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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Timor-Leste/Governo de Timor-Leste aprova doação a Portugal de dois milhões de euros/Governu Timor-Leste aprova doasaun ba Portugal hamutuk euro millaun rua



11 de Agosto de 2016, SAPO Notícias http://noticias.sapo.tl/portugues (Timor-Leste)

O Conselho de Ministros de Timor-Leste aprovou na quarta-feira a doação de dois milhões de euros a Portugal para apoio no combate aos incêndios que atingem o país e ajuda às vítimas, informou o governo timorense.

Em comunicado, o governo de Timor-Leste precisa que 1.250.000 euros se destinam “a apoiar as autoridades portuguesas no combate aos incêndios” e 750.000 euros “são para socorro directo às populações afectadas”.

O primeiro-ministro timorense, Rui Maria de Araújo, convocou a reunião extraordinária do

terça-feira, 28 de junho de 2016

Portugal/Many Thanks to the English Working Class



26 junho 2016, Jornal de Negócios http://www.jornaldenegocios.pt (Portugal)

João Rodrigues

Peço desculpa ao leitor pelo título em inglês. Sei bem que o inglês e os anglicismos são uma praga evitável. Trata-se apenas de uma singela homenagem à maioria do povo britânico, que teve a coragem de votar pela mudança no referendo à União Europeia (UE).

Uma homenagem aos mais velhos, aos mais pobres, às classes trabalhadoras, aos de baixo. É que não é preciso ser instruído para dar uma lição. E que lição esta, a que foi dada às elites políticas, económico-financeiras, aos de cima, numa sociedade causticada pela polarização social e regional, feita de vencedores e de vencidos da globalização neoliberal, o outro nome da UE realmente existente neste

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/Putin ordena excluir el dólar del comercio interno de Rusia

28 octubre 2015, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

El presidente ruso, Vladímir Putin, ha ordenado prohibir el uso del dólar estadounidense como moneda de pago en el sector petrolero de la Federación de Rusia.

"Me gustaría hablar de un tema crucial en el desarrollo de la industria energética y la economía en conjunto. Se trata de la necesidad de detener el uso de moneda extranjera en el comercio interior", declaró el martes Putin ante la Comisión Presidencial de Combustibles y Energía, informa RT.

“En los puertos rusos (…), las tarifas por el envío de productos petroleros y de crudo, o bien se fijan directamente en dólares estadounidenses, o se denominan en dólares estadounidenses en los sistemas de comercio electrónico, prácticamente en tiempo real. Ni que decir tiene que esto es inaceptable.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O EURO E O DESEMPREGO EM PORTUGAL

17 agosto 2015, Resistir.info http://resistir.info resistir.info (Portugal)

por Manuel Brotas [1]

Com o euro o país subiu para um novo patamar estrutural de desemprego. E dentro do euro não tem nem os meios nem as possibilidades de vir a descer dele.

Oficialmente, em Portugal, a taxa de desemprego em junho era de 12,4%. Na União Europeia era de 9,6% e na zona euro de 11,1%. Mas o cálculo é muito restritivo. Por exemplo, basta que alguém tenha trabalhado uma hora na semana de referência do inquérito para ser logo considerado empregado. A taxa oficial de desemprego, por conseguinte, não é uma boa medida do desaproveitamento da força de trabalho na sociedade.

Se considerássemos os subempregados (que trabalham menos do que gostariam), os inativos desencorajados (que querem mas já não procuraram trabalho) ou temporariamente indisponíveis, os desempregados ocupados em cursos de formação ou programas governamentais, os que se viram obrigados a emigrar para ganhar a vida, a verdadeira taxa de desemprego em Portugal seria muitíssimo maior (mais do dobro da oficial, se os emigrados cá ficassem).

