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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

BRICS/Porque Rússia e China permanecem unidas


por Andre Vltchek*

O mundo capitalista está em decadência. O ocidente está apodrecendo. Raiva e niilismo surgem no império imperialista cujos cidadãos estão frustrados e não em paz consigo mesmos.

A América do Norte e a Europa imperialistas estão furiosas com países como a Venezuela e Cuba, porque os seus pensadores e líderes estão expondo a terrível deterioração dos valores dos países neocolonialistas e historicamente imperialistas.

São a China e a Rússia que estão na vanguarda, apesar da malevolência dos países do ocidente e dos seus propagandistas. E tudo se tornou grotesco. A Rússia que salvou o mundo do nazismo e ajudou a descolonizar dezenas de nações, agora é o "país menos apreciado" da Europa. A Alemanha, que matou milhões de judeus, ciganos, eslavos e outros, é a mais apreciada. No ocidente, ninguém parece importar-se com o facto de a Alemanha ainda pilhar nações como a Venezuela, enquanto usa o seu poder industrial e bancário para espoliar as riquezas de nações indefesas.

A China, um poderoso país comunista (ou diga-se, "país socialista com características chinesas"), está a ser ridicularizada e humilhada pela propaganda ocidental. A arrogância dos doutrinadores europeus e norte-americanos e a maioria de seus pseudo-intelectuais servis, do chamado centro até à direita, não tem fronteiras. A maioria deles

terça-feira, 10 de setembro de 2019

BRICS Needs a Unified Front Against US Intervention in Venezuela


September 7, 2019, Strategic Culture Foundation (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/09/07/brics-needs-a-unified-front-against-us-intervention-in-venezuela/

Ramona Wadi

Venezuela’s destabilisation by the US is understood best by the countries that have faced imperialist interference. Cuba’s revolutionary process, for example, has produced consistent political solidarity with Venezuela and is actively urging countries to reconsider their stance as regards the US sanctions which are creating severe humanitarian consequences.

The recent executive order signed by US President Donald Trump encompasses all entities that do business with Venezuela, thus creating an embargo that will further isolate the nation, even as the US moves to open a “Venezuela Affairs Unit” unit in its embassy in Bogota, Colombia. The unit would engage in diplomacy with

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

CPLP, Angola/NO MORE TRUMP!

14 agosto 2019, Página Global (Portugal) https://paginaglobal.blogspot.com/2019/08/no-more-trump-martinho-junior.html#more
 


… “Os lóbis do armamento e da energia, que tradicionalmente e no quadro da aristocracia financeira mundial suportam o lado republicano dos mecanismos do poder dominante no quadro do império da hegemonia unipolar, como já não podiam exercer a plasticidade dum Obama, ou duma Hillary Clinton (que mesmo assim tiveram múltiplos reveses), só podiam, ao fazer cair as máscaras, adoptar um exercício fascizante nos relacionamentos internacionais, que se casasse com o capitalismo proteccionista protagonizado pela campanha e início da actividade presidencial de Donald Trump e a “tradicional excepcionalidade” estado-unidense, qualquer que fosse o grau dos crimes em evidência.”… - https://paginaglobal.blogspot.com/2019/05/grotesco.html

01- A 10 de Agosto de 2019, na Embaixada da Venezuela Bolivariana em Luanda, assinei a petição dirigida ao Secretário-Geral da ONU, António Guterres, contra as sanções e o bloqueio dos Estados Unidos à Venezuela Bolivariana, segundo o “diktat” de Trump, o republicano de turno cuja administração exerce hoje na Casa Branca!

Juntei-me assim a milhões de patriotas venezuelanos, a largos milhares de cidadãos do mundo e aos angolanos que têm consciência de quanto essas sanções e esse bloqueio põem em causa os relacionamentos internacionais, contra a essência da própria Organização das Nações Unidas! (https://lux24.lu/2019/08/11/venezuela-13-milhoes-assinam-manifesto-para-levar-a-antonio-guterres/).

