Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Moçambique/Tráfego no porto de Maputo quadruplicou em 9 anos
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Tailândia vai construir de porto de águas profundas em Moçambique
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Projecto de porto de águas profundas de São Tomé e Príncipe atrai angolanos
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Construção do porto de Dobela em Moçambique importante para exportar carvão do Botswana
Rui Fonseca disse que mesmo expandindo o porto do Maputo para a sua capacidade máxima de 25 milhões de toneladas não haveria possibilidade de dar resposta às necessidades de manuseamento dos volumes previstos nem de navios de grande porte.
Na opinião do gestor "trata-se de uma excelente oportuniadde de aumentar os negócios da CFM".
O projecto do porto oceânico de Dobela, localizado a 70 quilómetros do Maputo, foi decidido pelo governo moçambicano em 1999 na perspectiva de se tornar o grande porto da região da África Austral e numa zona económica especial.
O projecto do porto de Dobela, avaliado em 515 milhões de dólares pretende ainda servir o sector da indústria petroquímica que pretende instalar-se longo da costa moçambicana.
O CFM possui 40 por cento da empresa cabendo os restantes 60 por cento ao Porto Dobela Developments com capitais estrangeiros. (macauhub)
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Lançado concurso público internacional para dragagem do porto da Beira em Moçambique
Ao falar no decurso do XXVII Conselho Coordenador do sector, que durante três dias decorre no posto administrativo de Canfumbe, distrito de Gondola, em Manica, o ministro anunciou também ter sido já lançado o concurso público internacional para a adjudicação da empreitada que deverá arrancar ainda este ano.
O ministro adiantou que o dinheiro sairá do Orçamento de Estado e dos cofres da empresa estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.
O jornal Notícias, de Maputo, acrescenta que o canal de acesso ao porto da Beira acaba de beneficiar duma nova balizagem, incluindo a substituição de bóias, o que as autoridades do sector ferro-portuário dizem ter melhorado substancialmente as condições de navegabilidade.
Por outro lado, o porto da Beira beneficia actualmente de programas de dragagem consideradas de pequena escala, que estão a cargo da Empresa Moçambicana de Dragagem (Emodraga), mas devido à fraca capacidade de repulsão de sedimentos, a empresa não tem conseguido resolver o problema de assoreamento, o que consequentemente limita a acostagem de embarcações de grande calado.
Informações disponíveis indicam que depois de recuperado em finais da década de 90, o porto da Beira passou cerca de dez anos sem beneficiar duma dragagem de manutenção devido à falta de capacidade para assegurar a realização deste trabalho tendo-se, como acumulado cerca de 2,5 milhões de toneladas de sedimentos.
Com a dragagem de emergência, adianta o jornal, espera-se que voltem a escalar o porto da Beira navios com capacidade entre 25 e 30 mil toneladas. (macauhub)
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Cabo Verde/Empresa portuária à procura de investidores chineses para projecto de 324 milhões de dólares
O objectivo do projecto "Porto Grande do Mindelo: Plataforma Internacional no Atlântico Central", segundo informação recentemente disponibilizada pela Enapor a potenciais investidores na China, é que 100 por cento do capital seja de origem privada, embora se admita um modelo de investimento misto.
O modelo de operação pode passar por uma parceria público-privada (PPP), por um contrato de concessão das infra-estruturas ou por um acordo do género B.O.T. (Build, Operate, Transfer), em que no final de um período determinado, que serve para o investidor recuperar o seu
investimento, as infra-estruturas revertem para o domínio público.
Em Cabo Verde, um passo inicial para o projecto já foi dado, com o lançamento do concurso público para elaboração do estudo de viabilidade económico-financeira do Acesso Norte e da solidez financeira da Administração do Porto Grande, promotor do projecto.
A Enapor recebe as propostas até ao dia 14 de Janeiro, segundo informação divulgada pela empresa pública.
O projecto prevê um investimento total de 324,55 milhões de dólares, repartido por três fases, a mais importante das quais é a primeira, com um investimento avaliado em 150,76 milhões de dólares.
Nesta primeira fase, prevê-se uma movimentação anual de cerca de 150 mil TEU, dos quais 130 mil em transbordo e o resto repartido por operações de importação e exportação.
A movimentação de cargas deverá crescer para 390 mil TEU na segunda fase e para 1.000 mil TEU na última, de acordo com as estimativas apresentadas pela Enapor.
Dotado das melhores infra-estruturas portuárias do país, o Porto Grande dispõe de um cais de pesca, armazéns frigoríficos com capacidade de 6.000 toneladas, além de um terminal de cabotagem, para carga de mercadorias e de passageiros, com 230 metros de perímetro de acostagem e uma rampa "roll-on/roll off".
Aos investidores, a Enapor "acena" com a capacidade logística e tarifas competitivas, além da localização geográfica e condições naturais, que tornam São Vicente capaz de transformar-se numa "plataforma marítima" para os transportadores e pescas.
Os portos do arquipélago "têm sido uma plataforma ideal para muitos tipos de navios que procuram apoio logístico: abastecimento, transbordo de pescas, troca de tripulações e reparações navais", e o tráfego tem vindo a aumentar, em particular para a África Ocidental, refere a Enapor.
Até ao primeiro semestre de 2008, o total de mercadorias movimentadas nos portos cabo-verdianos cresceu 16,6 por cento (158.569 toneladas), para 1,089 milhões de toneladas.
O número de navios a escalar ao arquipélago cresceu 6 por cento, e o tráfego de passageiros subiu 5,1 por cento, para 316.518.
