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terça-feira, 12 de julho de 2016
LIBERDADE PARA JULIAN ASSANGE
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Três anos depois: A INJUSTIÇA CONTRA JULIAN ASSANGE TEM DE TERMINAR
As acções do segundo promotor sueco foram e são comprovadamente políticas. Até recentemente, ela recusava-se a vir a Londres para entrevistar Assange – a seguir disse que estava para vir e depois cancelou o seu compromisso.
É uma farsa, mas uma farsa com sinistras consequências para Assange caso ousasse por os pés fora da embaixada equatoriana. A investigação criminal dos EUA contra ele e contra a WikiLeaks – pelo "crime" de exercer um direito consagrado na Constituição dos EUA, contar verdades desagradáveis – é "sem precedentes quanto
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Angola e Cuba/Relações existem desde a Independência
De acordo com o documento, a solidariedade, internacionalismo, amizade, cooperação, humanidade, heroísmo e irmandade, são os principais preceitos que têm caracterizado, a cada momento, o desenvolvimento das relações entre os dois países.
Depois da proclamação da Independência Nacional, Angola e Cuba assinaram o primeiro convénio de cooperação bilateral, em Fevereiro de 1976,
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Abya Yala, Patria Grande/Latinoamericanos e caribenhos defendem em ONU causa do Sul
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Síria/União de mulheres sírias denuncia pretextos de ataque a seu país
Em um comunicado da União Geral das Mulheres da Síria divulgado nesta terça-feira em língua portuguesa, a organização condena as tentativas do imperialismo de convencer a opinião pública mundial de que armas químicas teriam sido utilizadas pelo governo do país, afirmando que, na realidade, as alegações são mais uma mentira que os Estados Unidos e seus aliados utilizam para subjugar pelas armas uma nação soberana.
A cada dia que passa da crise na Síria, a conspiração mundial contra nosso país aumenta a ferocidade dos países cúmplices nesta agressão, especialmente os Estados Unidos, Israel, Turquia e alguns países ocidentais e árabes, criando os cenários de ingerência e de conspiração minando assim nossas posições nacionalistas, nossa soberania nacional e nosso apoio aos movimentos de resistência árabes e internacionais.
Hoje, pouco mais de dois anos e meio dessa crise e depois de fracassarem em alcançar qualquer objetivo planejado, eles divulguem e propagam por um ataque militar sob as diversas denominações e desculpas sendo a principal uma proteção à Comunidade Internacional de uso de armas químicas que alegam que a Síria as possui. Esses cenários e mentiras são apenas desculpas esfarrapadas para justificar seus atos de colonialismo e de destruição da Síria ao mesmo molde que fizeram em outros países como o Iraque, Afeganistão e Líbia e que ao fim declaram que não as encontraram. Portanto todas as alegações não passaram de justificativas para a intervenção que levou a destruir a infraestrutura dos países, matando inocentes, enfraquecendo a economia e mantendo vivo o fantasma de suas divisões sectárias.
