro da Agricultura, Afonso Pedro Canga, que participou no evento, “a reunião aprovou uma declaração em que os líderes africanos e seus parceiros internacionais assumiram

terça-feira, 2 de julho de 2013

Angola contribui com 10 milhões de dólares para fundo fiduciário



1 julho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Addis Abeba - O ministro das Relações Exteriores, Georges Rebelo Pinto Chikoti, reiterou hoje, em Addis Abeba, Etiópia, a contribuição de Angola de 10 milhões de dólares norte-americanos (um dólar equivale a 100 Kwanzas) para o fundo fiduciário de segurança alimentar em África.

De acordo com uma nota de imprensa do Ministério das Relações Exteriores, o governante, que intervinha na sessão de Chefes de Estado e de Governo da Reunião de Alto Nível sobre uma  parceria renovada  para uma  abordagem unificada com vista por fim a fome no continente, 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Angola/CARTA AFRICANA DE DIREITOS HUMANOS FOI ADOPTADA HÁ 32 ANOS

28 junho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda – A Carta Africana de Direitos do Homem e dos Povos foi adoptada a 28 de Junho de 1981, em Banjul, Gâmbia, pela então Organização da Unidade Africana (OUA), actualmente União Africana (UA), para promover, tutelar e proteger os direitos humanos.

Conhecida como “Carta de Banjul”, por ser adoptada nessa cidade, o documento reconhece princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 e adiciona outros que tradicionalmente se tinham negado na África, como o direito de livre determinação ou o dever dos Estados de eliminar todas as formas de exploração económica estrangeira.

A referenciada Carta é constituída de um Preâmbulo e três partes: I - Dos Direitos e Deveres; II – Das Medidas de Salvaguarda, e III – Disposições Diversas.

No preâmbulo, os Estados Africanos, com fundamento na liberdade, igualdade, justiça e dignidade, aspirações do povo africano expressas na Carta ratificam a instituição de órgão de promoção e de protecção dos Direitos Humanos e dos Povos, visando:

A) - Eliminar todas as formas de colonialismo, neocolonialismo, apartheid, sionismo, as bases militares estrangeiras de agressão e

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Panafricanismo: LAS IDEAS CENTRALES DE LA RESISTENCIA AFRICANA



24 mayo 2013, Agencia Periodistica de Argentina y América del Sur (APAS) http://www.apasdigital.org (Argentina) 

Concebido como movimiento e ideología por quienes soñaron una África fuerte y unida, el Panafricanismo asume hoy singular significado en el complejo proceso de revitalizar estructuras y mecanismos para garantizar la resistencia de este continente.

Por la redacción de APAS

De cara al 50 aniversario de la Organización de la Unidad Africana (OUA), precursora de la Unión Africana (UA), los nuevos líderes -todavía acompañados de veteranos padres fundadores como Kenneth Kaunda y Sam Nujoma- apuestan a una integración más participativa de ciudadanos e instituciones.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Angola participa na reunião sobre industrialização em África



12 junho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)


Luanda  – A ministra da Indústria, Bernarda Henriques da Silva, deslocou-se hoje (quarta-feira) para Nairobi, Quénia , onde vai participar de 13 a 14 do corrente mês na vigésima sessão ordinária dos ministros africanos do sector.   

Em breves declarações à Angop, Bernarda Henriques da Silva informou que o encontro organizado pela União Africana (UA) em colaboração com a Organização das Nações Unidas

sexta-feira, 7 de junho de 2013

A 50 AÑOS DE LA OUA -- LOGROS Y DESAFÍOS DE LA UNIÓN AFRICANA



23 mayo 2013, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)


Durante 50 años, la Organización para la Unidad Africana (después convertida en Unión Africana) ha luchado contra numerosas adversidades y contratiempos surgidos a lo largo del camino pero ha logrado con denodado esfuerzo, trabajar por la integridad y el avance de sus 54 países.

Tras varios siglos de colonialismo donde primaron las luchas por las independencias nacionales, contra la esclavitud, el saqueo de los territorios y sus riquezas, el continente africano comenzó a liberarse a fines de las décadas del 50 y principios del 60.

El impulso hacia esas acciones sucedió el 25 de mayo de 1963 cuando 3l líderes africanos se reunieron en Addis Abeba y firmaron la Carta de Principios de la OUA, después de un proceso en el que dejaron a un lado las diferencias regionales e ideológicas que habían sembrado los colonialistas.