Fi-lo com meu nome próprio, na qualidade de antigo combatente e veterano da pátria de Agostinho Neto, o Presidente-fundador do Estado Angolano, ele mesmo coerente anti-imperialista enquanto dirigente de um dos mais decisivos movimentos de libertação em África e

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Mercosul, Brasil/Chomsky: “Lula é o principal preso político do mundo”

8 de agosto de 2019, 23:04 h, Brasil 247 (Brasil) https://www.brasil247.com/brasil/chomsky-lula-e-o-principal-preso-politico-do-mundo-zst65e9y

 
Um dos principais intelectuais vivos do mundo, o linguista Noam Chomsky voltou a denunciar a condição de preso político do ex-presidente Lula; “As revelações de Glenn Greenwald deixaram absolutamente claro que o juiz Moro era tudo menos um herói, ao contrário do que foi apresentado pela imprensa. Lula é o principal preso político do mundo”, disse Chomsky à revista Jacobin

247 - O linguista norte-americano Noam Chomsky voltou a denunciar ao mundo a condição de preso político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista à revista Jacobin Brasil, Chomsky comparou a prisão de Lula à prisão do pensador italiano Antonio Gramsci pelo regime fascista de Benito Mussolini.

"A exemplo de Bolsonaro, Benito Mussolini reconheceu que Gramsci precisava ser silenciado: quando Gramsci foi preso, o representante do Ministério Público italiano disse 'precisamos silenciar esse homem pelos próximos vinte anos, porque sua voz é muito perigosa para ser escutada'. É exatamente isso que o golpe de direita fez no Brasil. No último verão, ficou claro que se Lula pudesse aparecer publicamente, ele ganharia as eleições. Então, era preciso fazer algo contra ele, colocá-lo

segunda-feira, 29 de julho de 2019

No Alineados/Unidad internacional contra las ilegales sanciones estadounidenses


26 Julio 2019, Editorial Portal Alba http://www.portalalba.org

Escrito por Fernando Bossi Rojas

Ignorando  que el poder que detentaba hace décadas atrás está menguando, el gobierno estadounidense sigue sancionando a diferentes países de manera arbitraria, violando así el derecho internacional.

Esta semana, el Departamento de Estado ha ampliado el listado oficial con  nuevas adiciones al grupo de instituciones que, unilateralmente, veta la Administración de Donald Trump, como parte de su política hostil hacia Cuba.

De la misma forma, el Departamento del Tesoro estadounidense ha ejecutado otra arremetida de sanciones contra Venezuela, esta vez tratando de atacar los Comités Locales de Abastecimiento y Producción (CLAP) y privar al pueblo venezolano de su derecho a la alimentación.

“EEUU evalúa sancionar a Rusia  por su apoyo al Gobierno venezolano”, ha dicho

Abya Yala*, Venezuela/Proclama por la paz y la soberanía de los pueblos. XXV Foro de Sao Paulo


28 julio 2019, Portal Alba http://www.portalalba.org/index.php/areas/politica-democracia/fuerzas-populares2/21602-proclama-por-la-paz-y-la-soberania-de-los-pueblos-xxv-foro-de-sao-paulo

Los pueblos de América queremos paz, la humanidad toda quiere paz. El imperialismo estadounidense y sus aliados insisten en la guerra. Buscan desesperadamente mantener su posición de dominio y su hegemonía en un mundo unipolar basado en la explotación, la injusticia y la desigualdad. Necesitan mantener abiertas las venas de América para así apropiarse de las riquezas del sur.

Nos convertimos en “amenaza inusual y extraordinaria” para el poderío imperial los pueblos que guiados por el ideario bolivariano y martiano decidimos avanzar hacia un mundo de justicia, de igualdad, de independencia y de verdadera libertad. Nos ven como “amenaza” a los pueblos que hemos luchado y que nos resistimos al insolente monroísmo. Los pueblos que creemos que

sábado, 27 de julho de 2019

Abya Yala*/Alianza en izquierda mundial, prioridad en XXV Foro de Sao Paulo


Viernes 26 de julio de 2019, Prensa Latina (Cuba) https://www.prensa-latina.cu/index.php?o=rn&id=293452&SEO=alianza-en-izquierda-mundial-prioridad-en-xxv-foro-de-sao-paulo 

Caracas, 26 jul (Prensa Latina) Con un llamado a fortalecer alianzas en la izquierda mundial, la XXV edición del Foro de Sao Paulo reúne hoy en esta capital a más de un centenar de movimientos sociales y políticos en el segundo día de sesiones.

Durante su instalación, los organizadores ratificaron la necesidad de apoyar las luchas de liberación política y económica de cada pueblo como el de Palestina, Puerto Rico, Nicaragua, Bolivia, Colombia, Venezuela y Cuba.