O crescimento demográfico aumenta a oferta de trabalho, mas as sociedades europeias, muito especialmente a portuguesa, estão muito envelhecidas, geralmente com taxas de fecundidade longe de assegurar sequer a reposição da população. Na verdade, é a imigração que atenua a tendência longa das sociedades europeias para a extinção! São massas humanas dos países subdesenvolvidos, despojadas das suas condições e modos tradicionais de vida, destruídos pela globalização capitalista e as guerras incentivadas pelo imperialismo, que se lançam, através ou à margem dos circuitos legais da imigração, em busca de sobrevivência e de uma vida melhor nos países europeus, para que o grande capital possa afinal aproveitar e explorar, simultaneamente lá e cá, essa força de trabalho mais barata e disponível. Ainda recentemente, no mês de abril, morreram mais de mil e duzentas pessoas, incluindo dezenas de crianças, em trágicos naufrágios de

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

BRICS, БРИКС/Finanças globais: a China bate à porta

7 agosto 2015, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Antonio Martins, Outras Palavras

Pequim quer converter sua moeda, o Yuan, num rival para o dólar. Isso sacudiria a ordem financeira e geopolítica mundial  

Foi um empate. Pressionado há meses pela China, para que dê ao yuan status semelhante ao do dólar, euro, libra (inglesa) e iene (japonês), o Fundo Monetário Internacional (FMI) adiou a decisão. Por ora, a divisa chinesa não fará parte da cesta de moedas em que se baseiam os Direitos Especiais de Saque (SDR, em inglês), a principal referência monetária adotada pelo Fundo. Mas ao anunciar a decisão, o Comitê Executivo do Fundo decidiu, ao mesmo tempo, antecipar para 2016 uma nova reunião que decidirá sobre a composição dos SDR. Em condições normais, ela só ocorreria em 2022.

Está em jogo é muito mais que um reconhecimento formal. A importância do yuan como moeda internacional cresce aceleradamente desde 2009, quando a Pequim decidiu empenhar-se empenhar-se nesse sentido. À época, a China já era a segunda maior economia do mundo (ultrapassou os EUA em 2014, segundo certos critérios), mas o uso do yuan era residual.

Reprodução
A ação de Pequim mudou rapidamente o cenário. Hoje, 22% das transações comerciais da China são feitas em sua própria moeda. Como o comércio exterior chinês é o maior do mundo, o yuan

sábado, 8 de agosto de 2015

CINCO LIÇÕES E UMA CONCLUSÃO ACERCA DO CASO SYRIZA

4 agosto 2015, Diario Liberdade http://www.diarioliberdade.org (Galiza)


Os Estados Unidos da Europa 
capitalista, nunca existirão. 
V.I. Lenine

Deixai, o vós que entrais, toda a esperança
Estas palavras eu vi em letreiro escuro
Por cima de uma porta escrito.

A Divina Comédia, Dante, canto III, 3


1ª LIÇÃO – As Regras ou o poder do iníquo e do absurdo 

Contra o povo grego argumentou-se com "as regras". É uma dogmática anti humanista, que ataca tudo o que de progressista se afirmou na Europa desde há séculos – não apenas na UE. Mas é uma mentira, a regra única que substitui todas as outras é adotar o que sirva aos sectores financos dominantes.

As regras foram violadas nos "planos de resgate", para salvar os bancos. O BCE deixou os juros subirem descontroladamente em nome do "mercado", mas em nome do mercado a UE devia ter deixado falir bancos fraudulentos e atulhados em produtos financeiramente tóxicos. Ao contrário esses prejuízos foram passados para os Estados promovendo o seu endividamento.

A UE viola as regras com o quantitative easing de 60 mil milhões de euros mensais aos bancos; viola ao autorizar o resgate de bancos privados com dinheiros públicos, mas é necessária autorização para recapitalizar empresas públicas. Violam-se regras ao deixarem sem liquidez os bancos gregos. Violam-se regras quando decisões são tomadas pelo Eurogrupo uma entidade sem existência formal, que decide à revelia da Comissão, do Concelho, do Parlamento. As regras destinam-se a que os povos deixem de democraticamente decidir as políticas dos seus países, não tenham poder sobre os seus orçamentos e a democracia seja subvertida com argumentos para satisfazer a finança.

2ª LIÇÃO – Democracia e Soberania ou o totalitarismo do poder hegemónico 

"O governo grego prestou um mau serviço à causa europeia (?) ao tentar criar a ideia que poderia usar a democracia nacional contra a UE" (!!), diz um "europeísta" que "não há festa nem festança a que não seja chamado". 
[1] Os princípios da soberania, as garantias de liberdade e democracia previstos nas Constituições perdem-se. A democracia, passa a um formalismo sem conteúdo real,

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Grécia/EL DIKTADO DE ALEMANIA

Nº: 238   Agosto  2015, Le Monde Diplomatique EDITORIAL http://www.monde-diplomatique.es (España)

Ignacio Ramonet

Sólo en las películas de terror se ven escenas tan sádicas como las que vimos el 13 de julio pasado en Bruselas, cuando el primer ministro griego Alexis Tsipras – herido, derrotado, humillado– tuvo que acatar en público, cabizbajo, el diktado de la canciller de Alemania, Angela Merkel, renunciando así a su programa de liberación por el cual fue elegido, y el cual precisamente acababa de ser ratificado por su pueblo mediante referéndum.

