Mostrando postagens com marcador palestinos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador palestinos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Brasil/Música e resistência contra o golpe

31 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Mariana Serafini

Há menos de 15 dias, brasileiros foram às ruas em defesa da democracia de Norte a Sul. Desde então a disputa política ficou ainda mais acirrada, em contrapartida, a mobilização popular também. Nesta quinta-feira (31) haverá uma nova manifestação contra o golpe em curso no país, mas desta vez o sentimento de defender a nossa democracia, conquistada a duras penas, ultrapassou, e muito, nossas fronteiras.  

Às vésperas da manifestação, o Vermelho recebeu centenas de mensagens de pessoas que queriam divulgar as manifestações no lugar onde vivem. Da Argentina à Escandinávia, a palavra de ordem é apenas uma: “golpe nunca mais”. A sensação que se tem é de que onde há um coração movido por justiça e amor, há resistência e solidariedade à luta do povo brasileiro.

Sabemos que o centro é a luta política, mas a cultura sempre teve a capacidade de mobilizar, comover e impulsionar processos de resistência em diversos períodos da história, não só no Brasil. Sendo assim, selecionamos uma série de músicas de bandas contemporâneas que cantam a resistência e o amor.

Entre os artistas escolhidos estão a rapper franco-chilena
Ana Tijoux que canta a resistência “dos povos do sul”, a cultura indígena dos Mapuche e a liberdade das mulheres. Ainda no Hip Hop, a palestina Shadia Mansour, primeira rapper árabe que traz em suas canções a luta por justiça e liberdade do povo árabe-palestino e o significado da cultura de seu povo.

De volta à América Latina, o grupo de reggaeton porto-riquenho Calle 13, responsável por

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

PORTUGAL NÃO PODE PACTUAR COM A GESTÃO CRIMINOSA POR ISRAEL DA ÁGUA PALESTINA

2 agosto 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

Comunicado -- 04/2015

A Parceria Portuguesa para a Água (PPA) promove uma sessão, no próximo dia 8 de Junho, sobre o tema “Gestão inovadora dos recursos hídricos – uma perspectiva israelita”. É oradora a Professora Einat Magal e a sessão, que tem o patrocínio da Embaixada de Israel, tem lugar no auditório da ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos.

É por demais conhecida a “gestão inovadora” que Israel faz dos recursos hídricos da Palestina ocupada desde 1967, que explora em benefício próprio e dos colonatos ilegais, ao mesmo tempo que revende aos palestinos a água, que lhes pertence, a preços de usura. Israel apropria-se de 80% da água do Aquífero da Montanha o que, adicionado à água obtida de outras fontes, permite que cada israelita, incluindo os habitantes dos colonatos ilegais, usufrua de uma média diária de 300 litros de água, que lhes permite o luxo de piscinas e jardins, enquanto aos palestinos está reservada uma média de 70 litros diários para uso pessoal, doméstico e agrícola. Israel não só não tem permitido aos palestinos a construção de novos poços como tem permitido que os colonos se apropriem de poços de aldeias palestinas vizinhas ou os contaminem com os seus efluentes, além das destruições de condutas e outras infra-estruturas, provocadas pelas recorrentes ofensivas militares, e cuja recuperação é inviabilizada.

É esta “gestão inovadora” que a Professora Magal vem ensinar aos portugueses no próximo dia 8, precisamente o dia em se assinala o primeiro aniversário da bárbara agressão de Israel contra o povo de Gaza que causou mais de 2.000 mortos e 11.000 feridos e deixou um rasto de destruição? Gaza, que já tinha uma situação difícil no que respeita a água e saneamento, viu-a agravada de forma dramática na sequência da agressão: 450.000 pessoas ficaram sem acesso a água potável; as redes de água e saneamento foram

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Chile/DEAR CHILEAN MINERS, PLEASE DO NOT ACCEPT ISRAEL'S INVITATION

By Robin

URL of this article: www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=21505

Global Research, October 19, 2010
Under The Holly Tree Blogspot

Dear Survivors of the Chilean Mine Trap,
You do not know me. I am just an American blogger/peace actvist who has followed your heroic efforts to survive your 69 day ordeal and the heroic efforts to save you. With wonder I watched as you were brought up one by one to freedom from your underground hell, where for so long you did not know if you would live or die. Indeed the whole world watched as you were rescued in thunderous joy that you would be reunited with your loved ones who had sat vigil for you for so long, insisting you were alive, insisting the rescue effort keep on, praying together for your safety. The entire world rejoices in your safe return above ground to your loved ones.

