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sábado, 27 de julho de 2019

Abya Yala*/Alianza en izquierda mundial, prioridad en XXV Foro de Sao Paulo


Viernes 26 de julio de 2019, Prensa Latina (Cuba) https://www.prensa-latina.cu/index.php?o=rn&id=293452&SEO=alianza-en-izquierda-mundial-prioridad-en-xxv-foro-de-sao-paulo 

Caracas, 26 jul (Prensa Latina) Con un llamado a fortalecer alianzas en la izquierda mundial, la XXV edición del Foro de Sao Paulo reúne hoy en esta capital a más de un centenar de movimientos sociales y políticos en el segundo día de sesiones.

Durante su instalación, los organizadores ratificaron la necesidad de apoyar las luchas de liberación política y económica de cada pueblo como el de Palestina, Puerto Rico, Nicaragua, Bolivia, Colombia, Venezuela y Cuba.

'Este es un evento extraordinario para la unidad de los movimientos populares y partidos

segunda-feira, 22 de julho de 2019

No Alineados/Venezuela consolida cooperación bilateral con países del Mnoal


Publicado 20 julio 2019, TeleSur.net https://www.telesurtv.net (Venezuela) https://www.telesurtv.net/news/venezuela-cooperacion-bilateral-paises-mnoal-20190720-0024.html

En el marco de la diplomacia bolivariana de paz, este sábado autoridades venezolanas sostuvieron sendos encuentros bilaterales con las delegaciones de Rusia, Turquía, Irán y Palestina.

En el marco de las actividades diplomáticas paralelas al desarrollo de la Reunión Ministerial del Buró de Coordinación del Movimiento de Países No Alineados (Mnoal) que se celebra este fin de semana en Venezuela, altos funcionarios del Gobierno Bolivariano sostienen sendos encuentros bilaterales con las delegaciones extranjeras para consolidar vínculos de cooperación y solidaridad.

Este sábado, la vicepresidenta ejecutiva Delcy Rodríguez mantuvo reuniones de trabajo con representantes de las cancillerías de Rusia, Turquía, Irán y

quinta-feira, 19 de maio de 2016

NAKBA: 68 ANOS DE OCUPAÇÃO SIONISTA DA PALESTINA



19 maio 2016, Odiario.info http://www.odiario.info (Portugal)














Miko Peled
55 anos, israelense natural de Jerusalém, escritor e ativista da paz

Não foi por esquecimento que os media portugueses – rádios, jornais e televisões – ignoraram a criminosa ocupação da Palestina pelos sionistas fez dia 15 de maio passado 68 anos. Tinham a agenda, se quisessem recordar a data. As agendas servem precisamente para isso. Foi um propósito que os qualifica.

O texto que hoje publicamos, de um escritor israelense, ativista da luta pela Paz, nascido em Jerusalém, em 1961, é uma denúncia, do comportamento sionista que o autor compara ao comportamento dos nazis para com os judeus.

15 de maio de 2016 em Nova Iorque

Sessenta e oito anos depois da ocupação da Palestina as pessoas começam a referir-se à violação e à pilhagem sionistas da Palestina como um “conflito”. É o “conflito israelo-palestino” ou a “questão” israelo-palestina; alguns até lhe chamam de “disputa” e outros de “problema”.

Mads Gilbert disse-me recentemente que se alguém na Noruega se referisse à ocupação alemã da Noruega como um “conflito” ou “disputa”, seria expulso da sala. Espero que isso se torne verdade em França ou na Bélgica e até na ilha de Jersey.

Ninguém se referirá à ocupação alemã, para não mencionar as políticas alemãs para com os judeus sob o regime nazi, como um conflito. No entanto, ao falarem da Palestina ocupada, onde a limpeza étnica e o genocídio têm sido uma realidade desde há 68 anos, as pessoas muitas vezes abstêm-se de usar o termo ocupação – sobretudo relativamente a 1948, quando a parte do leão da Palestina foi ocupada.