Exhibido por los vencedores como un trofeo ante las cámaras del mundo, el pobre Tsipras tuvo que tragarse su orgullo y tragar también tantos sapos y culebras que el propio semanario alemán Der Spiegel, compadecido, calificó la lista de sacrificios impuestos al pueblo griego de “catálogo de horrores”...

Cuando la humillación del líder de un país alcanza niveles tan espeluznantes, la imagen se queda en la historia para aleccionar a las generaciones venideras, incitadas a no aceptar nunca más un trato semejante. Así han llegado hasta nosotros expresiones como “pasar por las horcas caudinas” (1) o el célebre “paseo de Canossa” (2). Lo del 13 de julio fue tan enorme y tan absolutamente irreal que quizás este día también será recordado en el futuro de Europa como el día del “diktado de Alemania”.

La gran lección de ese escarnio es que se ha perdido definitivamente el control ciudadano con respecto a una serie de decisiones que determinan la vida de la gente en el marco de la Unión Europea (UE) y, sobre todo, en el

quinta-feira, 30 de julho de 2015

LIÇÕES GREGAS

30 julho 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

– A austeridade (Brasilː arrôcho) não é apenas um modelo de política económica, nem sequer conjuntural: ela é um novo regime político e social, uma nova ordem.

Por Manuel Loff*

Um governo legítimo de um Estado-membro da UE que usa do euro como moeda, pergunta aos cidadãos se estão de acordo com as medidas que os seus parceiros lhes queriam impor. Uma maioria muito ampla de cidadãos, superando amplamente a base política que elegeu o governo, disse não. Dias depois, o mesmo governo disse-se ter visto obrigado a assinar um acordo que o obrigava a contradizer o essencial do seu compromisso eleitoral. Que lições podemos tirar? 

1. A austeridade (
arrôcho) eurocrática adotou-se, mantém-se e impõe-se contra a democracia. Concebida como uma nova ordem económica anti-social, pensada desde o horror a todas as políticas promotoras da igualdade ou da simples distribuição da riqueza por via fiscal para garantir um mínimo de coesão social (a ilusão de que o Estado de Bem Estar poderia, um dia, humanizaro capitalismo ), a austeridade (arrôcho) não é simplesmente a opção de governos nacionais, no âmbito de uma soberania económica que já não lhes resta. É, na prática, uma imposição europeia (Comissão, BCE, a Alemanha e os seus aliados), adotada num plano supranacional sem qualquer controlo democrático minimamente

sábado, 11 de julho de 2015

A OPERAÇÃO EM CURSO – NOME DE CÓDIGO: GRÉCIA

9 julho 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Daniel Vaz de Carvalho

"Perdoai as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores",
Mateus 6.12, da mais importante oração cristã, de que a Europa se reivindica.
 O Pai Nosso na Igreja Primitiva.

1 – No passado domingo a agressão sofreu uma derrota 
O domínio da alta finança através da hegemonia alemã, depara com crescente resistência dos povos que não se conformam com a subserviência de governos colaboracionistas e falsos tratados que põem em causa a soberania e a democracia. A expressiva vitória do NÃO no referendo grego, só pode servir para prosseguir e reforçar a luta, contudo não vai fazer parar a agressão. Passada a primeira a surpresa e ao contrário do que a propaganda e a chantagem fariam prever, a ditadura financeira mascarada de "europeísmo" recompõe-se e prossegue a ofensiva.

A direita perdeu por momentos a sua farronca, insistindo na "intransigência" grega", nas culpas dos "gregos", quando afinal a situação do país se deve precisamente ao fracasso das políticas que a direita defende e quer que continuem. Seria fastidioso desmontar a sua argumentação de tal forma se se refugia na mentira, no obscurantismo, no intelectualmente indigente perante as evidências. Os partidos "socialistas" que antes se remetiam a uma ambiguidade cúmplice, colocando no mesmo nível agressores e agredidos, apelam agora à benevolência das "instituições". Como se o capitalista – nesta condição - não colocasse o capital no lugar do coração (Marx).

