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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Somos todos reféns do 11/09


11 de setembro de 2019, 22:55 h, Brasil 247 (Brasil) https://www.brasil247.com/blog/somos-todos-refens-do-11-09-f2or3l3m

Por Pepe Escobar*, no Asia Times
Tradução de Regina Aquino

"Para o desespero dos neocons estadunidenses, toda a fúria e som combinada do 11/09 e a Guerra Global ao Terror/Operação de Contingenciamento Ultramar, em menos de 2 décadas, acaba em metástases representadas não somente por um rival mas também na parceria estratégica Rússia-China. Esse é o 'inimigo' real – não a Al-Qaeda, uma mera invenção do imaginário da CIA, reabilitada e higienizada na forma de 'rebeldes moderados' na Síria", escreve o correspondente Pepe Escobar, ao analisar os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001

Após anos de reportagens sobre a Grande guerra ao terror, muitas questões permanecem pendentes.

O Afeganistão foi bombardeado e invadido por causa do 11/09. Eu estava lá desde o começo, bem antes do 11/09. Em 20 de Agosto de 2001, eu entrevistei o comandante Ahmad Shah Massoud, o “Leão do Panjshir *“, que me contou sobre a aliança profana entre o Talibã, a al-Qaeda e o ISI (Inter-Services Intelligence, o serviço de Inteligência paquistanesa).

De volta a Peshawar, eu fiquei sabendo que algo realmente grande estava para acontecer: meu artigo foi publicado pelo Asia Times em 30 de Agosto. O comandante Massoud foi morto em 9 de Setembro: eu recebi um e-mail sucinto de uma fonte em Panjshir, afirmando somente, “atiraram no comandante”. Dois dias depois, o 11/09 aconteceu.

E ainda, no dia anterior, ninguém mais que Osama bin Laden, em pessoa, esteve num hospital Paquistanês, em Rawalpindi, recebendo tratamento, como foi

sábado, 29 de junho de 2019

Golfe Persique/VERS L’ENFER AVEC TRUMP


27 06 2019, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (Mexico) http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=26387
Tlaxcala, a rede internacional de tradutores pela diversidade linguística

Ángel Guerra Cabrera*

Traduzido por  Fausto Giudice Фаусто Джудиче فاوستو جيوديشي

Il y a un an, Donald Trump, dans le plus pur style hitlérien, a décidé de rompre l'accord sur le programme nucléaire de l'Iran, dont le nom officiel est Plan d’action global commun (PAGC). L'action farfelue et la réimposition par Washington de sanctions économiques suffocantes contre le pays des ayatollahs ont déclenché et aggravé le nouveau conflit des USA avec ce pays, à tel point que la moindre erreur humaine peut conduire à la "catastrophe" annoncée la semaine dernière par Vladimir Poutine. Ceci, en supposant que l'escalade militaire yankee en cours dans le golfe Persique ne se limite qu'à la pratique trumpienne habituelle qui consiste à exacerber les conflits et à négocier ensuite à partir de positions plus avantageuses. Parce qu'il n'y a rien de plus semblable au branle-bas de combat usaméricain de ces dernières semaines contre l’Iran que ceux qui ont précédé l'agression contre l'Irak et d'autres pays comme le Vietnam, y compris les opérations sous fausse bannière  contre des pétroliers dans la région dont Téhéran est accusé et d'autres mensonges similaires. Bolton en sait beaucoup là-dessus.

Dans un cas comme dans l'autre, cela vaut le coup de continuer à citer Poutine : « Une action militaire américaine contre l’Iran ne ferait que contribuer à une explosion de violence dans la région, et les initiateurs d'une telle action doivent prendre en compte les conséquences négatives ». Déjà, ce résultat, rien que dans la zone, serait d'une ampleur sans précédent, car l'Iran est beaucoup plus puissant militairement que

quinta-feira, 21 de julho de 2016

HÁ MAIS DO QUE A VISTA ALCANÇA, NO GOLPE GORADO NA TURQUIA



20/07/2016, Tlaxcla http://www.tlaxcala-int.org (Mexico) Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity



O presidente Vladimir Putin da Rússia fez, no domingo, o que nenhum grande líder ocidental dos países membros da OTAN cuidou de fazer, quando telefonou ao seu contraparte turco Recep Erdogan, para manifestar boa vontade, simpatia e votos de sucesso na empreitada que o presidente turco abraçava, de restaurar a ordem constitucional e a estabilidade, o mais rapidamente possível, depois da tentativa fracassada de golpe na noite da 6ª-feira.

