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sábado, 3 de agosto de 2019

CPLP, Timor-Leste/Câmara de Contas timorense considera ilegais 35 contratos de reabilitação de estradas


30 de Julho de 2019, 08:30, Lusa (Portugal) http://noticias.sapo.tl/portugues/lusa/artigo/26750029.html

Díli, 30 jul 2019 (Lusa) - A Câmara de Contas timorense considerou ilegais, por não terem cabimento orçamental, um conjunto de 35 contratos adjudicados em 2014 e 2015 para reabilitar estradas em Díli, questionando o facto de terem sido atribuídos por ajuste direto.

"As adjudicações e assinatura dos 35 contratos, nos anos de 2014 e 2015, cujo valor total ascende a 114,0 milhões de dólares, foram feitas sem cabimento orçamental, sendo, por esta razão, ilegais", segundo o relatório, a que a Lusa teve acesso.

"Esta situação é suscetível de eventual responsabilidade financeira sancionatória e reintegratória" dos

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Angola e Moçambique esperam mais investimento e financiamento após Fórum África/China

7 dezembro 2015, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A 6ª edição do Fórum China/África serviu para aprovar um pacote de financiamento chinês de 60 mil milhões de dólares destinado ao continente e para transmitir uma mensagem de confiança no relacionamento já existente que foi acolhida de forma positiva pelos dirigentes de Angola e de Moçambique.

Desde o 1º Fórum China/África, o comércio entre a China e África aumentou 21 vezes, superando 222 mil milhões de dólares em 2015, mas a ambição relevada pelos líderes angolanos e moçambicanos na cimeira de Joanesburgo traduz-se também no apelo a mais investimento industrial, transferência de tecnologia e financiamento de projectos.

O ministro das Finanças angolano, Armando Manuel, afirmou que a intervenção do presidente chinês na Cimeira “desmistificou o juízo de que as relações da China com África tinham no seu âmago as matérias-primas de que África dispõe”, avançando “uma estratégia muito precisa para

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

БРИКС, BRICS/EUA-UNIÃO EUROPEIA VERSUS RÚSSIA: “SANÇÕES APRESSAM O PARTO DO MUNDO SEM O OCIDENTE”

21 setembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

Rakesh Krishnan SIMHA*Oriental Review (Índia)
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

As sanções estão empurrando grandes volumes de comércio e finanças para fora das redes tradicionais, enfraquecendo o contraste do ocidente sobre aqueles fluxos.

As sanções ocidentais estão tendo efeito não desejado. Estão acelerando o nascimento de um ecossistema paralelo, no qual os países não aliados do ocidente podem operar, sem estar expostos à constante ameaça de sanções. Livre do controle ocidental, essa plataforma alternativa vai ganhando tração com surpreendente velocidade.

Vale a pena mencionar, de início, que muitas empresas ocidentais estão muito expostas no mercado russo. E a Rússia, por sua vez, é basicamente exportadora de matérias-primas como petróleo, gás, metais e minerais, cuja demanda é hoje muito forte, sobretudo nos impetuosos mercados asiáticos. Resumo da história: enquanto consumidor e bens de capital ocidentais podem ser substituídos por fabricantes asiáticos, as matérias-primas russas são o próprio sangue que mantém vivas as economias da

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Moçambique/CPLP: Quadros capacitados sobre políticas de finanças

16 setembro 2014, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

A capital moçambicana, Maputo, é desde ontem até sexta-feira palco de um workshop sobre políticas de finanças e investimento em África promovido pelo Instituto de Formação e Pesquisa das Nações Unidas (UNITAR), destinado aos estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), visando criar potencialidades de desenvolvimento.

O almejado desenvolvimento para a África lusófona, para além de ser sócio economicamente viável, deverá ser inclusivo e sustentável, alicerces que constituem a base fundamental para a estabilidade.