A comparação do que se passa na UE com o fascismo, o neofascismo, não é despicienda. Já foi referido que a troika estava a fazer na Grécia o que a ditadura dos coronéis não tinha conseguido. Em Portugal e em Espanha o totalitarismo da UE

segunda-feira, 8 de junho de 2015

BRICS, БРИКС/BANCO DOS BRICS ENTERRA UMA ERA

4 junho 2015, http://www.conversaafiada.com.br (Brasil)

O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:
Quem mandou os EUA trancarem a porta do FMI?



Em julho de 1944, quando os destinos da 2a. Guerra Mundial já estavam definidos, uma conferência internacional – essencialmente ocidental – criou as duas instituições que, durante mais de meio século, tiveram a hegemonia da relações monetárias e das condições de cooperação financeira entre os países do mundo.

Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial (então, Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento) foram ferramentas importantíssimas na implantação do domínio econômico da potência vencedora – os EUA – sobre a face da Terra e o nascedouro do padrão-dólar nas relações cambiais, dando um indescritível poder a quem o emitia, pois passou não apenas a ser a referência de valor das moedas como, cruelmente, passou a ser mundialmente entesourado, permitindo a emissão de moeda sem o efeito inflacionário que isso traz: a moeda que não circula não  gera inflação, obvio

A Europa, em frangalhos, pendurou-se na hegemonia norte-americana e, na economia – ao contrário do que ocorreria na política, meses depois, na Conferência de Yalta – o mundo tornou-se unipolar. A tentativa de escapar dela, pela Europa, primeiro através do Mercado Comum Europeu e, depois, pela unificação monetária no Euro, levou 50 anos, e deu uma sobrevida à decadente economia do Velho Continente que, se não podia mais projetar-se globalmente, como na primeira metade do século 20, ao menos conseguiu – aos trancos e barrancos e

quinta-feira, 5 de março de 2015

EL YUAN, SEGUNDA MONEDA DE COMERCIO INTERNACIONAL

2 marzo 2015, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


El comercio internacional en el mundo opera a través de crédito documentario. Históricamente las  monedas líderes de las cartas de créditos fueron el dólar, el euro  y el yen; y el yuan estuvo en cuarto lugar hasta enero del 2012 cuando comenzó a moverse hacia arriba, desplazando primero al yen y luego al Euro como la segunda moneda en la que se confirman más cartas de crédito.  El auge del yuan dista de ser una amenaza para el dólar pero si lo ha sido para el yen y el euro, que verán en el futuro comercio asiático más volumen en la moneda china.  En enero del año 2012, los créditos documentarios en yuanes pesaban el 1.89% del total emitido medidos en valor.  Los yenes pesaban 1.94% y los euros 7.87%.  La moneda líder, el dólar, pesaba 84.96%.  Tres años más tarde  el descenso del dólar a 79.23% ha tenido como contrapartida el aumento del comercio internacional en créditos en yuanes a 9.43%, desplazando al Euro que bajó a 6.74% y al yen que descendió a 1,55% del total del valor de créditos documentarios.

Lo significativo de este auge es la velocidad con la que pasó de 1.89% a 9.43% del total de crédito de comercio en el mundo.  En apenas tres años la participación del comercio con crédito en yuanes se

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Portugal/A SITUAÇÃO SOCIOECONÓMICA NACIONAL E A PROPOSTA DE ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2015

9 dezembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

A proposta de Orçamento de Estado para 2015 continua a política da Troika, onerando os trabalhadores para beneficiar o capital. Contribuindo para manter uma política de austeridade que visa restaurar as condições de rentabilidade do capital, acentuando a exploração de trabalho. O orçamento e demais leis associadas contribuem assim para operar uma enorme transferência de rendimento do trabalho para o capital, como se fosse uma política redistributiva invertida.

A austeridade, a política de austeridade, tem um cunho claro de classe. A austeridade visa restaurar as condições de rentabilidade do capital, sobretudo acentuando a exploração do trabalho e criando as condições necessárias à regeneração do próprio capital.

