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sábado, 3 de agosto de 2019
CPLP, Timor-Leste/Câmara de Contas timorense considera ilegais 35 contratos de reabilitação de estradas
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Moçambique investiu mil milhões de dólares nas estradas em 5 anos
De acordo com a agência noticiosa moçambicana AIM, durante aquele período foram asfaltados mais de 2500 quilómetros de estradas tendo o ministro afirmado que, por exemplo, a transitabilidade da Estrada Nacional Número Um (EN1) melhorou substancialmente, devido às intervenções realizadas nalguns troços.
Na EN1 falta reconstruir os troços Jardim-Benfica, na cidade de Maputo, cujo início está previsto para o corrente mês, Massinga-Nhachengue, em Inhambane e a estrada Xai-Xai-Chissibuca (em Gaza e Inhambane, respectivamente), cuja primeira pedra foi lançada a 29 de Abril último.
“Hoje, contrariamente aos últimos anos, a transitabilidade da EN1 melhorou substancialmente, graças aos trabalhos de reconstrução que realizámos em vários troços, alguns dos quais ainda estão em curso. A conclusão das obras vai certamente trazer um grande desenvolvimento económico às regiões onde estão a ocorrer e, nalguns casos, constitui um incentivo ao desenvolvimento do turismo em Moçambique” defendeu.
De acordo com dados da Administração Nacional de Estradas (ANE), durante o período realizaram-se 22 intervenções em igual número de troços distribuídas em 12 estradas nacionais, numa extensão de 2.019 quilómetros, incluindo 608 quilómetros da EN1.
A rede nacional de estradas de Moçambique é de cerca de 30 mil quilómetros, dos quais menos de 10 mil quilómetros são asfaltadas. (macauhub)
sábado, 27 de setembro de 2008
Moçambique/Estradas rurais : SADC procura alternativas
Especialistas de estradas da região austral de África partilharam experiências em Maputo, num encontro de três dias que serviu para debaterem o uso de tecnologias de baixo custo para o revestimento de estradas rurais e com fraca densidade de tráfego, para as quais tem sido difícil mobilizar financiamento, pese embora se reconheça o seu papel para o desenvolvimento dos distritos.
27 setembro 2008/Notícias
O Vice-Ministro das Obras Públicas e Habitação, Gabriel Muthisse, disse a propósito que esta é mais uma oportunidade para o país, atendendo a que um dos desafios do Governo é assegurar a transitabilidade das estradas rurais todo o ano, facto que até aqui não é conseguido devido a vários constrangimentos.
Com efeito, na época das chuvas a acessibilidade a alguns pontos do país torna-se difícil devido ao estado do piso, facto que requer sucessivos investimentos na sua manutenção, o que regra geral tem que acontecer depois da época chuvosa.
Segundo Muthisse, as dificuldades que Moçambique enfrenta na provisão de acesso rural são em grande medida semelhantes às de muitos outros países da região, daí a procura conjunta de soluções tecnológicas mais adequadas que rentabilizem os poucos recursos que são alocados ao sector. A ideia é que a troca de experiências resulte na provisão de estradas duradoiras e sustentáveis, de modo a contribuir para o desenvolvimento socioeconómico dos países.
O vice-ministro defendeu que a provisão de estradas com revestimento de baixo custo é, em termos de engenharia, um assunto que requer contínua reflexão, porque envolve práticas não convencionais e o uso de materiais disponíveis localmente, que muitas vezes não vão de acordo com as especificações. A vantagem é a redução dos custos de transporte, o aumento dos benefícios sociais e a diminuição dos impactos ambientais e dos problemas de segurança rodoviária.
Na óptica do vice-ministro das Obras Públicas e Habitação, é imperioso que as soluções técnicas a serem desenvolvidas sejam doradouras e menos dispendiosas.
“Sabemos que grandes esforços estão sendo feitos pelos nossos países na investigação de soluções técnicas adequadas, mas estamos conscientes de que muito há ainda por fazer”, sublinhou.