O cenário das armas químicas surgiu depois do fracasso dos grupos terroristas em atingir seus objetivos e para minar também o trabalho dos inspetores da ONU. Surgiu depois das vitórias do Exército Árabe Sírio e para dar uma dose de esperança para esses grupos que sofreram as derrotas mais doloridas.Quem usou estas armas químicas (em Al-Ghouta) são os mesmos grupos terroristas que as usaram antes em Khan El Assal em Alepo na tentativa de deter o avanço do Exército Sírio e as maiores provas foram os materiais encontrados e fabricados em países ocidentais e árabes.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Síria: MAIS UM CRIME DE GUERRA OCIDENTAL EM PREPARAÇÃO
Os governos dos EUA e Reino Unidos não revelaram nenhumas das "evidências conclusivas" que afirmam ter de que o governo sírio utilizou armas químicas. Ao ouvir suas vozes, observar sua linguagem corporal e fitar os seus olhos, é completamente óbvio que John Kerry e seus fantoches britânico e alemão estão a mentir com todos os seus dentes. Isto é uma situação muito mais vergonhosa do que as mentiras maciças que o antigo secretário de Estado Colin Powell disse na ONU acerca de armas iraquianas de destruição maciça. Powell afirma que foi enganado pela Casa Branca e que não sabia que estava a mentir. Kerry e os fantoches britânico, francês e alemão sabem muito bem que estão a mentir.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Portugal/PCP questiona Comissão Europeia e o Conselho Europeu sobre a retenção de Parlamentares bolivianos e Parlamentar Salvadorenho nos Aeroportos de Frankfurt e Madrid
terça-feira, 31 de março de 2009
Colômbia/OS CRIMES DE ESTADO DE ÁLVARO URIBE VÉLEZ
21 março 2009/resistir.info http://resistir.info
Entre 24 de Fevereiro e 11 de Março de 2009, a Comissão Ética Contra os Crimes de Estado na Colômbia realizou a sua sexta visita. Esta Comissão é uma iniciativa para salvaguardar a memória colectiva das vítimas e acompanhar os seus processos de dignificação, denúncia e resistência, a partir da sociedade civil internacional e tendo em mente que "as vozes dos silenciados serão escutadas".
Nesta ocasião, para além do acompanhamento ao povo indígena Embera e afro-descendentes da bacia do rio Jiguamiandó na Primeira Consulta dos Povos e visitas aos departamentos de Sucre e Putumayo, a Comissão Ética assistiu ao "Encontro de familiares de vítimas de execuções extrajudiciais na Colômbia" que teve lugar durante os dias 5 e 6 de Março, ouvindo múltiplos testemunhos de execuções extrajudiciais, mal apelidadas de "falsos positivos" [1] , assim como contextos e análises de organizações que acompanham este processo a partir do Movimento de Vítimas de Crimes de Estado. Encontravam-se presentes numerosos familiares provenientes das diferentes regiões do país, pelo que se apresentou um panorama altamente representativo de uma situação nacional.
Em todo o país cometeram-se centenas de assassinatos que configuram o padrão de desaparecimentos forçados e execuções extrajudiciais, ambos os delitos considerados crimes de lesa humanidade cometidos pelo Estado, principalmente por membros das forças armadas colombianas –e/ou seus paramilitares- de forma sistemática e generalizada. Esta grave violação já vem de trás e tem o seu exponencial desenvolvimento durante os mandatos do presidente Álvaro Uribe Vélez, com a colocação em prática da chamada política de "Segurança Democrática" e a partir da instrumentalização do Plano Colômbia, pelo que as vítimas são apresentadas como "baixas em combate" para cobrar as recompensas económicas e receber os reconhecimentos e promoções que o próprio Comandante Geral das Forças Militares oferece de forma reiterada.
Estas práticas aberrantes apresentam-se como "resultados" da guerra contra-insurgente para justificar os apoios obtidos por via do Plano Colômbia e são claramente violadoras do direito penal colombiano, das Convenções de Genebra, do Direito Internacional, dos Direitos Humanos e, em especial, da Convenção Americana de Direitos Humanos.
As vítimas das execuções extrajudiciais seguem um padrão definido: homens jovens de não mais de 35 anos, pertencentes aos sectores populares e mais excluídos, com uma presença importante de jovens? camponeses, ou de áreas suburbanas e urbanas que se consideram "prescindíveis". Neste padrão incluem-se deficientes ou jovens que são considerados potenciais ou reais opositores ao regime, pelo que encontramos elementos para qualificar estes crimes de lesa humanidade como uma política de "limpeza social", só comparável com a praticada pelos execráveis regimes fascistas que prevaleceram no século passado. Pode-se afirmar, sem nenhuma retórica e perante as dimensões da tragédia do povo colombiano, que o governo de Uribe fez do crime de Estado, a sua política de Estado.