Now it is your time to recover from your ordeal, to readjust to above ground living with all the physical aspects that entails as well as the emotional ones. Yet people who wish to somehow attach themselves to your rescue and what they see as your celebrity status are now issuing public invitations for you to visit them.

Beware the Trojan horse bearing gifts. For their all-expense paid trip invitations are being issued with their own interest and image at heart.

Today I read that you have received an invitation from the Israeli Tourist Ministry to visit the Holy Land where Christianity began, where the holiest of Christian sites are located. They have offered to pay for your entire trip there, for you to visit "Israel". They are offering you this trip at Christmas time as a "gift to you"

I am asking you please to not accept this invitation. You are not just being invited to visit "Israel", you are being asked to visit holy sites which have been under the Israeli occupation of Palestine for 42 years, sites that Palestinian Christians are routinely denied access to by their occupier.

In June the Vatican issued a paper deploring the denial of access to Christians to the holy sites under occupation, calling the occupation "unjust".

You would be taken to the Church of the Holy Sepulchre in occupied East Jerusalem which Israel routinely denies access to for Christian Palestinians. You would also be taken to Bethlehem, the birth place of Christ, which has been under Israeli occupation for 42 years. Nearby is the home of Daoud Nassar's Tent of Nations which is continually under threat of demolition by Israel.

Christian Palestinians suffer just as horrifically under the occupation as do their fellow Muslim Palestinians.

For this reason the Kairos Declaration was issued which calls for an end to the 42 year long occupation of Palestine which is in direct violation of international law.

Introduction
We, a group of Christian Palestinians, after prayer, reflection and an exchange of opinion, cry out from within the suffering in our country, under the Israeli occupation, with a cry of hope in the absence of all hope, a cry full of prayer and faith in a God ever vigilant, in God’s divine providence for all the inhabitants of this land. Inspired by the mystery of God's love for all, the mystery of God’s divine presence in the history of all peoples and, in a particular way, in the history of our country, we proclaim our word based on our Christian faith and our sense of Palestinian belonging – a word of faith, hope and love.

Why now? Because today we have reached a dead end in the tragedy of the Palestinian people. The decision-makers content themselves with managing the crisis rather than committing themselves to the serious task of finding a way to resolve it. The hearts of the faithful are filled with pain and with questioning: What is the international community doing? What are the political leaders in Palestine, in Israel and in the Arab world doing? What is the Church doing? The problem is not just a political one. It is a policy in which human beings are destroyed, and this must be of concern to the Church.

We address ourselves to our brothers and sisters, members of our Churches in this land. We call out as Christians and as Palestinians to our religious and political leaders, to our Palestinian society and to the Israeli society, to the international community, and to our Christian brothers and sisters in the Churches around the world.

Read the entire Kairos Declaration HERE

Every day Christian Peacemaker Teams in the Occupied Territory work to protect Palestinians from their military occupation and settlers who routinely assault them.

In Latin America liberation theology has played a large role in providing solace and support to the oppressed. Palestine also has an organization, Sabeel-Palestine Liberation Theology, which calls for the freedom of the oppressed under Israeli occupation and government policy. These are your brothers and sisters in Christ, in humanity.

As peace talks in lifting the occupation of Palestine have not gotten anywhere in 42 years, Israel has continued to violate international law by continuing to build settlements in the occupied territories. Israel has refused to extend their ten month freeze on building which is in direct contravention of international law.

Now the Ministry of Tourism of Israel has issued you an invitation for an all-expense paid trip to visit the "holy sites" in "ISRAEL". The Church of the Holy Sepulchre, the holiest of Christian shrines, is located in occupied East Jerusalem. Bethlehem, the birth place of Christ, is located in the occupied West Bank. These are only two Christian holy sites that Israel wishes to take you to and to somehow capitalize on your celebrity by their offer.