Desde su creación en 1963, la OUA enfrentó grandes retos pues su primera razón de ser fue la de acabar de liberar al continente del colonialismo, el apartheid y la discriminación racial.

terça-feira, 28 de maio de 2013

África/UA acusa: Tribunal Pena Internacional persegue apenas os africanos



27 maio de 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

A União Africana (UA) acusa o Tribunal Penal Internacional (TPI) de perseguir os líderes do continente devido a sua raça, o que viola o mandato para o qual esta instituição das Nações Unidas foi criada.

Esta matéria foi abordada durante a 21/a cimeira dos Chefes de Estado e de Governo desta organização continental que terminou hoje, em Addis Abeba, e que contou com a participação do Presidente moçambicano, Armando Guebuza.

Falando em conferência de imprensa realizada após esta reunião de dois dias, o Presidente em exercício da UA, o Primeiro-Ministro etíope, Hailemariam Dessalegn, disse ser errada a forma como o TPI conduz os processos em África.

“O TPI foi criado com a intenção de evitar qualquer tipo de impunidade, má governação e crimes, mas agora o processo degenerou-se numa espécie de perseguição racial”, disse ele, anotando que a maioria das pessoas acusadas por esse tribunal são líderes africanos.

O CONTINENTE AFRICANO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO



27 maio 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Uma das implicações históricas mais significativas da Segunda Grande Guerra (1939-1945) foi o declínio da centralidade europeia no sistema de poder mundial. Até então, as potências do chamado “velho continente” haviam exercido uma duradoura supremacia sobre as demais regiões do mundo, principalmente nos aspectos econômico, político, diplomático e militar.

Por Muniz Ferreira, professor da UFBA, Site da Unegro

Do topo de tal preeminência, os estados nacionais e os homens de negócio europeus submeteram, pela força e pelo logro, povos e civilizações, exportaram mercadorias, capitais e as regras da economia de mercado e impuseram suas línguas, religiões, concepções de mundo e valores culturais.

Como resultado de tais processos o continente africano experimentou a escravidão e o colonialismo,

segunda-feira, 27 de maio de 2013

União Africana/ÁFRICA VAI VENCER – Guebuza na Etiópia



25 de Maio de 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

O Presidente da República, Armando Guebuza, destacou hoje, em Addis Abeba, a importância da solidariedade dos países africanos para a libertação do continente, tendo igualmente sublinhado o papel desempenhado por Moçambique na região.

Falando num debate sobre “Pan-Africanismo e Renascimento Africano”, inserido nas celebrações da passagem de 50 anos da criação da Organização da Unidade Africana (OUA) – hoje União Africana (UA), Guebuza falou do papel desempenhado por Moçambique numa altura em que o pais também lutava pela sua libertação do jugo colonial português.

“Retribuindo a solidariedade que recebemos, acolhemos nas zonas libertadas em Moçambique – quando também ainda lutávamos pela independência – movimentos de libertação que connosco vinham aprimorar os fundamentos da guerra de guerrilha”, disse o estadista moçambicano.

Depois da independência nacional, Moçambique continuou a prestar solidariedade aos povos irmãos, acolhendo cidadãos perseguidos por se oporem aos regimes ditatoriais que vigoravam nos seus respectivos países.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Angola/Festejos dos 50 anos da UA decorrem em período de redefinição estratégica



20 maio 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)


Luanda - O ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, disse hoje, segunda-feira, em Luanda, que África celebra os 50 anos da sua organização continental, num período em que ela encontra-se em redefinição.

Em declarações à imprensa, a propósito dos festejos do jubileu da União Africana (UA), disse que ”estas celebrações decorrem num período em que África está a redefinir o seu renascimento. Primeiro ela teve de lutar pela independência política e, concluída que está, África hoje está a concorrer para uma renovação e o seu desenvolvimento”.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Angola firme nos princípios contra tomadas inconstitucionais de poder



16 maio 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda (Dos enviados especiais) – Angola tem como estratégia a manutenção firme do respeito aos princípios e normas contra as tomadas inconstitucionais de poder, uma vez que preside desde 1 de Maio o Conselho de Paz e Segurança da União Africana (UA), afirmou hoje (quinta-feira), em Addis Abeba, o embaixador angolano junto da UA, Arcanjo do Nascimento.

Em entrevista exclusiva à Angop no quadro das festividades do jubileu da organização, que se assinala a 25 de Maio, o diplomata avançou que enquanto líder do Conselho, “Angola tem levado a mensagem de se manter firme e intransigente em relação aos princípios da Carta da União Africana e da Carta de Lomé, sobre o não reconhecimento de entidades que surgem de tomadas inconstitucionais de poder”, acrescentando ser esta a “arma mais forte” para impedir que haja precedentes no futuro.