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terça-feira, 22 de outubro de 2019

The Road to Damascus: How the Syria War was Won

October 18, 2019, Consortium News (USA) https://consortiumnews.com/2019/10/18/pepe-escobar-the-road-to-damascus-how-the-syria-war-was-won/

Special to Consortium News

Following the Damascus-Kurdish alliance, Syria may become the biggest defeat for the Central Intelligence Agency since Vietnam, says Pepe Escobar.

What is happening in Syria, following yet another Russia-brokered deal, is a massive geopolitical game-changer. I’ve tried to summarize it in a single paragraph this way: 
“It’s a quadruple win. The U.S. performs a face saving withdrawal, which Trump can sell as avoiding a conflict with NATO ally Turkey. Turkey has the guarantee – by the Russians – that the Syrian Army will be in control of the Turkish-Syrian border. Russia prevents a war escalation and keeps the Russia-Iran-Turkey peace process alive.  And Syria will eventually regain control of the entire northeast.”

Syria may be the biggest defeat for the CIA since Vietnam.

Yet that hardly begins to tell the whole story.

Allow me to briefly sketch in broad historical strokes how we got here.

It began with an intuition I felt last month at the tri-border point of Lebanon, Syria and Occupied Palestine; followed by a subsequent series of conversations in Beirut with first-class Lebanese, Syrian, Iranian, Russian, French and Italian analysts; all resting on

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

BRICS, Russia/The Russian Masterpiece in Syria: Everyone Wins



Federico PIERACCINI*

“Moscow and Damascus have always maintained they are against any form of partition or illegal foreign presence in Syria.”

Moscow has managed to maintain contacts with all parties in the conflict, even in spite of its stance against partition and illegal foreign presence. Trilateral talks between Iran, Turkey and Russia occurred in Astana at Moscow’s urging. Putin managed to bring together in Sochi the Syrian government and opposition groups to discuss the future of Syria. In Geneva, Moscow mediated between Damascus and the international community, shielding Syria from the diplomatic skulduggery of the US and other enemies of Syria.

Turkey, solely as a result of its defeat in Syria, now finds itself in active dialogue with Moscow and Tehran. As Ankara experiences worsening relations with Washington and other European capitals, Moscow saw a great opportunity to bring Turkey closer to Damascus.

Russia’s operation was complicated and required a lot of patience; but thanks to negotiations supervised by Russia, together with the bravery and courage of Syrian soldiers, almost all

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

BRICS, БРИКС/COMO A RÚSSIA ESTÁ DETONANDO O JOGO TURCO NA SÍRIA

4 dezembro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity


Porque a prioridade sempre foi deixar que a CIA comande – nas sombras – uma "linha de rato" – pela qual continue a fornecer armas a uma legião de "rebeldes moderados".

Assim como o Daesh – pelo menos até agora – 
a gangue Barzani no Curdistão Iraquiano nunca agia no turno em que Washington fazia a 'segurança'. A operação que o Governo Regional do Curdistão comanda na Turquia é virtualmente ilegal; de roubo do petróleo que pertence ao estado, no que tenha a ver com Bagdá.

O petróleo que o 'Estado Islâmico' rouba não pode passar por território controlado por Damasco. Não pode passar pelo Iraque dominado pelos xiitas. Não pode andar para o leste até o Irã. É a Turquia ou nada. A Turquia é o braço mais oriental da OTAN. EUA e OTAN 'apoiam' a Turquia. E assim se demonstra que EUA e OTAN, no fim das contas, apoiam o ISIS/ISIL/Daesh/Estado Islâmico.

O que é certo é que o petróleo ilegal roubado pelo Daesh

domingo, 11 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/ENTRA PUTIN E É FIM-DE JOGO NA SÍRIA

10 outubro 2015, Oriente Midia http://www.orientemidia.org (Brasil)
Tradução Vila Vudu

8 outubro 2015



A Rússia não quer guerra contra a Turquia, então os generais russos conceberam um plano simples, mas efetivo, para desencorajar a Turquia a tomar qualquer atitude que possa levar a confronto entre os dois países. Semana passada, aviões russos entraram por duas vezes no espaço aéreo turco. Os dois incidentes causaram consternação em Ancara e puseram em fúria os líderes turcos. Nos dois casos, oficiais russos imediatamente se desculparam pelas incursões, declararam ambas não intencionais (“erros de navegação”) e prometeram tentar empenhadamente evitar futuras intrusões. Então, aconteceu um terceiro incidente, mais sério, que não foi erro: claramente, ali, os russos queriam enviar uma mensagem ao presidente Erdogan da Turquia. Adiante um breve resumo do que aconteceu, extraído de World Socialist Web Site:


“Oficiais turcos denunciaram um terceiro incidente na 2ª-feira, quando um jato de combate MIG-29 não identificado manteve seu radar por quatro minutos e meio sobre oito jatos turcos F-16 que patrulhavam o próprio lado da fronteira, aparentemente em procedimento para abrir fogo” (“
US, OTAN step up threats to Rússia over Síria“, World Socialist Web Site).

Que ninguém se engane. O único caso em que um piloto de combate adota esse protocolo é quando planeja derrubar avião inimigo. Foi recado, e por mais que tenha passado sem que os políticos e a mídia-empresa entendessem coisa alguma,

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O MISTÉRIO DE KOBANE

15 novembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Em Kobane trava-se um combate desesperado entre os curdos sírios e o Estado Islâmico (ISIS). O que está em causa não é apenas a resistência contra esta força fundamentalista e fascista. É a defesa de uma experiência de gestão política dirigida fundamentalmente pelo PYD, o ramo sírio do PKK turco. E isso explica a traição da “comunidade internacional” a essa resistência.

As bravas mulheres de Kobane – onde os curdos sírios combatem desesperadamente contra o Estado Islâmico (ISIS) – estão prestes a ser traídas pela “comunidade internacional”. Estas guerreiras também combatem, além dos terroristas do califa Ibrahim, as traiçoeiras agendas dos EUA, Turquia e da administração do Curdistão iraquiano. O que é está de facto a acontecer em Kobane?

Comecemos por falar de Rojava. O verdadeiro significado de Rojava (as três províncias de maioria curda do norte da Síria) é transmitido neste editorial (em turco) publicado pelo activista encarcerado Kenan Kirkaya. Nele argumenta que há em Rojava, um “modelo revolucionário” que desafia nada menos do que “a hegemonia do sistema capitalista de estado-nação”, muito para além do