Há duas coisas que não estamos autorizados a dizer sobre a Nakba palestina. Duas coisas que a sociedade ocidental “civilizada” acha pouco educadas. A primeira é

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

DE POL POT AO ISIS: O SANGUE NUNCA SECOU

20 novembro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Por John Pilger

Em 1969, ao transmitir ordens do presidente Richard Nixon para um bombardeamento "maciço" do Cambodja, Henry Kissinger, disse: "Qualquer coisa que voe sobre tudo o que se mova". Quando Barack Obama trava a sua sétima guerra contra o mundo muçulmano desde que recebeu o Prémio Nobel da Paz e François Holland promete um ataque "impiedoso" sobre os escombros da Síria, a histeria e as mentiras orquestradas fazem-nos quase nostálgicos da honestidade assassina de Kissinger. 

Como testemunha das consequências humanas da selvajaria aérea – incluindo a decapitação de vítimas, com suas partes a engrinaldarem árvores e campos – não fico surpreso pela reiteração do desprezo para com a memória e a história. Um exemplo impressionante foi a subida ao poder de Pol Pot e do seu Khmer Rouge, o qual tinha muito em comum com o actual Islamic Statein Iraq and Syria (ISIS). Também eles foram implacáveis medievalistas que principiaram como uma pequena seita. Também eles foram o produto de um apocalipse de fabricação americana, desta vez na Ásia. 

Segundo Pol Pot, seu movimento consistia em "menos de 5000 guerrilheiros fracamente armados inconstantes quanto à sua estratégia, tácticas, lealdade e líderes". Uma vez lançados os bombardeiros B-52 de Nixon e Kissinger, no âmbito da "Operação Menu", o supremo demónio do ocidente mal podia acreditar na sua sorte. Os americanos despejaram o equivalente a cinco Hiroshimas no Cambodja rural durante

terça-feira, 29 de setembro de 2015

“O Brasil vai continuar no caminho da democracia”, diz Dilma

28 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 

Dilma deixou claro que governo e a sociedade não toleram a corrupção
e o Brasil vai continuar no caminho da democracia (Cia Pak/ ONU)

Em discurso de abertura da 70ª sessão da Assembleia Geral da ONU, nesta segunda-feira (28), a presidenta Dilma falou sobre a crise migratória e a questão dos refugiados; as metas para a Agenda 2030 e o atual processo político do Brasil. Neste ponto, deixou claro que o país “vai continuar trilhando o caminho democrático”.

Dilma destacou os avanços obtidos nos últimos anos no Brasil, como a saída do Mapa da Fome e a superação da extrema miséria. Pontuou que isso só foi possível em um ambiente de “consolidação e aprofundamento da democracia, graças à plena vigência da legalidade e do funcionamento do Estado”. Explicou que o Brasil não tem problemas estruturais graves, mas sim conjunturais, e afirmou que “temos condições de superar as dificuldades atuais e avançar no trilho do desenvolvimento, para um novo ciclo mais profundo, sólido e duradouro”. 

Sobre o atual processo de instabilidade política que o país passa, a presidenta destacou ainda a importância da investigação e da punição de todo e qualquer político envolvido em processos de corrupção. Não titubeou ao afirmar que “o governo e a sociedade não toleram a corrupção”. Afirmou ainda que em um ambiente soberano e democrático, como é o do Brasil, os juízes devem julgar com liberdade, sem pressões ou paixões políticas; e os governantes devem

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Brasil/Diálogos Israel-Palestina: Ocupação em pauta e o Brasil como mediador

31 de agosto de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A possibilidade de envolvimento do Brasil nas negociações entre Israel e Palestina tem sido considerada. Foi mencionada, por exemplo, por Mohamed Odeh, presidente do Comitê Ibero-Americano do partido à frente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), o Fatah, durante a importante Conferência “Encontros e Diálogos entre Palestinos e Israelenses - Dilemas e Perspectivas nos Caminhos para a Paz”, que terminou neste domingo (30).

