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sábado, 20 de dezembro de 2014

Brasil/Movimentos comemoram fim de acordo entre Governo do Rio Grande do Sul e empresa israelense

16 dezembro de 2014, ADITAL (Brasil)

Jardson Castro

Os movimentos sociais do Estado do Rio Grande do Sul comemoram a decisão do governo estadual de cortar o apoio institucional à subsidiária da empresa israelense Elbit Systems, a AEL Sistemas, localizada em Porto Alegre. O memorandum do governo, recebeu fortes críticas dos movimentos sociais, autoridades palestinas e da sociedade civil brasileira, sobretudo, por causa da construção de muros separatistas em território palestino pela referida empresa, bem como do uso e desenvolvimento de armas para as forças armadas de Israel.

O apoio governamental à subsidiária foi firmado em abril de 2013, quando o governo gaúcho abriu espaço para que a AEL Sistemas pudesse acessar dinheiro público e tecnologias desenvolvidas pelas universidades do Rio Grande do Sul. Com isso, pretendia-se subsidiar um projeto da Elbit Systems que visava à construção de um parque aeroespacial militar em território brasileiro.

Em carta divulgada recentemente, o governador do Rio Grande do Sul,Tarso Genro (Partido dos Trabalhadores – PT), afirma que

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ISRAEL QUER A DESTRUIÇÃO POLÍTICA DOS PALESTINOS, DIZ INTELECTUAL JUDEU

22 agosto 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Tatiana Merlino, Adital

Nem quatro prisões foram suficientes para impedir que o filósofo israelense Sergio Yahni continuasse a criticar, duramente, a política de Israel em relação à Palestina. Judeu, nascido na Argentina, sua família emigrou para Israel quando ele tinha 12 anos. Como reservista do Exército, por quatro vezes se negou a se apresentar quando convocado, o que lhe rendeu quatro detenções, a última em 2002. Hoje, segue vivendo em Jerusalém, onde dirige o Centro Alternativo de Informação (AIC), organização palestino-israelense de direitos humanos.

Em entrevista à Ponte, Yahni afirma que o objetivo de Israel é destruir a capacidade do povo palestino de se expressar através de instituições políticas. "Continuam tentando tratar a resistência palestina como se fossem terroristas, não os reconhecendo e não negociando verdadeiramente.”

Desde o início da ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza, em 08 de julho [e até o fechamento desta entrevista] o número de mortos chegava a 1.945 palestinos e 67 israelenses."A destruição é total, está por toda a parte. Estamos falando da destruição da única usina elétrica que existia. Estamos falando de toda a estrutura de esgoto. Estamos falando de mais de 100 mil pessoas sem água potável numa região onde já não há água. É um desastre total”, aponta Yahni.

Apesar dos mortos e da destruição, grande parte da população acredita que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netahyahu não é suficientemente duro com a resistência palestina, explica o filósofo. "Então, nascem dois tipos de repressão. Uma delas é a estatal, que, por exemplo, proibiu uma manifestação contra a ofensiva militar ocorrida no sábado, 11 de agosto. Por outro lado, há o que se pode chamar de uma repressão popular, da gente, dos grupos neofascistas.”

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

NURIT PELED: "ISRAEL ES LA CONTINUACIÓN DEL COLONIALISMO EUROPEO"

9 agosto 2014, Publico http://www.publico.es (España)

La autora del libro 'Palestina en los libros de texto israelíes: ideología y propaganda en la educación', condena la política de ocupación israelí y desvela los mecanismos de adoctrinamiento que operan en el seno de su sociedad

Alex Anfruns, Lille (Francia) 

Perdió a su hija, de 14 años, en un atentado suicida que fue asumido por Hamás. Pero ella culpó también a la política de ocupación impuesta en Israel por el Gobierno de Benjamin Netanyahu. Nurit Peled, judía israelí y profesora de Educación en la Universidad de Tel Aviv, es la autora del libro Palestina en los libros de texto israelíes: ideología y propaganda en la educación, en el que desvela los mecanismos de adoctrinamiento que operan en el seno de su sociedad.
Algunas organizaciones palestinas definen su situación actual como una 'Nakba en curso', oponiéndola a la Nakba de 1948 (en árabe Nakba significa catástrofe), que en realidad nunca terminó. ¿Cómo justifican los israelíes su actitud, 66 años después del nacimiento de su nación?
La justifican incesantemente, diciendo que están impidiendo un mal mayor. Según ellos, es mejor hacer eso que sufrir luego. No es algo típico sólo de Israel, sino que ocurre en todos los países: oprimir al otro siempre es un mal menor. Su pensamiento se puede resumir así: "Es lamentable que tuviesen que morir personas, pero no tuvimos elección".
¿Se trata de algun tipo de visión teológica?
No, para nada. Es completamente política.

domingo, 20 de julho de 2014

MILHARES SAEM ÀS RUAS EM TODO O MUNDO EM PROTESTO CONTRA O ATAQUE DE ISRAEL A GAZA

20 julho 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Vanessa Martina Silva, Opera Mundi

Presidente do Conselho Mundial da Paz avalia que manifestações devem aumentar em “tom, quantidade e contundência das denúncias”


Ato em Londres tomou diversas ruas da cidade

Milhares de pessoas em todo o mundo saíram às ruas neste sábado (19/07) para protestar contra a ofensiva realizada por Israel a Gaza, que desde o começo da operação a doze dias deixou mais de 340 mortos e milhares de feridos e deslocados. Em Londres, mais de cem mil pessoas protagonizaram um dos maiores protestos dos últimos anos. Para a presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, em entrevista a Opera Mundi, a tendência é que esses “protestos aumentem em tom, quantidade e contundência das denúncias” no Brasil e no mundo.

