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domingo, 25 de janeiro de 2015

DO EQUADOR, ÁSIA-PACÍFICO DIALOGA E FAZ UMA APOSTA AO FUTURO

 21 janeiro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Luisa María González*

Quito (Prensa Latina) -- Destinada historicamente a desempenhar um papel periférico no cenário internacional, a região Ásia-Pacífico se ergue como uma das mais prometedoras, em face ao desenvolvimento futuro do planeta. 

Nisso coincidiram representantes de 17 países dessa região que se reuniram no Equador no 23 Fórum Parlamentar Ásia-Pacífico (APPF, por suas siglas em inglês), para trocar pontos de vista e buscar um consenso com o fim de dinamizar o avanço destas populações.

O chanceler do país anfitrião, Ricardo Patiño, disse em uma conferência magistral que "o Pacífico, entendido e construído como essa região de encontro e de fortalecimento comum, será a zona econômica mais importante do mundo, em termos econômicos e comerciais, na próxima década".

Acrescentou que os países limítrofes com o Grande Oceano têm aproximadamente metade da população e 57% do comércio mundiais, números que

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Abya Yala, Patria Grande/Latinoamericanos e caribenhos defendem em ONU causa do Sul



13 outubro 2013, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Nações Unidas (Prensa Latina) --- O fim do colonialismo, a materialização da assistência oficial ao desenvolvimento, a paz e o respeito ao Estado de Direito estiveram nesta semana entre as reivindicações de América Latina e do Caríbe na ONU.

Algumas vezes através da integracionista Comunidade de Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac) e outras mediante representantes de países, a região interveio em foros de alto nível e debates de comissões da Assembléia Geral, que fechou sua quarta semana de trabalho do 68 período de sessões.

Em nome da Celac, sua presidenta pró tempore, Cuba, advogou pelo fortalecimento do Estado de Direito a partir dos vínculos desse princípio com os três pilares fundamentais das Nações Unidas: a paz e a segurança, os direitos humanos e o desenvolvimento.

Na Sexta Comissão da Assembléia -que se ocupa das questões jurídicas- a ilha recordou que desde sua fundação em 2011, a Comunidade fixou postura a favor do respeito irrestrito ao

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Portugal/Sobre a alegada utilização de armas químicas na Síria



25 agosto 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Neste comunicado o Conselho Português para a Paz e a Comunicação denuncia a presente manipulação em curso que sem apresentar provas – como, entre outras muitas mentiras, fez com a invasão do Iraque –, tenta responsabilizar o governo sírio pela utilização de armas químicas.

A direcção nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a sua preocupação com a mais recente proliferação de relatos sobre eventuais usos de armas químicas na Síria e manifesta a fraternal solidariedade com o povo sírio que enfrenta uma grave e prolongada situação de agressão.

Usando esse argumento como pretexto, as ameaças contra a Síria voltaram a subir de tom por parte dos mesmos que alimentam este conflito e tentam dividir o povo sírio, o que relembra a campanha internacional de mentiras, que foi desenvolvida contra o Iraque