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sábado, 12 de dezembro de 2015

BRICS, БРИКС/Presidente Vladimir Putin: DISCURSO À ASSEMBLEIA DA FEDERAÇÃO RUSSA

12 dezembro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Você não leu sobre isso na mídia-empresa ocidental. Mas, sim, o presidente Vladimir Putin da Rússia demarcou nova rota econômica para seu país, com ênfase na tecnologia e na agricultura. 

Dia 3/12/2015, o presidente Putin fez seu Discurso Anual sobre o Estado da Federação Russa, em sessão conjunta das duas casas do Parlamento russo.
8/12/2015, Alexander Mercouris, Rússia Insider

E, como agora já virou rotina com tudo que Putin diz, a mídia-empresa ocidental não noticiou. Mais ainda nesse caso, porque o discurso foi focado em questões domésticas. Embora qualquer cócega na opinião pública norte-americana sobre qualquer tema vire imediatamente 'notícia' global, o que a Rússia pensa dela mesma nesse momento crucial é como se não tivesse qualquer importância 'jornalística'.

Esse é erro grave da mídia-empresa ocidental. Como logo todos verão claramente, o Discurso de Putin sobre o Estado da Federação Russa ao final de 2015 delineia rota clara e ambiciosa para o futuro da Rússia. Se seus objetivos forem alcançados não há dúvida de que o movimento terá vasto impacto sobre a situação internacional.

Sobre política externa, Putin focou exclusivamente a campanha na Síria.

Houve comentários sobre a total ausência no discurso de qualquer referência à Ucrânia. Alguns parecem ver essa ausência como sinal de que a Rússia já não teria qualquer interesse

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Brasil/Em Carta à Nação, OAB, CNI, CNA e CNT defendem governabilidade

19 agosto 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Quatro importantes entidades brasileiras – a (Ordem dos Advogados do Brasil OAB) e as Confederações Nacionais da Indústria (CNI), do Transporte (CNT) e da Saúde (CNS) – lançaram nesta quarta-feira (19) um documento intitulado “Carta à Nação”, em defesa da governabilidade e pela superação da “crise ética, política e econômica”.

O documento defende o fortalecimento do diálogo como enfrentamento da atual crise. “Independentemente de posições partidárias, a nação não pode parar nem ter sua população e seu setor produtivo penalizados por disputas ou por dificuldades de condução de um processo político que recoloque o país no caminho do crescimento”, diz o documento.

De acordo com o texto, mudanças são necessárias, mas devem acontecer “respeitando-se a Constituição”.

A carta ressalta ainda o apoio ao aos órgãos de combate à corrupção, mas reafirma a necessidade de maior segurança jurídica para melhorar o ambiente de negócios.

"Esperamos a sensibilidade dos políticos eleitos para a implementação de uma agenda que abra caminhos para a superação das crises e para a recuperação da confiança dos brasileiros", afirmam.

Em coletiva de imprensa após a divulgação do manifesto, o presidente da OAB, Marcus Vinicius Coêlho, enfatizou: “Isso é um consenso desse fórum, que qualquer saída político-institucional

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Angola/Brasil assina acordos

2 abril 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Kumuênho da Rosa e João Dias

A parceria estratégica entre Angola e o Brasil "vai bem e recomenda-se", disse ontem o ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, à saída da audiência do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, ao ministro brasileiro Mauro Luiz Vieira, no Palácio Presidencial da Cidade Alta.

Georges Chikoti destacou os novos acordos de cooperação assinados ontem, em Luanda, e valorizou o facto de Angola ter sido a primeira escolha do chefe da diplomacia brasileira  na sua primeira deslocação fora do continente sul-americano.
 
“Essa visita permitiu-nos avaliar o quadro da nossa cooperação que é bastante bom, e os acordos assinados vão permitir maior promoção dos investidores públicos e privados, em áreas como agricultura, energia e serviços”, realçou Georges Chikoti.

O ministro Mauro Luiz Vieira foi portador de uma mensagem da Presidente brasileira para o seu homólogo angolano. “Foi uma mensagem muito próxima do Governo brasileiro, e

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Moçambique entre as 3 economias africanas com maior expansão até 2019

2 dezembro 2014, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

Moçambique é um dos três países que se destacam pelo seu crescimento em África, continente que vai tornar-se cada vez mais importante em termos económicos nos próximos anos, de acordo com a empresa de consultoria Deloitte.

