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sábado, 3 de agosto de 2019

Abya Yala*/Argentina compite en pobreza con Níger, Egipto, Sierra Leona, Botswana, Tayikistán y Afganistán según organismos internacionales


01/08/2019, Rebelión https://www.rebelion.org/noticia.php?id=258862


La inseguridad alimentaria ya afecta en la Argentina a más de 14 millones de personas. El dato, que ilustra la profunda crisis económica que vive el país, surge del informe “El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo 2019”, elaborado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación.

El informe consigna que una de cada tres personas padecen la falta de acceso continuado a alimentos: unos 14,2 millones de ciudadanos. Es decir, 5,9 millones de personas más que en el período 2014-2016, cuando la inseguridad alimentaria moderada o grave afectaba a 8,3 millones. El hambre, que sufría el 19,1% del total de la población, en sólo dos años pasó al 32,1%.

La cifra representa un brutal aumento del 71% en la cantidad de individuos con falta de acceso a alimentos, uno de los incrementos más altos registrados en el período a nivel mundial, junto con países como Níger, Egipto, Sierra Leona y Botswana, en África, y Tayikistán y Afganistán, en Asia.

El estudio, presentado el 15 de julio, fue elaborado por cinco organismos multilaterales: la FAO, el Fondo Internacional de Desarrollo Agrícola (FIDA), UNICEF, el Programa Mundial de Alimentos (PMA) y la OMS.

Un análisis del anexo estadístico que distribuyó la FAO, realizado por el Observatorio de Coyuntura Internacional y Política Exterior (OCIPEx), arroja que el aumento en la prevalencia y el número de

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Abya Yala, Patria Grande/Acoge Ecuador I Cumbre Regional de Medicinas Ancestrales



3 agosto 2016, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Quito (PL) -- Ecuador acogerá la I Cumbre Regional de Medicinas Ancestrales, Espiritualidad e Interculturalidad, prevista los días 9 y 10 de agosto, anunciaron hoy organizadores del evento.
La cita científica-académica, que se realizará en la Universidad Regional Amazónica Ikiam (provincia Napo), reunirá a representantes de todos los países andinos.

El encuentro tiene como meta fortalecer y posicionar, en el marco constitucional, los saberes, conocimientos y espiritualidad en medicina ancestral, hacia la construcción y aplicación de

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Uruguai vence batalha contra Phillip Morris e gera jurisprudência internacional antitabagista



9 julho 2016, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Redação, São Paulo

Organizações internacionais como OMS e OPS (Organização Panamericana de Saúde) comemoraram a decisão, classificada como 'modelo na luta contra epidemia do tabaco'.

A tabacaria norte-americana Philip Morris perdeu o processo que a empresa abriu em 2010 contra as políticas antitabaco do Uruguai, impulsionadas pelo presidente Tabaré Vázquez, durante seu primeiro mandato (2005-2010). Como resultado da decisão anunciada nesta sexta-feira (08/07) pelo Ciadi (Centro Internacional para a Arbitragem de Disputas sobre Investimentos), a companhia terá que pagar US$ 7 milhões ao Uruguai.

De acordo com Eduardo Bianco, presidente do Centro de Pesquisa sobre a Epidemia do Tabagismo, a decisão é importante porque se trata “do primeiro caso em que uma multinacional tabaqueira leva a julgamento um país soberano pela aplicação de normas do convênio marco para o controle do tabaco, que é o primeiro tratado mundial de

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС, China/OMS louva cientista chinesa por ganhar prêmio Nobel

7 outubro 2015, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn (China)


Cape Town,7 de outubro (Diário do Povo Online) – Um alto funcionário da Organização Mundial de Saúde (OMS) louvou na terça-feira a farmacologista chinesa, Tu Youyou, por ganhar o Prêmio Nobel de Medicina 2015. Tu Youyou foi a primeira chinesa a ganhar o prêmio Novel em ciência.

Matchidiso Rebecca Moeti, diretora regional da OMS para África, disse à Xinhua que a artemisina, descoberta por Tu, já reduziu significativamente a taxa de mortalidade dos pacientes que sofreram a malária.

Moeti classificou a descoberta como uma “conquista emocionante” e o prêmio ganhado por Tu foi atribuído naturalmente à distinção real.