As a Christian myself, I beg you not to accept this invitation, not while Israel refuses to withdraw from their 42 year long illegal occupation of Palestine. Christmas is our time to celebrate the birth of Christ, not to do so to the detriment of those living under occupation in his birthplace by accepting a gift from their occupier.

Dear miners, you may never read this letter to you, but should it somehow reach you, it was written to you from my heart, to the hearts of you brave men who survived, by the grace of God, you are still with us.

Blessings to you in peace,

Robin




---------------- READ ALSO



Israeli occupation unjust, says Vatican

June 02, 2010/Herald Sun http://www.heraldsun.com.au

A VATICAN document leaked overnight calls the Israeli occupation of Palestinian territories a "political injustice".

The occupation is a "political injustice imposed on the Palestinians," the Vatican says, according to extracts quoted by Italy's ANSA news agency.

"The Israeli occupation of the Palestinian territories makes daily life difficult for freedom of movement, the economy and social and religious life," the text says.
The Instrumentum Laboris, a working document on an upcoming synod of bishops on the Middle East, was embargoed for release until Monday, when Pope Benedict XVI was to present it during a visit to Cyprus.

ANSA's report came as Israel drew worldwide condemnation for a deadly commando raid on Monday against a flotilla of boats laden with humanitarian aid for occupied Gaza, which has been under an Israeli blockade since 2007.

Vatican spokesman Ciro Benedettini declined to comment on the report when contacted by AFP.

The Vatican document deplores lack of "access to holy places, dependent on military permits accorded to some (and) refused to others for security reasons", ANSA said.

"Some fundamentalist Christian groups cite the Holy Scriptures to defend the political injustice imposed on the Palestinians, making even more delicate the position of Arab Christians," the 40-page document says.

The paper was compiled over several months, focusing on the situation of Christians living in the Middle East with the Palestinian issue as a backdrop, ANSA said.
The synod is set for October 10-24 at the Vatican.

Benedict, who will visit Cyprus from Saturday to Monday, will hand over the document to a 12-member pre-synod council during an open-air mass in the Cypriot capital Nicosia.

Related Coverage
• West Bank occupation unacceptable: Vatican The Australian, 2 days ago
• Vatican calls for end of Israeli occupation Herald Sun, 3 days ago
• Vatican protests innocence in cash inquiry Herald Sun, 23 Sep 2010
• Papal condoms part of British 'brainstorm' Herald Sun, 25 Apr 2010
• Pope knocked down Adelaide Now, 25 Dec 2009

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Guatemala/Rigoberta Menchú: ''La masacre de inocentes en Gaza es indigna''

Rigoberta Menchú, en entrevista exclusiva con TeleSUR, condenó los ataques militares israelíes contra la población palestina de la Franja de Gaza. También conversó sobre la actual situación de América Latina.

21 enero 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Durante una entrevista en exclusiva con TeleSUR, Rigoberta Menchú, Premio Nobel de la Paz, condenó enérgicamente el atentado militar que produjo Israel contra la Franja de Gaza durante 22 días y que dejó miles de muertos y heridos.
"Realmente es indignante, condenamos enérgicamente y llamamos a toda la comunidad internacional para que castigue a Israel", reiteró Menchú.
También conversó de otros temas en torno a la región latinoamericana, sobre todo del próximo referendo Constitucional en Bolivia.

A continuación TeleSUR presenta el texto íntegro:

¿Qué opinión le merece la situación que está ocurriendo en la Franja de Gaza?

Condeno enérgicamente la represión de Israel, creo que es una relación, no sólo desigual, sino que es realmente indigna la matanza de muchas personas inocentes, la muerte de muchas mujeres, muchos hombres inocentes en ese conflicto. Realmente es indignante, condenamos enérgicamente y llamamos a toda la comunidad internacional para que castigue a Israel porque yo creo que es una relación desigual, como he dicho, es indignante, es un conflicto que no hay justicia, no hay mediación y en el que las Naciones Unidas no ha jugado el papel que muchos de nosotros hubiéramos querido que jugara.

Usted, como Premio Nobel de la Paz, ¿qué salida considera la más lógica para esta situación tan alarmante para la paz del mundo?