O sentimento foi expresso

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Urge Supressão de Vistos entre Moçambique e Angola

27 agosto 2014, Portal do Governohttp://www.portaldogoverno.gov.mz (Moçambique)

 

Luanda (AIM) – O Ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, defende a supressão de vistos de entrada entre Moçambique e Angola, pois acredita que esta medida poderá estimular sobremaneira a actividade empresarial entre ambos os países.

Esta posição foi expressa durante a sessão de abertura da IX Sessão da Comissão Mista de Cooperação Bilateral entre Moçambique e Angola, um evento que decorre em Luanda desde terça-feira sob a co-liderança de Baloi e do Ministro angolano do Planeamento e do Desenvolvimento Territorial, Job Graça.

Segundo Baloi, para dinamizar as relações económicas e empresariais, é imprescindível que os nossos países embarquem na facilitação da circulação de pessoas e bens.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Angola/Abertura da Bolsa é já em Novembro

1 agosto 2014, Jornal de Angolahttp://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

João Dias

Os trabalhos para o arranque da Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA) avançam.O ambiente macroeconómico é favorável e a abertura está para finais de Novembro deste ano.

Em entrevista ao Jornal de Angola, o presidente da Bolsa, António Furtado, garantiu que a actividade bolsista arranca com a dívida pública e que só em 2015 é que avança para a dívida corporativa. António Furtado diz que o mercado de capitais é uma forma alternativa de financiamento à e­conomia e que por isso, a Bolsa não é concorrente dos bancos, mas complementar.

Jornal de Angola - Porque demorou tanto tempo a implantar a Bolsa de Valores?

António Furtado - Pensamos que o ambiente macroeconómico está agora melhor para o arranque da Bolsa, em finais de Novembro. As Reservas líquidas internacionais

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Angola/Governante cabo-verdiano defende promoção da cooperação no sector privado

2 junho 2014, Agência Angola Press http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda - O ministro das Relações Exteriores de Cabo Verde, Jorge Alberto Lopes Borges, defendeu, hoje (segunda-feira), em Luanda, a criação de um corredor de cooperação entre os dois países no sentido de promover e facilitar as relações entre o sector empresarial privado de ambos os estados.

Em declarações à Angop, após à sua chegada, o governante afirmou que “neste momento a aposta é trazer no centro das atenções o sector privado, visto que alguns sectores privados da economia angolana têm já investimentos em Cabo Verde na área da

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Portugal/RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS FEITAS PELO SEMANÁRIOEXPRESSO – mas este diz que não as recebeu e por isso não publica(ou)

2 junho 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Eugénio Rosa*

Em 26 de Maio de 2014, recebi do Expresso um email a solicitar a minha participação num artigo que o semanário estava a preparar sobre o livro de Thomas Piketty, "Capital no século XXI", com cinco perguntas para eu responder. E pedia-me o envio das respostas até 4ª feira (28 de Maio) por correio eletrónico, o que fiz, cumprindo assim o prazo estabelecido. Como não recebesse a confirmação da receção das minhas respostas, apesar de ter solicitado, enviei nova mensagem pedindo uma resposta, tendo só então sido informado que não tinham recebido as minhas respostas (!!!) e que por isso não tinham sido incluídas no artigo do Expresso, e não seriam publicadas. Para que os leitores possam ler e avaliar as respostas às perguntas feitas pelo semanário Expressoque não serão publicadas na edição de 31/05/2014 decidi divulgá-las, até porque é previsível que no Expresso do próximo sábado serão publicadas opiniões diferentes sobre as mesmas questões e, assim, os leitores interessados no contraditório, essencial para uma informação objetiva, poderão confrontá-las.

1º PERGUNTA FEITA PELO EXPRESSO : A principal contradição do capitalismo (pág. 571 do livro de Piketty) faz sentido? É de esperar que se mantenha no futuro?

