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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Mercosul, Brasil/WhatsApp confirma o envio massivo ilegal de mensagens nas eleições brasileiras de 2018


por Redação

O WhatsApp admitiu pela primeira vez que a eleição brasileira de 2018 teve uso de envios massivos de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas.

“Na eleição brasileira do ano passado houve a atuação de empresas fornecedoras de envios massivos de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas”, afirmou Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, em palestra no Festival Gabo.

Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, a Folha revelou a contratação durante a campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios massivos de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Brasil/POR QUE O CONGRESSO BRASILEIRO É TÃO RUIM?



20 maio 2016, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

porEmir Sader, para Revista do Brasil publicado

Não se poderá avançar sem desarticular a maioria de direita existente hoje e sem eleger uma maioria parlamentar progressista

Os Congressos brasileiros nunca tiveram boa fama com o povo. A própria mídia, responsável pela eleição de Congressos ruins, se encarrega de desmoralizá-los, assim como a politica, o Estado e os governos. Quanto mais fracos, mais força terá o mercado e a própria mídia, como tutores dos governos.

As estruturas politicas tradicionais no Brasil sempre se apoiaram nos parlamentares eleitos nos seus estados por meio de ações despolitizadas, de distribuição de benesses, de formação de associações fajutas, de cooptação de lideranças locais, de organização de redes de apoio baseadas nas vantagens materiais. Suas lideranças são locais, a partir das quais se elegem para os parlamentos estaduais ou nacionais, onde se perpetuam, em partidos sem identidade ou naqueles que vivem de negociar seu apoio aos governos, de que o PMDB é o exemplo clássico.

Uma análise da composição do Congresso demonstra que eles são exatamente o oposto do que deveriam ser: enquanto o Executivo é eleito pelo ­voto majoritário, quem

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Número de empresas em Cabo Verde atingiu 9736 em 2012



11 outubro 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

O número de empresas em Cabo Verde aumentou 11% entre 2007 e 2012 de 8714 para 9736, de acordo com os dados preliminares do 4º recenseamento empresarial quinta-feira divulgados na Praia pelo Instituto Nacional de Estatística.

O presidente do Instituto Nacional de Estatística, António Duarte, adiantou que a maior parte das empresas fica localizada

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

China/Macau: PME querem mais apoio do Governo para entrar nos países de língua portuguesa

Macau, China, 19 agosto 2009 (China) - A Associação de Pequenas e Médias Empresas de Macau (PME) propôs ao Governo a criação de um fundo com cerca de 44 milhões de euros, 50 por cento patrocinados pelo executivo, para apoiar investimentos nos países lusófonos.

De acordo com o presidente da Associação de Pequenos e Médios Empresários, Stanley Au, “o fundo poderia contar numa primeira fase com 500 milhões de patacas (44 milhões de euros)", em que o Governo contribuiria com 50 por cento do montante e os empresários com o restante.

“Se os negócios forem bem sucedidos, os investidores poderão cobrir o investimento do Governo, que poderá depois utilizar o dinheiro para outros fins de acordo com os lucros auferidos”, acrescentou Stanley Au que disputou o cargo de chefe do Executivo com Edmund Ho na primeira eleição após a transferência da administração de Macau de Portugal para a China.

Este fundo serviria, segundo o empresário, para aliviar as despesas de deslocação dos empresários de Macau aos países de língua portuguesa.

“Alguns dos países de língua portuguesa distam 20 horas de Macau. As viagens são muito caras, por isso sugerimos que o Governo dê incentivos aos empresários locais para iniciarem os negócios nesses países, pelo menos numa fase inicial”, justificou Stanley Au.

Outro tipo de ajuda requisitada pela Associação das Pequenas e Médias Empresas de Macau é o acompanhamento de tradutores de português nos contactos entre os investidores locais e os dos países lusófonos, sem o qual Stanley Au sublinha que “não se pode fazer nada”.

Também as embaixadas da China nos países lusófonos deveriam facultar protecção diplomática aos investidores de Macau caso sejam confrontados com algum problema, defende Stanley Au ao salientar que “o funcionamento da Justiça não é muito eficiente em alguns daqueles países”.

As propostas já foram entregues ao executivo, a Pequim e ao futuro chefe do Executivo, Chui Sai On, mas até ao momento a associação não obteve resposta.

A serem concretizadas, estas propostas poderão motivar um número considerável de investimentos dos empresários de Macau nos países de língua portuguesa, sublinhou.

"Se houver um bom plano, uma boa promoção, haverá muita gente interessada em investir nos países de língua portuguesa”, considerou Stanley Au, adiantando que a exportação de bens de consumo e o turismo são áreas privilegiadas de investimento na lusofonia.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Brasil vai dar formação agrícola a empresários e estudantes de Moçambique

Fortaleza, Brasil, 12 agosto 2009 - A Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza, no Ceará, inicia em Outubro a formação de técnicos do Instituto Superior Politécnico de Gaza e do Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas de Moçambique (Ipeme), revelou fonte institucional.

