Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
sábado, 3 de setembro de 2016
Brasil/UNE afirma com todas as letras: O Brasil sofreu um golpe!
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Brasil/DILMA: “NÓS VOLTAREMOS”
sábado, 6 de agosto de 2016
Brasil/DE TEMPOS EM TEMPOS A PLUTOCRACIA TENTA UM GOLPE
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Brasil/PLEBISCITO PARA “BOTAR A CARA” NA DEMOCRACIA
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Brasil/GOVERNO TEMER É INVIÁVEL
8 junho 2016, Brasil 247 https://www.brasil247.com (Brasil)
Por Emir Sader
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Brasil/Guerrilheiras da AL:“Mulheres devem mostrar que estão com Dilma”
5 junho 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
As convidadas do seminário “A justa rebeldia das mulheres da América Latina e Caribe” repudiaram a tentativa de golpe para afastar definitivamente a presidenta Dilma Rousseff do cargo de presidenta da república do Brasil. 13 guerrrilheiras estiveram em Santo André (SP) para compartilhar a experiência da participação de cada uma delas na luta pela democracia em 16 países.
Brasil/AGORA NA JUSTIÇA, O LEVANTE DAS MULHERES
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Brasil/NOVE TESES SOBRE A CONTRA-REVOLUÇÃO NEOLIBERAL
2) Esta caracterização de uma contra-revolução neoliberal internacional, em sua terceira fase regressiva, é fundamental para entender o seu programa, a sua dinâmica, a sua
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Brasil/POR QUE O CONGRESSO BRASILEIRO É TÃO RUIM?
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Brasil/LUTAREI EM TODAS AS TRINCHEIRAS PARA DERROTAR ESSE GOLPE, diz Dilma em entrevista a blogueiros
quarta-feira, 30 de março de 2016
Abya Yala, Pátria Grande/América Latina se mobiliza em defesa da democracia brasileira
29 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil) Nesta quinta-feira (31) milhares de brasileiros sairão às ruas de todo país para defender a legalidade e a democracia. Diferente da mobilização realizada no último dia 18, desta vez, a luta contra golpe atravessará as fronteiras e mobilizará também os povos irmãos do continente.
No vídeo, militantes de diversos países, entre eles Argentina e Colômbia, destacam os avanços obtidos na última década depois de séculos de exploração. Neste novo processo democrático, progressista, trabalhadores, mulheres, camponeses, negros, jovens e indígenas passaram a ocupar espaços de
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Brasil/Contra golpe, Frente Brasil Popular conclamaato para dia 16
8 dezembro
2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Em reunião na noite desta segunda-feira (7) em São Paulo, entidades
integrantes da Frente Brasil Popular convocou todos os movimentos sociais a
se mobilizarem contra o golpe, em defesa da democracia. A
grande mobilização nacional está marcada para o dia 16 de dezembro
(quarta-feira). Em nota, a Frente explica os motivos de serem
contra contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Pois "não
paira nenhuma acusação ou suspeita de crime, desonestidade ou
ilegalidade".
Regiane Oliveira Contra golpe, Frente Brasil Popular
conclama ato para dia 16
NÃO VAI TER GOLPE!
Os setores golpistas da direita através de um grupo de parlamentares, liderados pelo deputado Eduardo Cunha, querem o impeachment da Presidenta da República.
A maioria do povo brasileiro, através das centrais sindicais, dos movimentos populares, dos estudantes, das organizações de juventude, mulheres, negros, LGBT, indígenas, das pastorais das igrejas, da intelectualidade democrática, bem como
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
O MISTÉRIO DE KOBANE
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
MULHERES EM ÁFRICA MANDAM CADA VEZ MAIS E MELHOR
Num estudo recentemente publicado por um observatório internacional sedeado em Genebra, em 36 parlamentos espalhados pelo mundo com uma representação feminina de 30 por cento, onze situam-se no continente africano.
