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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

BRICS, БРИКС/A GUERRA DO SULTÃO ERDOGAN… CONTRA A RÚSSIA

26 novembro 2015,Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Vamos diretamente ao ponto. A ideia de que a Turquia, servindo-se de um F-16 fabricado nos EUA, derrubaria um SU-24 russo, sem ter antes pedido (e recebido) “apoio” de Washington, é absolutamente inverossímil.
A Turquia não passa de estado-vassalo, braço oriental da OTAN, que por sua vez é o braço europeu do Pentágono. O Pentágono até já negou tudo – negativa que, considerando o seu currículo de fracassos estratégicos espetaculares, não pode ser aceito pelo que parece ser. Muito plausivelmente, pode ter sido disputa por poder entre os generais neoconservadores que comandam o Pentágono, aliados ao governo Obama infestado de neoconservadores.
O cenário privilegiado contudo é de uma Turquia-vassala liderada pelo Sultão Erdogan, que arrisca tudo numa missão suicida, movida por seu próprio total atual desespero.
Aqui, agora, o raciocínio pervertido de Erdogan, resumido num parágrafo. A tragédia de Paris foi golpe terrível. A França começou a discutir uma cooperação militar mais estreita, não dentro da OTAN, mas com a Rússia. O objetivo nunca confessado de Washington sempre foi pôr a OTAN dentro da Síria. Metendo a Turquia/OTAN atropeladamente dentro da Síria; atacando a Rússia e provocando resposta duríssima da Rússia, Erdogan tenta atrair a OTAN para dentro da Síria sob o pretexto (art. 5º) de defender a Turquia.
Por mais perigosamente Baía-dos-Porcos que pareça, nada tem a ver com 3ª Guerra Mundial – como propagandistas apocalípticos já se puseram a ladrar. Tudo gira em torno de saber se estado que apoia/financia/arma a nebulosa salafista-jihadista recebeu autorização para destruir os jatos russos que estão reduzindo a lixo seus preciosos caminhões-tanques transportadores de petróleo roubado.
Casado com a (Erdogan) máfia
O presidente Putin diagnosticou com precisão: “foi tiro pelas costas”. Porque tudo já indica que tenha sido uma emboscada: os jatos turcos estavam na verdade à espera dos SU-24s. Com câmeras da TV turca já distribuídas para

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

IMPÉRIO DO CAOS EM TOTAL PANDEMÔNIO

25 outubro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Pepe Escobar
22 outubro 2015, Sputnik News

A zona aérea de exclusão já existe na Síria. É controlada pela Rússia e Washington não tem como invadi-la ou interferir nela.

A OTAN está desesperada. O Pentágono está desesperado. Imaginem acordar um dia em Washington e Bruxelas, só para descobrir que a Rússia tem a capacidade técnica necessária para invadir e desarticular -- detectar, rastrear, desabilitar, destruir -- todo o equipamento eletrônico da OTAN numa área de 600 km sobre a Síria (e o sul da Turquia).

Imaginem o pesadelo de ter o radar russo Richag-AV invadindo e desarticulando camada após camada e o sonar invadindo e desarticulando todos os sistemas montados em helicópteros e navios, desarticulando tudo que haja por ali, rastreando e localizando toda e qualquer fonte existente de radiação eletromagnética. Não só na Síria, mas também na Ucrânia.

O tenente-general Ben Hodges, comandante das unidades do Exército dos EUA na Europa, foi forçado, mesmo, a descrever as capacidades russas para guerra eletrônica na Ucrânia como "descomunais" [orig. eye-watering]."

Por sua vez, colhida no fogo cruzados como patas chocas ou galinhas sem cabeça, aquele gigantesco porta-aviões ideológico conhecido como

domingo, 25 de outubro de 2015

DR. FANTÁSTICO ESTÁ NU

20 outubro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity


Pepe Escobar Пепе Эскобар

Todo o Sul Global já está informado sobre como a campanha russa na Síria esmagou rapidamente todos os elaborados planos do Excepcionalistão para um "Oriente Médio Expandido"

Esses planos recobrem tudo, desde a Doutrina Wolfowitz até o imperativo categórico do Dr. Zbig"Grande Tabuleiro de Xadrez" Brzezinski que mandava impedir que surgisse qualquer competidor estratégico na Eurásia.