Para cientistas chineses, é um “momento histórico”, Moeti fez tal afirmação num fórum sobre

sábado, 30 de maio de 2015

Povos indígenas/SUICÍDIOS DE JOVENS INDÍGENAS MOTIVA DENÚNCIA INTERNACIONAL

27 maio 2015, ADITAL Agência Frei Tito para a America Latina http://www.adital.com.br (Brasil)


Segundo a ONU, existem 370 milhões de indígenas no mundo, sendo mais de 70 milhões de jovens. Este ano, os debates focaram nos esforços dos indígenas pelo reconhecimento dos seus direitos.

A onda de suicídios e de automutilações entre indígenas foram levados à Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York [Estados Unidos]. A tendência atinge todas as regiões do mundo e, em especial, o Ártico, as Américas e o Pacífico. Entre as causas desses atos extremos estariam: a crise gerada pelo afastamento das raízes culturais, os conflitos de terra e a negação de direitos humanos aos indígenas. A ONU recomenda uma série de ações aos países para lidarem com a questão.

Na abertura do Fórum Permanente da ONU sobre Assuntos Indígenas, realizado recentemente, o vice-secretário-geral da organização, Jan Eliasson, afirmou que 2015 representa um ano fundamental para a segurança e a prosperidade dos povos indígenas no mundo. "Agora, é o momento dos povos indígenas estarem na vanguarda de uma agenda transformadora, que

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Brics cria grupo de trabalho para elaborar medidas de combate ao ebola

5 dezembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A criação de um grupo de trabalho para desenvolver um plano conjunto de enfrentamento à epidemia de ebola foi acordada nesta sexta-feira (5) pelos ministros da Saúde do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), durante reunião em Brasília. No encontro também foi acertado montar uma estratégia conjunta para ampliar o fornecimento de remédios para pacientes com tuberculose.

José Cruz/Agência Brasil


Reunião dos Ministros da Saúde do Brics. E/D: Dmitry Kostennikov, da Rússia, Vishwa Mohan Katoch, da Índia, Arthur Chioro, do Brasil, Li Bin, da China, e Pakishe Aaron Motsoaledi, da África do Sul.

“Sob hipótese alguma podemos ficar tranquilos com o ebola. Há necessidade de continuar vigilante. Cada país fará a lição de casa, trabalhando no controle de portos e aeroportos, informando a população”, disse o ministro Arthur Chioro

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

CUBA E O COMBATE AO ÉBOLA

27 outubro 2014, Jornal de Angola EDITORIAL http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Os grandes gestos devem ser enaltecidos, sobretudo quando se trata de acções de solidariedade que salvam vidas humanas.

A África foi afectada por um vírus que comporta elevados riscos de contágio e que já causou a morte de mais de cinco mil pessoas no continente. Referimo-nos ao ébola. Identificado pela primeira vez em 1976  no Hospital de Yambuku, no Norte da então República do Zaire, o vírus do ébola é um sério problema de saúde pública e atinge em grande escala a Libéria, a Serra Leoa e a Guiné-Conacri.

Para se ter uma ideia da gravidade da situação, retomamos as seguintes palavras proferidas por um responsável pelas operações de combate ao ébola na Serra Leoa: “Diariamente, há 75 a 100 corpos que precisam de ser retirados em Freetown (capital da Serra Leoa) e no resto do país são entre 20 a 50 corpos. Não se pode cometer nenhum erro. Temos de ser extremamente disciplinados”.

Num momento em que a epidemia do ébola suscita medo em todo o mundo, ao ponto de países fecharem as suas fronteiras a

sábado, 19 de abril de 2014

Angola/Falta de técnicos e recursos são "doenças" de África

19 abril 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Alexa.Sonhi

Os ministros africanos da Saúde que estiveram na reunião de Luanda tomaram decisões fundamentais para melhorar o panorama sanitário de África, sobretudo no que diz respeito às doenças não transmissíveis.

A OMS e a União Africana pretendem mudar o panorama dos cuidados médicos e dos medicamentos, para garantir às comunidades uma vida melhor. A saúde materna e infantil mobilizou particularmente os ministros presentes.
  
O ministro da Saúde de Moçambique também trouxe a experiência do seu país no âmbito sanitário e levou de Luanda muitas informações sobre o que fazer para reduzir a taxa de mortalidade infantil, o combate cerrado à malária e o aumento do número e

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Cooperação cubana de saúde na África é importante e útil, segundo OMS

15 abril2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br/ (Brasil)

Luanda, (Prensa Latina) A cooperação internacional em saúde é significativa para a África, em particular a de Cuba se considera importante e útil, afirmou nesta terça (15) Luis Gomes Sambo, representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o continente.

