Em Maio, Trump perseguiu a Huawei, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. O ataque desta vez não foi por motivos económicos. Trump acusou a Huawei de ser um braço de espionagem do governo chinês. Empresas dos Estados Unidos que forneciam software e chips à Huawei já não teriam permissão para fazê-lo. Os diplomatas de Trump puseram-se
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terça-feira, 23 de julho de 2019
BRICS, China/Por que Trump cedeu à China e à Huawei?
Em Maio, Trump perseguiu a Huawei, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. O ataque desta vez não foi por motivos económicos. Trump acusou a Huawei de ser um braço de espionagem do governo chinês. Empresas dos Estados Unidos que forneciam software e chips à Huawei já não teriam permissão para fazê-lo. Os diplomatas de Trump puseram-se
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
BRICS, БРИКС/Conferência de imprensa e P & R, depois da reunião Putin-Hollande
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
BRICS, БРИКС/A GUERRA DO SULTÃO ERDOGAN… CONTRA A RÚSSIA
Vamos diretamente
ao ponto. A ideia de que a Turquia, servindo-se de um F-16 fabricado nos EUA,
derrubaria um SU-24 russo, sem ter antes pedido (e recebido) “apoio” de
Washington, é absolutamente inverossímil.
A Turquia não passa de estado-vassalo, braço oriental da OTAN, que por sua vez é o braço europeu do Pentágono. O Pentágono até já negou tudo – negativa que, considerando o seu currículo de fracassos estratégicos espetaculares, não pode ser aceito pelo que parece ser. Muito plausivelmente, pode ter sido disputa por poder entre os generais neoconservadores que comandam o Pentágono, aliados ao governo Obama infestado de neoconservadores.
O cenário privilegiado contudo é de uma Turquia-vassala liderada pelo Sultão Erdogan, que arrisca tudo numa missão suicida, movida por seu próprio total atual desespero.
Aqui, agora, o raciocínio pervertido de Erdogan,
resumido num parágrafo. A tragédia de Paris foi golpe terrível. A França
começou a discutir uma cooperação militar mais estreita, não dentro
da OTAN, mas com a Rússia. O objetivo nunca confessado de Washington
sempre foi pôr a OTAN dentro da Síria. Metendo a Turquia/OTAN atropeladamente
dentro da Síria; atacando a Rússia e provocando resposta duríssima da Rússia,
Erdogan tenta atrair a OTAN para dentro da Síria sob o pretexto (art. 5º) de
defender a Turquia.
Por mais perigosamente Baía-dos-Porcos que pareça, nada tem a ver com 3ª Guerra Mundial – como propagandistas apocalípticos já se puseram a ladrar. Tudo gira em torno de saber se estado que apoia/financia/arma a nebulosa salafista-jihadista recebeu autorização para destruir os jatos russos que estão reduzindo a lixo seus preciosos caminhões-tanques transportadores de petróleo roubado.
Casado com a
(Erdogan) máfia
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
BRICS, БРИКС/Duro golpe a las 'arcas' del EI: Rusia difunde videos de ataques contra largos convoyes de petróleo
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
BRICS: UM NOVO FUNDO MONETÁRIO E UM NOVO BANCO DE DESENVOLVIMENTO
23 fevereiro 2015, Carta Maior
http://www.cartamaior.com.br (Brasil)
Paulo
Nogueira Batista Jr.*
sábado, 31 de janeiro de 2015
BRICS, БРИКС/RÚSSIA-CHINA-ÍNDIA: NASCIMENTO DE UM NOVO CENTRO DE PODER
Na próxima segunda-feira
(2), os ministros das Relações Exteriores da Rússia, China e Índia irão se
reunir em Pequim, a fim de elaborar uma agenda comum de cooperação para 2015.
Para responder aos novos desafios, os chanceleres Serguei Lavrov, Wang Yi e
Sushma Swaraj terão que elevar as consultas tripartidas para um novo patamar,
segundo especialistas. Com muita probabilidade, se visará o objetivo de formar,
em um par dos próximos anos, um "triângulo de poder" de dimensão
global.
