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domingo, 25 de janeiro de 2015

DO EQUADOR, ÁSIA-PACÍFICO DIALOGA E FAZ UMA APOSTA AO FUTURO

 21 janeiro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Luisa María González*

Quito (Prensa Latina) -- Destinada historicamente a desempenhar um papel periférico no cenário internacional, a região Ásia-Pacífico se ergue como uma das mais prometedoras, em face ao desenvolvimento futuro do planeta. 

Nisso coincidiram representantes de 17 países dessa região que se reuniram no Equador no 23 Fórum Parlamentar Ásia-Pacífico (APPF, por suas siglas em inglês), para trocar pontos de vista e buscar um consenso com o fim de dinamizar o avanço destas populações.

O chanceler do país anfitrião, Ricardo Patiño, disse em uma conferência magistral que "o Pacífico, entendido e construído como essa região de encontro e de fortalecimento comum, será a zona econômica mais importante do mundo, em termos econômicos e comerciais, na próxima década".

Acrescentou que os países limítrofes com o Grande Oceano têm aproximadamente metade da população e 57% do comércio mundiais, números que

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Brasil/Lula diz que G8 é "um clube de amigos" caduco

Berlim, 21 setembro 2009 (EFE) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera que o Grupo dos Vinte (G20, os países desenvolvidos e as principais nações emergentes) é o fórum correto para buscar soluções para a crise internacional e que o Grupo dos Oito (G8, os sete países mais ricos e a Rússia) é um "clube de amigos" caduco.

"Já não existe nenhum motivo para manter o G8. É algo assim como um clube de amigos que se reúne de vez em quando, mas que já não tem o poder de há 30 anos. Hoje em dia já não fazem sentido reuniões sem China, Índia, Brasil, Rússia, ou sem África e México", diz Lula em entrevista que publica hoje o jornal alemão "Handelsblatt".

A poucos dias da cúpula do G20 em Pittsburgh (EUA) Lula sustenta que quantos mais países discutirem um problema, antes serão encontrados compromissos com os quais todos se sintam vinculados.

Em relação à cúpula sobre mudança climática em dezembro em Copenhague, na qual se deveria fixar um tratado de redução de gases do efeito estufa que substitua o Protocolo de Kioto, Lula acredita em um acordo, tendo em vista que começa a haver movimento no debate.

O presidente diz na entrevista que no início de outubro deve visitar alguns países, como Alemanha e Estados Unidos, com o objetivo de sondar as possibilidades de buscar uma posição comum, "apesar de sermos de outra opinião que os países ricos".

"Estamos dispostos a discutir sobre objetivos (de redução de emissões) fixos, mas esses objetivos têm que guardar relação com a percentagem de poluição de cada país", ressalta.

Lula crê que finalmente se poderão superar as diferenças que ainda dividem os países ricos dos pobres e emergentes e que em Copenhague se encontrará um "bom acordo".

"Espero, no entanto, que países como os Estados Unidos, que até agora nem sequer assinaram o Protocolo de Kioto, se atenham depois a esse compromisso", conclui.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Parlamentares Latino-americanos alertam sobre crise econômica