'Este es un evento extraordinario para la unidad de los movimientos populares y partidos

terça-feira, 16 de julho de 2019

Abya Yala*/Venezuela prepara-se para receber 800 lideranças internacionais no Foro de São Paulo


14/07/2019 12:31, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil) http://www.patrialatina.com.br/venezuela-prepara-se-para-receber-800-liderancas-internacionais-no-foro-de-sao-paulo/

Fania Rodrigues/Brasil de Fato


Venezuela, comandada por Nicolás Maduro, tornou-se o epicentro de disputas internacionais / PSUV

Evento é considerado maior encontro de partidos e organizações de esquerda da América Latina e começa no dia 25 de julho

Caracas (Venezuela)

Nos últimos seis meses, a Venezuela sobreviveu a quatro processos de desestabilização do governo Nicolás Maduro e se transformou no epicentro de disputas internacionais que envolvem as maiores potências econômicas e militares do mundo. Por isso, foi escolhida como sede do Foro de São Paulo, maior encontro de partidos políticos e organizações de esquerda da América Latina. Entre os 25 e 28 de julho, o evento receberá 150 delegações com mais de 800 convidados internacionais já confirmados. Os movimentos e partidos

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Abya Yala, Patria Grande/VenezuelaLa serenidad de Putin, los susurros de Xi Jinping, los efectos especiales de Hasán Rouhaní y el poder armado del pueblo venezolano

04 07 2019, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico) http://www.rebelion.org/noticia.php?id=257948


La serenidad de Putin
Los acuerdos unilaterales, bilaterales, trilaterales, cuadrilaterales, multilaterales, que ha establecido Venezuela con cada uno de sus aliados y estos entre sí, han cerrado una cadena de eslabones entrecruzados –o mejor dicho-, una tupida red tanto comercial, como política, diplomática y, sobre todo, económica y militar; que hace inútil la palabrería de Donald Trump, su gesticulación feroz, su aparente falta de coherencia, la explosión final de una política de amenazas dispersa; muy americana, de jugador de casino, alquimista de bolsa de valores, viejo lema precarcelario de “Tolerancia Cero”, permisos indiscriminados (menos a los ciudadanos con antecedentes: negros, hispanos y amerindios, principalmente) para compra y tráfico de armas, y pistola vaquera al cinto.

La idea de buscarle garantía represiva a la libertad de empresa en el marco de un sistema formalmente democrático, nació en los EE UU y fue codificada en la ciudad de Nueva York, la urbe más simbólica del fin del milenio. Siguiendo modelos clásicos de marketing, la idea-sistema policial y sus procedimientos operativos fueron etiquetados para el rápido consumo de masas. En el corazón del “reino de la libertad” un plan de operaciones para la represión fue bautizado con un lema, rotundo, escueto, de claridad impertinente: “Tolerancia cero”.ii

Donald Trump chilla

terça-feira, 2 de julho de 2019

¿A quién beneficia el apurado acuerdo entre el Mercosur y la Unión Europea?


01/07/2019, Rebelión https://www.rebelion.org  (Mexico) https://www.rebelion.org/noticia.php?id=257814


Son seis páginas de buenos deseos, aprobadas de apuro bajo la denominación de “acuerdo estratégico”. Habrá que considerar a fondo los textos completos de la negociación cerrada en Japón en el marco de la Cumbre del G20.

¿Porqué de apuro si se inició el proceso en 1995, interrumpido varios años y retomado en 2016 y en cámara lenta?

La respuesta está en la situación mundial de lento crecimiento económico y un relativo fuera de juego de los actores que suscriben el compromiso.

Ni la Unión Europea (UE), ni el Mercosur (MS) son protagonistas de las principales ligas contemporáneas de la economía mundial. El juego determinante está entre EEUU y China, ejemplificado por la guerra comercial y monetaria, parte de la disputa por la hegemonía económica entre ambas potencias.

Europa está condenada desde hace años a ser un parque temático, aun cuando intenta

Abya Yala, Patria Grande/Cómo Cuba curó a los niños víctimas de Chernóbil: una historia casi desconocida



Por Miguel Fauré Polloni

Una historia de solidaridad y dignidad que Cuba impulsó entre 1990 y 2016, en plena crisis económica de la isla. Ayuda que hoy sale a la luz a propósito de la popular serie de HBO que rememora el desastre nuclear de 1986.

A propósito de la elogiada serie televisiva, Chernóbil ha vuelto a estar en boca de todos. El desastre que inició aquel 26 de abril de 1986, en el reactor número 4 de la central atómica Vladimir Ilyich Lenin, dejó secuelas de dolor en numerosos niños y niñas. Además del estrés post-traumático de vivir el horror nuclear, los menores venían desde Ucrania con atrofias musculares, deformaciones,  problemas en la piel y graves dolencias estomacales. La mayoría arribó con cáncer de tiroides y leucemias, tras exponerse al yodo 131 o al celsio 173.
  