Na véspera da reunião ministerial em Pequim, os três países têm formulado uma nova agenda operacional de riscos geopolíticos. Além dos problemas em torno do
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
BRICS, БРИКС/Lideres do BRICS concordaram em nomear chefe do Banco de Desenvolvimento antes da realização da cúpula
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
BRICS, БРИКС/AGORA, É GUERRA TOTAL CONTRA OS BRICS
Podem-se apostar garrafas de champanhe crimeano que a resposta dos EUA a esse processo deve ser alguma espécie de guerra total de informação – não muito diferente, em espírito, do “Conhecimento Total de Informação” [orig. Total Information Awareness (TIA)], elemento central da Doutrina da Dominação de Pleno Espectro, do Pentágono. Os BRICS são vistos como importante ameaça –, e conseguir contratorpedeá-los implica dominar toda a grade informacional.
Vladimir Davydov, diretor do Instituto de América Latina da Academia de Ciências da Rússia, acertou o olho do alvo quando observou que “a situação atual mostra que há tentativas para
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Putin discutirá proyectos conjuntos durante su visita a Argentina
terça-feira, 25 de março de 2014
BRICS at Hague slam attempts to isolate Putin
March 24, 2014, The BRICS Post http://thebricspost.com (England and Wales)
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
A NOVA ORDEM MUNDIAL
O diplomata brasileiro Roberto Azevedo assumiu o mandato de Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio em 1 de Setembro passado. Ao contrário do Diretor-Geral cessante, antigo Comissário Europeu do Comércio Pascal Lamy de má memória e oponente convicto ao ingresso da Rússia e da China na OMC, o novo Diretor-Geral não enjeita alinhar-se com os colegas dos BRICS. A diplomacia brasileira logrou angariar apoios bastantes entre os estados membros, comprometendo-se em particular a dar à China e ao continente africano voz e posições relevantes no seio da OMC, e logrou neutralizar a oposição dos EUA e da UE. Este facto singular é sintomático das profundas transformações que abalam a economia e a finança no mundo, mais um sinal da desagregação da velha ordem mundial.
Sob a sua alçada foi sendo constituído um agora vasto “Sistema das Nações Unidas” - conjunto de programas, agencias, institutos, convenções, etc. - coordenado por um Conselho Económico e Social. Aí se integram as de vocação mais diretamente económica e financeira: o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial (FMI/BM), criados em 1945 e com suas sedes em Washington; a Organização Mundial do Comércio (OMC), estabelecida em 1947 (ainda enquanto GATT) com sede em Genebra; umas e outra no cumprimento e sequência das conferências de Bretton Woods (1944).
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
EUA E REINO UNIDO ‘DERROTARAM’ CRIPTOGRAFIA NA INTERNET
7 setembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)
Agência Nacional de Segurança Nacional (NSA) e sua correlata britânica, o GCHQ, decifraram uma grande parte dos códigos criptografados na internet que protegem a privacidade de e-mails, registros bancários e médicos de centenas de milhões de pessoas. As agências celebraram o feito em tom triunfalista assinalando em suas mensagens que “derrotaram a segurança e privacidade da rede”. Por Marcelo Justo, de Londres
Os documentos entregues ao The Guardian pelo ex-analista de inteligência da CIA, Edward Snowden, revelam que um programa criado há dez anos pela NSA conseguiu em 2010 a decodificação de material criptografado que tornou uma vasta quantidade de dados acessíveis e manuseáveis. O nome do programa é Bullrun em homenagem a uma famosa batalha da guerra civil dos Estados Unidos,
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Brics avançam na criação de banco de desenvolvimento
quarta-feira, 27 de março de 2013
África do Sul /Desafio do Brics é superar dificuldades econômicas e sociais para atingir o nível dos países avançados, diz Dilma
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (27) que o desafio do Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) é superar as dificuldades econômicas e sociais para atingir o mesmo nível dos países desenvolvidos. Dilma reiterou que a crise econômica, que afeta principalmente os europeus, não pode contagiar o Brics e os países emergentes. A presidenta discursou em dois momentos da 5ª Cúpula do Brics, em Durban, na África do Sul.
Para a presidenta, os desafios estão centrados na superação de dificuldades econômicas, na preservação de direitos sociais e na proteção do meio ambiente. “Não podemos permitir que os problemas dos países avançados criem obstáculos para os nossos países. Nosso desafio é encontrar um caminho mais vigoroso”, ressaltou.
Dilma disse que um dos principais efeitos da crise econômica internacional é a redução da oferta de empregos. Para ela, é fundamental que sejam feitos esforços conjuntos “para a recuperação da economia internacional”. “Hoje temos de ter em mente: fazer um grande esforço. Se faltam oportunidades de investimentos nas economias avançadas, vamos criar fontes de financiamento”, destacou.