Paralelamente, continuam contactos entre as autoridades cabo-verdianas e a chinesas, tendo em vista o processo de privatização e de recuperação dos Estaleiros navais de Cabo Verde, que poderão vir a ser usados como base de reparação para 300 barcos Chineses que operam na região,
fazendo da ilha de São Vicente uma base de processamento de pescado.
No passado dia 24 de Dezembro, segundo a agência Inforpress, uma delegação da CNFC, grupo chinês de promoção da pesca, agricultura, comércio e indústria, visitou a Cabnave, que está em processo
de avaliação, e foi recebida ainda pela presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Isaura Gomes.
Para o presidente da CNFC, Liu Shen Li, tratou-se de uma "visita de estudo profundo das condições das instalações da Cabnave, para favorecer a nossa cooperação".
O presidente da Cabo Verde Investimentos (CVI), Alexandre Fortes, salientou tratar-se da "primeira vez que vem a Cabo Verde o presidente do grupo, que é o maior grupo agrícola, de pesca e veterinária da china com 40 barcos de pesca", o que constitui "um passo a mais na concretização do processo da reestruturação da Cabnave", anotou.
Segundo o jornal local Expresso das Ilhas, com o presidente da CNFC viajou Wu Xiang Feng, vice-presidenteda China Agricultural Development Group Corporation (CADGC), que engloba um grupo de empresas responsáveis pela promoção e desenvolvimento da agricultura, indústria, comércio e pesca do governo chinês, tendo ambos sido acompanhados pelo embaixador da China em Cabo Verde, Wu Yuan Shan, e pelo presidente da CVI.(macauhub)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Moçambique/Portos da África do Sul estão a perder negócio para o de Maputo
Sturrock disse que o volume de mercadorias que passa por Maputo, na sua maior parte provenientes ou em direcção à África do Sul, tem vindo a crescer de forma substancial, nomeadamente carga em contentores, carvão, sucata metálica para exportação e derivados do açúcar provenientes da Suazilândia.
Andrew Sturrock adiantou que o porto de Maputo funciona melhor dado ter sido parcialmente privatizado e acrescentou "todos sabem que quando um negócio é gerido por privados a burocracia diminui e as decisões são melhores e tomadas mais rapidamente".
O porto de Maputo é gerido por um consórcio constituído pelos grupos Grindrod e Dubai Ports World, com 51 por cento, estando os restantes 49 por cento nas mãos do governo de Moçambique.
Mas outros responsáveis empresariais sul-africanos não partilham das opiniões de Sturrock.
Dave Rennie, director executivo da Grindrod Freight Services, disse ser sua opinião que Maputo é apenas um porto complementar aos portos sul-africanos e parte de uma rede que serve a regiao.
"Eu não o descreveria como um concorrente directo dos portos sul-africanos", disse Rennie, para acrescentar que Maputo está muito bem situado para servir o interior e está ligado por estrada e por caminho-de-ferro com a África do Sul, Zimbabwe e Suazilândia. (macauhub)
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
São Tomé e Príncipe planeia investir mil milhões de dólares em portos e aeroporto
Benjamim Vera Cruz encontrou-se terça-feira com os responsáveis da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN), tendo depois visitado o Centro de Formação Profissional da Indústria de Construção Civil e Obras Públicas do Norte (CICCOPN), onde se reuniu com 24 formandos do seu país que ali frequentam cursos técnicos.
Em declarações à agência noticiosa portuguesa Lusa, o ministro disse que os três projectos - um porto de águas profundas, equipado com terminal de contentores, um porto logístico de apoio às plataformas petrolíferas no Golfo da Guiné e um novo aeroporto - são necessários porque "o que existe não responde às normas internacionais”.
“Tudo leva a crer”, adiantou o ministro são-tomense, que as obras do primeiro daqueles portos comecem “no primeiro semestre de 2010”.
O governo são-tomense acredita que, “com estas infraestruturas, estarão criadas as bases para mobilizar outros investimentos” e tirar o melhor partido da localização geográfica do país, no golfo da Guiné. (macauhub)
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Dentro de oito anos São Tomé terá um porto de águas profundas
São Tomé, São Tomé e Príncipe, 4 agosto 2008 - O governo de São Tomé e Príncipe assinou sexta-feira com a empresa francesa Terminal Link, subsidiária do grupo CMA CGM, um contrato para a construção de um porto em águas profundas.
O ministro das Infra-Estruturas sã-tomense, Benjamim Vera Cruz, e o vice-presidente executivo do grupo CMA CGM, Farid Salem, assinaram o contrato para a construção, desenvolvimento e exploração do terminal de contentores, que ficará situado em Fernão Dias, 10 quilómetros a norte da capital
Com este acordo, a subsidiária da CMA CGM (Compagnie Maritime d’Affrètement/Compagnie Générale Maritime), a terceira operadora mundial de contentores, que acumula um capital social de 11.000 milhões de dólares, vai desenvolver os estudos de viabilidade técnica e de impacte ambiental ao longo dos próximos dois a quatro anos.
A empresa francesa vai necessitar ainda de mais quatro anos para a conclusão do projecto, com um custo avaliado em 400 milhões de dólares, totalmente financiado por privados.
O porto de águas profundas vai transformar o arquipélago de São Tomé e Príncipe no centro de redistribuição de contentores de grande porte para a sub-região da África Central e Ocidental.
O futuro porto de águas profundas de Fernão Dias terá uma superfície de 80 hectares, sendo 40 em terra e outros 40 no mar. (macauhub)