En 1990, el gobierno cubano liderado por Fidel Castro decidió dar una mano a la las víctimas habilitando la localidad de Tarará -antiguo balneario de la burguesía- como una verdadera ciudad-hospital. Más de 26.000 infantes recibieron tratamientos integrales a base de

sábado, 29 de junho de 2019

Venezuela/CIA Finances Another Group of Fraudsters: the Venezuelan ‘Opposition’


June 27, 2019, Strategic Culture Foundation https://www.strategic-culture.org (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/06/27/cia-finances-another-group-of-fraudsters-venezuelan-opposition/

Wayne Madsen*

Once again, the Central Intelligence Agency has been caught financing a group of grifters and fraudsters at the expense of the American taxpayers. In the latest case, just another in the agency’s 72-year history, the Trump administration-appointed ad hoc board of CITGO, the US subsidiary of the state-owned Venezuelan oil company, PDVSA, stands accused of steering $70 million of escrowed funds, earmarked for PDVSA’s fiscal year 2020 bond, to the pockets of CIA-supported officials of the Venezuelan opposition “Popular Will” party headed by the so-called “interim president” of Venezuela, Juan Guaidó.

In addition to Guaidó, who is accused by the legitimate Venezuelan government of money laundering, treason, and corruption, other Popular Will leaders under investigation by both the Venezuelan Attorney General and the US Justice Department include Carlos Vecchio, Guaidó’s envoy in Washington; Rossana Barrera and Kevin Rojas, Guaidó’s emissaries in Cucuta, a Colombian-Venezuelan border town; Sergio Vargara, Barrera’s brother-in-law and a Member of the Venezuelan Congress; Guaidó’s “ambassador” to Colombia, Humberto Calderon Berti, opposition businessman Miguel Sabal; and Guaidó’s chief of staff, Roberto Marrero. Over two dozen other Popular Will leaders are also under investigation for fraud involving money earmarked by the Trump administration, particularly Iran-Contra scandal felon and current Trump special envoy for regime change in Venezuela, Elliot Abrams.

Barrera and Rojas are accused of spending money given to the Popular Will by the US Agency for International Development (USAID), a longtime CIA financial pass-through,

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Brazil, Colombia, Now Venezuela: US Pursues Right-Wing Hegemony in South America


April 04th, 2019, MintPress News https://www.mintpressnews.com (USA) https://www.mintpressnews.com/brazil-colombia-now-venezuela-us-pursues-right-wing-hegemony-south-america/256934/ 


World domination: it’s a funny concept. We can imagine old dudes with messy hair and thick glasses taking over the world or the caricature of a humanoid villain that wears a skull and crossbones, but what about applying it to the real world? Who’s closest to taking over the world we live in? Do I even need to say it?

When it comes to Iran, North Korea or, as of late, Venezuela, it’s impossible to FULLY understand the goals behind a U.S. regime-change operation if we don’t understand the U.S.’ regional aims, and by extension, global aims. We have to understand the United States for the totality of its existence. With dozens if not hundreds of military bases on every continent, the United States is the only empire in the world right now; its goals and ambitions can’t be anything but global. We can’t remove America’s behavior from this context.

So how does Venezuela fit into

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Abyayala/« Le Venezuela est une menace pour le système néocolonial mondial »


26 mai 2019, Le Grand Soir https://www.legrandsoir.info/le-venezuela-est-une-menace-pour-le-systeme-neocolonial-mondial.html

Charles McKelvey

Mohsen Abdelmoumen : Vous avez écrit un livre très pertinent et important pour comprendre la révolution cubaine : The Evolution and Significance of the Cuban Revolution. À la lumière de votre livre, peut-on dire que la révolution cubaine a été très importante pour l’émancipation non seulement du peuple cubain mais de tous les peuples d’Amérique latine ?
Dr. Charles McKelvey : Je considère la révolution cubaine comme une révolution paradigmatique du tiers monde. Elle a le caractère double qui a essentiellement défini les mouvements et les révolutions du tiers monde : (1) une révolution anti-coloniale/néocoloniale qui cherche à libérer la nation de la domination impérialiste étrangère, et (2) une révolution de libération sociale, cherchant la transformation des institutions économiques, politiques et culturelles capitalistes. En outre, il s’agit d’une révolution du tiers monde avancée qui est le fruit de plusieurs facteurs : le caractère avancé des mouvements anti-impérialistes latino-américains en général, résultant du fait que le colonialisme européen moderne et l’impérialisme américain sont arrivés tôt en Amérique latine ; la présence d’une petite bourgeoisie radicalisée, en raison des conséquences négatives de la république néocoloniale de Cuba pour la classe moyenne ; et la présence de leaders charismatiques dotés d’une capacité exceptionnelle de compréhension, d’analyse et de leadership, notamment Martí dans les années 1890, Mella dans les années 1920, Guiteras dans les années 1930 et Fidel depuis les années 1950 jusqu’au début du XXIe siècle.