Por  Moara Crivelente*, especial para o Vermelho

Pouco depois da primeira Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa), em 2005, o então chanceler brasileiro Celso Amorim visitou Israel. Reunido com seu homólogo Silvan Shalom, Amorim, que narra o encontro em seu livro “Teerã, Ramalá e Doha - Memórias da Política Externa Ativa e Altiva”, entendeu que a iniciativa causou desconforto à liderança sionista. O mesmo valia para o posicionamento do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU) contra a ocupação israelense dos territórios palestinos - que culminou com o reconhecimento do Estado da Palestina pelo Brasil em 2010. Entretanto, a “universalidade” da política externa brasileira buscaria um equilíbrio e poderia levar o país a desempenhar um papel na mediação entre palestinos e israelenses.

A conferência realizada pela Comissão da Anistia do Ministério da Justiça do Brasil, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão e a Fundação Getúlio Vargas reuniu líderes religiosos, políticos e estudantes israelenses e palestinos em São Paulo e

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

PORTUGAL NÃO PODE PACTUAR COM A GESTÃO CRIMINOSA POR ISRAEL DA ÁGUA PALESTINA

2 agosto 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

Comunicado -- 04/2015

A Parceria Portuguesa para a Água (PPA) promove uma sessão, no próximo dia 8 de Junho, sobre o tema “Gestão inovadora dos recursos hídricos – uma perspectiva israelita”. É oradora a Professora Einat Magal e a sessão, que tem o patrocínio da Embaixada de Israel, tem lugar no auditório da ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos.

É por demais conhecida a “gestão inovadora” que Israel faz dos recursos hídricos da Palestina ocupada desde 1967, que explora em benefício próprio e dos colonatos ilegais, ao mesmo tempo que revende aos palestinos a água, que lhes pertence, a preços de usura. Israel apropria-se de 80% da água do Aquífero da Montanha o que, adicionado à água obtida de outras fontes, permite que cada israelita, incluindo os habitantes dos colonatos ilegais, usufrua de uma média diária de 300 litros de água, que lhes permite o luxo de piscinas e jardins, enquanto aos palestinos está reservada uma média de 70 litros diários para uso pessoal, doméstico e agrícola. Israel não só não tem permitido aos palestinos a construção de novos poços como tem permitido que os colonos se apropriem de poços de aldeias palestinas vizinhas ou os contaminem com os seus efluentes, além das destruições de condutas e outras infra-estruturas, provocadas pelas recorrentes ofensivas militares, e cuja recuperação é inviabilizada.

É esta “gestão inovadora” que a Professora Magal vem ensinar aos portugueses no próximo dia 8, precisamente o dia em se assinala o primeiro aniversário da bárbara agressão de Israel contra o povo de Gaza que causou mais de 2.000 mortos e 11.000 feridos e deixou um rasto de destruição? Gaza, que já tinha uma situação difícil no que respeita a água e saneamento, viu-a agravada de forma dramática na sequência da agressão: 450.000 pessoas ficaram sem acesso a água potável; as redes de água e saneamento foram

sábado, 11 de julho de 2015

UM ACTO DE PIRATARIA CONTRA A SOLIDARIEDADE

11 julho 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Goulão

O Estado de Israel interrompeu mais uma vez com um assalto pirata a rota de um navio com a bandeira de um país da União Europeia que pretendia levar bens essenciais para a população de Gaza que vive cercada, asfixiada, indefesa e sob a mira das sofisticadas armas de guerra do mesmo Estado de Israel.

Entre os materiais transportados a bordo do “Marianne”, um barco registado no porto de Gotemburgo, estavam, por exemplo, painéis solares destinados a tentar suprir as carências em energia provocadas no território pelos constantes assaltos militares israelitas.