A presidenta lembrou que os países do Brics conseguiram superar as dificuldades, provocadas pela crise, a partir de 2007. “Temos força suficiente para responder com responsabilidade”, disse ela, lembrando que a Rússia, na presidência rotativa do G20 (grupo de países mais desenvolvidos do mundo) terá muito o que fazer.
Segundo Dilma, a pauta no G20 deve ter como foco o desenvolvimento global, envolvendo infraestrutura e a geração de emprego. Ela disse que, embora o cenário de 2013, seja “um pouco mais promissor” do que o de 2012, é visível que “muitos dos países desenvolvidos continuam a prometer, principalmente na taxa de desemprego”.
África do Sul/Banco do Brics deverá criar mecanismos de apoio mútuo para emergentes
Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff ressaltou hoje (27) que a criação do Banco do Brics (grupo formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul) vai colaborar para o desenvolvimento da região e dos países emergentes. Ela discursou duas vezes nesta quarta-feira, na 5ª Cúpula do Brics , em Durban, na África do Sul. Segundo Dilma, o banco é um esforço para instituir mecanismos mútuos de apoio.
“É um banco talhado para as nossas necessidades. Temos de estreitar laços e criar mecanismos de apoio mútuos”, destacou a presidenta. “É um mecanismo de estabilidade que pode criar linhas recíprocas de crédito, fortalecendo a solidez do mercado internacional.”
A instituição bancária terá os mesmos moldes do Banco Mundia (Bird). Cada país que integra o Brics deverá destinar US$ 10 bilhões para formar o capital inicial do banco, que deverá chegar a US$ 50 bilhões. O banco centrará as ações no financiamento de infraestrutura e atuará em concorrência direta com o Bird.
A ideia é que a nova instituição bancária seja uma espécie de alternativa ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Dilma destacou também a importância de manter uma posição de otimismo, mesmo diante das dificuldades causadas pela crise econômica internacional, que atinge principalmente os 17 países da zona do euro.
“Devemos ter o otimismo e o dinamismo, reiterar a confiança e manter uma atitude contra o pessimismo e a inércia que atingem outras regiões. Vamos responder a essa crise com vigor”, disse a presidenta que também elogiou a criação de um fundo para ajudar os países emergentes.
A proposta é criar um fundo, estimado em US$ 100 bilhões, para ajudar países emergentes com problemas financeiros.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Brasil e Argentina/Dilma telefona para cumprimentar Cristina Kirchner por resultado das eleições primárias
Renata Giraldi, repórter da Agência Brasil
Brasília, 16 agosto 2011 – A presidenta Dilma Rousseff telefonou hoje (16) para a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, para parabenizá-la pelos resultados das eleições primárias de anteontem (14). Pelos resultados, Cristina sai na frente na disputa eleitoral, na qual concorrerá com mais três adversários. A conversa foi confirmada pelo porta-voz do governo argentino, Alfredo Scoccimarro.
“Parabéns, Cristina. Fiquei muito feliz quando vi os resultados”, disse Dilma à chefe do governo argentino, segundo relato do porta-voz Scoccimarro. A presidenta brasileira se referiu aos mais de 50% de votos obtidos por Cristina Kirchner na disputa do último domigo (14) com mais nove candidatos.
De acordo com Scoccimarro, Cristina disse a Dilma que ambas vão “continuar trabalhando juntas para o crescimento dos dois países e da região”. Cristina pretende propor a Dilma que ambas definam ações comuns para proteção da economia internacional.
A ideia, segundo Cristina, é que, durante as discussões da Cúpula do G20, a Argentina e o Brasil proponham medidas para reduzir os impactos da crise financeira mundial. O G20, grupo formado pelas maiores economias do mundo, se reunirá em novembro, na França.
Em 23 de outubro, Cristina enfrentará Ricardo Alfonsín, da Unión Cívica Radical, o ex-presidente Eduardo Duhalde, do Partido Justicialista, e Hermes Binner, do Partido Socialista – os três ficaram tecnicamente empatados no segundo lugar nas eleições primárias.
Pela legislação argentina, é considerado vitorioso aquele que conquistar 45% dos votos válidos ou 40% deste total, desde que ocorra uma diferença mínima de 10% em relação ao segundo colocado na corrida presidencial. O segundo turno está marcado para 10 de dezembro.