O PIB de África, afirma um relatório agora divulgado sobre as perspectivas económicas para o continente, deverá expandir-se 50% até 2019, para 3,7 biliões de dólares, impulsionado pelo

sábado, 10 de maio de 2014

Angola e China em sintonia

10 maio 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Kumuênho da Rosa e Bernardino Manje 


Os governos de Angola e China deram ontem um passo importante no aprofundamento da cooperação bilateral, ao assinarem seis acordos de parceria em vários domínios que vão impulsionar as relações político-diplomáticas, técnico-económica e comercial.

A assinatura dos instrumentos jurídicos, com realce para o acordo de isenção de vistos de entrada em passaportes diplomáticos e de serviço e o de cooperação económica e técnica, aconteceu no Palácio da Cidade Alta, após conversações oficiais entre delegações governamentais, no âmbito da visita oficial do Primeiro-Ministro do Conselho de Estado da China, Li Keqiang.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Moçambique/OTM-CS e AIMO projectam criar fundo de Educação Profissional

11 março 2014, Portal do Governo http://www.portaldogoverno.gov.mz (Moçambique)

Maputo (AIM) -- A Organização dos Trabalhadores de Moçambique-Central Sindical (OTM-CS) e a Associação Industrial de Moçambique (AIMO) lançaram hoje, na província meridional de Maputo, um projecto de pesquisa para a criação do Fundo Nacional de Educação Profissional (FNEP).

Trata-se de um modelo de financiamento da educação, formação técnico-profissional e vocacional que poderá substituir o actual, que coloca o Estado como único responsável no processo de formação.

“A ideia do fundo é que as empresas, por serem uns dos principais beneficiários da formação das pessoas, têm obrigação de comparticipar em todo o processo.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Angola/Censo da indústria vai melhorar políticas de fomento industrial



16 outubro 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

O Censo da Indústria de Angola (CIANG) constitui peça fundamental para melhorar o desenho das políticas de fomento industrial e monitorizar os resultados das mesmas, afirmou hoje, em Luanda, o ministro da Economia, Abrahão Gourgel.

Ao falar na cerimónia  de  lançamento  do 1º Censo da Indústria de  Angola,  o ministro referiu, em função das dificuldades em  obter dados reais, ser necessário investir na recolha e sistematização de informação da indústria, de modo a permitir a construção de indicadores industriais mais rigorosos e actualizados.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Angola realiza feira internacional de indústria de defesa e segurança



19 agosto 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A primeira Feira Internacional de Indústrias de Defesa e Segurança (FIDES) de Angola terá lugar em Novembro próximo para “identificar oportunidades para o estabelecimento de parcerias público-privadas”, informou o ministro da Defesa angolano.

O ministro Cândido Van-Dúnem acrescentou que a primeira edição da FIDES servirá ainda para “estimular o investimento na indústria de defesa e segurança”,

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Angola/Micros, pequenas e médias empresas dispensam alvará para exercer actividade comercial



2 agosto 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)
  
Luanda  - As micros, pequenas e médias empresas não necessitam de alvará comercial, numa primeira fase, para exercerem a sua actividade comercial, disse hoje o presidente da Associação dos Industriais de Angola (AIA), José Severino.

“No formato actual, podia se autorizar

terça-feira, 28 de maio de 2013

Moçambique/Complexo agro-industrial sino-moçambicano começou a ser construído em Gaza



27 maio 2013, 27 maio 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

O complexo agro-industrial que está a ser construído no distrito de Chokué, província de Gaza, disporá de capacidade para processar anualmente 20 mil toneladas de arroz, de acordo com o matutino Notícias, de Maputo.

O empreendimento, cuja primeira pedra foi lançada na passada sexta-feira, com um custo estimado em 60 milhões de dólares

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Investimento da China no Brasil pode atingir 40 mil milhões de dólares em 2014

São Paulo, Brasil, 7 outubro 2010 - Os investimentos da China no Brasil durante o corrente ano podem atingir 25 mil milhões de dólares, o que colocaria aquele país como o maior investidor no Brasil, de acordo com dados da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCBIC).

Por seu turno, um estudo da empresa de consultoria Deloitte prevê que os investimentos da China no Brasil podem ultrapassar 40 mil milhões de dólares por ano até 2014.

Até o negócio entre a Repsol e a Sinopec ser anunciado, os projectos chineses no Brasil somavam cerca de 20 mil milhões de dólares, incluindo um empréstimo de 10 mil milhões de dólares à Petrobrás que começou a ser desembolsado no final de 2009.