Je consacre environ la moitié de l’ouvrage au système mondial en cherchant à décrire le développement historique des structures mondiales de domination coloniale et néocoloniale. En plaçant la révolution cubaine dans un contexte historique et mondial, mon intention est de montrer que la révolution cubaine est une réponse intelligente et morale aux

terça-feira, 30 de abril de 2019

Abyayala/Washington monta guerra colonial na América Latina



por José Goulão

Os acontecimentos sucedem-se em cascata nos últimos dias tendo como alvos a Venezuela e, por arrastamento, a Nicarágua e Cuba – a "troika da tirania", citando o triunvirato fascista que comanda Trump: Michael Pompeo, John Bolton e Michael Pence. Os movimentos militares não estão apenas em cima das mesas de conspiração, conforme reconhece a própria CNN, as sanções económicas e políticas multiplicam-se, as ondas de choque extravasam em muito a região latino-americana e desconcertam até alguns dos mais fiéis súbditos de Washington, como a União Europeia.

A CNN, citando fontes próprias do interior do establishment norte-americano, revelou a existência de actividades militares orientadas para a América Central e do Sul resultantes da coordenação do Estado-Maior conjunto do Pentágono com o Comando Sul (SouthCom), aprofundando a interacção com países vizinhos – sobretudo Colômbia e Brasil. De acordo com as mesmas fontes, trata-se de dissuadir a alegada penetração da Rússia e da China na região, que recentemente o secretário de Estado, Michael Pompeo, qualificou como "uma provocação" além de, imagine-se, uma "ingerência nos assuntos internos" da Venezuela.

Tais razões serão válidas apenas para consumo propagandístico e agitação de fantasmas; porque, em termos práticos, o que continua a ganhar forma, depois do espaço dado à vocação "humanitária", são os preparativos de uma agressão militar norte-americana contra a Venezuela, que Washington continua a preferir por procuração, isto é, através de exércitos e mercenários alheios. As movimentações militares, especialmente navais, serviriam de enquadramento das operações ofensivas e teriam igualmente cariz intimidatório.

Os sinais de reactivação da "opção militar coincidem com os fracassos sucessivos de outras formas de desestabilização da Venezuela testadas desde que o vice-presidente dos Estados Unidos, Michael Pence, telefonou a Juan Guaidó para este se auto-designar "presidente interino" da Venezuela, em 23 de Janeiro.

Um mês depois registou-se o falhanço estrondoso da intervenção contra Caracas a partir da Colômbia, sob capa de "ajuda humanitária", que acabou por se virar contra os promotores e deixar Guaidó em maus lençóis perante os patrocinadores de Washington.

Mais recentemente, em 6 de Abril, esteve programado o início de um "levantamento de massas" através da Venezuela, que deveria ir ganhando projecção e manter-se até à queda do governo eleito de Nicolás Maduro. Foi montada uma rede de células que deveria agitar manifestações em todo o país, mas tudo indica que a operação morreu no ovo: a resposta "das massas" está longe de ter o vigor ambicionado.

A conspiração de Washington
A perspectiva de novo fracasso parece ter esgotado a já pouca paciência de Washington. Em 10 de Abril, as estruturas conspirativas norte-americanas montaram uma "mesa-redonda" na capital federal, sob a capa do Centro de Estudo Estratégicos e Internacionais (CEEI), com um ponto único na ordem de trabalhos: "Avaliar a utilização da força militar na Venezuela".

A reunião deveria ter sido "privada", o que de facto aconteceu, mas o jornalista de investigação Max Blumenthal logrou acesso à lista de participantes – honrando a liberdade de imprensa e provando que a luta dos jornalistas dedicados à investigação e à busca da verdade foi ferida mas não liquidada com a prisão de Julian Assange.