"Os especialistas que vêm da ilha particularmente, a maioria trabalha na área clínica, têm um desempenho e papel importante na prestação de cuidar da saúde em nossos países", disse Gomes a Prensa Latina.

Essa colaboração, afirmou, "se destaca principalmente no nível central e demonstra que, considerando o número de quadros cubanos que trabalha em diferentes países africanos,

terça-feira, 15 de abril de 2014

Angola/Produção de genéricos é boa solução africana

15 abril 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Edna Dala

O ministro da Saúde defendeu ontem, em Luanda, a eliminação de medicamentos falsos em África, através da produção de genéricos no continente.

O ministro discursava na cerimónia de abertura da reunião de peritos africanos organizada pela Comissão da União Africana e a Organização Mundial de Saúde, que conta com a participação de 300 delegados, entre ministros, parceiros internacionais e peritos do sector.

José Van-Dúnem disse que os medicamentos para as doenças não transmissíveis “estão a ficar muito baratos, colocando em risco a possibilidade de deixarem de ser atractivos para as empresas farmacêuticas”. Por isso, disse, os países africanos devem estar preparados para começar a produzir localmente.

terça-feira, 11 de março de 2014

Patria Grande/PERGUNTAS QUE PÕEM EM DÚVIDA A VIOLÊNCIA NA VENEZUELA

9 março 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Panamá (Prensa Latina) -- O sacerdote jesuíta panamenho Jorge F. Sarsaneda Del Cid formula na rede 15 perguntas ignoradas pela grande imprensa que colocam em evidência diversos aspectos e permitem analisar as motivações da violência desatada pela direita fascista na Venezuela:

1. Por que dizem que na Venezuela se sofre com uma grave falta de alimentos, justificando assim destruição e incêndios, se foi um dos quatro países da América Latina com menos fome em 2012 (de acordo com a FAO e a OMS), inferior a 5%, e um dos países com maior índice de crianças e jovens obesos?
Seguindo a lógica dominante, por que não há protestos piores em um país vizinho como a Colômbia, no qual a fome foi sentida por 12.6% da população, isto é, quase o triplo da Venezuela?

2. Se as causas dos ataques, incêndios e manifestações é a escassez de produtos básicos, por que se observam ações de tipo político e não roubo de lojas e armazéns, o que seria de se esperar quando se trata de carência generalizada? Por que um dos dirigentes opositores, Henrique Capriles, afirma que se deve a "falta de remédios" se os avanços em saúde na Venezuela estão entre os mais destacados da região?

3. Por que tanta violência pela suposta "ausência" ou falta de acesso a comida se a revista 'The Economist' publicava esta semana que a escassez só afetou cerca de 28% dos produtos? Por que os mesmos analistas não preveem algo parecido na República Dominicana, país no qual o 'Latinobarómetro' detectou que ao redor de 70% da população não tem dinheiro suficiente para comprar a comida do mês?

4. Por que o epicentro dos protestos pela "escassez" é a Praça Altamira, no meio de bairros de classe alta e habitantes com pele tão branca? Não seria mais lógico em bairros pobres e população mestiça, já que a Venezuela é o segundo país com maior proporção de afrodescendentes da América do Sul, depois do Brasil?

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Angola/Ministro José Van-Dúnem exorta apoio ao processo de reforma da OMS



2 Setembro de 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Congo: Ministro José Van-Dunem exorta apoio ao processo de reforma da OMS Brazzaville (Das enviadas especiais ) - O ministro angolano da Saúde, José Van-Dúnem, exortou hoje, segunda-feira, em Brazzaville, a todos estados membros da região africana para que continuem a apoiar o processo de reforma conduzido pela OMS e que prossigam com os esforços para o alcance dos Objectivos de Desenvolvimento do Milênio e progressivamente para o acesso universal aos serviços preventivos e curativos de saúde.

O ministro fez esta exortação quando apresentava a declaração

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Angola/Saúde em África melhorou siginficativamente, afirma governante angolano



20 maio 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Genebra – O ministro da Saúde, José Van-Dúnem, afirmou hoje (segunda-feira), em  Genebra (Suiça), que a situação da saúde em África melhorou significativamente na última década, apesar dos inúmeros desafios que deverão ser solucionados com ajuda da OMS e dos parceiros internacionais.