A China já investiu no Brasil até Agosto cerca de 11 mil milhões de dólares.

Entre os investimentos mais recentes feitos pela China estão o da Sinochem - 3 mil milhões de dólares - por 40 por cento do campo de petróleo Peregrino que pertenciam à norueguesa Statoil.

Também a Wuhan Iron & Steel prevê investir 3,29 mil milhões de dólares para montar uma siderurgia no porto de Açu, no Estado do Rio de Janeiro. (macauhub)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Serviços, indústria e agricultura sustentam retoma da economia de Angola em 2010 e 2011

Luanda, Angola, 22 fevereiro 2010 – A economia angolana vai voltar a crescer em 2010 e 2011, depois de ter estagnado no ano passado, e o maior contributo para o crescimento virá dos sectores de Serviços, Indústria e Agricultura, de acordo com a Universidade Católica de Angola.

No Relatório Económico de Angola, recentemente divulgado, o centro de estudos daquela universidade traça um cenário optimista para os próximos anos, tal como têm vindo a fazer outros grupos de análise económicos: prevê um crescimento de 7,1 por cento este ano e de 8,5 por cento no próximo.

O crescimento do PIB petrolífero será, em 2010, de 6,7 por cento, enquanto o do não-petrolífero ascenderá a 9,5 por cento.

Em 2011, esta tendência de redução do peso do petróleo na economia deverá acentuar-se, com o PIB petrolífero a crescer 3,1 por cento e o não-petrolífero 11,2 por cento, de acordo com as projecções da universidade angolana.

Para o centro de estudos, nos próximos dois anos os sectores com maior dinamismo na economia angolana serão o comércio, turismo, indústria transformadora, transportes e agro-indústria.

Este impulso resulta dos investimentos públicos e da tendência de diversificação económica, promovida pelas autoridades angolanas para reduzir a dependência em relação ao petróleo, patente na quebra de receitas fiscais e das reservas externas causada pelo forte recuo dos preços das ramas entre final de 2008 e primeiro trimestre de 2009.

Segundo as últimas previsões do Banco Mundial, a economia de Angola deverá crescer 6,5 por cento em 2010 e 8,0 por cento em 2011, depois de em 2009 ter recuado 0,9 por cento.

No ano passado, "a economia de Angola teve um desempenho fraco, com as exportações de petróleo a caírem abaixo dos 1,8 milhões de barris por dia, a queda das receitas petrolíferas a levarem o governo a fazer cortes nas despesas de investimento e o consumo privado a contrair-se", refere o Banco Mundial no seu relatório de Janeiro.

Também os economistas do banco português BPI reviram em alta as previsões de crescimento económico angolano, reflectindo a melhoria das condições externas e também o acesso por Luanda a novas linhas de financiamento, como a do Fundo Monetário Internacional (900 milhões de dólares).

“O movimento de recuperação da economia visível no segundo semestre, conduzido por uma melhoria da receita (preço e quantidade) das exportações petrolíferas, permitiu estancar a queda das reservas internacionais”, refere o último relatório do BPI.

Quanto à inflação, a Universidade Católica prevê que fique entre 10 por cento e 12 por cento este ano, recuando para entre 9,7 por cento e 11,4 por cento em 2011.

O Produto Interno Bruto de Angola cresceu, nos últimos 19 anos, a uma taxa média anual de nove por cento, segundo dados do governo. (macauhub)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Empresas brasileiras podem aproveitar boas oportunidades na CPLP

Fortaleza, Brasil, 29 setembro 2009 - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Miguel Jorge apelou em Fortaleza, durante o V Encontro Empresarial Negócios na Língua Portuguesa, a um maior interesse das empresas brasileiras pelos mercados lusófonos.

"As empresas brasileiras podem aproveitar boas oportunidades para ampliar seus investimentos directos em países da comunidade de língua portuguesa", disse o ministro Miguel Jorge.

O governante brasileiro lembrou que dentro de 45 dias o Brasil fará a sua terceira missão comercial deste ano a África. Desta vez serão visitadas África do Sul, Angola e Moçambique.

"O Brasil precisa comprar, na medida do possível, mais produtos industrializados dos integrantes da comunidade", assinalou Miguel Jorge durante o V Encontro Empresarial Negócios na Língua Portuguesa, que começou segunda-feira em Fortaleza.