Três navios de guerra israelitas interceptaram o barco da solidariedade a cerca de 100 milhas náuticas ao largo da costa de Gaza, logo em águas internacionais, onde as quais as embarcações israelitas não têm qualquer jurisdição nem poder.
 
O sequestro que se seguiu à intercepção e a apropriação arbitrária dos bens transportados na embarcação, incluindo os haveres de passageiros e tripulantes, depois detidos numa prisão no território de Israel, são factos que

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Palestina Ocupada/En Gaza, una alfombra roja entre las ruinas (+ Video)

18 mayo 2015, Cubadebate

Gaza está destrozada. Está cercada desde 2007, en los últimos cinco años ha sufrido tres de las peores ofensivas de Israel. La reconstrucción no es más que una quimera -- el dinero internacional no llega e Israel bloquea la mayor parte de los materiales -- y las heridas del pasado verano siguen abiertas. Y, sin embargo, en mitad del desastre, se acaba de extender una enorme alfombra roja, como la de los Oscar, como la de los Goya. Porque en la franja, pese a todo, también hay un festival de cine que lucir y personas que merecen pasear sobre blando, y no sobre cascotes.

El video a continuación es el promocional del Festival de Cine y Derechos Humanos Karama-Gaza (Red Carpet). Se ha llevado a cabo entre el 12 y 14 de mayo y la apertura, la gala inaugural, tuvo lugar junto a los escombros de las casas destrozadas en el barrio Sheja’eya (Al Tawiq), en el este de Gaza.

La actividad en Gaza, en realidad, dadas las limitaciones del lugar, ha sido escasa, pero las proyecciones se han completado desde Jordania, donde se ha podido disfrutar del trabajo de los realizadores palestinos en un entorno menos asfixiante.

La idea del festival es la de mostrar el trabajo de los autores locales y, sobre todo, concienciar al mundo del problema del pueblo palestino, sin Estado desde hace 67 años. (Con información de El Huffington Post)


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Brasil/Diplomata pede ajuda na Câmara para crianças palestinas

7 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O comissário-geral da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, Pierre Krähenbülh, esteve em audiência com a presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, deputada Jô Moraes, nesta quarta-feira (6), para pedir apoio à causa palestina. Ele falou sobre a possibilidade de conseguir algum mecanismo regular da contribuição brasileira à Gaza.  

A deputada se dispôs a ser uma ponte com  as associações e comunidades no Brasil de apoio à causa palestina e constituir um grupo de trabalho no parlamento brasileiro para debater o assunto. Ela se sensibilizou com o relato do diplomata sobre a situação dos palestinos após a ofensiva de Israel em julho do ano passado, quando recrudesceu o conflito entre israelenses e palestinos, na Faixa de Gaza. 

Nos ataques à Faixa de Gaza, as maiores vítimas são as crianças, destaca o diplomata. E, pensando nelas, Krähenbülh sugeriu que o Brasil ajudasse aos palestinos com um projeto nos moldes do

terça-feira, 28 de abril de 2015

Timor-Leste/DISCURSO DO PRESIDENTE TAUR MATAN RUAK NO 60º ANIVERSÁRIO DA CONFERÊNCIA ASIA-ÁFRICA DE 1955 E 10º ANIVERSÁRIO DA NOVA PARCERIA ESTRATÉGICA ÁSIA-ÁFRICA

Presidência da República http://presidenciarepublica.tl (Timor-Leste)


Jakarta, Bandung
22 a 24 de Abril de 2015

Excelências

Dirijo-me a todos vós com grande satisfação para vos transmitir as saudações amigas e calorosas do povo de Timor-Leste.

A satisfação é maior por fazê-lo neste encontro emotivo, quando comemoramos o Sexagésimo aniversário da Conferência Ásia-África em Bandung e o décimo aniversário da Nova Parceria Estratégica Ásia-África.