O governante angolano discursava em nome do Grupo Africano durante

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Brasil/BEM-VINDOS MÉDICOS CUBANOS



15 maio 2013, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br

É muita arrogância da elite brasileira criticar a qualidade da medicina cubana, sem apontar qualquer solução imediata

Editorial da edição 533 do Brasil de Fato

O Brasil tem 455 municípios sem médicos, de um total de mais de 5.560 cidades no país. O problema é mais acentuado em regiões distantes dos maiores centros urbanos, como no Nordeste, que lidera a lista de cidades sem médicos com 117, 25,7% do total.

Além de nos faltarem profissionais, 70% dos médicos brasileiros concentram-se nas regiões Sudeste e Sul do país. E em geral trabalham nas grandes cidades.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Moçambique introduz vacina contra Pneumonia em 2013

11 de Novembro de 2012, Portal do Governohttp://www.portaldogoverno.gov.mz (Moçambique)

Maputo (AIM) – O governo moçambicano, através do Ministério da Saúde (MISAU), vai introduzir no primeiro semestre do próximo ano a vacina pneumocócica com vista a prevenir e reduzir a mortalidade causada por esta doença respiratória que afecta maioritariamente crianças.

Um comunicado do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), emitido por ocasião do 12 de Novembro, dia Mundial Contra a Pneumonia, refere que a vacina será introduzida com base numa parceria entre o Governo de Moçambique e a Aliança GAVI - que inclui o UNICEF, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a sociedade civil.

O Estudo Nacional Sobre a Mortalidade Infantil em Moçambique (MISAU, London School of Hygiene and Tropical Medicine, UNICEF, 2009) indica que as doenças respiratórias são a causa de aproximadamente 10 por cento das mortes registadas no país entre crianças menores de cinco anos de idade.

O documento destaca que em contrapartida o Inquérito de Indicadores Múltiplos de 2008 revelou que apenas 22 por cento das crianças com suspeita de pneumonia recebem antibióticos adequados e a tempo em Moçambique.

“Com vista a reduzir a mortalidade causada por esta doença, o Ministério da Saúde de Moçambique tem iniciado algumas intervenções chave tanto na área de prevenção como do tratamento das infecções respiratórias”, revela o documento.

Assim, para garantir o acesso ao diagnóstico e tratamento desta doença, o Sistema Nacional de Saúde já está a colocar em todas as províncias Agentes Polivalentes Elementares (APEs), que são formados para diagnosticar casos de infecções respiratórias agudas.

Os APEs também são regularmente abastecidos com medicamentos essenciais pelo Ministério da Saúde, inclusive a amoxicillina para o tratamento da pneumonia.

A pneumonia é uma das principais causas de mortalidade de crianças menores de cinco anos a nível mundial, respondendo por 18 por cento dos cerca de 6,9 milhões de mortes por ano ou cerca de 1,3 milhões de crianças por ano.

No mundo, uma criança morre de pneumonia a cada 25 segundos e cerca de 3.400 por dia.
A pneumonia é uma doença que pode surgir em decorrência de doenças imuno-preveníveis, como sarampo e tosse convulsa e frequente em famílias de baixa renda que usam lenha, esterco, carvão e outros combustíveis sólidos para cozinhar ou para aquecimento, como fogos e fogões mal ventilados.

sábado, 20 de outubro de 2012

Angola/Declaração de índices positivos na esperança de vida do país marca noticiário social da semana


20 outubro 2012/AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda - As declarações do ministro da Saúde, José Van- Dúnem, na quinta-feira, em Luanda, de que o país está com indicadores positivos na esperança de vida e de redução da mortalidade materno infantil, bem como a constatação do director regional da (OMS) para África,Luís Gomes Sambo, de que o continente regista progressos na contenção de doenças infecciosas marcaram o noticiário social da semana que hoje, sábado, termina.

O ministro, que discursava na reunião do Sub-Comité de Programas da OMS/Afro, acrescentou, apesar de não avançar dados, que os indicadores positivos devem-se ao facto de as acções de controle das principais endemias apresentarem avanços, nomeadamente na estabilização da incidência, na prevalência e mortalidade por algumas patologias, especialmente HIV, malária e as doenças himono-previníveis.