"Além de vender bens industrializados e produtos nos quais somos muito competitivos em preço e qualidade, como alimentos, podemos oferecer muita cooperação económica e tecnológica", disse Miguel Jorge.

O agronegócio e a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - foram apontados pelo ministro como outra possibilidade de cooperação económica.

"A Embrapa já está presente em Angola e Moçambique como importante instrumento de cooperação, mas sua actuação pode e deve ser expandida para outros países da comunidade", referiu.

O ministro do Desenvolvimento do Brasil revelou ainda que entre Janeiro e Agosto do corrente ano cerca de 2.655 empresas brasileiras fizeram vendas de produtos para os países de língua portuguesa.(macauhub)

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Angola é o maior parceiro da China em África

Luanda, Angola, 28 setembro 2009 - Angola é o maior parceiro comercial da China em África e o segundo ao nível mundial com trocas comerciais avaliadas entre 25 mil milhões e 31 milhões de dólares durante o ano de 2008, disse, em Luanda, à Angop o embaixador extraordinário e plenipotenciário da China em Angola, Zhang Bolun.

De acordo com o diplomata chinês, apesar da crise financeira internacional as trocas comerciais entre os dois países registaram um significativo aumento nos últimos anos.

No conjunto dos produtos transaccionados entre os dois países, o petróleo angolano aparece com maior força nas somas comerciais, representando cerca de 16 por cento da totalidade das importações da China, revelou Zhang Bolun.

Relativamente ao investimento privado, o diplomata informou que o número de empresários chineses deverá aumentar no próximo ano em domínios como agricultura, indústria alimentar, madeireira e tecnologia de informação.(macauhub)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Construção do porto de Dobela em Moçambique importante para exportar carvão do Botswana

Maputo, Moçambique, 21 setembro 2009 - O presidente do conselho de administração da empresa Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) considerou ser importante avançar com a construção do porto de Dobela, na província do Maputo de modo a criar condições de para que o Botswana exporte a sua produção de carvão mineral estimado em 40 milhões de toneladas por ano.

Rui Fonseca disse que mesmo expandindo o porto do Maputo para a sua capacidade máxima de 25 milhões de toneladas não haveria possibilidade de dar resposta às necessidades de manuseamento dos volumes previstos nem de navios de grande porte.

Na opinião do gestor "trata-se de uma excelente oportuniadde de aumentar os negócios da CFM".

O projecto do porto oceânico de Dobela, localizado a 70 quilómetros do Maputo, foi decidido pelo governo moçambicano em 1999 na perspectiva de se tornar o grande porto da região da África Austral e numa zona económica especial.

O projecto do porto de Dobela, avaliado em 515 milhões de dólares pretende ainda servir o sector da indústria petroquímica que pretende instalar-se longo da costa moçambicana.

O CFM possui 40 por cento da empresa cabendo os restantes 60 por cento ao Porto Dobela Developments com capitais estrangeiros. (macauhub)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Brasil vai começar 2010 em situação de otimismo e de crescimento, diz Lula

14 setembro 2009/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Paula Laboissière, repórter

Brasília - Ao comentar os mais recentes números da economia brasileira – que cresceu 1,9% no segundo trimestre do ano em relação aos três meses anteriores – o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (14) que o país vai começar 2010 em situação de muito otimismo e de crescimento. No programa semanal Café com o Presidente, ele disse ainda que tudo o que o Brasil precisa é voltar à normalidade econômica.

Lula ressaltou o cumprimento da promessa do governo de que o Brasil seria o último país a enfrentar a crise financeira internacional e o primeiro a sair dela. “Isso [números da economia brasileira] apenas confirma o que a gente dizia”, afirmou. Para o presidente, o Brasil estava preparado para enfrentar a situação por apresentar uma economia “sólida”, com reservas de mercado e com um mercado interno em potencial.

“Quando veio a crise e nós tomamos as medidas anticíclicas que tomamos, incentivando a indústria a produzir e facilitando a vida do consumidor, voltamos a bater recorde de produção e de venda de produtos. Acredito que os números do terceiro trimestre serão muito importantes e vão demonstrar um crescimento muito melhor na economia brasileira até o final do ano”, destacou.

Moçambique/Zona do Comércio Livre: Transacções com a região cresceram três por cento

O fluxo de mercadorias entre Moçambique e os restantes países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) registou um crescimento de três por cento, como resultado do processo de implementação da Zona do Comércio Livre, cujo lançamento oficial ocorreu em Setembro de 2008. Fonte do Ministério da Indústria e Comércio destacou que este é um dos ganhos palpáveis do processo de facilitação do comércio actualmente em curso e que culminará com o desarmamento completo dos direitos aduaneiros na região.