Há 60 anos, num mundo de intensa bipolaridade — esboçavam-se as bases de uma guerra batizada de “fria”— os estadistas asiáticos e africanos consagraram valores e princípios que refletiam as aspirações mais profundas dos nossos povos em busca de mais segurança e bem-estar.

A visão afirmada em Bandung tem beneficiado e iluminado a ordem internacional nos últimos 60 anos. Os princípios de Bandung foram guias para a ação, tiveram efeitos práticos, e mantém-se extraordinariamente atuais.

A coexistência pacífica, o respeito mútuo entre Estados, a não ingerência nos assuntos internos dos países, a rejeição de todos os atos, ou ameaças, de agressão são valores que

terça-feira, 7 de abril de 2015

CARTA DE ALBERT EINSTEIN ALERTANDO PARA O FASCISMO SIONISTA EM ISRAEL

3 abril 2015, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
–- Carta enviada ao New York Times em 1948 em protesto contra a visita de Menachem Begin

por Albert Einstein



Universidade de Harvard, 4 de dezembro de 1948

Cartas ao Editor
New York Times

4 de dezembro de 1948

Aos editores do New York Times:

Entre os fenómenos políticos mais perturbadores da nossa época, está o aparecimento, no recém-criado estado de Israel, do "Partido da Liberdade" (Tnuat Haherut), um partido político muito parecido, na organização, nos métodos, na filosofia política e no apelo social, com os partidos nazis e fascistas. Formou-se a partir dos membros do antigo Irgun Zvai Leumi, uma organização terrorista, de extrema-direita e chauvinista na Palestina.

A atual visita do líder deste partido, Menachem Begin, aos Estados Unidos, é obviamente calculada para

sábado, 20 de dezembro de 2014

Brasil/Movimentos comemoram fim de acordo entre Governo do Rio Grande do Sul e empresa israelense

16 dezembro de 2014, ADITAL (Brasil)

Jardson Castro

Os movimentos sociais do Estado do Rio Grande do Sul comemoram a decisão do governo estadual de cortar o apoio institucional à subsidiária da empresa israelense Elbit Systems, a AEL Sistemas, localizada em Porto Alegre. O memorandum do governo, recebeu fortes críticas dos movimentos sociais, autoridades palestinas e da sociedade civil brasileira, sobretudo, por causa da construção de muros separatistas em território palestino pela referida empresa, bem como do uso e desenvolvimento de armas para as forças armadas de Israel.

O apoio governamental à subsidiária foi firmado em abril de 2013, quando o governo gaúcho abriu espaço para que a AEL Sistemas pudesse acessar dinheiro público e tecnologias desenvolvidas pelas universidades do Rio Grande do Sul. Com isso, pretendia-se subsidiar um projeto da Elbit Systems que visava à construção de um parque aeroespacial militar em território brasileiro.

Em carta divulgada recentemente, o governador do Rio Grande do Sul,Tarso Genro (Partido dos Trabalhadores – PT), afirma que

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A POSSÍVEL EXTINÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL

22 agosto 2014, Outras Palavras http://outraspalavras.net (Brasil)

Criá-lo foi ato desumano de colonialismo. Extinto, pode dar lugar a Estado plurinacional e secular, onde judeus e palestinos convivam pacífica e dignamente

8/3/2013: Jovem manifestante palestino foge dos guardas de fronteira israelense, durante confronto contra a expropriação de terras palestinas em Kafr Qaddum

Por Boaventura de Sousa Santos*

Podem simples cidadãos de todo o mundo organizar-se para propor em todas as instâncias de jurisdição universal possíveis uma ação popular contra o Estado de Israel no sentido de ser declarada a sua extinção, enquanto Estado judaico, não apenas por ao longo da sua existência ter cometido reiteradamente crimes contra a humanidade, mas sobretudo por a sua própria constituição, enquanto Estado judaico, constituir um crime contra a humanidade? Podem. E como este tipo de crime não prescreve, estão a tempo de o fazer. Eis os argumentos e as soluções para restituir aos judeus e palestinianos e ao mundo em geral a dignidade que lhes foi roubada por um dos atos mais violentos do colonialismo europeu no século XX, secundado pelo imperialismo norte-americano e pela má consciência europeia desde o fim da segunda guerra mundial.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Abya Yala, Patria Grande/Movimento estudantil regional traçou rumos na Nicarágua