Já, o director regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para África, Luís Gomes Sambo, indicou, no referido encontro, que a África registou progressos na luta contra as doenças infecciosas, como o VIH/Sida e tuberculose, permitindo a redução da mortalidade em crianças.

Para Luís Gomes Sambo, houve redução substancial na mortalidade infantil, ao contrário da materna, tendo alertado os governos, os parceiros internacionais e os representantes da OMS a trabalharem em simultâneo para acelerar os progressos registados neste domínio.

O director regional disse também que peritos e parceiros internacional da coligação contra a pólio analisaram na terça-feira, em Luanda, possibilidade de introdução de uma vacina injectável na região africana, em combinação com outras para crianças, contra a poliomielite.

Ainda sobre a saúde, o Secretário do Estado para a Saúde, Carlos Alberto Masseca, considerou que o tratamento atempado com anti-retrovirais tem contribuído não só para prolongar e melhorar a qualidade de vida das pessoas infectadas, mas também para reduzir o número de novas infecções.

O responsável fez esta afirmação à imprensa durante o lançamento, na quinta-feira, da "campanha do laço vermelho no local de trabalho", um projecto da empresa petrolífera americana ESSO em parceria com o Instituto Nacional de Luta contra Sida (INLS) do Ministério da Saúde.

Na semana que finda foi ainda assinalado o dia Mundial da Lavagem das Mãos, (15 de Outubro), tendo a Secretária de Estado para o Ensino e Acção Social, Ana Paula Inês, declarado que a educação para saúde na escola é um factor de protecção e conquista da cidadania para a melhoria da qualidade de vida de cada cidadão e que "o lema lavar as mãos com água e sabão pode salvar vidas de milhões".

No âmbito das comemorações dos dias 15, 16 e 17, dias mundiais da Mulher Rural, da Alimentação e de Combate à Pobreza, respectivamente, a ministra da Família e Promoção da Mulher, Filomena Delgado, reconheceu a contribuição da mulher camponesa na produção de alimentos no meio rural, tendo, em face disso, dito ser imperioso capacitar as mulheres de modo a promover o equilíbrio das relações sociais e de género entre homens e mulheres.

Outro assunto referenciado na semana foi o enterro na sexta-feira, no cemitério da Santa Ana, em Luanda, dos restos mortais do jornalista Dinis Carlos Mayele, da Agência Angola Press (ANGOP), falecido sábado último, numa das unidades hospitalares da capital, por doença.

Durante a leitura do elogio fúnebre do Conselho de Administração da Angop, feita pelo editor chefe internacional, Mário Pedro, foram destacadas as qualidades Dinis Mayele, como tendo sido um profissional "batalhador, criativo e sempre ciente das suas responsabilidades".

As comemorações, no dia 18 deste mês, do 37º aniversário da Televisão Pública de Angola (TPA) mereceram também destaque noticioso, tendo o Presidente do Conselho de Administração da estação televisiva, Hélder Bárber, afirmado que continuarão a trabalhar arduamente para se atingir a excelência, tendo em conta os imensos desafios que se lhes colocam.

No campo religioso, mereceu menção o apelo do frei da congregação dominicana, Mário Rui, que exortou (no domingo, dia 14), em Luanda, aos fiéis a amarem a Deus e ao próximo, abdicando dos bens materiais, que têm servido de discórdia entre as pessoas.

O anúncio do início da votação por via SMS para as candidatas as diversas categorias do prémio Divas Angola 2012 e a cobertura do show do músico angolano Paul G, na sexta-feira, no Cine Atlântico, em Luanda, foram igualmente realçado no noticiário social da semana.


 

quarta-feira, 28 de março de 2012

HAY AHORA MISMO OTRA IMPORTANTE VISITA EN CUBA DE LA QUE NO SE HABLA

28 marzo 2012/Rebelión http://www.rebelion.org (México)


En su discurso de bienvenida al Papa Benedicto XVI el presidente cubano, Raúl Castro, se refirió a las acciones de Cuba en beneficio de los más desfavorecidos del planeta:

“Varias generaciones de compatriotas se han unido en la lucha por elevados ideales y nobles objetivos. Hemos enfrentado carencias, pero nunca faltado al deber de compartir con los que tienen menos.