A impunidade é uma característica comum destes crimes nos quais os seus perpetradores não são investigados nem muito menos julgados e sancionados. As autoridades colombianas dos três poderes e os organismos de controlo estatal como a Procuradoria, e ainda organismos que supostamente defendem e preservam os direitos humanos, actuaram por omissão ou comissão como cúmplices dos mesmos, enquanto que os meios de comunicação em massa, na sua grande maioria, fazem eco das versões oficialistas sobre os acontecimentos denunciados, quando não ocultam ou encobrem totalmente estas graves transgressões e, principalmente, a responsabilidade do Estado colombiano.
É surpreendente o número de familiares das vítimas que saíram à rua, acompanhados por sectores da sociedade civil e com a observação da Comissão Ética, para manifestar a sua profunda indignação em frente ao Ministério da Defesa e ao Ministério Público a 6 de Março, pese embora as ameaças e os reais perigos que correm num país onde não existe o estado de direito e as instituições estão ao serviço do terrorismo de Estado.
A Comissão Ética juntou-se à exigência do Movimento de Vítimas de Crimes de Estado para que no caso das execuções extrajudiciais se forme uma equipa especial dentro da Unidade de Direitos Humanos do Ministério Público em Bogotá, para evitar eventuais interferências que, dado o estatuto e influência dos investigados, nos locais onde ocorreram os factos, possam afectar a imparcialidade das diligências
A Comissão também destaca uma militarização ampla, visível e evidente nos departamentos, que se expressa em inumeráveis detenções, repetidos requerimentos de identificação, impedimentos à livre mobilidade das pessoas, sobrevoos de helicópteros, quartéis e instalações militares dentro de localidades, recrutamento forçado e expedito (uma leva, em todos os sentidos do termo), prostituição de crianças e jovens, rondas constantes das tropas pelas estradas e povoações, presença militar no quotidiano da população civil (lojas, casas, quintas, etc), a continuidade e reconversão do paramilitarismo, tudo isto afectando a normalidade e a segurança das pessoas e constitui uma clara infracção ao Direito Internacional Humanitário. Esta é a realidade dantesca da Colômbia que Álvaro Uribe Vélez se ufana em apresentar como modelo a seguir e que as ultradireitas pretendem impor a qualquer preço no resto da América Latina, com a ajuda dos seus mentores estado-unidenses.
[1] Nota do tradutor: Os chamados "falso positivos" são civis assassinados cujos cadáveres são depois vestidos com trajes militares, de forma a serem apresentados como guerrilheiros mortos. As suas famílias opõem-se a essa denominação e preferem referir-se a eles como "execuções extrajudiciais como crime de Estado".
[*] Antropólogo, mexicano, professor do Instituto Nacional de Antropologia, doutorado em Antropologia pela Universidade de Utah, Mestre em Antropologia pela UNAM, ex-assessor do Exército Zapatista de Libertação Nacional.
http://www.resistir.info/colombia/crimes_de_estado.html
Ver também: Movimiento Nacional de Víctimas de Crimenes de Estado
O original encontra-se em La Jornada . A versão em português em http://www.tlaxcala.es/pp.asp?reference=7224&lg=po .
Tradução de Alexandre Leite, membro de Tlaxcala e editor do blog http://investigandoonovoimperialismo.blogs.sapo.pt/ .
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Ecuatorianos protestan por violencia y muertes en Gaza
7 enero 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net/noticias
Decenas de ecuatorianos protestaron este martes frente a la embajada de Israel en Quito, contra los ataques en la franja de Gaza y se sumaron a las manifestaciones que se han efectuado en numerosos países del mundo.
Los manifestantes recorrieron varias calles de Quito, desde un parque en el centro de la ciudad, hasta llegar a la sede de la delegación diplomática israelí.
Bajo los lemas de "Urgente, Palestina está presente" o "América Latina junto a Palestina", los activistas ondearon banderas palestinas y llegaron al edificio de la embajada de Israel, donde se encontraba un dispositivo antidisturbios de la Policía.