Na capital inglesa, milhares de pessoas juntaram-se à passeata que foi do gabinete do primeiro-ministro David Cameron até a embaixada israelense. Os manifestantes carregavam cartazes pedindo para Israel cessar os ataques aos palestinos em um dos maiores atos realizados na cidade nos últimos anos.

Na capital francesa, a polícia reprimiu violentamente a manifestação. Pelo menos 38 pessoas

ISRAEL, PALESTINA E A ESTRATÉGIA DE BDS

13 julho 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


É necessário ampliar ainda mais a denúncia dos crimes que o Estado fascista e racista de Israel comete, com a permanente cobertura, apoio e cumplicidade dos EUA. Mas o facto de o sionismo empreender a ferro e fogo a consolidação de um Grande Israel em que a discriminação racial constitui um elemento central não deve conduzir a um paralelo imediato com o regime do apartheid. O caminho seguido por Israel é muito pior do que esse.

O sofrimento ocasionado pelas acções de Israel nos Territórios Ocupados tem causado séria preocupação pelo menos entre alguns israelitas. Durante muitos anos Gideon Levy, colunista de Haaretz, tem sido um dos mais abertos, escrevendo que “haveria que condenar e castigar Israel por tornar insuportável a vida sob a ocupação, [e] pelo facto de um país que afirma figurar entre as nações mais ilustradas continuar a abusar de um povo inteiro, noite e dia”.

Tem sem dúvida razão, e haveria que acrescentar alguma coisa mais: haveria também que condenar e castigar os Estados Unidos por proporcionar apoio militar, económico, diplomático e ideológico decisivo a estes crimes. Na medida em que o continue a fazer, há poucas razões para esperar que Israel suavize as suas brutais medidas políticas.

Um distinto especialista académico israelita, Zeev Sternhell, escreve, analisando a maré nacionalista reaccionária do seu país, que “a ocupação

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Roger Waters, do Pink Floyd, faz apelo por boicote ao regime israelense



20 agosto 2013, Resistência http://www.zereinaldo.blog.br (Brasil)

O astro do Pink Floyd, Roger Waters, publicou uma esperada carta na qual insta seus colegas do rock and roll a boicotar Israel.

“Não necessitamos de controle mental”, Roger Waters no muro Israel-Palestina, 2006.

Na missiva, Waters explica que participa há sete anos da campanha “Boicote, Desinvestimento e Sanções contra o sistema israelense de ocupação, colonização e apartheid". Igualmente, o músico britânico assinala que refletiu sobre a publicação desta carta durante os últimos meses, informa o portal The Electronic Intifada.

Waters condena as violações dos direitos humanos pelo regime israelense e cita algumas das razões pelas quais, em sua opinião, esse regime deve sofrer boicote.

“Devido à incapacidade ou falta de vontade de nossos governos,

terça-feira, 11 de junho de 2013

Chile/ENTREVISTA A LUCAS KOERNER, UN JUDÍO PRO PALESTINA



4 junio 2013, El Ciudadano http://www.elciudadano.cl (Chile)

Por Pamela Rillón
El Ciudadano


Se convirtió de la noche a la mañana en una figura pública en Internet, las imágenes de su detención en Israel han sido vistas por más 300 mil personas y aunque le da pudor tanto reconocimiento, considera que la viralización del video “derrumba el mito de la “democracia” en Israel, democracia sólo para judíos”.

Koerner, estudiante de sociología de la Universidad de Tufts en Boston, se encuentra en Chile como parte de un programa de intercambio estudiantil con la Universidad de Chile, cuenta que el movimiento estudiantil chileno ha sido una gran fuente de inspiración. “Representa un ejemplo para nosotros en cómo construir poder popular y realizar cambios radicales estructurales en nuestras sociedades”.
Su pinta de niño y sus ojos azules son engañadores, porque cuando Lucas Koerner (21) comienza a hablar, pasa de ser un niño tímido de mirada dulce, a ser un apasionado activista judío-norteamericano de una fuerza imparable. Lo demostró en junio del 2011 cuando en solidaridad hacia el pueblo palestino y con una kufiyya al cuello, una pequeña bandera palestina, una kipá en su cabeza y megáfono en mano se enfrentó a un grupo de manifestante israelíes que marchaban en Jerusalén Este.

El grupo, en su mayoría colonos, celebraba su fiesta anual por la “unificación” de la ciudad en el llamado “Día de Jerusalén”. “Mi gobierno es responsable y estoy aquí para decir no, no en mi nombre y no, en nombre de los ciudadanos de EE.UU.”, vociferaba temerario. Y fue así como fue arrestado agresivamente por la policía local, permaneciendo dos días retenido, deportado y probablemente imposibilitado de entrar a Israel por 10 años. Muchas personas grabaron la violenta detención de más de cuatro minutos, por lo que Koerner perdió enseguida el anonimato y se convirtió en una reconocida figura en Internet[1].