Em vez de fazer coisa semelhante, o secretário de Estado dos EUA John Kerry embarcou num voo noturno de bate-volta até Bruxelas, para reunião e café-da-manhã na 2ª-feira, com os ministros de Relações Exteriores (RE) da União Europeia, para discutir uma posição unificada ante a crise na Turquia. O ministro das RE da França Jean-Marc Ayrault estava de péssimo humor, zangado, repetindo que

quinta-feira, 30 de junho de 2016

DO CESSAR-FOGO NA COLÔMBIA À PAZ, DESEJADA, MAS MUITO DISTANTE



30 junio 2016, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Miguel Urbano, um dos revolucionários que mais escreveu sobre a heroica luta das FARC-EP e mais divulgou a sua epopeia faz, nesta hora de refluxo, o comentário possível aos acordos recentemente assinados em Havana, entre aquela organização revolucionária e o governo da Colômbia.

Termina, confessando a sua dificuldade em «imaginar que tipo de «reconciliação» (…) será possível, num contexto em que a classe dominante não esconde a sua fidelidade ao neoliberalismo ortodoxo e à íntima aliança com os Estados Unidos».
 

A assinatura em Havana, no dia 23 de Junho, pelas FARC-EP e pelo governo de Juan Manuel Santos, dos Acordos de Cessar Fogo e de Hostilidades Bilateral e Definitivo, de Renúncia às Armas, e o de Garantias de Segurança e Combate ao Paramiliarismo foi recebida com entusiasmo pelo povo colombiano e com alívio e satisfação pela maioria da humanidade.

Mas seria uma ingenuidade concluir que

quinta-feira, 19 de maio de 2016

NAKBA: 68 ANOS DE OCUPAÇÃO SIONISTA DA PALESTINA



19 maio 2016, Odiario.info http://www.odiario.info (Portugal)














Miko Peled
55 anos, israelense natural de Jerusalém, escritor e ativista da paz

Não foi por esquecimento que os media portugueses – rádios, jornais e televisões – ignoraram a criminosa ocupação da Palestina pelos sionistas fez dia 15 de maio passado 68 anos. Tinham a agenda, se quisessem recordar a data. As agendas servem precisamente para isso. Foi um propósito que os qualifica.

O texto que hoje publicamos, de um escritor israelense, ativista da luta pela Paz, nascido em Jerusalém, em 1961, é uma denúncia, do comportamento sionista que o autor compara ao comportamento dos nazis para com os judeus.

15 de maio de 2016 em Nova Iorque

Sessenta e oito anos depois da ocupação da Palestina as pessoas começam a referir-se à violação e à pilhagem sionistas da Palestina como um “conflito”. É o “conflito israelo-palestino” ou a “questão” israelo-palestina; alguns até lhe chamam de “disputa” e outros de “problema”.

Mads Gilbert disse-me recentemente que se alguém na Noruega se referisse à ocupação alemã da Noruega como um “conflito” ou “disputa”, seria expulso da sala. Espero que isso se torne verdade em França ou na Bélgica e até na ilha de Jersey.

Ninguém se referirá à ocupação alemã, para não mencionar as políticas alemãs para com os judeus sob o regime nazi, como um conflito. No entanto, ao falarem da Palestina ocupada, onde a limpeza étnica e o genocídio têm sido uma realidade desde há 68 anos, as pessoas muitas vezes abstêm-se de usar o termo ocupação – sobretudo relativamente a 1948, quando a parte do leão da Palestina foi ocupada.

Há duas coisas que não estamos autorizados a dizer sobre a Nakba palestina. Duas coisas que a sociedade ocidental “civilizada” acha pouco educadas. A primeira é

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

LOS PROTEGIDOS DE WASHINGTON

26 noviembre 2015, Cubadebate


No se ha conocido en la historia reciente de la humanidad a un solo presidente  latinoamericano y del mundo, ni tampoco a  un llamado líder opositor, que haya sido protegido de Estados Unidos y esté exento de vínculos con el narcotráfico, hechos de corrupción, nexos con el terrorismo o el paramilitarismo, y crímenes de lesa humanidad.

Sin embargo, la lista de mandatarios y “opositores” patrocinados por Washington que han estado implicados en esos hechos ilegales, además de en flagrantes violaciones de los Derechos Humanos, todos condenables por las leyes internacionales, es interminable.