28 agosto 2014, Prensa Latina http://www.prensalatina.com.br (Cuba)

Manágua (Prensa Latina) O acesso à uma educação gratuita e de qualidade e a solidariedade com povos como o palestino marcaram os debates que durante quatro dias transformaram a Nicarágua em centro do movimento estudantil da região.

Desde o início de suas sessões no Centro de Convenções Crowne Plaza, na capital, o XVII Congresso Latino-americano e Caribenho de Estudantes (CLAE) apontou não apenas para a necessidade de uma educação nova, emancipadora, transformadora e libertadora.

Os participantes ratificaram também a luta contra o sistema capitalista, propuseram como alternativa uma sociedade equitativa, digna e com justiça social e defenderam continuar fortalecendo o processo de integração.

Personalidades como a ex-senadora colombiana Piedad Córdoba e o ex-presidente hondurenho Manuel Zelaya, convidados

terça-feira, 2 de setembro de 2014

A VERDADE E A GUERRA DO BIG BROTHER NA PALESTINA E NA UCRÂNIA



1º. Setembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

John Pilger

A 2 de Maio, em Odessa, 41 russos étnicos foram queimados vivos no quartel general da união comercial, com a polícia ao pé. Há provas de vídeo horripilantes. Nos media americanos e britânicos foi considerado uma tragédia horrível resultante dos embates entre nacionalistas (neonazis) e separatistas (pessoas que angariam assinaturas para um referendo numa Ucrânia federal). O New York Times enterrou-o, tendo-o considerado propaganda russa sobre as políticas fascistas e anti-semitas dos novos clientes de Washington. O Wall Street condenou as vítimas. Fogo destruidor na Ucrânia, lançado pelos rebeldes, afirma o governo. Obama cumprimentou a Junta pela sua «contenção». 

Uma destas noites vi o «1984» de George Orwell representado num palco de Londres. Embora precisasse de uma interpretação contemporânea, o aviso de Orwell sobre o futuro foi apresentado como uma peça de época, remota, quase reconfortante. Foi como se Edward Snowden nada tivesse revelado, o Big Brother não fosse agora uma realidade e o próprio Orwell nada tivesse dito. «Para sermos corrompidos pelo totalitarismo, não temos de viver num país totalitário».

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Chile/Médicos chilenos viajan a la Franja de Gaza para tratar a los heridos [VIDEO]

29 agosto 2014, El Ciudadano http://www.elciudadano.cl (Chile)

Una delegación de médicos chilenos viajará a Palestina para tratar a los heridos que dejó la masacre israelí durante más de 50 días de bombardeos. Los médicos están a la espera de las visas que les debe conceder el gobierno de Netanyahu para volar hasta Tel Aviv y desde ahí ingresar a la malograda zona.

Mientras se hace oficial la tregua permanente, ya asoman las primeras cifras de daños materiales, heridos y muertos que dejó la asonada israelí en la franja de Gaza. En los cincuenta días de enfrentamientos han perdido ya la vida 2.120 palestinos, en su gran mayoría civiles y una cuarta parte de ellos niños. Además, alrededor de

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ISRAEL QUER A DESTRUIÇÃO POLÍTICA DOS PALESTINOS, DIZ INTELECTUAL JUDEU

22 agosto 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Tatiana Merlino, Adital

Nem quatro prisões foram suficientes para impedir que o filósofo israelense Sergio Yahni continuasse a criticar, duramente, a política de Israel em relação à Palestina. Judeu, nascido na Argentina, sua família emigrou para Israel quando ele tinha 12 anos. Como reservista do Exército, por quatro vezes se negou a se apresentar quando convocado, o que lhe rendeu quatro detenções, a última em 2002. Hoje, segue vivendo em Jerusalém, onde dirige o Centro Alternativo de Informação (AIC), organização palestino-israelense de direitos humanos.