A austeridade é um instrumento de transferência de rendimento do trabalho para o capital, de expropriação do trabalhador, assegurando uma

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

BRICS, БРИКС/“PRÓXIMO PASSO É CRIAÇÃO DE UMA MOEDA COMUM PARA OS BRICS”

28 outubro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

BRICS Business Magazine

Diretor-geral da Corporação de Pesquisa e Produção Uralvagonzavod, Oleg Sienko fala sobre como a Rússia pode trabalhar com os seus parceiros do Brics para resolver problemas estruturais e até que ponto as sanções ocidentais colocaram a economia russa em uma situação difícil.

Brics Business Magazine: No final de setembro, o Banco Mundial publicou três cenários de médio prazo para o desenvolvimento econômico da Rússia. O melhor deles prevê baixo crescimento do PIB nos próximos anos. Entre outras coisas, os especialistas do banco apontam que não será possível obter uma maior aceleração do crescimento econômico simplesmente a mantendo a atual política de estímulo fiscal. Você concorda com essas conclusões? Como você avalia a situação atual da economia russa?

Oleg Sienko: Está longe de ser uma questão simples. Já ficou claro que

domingo, 12 de outubro de 2014

Uruguay/¿MONTEVIDEO, LA CAPITAL LATINOAMERICANA DEL YUAN?

7 octubre 2014, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


El cierre de los canales de crédito internacional (credit crunch), como efecto de quiebras bancarias masivas en Estados Unidos, luego del desplome de Lehman Brothers en septiembre de 2008, llevó a los inversionistas, en un primer momento, a buscar refugio en el dólar, la moneda hegemónica del sistema monetario internacional. Ello precipitó la caída de las monedas nacionales en relación a la divisa estadounidense y disminuyó los saldos superavitarios de las cuentas corriente de las economías de la periferia observados a partir de 2002. Los flujos de mercancías de origen primario (materias primas) y secundario (manufacturas y productos industriales) se vinieron abajo, afectados sobre todo por la reducción de los precios, más que por la disminución del volumen exportado. De otro lado, la resistencia del Congreso estadounidense ha mantenido congelada la implementación de los acuerdos alcanzados por el grupo de los 20 (G-20) para reformar el sistema de representación del Fondo Monetario Internacional (FMI), actualmente bajo la dominación aplastante del grupo de los 7 (G-7). Por esa razón, China se orienta cada vez más a utilizar su moneda para de un lado, reducir los efectos negativos del derecho de señoreaje  del dólar sobre los flujos globales de capital y de otro lado, construir de manera progresiva, un sistema monetario multipolar.

Para ello, el gobierno chino puso en marcha un plan global con tres estrategias clave. En primer lugar, ha impulsado la firma de swaps cambiarios bilaterales (permutas de cobertura de divisas) con otros bancos centrales. El objetivo consiste en proteger los flujos de comercio e inversión mediante la provisión de moneda extranjera a los sectores público y privado. Así, desde 2009 China ha concretado la firma de swapscambiarios bilaterales con más de veinte bancos centrales. Fuera del continente asiático, destacan los acuerdos con el Banco de Inglaterra por 32 mil 600 millones de dólares y el Banco Central Europeo (BCE) por 57 mil millones de dólares. Rusia e India también firmarán los propios, ambos países integrantes del BRICS (acrónimo de Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica).

En cuanto a América Latina, cuyo comercio con China creció 18 por ciento anualmente durante la última década, Brasil y Argentina cuentan ya con swaps cambiarios por 30 mil y 11 mil millones de dólares respectivamente. Así, la diplomacia del Banco Popular de China ha creado un mercado global del yuan en rápido crecimiento que suma ya más de 4 billones (castellanos) de dólares. En segundo lugar, a través de la Plataforma de Negociación de Divisas (CFETS, por sus siglas en inglés), Pekín ha establecido en los dos últimos años centros de liquidación directa en el exterior para facilitar el uso del yuan.

Las ventajas de tales proyectos incluyen cruzar de manera directa las divisas, reducir los costos de conversión, facilitar el uso de las monedas nacionales en los acuerdos bilaterales y finalmente, promover la cooperación financiera y económica.

