Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
sábado, 3 de agosto de 2019
CPLP, Timor-Leste/Câmara de Contas timorense considera ilegais 35 contratos de reabilitação de estradas
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Brasil/Berzoini propõe união dos partidos e agenda programática este ano
6 abril 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br
(Brasil)
Ricardo Berzoini, ministro das Comunicações, fez uma
lúcida análise sobre o cenário político e os desafios do país, como uma
internet de qualidade e a preços acessíveis, em entrevista à Rede Brasil Atual publicada neste domingo (5).
O ministro alerta que é preciso enfrentar questões delicadas,
como a CPI da Petrobras e a Operação Lava Jato, com transparência, e também que
é hora de reposicionar o governo. Sobre a regulação da mídia, voltou a reforçar
que o governo não deve apresentar uma proposta antes de um amplo debate com a
sociedade, para buscar um entendimento sobre o assunto.
Governo
e Congresso
"Sou otimista, mas não sou ingênuo", respondeu,
com clareza e visão aguçada, ao questionamento sobre a relação conflituosa
entre o governo e o Congresso. "Qual é a característica da base do
governo? É muito heterogênea. Essa base de 2015 é mais pulverizada e
diferenciada do que a de 2014, ou de 2011. Tem que se fazer um esforço
redobrado, tem mais partidos na Câmara, tem mais
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Cabo Verde com taxa de penetração de 90,5% na telefonia móvel
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Brasil/UMA BREVE HISTÓRIA DA LUTA DA GRANDE MÍDIA CONTRA OS INTERESSES NACIONAIS
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Angola/Governo projecta recuperação de mil e 500 pontes até 2017
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Angola/Governo investe USD 15 biliões na construção de estradas
Benguela, 17 novembro 2011 (AngolaPress) -- Pelo menos 15 biliões de dólares foram investidos desde 2006 pelo Governo Angolano na construção, reabilitação e manutenção de estradas em todo o país, revelou hoje (quinta-feira), em Benguela, o membro da comissão de gestão do Instituto de Estradas de Angola (INEA), Faustino Feliciano.
O responsável, que falava durante o primeiro encontro técnico do INEA, que decorreu nesta cidade, salientou que, de acordo com os dados de Agosto de 2011, deste valor sete biliões foram gastos para o sector norte, quatro para a região centro, um para o leste e dois biliões e meio de dólares para o sul do país.
Faustino Feliciano, igualmente chefe de departamento de construção, fez saber ainda que o objectivo do investimento é ligar o país por estradas seguras em
função do tráfego futuro.
Informou que o país, até Agosto último, contava com cinco mil e 250 quilómetros de estradas reabilitadas concluídas e mil e 581 quilómetros de estradas reabilitadas por concluir, perfazendo um total de seis mil e 634 quilómetros.
Acrescentou que o país tem 74,48 porcento de estradas com revestimentos, com valores pagos na ordem dos 41, 80 porcento.
"Benguela tem 74,11 porcento das estradas reabilitadas e um pagamento na ordem dos 72,31 porcento", especificou o chefe de departamento, avançando que o país até 2006 contava com mais de quatro mil e 200 pontes e pontecos, dos quais mil e 500 destruídas.
O encontro que termina ainda hoje decorre sob o lema "Mais forte e dinâmico unindo o país ponto a ponto".
Cabo submarino ligando a África do Sul à França já chegou a São Tomé e Príncipe
São Tomé, São Tomé e Príncipe, 17 novembro 2011 – A Companhia Santomense de Telecomunicações vai dar início à operação de amarração do cabo submarino de fibra óptica que ligará o arquipélago à rede internacional de dados, anunciou terça-feira em São Tomé o ministro das Obras Públicas.
A afirmação do ministro Carlos Vila Nova foi proferida na praia Melão, no decurso da cerimónia de recepção do navio transportando o cabo submarino, que permitirá ligar a França à África do Sul passando por vários países da costa ocidental africana, incluindo São Tomé e Príncipe.