Até finais de 2012, por comparação com o que se havia então passado nos últimos dez anos, o número de parlamentares femininas nos países a sul do Sahara cresceu 7 por cento, situando-se na ordem dos 22 por cento, o que colocou aquela região ao nível
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Preconceito na TV contra brasileiras provoca protesto em Portugal
15 novembro 2011/Vermelho http://www.vermelho.org.br
Um programa de animação exibido na estatal portuguesa Rádio e Televisão de Portugal (RTP2), em rede nacional, traz uma prostituta que fala com sotaque brasileiro entre os seus personagens principais. O "Café Central", transmitido todos os dias desde setembro, tem sido alvo de protestos em Portugal e fortalecido as teses de que o preconceito contra as mulheres brasileiras no país tem sido recorrente em virtude, sobretudo, do viés politico por parte da mídia.
Um grupo de entidades e brasileiras residentes em Portugal criou na internet um "Manifesto em repúdio ao preconceito contra as mulheres brasileiras em Portugal", em protesto contra "Café Central" e a estigmatização das brasileiras nos meios de comunicação de Portugal.
O programa, exibido no início da madrugada e retransmitido pelo serviço internacional do canal para vários países, narra a história de seis personagens que discutem os temas da atualidade (do próprio dia), às voltas de um balcão de um café. Em uma apresentação no mês passado, a RTP pôs como destaque do programa em sua página na internet uma conversa entre um dos personagens da atração, Silva, dono do "Café Central", e a prostituta Gina: "Ahh, Gina, Gina... sempre que te vejo a bambolear essas libidinosas, sonho que estou no meio do Estádio do Dragão [Futebol Clube do Porto], com os Super-Dragões [torcida organizada do clube] a entoarem cânticos de paixão enquanto eu e tu fintamos o destino e marcamos golos nas redes da malícia".
A situação ultrapassou o universo virtual: o grupo de repúdio já se manifestou publicamente nas ruas de Lisboa e tenta avançar com outro tipo de ações. Segundo Mariana Selister Gomes, criadora do grupo, a personagem Gina é mais um exemplo de estigmatização da mulher brasileira na comunicação social portuguesa. "Esse estigma é construído em torno de um imaginário de hipersexualidade das brasileiras e disponibilidade de seus corpos aos portugueses". Para Marina, esse estigma, por si só, já é uma violência simbólica e prejudica a vida das brasileiras, "pois se transforma em assédio sexual, assédio moral, chegando mesmo a casos graves de violência física e sexual".
Uma análise contundente do grupo é destinada à construção da personagem, retratada "como prostituta e maníaca sexual, alvo dos personagens masculinos". "Trata-se de um desrespeito às mulheres brasileiras, que pode ser considerado racismo, pois inferioriza, essencializa e estigmatiza essas mulheres por supostas características fenotípicas, comportamentais e culturais comuns."
"Situação faz parte da cultura europeia"
Não se trata de um fenômeno novo, critica Mariana, já que "fazem parte da história europeia genocídio indígena, escravidão africana, genocídio judeu, o que se altera é o alvo e, atualmente, são os imigrantes e, em Portugal, principalmente as brasileiras. Enquanto não houver um esforço coletivo, políticas de educação antirracista e de ações afirmativas, o quadro vai se repetir".
Residente em Lisboa, onde cursa seu doutorado, Mariana defende que as autoridades portuguesas respeitem a Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Mulheres, da qual tanto Portugal quanto o Brasil são signatários. Sem isso, argumenta Mariana, viola-se o Memorando de Entendimento entre Brasil e Portugal para a Promoção da Igualdade de Gênero. No documento, consta que esses países estão "resolvidos a conjugar esforços para avançar na implementação das medidas necessárias para a eliminação da discriminação contra a mulher em ambos os países".
Beatriz Padilla, professora do Centro do Investigações e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, estuda a comunidade brasileira em Portugal há anos e pondera que, reiteradas vezes, já alertou sobre a existência de uma grande discriminação não só contra os brasileiros, mas contra os diferentes em geral. "Com elas [as brasileiras] a situação é insustentável, já que o estereótipo que existe é reforçado pelos meios de comunicação. Nunca faltam bundas de brasileiras em revistas, capas de livros etc. A maior parte das pessoas, incluso os acadêmicos - e até certo ponto os próprios brasileiros - justificam e culpabilizam a mulher brasileira."