Bajo este esquema piloto, el ringgit malayo, el rublo ruso, el yen japonés, el dólar australiano, el dólar neozelandés, y más recientemente, la libra esterlina y el euro, realizan operaciones en directo con la “moneda del pueblo” (renminbi). Y en tercer lugar, a través del Programa Chino de Inversores Institucionales Extranjeros Calificados en Renminbi (RQFII, por sus siglas en inglés), que permite a las empresas de las ciudades elegidas por China (Londres, París y Fráncfort en la Unión Europea, y Hong Kong, Singapur, Seúl y Taiwán en el continente asiático hasta ahora) invertir en los mercados valores y adquirir activos financieros denominados en yuanes, mediante cuotas adjudicadas por el regulador bursátil.

No hay duda de que el empuje principal de China para avanzar en la internacionalización de su moneda radica en su fuerza comercial. China es hoy el primer exportador mundial de mercancías y el segundo mayor importador. Previsiblemente, la mitad del comercio exterior de China será facturado en yuanes en un plazo no mayor a quince años. Asimismo, se perfila como el primer socio comercial de América Latina en los próximos años y desplaza de modo gradual la posición económica de Estados Unidos en diversas zonas. En este sentido, todo parece indicar que la relación entre ambas regiones dará un salto cualitativo a través del impulso al renminbi en el plano regional.

Recientemente, se llevó a cabo la VIII Cumbre China-Latinoamérica y el Caribe en la ciudad de Changsha bajo el auspicio del Banco Interamericano de Desarrollo (BID), el Banco Popular de China, el Consejo Chino para la Promoción del Comercio Internacional y el gobierno de la provincia de Hunan. El encuentro logró reunir a centenares de ejecutivos de empresas y funcionarios de alto nivel a fin de discutir los términos de la relación económica. Sorpresivamente, el ministro de Economía y Finanzas de Uruguay, Mario Bergara, manifestó su interés de convertir a Montevideo en la primera capital latinoamericana especializada en el comercio en yuanes. Para llegar a ser la capital del yuan en América Latina, Montevideo deberá profundizar la cooperación bilateral en materia financiera con China a la brevedad, ya sea mediante la firma de un swap cambiario bilateral, el comienzo de los trámites correspondientes para emitir bonos denominados en yuanes (los famosos bonos “Dim Sum”), realizar inversiones transfronterizas mediante el programa RQFII, o bien convertirse en centro de liquidación directa tal y como ya lo han hecho varias ciudades europeas y asiáticas. En suma, aunque el yuan todavía tiene un largo camino por recorrer antes de convertirse en moneda de reserva, avanza de manera acelerada y América Latina podría ejercer, a través de Uruguay, un papel protagónico en dicho esfuerzo.

*Ariel Noyola Rodríguez: Miembro del Observatorio Económico de América Latina del Instituto de Investigaciones Económicas de la Universidad Nacional Autónoma de México. Columnista de la revista Contralínea (México) y colaborador de laRed Voltaire (Francia).

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

DRAGUI, OU O FRACASSO DA EUROPA

10 setembro 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Juan Torres López

Quando há pouco mais de dois anos Mario Dragui acabou com a especulação que fazia subir tão perigosamente o prémio de risco de vários países europeus, dentre eles a Espanha, foi aclamado como um herói ao conseguir travá-la com uma simples frase:  "Farei o que for necessário para salvar o euro, e será suficiente". Escrevi neste mesmo diário que em lugar de aplauso merecia ser processado porque acabava de demonstrar que o Banco Central Europeu podia ter evitado o custo financeiro tão impressionante que se estava a gerar para os governos e que toda a Europa se encaminhasse de novo para a recessão e a crise ( Dragui debe ser procesado ).

Agora torna a passar-se praticamente o mesmo. Aplaudem Dragui e o BCE por ser valente e colocar as taxas de juro num nível histórico, supondo que assim vão facilitar que o crédito flua finalmente às empresas e que isso permita levantar a economia europeia. Mas mais uma vez se vão equivocar aqueles que tenham a ingenuidade de acreditar que as coisas vão ser assim.

