Mostrando postagens com marcador forças especiais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador forças especiais. Mostrar todas as postagens

sábado, 7 de novembro de 2015

A DEBACLE DE KERRY EM VIENA

6 novembro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)
3 novembro 2015, Counterpunch

Mike Whitney

Pode alguém me explicar por que o presidente Obama decidiu anunciar que vai enviar soldados das Forças Especiais dos EUA para a Síria, no mesmo dia em que o secretário de Estado John tinha reunião com diplomatas russos e iranianos para discutir o fim de uma guerra que já dura quatro anos e meio?

Do que, afinal, se trata?

Será que Obama supõe que assustaria russos e iranianos com esse agitar cenográfico de sabres?

Será que pensa que os russos cancelariam a ofensiva militar e retirariam o apoio que dão a Assad?

O que Obama estaria pensando?

O próprio Kerry mostrou-se constrangido pelo anúncio presidencial, que nada obteve, exceto convencer os presentes de que a política externa dos EUA é conduzida por amadores, sem nem ideia do que fazem. Foi o que conseguiu.

Segundo o New York Times, "o secretário Kerry disse aos jornalistas que o timing do anúncio fora 'uma coincidência', e que ele não tinha conhecimento de que alguma decisão havia sido tomada, até a manhã daquela 6ª-feira."
(Obama Sends Special Operations Forces to Help Fight ISIS in Síria, New York Times)

"Coincidência"? Kerry acha que foi coincidência?

Por sorte, o Times tem melhor noção que Kerry do que se passava, e até admite qual o real objetivo do

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Portugal/Sobre a alegada utilização de armas químicas na Síria



25 agosto 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Neste comunicado o Conselho Português para a Paz e a Comunicação denuncia a presente manipulação em curso que sem apresentar provas – como, entre outras muitas mentiras, fez com a invasão do Iraque –, tenta responsabilizar o governo sírio pela utilização de armas químicas.

A direcção nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a sua preocupação com a mais recente proliferação de relatos sobre eventuais usos de armas químicas na Síria e manifesta a fraternal solidariedade com o povo sírio que enfrenta uma grave e prolongada situação de agressão.

Usando esse argumento como pretexto, as ameaças contra a Síria voltaram a subir de tom por parte dos mesmos que alimentam este conflito e tentam dividir o povo sírio, o que relembra a campanha internacional de mentiras, que foi desenvolvida contra o Iraque

O OCIDENTE REVIDA NA SÍRIA



25 agosto 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)


por Melkulangara Bhadrakumar*


Pouco antes de os inspectores de armas químicas das Nações Unidas chegarem a Damasco – dentro de 72 horas, de facto – figuras da oposição síria baseadas em Istambul, Turquia, afirmaram que mais de 1400 pessoas foram mortas em ataques de armas químicas pelas forças do governo nos arredores da capital síria na manhã de quarta-feira.

Os Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha, a União Europeia e a Liga Árabe estão entre aqueles que pediram acção urgente.

Não surpreendentemente, o próprio governo sírio refutou fortemente a alegação chamando-a de guerra "suja" dos media, a qual reflectia a "histeria, desordem e colapso" dos rebeldes que sofreram uma série de derrotas militares devastadoras nos últimos dias e semanas.

O que é o plano de jogo? Uma pista vital está na nomeação do perito sueco Ake Sellstrom como o chefe da equipe da ONU que aterrou em Damasco três dias atrás. Sellstrom serviu no bando selecto dos inspectores de armas da ONU no Iraque...

A Reuters citou Sellstrom a apoiar o pedido de que os alegados ataques nos subúrbios de Damasco deveriam ser investigados e ele mesmo propôs um plano de acção. O secretário britânico dos Estrangeiros, William Hague, considerou a ideia de Sellstrom como excelente e