A "lista de participantes" expõe uma autêntica associação de malfeitores, um conluio de índole mafiosa, gente para quem "a mudança de regime na Venezuela só é possível castigando a população", o que "não tem qualquer importância" – segundo palavras anteriormente proferidas por um dos presentes, o embaixador William Brownfield.

Desconhece-se o teor das intervenções na reunião sobre a intervenção militar na Venezuela. Mas averiguando o que pensam os conspiradores, pelo menos os principais, ficaremos com uma noção do que foi dito e preparado.

O já citado William Brownfield foi embaixador dos Estados Unidos na Venezuela a seguir ao golpe de 2002 contra Hugo Chávez e não descansou um momento no ataque à democracia venezuelana, sucessivamente como membro das administrações de George W. Bush, Obama e agora Trump. "Mais do que um narco-Estado, a Venezuela é um Estado mafioso", considera Brownfield. Por isso, "a melhor solução é acelerar o colapso, nem que produza um período de maior sofrimento durante meses, talvez anos".

Não será descabido supor, perante este tipo de afirmações, que o "combate ao narcotráfico" venha a ser um dos argumentos a brandir para justificar uma agressão militar contra a Venezuela. Já não seria a primeira vez, conhecendo o tipo de alegações que conduziram à invasão do Panamá e até do Afeganistão, país onde, desde a instalação da NATO, o comércio de estupefacientes floresce como nunca. O que acontece também com um dos grandes aliados norte-americanos na América Latina, a Colômbia, um narco-Estado que não necessita de ser invadido porque Washington já está presente e tirando proveito. 

Uma reunião que não foi académica
Olhando a lista de participantes na reunião promovida em 10 de Abril deduz-se que a intenção de "avaliar a utilização da força militar na Venezuela" fica muito aquém do que efectivamente se passou. Tratou-se muito provavelmente de uma reunião operacional, pois figuras como o almirante Kurt Tidd, o embaixador Brownfield ou o terrorista Roger Noriega não são pessoas de perder tempo e gastar experiência com debates académicos. E a presença de membros em funções no Departamento de Estado de Pompeo, como Stephen Dreikorn e Keith Mines, de um alto quadro do Conselho Nacional de Inteligência, como David Tapia, de três representantes da USAID, uma agência da CIA para mudanças de regimes, além de vários "assessores" da equipa usurpadora de Juan Guaidó indiciam um estado mais avançado de preparação do que uma simples troca de opiniões. Sem esquecer o significado da presença de delegações oficiais representativas da Colômbia e do Brasil.

O almirante Kurt Tidd foi, até há quatro meses, o comandante do Comando Sul das Forças Navais norte-americanas (SouthCom), com tarefas de controlo sobre a América Latina.

A sua presença numa reunião deste tipo tem enorme importância, não há outra interpretação possível; porque trata-se de alguém com anos de práticas desestabilizadoras e intimidatórias contra a Venezuela, incluindo planos golpistas organizados como o que esteve previsto para 2016 e foi frustrado pela Revolução Bolivariana.

"Há que continuar a manipular o cenário em que a Venezuela 'está à beira do colapso e da implosão', reforçando "a matriz mediática que liga a crise eléctrica à responsabilidade exclusiva de Maduro", incitou o almirante em ocasiões anteriores que não estão, porém, desactualizadas. A multiplicação de actos terroristas para provocar apagões que afectam a Venezuela é actual e provavelmente continua a ser testada não apenas para minar a situação interna mas também para ser uma arma em situação de agressão militar.

O terrorista Noriega 
A presença de uma figura como Roger Noriega na reunião de 10 de Abril, ainda que na discreta posição de representante do American Enterprise Institute, é todo um programa de conspiração operacional.
Noriega é um intervencionista veterano dos tempos do escândalo Irão-Contras, um braço executivo de Elliot Abrams no apoio a grupos de mercenários e esquadrões da morte patrocinados pelos Estados Unidos para lançar o terror contra as revoluções na Nicarágua e em El Salvador nas duas últimas décadas do século passado.

Sendo Elliot Abrams, actualmente, o enviado especial norte-americano para a entronização de Guaidó e o derrube de Maduro, a presença de Roger Noriega numa reunião sobre o uso da força militar na Venezuela significa que a sua realização tem de ser levada muito a sério.

Os planos contra Caracas desenvolvidos sob a alçada do almirante Kurt Tidd prevêem desde sempre o recurso a mercenários e esquadrões da morte que, para o efeito, continuam a ser preparados nas bases norte-americanas de Tona e Tolemaida, na Colômbia.