“Essa formação faz parte do acordo de cooperação, voltado para a produção e processamento de frutos e hortaliças”, disse à agência noticiosa portuguesa Lusa Vítor Hugo de Oliveira, director executivo da Embrapa, estatal brasileira da área de pesquisas.

A directora-geral do Ipeme, Odete Tsamba, afirmou que a transferência de tecnologia da Embrapa "é vital" para a fase de formação e instalação de unidades piloto de processamento de frutos, hortícolas e milho em Chokwe (Gaza) e Boane (Maputo), respectivamente.

“Esse é um projecto para dois anos”, afirmou, ao sinalizar que a meta é formar 30 pessoas, entre pequenos empreendedores e empresários da comunidade e estudantes finalistas do Instituto Superior Politécnico.

No Ceará, Odete Tsamba conheceu o campo experimental de frutos da Embrapa e minifábricas de processamento de castanha de caju e pedúnculo, em Pacajus, a 60 quilómetros de Fortaleza, juntamente com responsáveis do Instituto Politécnico e da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido), parceiros nos projectos.

Em Junho passado, Odete Tsamba esteve no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e pequenas Empresa (Sebrae), em Brasília, onde assinou um memorando "para formação institucional do Ipeme", entidade pública que nasceu em Dezembro do ano passado.

Até meados de 2010 deverá funcionar em Maputo o primeiro Centro de Atendimento Empresarial, "com apoio do Sebrae" para apoiar empreendedores, ideia que avançará também noutros locais do país.

Moçambique concentra cerca de 29 mil micro e pequenas empresas que representam 87,5 por cento do total, segundo um estudo realizado no país, a maioria no sector de serviços e agricultura.

A Embrapa já tem tradição em acordos com países de língua portuguesa, como Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe e Guiné Bissau, dirigidos para a cultura do caju, informou. (macauhub)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Moçambique/Instituto vai apoiar PME's

8 de Outubro de 2008, Notícias


Um Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (PME's) acaba de ser formalmente criado pelo Governo, para operacionalizar e dotar de competitividade a indústria nacional. Segundo decisão tomada ontem pelo Conselho de Ministros, a nova instituição será tutelada pelo Ministro da Indústria e Comércio.

O porta-voz do Governo, Luís Covane, falando no habitual "briefing" com a Imprensa após sessão do Conselho de Ministros, disse que o instituto deverá, entre outras atribuições, mobilizar fundos para apoiar as empresas nacionais de pequena e média dimensão.

Entretanto, o Ministro da Indústria e Comércio, António Fernando, contactado pelo "Notícias", apontou que a mobilização de recursos, sobretudo financeiros, para este grupo de empresas, deve-se ao facto de muitas vezes elas depararem com dificuldades no acesso ao crédito. Com efeito, há a possibilidade de criação de uma linha de crédito, que poderá ser negociada com bancos para a sua operacionalização.

"Tencionamos apoiar as PME's de várias maneiras. Por via do instituto, haverá a possibilidade de assisti-las na preparação dos seus projectos de investimento e formação e treinamento dos seus gestores, para além da promoção de pequenas unidades de agro-processamento nas zonas rurais", explicou o governante.

A par da criação da nova instituição, foi extinto o Instituto Nacional de Desenvolvimento Local, criado pelo Decreto 6/88, de 18 de Abril.

Ainda na sessão de ontem, o Governo abordou o conflito Homem/fauna bravia no período entre Junho e Setembro deste ano. Neste período, 31 pessoas perderam a vida e 86,5 hectares de culturas diversas foram destruídos em diversas partes do país em consequência da acção de animais bravios, que disputam com os humanos os recursos para a sobrevivência. Elefantes, no norte do país, e crocodilos, sobretudo ao longo do vale do rio Zambeze, constituem o principal motivo de preocupação para a população.

Entre outras medidas para enfrentar este mal, o Executivo está a trabalhar na capacitação de caçadores comunitários para lidarem com animais bravios. Ao mesmo tempo, outras acções estão a ser tomadas para a redução da população de crocodilos ao longo do Zambeze.

Entretanto, o Gabinete de Apoio à Reconstrução (GAR), criado pelo Executivo após as explosões de Março de 2007 no paiol de Mahlazine, em Maputo, cumpriu em 100 por cento a reconstrução das 243 casas totalmente destruías na sequência daquele acidente na cidade e província do Maputo, segundo informe apreciado no Conselho de Ministros. Aquele organismo está agora centrado na reabilitação das casas destruídas parcialmente, situando-se até ao momento o nível de cumprimento em 90 por cento das cerca de 12 mil.

Ao mesmo tempo que se activou o GAR, o Governo tomou medidas no tocante à segurança nos recintos e à volta dos paióis nacionais. Neste sentido, segundo o porta-voz do Executivo, cerca de 70 toneladas de material bélico obsoleto foram destruídas.