Yo creo que la comunidad internacional tiene que presionar más a Israel, tiene que castigarlo, tiene que sancionar, tiene que haber una mediación mucho más enérgica, porque hasta este momento, creo que hay mucha complicidad con lo que está pasando en Palestina. Hay mucha complicidad con la violencia, desafortunadamente los países tienen muchos intereses económicos, geopolíticos, que también hace que el pueblo palestino siga siendo víctima y siga siendo ensangrentado en sus propias tierras.

¿Cómo ha sentido el avance de la tendencia progresista de América Latina, cómo vislumbra el camino de la misma?

Yo creo que hay una oportunidad para los pueblos de América Latina a reorganizar su pueblo, a reorganizar sus estructuras, y afianzar realmente el autoestima de sus jóvenes, mujeres. Crear realmente proyectos que respondan a las necesidades de la población, que dé una respuesta a las tanta desigualdad que se vive en América Latina, tanto hambre, tanta miseria, tantas injusticias.
Y digo una oportunidad, porque hace unos años se nos vendía el Tratado de Libre Comercio (TLC), se nos vendía el espejo del primer mundo, pero hoy todos están fallando, especialmente con la caída de Wall Street, y con la crisis económica mundial. Esto nos invita a volver a creer en nuestros pueblos, a volver a creer en nuestros recursos naturales, nuestros recursos locales. Espero que esto sea una manera para que la gente crea en sí misma, en sus ideales y que luche, luche por la equidad y luche por la justicia local.
Yo estoy muy emocionada también, porque por primera vez nuestra gente toma conciencia de qué tiene poder, y ojalá que use ese poder al servicio de su libertad, emancipación, y su propia dignidad.

Estamos próximos al referendo Constitucional en Bolivia, ¿cree que es la necesidad para desarrollar el proyecto proindigenista de la presidencia de Evo Morales, la aprobación del pueblo a esta propuesta?

Yo creo que sí, la gente debe darse una oportunidad. Realmente en Bolivia los problemas han sido profundos, hay problemas históricos. Durante muchísimos años, la población no tuvo oportunidad de opinar, no tuvo oportunidad de llevar adelante, incluso elecciones limpias, sino más bien es un pueblo que ha sido oprimido, y donde los pueblos indígenas no han contado, y esta vez, la gente tiene la oportunidad de pronunciarse, y por algo propio.
Es cierto que los problemas históricos no se pueden resolver en poco tiempo, pero debe darse una oportunidad. Así que desde aquí, yo deseo a nuestro hermano Evo Morales mucho éxito, cuenta con nuestro apoyo y sabemos que es complicadísima la situación, pero también confiamos que la gente tenga conciencia política, tenga una ciudadanía propia, y pueda ejercer realmente una opinión en pro del país y de la historia de Bolivia.

¿Qué expectativas tiene ante la toma de posesión de Barack Obama como el nuevo presidente de los Estados Unidos (EE.UU.), y de su futura relación con los pueblos de América Latina?

Bueno, en primer lugar y a través de TeleSUR, quiero felicitar a la gente en Estados Unidos (EE.UU.), especialmente el presidente que obtuvo el 95 por ciento de la población negra, quienes votaron por el señor (Barack) Obama y le deseamos mucho éxito. Tiene mucho respaldo de la población, respaldo de los jóvenes, de las mujeres, es un hecho histórico que un negro llegue a la Casa Blanca, pues también fue el sueño de Martin Luther King, también fue el sueño de muchas personas que han luchado por los derechos civiles, los derechos políticos en Estados Unidos.
Por supuesto que como centroamericana, como guatemalteca, también tenemos el deseo de que el señor Obama atienda los problemas que han enfrentado nuestra gente, especialmente la inmigración, especialmente una relación que sea más fraternal entre los pueblos del sur, y Estados Unidos.
Que podamos establecer nuevas relaciones, pues de todas maneras son muchas las expectativas que muchos pueblos expresan en relación al triunfo pero especialmente al Gobierno del señor Obama. De todas maneras, invito a la gente a que luche también, porque solamente organizados, unidos, podemos hacer los cambios que por tantos años han estado pospuestos, especialmente los cambios del racismo, la discriminación y la opresión a los pueblos pobres.

¿Usted ha sido postulada como facilitadora en el proceso de liberación de seis retenidos anunciado por las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC)? ¿Qué gestiones se han realizado para concretar esta posibilidad?