Solo teniendo en cuenta las últimas décadas de la pasada centuria, y los años transcurridos de este siglo XXI, los regímenes norteamericanos han “apadrinado” a los más cruentos dictadores de América Latina, desde Fulgencio Batista, en Cuba,  Jorge Rafael Videla, en Argentina, Anastasio Somoza, en Nicaragua, hasta Augusto Pinochet, en Chile, este último el más feroz de todos.

Pinochet no solo fue un tirano, sino que como el expresidente colombiano Álvaro Uribe y no pocos exgobernantes autotitulados demócratas, tuvieron y  tienen aun lazos estrechos con el tráfico de drogas, el terrorismo, el paramilitarismo, y han sido y son

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

UM NOVO CARLUCCI EM PORTUGAL

24 Novembro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Goulão

O senhor Sherman está “preocupado”. Ele que abandonou o seu bem-sucedido escritório de advogados em Boston.

Que descurou as reuniões do Conselho do Memorial do Holocausto para fazer um tranquilo período de repouso sabático na Embaixada dos Estados Unidos da América em Portugal, onde seria suposto nada ter que o incomodasse, agora encontrou razões para se inquietar.
 
É verdade que antes de se instalar passou uns olhares despreocupados pelas aventuras do chefe da CIA, Frank Carlucci, quando

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

DE POL POT AO ISIS: O SANGUE NUNCA SECOU

20 novembro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Por John Pilger

Em 1969, ao transmitir ordens do presidente Richard Nixon para um bombardeamento "maciço" do Cambodja, Henry Kissinger, disse: "Qualquer coisa que voe sobre tudo o que se mova". Quando Barack Obama trava a sua sétima guerra contra o mundo muçulmano desde que recebeu o Prémio Nobel da Paz e François Holland promete um ataque "impiedoso" sobre os escombros da Síria, a histeria e as mentiras orquestradas fazem-nos quase nostálgicos da honestidade assassina de Kissinger. 

Como testemunha das consequências humanas da selvajaria aérea – incluindo a decapitação de vítimas, com suas partes a engrinaldarem árvores e campos – não fico surpreso pela reiteração do desprezo para com a memória e a história. Um exemplo impressionante foi a subida ao poder de Pol Pot e do seu Khmer Rouge, o qual tinha muito em comum com o actual Islamic Statein Iraq and Syria (ISIS). Também eles foram implacáveis medievalistas que principiaram como uma pequena seita. Também eles foram o produto de um apocalipse de fabricação americana, desta vez na Ásia. 

Segundo Pol Pot, seu movimento consistia em "menos de 5000 guerrilheiros fracamente armados inconstantes quanto à sua estratégia, tácticas, lealdade e líderes". Uma vez lançados os bombardeiros B-52 de Nixon e Kissinger, no âmbito da "Operação Menu", o supremo demónio do ocidente mal podia acreditar na sua sorte. Os americanos despejaram o equivalente a cinco Hiroshimas no Cambodja rural durante

EEUU, DETRÁS DE LOS ATENTADOS TERRORISTAS EN GRAN PARTE DEL MUNDO

22 noviembre 2015 , HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)


Estemos donde estemos, en Europa, Oriente Medio, África, Oceanía, el terrorismo y los ataques terroristas nos amenazan.

Hasta hace poco tiempo, cuando una persona cuando salía de su casa en Afganistán, Irak, El Líbano, Siria… no sabía si volvería ni cómo lo haría. Sin embargo, hoy, esto sucede en Francia, Somalia y otros países a causa de la ola de inseguridad.

En la actualidad, la situación en el mundo es bastante tensa e inestable, debido a las amenazas de los terroristas de Daesh, que perpetran atentados por doquier. Ese flageo, incluso, ha disparado el estado de emergencia en varios países europeos, donde se han cerrado universidades, escuelas u se han suspendido partidos de futbol.

En el siguiente artículo pretendemos responder a interrogantes como ¿cuál es la raíz del problema? ¿Cómo se forma este tipo de grupos terroristas? ¿Qué consecuencias podría tener para sus fundadores? ¿En verdad, ahora, los EE.UU. y sus aliados quieren acabar con los terroristas?

La difusión del miedo y la inseguridad en las regiones de Oriente Medio y

sábado, 14 de novembro de 2015

PORQUE QUER A FRANÇA DERRUBAR A REPÚBLICA ÁRABE DA SÍRIA?