Pese a que la marcha fue pacífica, ante la embajada de Israel se incrementó el tono y varios de los manifestantes arrojaron a la fachada pintura negra, huevos y zapatos, en referencia al zapatazo que el pasado diciembre un periodista iraquí arrojó al presidente estadounidense, George W. Bush.
Mustafá Gindeya, vicepresidente de la Cámara de Comercio Árabe en Ecuador y originario de la zona atacada, declaró que la marcha fue para expresar "el rechazo a la masacre de palestinos en Gaza, porque no se puede admitir este genocidio, no se puede revivir un holocausto que se debe frenar".
Además, añadió que lo que se reivindica, "más que todo, es la conciencia del ser humano en el mundo, no de los Gobiernos, porque en los Gobiernos ya no hay esperanza, ni en los Gobiernos ni en Naciones Unidas. El único apoyo y la única esperanza es el ciudadano del planeta, eso es lo que vale ahora".
Por su parte, Edwin Sánchez, miembro del Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR), uno de los organizadores del acto, afirmó que "mientras se están celebrando los Reyes Magos y en Medio Oriente se entregan regalos, los niños palestinos y las niñas palestinas como regalos tienen bombas israelitas".
"Esto es una masacre que duele a todo el planeta y el silencio es cómplice", añadió el dirigente del MIR.
Según medios ecuatorianos, en esta marcha realizada el martes, un importante grupo de manifestantes solicitó al gobierno de Rafael Correa que rompa relaciones diplomáticas con Israel, en rechazo a los ataques en la Franja de Gaza.
En la misma marcha, se convocó a los participantes a proseguir con las acciones de protesta el próximo jueves, y prevén concentrarse ante el edificio del ministerio de Relaciones Exteriores para exigir a la cancillería que expulse al embajador israelí en Ecuador.
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/39882-NN/ecuatorianos-protestan-por-violencia-y-muertes-en-gaza/
Venezuela expulsa a embajador de Israel
Caracas, 6 enero 2009 (ABN) - El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela mediante un comunicado informó que decidió expulsar al Embajador de Israel y a parte del personal de la Embajada de Israel en Venezuela, reafirmando su vocación de paz y su exigencia de respeto al Derecho Internacional.
A continuación el texto completo del comunicado:
El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela presencia una vez más, junto a los Pueblos del mundo, el horror de la muerte de niños y mujeres inocentes, producto de la invasión de la Franja de Gaza por tropas israelíes, y del bombardeo inclemente que, desde cielo y tierra, descarga sistemáticamente el Estado de Israel sobre territorio palestino.
En esta hora trágica e indignante, el Pueblo de Venezuela manifiesta su solidaridad irrestricta con el heroico Pueblo palestino, comulga en el dolor que embarga a miles de familias por la pérdida de seres queridos, y les tiende la mano al afirmar que el Gobierno venezolano no descansará hasta ver severamente castigados a los responsables de estos crímenes atroces.
El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela condena tajantemente las flagrantes violaciones del Derecho Internacional en las que ha incurrido el Estado de Israel, y denuncia su utilización planificada del terrorismo de Estado, con lo cual este país se ha colocado al margen del concierto de las Naciones.
Por las razones antes mencionadas, el Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela ha decidió expulsar al Embajador de Israel y a parte del personal de la Embajada de Israel en Venezuela, reafirmando su vocación de paz y su exigencia de respeto al Derecho Internacional.
El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela ha instruido a su Misión ante la ONU para que, junto a la mayoría de gobiernos que así lo reclaman, se presione para que el Consejo de Seguridad aplique medidas urgentes y necesarias para detener esta invasión del Estado de Israel contra el territorio palestino.