En primer lugar, siempre he estado a favor de la libertad de los presos, de los secuestrados, de las personas que han sido privados de sus derechos, expreso mi solidaridad con sus familias. Hemos sentido desde aquí el dolor de ese conflicto armado, y llamo a que se respeten los derechos de la gente, sobre todo la gente común, inocente.
En relación a la mediación concreta, pues no he tenido una propuesta directa en mis oficinas, pero yo soy solidaria y siempre he tenido en mente al pueblo colombiano. Deseo que algún día la gente de ahí pueda vivir en paz, siempre he estado al lado de la gente que no ha tenido decisión, más que ha vivido un conflicto de alguna manera, ajeno a cada uno de ellos.

¿Existen otros prisioneros que aún no se les presenta ninguna posibilidad de liberación como lo es el caso de los cinco héroes prisioneros del imperio? ¿Qué opinión le merece esta situación?

Sí, yo creo que desafortunadamente las personas que han sido privados de sus derechos, normalmente han sido un trampolín político, especialmente de sus captores y por eso, yo lucho por su libertad. Yo exijo la libertad de la gente, en particular la gente que ha sido detenido de manera injusta y desigual.

http://www.telesurtv.net/noticias/entrev-reportajes/index.php?ckl=168

Lea también
''El Parque de las Hamacas'' la historia de los pesticidas agrícolas en América Latina
"Evolución del hombre a la inversa, de hombre a bestia"
''Nueva Constitución boliviana finaliza confrontaciones políticas''

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Organizações timorenses manifestam apoio aos palestinos

Díli, 19 janeiro 2009 (Lusa) - Uma aliança de organizações civis do Timor Leste manifestou, na capital Díli, o seu apoio aos palestinos da Faixa de Gaza, condenando a recente operação militar de Israel na região.

A coligação de 17 organizações pediu que Israel e os palestinos "encontrem uma solução pacífica em Gaza".

A declaração coletiva lembrou que muitos timorenses "sentem" a ocupação de Gaza por Israel porque o Timor Leste esteve 24 anos sob ocupação indonésia.

"Como povo que viveu 24 anos sob ocupação, sentimos grande empatia com o sofrimento infligido ao povo palestino em Gaza", afirmaram vários responsáveis das principais organizações cívicas e não-governamentais timorenses.

O grupo exigiu que a ONU "tome medidas rápidas para acabar com a guerra em Gaza". Em relação a Israel, as organizações timorenses pediram a retirada dos territórios palestinos, "em especial de Gaza".

Foi também exigido a Israel "que respeite o direito humanitário internacional e proíba o ataque a civis em tempo de guerra".

As entidades também pediram à "resistência palestina Hamas" para que "acabe com os seus ataques contra Israel".

O grupo de organizações recordou as condições de vida e de luta no Timor Leste após a invasão indonésia em 1975, para ressaltar "a solidariedade especial dos timorenses" com a população de Gaza.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Brasil/Deputados federais levam carta ao embaixador de Israel pedindo cessar-fogo em Gaza

Ana Luiza Zenker, repórter

7 janeiro 2009/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Brasília - Uma comitiva de deputados federais se encontra, nesse momento, em audiência com o embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher. Eles vieram entregar um carta pedindo o fim dos ataques na Faixa de Gaza e a retirada das tropas da região.
“Nós viemos fazer aqui, em nome do Congresso Nacional, do povo brasileiro, uma pressão para que o Estado de Israel perceba o seu isolamento internacional, nessa medida que tomou, e possa recuar dessa medida imediatamente”, afirmou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).
Questionado sobre se essa carta pode trazer algum resultado, o deputado Pedro Wilson (PT-GO) disse que o Congresso Nacional não pode ficar calado nesse momento, já que o próprio presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse que se abriu uma brecha para o cessar-fogo.
“Nasceu de anteontem para ontem uma possibilidade para o cessar-fogo, se bem que as duas Nações importantes nesse jogo continuam sem falar de maneira determinada”, disse o parlamentar, referindo-se aos Estados Unidos e ao próprio Estado de Israel.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/07/materia.2009-01-07.8163044512/view

Ecuatorianos protestan por violencia y muertes en Gaza

Según medios ecuatorianos, en esta marcha realizada el martes, un importante grupo de manifestantes solicitó al gobierno de Rafael Correa que rompa relaciones diplomáticas con Israel, en rechazo a los ataques en la Franja de Gaza.