RESPOSTA QUE O EXPRESSO AFIRMA NÃO TER RECEBIDO. O agravamento da desigualdade na repartição do rendimento entre o Capital e o Trabalho, que tem aumentado ao longo dos anos, e que se agravou com o domínio do capital financeiro, facilitada pela liberdade total dos movimentos do capital, e a apropriação parasitária por este de uma parcela crescente da riqueza, que Piketty prefere designar, para suavizar, por "uma taxa de retorno do capital superior ao crescimento do PIB". não é em si uma causa, mas sim uma consequência de uma contradição mais profunda que carateriza o capitalismo: o domínio da economia, quer nacionais quer mundial, pelos grandes grupos económicos e financeiros e, consequentemente, a concentração numa minoria cada vez mais reduzida (os 0,1% da população

quinta-feira, 22 de maio de 2014

PORTUGAL É O PAÍS QUE MAIS DINHEIRO DEVE AO FMI EM TODO O MUNDO

22 maio 2014, Página Global http://paginaglobal.blogspot.com (Portugal)

Luís Reis Ribeiro, Dinheiro Vivo

As instituições da troika têm, nas últimas semanas, sinalizado algumas dúvidas e preocupações sobre a capacidade de Portugal vir a crescer bem no futuro e conseguir pagar a dívida oficial. Um dos elementos da missão externa, o Fundo Monetário Internacional (FMI), tem algumas razões de peso: Portugal é a sua maior operação em termos mundiais.

Até agora, o país deve 25,9 mil milhões de euros. Quando vier a última tranche (final de Junho) ficará a dever 26,8 mil milhões de euros. Será ultrapassado por pouco pela Grécia, mas apenas

terça-feira, 13 de maio de 2014

Portugal/OS PRÓPRIOS DADOS DO INE DESMENTEM A PROPAGANDA DO GOVERNO

13 maio 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Em mais um elemento da sua actual campanha de mentiras, a propaganda oficial e os comentadores ao seu serviço falam de “recuperação” do emprego e de redução do desemprego em Portugal. Entre o 4ºTrimestre de 2013 e o 1ºTrimestre de 2014, o desemprego oficial diminuiu em 19,9 mil apesar de o emprego ter diminuído em 49,9 mil. O que é real é que dezenas de milhares de trabalhadores deixaram de fazer parte da população activa: ou se reformaram, ou emigraram, ou desencorajaram-se de procurar emprego. Os “sucessos” do governo são a destruição do país.

Carregue aqui para ver o artigo (pdf)http://www.odiario.info/b2-img/212014empregodesemprego.pdf 


terça-feira, 22 de abril de 2014

Privatizações em Cabo Verde apenas da gestão e não do património do Estado

22 abril 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

As operações de privatização em curso em Cabo Verde, casos da Empresa Nacional dos Portos (Enapor) e da companhia aérea de bandeira (TACV), excluem a alienação do património do Estado, garantiu a ministra das Finanças e Planeamento.

No decurso de uma reunião da Comissão (parlamentar) Especializada de Economia, Ambiente e Ordenamento do Território, a ministra Cristina Duarte assegurou que o processo em curso visa somente a gestão operacional dos equipamentos e dos espaços.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CPLP, Moçambique/Investimento público deve animar economia

23 fevereiro 2014, Jornal Domingo http://www.jornaldomingo.co.mz (Moçambique)
O secretário Executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Murade Murargy, entende que os países filiados a esta agremiação devem promover o investimento público como um dos “motores” de estímulo à transformação da economia através da construção de infra-estruturas, escolarização maciça da população e criação de mercados competitivos para melhorarem o acesso e a sua integração regional, oferecer mais oportunidades e atrair mais e melhor investimento privado.
Discursando durante a III Reunião dos Ministros das Finanças da CPLP, que decorreu na sexta-feira, em Maputo, Murargy sublinhou que este conjunto de países, incluindo Timor-Leste, deve saber aproveitar o presente momento que lhes está a ser

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O MODELO PRÓ-EXPORTAÇÃO DA ALEMANHA NÃO SERVE A NINGUÉM



26 outubro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Vicenç Navarro*

O ministro das Finanças do governo alemão, Wolfgang Schäuble, escreveu um artigo no El Pais (20/07/13, p.31) significativamente intitulado "Nós não queremos uma Europa alemã", no qual enfatizou que a última coisa que a Alemanha quer é que a Europa seja uma réplica de seu país, negando qualquer tentativa de alemanizar a Europa. Na verdade, o ministro observou que não é a intenção do governo alemão liderar o desenvolvimento da União Europeia, um processo que, sublinha , deve ser construído por todos e com todos os países, em uma decisão coletiva. Esta posição de Schäuble é, segundo ele, a dos sucessivos governos alemães, de Schroeder para Merkel.