“Sólo como demostración de cuánto se podría hacer si prevaleciera la solidaridad, menciono que en la última década, con la ayuda de Cuba se han preparado decenas de miles de médicos de otros países, se ha devuelto o mejorado la visión a 2,2 millones de personas de bajos ingresos y se ha contribuido a enseñar a leer y escribir a 5,8 millones de analfabetos. Puedo asegurarle que, dentro de las modestas posibilidades de que disponemos, nuestra cooperación internacional continuará.”

Casualmente, ayer también llegó a Cuba la directora general de la Organización Mundial de la Salud (OMS), Margaret Chan, quien presidirá aquí la reunión interna del grupo de políticas globales del organismo internacional que se realiza por primera vez en la región de las Américas. Se reporta en la prensa cubana que con anterioridad a la llegada de Chan, el subdirector general de la OMS, Anarfi Asamoa-Baah, significó que Cuba tiene mucho que enseñar y destacó que los niveles de salud para su pueblo y para el mundo son muy altos. Asamoa-Baah ponderó lo logrado pese a las limitaciones económicas impuestas por el bloqueo de Estados Unidos hacia la Isla y ejemplificó la accesibilidad a los servicios de toda la población, de forma totalmente gratuita y con alta tecnología.

Por su parte, en palabras recogidas por la Televisión cubana, Chan calificó de envidiable el sistema de salud cubano y elogió el enfoque internacionalista y la formación de recursos humanos a diversos pueblos, “lo cual ha propiciado elevar los indicadores sanitarios “.

A la señora Chan no la esperaba la nube de camarógrafos que el pasado domingo -en la absoluta tranquilidad de las calles habaneras- medía cada suspiro de las llamadas “Damas de blanco” que, como prueban documentos revelados por Wikileaks censurados por la gran prensa, son pagadas por el gobierno norteamericano para legitimar su política de agresiones y bloqueo contra Cuba. Las palabras de los ejecutivos de la OMS, que tanto tienen que ver con el bienestar actual y futuro de miles de millones de seres humanos en el planeta, han sido ignoradas por los grandes medios de comunicación que han enviado a Cuba más de 800 periodistas por estos días.

“Catorce años después que el Papa Juan Pablo II nos visitara, el bloqueo económico, político y mediático contra Cuba persiste e, incluso, se ha endurecido en el sector financiero. Como aparece en el memorando norteamericano del 6 de abril de 1960, desclasificado décadas después, su objetivo sigue siendo (cito) “… causar hambre, desesperación y el derrocamiento del gobierno””, decía ayer el presidente cubano, y pienso que si esa criminal política se mantiene es, entre otras cosas, por la complicidad de quienes se niegan a hablar de ella y de los resultados que, a pesar de eso, ha alcanzado el pueblo cubano para sí y para el mundo.

Fuente: http://lapupilainsomne.wordpress.com/2012/03/27/hay-ahora-mismo-otra-importante-visita-en-cuba-de-la-que-no-se-habla/

quarta-feira, 27 de julho de 2011

SEPA LO QUE ES EL CAPITALISMO

27 julio 2011/ Agencia de Información Fray Tito para América Latina

ADITAL http://www.adital.com.br

Atilio Borón

Doctor en Ciência Política por la Universidad de Harvard y profesor titular de Teoria Política en la UBA (Universidad de Buenos Aires)

El capitalismo tiene legiones de apologistas. Muchos lo hacen de buena fe, producto de su ignorancia y por el hecho de que, como decía Marx, el sistema es opaco y su naturaleza explotadora y predatoria no es evidente ante los ojos de mujeres y hombres. Otros lo defienden porque son sus grandes beneficiarios y amasan enormes fortunas gracias a sus injusticias e inequidades. Hay además otros ("gurúes" financieros, "opinólogos", "periodistas especializados", académicos "bienpensantes" y los diversos exponentes del "pensamiento único") que conocen perfectamente bien los costos sociales que en términos de degradación humana y medioambiental impone el sistema. Pero están muy bien pagados para engañar a la gente y prosiguen incansablemente con su labor. Ellos saben muy bien, aprendieron muy bien, que la "batalla de ideas" a la cual nos ha convocado Fidel es absolutamente estratégica para la preservación del sistema, y no cejan en su empeño.