7 enero 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net/noticias

Decenas de ecuatorianos protestaron este martes frente a la embajada de Israel en Quito, contra los ataques en la franja de Gaza y se sumaron a las manifestaciones que se han efectuado en numerosos países del mundo.

Los manifestantes recorrieron varias calles de Quito, desde un parque en el centro de la ciudad, hasta llegar a la sede de la delegación diplomática israelí.

Bajo los lemas de "Urgente, Palestina está presente" o "América Latina junto a Palestina", los activistas ondearon banderas palestinas y llegaron al edificio de la embajada de Israel, donde se encontraba un dispositivo antidisturbios de la Policía.

Pese a que la marcha fue pacífica, ante la embajada de Israel se incrementó el tono y varios de los manifestantes arrojaron a la fachada pintura negra, huevos y zapatos, en referencia al zapatazo que el pasado diciembre un periodista iraquí arrojó al presidente estadounidense, George W. Bush.

Mustafá Gindeya, vicepresidente de la Cámara de Comercio Árabe en Ecuador y originario de la zona atacada, declaró que la marcha fue para expresar "el rechazo a la masacre de palestinos en Gaza, porque no se puede admitir este genocidio, no se puede revivir un holocausto que se debe frenar".

Además, añadió que lo que se reivindica, "más que todo, es la conciencia del ser humano en el mundo, no de los Gobiernos, porque en los Gobiernos ya no hay esperanza, ni en los Gobiernos ni en Naciones Unidas. El único apoyo y la única esperanza es el ciudadano del planeta, eso es lo que vale ahora".

Por su parte, Edwin Sánchez, miembro del Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR), uno de los organizadores del acto, afirmó que "mientras se están celebrando los Reyes Magos y en Medio Oriente se entregan regalos, los niños palestinos y las niñas palestinas como regalos tienen bombas israelitas".

"Esto es una masacre que duele a todo el planeta y el silencio es cómplice", añadió el dirigente del MIR.

Según medios ecuatorianos, en esta marcha realizada el martes, un importante grupo de manifestantes solicitó al gobierno de Rafael Correa que rompa relaciones diplomáticas con Israel, en rechazo a los ataques en la Franja de Gaza.

En la misma marcha, se convocó a los participantes a proseguir con las acciones de protesta el próximo jueves, y prevén concentrarse ante el edificio del ministerio de Relaciones Exteriores para exigir a la cancillería que expulse al embajador israelí en Ecuador.

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/39882-NN/ecuatorianos-protestan-por-violencia-y-muertes-en-gaza/

Venezuela expulsa a embajador de Israel

Agencia Bolivariana de Notícias (ABN) http://www.abn.info.ve
Caracas, 6 enero 2009 (ABN) - El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela mediante un comunicado informó que decidió expulsar al Embajador de Israel y a parte del personal de la Embajada de Israel en Venezuela, reafirmando su vocación de paz y su exigencia de respeto al Derecho Internacional.

A continuación el texto completo del comunicado:

El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela presencia una vez más, junto a los Pueblos del mundo, el horror de la muerte de niños y mujeres inocentes, producto de la invasión de la Franja de Gaza por tropas israelíes, y del bombardeo inclemente que, desde cielo y tierra, descarga sistemáticamente el Estado de Israel sobre territorio palestino.

En esta hora trágica e indignante, el Pueblo de Venezuela manifiesta su solidaridad irrestricta con el heroico Pueblo palestino, comulga en el dolor que embarga a miles de familias por la pérdida de seres queridos, y les tiende la mano al afirmar que el Gobierno venezolano no descansará hasta ver severamente castigados a los responsables de estos crímenes atroces.

El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela condena tajantemente las flagrantes violaciones del Derecho Internacional en las que ha incurrido el Estado de Israel, y denuncia su utilización planificada del terrorismo de Estado, con lo cual este país se ha colocado al margen del concierto de las Naciones.

Por las razones antes mencionadas, el Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela ha decidió expulsar al Embajador de Israel y a parte del personal de la Embajada de Israel en Venezuela, reafirmando su vocación de paz y su exigencia de respeto al Derecho Internacional.