14 setembro 2009/Notícias

Cerina Banu, directora das Relações Internacionais no Ministério da Indústria e Comércio, indicou que a maior parte do comércio que é realizado entre os países da SADC, incluindo Moçambique, é marcadamente informal, o que torna as estatísticas menos fiáveis.

“Nós sabemos que o sector informal faz muito comércio na região, mas a informação sobre os negócios realizados ainda não é contabilizada devidamente”,-afirmou.

Disse esperar que o trabalho agora em curso visando o registo de mercadorias (certificado de origem) como condição para a isenção de direitos aduaneiros possa contribuir para o melhoramento das estatísticas.

Cerina Banu referiu ainda que os ganhos sobre a implementação da Zona do Comércio Livre na região não só se fazem sentir no sector comercial, mas também a nível do investimento em áreas que, de forma indirecta, tocam o comércio, nomeadamente segurança alimentar, saúde, seguros e outros.

Esses investimentos, de acordo com a nossa fonte, são oriundos quer da África do Sul, quer do Botswana e Namíbia. “A título de exemplo, nós temos uma empresa da Namíbia na área dos seguros em Moçambique. Então, os ganhos no âmbito desta zona de comércio livre são transversais” – observou.

A directora das Relações Internacionais no MIC também se referiu ao impacto da Zona de Comércio Livre a nível dos preços dos produtos praticados no mercado doméstico. É que é entendimento de muitos sectores que o desarmamento pautal no quadro do mercado livre deveria fazer baixar os preços da comercialização dos produtos no consumidor final.

Cerina Banu reconhece que tal desarmamento pode não se fazer sentir directamente agora, porque muitos dos comerciantes informais continuam a adquirir os seus produtos em distribuidores sem licença para exportação, o que não os habilita à obtenção do certificado de origem necessário para a isenção de direitos.

Outro aspecto a ter em atenção, segundo Cerina Banu, é que este desarmamento pautal entrou em vigor numa altura em que o mundo se confrontava com a subida dos preços de petróleo no mercado internacional, o que, por sua vez, tinha implicações nas transacções comerciais.

A fonte sublinhou que no seu entender, caso não houvesse desarmamento pautal, muitos dos produtos comercializados no país poderiam ter subido vertiginosamente de preço, mas tal foi almofadado pelas facilidades da Zona de Comércio Livre.

Mesmo assim, a fonte indicou que o seu ministério está envolvido num grande trabalho visando sensibilizar os comerciantes para deixarem de adquirir bens em armazéns não registados como forma de permitir que se obtenha o certificado de origem que, por sua vez, permitirá aos nacionais gozarem da redução ou isenção aduaneira.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Brasil/OS GUARANI E A JUSTIÇA

[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina

8 setembro 2009/Adital http://www.adital.com.br

Maria Rosa de Miranda Coutinho *

É de certa forma confortador para quem acompanha a caminhada dos Guarani, a algum tempo, ver o processo de devolução de suas terras no norte catarinense, historicamente vinculadas a seu patrimônio cultural.

A decisão do governo federal em homologar suas terras num primeiro momento, não poderia ter sido a mais sensata, depois de fechar os olhos para tantas outras áreas indígenas sem demarcação em todo o território brasileiro.

A mendicância de um povo que já fez parte da construção de grande extensão territorial do nosso país deveria ter sido reconhecida há mais tempo e de preferência em todas as regiões brasileiras.

Na verdade, o norte do estado de Santa Catarina tem uma dívida de séculos para com esses "poucos índios" como são descritos pelo poder empresarial da região. Muitos foram dizimados pela exploração, intolerância e crueldade de uma sociedade não indígena que elegeu uns poucos donos do poder dispostos a banir os chamados "entraves do progresso".

Os pequenos grupos à beira da estrada litorânea simbolizam o esquecimento do poder público aos direitos desses indígenas que estão confinados em pequenos espaços tentando sobreviver.

As perdas que os povos indígenas têm em relação às indústrias e agronegócios é imensurável considerando que a terra não é simplesmente um bem de negócio, mas um espaço cultural envolvendo sua religiosidade, saúde e continuidade histórica.
Somos levados pela ambição material e pelo desejo acumulativo a ignorar a riqueza cultura de um povo diferente de nós que muito contribuiu na construção de nossa própria cultura: Alimentos, nomes, técnicas agrícolas e tantos valores significativos que sempre permanecem.

