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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

ATAQUE UNILATERAL À SÍRIA: OBAMA DECIDIU SER MAIS SEGURO COMPRAR O CONGRESSO DO QUE AVANÇAR SÓ



4 agosto 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)


por Paul Craig Roberts


Enquanto continua a reclamar poderes ditatoriais para iniciar uma guerra por conta própria, Obama adiou seu ataque unilateral à Síria ao receber uma carta de mais de 160 membros da Câmara dos Deputados recordando-o que levar o país à guerra sem aprovação do Congresso é ofensa punível com o impedimento (impeachment). Além disso, teve de adiar quando viu que nenhum país poderia servir como cobertura para um crime de guerra, pois nem mesmo o governo fantoche britânico e os estados fantoches da NATO apoiariam a anunciada agressão militar da América contra a Síria.

No ataque à Líbia Obama conseguiu escapar sem um OK do Congresso porque utilizou fantoches da NATO e não forças militares dos EUA. Aquele estratagema permitiu a Obama afirmar que os EUA não estavam directamente envolvidos.

Agora que a falta de cobertura e o desafio do Congresso levou o aspirante a tirano Obama a adiar seu ataque à Síria, o que se pode esperar?

Se Obama fosse inteligente

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Síria/União de mulheres sírias denuncia pretextos de ataque a seu país



3 de Setembro de 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em um comunicado da União Geral das Mulheres da Síria divulgado nesta terça-feira em língua portuguesa, a organização condena as tentativas do imperialismo de convencer a opinião pública mundial de que armas químicas teriam sido utilizadas pelo governo do país, afirmando que, na realidade, as alegações são mais uma mentira que os Estados Unidos e seus aliados utilizam para subjugar pelas armas uma nação soberana.

Leia abaixo a íntegra do comunicado:

A cada dia que passa da crise na Síria, a conspiração mundial contra nosso país aumenta a ferocidade dos países cúmplices nesta agressão, especialmente os Estados Unidos, Israel, Turquia e alguns países ocidentais e árabes, criando os cenários de ingerência e de conspiração minando assim nossas posições nacionalistas, nossa soberania nacional e nosso apoio aos movimentos de resistência árabes e internacionais.

Hoje, pouco mais de dois anos e meio dessa crise e depois de fracassarem em alcançar qualquer objetivo planejado, eles divulguem e propagam por um ataque militar sob as diversas denominações e desculpas sendo a principal uma proteção à Comunidade Internacional de uso de armas químicas que alegam que a Síria as possui. Esses cenários e mentiras são apenas desculpas esfarrapadas para justificar seus atos de colonialismo e de destruição da Síria ao mesmo molde que fizeram em outros países como o Iraque, Afeganistão e Líbia e que ao fim declaram que não as encontraram. Portanto todas as alegações não passaram de justificativas para a intervenção que levou a destruir a infraestrutura dos países, matando inocentes, enfraquecendo a economia e mantendo vivo o fantasma de suas divisões sectárias.

O cenário das armas químicas surgiu depois do fracasso dos grupos terroristas em atingir seus objetivos e para minar também o trabalho dos inspetores da ONU. Surgiu depois das vitórias do Exército Árabe Sírio e para dar uma dose de esperança para esses grupos que sofreram as derrotas mais doloridas.Quem usou estas armas químicas (em Al-Ghouta) são os mesmos grupos terroristas que as usaram antes em Khan El Assal em Alepo na tentativa de deter o avanço do Exército Sírio e as maiores provas foram os materiais encontrados e fabricados em países ocidentais e árabes.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

NA PRESSA PARA ATACAR A SÍRIA, EUA TENTA IMPEDIR QUE A ONU INVESTIGUE




29 agosto 2013, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Gareth Porter, InterPress Service
http://www.ipsnews.net/2013/08/in-rush-to-strike-syria-u-s-tried-to-derail-u-n-probe/

Depois de ter insistido, de início, que a Síria desse pleno acesso aos investigadores da ONU, até os locais onde teria havido um atentado com gás venenoso, o governo do presidente Barack Obama mudou de conversa no domingo; e passou a tentar, sem sucesso, que a ONU abortasse sua própria investigação.

Essa virada repentina, que aconteceu horas depois de Síria e ONU terem acertado os detalhes da ação dos investigadores, foi noticiada pelo Wall Street Journal na 2ª-feira e confirmada no mesmo dia, mais tarde, por um porta-voz do Departamento de Estado.

No encontro com a imprensa na 2ª-feira, o secretário de Estado John Kerry, que chegou a falar por telefone com o secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon, para que suspendesse a investigação – a qual, segundo Kerry, teria chegado tarde demais para obter provas válidas do ataque que, para fontes da oposição síria, teria feito 1.300 vítimas.

A mudança repentina e a repentina aberta hostilidade contra a investigação da ONU, que coincidem com indicações de que o governo Obama planeja um grande ataque militar contra a Síria para os próximos dias, sugere que o governo Obama entende que a ONU esteja atuando como obstáculo para seus planos de atacar militarmente.

Na 2ª-feira, Kerry disse

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Portugal/Sobre a alegada utilização de armas químicas na Síria



25 agosto 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Neste comunicado o Conselho Português para a Paz e a Comunicação denuncia a presente manipulação em curso que sem apresentar provas – como, entre outras muitas mentiras, fez com a invasão do Iraque –, tenta responsabilizar o governo sírio pela utilização de armas químicas.

A direcção nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a sua preocupação com a mais recente proliferação de relatos sobre eventuais usos de armas químicas na Síria e manifesta a fraternal solidariedade com o povo sírio que enfrenta uma grave e prolongada situação de agressão.

Usando esse argumento como pretexto, as ameaças contra a Síria voltaram a subir de tom por parte dos mesmos que alimentam este conflito e tentam dividir o povo sírio, o que relembra a campanha internacional de mentiras, que foi desenvolvida contra o Iraque

O OCIDENTE REVIDA NA SÍRIA



25 agosto 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)


por Melkulangara Bhadrakumar*


Pouco antes de os inspectores de armas químicas das Nações Unidas chegarem a Damasco – dentro de 72 horas, de facto – figuras da oposição síria baseadas em Istambul, Turquia, afirmaram que mais de 1400 pessoas foram mortas em ataques de armas químicas pelas forças do governo nos arredores da capital síria na manhã de quarta-feira.

Os Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha, a União Europeia e a Liga Árabe estão entre aqueles que pediram acção urgente.

Não surpreendentemente, o próprio governo sírio refutou fortemente a alegação chamando-a de guerra "suja" dos media, a qual reflectia a "histeria, desordem e colapso" dos rebeldes que sofreram uma série de derrotas militares devastadoras nos últimos dias e semanas.

O que é o plano de jogo? Uma pista vital está na nomeação do perito sueco Ake Sellstrom como o chefe da equipe da ONU que aterrou em Damasco três dias atrás. Sellstrom serviu no bando selecto dos inspectores de armas da ONU no Iraque...

A Reuters citou Sellstrom a apoiar o pedido de que os alegados ataques nos subúrbios de Damasco deveriam ser investigados e ele mesmo propôs um plano de acção. O secretário britânico dos Estrangeiros, William Hague, considerou a ideia de Sellstrom como excelente e