Para Beatriz, o estereótipo existe e tem gerado experiências demasiadamente negativas. "O dia a dia de ser brasileira em Portugal é um peso, sempre há desconfiança de todos pela seriedade e integridade dela." A pesquisadora da Universidade de Coimbra Isabel Ferin tem uma visão diferente sobre a influência tão direta da mídia na discriminação, porém concorda que o programa da RTP2 é todo construído sobre estereótipos. Ressalva apenas que o fato de colar a prostituição a uma mulher brasileira só reforça um preconceito pré-existente. "Como se trata de uma estrangeira, acaba por funcionar também como estigma."
A inclusão de Gina é extemporânea, observa Isabel. "Neste momento, a autoestima portuguesa está tão baixa, que o fato de ainda ter brasileiros que querem trabalhar e ficar em Portugal anima a população. Não vejo sinais na mídia de discriminação. Não percebo, por isso, como surgiu essa personagem, que me parece fora de prazo."
Para o presidente da Casa do Brasil em Lisboa, Carlos Henrique Vianna, é preciso protestar contra esse tipo de situação. Não por acaso, a casa assinou o manifesto. "É inegável que há muitas trabalhadoras do sexo brasileiras em Portugal e na Europa, com consequências na imagem da imigrante em geral. Para nós, o importante é dignificar permanentemente a imagem dos imigrantes combatendo o preconceito."
O grupo que criou o manifesto na internet estava, na altura do fechamento desta edição, com mais de 1.100 assinaturas e contava com o apoio de mais de 20 organizações sociais tanto portuguesas quanto brasileiras, além do suporte de sete conselheiros do Conselho de Representantes dos Brasileiros no Exterior. "Estamos fazendo a entrega do manifesto para autoridades de Portugal e do Brasil, como uma denúncia coletiva. O próximo passo é cobrar das autoridades que tomem atitudes contra o preconceito", disse Mariana. (Fonte: Valor Econômico)
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Angola/Defendida aposta na educação dos jovens para erradicar a pobreza em África
Luanda, 27 julho 2011 (AngolaPress) – A secretária-geral da Organização Interafricana do Café, Josefa Sacko, reiterou hoje, em Luanda, a necessidade dos governos africanos apostarem na educação dos jovens de modo a propiciar-se o desenvolvimento dos seus países e, como consequência, erradicar-se a pobreza.
Josefa Sacko fez esta alocução quando dissertava o tema “ O reforço da capacidade da juventude africana para a redução da pobreza”, no âmbito da Jornada da Mulher Africana, iniciada no dia 15 deste mês e com termo prevista para o dia 31 do corrente.
Para Josefa Sacko, a educação deve ser uma prioridade, porque uma juventude formada sabe, por exemplo, que medidas a tomar para erradicar a pobreza, bem como para evitar a progressão do Vih/Sida e de questões relativas à saúde materno-infantil.
“Uma juventude que não tem conhecimento não poderá seguir os programas sobre a maternidade infantil, por exemplo. Por isso, a formação é a base do progresso, pois uma pessoa sem conhecimento não sabe o que está a acontecer e não aproveita as oportunidades que lhe são dadas”, asseverou.
O continente africano, recordou, é rico em recursos naturais e esses têm de ser explorados, para tal, precisa-se de juventude capaz em aproveitar da melhor forma estes bens.
“A agenda da juventude está na ordem do dia ao nível da União Africana, pois o ano passado houve um fórum, onde se abordou a questão da fome em África. Falou-se da questão de se estancar a fome no continente, pois não há razão para que a população africana continue a sofrer. Temos que erradicar a fome e dar oportunidade a todo ser humano para ter as três refeições condignas”, salientou.
A Jornada da Mulher Africana está a ser promovida no país pelo Ministério da Família e Promoção da Mulher, Organização da Mulher Angolana (OMA) e a vice-presidência da Organização Panafricana das Mulheres para a África Austral.