12 abril 2009/Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br

Vários legisladores declararam a Prensa Latina que o deterioro da situação causa uma crescente inquietude do outro lado do Oceano Atlântico e criticaram ao chamado Grupo dos 20 (G20) por sua atuação nas atuais circunstâncias.
O G20 em suas duas recentes cúpulas (Washington, novembro de 2008) e Londres faz em uma semana) tem limitado seu interesse às questões financeiras, enquanto as dificuldades econômicas aumentam os riscos nos países latino-americanos, apontaram.
No entanto, uma resolução aprovada no fórum de Madri só instou a estabelecer mecanismos e políticas coordenadas para superar a crise financeira e alertou sobre suas conseqüências sociais.
Com uma forte incidência da parte européia, a cúpula madrilenha restringiu seu pronunciamento a exigir medidas que promovam o emprego e assegurem os direitos de cobertura universal.
Mas foi clara em reiterar os acordos do G20 sobre uma reforma do sistema financeiro internacional e a necessidade de evitar a implantação de medidas protecionistas, indicou um delegado latino-americano.
A reunião de parlamentares aprovou uma denominada Carta Euro-Latino-americana para a Paz e a Segurança que estabelece ações conjuntas em matéria de luta contra o narcotráfico, o crime organizado, o terrorismo, o tráfico de armas e de pessoas.
Esse texto contém 20 artigos que vão desde a cooperação para o desenvolvimento sustentável e a defesa do meio ambiente até assuntos como a pobreza, os objetivos do Milênio, segurança alimentaria e energética, mudança climática e o direito à água.
Outros pontos referem-se ao uso, tráfico ilícito e proliferação de armas de destruição em massa, a cooperação em matéria judicial, penal e de inteligência policial e a criação de um centro de prevenção de catástrofes.
Em contraposição às resoluções oficiais aprovadas aqui, os deputados dos partidos de Esquerda de ambas regiões afirmaram em um texto separado que o G20 não tomou decisões capazes de responder aos graves problemas econômicos e sociais que atravessa o mundo.
O documento qualifica de inconexas e de caráter cosmético as medidas lembradas em Londres para reformar o sistema financeiro e denúncia que se produziu um reforço das instituições cujas políticas são responsáveis pela atual crise.
Os deputados de esquerda dentro de Euro-Lat também reiteraram sua demanda aos Estados Unidos para que levante o bloqueio imposto a Cuba e liberte a cinco lutadores anti-terroristas cubanos presos em cárceres norte-americanas desde 1998.
Também saudaram o triunfo eleitoral da Frente Farabundo Martí em El Salvador e a aprovação da emenda constitucional na Bolívia, “a qual abre as portas ao aprofundamento da participação popular e amplia os direitos civis e políticos”.
O fórum aprovou outra resolução que considera o acesso à água como um direito humano fundamental e instou aos Estados a modernizar seus serviços públicos de captação e fornecimento do líquido e a estabelecer controles quando sua gestão corresponde a empresas privadas.
Os assistentes à assembléia receberam ademais um enérgico protesto de organizações de imigrantes latino-americanos na Europa contra as redadas e detenções seletivas e por quotas realizadas pela polícia espanhola contra pessoas estrangeiras.
A demanda exige o apoio dos parlamentos para que as autoridades deste país ibérico cessem essas práticas, deixem sem efeito os expedientes de expulsão abertos e libertem a imigrantes detidos nos chamados centros de internamento de estrangeiros.
No fórum de Madri participaram representantes dos parlamentos Europeu, Latino-americano, Andino, Centro-americano e do MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) e das comissões parlamentares mistas UE-México e UE-Chile.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=9b2f00f37307f2c2f372acafe55843f3&cod=3839

quarta-feira, 16 de julho de 2008

América Latina e Caribe/No ar o programa de rádio Voz dos Movimentos

[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina www.adital.com.br

11 julho 2008

Adital - Já está no ar o primeiro programa radialista a "Voz dos Movimentos", um espaço de expressão plural com a voz dos próprios atores sociais: camponeses, indígenas, afro-descendentes, mulheres, entre outros. A produção é responsabilidade da Minga Informativa de Movimentos Sociais, que congrega uma dezena de redes e Coordenações sociais da América Latina e do Caribe, com edição da Radio agencia NP do Brasil.

O programa está disponível em: http://www.radioteca.net/temas.php?t=13&st=3

Nesta primeira edição, o Conacami do Peru se refere ao plantão que os movimentos indígenas realizaram em frente a OEA para que este organismo exija ao Estado peruano o cumprimento do convênio 169 da OIT, e designe um relator que constate e investigue a violação de DDHH.

A Campanha "Haiti somos todos", reporta Jubileo Sur, recebeu apoio da Cúpula dos Povos realizada em Lima em maio passado, convocando a multiplicar as mobilizações nos distintos países por este motivo.

Os movimentos de direitos humanos do Brasil estão opostos à condenação de militantes de organizações sociais, por meio da qual se busca criminalizar o protesto social. No Pará, um advogado da Comissão Pastoral da Terra e um ex-coordenador regional da federação dos trabalhadores da agricultura são vitimas destas medidas.

No Equador, a Assembléia Constituinte entrou na reta final. Humberto Cholango, dirigente da Ecuarunari, fala sobre a plurinacionalidade e a necessidade de mudanças sociais a ser considerados na nova carta magna, e uma moderação da Corporação de Emissoras das Nacionalidades do Equador.

"A terra não agüenta mais", assinala o teólogo brasileiro Leonardo Boff ao comentar as reuniões das Nações Unidas sobre a crise alimentar e a mudança climática. Eventos onde não se quis escutar a voz de quem historicamente tem assegurado alimento a humanidade: os camponeses e camponesas.

Propague este e os próximos programas que apresentaram as lutas e os fatos, assim como os desafios, as propostas e as diversas expressões dos movimentos sociais do continente.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=33958

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