Perante os acontecimentos em cascata que se têm sucedido nos últimos dias torna-se evidente que Roger Noriega reaparece agora como uma peça-chave dos planos de Pompeo, Bolton e Adams para a América Latina - e que vão além da Venezuela.

O recentíssimo reforço das sanções contra a Nicarágua e, sobretudo, contra Cuba representam o agravamento de uma filosofia colonial intervencionista no "quintal das traseiras" e que tem vindo a ser considerada como a restauração plena da velha Doutrina Monroe. À luz da qual, obviamente, quaisquer apoios a países da região por parte de potências como a China e a Rússia são "provocações", como já declarou Michael Pompeo, o secretário de Estado e ex-director da CIA.

Além de antigo e actual colaborador próximo de Elliott Abrams na definição da estratégia terrorista contra a Venezuela, existem outras poderosas razões para considerar relevante o papel de Noriega em tudo o que está a passar-se na América Latina. Ele foi exactamente um dos autores da lei anti-cubana Helms-Burton, em 1996, agora restaurada em todo o seu articulado para agravar as sanções contra Havana.

Existe uma unidade estratégica na política de Pompeo, Bolton e Adams para a América Latina. E Roger Noriega é um dos elementos fulcrais da equipa que a desenvolve e aplica. Por isso, a sua presença na reunião de 10 de Abril, juntamente com o almirante Kurt Tidd e o embaixador William Brownfield, confirma o carácter operacional desta.

Roger Noriega, o terrorista que em tempos lamentou o facto de "os Estados Unidos se terem enganado ao não dar a devida importância a Hugo Chávez", defende que a mudança de regime é a única opção a tomar em relação à Venezuela. "Quando existe um regime cruel, não há outra solução", afirma.

A restauração plena da chamada Lei Helms-Burton é mais um reforço do bloqueio contra Cuba mas afecta também numerosas empresas e importantes negócios de outras regiões e entidades, incluindo a União Europeia.

Ora a União Europeia tem-se identificado com a estratégia latino-americana do triunvirato fascista que envolve Trump. O alargamento dessa estratégia a vários países, designadamente Cuba, afecta ainda mais directamente vastos e importantes interesses da União Europeia. Interesses que realmente contam para Bruxelas, como os dos negócios privados e das propriedades e lucros das empresas.

A imprensa espanhola revelou que a alta representante para a política externa da União Europeia, Federica Mogherini, escreveu uma carta para a Casa Branca garantindo que Bruxelas fará queixa dos Estados Unidos à Organização Mundial de Comércio se a aplicação da lei de Noriega contra Cuba for até às últimas consequências. O cenário resultante desta demanda europeia, se for concretizada, poderá criar atritos muito sérios entre a União e Washington.

Resta agora saber se este rasgo de "atrevimento" de Mogherini segue os seus trâmites ou não passará de um papel perante o qual Trump irá rir-se às gargalhadas.

Os acontecimentos dos últimos dias em relação a América Latina, incluindo a reunião de guerra efectuada em 10 de Abril, colocam, afinal, um dilema à União Europeia: reage à doutrina colonial de Washington ou continua, como até aqui, a sustentar uma figura golpista e cada vez mais desacreditada como Guaidó?

Tendo em consideração os antecedentes próximos ou afastados e o que está em jogo – não apenas regionalmente – é difícil acreditar que Bruxelas chegue a desafiar Washington. Nada faz prever que tenha chegado o dia das surpresas.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Cuba/O PERMANENTE ENSINAMENTO DE FIDEL É QUE TUDO PODE SER FEITO

4 dezembro 2016, Granma http://pt.granma.cu (Cuba)

Discurso do primeiro secretário do Comitê Central do Partido e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no ato político em homenagem póstuma ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz

 Photo: Estudio Revolución


Discurso do primeiro secretário do Comitê Central do Partido e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no ato político em homenagem póstuma ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, Fidel Casto Ruz, na Praça major-general Antonio Maceo Grajales, Santiago de Cuba, em 3 de dezembro de 2016, "Ano 58º da Revolução".