Para contrarrestar la proliferación de versiones idílicas acerca del capitalismo y de su capacidad para promover el bienestar general examinemos algunos datos obtenidos de documentos oficiales del sistema de Naciones Unidas. Esto es sumamente didáctico cuando se escucha, máxime en el contexto de la crisis actual, que la solución a los problemas del capitalismo se logra con más capitalismo; o que el G-20, el FMI, la Organización Mundial del Comercio y el Banco Mundial, arrepentidos de sus errores pasados, van a poder resolver los problemas que agobian a la humanidad. Todas estas instituciones son incorregibles e irreformables, y cualquier esperanza de cambio no es nada más que una ilusión. Siguen proponiendo lo mismo, sólo que con un discurso diferente y una estrategia de "relaciones públicas" diseñada para ocultar sus verdaderas intenciones. Quien tenga dudas mire lo que están proponiendo para "solucionar" la crisis en Grecia: ¡las mismas recetas que aplicaron y siguen aplicando en América Latina y África desde los años ochenta!

A continuación, algunos datos (con sus respectivas fuentes) recientemente sistematizados por CROP, el Programa Internacional de Estudios Comparativos sobre la Pobreza radicado en la Universidad de Bergen, Noruega. CROP está haciendo un gran esfuerzo para, desde una perspectiva crítica, combatir el discurso oficial sobre la pobreza elaborado desde hace más de treinta años por el Banco Mundial y reproducido incansablemente por los grandes medios de comunicación, autoridades gubernamentales, académicos y "expertos" varios.

Población mundial: 6800 millones, de los cuales

• 1020 millones son desnutridos crónicos (FAO, 2009)
• 2000 millones no tienen acceso a medicamentos (www.fic.nih.gov)
• 884 millones no tienen acceso a agua potable (OMS/UNICEF 2008)
• 924 millones "sin techo” o en viviendas precarias (UN Habitat 2003)
• 1600 millones no tienen electricidad (UN Habitat, "Urban Energy”)
• 2500 millones sin sistemas de drenajes o cloacas (OMS/UNICEF 2008)
• 774 millones de adultos son analfabetos (www.uis.unesco.org)
• 18 millones de muertes por año debido a la pobreza, la mayoría de niños menores de 5 años.
(OMS)
• 218 millones de niños, entre 5 y 17 años, trabajan a menudo en condiciones de esclavitud y en tareas peligrosas o humillantes como soldados, prostitutas, sirvientes, en la agricultura, la construcción o en la industria textil (OIT: La eliminación del trabajo infantil: un objetivo a nuestro alcance, 2006)
• Entre 1988 y 2002, el 25 % más pobre de la población mundial redujo su participación en el ingreso mundial desde el 1.16 por ciento al 0.92 por ciento, mientras que el opulento 10 % más rico acrecentó sus fortunas pasando de disponer del 64,7 al 71.1 % de la riqueza mundial . El enriquecimiento de unos pocos tiene como su reverso el empobrecimiento de muchos.
• Ese solo 6.4 % de aumento de la riqueza de los más ricos sería suficiente para duplicar los ingresos del 70 % de la población mundial, salvando innumerables vidas y reduciendo las penurias y sufrimientos de los más pobres. Entiéndase bien: tal cosa se lograría si tan sólo se pudiera redistribuir el enriquecimiento adicional producido entre 1988 y 2002 del 10 % más rico de la población mundial, dejando intactas sus exorbitantes fortunas. Pero ni siquiera algo tan elemental como esto es aceptable para las clases dominantes del capitalismo mundial.

Conclusión: si no se combate a la pobreza (¡ni se hable de erradicarla bajo el capitalismo!) es porque el sistema obedece a una lógica implacable centrada en la obtención del lucro, lo que concentra la riqueza y aumenta incesantemente la pobreza y la desigualdad económico-social.

Después de cinco siglos de existencia esto es lo que el capitalismo tiene para ofrecer. ¿Qué esperamos para cambiar al sistema? Si la humanidad tiene futuro, será claramente socialista. Con el capitalismo, en cambio, no habrá futuro para nadie. Ni para los ricos ni para los pobres. La sentencia de Friedrich Engels, y también de Rosa Luxemburgo: "socialismo o barbarie", es hoy más actual y vigente que nunca. Ninguna sociedad sobrevive cuando su impulso vital reside en la búsqueda incesante del lucro, y su motor es la ganancia. Más temprano que tarde provoca la desintegración de la vida social, la destrucción del medio ambiente, la decadencia política y una crisis moral. Todavía estamos a tiempo, pero ya no queda demasiado.