O ministro disse que o projecto está orçado em cerca de 700 milhões de dólares, tendo São Tomé e Príncipe assumido o compromisso de investir 25 milhões de dólares numa parceria de financiamento com o Banco Mundial e a Companhia Santomense de Telecomunicações, controlada pela Portugal Telecom.
O administrador-delegado da Companhia Santomense de Telecomunicações, José Jardim, admitiu que “as obras ficarão concluídas em Outubro de 2012 já com a entrada em funções do cabo em fibra óptica para os clientes empresariais e residenciais” em São Tomé e Príncipe, país actualmente ligado apenas por satélite.
O novo cabo submarino irá permitir melhorar os serviços de telecomunicações, “como o acesso à Internet em banda larga, com muito mais segurança, ligação ao mundo em qualquer ponto do país e com possibilidade de redução de custos”, acrescentou José Jardim. (macauhub)
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Lançado concurso público internacional para dragagem do porto da Beira em Moçambique
Ao falar no decurso do XXVII Conselho Coordenador do sector, que durante três dias decorre no posto administrativo de Canfumbe, distrito de Gondola, em Manica, o ministro anunciou também ter sido já lançado o concurso público internacional para a adjudicação da empreitada que deverá arrancar ainda este ano.
O ministro adiantou que o dinheiro sairá do Orçamento de Estado e dos cofres da empresa estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.
O jornal Notícias, de Maputo, acrescenta que o canal de acesso ao porto da Beira acaba de beneficiar duma nova balizagem, incluindo a substituição de bóias, o que as autoridades do sector ferro-portuário dizem ter melhorado substancialmente as condições de navegabilidade.
Por outro lado, o porto da Beira beneficia actualmente de programas de dragagem consideradas de pequena escala, que estão a cargo da Empresa Moçambicana de Dragagem (Emodraga), mas devido à fraca capacidade de repulsão de sedimentos, a empresa não tem conseguido resolver o problema de assoreamento, o que consequentemente limita a acostagem de embarcações de grande calado.
Informações disponíveis indicam que depois de recuperado em finais da década de 90, o porto da Beira passou cerca de dez anos sem beneficiar duma dragagem de manutenção devido à falta de capacidade para assegurar a realização deste trabalho tendo-se, como acumulado cerca de 2,5 milhões de toneladas de sedimentos.
Com a dragagem de emergência, adianta o jornal, espera-se que voltem a escalar o porto da Beira navios com capacidade entre 25 e 30 mil toneladas. (macauhub)
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Moçambique/Brasil decide financiar obras
17 julho 2009, Notícias
Com uma das mais importantes economias da América Latina, o Brasil tem estado nos últimos anos a intensificar a sua influência empresarial em África e muito em particular em Moçambique onde para além da produção de medicamentos, poderá se envolver nas áreas de biocombustíveis, carvão, energia hídrica, entre outras.
Falando no decurso de um seminário realizado há dias em Maputo, o Ministro da Indústria e Comércio, António Fernando, começou por realçar que as relações comerciais entre Moçambique e Brasil são ainda baixas facto que justificou a criação em Outubro do ano passado de uma comissão para a promoção da cooperação técnica, comércio e investimento bilateral entre os dois países.
Com este órgão já foram realizados dois encontros de trabalho, um no Brasil e o último em Moçambique esperando-se que mais contactos sejam estabelecidos proximamente.
António Fernando convidou aos empresários brasileiros para se estabelecerem no país considerando que esta será uma forma deles acederem a um mercado doméstico com mais de 20 milhões de consumidores para além do regional composto por mais de 250 milhões de consumidores.
Para o Ministro da Indústria e Comércio um investimento em Moçambique também pode permitir aos brasileiros acederem ao mercado norte-americano através do AGOA iniciativa americana que assegura o acesso de produtos dos países em desenvolvimento como Moçambique, livres de quotas e de tarifas.