El Presidente Hugo Chávez, quien ha sostenido encuentros con altos representantes del Consejo Mundial Judío y siempre se ha opuesto al antisemitismo como a cualquier tipo de discriminacion y de racismo, hace un llamado fraterno al pueblo judío a través del mundo para que se oponga a estas políticas criminales del Estado de Israel que recuerdan las peores páginas de la historia del siglo XX. Con el genocidio del Pueblo palestino, el Estado de Israel nunca podrá ofrecerle a su Pueblo la perspectiva de una Paz tan necesaria como duradera.
Caracas, 5 de enero de 2009
http://www.abn.info.ve/noticia.php?articulo=164048&lee=1
Lea también:
Hindú Anderi: Decisión de expulsar a embajador de Israel es digna y valiente
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Periodistas venezolanos condenan holocausto contra el pueblo palestino
Israel reage à decisão de Chávez e expulsa encarregado de negócios venezuelano
Brasília - O governo de Israel anunciou hoje (7) a decisão de expulsar o encarregado de negócios da Venezuela, Roland Betancourt, em protesto pela medida adotada ontem (6) pelo presidente Hugo Chávez em relação ao embaixador israelense em Caracas, segundo informações da agência argentina Telam. O anúncio foi feito em Jerusalém pelo porta-voz da chancelaria de Israel, Yigal Palmor.
Ele criticou a decisão de Chávez de expulsar o embaixador Sholmo Cohen e parte da equipe da representação diplomática israelense na capital da Venezuela. “É uma decisão brutal, que não é digna da Venezuela nem de seu povo”, argumentou, acusando o governo venezuelano de ter alianças com o grupo islâmico Hamas.
A Venezuela está representada em Israel somente por um encarregado de negócios, por conta das posições que o governo de Israel tem sobre o país. Os israelenses também mostram desagrado com as relações de Hugo Chávez com o presidente do Irã, Mahmud Ahmadineyad.
Em um comunidaco divulgado depois da expulsão do embaixador israelense, a Venezuela condenou o que considera “as flagrantes violações do Direito Internacional nas quais incorreu o Estado de Israel, assim como o uso do terrorismo de Estado para castigar todo um povo”.
Pouco antes, Chávez convocou a comunidade judaica da Venezuela a se manifestar contra a ação militar de Israel contra a Faixa de Gaza, iniciada no dia 27 de dezembro.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/07/materia.2009-01-07.4700545597/view
quarta-feira, 5 de março de 2008
Ecuador/Correa impõe condições para solucionar conflito diplomático com Colômbia
Brasília, 4 marzo 2008 - O presidente do Equador, Rafael Correa, impôs três condições para a solução da crise diplomática com a Colômbia após a morte de militantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em território equatoriano na semana passada.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Angola/Nações Unidas: José Eduardo dos Santos solicita fim do embargo americano a Cuba
Nova Iorque, 26 setembro 2007 (Dos enviados especiais) – O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, considerou hoje, em Nova Iorque, ser "imperioso" que se ponha fim definitivo ao embargo económico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba.
Esta medida, segundo o presidente José Eduardo dos Santos, que discursava na abertura da 62ª Assembleia Geal das Nações Unidas, a decorrer até 03 de Outubro do próximo, "viola os princípios do direito internacional e os artigos 1 e 2 da Carta da ONU".
"Angola espera que a ONU se pronuncie a este respeito, fiel ao ponto principal da sua carta, segundo a qual toda a acção deve ser resultado de debate e de decisão colectiva, excluindo, portanto, o unilateralismo", asseverou.
Referiu que os desafios que ainda existem por enfrentar necessitam de um "diálogo construtivo" entre todos os países envolvidos, em especial dos chefes de Estado e de Governo, que terão de superar eventuais divergências e entraves e encontrar uma via entre o possível e o desejável, entre a audácia e o realismo.
A necessidade de se pôr fim ao embargo económico imposto pelos Estados Unidos contra Cuba figura, entre outros pontos, na agenda de trabalhos, desta Assembleia Geral das Nações Unidas. (AngolaPress)