El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela ha instruido a su Misión ante la ONU para que, junto a la mayoría de gobiernos que así lo reclaman, se presione para que el Consejo de Seguridad aplique medidas urgentes y necesarias para detener esta invasión del Estado de Israel contra el territorio palestino.

El Presidente Hugo Chávez, quien ha sostenido encuentros con altos representantes del Consejo Mundial Judío y siempre se ha opuesto al antisemitismo como a cualquier tipo de discriminacion y de racismo, hace un llamado fraterno al pueblo judío a través del mundo para que se oponga a estas políticas criminales del Estado de Israel que recuerdan las peores páginas de la historia del siglo XX. Con el genocidio del Pueblo palestino, el Estado de Israel nunca podrá ofrecerle a su Pueblo la perspectiva de una Paz tan necesaria como duradera.

Caracas, 5 de enero de 2009
http://www.abn.info.ve/noticia.php?articulo=164048&lee=1

Lea también:
Hindú Anderi: Decisión de expulsar a embajador de Israel es digna y valiente
Expulsión de diplomáticos israelíes es una respuesta al genocidio
Periodistas venezolanos condenan holocausto contra el pueblo palestino

Israel reage à decisão de Chávez e expulsa encarregado de negócios venezuelano

7 de Janeiro de 2009/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Brasília - O governo de Israel anunciou hoje (7) a decisão de expulsar o encarregado de negócios da Venezuela, Roland Betancourt, em protesto pela medida adotada ontem (6) pelo presidente Hugo Chávez em relação ao embaixador israelense em Caracas, segundo informações da agência argentina Telam. O anúncio foi feito em Jerusalém pelo porta-voz da chancelaria de Israel, Yigal Palmor.

Ele criticou a decisão de Chávez de expulsar o embaixador Sholmo Cohen e parte da equipe da representação diplomática israelense na capital da Venezuela. “É uma decisão brutal, que não é digna da Venezuela nem de seu povo”, argumentou, acusando o governo venezuelano de ter alianças com o grupo islâmico Hamas.

A Venezuela está representada em Israel somente por um encarregado de negócios, por conta das posições que o governo de Israel tem sobre o país. Os israelenses também mostram desagrado com as relações de Hugo Chávez com o presidente do Irã, Mahmud Ahmadineyad.

Em um comunidaco divulgado depois da expulsão do embaixador israelense, a Venezuela condenou o que considera “as flagrantes violações do Direito Internacional nas quais incorreu o Estado de Israel, assim como o uso do terrorismo de Estado para castigar todo um povo”.

Pouco antes, Chávez convocou a comunidade judaica da Venezuela a se manifestar contra a ação militar de Israel contra a Faixa de Gaza, iniciada no dia 27 de dezembro.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/07/materia.2009-01-07.4700545597/view

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Brasil/Ministro defende criação de delegacias contra crimes raciais

6 novembro 2008/ Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Brasília - Criar delegacias de combate a crimes raciais em todo Brasil é uma das principais metas da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

Segundo o ministro Edson Santos, atualmente uma das dificuldades na atuação contra o racismo é a falta de punição, que acaba encorajando os agressores.

“As denúncias de agressão racista muitas vezes são qualificadas como calúnia, que é uma pena leve. Isso acaba por estimular as pessoas a continuar com esse tipo de agressão. À medida que [o racismo] seja tipificado como crime inafiançável, isso com certeza vai desencorajar as pessoas a ter reações que busquem desqualificar o seu próximo com agressões racistas.”

Segundo o ministro, a idéia é que essas delegacias não tratem apenas de crimes contra negros. “No Brasil nós temos judeus, palestinos, ciganos, indígenas, que também são vítimas de agressões étnico-raciais”, destacou Santos em entrevista hoje (6) ao programa Bom Dia, Ministro, no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Ele afirmou que o objetivo é colocar essa discussão em pauta e, com isso, buscar a adesão das Secretarias de Segurança Pública dos estados, que têm competência efetiva para criar as delegacias contra crimes raciais.

“É um programa que pressupõe a adesão dos governadores e dos Secretários de Segurança. Nosso papel é estimulá-los para tomarem esse tipo de iniciativa”, afirmou Santos.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/11/06/materia.2008-11-06.1492617331/view