19 outubro 2015, Rede Voltaire http://www.voltairenet.org (França)

Thierry Meyssan

RETRO-COLONIZAÇÃO
Voltando à história da colonização francesa da Síria e comparando-a com a ação dos presidentes Sarkozy e Hollande, Thierry Meyssan põe em evidência a vontade de recolonizar o país por parte de certos dirigentes franceses actuais. Uma posição anacrónica e criminosa que faz a França do presente um estado cada vez mais odiado no mundo.

A França é, hoje em dia, o principal poder apelando ao derrube da República Árabe da Síria. Enquanto a Casa Branca e o Kremlin negoceiam, em segredo, o modo de se livrarem dos jiadistas, Paris persiste em acusar o " regime de Bashar" (sic) de ter criado o Daesh (E. I. -ndT), e em declarar que após a eliminação do Emirado Islâmico convirá derrubar a «ditadura Alauíta» (re-sic). A França é publicamente apoiada pela Turquia e Arábia Saudita, e às escondidas por Israel.

Como explicar este posicionamento de perdedor, quando a França não tem nenhum interesse económico ou político nesta cruzada, quando os Estados Unidos deixaram de treinar combatentes contra a República, e quando a Rússia está em vias de reduzir a cinzas os grupos jiadistas?

A maior parte dos comentadores sublinharam, com razão, os laços pessoais do presidente Nicolas Sarkozy com o Catar, patrocinador da Irmandade Muçulmana, e os do presidente François Hollande igualmente com o Catar, e, também, com a Arábia Saudita. Os dois presidentes financiaram, ilegalmente, uma parte das suas campanhas eleitorais com estes estados, e tem

sábado, 7 de novembro de 2015

MERCENARIOS COLOMBIANOS DESTAPAN LA TRAGEDIA EN YEMEN

5 noviembre 2015, http://mundo.sputniknews.com (Rusia)

Hasta octubre pasado, la opinión pública mundial sabía muy poco sobre la tragedia de guerra e invasión que vive Yemen desde hace siete meses.

 

La historia de otros países no existe hasta que
retumba en la confrontación de los
intereses de Estados Unidos
— Edward Said, 1935-2003

Todo salió a luz pública por una nota publicada por el periódico colombiano El Tiempo, anunciando la contratación por parte de Arabia Saudita de 800 ex militares colombianos para la participación en acciones militares en Yemen usando el uniforme saudita junto con soldados de los países miembros de del Consejo de Cooperación del Golfo. Eso despertó el asombro y atrajo la atención mundial de lo que estaba sucediendo en Yemen.

Todos se preguntaban qué es lo que estaba pasando en Yemen y para qué los países del Golfo necesitaban 800 mercenarios colombianos para combatir a 15.000 kilómetros de distancia de Bogotá. Resulta que Arabia Saudí y sus aliados del Consejo de Cooperación del Golfo: Emiratos Árabes Unidos, Baréin, Qatar y Omán, a excepción del último, han estado bombardeando a Yemen diariamente desde el 26 de marzo pasado, igualmente sus ejércitos han estado enfrentándose con los rebeldes hutíes del movimiento shiita Ansaralah (los defensores de Dios) en ese país sin ninguna intervención ni autorización de Naciones Unidas.

A pesar de que la prensa globalizada no informaba nada sobre el acontecer en Yemen, se supo que la operación militar "Tormenta Decisiva" saudita fue auspiciada por Estados Unidos, Israel y el Reino Unido. A la vez la estaban apoyando militarmente y con finanzas Egipto, Jordania, Sudán, Paquistán, Marruecos y Turquía. También, por segunda vez en la historia, Israel formó una alianza militar con el régimen saudita participando con sus aviones en el bombardeo de Yemen (la primera vez los israelíes ayudaron a los sauditas que apoyaban a los realistas en 1962 durante la Guerra Civil del Norte de Yemen cuando los republicanos del norte se sublevaron contra los realistas). Esta vez Washington,

terça-feira, 22 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/Rússia aumenta a pressão pelo fim à guerra contra a Síria

20setembro2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Fontes israelenses 
culpam Erdogan por estar propositalmente causando a atual onda de refugiados para o norte da Europa:

"Primeiro, a Turquia fez de tudo para bloquear as rotas marítimas usadas para a imigração ilegal para a Europa. Mas depois, quando a OTAN recusou-se a agir para derruba rAssad, e com o Estado Islâmico sem conseguir realizar o sonho de Erdogan de derrotar decisivamente o líder alawita, a Turquia decidiu dificultar as coisas para a Europa e enviou para lá parte dos refugiados. Ao longo dos últimos poucos meses, a Turquia deixou de impedir que refugiados se deslocassem para o ocidente. A fonte israelense disse que é bem possível que as mesmas forças de segurança turcas que ajudavam o Estado Islâmico estão facilitando a entrada ilegal de pessoas em países europeus.

