Mostrando postagens com marcador Carta da ONU. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carta da ONU. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Angola/CONFIANÇA NAS INSTITUIÇÕES

28 outubro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O Estado angolano, como estipula a Constituição da República, baseia-se “na dignidade da pessoa humana e na vontade do povo angolano, que tem como objectivo fundamental a construção de uma sociedade livre, justa, democrática, solidária, de paz, igualdade e progresso social”.

Tudo isso não era possível se a questão dos direitos humanos não tivesse prioridade.
“Os direitos humanos são fundamentais para a convivência em qualquer sociedade, pelo que todos devem conhecer a sua essência”, considerou recentemente o secretário de Estado dos Direitos Humanos. No Cuanza Norte, onde Bento Bembe proferiu uma palestra sobre a importância da educação na cultura dos direitos humanos, o secretário de Estado destacou a necessidade de se dar a conhecer não apenas os direitos, mas também os deveres.

As visitas regulares às províncias por

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Abya Yala, Patria Grande/Latinoamericanos e caribenhos defendem em ONU causa do Sul



13 outubro 2013, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Nações Unidas (Prensa Latina) --- O fim do colonialismo, a materialização da assistência oficial ao desenvolvimento, a paz e o respeito ao Estado de Direito estiveram nesta semana entre as reivindicações de América Latina e do Caríbe na ONU.

Algumas vezes através da integracionista Comunidade de Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac) e outras mediante representantes de países, a região interveio em foros de alto nível e debates de comissões da Assembléia Geral, que fechou sua quarta semana de trabalho do 68 período de sessões.

Em nome da Celac, sua presidenta pró tempore, Cuba, advogou pelo fortalecimento do Estado de Direito a partir dos vínculos desse princípio com os três pilares fundamentais das Nações Unidas: a paz e a segurança, os direitos humanos e o desenvolvimento.

Na Sexta Comissão da Assembléia -que se ocupa das questões jurídicas- a ilha recordou que desde sua fundação em 2011, a Comunidade fixou postura a favor do respeito irrestrito ao