Mas o subtexto é ainda mais intrigante. O Pentágono não anteviu coisa alguma, nada, do que viria. E o pessoal lá está aterrorizado ante as consequências inevitáveis.
O pânico era palpável na fala do Dr. Fantástico, digo, Dr. Strangelove, digo, general Breedlove, codinome Breed-amor/ódio, comandante da OTAN, o homem que, uma vez por semana, anuncia que a Rússia está invadindo a Ucrânia.

Por mais que todos saibam que se trata de analista proverbialmente fracassado em suas análisis geopolíticas – para ele, a Rússia existe para boicotar as operações de EUA
 plus 'coalizão' na região –Breedamor/ódio está, muito, muito intrigado ante os novos, jamais vistos, intrincados estratos da rede de defesa da Rússia.

Nas palavras dele: "Estamos um pouco preocupados com outra bolha
 A2/AD que venha a ser criada no Mediterrâneo Oriental."

Em pentagonês,
 A2/AD significa área de acesso impedido/negação de

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС, Rússia/PUTIN ESTÁ DERROTANDO MAIS QUE O ISIS NA SÍRIA

19 outubro2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

F. William Engdahl
New Eastern Outlook, 15.10.2015

Video: PUTIN EXPLICA COMO OS ESTADOS UNIDOS CRIARAM O ISIS Fonte: Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Há pouco mais de um ano, em julho de 2014, a Rússia e o presidente Vladimir Putin eram o foco das atenções na Europa e nos EUA, acusados - sem nem sombra de prova - de terem derrubado um avião civil da Malásia, desarmado, sobre o leste da Ucrânia. Os russos só pensariam em restaurar a União Soviética, no apoio que davam ao referendo proposto aos cidadãos da Crimeia para que escolhessem se reintegrar à Federação Russa, em vez de serem incorporados à Ucrânia. Washington e a União Europeia (UE) atacavam a Rússia com sanções. As pessoas falavam de nova Guerra Fria. Hoje o quadro mudou, e muito profundamente. É Washington quem está na defensiva, com o que os EUA têm feito na Síria e no Oriente Médio já exposto como ações criminosas, inclusive a geração da recente 'crise dos refugiados' na Alemanha e em grandes partes da UE.

Como estudioso de política e economia internacionais durante praticamente toda a minha vida adulta, devo dizer que me parecem notáveis a compostura e o controle emocional que Vladimir Putin e o governo russo têm manifestado, diante dos alucinados ataques ad hominem de gente como Hillary Clinton, que comparou Putin a Adolf Hitler.

Mas é preciso muito mais que compostura e autocontrole para arrancar o mundo da beira, ou como alguns poderiam dizer, já do início da 3ª Guerra Mundial. Aí, é preciso ação brilhante e direta. E então, aconteceu algo extraordinário, nos poucos dias depois do discurso do presidente Vladimir Putin na Assembleia Geral da ONU, dia 28 de setembro em New York.

O que Putin disse...
O que Putin disse na Assembleia Geral da ONU deve ser considerado, para pôr sob foco mais claro o que a Rússia fez nos dias imediatamente posteriores. Primeiro, Putin pôs perfeitamente às claras o que significa a lei internacional por trás da Carta da ONU, e que a Rússia

domingo, 18 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/DEEM BOM-DIA AOS MEUS MÍSSEIS CRUZADORES

14 outubro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Pepe Escobar
Asia Times, 12/10/2015

O Novo Grande Jogo na Eurásia avançou saltos e saltos semana passada, depois que a Rússia disparou 26 mísseis cruzadores, do Mar Cáspio, contra 11 alvos no ISIS/ISIL/Daesh por toda a Síria e destruiu todos. Esses ataques do mar foram a primeira vez, que se saiba, em que foram usados operacionalmente os mísseis cruzadores estado-da-arte SSN-30A Kalibr.

O Pentágono só pôde mesmo lançar olhar enviesado, sobre o ombro, acompanhando o voo dos mísseis Kalibr -- que acertam alvos localizados a 1.500km de distância. Aí está. Mensagem curta, clara, compacta de Moscou, dirigida ao Pentágono e à OTAN. Querem meter-se conosco, caras? Talvez, quem sabe, com aqueles porta-aviões enormes e pesadões?

Mais que isso, além de implantar o que é uma zona de exclusão aéreade facto sobre a Síria e o sul da Turquia, o cruzador Moskva, da Marinha Russa, que transporta 64 mísseis S-300 mar-ar, está agora ancorado em Latakia.

As proverbiais fontes anônimas nos EUA entraram em surto de hiperatividade, espalhando 'noticiário' segundo o qual os russos tiveram quatro mísseis que 'perderam o rumo' e caíram no Irã. O Alto Comando da Rússia riu delas: todos os mísseis atingiram o alvo, dentro do raio previsto de 2,40m em torno do ponto demarcado.