Esta posição, no entanto, está claramente em conflito com a própria narrativa e argumentação utilizada pelo ministro alemão para explicar por que a UE não consegue sair da crise. Para a maioria dos países da UE (e não apenas na periferia da zona do euro, mas também no centro, com França e Itália), a situação atual é intolerável. E nenhum deles parece fora dessa situação de crescimento econômico mais lento, quando não de retração.

Bem, de acordo com Wolfgang Schäuble, o que esses países precisam fazer são "reformas no mercado de trabalho e no sistema de proteção social" (uma frase que aparece repetidamente em seu artigo), “como fez a Alemanha" (uma frase que aparece duas vezes no artigo). E, para afastar as críticas de que ele está recomendando seguir o modelo alemão, refere-se que esse é o “modelo proposto por BCE, a Comissão Europeia, a OCDE e o FMI, chefiada por um italiano, um português, um mexicano e um francês, nenhum alemão" (não há nada melhor que sejam outros os que propõem e/ou apoiem suas propostas).

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Angola/Política económica tem sido de consolidação fiscal - José Eduardo dos Santos



15 outubro 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

O Chefe de estado angolano, José Eduardo dos Santos, afirmou hoje, terça-feira, que o sucesso da política económica tem sido a consolidação fiscal, que começou a ser implementada em 2009.

Esta política implica uma correcta articulação entre as medidas de política fiscal e de política monetária., uma gestão mais parcimoniosa das despesas públicas e o investimento nas infra-estruturas que constituem a alavanca para o aumento da competitividade da produção não petrolífera e para o desenvolvimento do sector nacional privado.

José Eduardo dos Santos discursava a nação na abertura da  II sessão legislativa da III legislatura da Assembleia Nacional, referindo que neste contexto, a inflação acumulada dos oito primeiros meses do ano em curso é de 5,38 porcento, uma diminuição quando comparada com os 5,42 porcento observados no mesmo período de 2012.

As taxas de juro mantiveram-se estáveis. Embora

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Portugal/CRISE, DESTRUIÇÃO E “CLASSE MÉDIA”



19 agosto 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Apesar de todas as dificuldades subjectivas, vivemos um tempo de fim de ciclo, respira-se um ambiente de imperiosa necessidade de superação de uma formação económico-social velha, caduca, por uma outra nova. A realidade não está inerte, movimenta-se no sentido da superação dos antagonismos estruturais do capitalismo, como o demonstra o aprofundamento da sua crise estrutural, agora chegando a todos os rincões da Terra, o que não acontecia na crise de 1929.

A recente agudização da crise política em Portugal, despoletada pelas demissões de Vítor Gaspar (1 de Julho) e de Paulo Portas no dia seguinte, demonstrou a incapacidade do PSD, PS e CDS apresentarem soluções para enfrentar a crise sistémica do capitalismo; que o Presidente da República se deixou capturar pelo PSD e aceita, passivamente, o papel de “verbo-de-encher” do governo de Passos Coelho; o primarismo dos comentários e comentadores políticos nos órgãos de comunicação social portugueses ditos de referência que, como habitualmente, fugiram das questões essenciais para se aterem à dissecação do jogo de intriga política e pessoal.

A insaciabilidade da banca, a destruição da economia, o desemprego, a extrema degradação das condições de vida da classe trabalhadora, particularmente dos reformados, os 4 mil mortos a mais no 1º semestre deste ano em relação a período idêntico de 2012 agora noticiado, a degradação do Serviço Nacional de Saúde, a perda generalizada de direitos sociais e laborais são tratados nos meios de comunicação social como sectores estanques, como se não fossem parte da longa e feroz ofensiva global do grande capital contra a classe trabalhadora.