Apontou que Moçambique também goza de uma série de benefícios similares no comércio com outros mercados vastos como o da Uniao Europeia, China e Índia, para além de uma localização estratégica que permite um acesso rápido a todos os continentes através das suas infra-estruturas ferro-portuárias. Falando especificamente do sector de infraestruturas, por exemplo, António Fernando considerou que Moçambique ainda tem um défice pelo que um envolvimento dos brasileiros na reestruturação do Aeroporto Internacional de Nacala pode contribuir para a dinamização do turismo através da angariação de mais truristas e consequentemente mais investidores em Nampula.
“Se eles se envolverem por exemplo, na construção duma grande terminal na Beira, podemos ter mais movimento de mercadorias e isso renova a robustez do nosso país”, sublinhou António Fernando.
“Nós em Moçambique queremos criar mais empregos e isso cria-se através de mão-de-obra intensiva. Dir-vos-ei que investimentos na área da produção de bio-diesel, têxteis são importantes para quem quer atrair os brasileiros. Estou a falar de iniciativas para atrair emprego e exportação, mas se há outras áreas que podem exploradas são bem vindas”, indicou o governante.
DEZ MILHÕES DE DÓLARES EM MÃO
Construtores moçambicanos vão beneficiar de um financiamento de dez milhões de dólares norte-americanos para a aquisição de equipamentos para a área de construção civil. Para o efeito, um grupo de 17 empresas deverão constituir ainda este ano, uma sindicância de garantias bancárias com vista a aceder ao finaciamento a ser disponibilizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social do Brasil (BNDES).
Agostinho Vuma, primeiro vice-presidente da Federação Moçambicana dos Empreiteiros disse que um comprimisso nesse sentido foi assumido semana passada no culminar das conversações que vinham sendo mantidas entre a federação e aquele banco público brasileiro.
A fonte detalhou que as negociações com os brasileiros duram há alguns anos, mas sempre falharam na medida em que o Governo moçambicano não podia emitir uma garantia para o banco brasileiro isto motivado por ditames de algumas organizações e parceiros de cooperação do país.
“Estávamos a falar de mais ou menos dez milhões de dólares., mas uma grande barreira é que nos empréstimos que envolvem o Estado, para os pequenos bancos comerciais da praça, não podem exceder a seis milhões de dólares e para nós isso não era prático”, sublinhou Vuma.
Com a concessão dos dez milhoes de dólares, Agostinho Vuma diz acreditar que, em primeiro lugar, vai melhorar o desempenho dos empreiteiros nacionais. É que no seu entender as reclamações que têm sido levantadas sobre a fraca qualidade das obras, em parte é derrivada da falta de empreiteiros devidamente equipados.
“Significa que se tivermos uma obra de estrada podemos fazer a compactação com equipamento devido e não com algum maço adaptado”, defendeu Agostinho Vuma para depois acrescenetar que as empresas nacionais vão poder se colocar num patamar internacional criando condições para que nas obras que estão a ser promovidas em Moçambique seja assegurada a qualidade e participaão de empreas nacionais.
Neste entendimento segundo a nossa fonte a grande estratégia desenhada passa pela transaferência de tecnologias para as empresas nacionais.
Sublinhando que defende a criação de “joint venture”, Vuma indicou que o esboço agora conseguido permite a disponibilização directa de equipamentos ao empreiteiro nacional sem necessidade de se passar por parceiras com estrangeiros.
O vice-presidente da Federação Moçambicana dos Empreiteiros acrescentou ainda que uma segunda fase das discussões da cooperação com os brasileiros pressupõe um financiamento pelo BNDES de actividades que visem criar condições para que empresas nacionais tenham acesso a fundos que os possibilitem concorrer nos concursos públicos e para em caso de pagamerntos atrasados por parte do Estado, tenham o normal funcionamento.
Para Agostinho Vuma, o acesso ao fundo contribuirá para mudar o acutal estágio dos empreiteiros nacionais, sobretudo porque passará a haver empresas nacionais com capacidade financeira, técnica requerida nos termos da globalização.