O Pentágono nem sabia que o Kalibr pode ser disparado de

domingo, 11 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/ENTRA PUTIN E É FIM-DE JOGO NA SÍRIA

10 outubro 2015, Oriente Midia http://www.orientemidia.org (Brasil)
Tradução Vila Vudu

8 outubro 2015



A Rússia não quer guerra contra a Turquia, então os generais russos conceberam um plano simples, mas efetivo, para desencorajar a Turquia a tomar qualquer atitude que possa levar a confronto entre os dois países. Semana passada, aviões russos entraram por duas vezes no espaço aéreo turco. Os dois incidentes causaram consternação em Ancara e puseram em fúria os líderes turcos. Nos dois casos, oficiais russos imediatamente se desculparam pelas incursões, declararam ambas não intencionais (“erros de navegação”) e prometeram tentar empenhadamente evitar futuras intrusões. Então, aconteceu um terceiro incidente, mais sério, que não foi erro: claramente, ali, os russos queriam enviar uma mensagem ao presidente Erdogan da Turquia. Adiante um breve resumo do que aconteceu, extraído de World Socialist Web Site:


“Oficiais turcos denunciaram um terceiro incidente na 2ª-feira, quando um jato de combate MIG-29 não identificado manteve seu radar por quatro minutos e meio sobre oito jatos turcos F-16 que patrulhavam o próprio lado da fronteira, aparentemente em procedimento para abrir fogo” (“
US, OTAN step up threats to Rússia over Síria“, World Socialist Web Site).

Que ninguém se engane. O único caso em que um piloto de combate adota esse protocolo é quando planeja derrubar avião inimigo. Foi recado, e por mais que tenha passado sem que os políticos e a mídia-empresa entendessem coisa alguma,

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

BRICS,БРИКС, Rússia/XEQUE-MATE

30 setembro 2015, Marcha Verde http://www.marchaverde.com.br (Brasil)

Pepe Escobar, SputnikNews

A mensagem do presidente russo Vladimir Putin à Assembleia Geral da ONU foi clara; ou estados soberanos unem-se numa coalizão ampla contra todas as formas de terror, e respeita-se a soberania dos estados como determina a Carta da ONU – ou será o caos.

Essa Assembleia Geral da ONU revelou que a perpétua novilíngua do governo Obama já virou faca sem fio. Assistir lado a lado os discursos de Putin e de Obama é experiência quase fisicamente dolorosa. Putin falou e agiu como estadista global sério que se dá ao respeito. Obama, como amador com medo de ser reprovado em teste para o cinema.

Os pontos-chaves para discussão do discurso de Putin foram todos perfeitamente acessíveis ao público do Sul Global – sua audiência principal, muito mais que o público do ocidente industrializado.

1) Exportar revoluções 'coloridas' – ou monocromáticas –, nunca mais.

2) A alternativa ao primado do Estado é

terça-feira, 29 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/AO VIVO, DE NEW YORK, "PUTIN O GRANDE"!

24/9/2015, Pátria Latinahttp://www.patrialatina.com.br (Brasil)


É o suspense geopolítico máximo da temporada: será que o presidente Barack Obama dos EUA finalmente decidirá conversar com o presidente Vladimir Putin da Rússia, ou nessa 6a-feira ou durante a Assembleia Geral da ONU, semana que vem em New York?

O dramático movimento dos russos na Síria, que virou o jogo – não só entrega de armas, mas a real possibilidade de real intervenção pela Força Aérea da Rússia – deixou todos zonzos na área da Avenida 
Beltway.

O ministro de Relações Exteriores da Síria Walled Muallem 
disse claramente ao jornal RT que o envolvimento direto dos russos na luta contra ISIS/ISIL/Daesh e os tais "moderados" (como os neoconservadores dos EUA os tratam) da Frente al-Nusra, codinome Al-Qaeda na Síria, é ainda mais importante que as armas fornecidas.

Washington, entrementes, permanece enredada num buraco negro geopolítico, para tudo que tenha a ver com a estratégia de Putin. A resposta do governo Obama está conectada como os dois lados de uma dobradura a como será recebido em todo o mundo o discurso de Putin na ONU, e a como se desenrolará a diplomacia frenética relacionada ao teatro de guerra na Síria.

É ingenuidade interpretar o avanço militar dos russos como mero show de força, convite aos norte-americanos para