Em entrevista à Ponte, Yahni afirma que o objetivo de Israel é destruir a capacidade do povo palestino de se expressar através de instituições políticas. "Continuam tentando tratar a resistência palestina como se fossem terroristas, não os reconhecendo e não negociando verdadeiramente.”

Desde o início da ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza, em 08 de julho [e até o fechamento desta entrevista] o número de mortos chegava a 1.945 palestinos e 67 israelenses."A destruição é total, está por toda a parte. Estamos falando da destruição da única usina elétrica que existia. Estamos falando de toda a estrutura de esgoto. Estamos falando de mais de 100 mil pessoas sem água potável numa região onde já não há água. É um desastre total”, aponta Yahni.

Apesar dos mortos e da destruição, grande parte da população acredita que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netahyahu não é suficientemente duro com a resistência palestina, explica o filósofo. "Então, nascem dois tipos de repressão. Uma delas é a estatal, que, por exemplo, proibiu uma manifestação contra a ofensiva militar ocorrida no sábado, 11 de agosto. Por outro lado, há o que se pode chamar de uma repressão popular, da gente, dos grupos neofascistas.”

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O CESSAR-FOGO PROLONGADO ENTRE PALESTINOS E AGRESSORES SIONISTAS

27 agosto 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Os palestinos comemoram o fim de mais um episódio do massacre que sofreram por Israel. Um cessar-fogo prolongado, mediado pelo Egito, deve ser o ponto de partida para negociações mais abrangentes a serem retomadas em um mês. Entre os pontos centrais estão alívio do bloqueio de quase oito anos imposto ao estreito território palestino da Faixa de Gaza, para o envio de ajuda humanitária e materiais para a enésima reconstrução do enclave de 365 quilômetros quadrados, com quase 1,8 milhão de habitantes, uma das áreas mais densamente povoadas do mundo.

O fim dos bombardeios diários da “operação Margem Protetora” – que, em hebraico, foi intitulada “Penhasco Poderoso” – obtido em negociações importantes, é uma vitória para os palestinos, vítimas de ataques brutais que incluíram também, por algumas semanas, a invasão terrestre com tanques e artilharia pesada. A agência da ONU

¡NUNCA MÁS PARA CUALQUIERA!/ Holocaust survivors condemn Israel for 'Gaza massacre,' call for boycott

Agosto 2014, International Jewish Anti-Zionist Network http://ijsn.net (USA)

Casi trescientos de supervivientes y descendientes de supervivientes del genocidio Nazi firman un manifiesto titulado ¡Nunca más para cualquiera! condenando la masacre de Gaza y reclaman el fin del genocidio del pueblo palestino. En la carta también denuncian el uso fraudulento de sus historias y biografías para promover la deshumanización de los palestinos tal como hacen Elie Wiesel junto a otros autores en recientes artículos (Ver http://electronicintifada.net/blogs/asa-winstanley/liberal-guardianprint-pro-genocide-ad), aparecidos en The New York Times, Wall Street Journal, The Washington Post y The Guardian. 

Supervivientes judíos y descendientes de los sobrevivientes del genocidio nazi condenan de forma inequívoca la masacre de palestinos en Gaza


Como sobrevivientes judíos y descendientes de los sobrevivientes del genocidio nazi condenamos inequívocamente la masacre de palestinos en Gaza, la ocupación actual y la colonización de la Palestina histórica. Nosotros y nosotras, además, condenamos a los Estados Unidos por proveer con apoyo financiero a Israel para el ataque, y a los estados occidentales por usar su fuerza diplomática para proteger a Israel de las condenas. El Genocidio comienza con el silencio del mundo.