Na realidade, esta medida in extremis do BCE é a manifestação palpável do seu fracasso e o de toda a Troika na hora de

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Portugal∕NOTÍCIAS DO MEU PAÍS*



31 agosto 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


A televisão mudou enquanto documento quotidiano da realidade portuguesa. Houve um tempo nada distante em que os telenoticiários vinham informar-nos quase dia após dia de novos encerramentos de empresas, desemprego, filas à porta dos serviços públicos, despejos, desesperos. Mas agora o quadro televisivo sugere inversão de caminho: menos desemprego, muitos portugueses nas praias, o turismo tão animado que até grupos de saudáveis turistas se aplicam a agredir homens da GNR. E festas «populares» por todo o lado com acordeões, música da área pimba e meninas de calções muito curtinhos, esperemos que bem pagas. Como de costume, não se trata de noticiar. Trata-se de entreter, enquanto o governo prepara novo avanço na política de desastre.

Já lá vão os tempos em que se pediam notícias do país ao vento que então passava. Agora há duas enormes diferenças em relação a

domingo, 20 de julho de 2014

SANÇÕES, AVIÕES DE PASSAGEIROS... E “DOUTRINA WOLFOWITZ”

18 julho 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

*Paul Craig Roberts − Institute for Political Economy
17/7/2014, Sanctions and Airliners

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

As sanções unilaterais impostas pelos EUA e anunciadas por Obama dia 16/7/2014 (ver acima, em inglês), bloqueando o acesso a financiamentos bancários de empresas russas de armas e energia, comprovam a impotência de Washington. O resto do mundo, incluindo duas das maiores associações comerciais dos EUA, já deram as costas a Obama.

A Câmara de Comércio dos EUA e a Associação Nacional de Fabricantes [orig. National Association of Manufacturers] fez publicar anúncios nas páginas do New York Times, Wall Street Journal e World Report protestando contra as sanções inventadas pelos EUA. A Associação Nacional de Fabricantes disse que (...) estamos desapontados com os EUA, por ampliarem sanções unilaterais de modo que muito prejudica a posição comercial dos EUA no mundo.

Bloomberg noticia que (...) reunidos em Bruxelas, líderes da União Europeia recusaram-se a acompanhar as medidas impostas por EUA.

Na tentativa de isolar a Rússia, o Doido da Casa Branca isolou Washington.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

PORTUGAL É O PAÍS QUE MAIS DINHEIRO DEVE AO FMI EM TODO O MUNDO

22 maio 2014, Página Global http://paginaglobal.blogspot.com (Portugal)

Luís Reis Ribeiro, Dinheiro Vivo

As instituições da troika têm, nas últimas semanas, sinalizado algumas dúvidas e preocupações sobre a capacidade de Portugal vir a crescer bem no futuro e conseguir pagar a dívida oficial. Um dos elementos da missão externa, o Fundo Monetário Internacional (FMI), tem algumas razões de peso: Portugal é a sua maior operação em termos mundiais.

Até agora, o país deve 25,9 mil milhões de euros. Quando vier a última tranche (final de Junho) ficará a dever 26,8 mil milhões de euros. Será ultrapassado por pouco pela Grécia, mas apenas

terça-feira, 6 de maio de 2014

Portugal/"EM DEFESA DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL"

6 maio 2014, Resistir.info http://www. resistir.info (Portugal)


O novo livro do Prof. João Ferreira do Amaral, "Em defesa da independência nacional", pode ser adquirido aqui . http://www.wook.pt/ficha/em-defesa-da-independencia-nacional/a/id/15677384

"A nossa soberania, perdida apenas durante o domínio filipino, está outra vez em perigo. Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional; ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa-Bragança. São exemplos menores de um mal maior. Ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam. O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB. 

Hoje ameaça-nos uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por

Portugal/UMA SAÍDA NÃO LIMPA COM O PAÍS MAIS ENDIVIDADO E DEPENDENTE DOS CREDORES, E O FUTURO DOS PORTUGUESES AINDA MAIS CONDICIONADO

3 maio 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)

Eugénio Rosa

O governo PSD/CDS, a “troika” e os seus defensores têm desenvolvido uma gigantesca operação de manipulação e de engano da opinião pública procurando fazer crer que a situação actual do país é muito melhor do que aquela que existia quando tomaram conta do poder. Falam mesmo de uma “saída limpa” procurando levar a opinião pública a pensar que agora o país está liberto dos obstáculos que, no passado, impediam o seu crescimento económico e desenvolvimento. A realidade é muito diferente.

A “saída limpa” de que tanto falam o governo e os seus defensores na sua propaganda não é outra coisa que um Estado (Central, Regional e Local) mais endividado, mais dependente e amordaçado aos interesses dos credores, principalmente grandes grupos financeiros.