Dia 11 de setembro, o ministro de Relações Exteriores da França Laurent Fabius suspendeu a consulesa honorária da França em Bodrum, ao saber que estava ajudando refugiados a sair ilegalmente da Turquia para a Europa. Em conversa filmada por câmera escondida do Channel 2 francês, a consulesa, que vendia aos que quisessem tentar chegar

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Brasil/Diálogos Israel-Palestina: Ocupação em pauta e o Brasil como mediador

31 de agosto de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A possibilidade de envolvimento do Brasil nas negociações entre Israel e Palestina tem sido considerada. Foi mencionada, por exemplo, por Mohamed Odeh, presidente do Comitê Ibero-Americano do partido à frente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), o Fatah, durante a importante Conferência “Encontros e Diálogos entre Palestinos e Israelenses - Dilemas e Perspectivas nos Caminhos para a Paz”, que terminou neste domingo (30).

Por  Moara Crivelente*, especial para o Vermelho

Pouco depois da primeira Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa), em 2005, o então chanceler brasileiro Celso Amorim visitou Israel. Reunido com seu homólogo Silvan Shalom, Amorim, que narra o encontro em seu livro “Teerã, Ramalá e Doha - Memórias da Política Externa Ativa e Altiva”, entendeu que a iniciativa causou desconforto à liderança sionista. O mesmo valia para o posicionamento do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU) contra a ocupação israelense dos territórios palestinos - que culminou com o reconhecimento do Estado da Palestina pelo Brasil em 2010. Entretanto, a “universalidade” da política externa brasileira buscaria um equilíbrio e poderia levar o país a desempenhar um papel na mediação entre palestinos e israelenses.

A conferência realizada pela Comissão da Anistia do Ministério da Justiça do Brasil, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão e a Fundação Getúlio Vargas reuniu líderes religiosos, políticos e estudantes israelenses e palestinos em São Paulo e

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A ERA DAS GUERRAS IMPERIAIS

22 agosto 2015, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por James Petras

– Das guerras regionais, às "mudança de regime" e à guerra global


O ano de 2015 está a ser vivido em meio a grandes perigos. 

As guerras estão a propagar-se por todo o globo. 

As guerras estão a escalar quando novos países são bombardeados e os velhos são devastados com intensidade cada vez maior. 

Países onde se haviam verificado mudanças relativamente pacíficas através de eleições recentes estão agora à beira de guerras civis. 

Trata-se de guerras sem vitoriosos, mas plenas de perdedores; guerras que não acabam; guerras onde ocupações imperiais são confrontadas com resistência prolongada. 

Há infindáveis torrentes de refugiados de guerra a atravessarem fronteiras. Pessoas desesperadas são detidas, degradadas e criminalizadas por serem os sobreviventes e as vítimas de invasões imperiais. 

Agora grandes potências nucleares confrontam-se directamente na Europa e na Ásia: NATO versus Rússia, EUA-Japão versus China. Será que estes fluxos de sangue e de guerras convergirão numa irradiação selvagem esvaziada do seu precioso sangue vital? 

A viver perigosamente: A ascensão da maré de conflitos violentos 
Não há dúvida de que guerras e ameaças militares substituíram a diplomacia, negociações e eleições democráticas como os meios principais de resolução de conflitos políticos. Ao longo deste ano (2015) as guerras propagaram-se ultrapassando fronteiras e escalaram em intensidade. 

Os aliados da NATO, EUA, Turquia e UE atacaram abertamente a Síria com incursões aéreas e tropas terrestres. Há planos para ocupar o sector Norte daquele país devastado, criando o que o regime Erdogan chama uma "zona amortecedora" ("buffer zone") com limpeza do seu povo e das suas aldeias. 

Sob o pretexto de "combater o ISIS", o governo turco está a bombardear os curdos (civis e combatentes da resistência) e seus aliados sírios. Na fronteira Sul da Síria, Forças Especiais dos EUA aceleraram e expandiram operações a partir das suas bases na Jordânia no interesse dos terroristas mercenários – financiados pelos Estados monárquicos do Golfo. 