(Tradução da versão estenográfica do Conselho de Estado)

Estimados chefes de Estado e de Governo;
Personalidades proeminentes que nos acompanham;
Compatriotas que estão aqui hoje representando as províncias orientais e Camaguey;
Moradores de Santiago de Cuba;

Querido povo de Cuba:

Na tarde de hoje, após a chegada a esta cidade heróica do cortejo fúnebre com as cinzas de Fidel, que fez no sentido oposto à Caravana da Liberdade, que teve lugar em janeiro de 1959, o cortejo percorreu locais importantes de Santiago de Cuba, berço da Revolução, onde,

Brasil/ASSINE O LIVRO DE CONDOLÊNCIAS PELA MORTE FIDEL CASTRO

3 dezembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Aqueles que desejam enviar uma mensagem de solidariedade ao povo cubano, mas não estão próximos da embaixada ou de algum consulado da ilha no Brasil podem assinar o livro de condolências pela morte de Fidel Castro online. 



 Foto: Alberto Korda/As cinzas de Fidel serão enterradas neste 
domingo (4) no mesmo cemitério onde está o libertador José Martí

As mensagem publicadas no livro serão enviadas a Cuba e ficarão à disposição do povo cubano.

Além do livro, os consulados e a embaixada no Brasil abriram suas portas a todo cidadão brasileiro que desejasse render uma homenagem ao comandante máximo da revolução cubana. 

Assine o livro 
aqui. 
  

Do Portal Vermelho

Cuba/Cabalgando con Fidel, la canción homenaje (+ Video y Audio descargable)

28 noviembre 2016, CubaDebate http://www.cubadebate.cu (Cuba)
Contra el Terrorismo Mediático Círculo de Periodistas Cubanos contra el Terrorismo

Cubadebate ofrece a sus lectores el video de esta hermosa canción:


Con esa sensibilidad que emana de su trova amorosa y comprometida, Raúl Torres compuso una hermosa canción de homenaje a Fidel, que fue estrenada este lunes 28 de noviembre en la Mesa Redonda.

Con arreglos del Maestro Pancho Amat, la trompeta de Yasek Manzano, el acompañamiento de la Orquesta Sinfónica Nacional y con las voces de Raulito, Eduardo Sosa, Luna Manzanares y Annie Garcés, la canción fue

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Cuba/Mais de 2 milhões de pessoas lotam praça da Revolução, em Havana, para se despedir de Fidel

30 novembro 2016,  Havana - 30/11/2016, Ópera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Camilo Toscano
Enviado especial a Havana

Povo entoou gritos e palavras de ordem, como: “Eu sou Fidel!”, “Viva Fidel, venceremos!”, “Sempre Fidel!” e “O povo, unido, jamais será vencido”


Foto: Cubadebate/População lotou praça da Revolução para dar adeus a Fidel

Mais de 2 milhões de pessoas lotaram a praça da Revolução, em Havana, na noite desta terça-feira (29/11), para se despedir do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro. O ato desta terça faz parte dos nove dias de luto oficial decretado pelo governo para homenagear e memória do líder revolucionário.

Na presença de chefes de Governo e representantes de diversas nações, muitos dos quais discursaram em homenagem e agradecimento a Fidel, o povo entoou gritos e palavras de ordem, como: “Eu sou Fidel!”, “Viva Fidel, venceremos!”, “Sempre Fidel!” e “O povo, unido, jamais será vencido”. 

Fidel Castro morreu na noite de sexta-feira (25/11), exatamente 60 anos depois de que partiu, do México rumo a Cuba, no iate

Cuba/FIDEL CASTRO, ETERNO HÉROE DE LOS DESHEREDADOS

28 noviembre 2016,  http://www.hispantv.com (Irán)

Personaje controvertido en Occidente, donde es fuertemente criticado, Fidel Castro es admirado en cambio por los pueblos de América Latina y del Tercer Mundo.

Los latinoamericanos y naciones del Tercer Mundo que lo consideran un símbolo de la resistencia a la opresión y un defensor de la aspiración de los países del Sur a la independencia, a la soberanía y a la autodeterminación.

Rebelde mítico que entró en vida en el Panteón de los grandes libertadores del continente americano, el antiguo guerrillero de la Sierra Maestra ha visto su prestigio superar fronteras continentales para convertirse en el arquetipo del antimperialismo del siglo XX y el vector de un mensaje universal de emancipación.

Los medios occidentales, por sus crispaciones ideológicas y una condescendencia obvia hacia los pueblos del Sur, no han logrado entender la importancia histórica de Fidel Castro para Cuba, América Latina y el Tercer Mundo. Desde José Martí, el héroe nacional cubano, ningún otro personaje ha simbolizado con tanta fuerza las aspiraciones del pueblo cubano a la soberanía nacional, a la independencia económica y