A questão das políticas de classe, os interesses comuns que os três partidos da política de direita defendem,

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Angola/Activos da banca angolana dispararam 50% em 2 anos



12 agosto 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Os activos da banca angolana dispararam quase 50% entre 2010 e 2012, com o BESA a disputar com o BAI a liderança nos activos totais, embora os lucros tenham recuado no último ano.

Segundo dados da PwC divulgados pelo jornal angolano Expansão, os activos totais do sector bancário de Angola subiram de 4.308 mil milhões de kwanzas para 6.301 mil milhões de kwanzas, entre 2010 e 2012.

Enquanto o crédito subiu 1.000 mil milhões de kwanzas no período, os depósitos escalaram quase 1.400 mil milhões de kwanzas.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Portugal/REFORMA DO IRC É UM EMBUSTE



2 agosto 2013, CGTP--IN http://www.cgtp.pt (Portugal)

O grande objectivo desta reforma não visa facilitar caminho para se implantarem empreses nem criar mais emprego, mas aumentar os lucros das empresas cotadas na bolsa. Segundo um estudo do BPI a redução do IRC para 19% levaria a uma subida dos lucros destas empresas até 15%, em 2018.

Este é uma situação tanto mais escandalosa quando a esmagadora maioria das grandes empresas pagaram uma taxa média efectiva de IRC de 17% em 2011, sendo que as empresas com um volume de negócios superior a 250 milhões de euros se ficaram pelos 15%.

Acresce que a proposta agora apresentada pelo Governo levaria a uma perda acumulada de

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Angola representa mais de metade do lucro no 1º semestre do grupo bancário português BPI

31 julho 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China) 

O resultado líquido do Banco de Fomento Angola (BFA) no primeiro semestre representou mais de metade do lucro total do grupo de que é subsidiário, o BPI, de acordo com números divulgados pela instituição bancária portuguesa.

Os números fornecidos permitem concluir que o lucro da actividade internacional do grupo, que inclui o BFA em Angola e o BCI em Moçambique,

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Portugal/ESTÁ NAS MÃOS DO POVO RESOLVER A QUESTÃO



23 julho 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)

Os Editores

Cavaco Silva, PS, PSD e CDS, os “comentadores” nos grandes media, todos falam de “crise política”. Aquilo a que chamam “crise” passou-se em pouco mais de duas semanas: derrocada do governo PSD/CDS; apelo de Cavaco Silva à formação de um entendimento de “salvação nacional” entre PS, PSD e CDS com o adiamento por um ano de convocação de eleições antecipadas; inviabilização, de momento, de tal entendimento por parte do PS; reinstalação do governo PSD/CDS por Cavaco Silva, para “cumprir o seu mandato até ao final da legislatura”.

Este conjunto de acontecimentos não constitui uma “crise política”. Constitui um conjunto de manobras e expedientes para prosseguir, agravar e aprofundar a crise económica, social,

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Portugal/DEMISSÃO DO GOVERNO, ELEIÇÕES ANTECIPADAS JÁ!



5 julho 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)


O Conselho Nacional da CGTP-IN reclama que o Presidente da República ponha fim ao pesadelo que o Governo PSD/CDS constitui para os portugueses e convoque eleições imediatamente para devolver ao povo o poder soberano de decidir sobre o seu futuro. Ver RESOLUÇÃO aprovada pelo Conselho Nacional.

RESOLUÇÃO

DEMISSÃO DO GOVERNO, ELEIÇÕES ANTECIPADAS JÀ!
6 DE JULHO, TODOS A BELÉM


A Greve Geral constituiu uma jornada de luta vitoriosa e de excepcional importância. Convocada pela CGTP-IN com o objectivo expressamente declarado de exigir a demissão do Governo do PSD/CDS-PP, a Greve Geral já teve consequências no plano do desgaste e aprofundamento das contradições internas no seio dos partidos que suportam o Governo,