*Com informações da Telam, agência pública de notícias da Argentina
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Brasil/CAMPANHA MOBILIZA SOCIEDADE PELO FIM DOS PARAÍSOS FISCAIS
28 julho 2011/Agência de Informação Frei Tito para a América Latina
Adital http://www.adital.com.br
Camila Queiroz, jornalista da ADITAL
Promovida por mais de 50 organizações em 30 países de todo o mundo, a campanha "Fim aos Paraísos Fiscais” foi lançada no último dia 26 no Brasil, pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). A mobilização tem por objetivo pressionar líderes mundiais a pautar o tema na próxima reunião do G20, em novembro, e exigir que tomem medidas para fazer com que as empresas publiquem o lucro verdadeiro obtido e, com isso, paguem os impostos devidos.
No Brasil, é possível participar acessando o link http://www.endtaxhavensecrecy.org/pt/take-action/ e enviando mensagem para a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da França, Nicolas Sarkozy, que está no comando do G20. No texto, os organizadores da campanha destacam as consequências negativas dos paraísos fiscais.
"Anualmente há uma perda global de impostos de mais de 100 bilhões de dólares num momento em que a crise financeira global está gerando cortes profundos no orçamento estatal em todo o mundo”, argumentam. Informam ainda que os países em desenvolvimento são os que mais perdem com a evasão de impostos, cuja cifra superaria o que recebem de ajuda internacional.
Classificados como "países ou dependências com tributação favorecida” pela Receita Federal brasileira, os paraísos fiscais não tributam a renda ou a tributam à alíquota inferior a 20% ou, ainda, têm legislação interna que não permite troca de informações bancárias que possibilitariam aos órgãos responsáveis fiscalizar se os depósitos são lícitos ou não, segundo explica nota técnica lançada pelo Inesc.
Assessor político do instituto, Lucídio Bicalho esclarece que nem todo dinheiro remetido aos paraísos fiscais é ilegal, mas, mesmo estando dentro da lei, o envio não é considerado "correto”, pois as empresas deixam de assumir responsabilidades sociais ao fugir da tributação.
"Faz parte do planejamento comum das empresas depositar uma quantia nas ilhas e depois investir em outros lugares do mundo. A tributação é quase zero. Do ponto de vista moral é que tem implicações. Você deixa de contribuir com as políticas públicas do país, e isso recai sobre a população. A empresa tem que assumir responsabilidade. Não pode só usar o sistema jurídico e financeiro do país, e não ser responsável pelo custeio das políticas públicas”, sustenta.
Lucídio cita dados do Banco Central segundo os quais, entre 2007 e 2009, as
Ilhas Cayman ocupam a 8ª posição na lista de Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil (US$ 4,2 bilhões). "As Ilhas Cayman não têm economia real que justifique a remessa desse valor. Contudo, são destinos privilegiados, representando potencial de prejuízo, de perda”, enfatiza.
Na mesma lista, Bermudas, outro paraíso fiscal, aparece na 10ª posição (US$ 2,9 bilhões), enquanto as Ilhas Virgens Britânicas ocupam o 16º lugar (US$ 1,8 bilhão) e as Ilhas Bahamas o 17º (US$ 1,7 bilhão).
Ainda de acordo com o Banco Central do Brasil, os Capitais Brasileiros no Exterior em 2007, 2008 e 2009 foram, respectivamente, US$190,2 bilhões, US$ 204,0 bilhões e US$ 214,0 bilhões.
Como isso reflete na garantia dos direitos dos brasileiros? De acordo com a nota técnica do Inesc, o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário publicou uma pesquisa em 2009 na qual aponta que tributos sonegados pelas empresas somavam R$200 bilhões por ano e, somados aos tributos sonegados pelas pessoas físicas, a sonegação fiscal no Brasil atingia 9% do Produto Interno Bruto (PIB).
Enquanto isso, segundo o Ministério da Educação, apenas 5% do PIB é investido em educação pública. "Ainda os R$ 200 bilhões de impostos sonegados são 14 vezes maiores do que o valor do orçamento para o programa Bolsa Família em 2011”, ressalta a nota.
Para ler a nota técnica do Inesc, acesse http://www.inesc.org.br/biblioteca/publicacoes/notas-tecnicas/nts-2011/nota-tecnica-173