Mais de 4 milhões de sírios tiveram de fugir dos seus lares e tornaram-se refugiados, mais de 200 mil foram mortos desde que a guerra patrocinada pelos EUA-UE-Turquia-Arábia Saudita contra o governo laico sírio foi lançada há quatro anos atrás. 

Dúzias de terroristas, mercenários e grupos sectários dilaceraram a

"A MENOS QUE EL MUNDO ENTIENDA QUE EL MAL TOTAL REINA EN OCCIDENTE, LA HUMANIDAD NO TIENE FUTURO"

22 agosto 2015, TV-Novosti http://es.rt.com (Rusia)

El problema de los inmigrantes es un castigo para Europa por su indiferencia y por ser cómplice del militarismo agresivo de Washington, asegura el exasesor económico del gobierno de Ronald Reagan, Paul Craig Roberts.

Europa está siendo invadida por refugiados que huyen de las políticas hegemónicas de Washington e Israel en Oriente Medio y el norte de África, que dan lugar a la masacre de civiles, escribe el analista en su nuevo artículo.

No obstante, aunque en todos los medios occidentales hay informes lamentando el flujo de inmigrantes, "en ninguna parte hay referencia alguna a la causa del problema", agrega el autor.
Mientras tanto, prosigue Paul Craig Roberts, los mismos Gobiernos europeos y "sus poblaciones indiferentes" son los responsables de sus problemas con el flujo de inmigrantes.

A menos que el mundo despierte y se dé cuenta de que el mal total lleva las riendas en Occidente, la humanidad no tiene futuro

"Durante 14 años, Europa ha apoyado el militarismo agresivo de Washington, que ha asesinado y dislocado a millones de personas que nunca levantaron un dedo en contra de Washington", explica el economista.

A su juicio, "la destrucción de países enteros como Irak, Libia y Afganistán, y ahora

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

PORTUGAL NÃO PODE PACTUAR COM A GESTÃO CRIMINOSA POR ISRAEL DA ÁGUA PALESTINA

2 agosto 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

Comunicado -- 04/2015

A Parceria Portuguesa para a Água (PPA) promove uma sessão, no próximo dia 8 de Junho, sobre o tema “Gestão inovadora dos recursos hídricos – uma perspectiva israelita”. É oradora a Professora Einat Magal e a sessão, que tem o patrocínio da Embaixada de Israel, tem lugar no auditório da ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos.

É por demais conhecida a “gestão inovadora” que Israel faz dos recursos hídricos da Palestina ocupada desde 1967, que explora em benefício próprio e dos colonatos ilegais, ao mesmo tempo que revende aos palestinos a água, que lhes pertence, a preços de usura. Israel apropria-se de 80% da água do Aquífero da Montanha o que, adicionado à água obtida de outras fontes, permite que cada israelita, incluindo os habitantes dos colonatos ilegais, usufrua de uma média diária de 300 litros de água, que lhes permite o luxo de piscinas e jardins, enquanto aos palestinos está reservada uma média de 70 litros diários para uso pessoal, doméstico e agrícola. Israel não só não tem permitido aos palestinos a construção de novos poços como tem permitido que os colonos se apropriem de poços de aldeias palestinas vizinhas ou os contaminem com os seus efluentes, além das destruições de condutas e outras infra-estruturas, provocadas pelas recorrentes ofensivas militares, e cuja recuperação é inviabilizada.

É esta “gestão inovadora” que a Professora Magal vem ensinar aos portugueses no próximo dia 8, precisamente o dia em se assinala o primeiro aniversário da bárbara agressão de Israel contra o povo de Gaza que causou mais de 2.000 mortos e 11.000 feridos e deixou um rasto de destruição? Gaza, que já tinha uma situação difícil no que respeita a água e saneamento, viu-a agravada de forma dramática na sequência da agressão: 450.000 pessoas ficaram sem acesso a água potável; as redes de água e saneamento foram

sábado, 11 de julho de 2015

UM ACTO DE PIRATARIA CONTRA A SOLIDARIEDADE

11 julho 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Goulão

O Estado de Israel interrompeu mais uma vez com um assalto pirata a rota de um navio com a bandeira de um país da União Europeia que pretendia levar bens essenciais para a população de Gaza que vive cercada, asfixiada, indefesa e sob a mira das sofisticadas armas de guerra do mesmo Estado de Israel.