Neste contexto, existem no país algumas experiências piloto de manutenção de estradas de baixo custo, nomeadamente nas províncias de Cabo Delgado (260 quilómetros de vias rurais), Inhambane (276km), Niassa e Sofala, que permitiram a redução do tempo de viagem e o melhoramento do padrão de segurança rodoviária.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Venezuela/Chávez emprende primera visita a Sudáfrica para reforzar relaciones bilaterales
1 septiembre 2008/TeleSUR http://www.telesurtv.net
El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, efectuará su primera visita oficial a Sudáfrica los días 2 y 3 de septiembre para fortalecer las relaciones bilaterales y consolidar los lazos en los organismos internacionales a los que pertenecen ambos países, informaron este domingo fuentes oficiales.
El Ministerio de Exteriores sudafricano señaló en un comunicado que Chávez y el presidente de Sudáfrica, Thabo Mbeki, tratarán cuestiones "políticas, económicas y comerciales" dentro de la estrategia de este país para consolidar sus relaciones con América Latina.
Durante la visita, está previsto que Mbeki y Chávez firmen un Acuerdo Marco de Cooperación entre Sudáfrica y Venezuela y que sus ministros de Minas, Energía y Petróleo rubriquen un Acuerdo y un Memorando de Cooperación Energética.
La visita que realizó a Venezuela en julio pasado la ministra de Minas y Energía sudafricana, Buyelwa Patience Sonjica, "preparó el camino para una más estrecha cooperación en materia de energía y el estudio conjunto de las posibilidades de la tecnología de licuefacción de gas sudafricana", agrega la nota.
"Venezuela tiene una de las mayores reservas de petróleo del mundo, y el desarrollo de las relaciones comerciales en este sector puede ofrecer fuentes alternativas de energía a Sudáfrica", explica el comunicado del Ministerio de Relaciones Exteriores.
Las conversaciones se centrarán en "las oportunidades que existen en las áreas de energía, minería, comercio e industria de armamento, y se explorará una posible colaboración futura con Venezuela en los campos de agricultura y obras públicas", dice el texto.
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/32151-NN/chavez-emprende-primera-visita-a-sudafrica-para-reforzar-relaciones-bilaterales/
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Premiê luso se reúne com Chávez pela 3ª vez em oito meses
Lisboa, 23 julho 2008 (Lusa) - O primeiro-ministro português, José Sócrates, recebe o presidente venezuelano, Hugo Chávez, no final da tarde desta quarta-feira (hora de Lisboa), em encontro em que devem ser assinados acordos bilaterais, em especial nos campos das obras públicas, habitação e energia.
Este será o terceiro encontro entre Sócrates e Chávez em menos de oito meses. Chávez foi a Portugal em novembro de 2007, visita retribuída por Sócrates em maio deste ano.
O presidente venezuelano, agora, regressa a Lisboa, onde estará até quinta-feira. A passagem pelo país é parte de um périplo europeu que já o levou a Rússia e Belarus.
Antes de partir para a Espanha, na quinta-feira, Hugo Chávez fará uma homenagem a Simón Bolívar em praça de Lisboa com o nome do personagem da história latino-americana e terá um encontro com empresários portugueses.
Negócios
Um dos acordos em preparação entre os dois governos é a ampliação do porto de La Guaíra - infra-estrutura visitada por Sócrates em maio e que é um dos principais pontos de abastecimento à capital venezuelana.
De acordo com a carta de intenções assinada em Caracas durante a visita do primeiro-ministro português, um consórcio liderado pela Teixeira Duarte deve ganhar uma obra de 415 milhões de euros, cujos trabalhos de construção devem começar no curto prazo.
A Teixeira Duarte está ainda envolvida em projetos de construção da barragem de Duas Bocas e de obras hidráulicas auxiliares, estimadas em cerca de 190 milhões de euros.
Empresas portuguesas também devem construir casas populares em centros urbanos venezuelanos.
No campo da energia eólica, a EDP vai dar apoio técnico aos trabalhos da petrolífera venezuelana PDVSA no Caribe. Além disso, a empresa lusa fecha acordo para a liquefação e posterior comercialização de gás com a estatal venezuelana.
O presidente venezuelano também já mostrou interesse em levar para seu país o programa do governo português "e.escolas". O projeto foi lançado em setembro e permite a alunos comprarem computadores com acesso à banda larga a preços competitivos.