Parabéns ao povo Guarani pela persistência em existir em nosso Brasil, despertando com isso uma consciência nova em cada cidadão de bem.

* Professora universitária

Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil

Para receber o Boletim de Notícias da Adital escreva a adital@adital.com.br

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Angola promove diversificação da economia no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, Brasil, 13 agosta 2009 (Lusa) - A Câmara de Comércio e Indústria de Angola (CCIA) aproveitou o encontro empresarial do Rio de Janeiro, que junta empresários chineses e de língua portuguesa, para promover a diversificação dos investimentos em Angola, disse à Lusa o secretário-geral da organização.

Para António Tiago Gomes, há sectores da economia em Angola que também justificam investimentos, não se cingindo as oportunidades aos hidrocarbonetos e aos diamantes.

“Queremos evitar que a nossa economia continue dependente do petróleo e diamantes, queremos desenvolver outras áreas”, salientou António Tiago Gomes, que participa no encontro empresarial para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os países de língua portuguesa.

“É importante que não haja concorrência entre nós, mas que haja complementaridade das acções”, ao destacar que muitas das áreas que precisam ser exploradas, como indústria, habitação, desenvolvimento rural, turismo e pesca.

As portas de Angola já estão abertas” aos investimentos, realçou.

“Tivemos um período mau, de guerra, que felizmente terminou em 2002 e a partir dessa altura o sector privado e o Governo têm estado a desenvolver grandes esforços no sentido de criar um ambiente que permita o desenvolvimento da actividade empresarial no país”, vincou.

Além de o Brasil ter uma participação no desenvolvimento desses sectores, com a futura instalação de um escritório da Agência Brasileira de Exportação e Investimento (Apex-Brasil) em Luanda, Tiago Gomes referiu a importância da China que tem em Angola o seu principal parceiro em África.

A CCIA está presente na quinta edição do encontro de empresários, no Rio de Janeiro, para encorajar a ida de parceiros estrangeiros para, “em conjunto, poderem trabalhar nos grandes desafios da nossa economia”, justificou Tiago Gomes.

No evento anual, cujos trabalhos encerram hoje, foram realizados encontros de negócios e exposições para que os participantes pudessem identificar formas de cooperação e estabelecer "joint-ventures" que contribuíssem para o desenvolvimento dos países envolvidos.

Além de Macau, China Continental e Brasil, também participam empresários de Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste.

Realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações, o encontro conta com a parceria do China Council for the Promotion of International Trade (CCPIT) e o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM).

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ligação aérea entre Maputo e Luanda terá inicio em Outubro

30 julho2009

A ligação aérea entre Maputo e Luanda poderá iniciar em Outubro do ano em curso. o facto foi anunciado hoje pelo director das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), Adérito Macaba, ao jornal de notícias daquele país.

A ligação aérea entre Maputo e Luanda poderá iniciar em Outubro do ano em curso. o facto foi anunciado hoje pelo director das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), Adérito Macaba, ao jornal de notícias daquele país.

Segundo uma nota de imprensa da representação diplomática angolana em Moçambique chegada hoje à Angop, citando o referido matutino, numa primeira fase a ligação será feita em periodicidade semanal.

O responsável da LAM informou que recentemente foi apresentado dois novos aviões fabricados no Brasil (EMBRAER 190), cuja chegada ao seu país, do primeiro, está previsto para a primeira semana de Agosto próximo.

Segundo Adérito Macaba, a aquisição destes aviões está inserida no Plano Estratégico da LAM, avaliado em 100 milhões de dólares norte-americanos que, entre outros objetivos, preconiza a compra de novas aeronaves para a renovação e modernização da sua frota, para além da abertura e aumento da freqüência das carreiras ora exploradas pela companhia aérea nacional.

As Linhas aéreas de Moçambique, através do seu Presidente do Conselho de administração, José Vegas, foram eleitas durante a 65ª Assembléia Geral da IATA, Associação Internacional dos Transportes Aéreos, para o Conselho de Governadores daquele organismo.

O Conselho de Governadores da IATA é o órgão que congrega individualidades em representação das companhias aéreas que mais têm contribuído para o desenvolvimento e sustentabilidade da indústria. (Noticias Lusófonas)