Entre os materiais transportados a bordo do “Marianne”, um barco registado no porto de Gotemburgo, estavam, por exemplo, painéis solares destinados a tentar suprir as carências em energia provocadas no território pelos constantes assaltos militares israelitas.

Três navios de guerra israelitas interceptaram o barco da solidariedade a cerca de 100 milhas náuticas ao largo da costa de Gaza, logo em águas internacionais, onde as quais as embarcações israelitas não têm qualquer jurisdição nem poder.
 
O sequestro que se seguiu à intercepção e a apropriação arbitrária dos bens transportados na embarcação, incluindo os haveres de passageiros e tripulantes, depois detidos numa prisão no território de Israel, são factos que

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Palestina Ocupada/En Gaza, una alfombra roja entre las ruinas (+ Video)

18 mayo 2015, Cubadebate

Gaza está destrozada. Está cercada desde 2007, en los últimos cinco años ha sufrido tres de las peores ofensivas de Israel. La reconstrucción no es más que una quimera -- el dinero internacional no llega e Israel bloquea la mayor parte de los materiales -- y las heridas del pasado verano siguen abiertas. Y, sin embargo, en mitad del desastre, se acaba de extender una enorme alfombra roja, como la de los Oscar, como la de los Goya. Porque en la franja, pese a todo, también hay un festival de cine que lucir y personas que merecen pasear sobre blando, y no sobre cascotes.

El video a continuación es el promocional del Festival de Cine y Derechos Humanos Karama-Gaza (Red Carpet). Se ha llevado a cabo entre el 12 y 14 de mayo y la apertura, la gala inaugural, tuvo lugar junto a los escombros de las casas destrozadas en el barrio Sheja’eya (Al Tawiq), en el este de Gaza.

La actividad en Gaza, en realidad, dadas las limitaciones del lugar, ha sido escasa, pero las proyecciones se han completado desde Jordania, donde se ha podido disfrutar del trabajo de los realizadores palestinos en un entorno menos asfixiante.

La idea del festival es la de mostrar el trabajo de los autores locales y, sobre todo, concienciar al mundo del problema del pueblo palestino, sin Estado desde hace 67 años. (Con información de El Huffington Post)


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Argentina/La campaña sionista contra Argentina y Fernández

13 mayo 2015, Resumen Latinoamericano (Argentina)

Un artículo de Eli Clifton aparecido recientemente en la página de politólogo norteamericano Jim Lobe (lobelog.com) ofrece datos interesantes sobre la campaña sionista contra Argentina llevada a cabo fundamentalmente por círculos del lobby sionista de EEUU.

A principios de mayo Jim y Charles Davis publicaron un artículo en el Washington Post en el que se referían a una campaña contra la presidenta argentina Cristina Fernández de Kirchner, que acusa a esta última de promover una “teoría conspirativa antisemita” y sugerían que el AIPAC (el Comité de Asuntos Públicos Americano-Israelí – la mayor organización del lobby sionista en EEUU) y la Fundación de Defensa de las Democracias (FDD) “podrían estar coordinando sus esfuerzos para presentar al gobierno argentino de Fernández como un aliado del terrorismo promovido por Irán”.

En este contexto estarían también los esfuerzos del sionista Paul Singer, el multimillonario director de un fondo buitre de cobertura que

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Brasil/Diplomata pede ajuda na Câmara para crianças palestinas

7 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O comissário-geral da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, Pierre Krähenbülh, esteve em audiência com a presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, deputada Jô Moraes, nesta quarta-feira (6), para pedir apoio à causa palestina. Ele falou sobre a possibilidade de conseguir algum mecanismo regular da contribuição brasileira à Gaza.  

A deputada se dispôs a ser uma ponte com  as associações e comunidades no Brasil de apoio à causa palestina e constituir um grupo de trabalho no parlamento brasileiro para debater o assunto. Ela se sensibilizou com o relato do diplomata sobre a situação dos palestinos após a ofensiva de Israel em julho do ano passado, quando recrudesceu o conflito entre israelenses e palestinos, na Faixa de Gaza. 

Nos ataques à Faixa de Gaza, as maiores vítimas são as crianças, destaca o diplomata. E, pensando nelas, Krähenbülh sugeriu que o Brasil ajudasse aos palestinos com um projeto nos moldes do