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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Could the Yuan Supplant the US Dollar?/Может ли юань занять место доллара США?



29.05.2016, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia),
Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)



Many believe that the US dollar and the Chinese yuan could soon be engaged in a fierce battle for top honors in the world of international finance.

However, John Williams, the chairman of the Federal Reserve Bank (FRB) of San Francisco, stated on May 10 that the yuan could not edge out the dollar as the primary global reserve currency. And I am inclined to think that this banker is correct.

The transformation of the yuan into an official reserve currency
Last fall the International Monetary Fund made a very welcome decision for Beijing when it added the yuan to what is called the SDR basket (SDR – Special Drawing Rights, a supranational currency issued by the IMF in limited quantities). This means that the yuan now has the status of

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

BRICS, БРИКС/Finanças globais: a China bate à porta

7 agosto 2015, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Antonio Martins, Outras Palavras

Pequim quer converter sua moeda, o Yuan, num rival para o dólar. Isso sacudiria a ordem financeira e geopolítica mundial  

Foi um empate. Pressionado há meses pela China, para que dê ao yuan status semelhante ao do dólar, euro, libra (inglesa) e iene (japonês), o Fundo Monetário Internacional (FMI) adiou a decisão. Por ora, a divisa chinesa não fará parte da cesta de moedas em que se baseiam os Direitos Especiais de Saque (SDR, em inglês), a principal referência monetária adotada pelo Fundo. Mas ao anunciar a decisão, o Comitê Executivo do Fundo decidiu, ao mesmo tempo, antecipar para 2016 uma nova reunião que decidirá sobre a composição dos SDR. Em condições normais, ela só ocorreria em 2022.

Está em jogo é muito mais que um reconhecimento formal. A importância do yuan como moeda internacional cresce aceleradamente desde 2009, quando a Pequim decidiu empenhar-se empenhar-se nesse sentido. À época, a China já era a segunda maior economia do mundo (ultrapassou os EUA em 2014, segundo certos critérios), mas o uso do yuan era residual.

Reprodução
A ação de Pequim mudou rapidamente o cenário. Hoje, 22% das transações comerciais da China são feitas em sua própria moeda. Como o comércio exterior chinês é o maior do mundo, o yuan

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

China e Angola assinam acordo para aceitação mútua das moedas nacionais

5 agosto 2015, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Angola assinou um acordo monetário com a China ao abrigo do qual as moedas nacionais passam a ser aceites em ambos os países, anunciou segunda-feira em Luanda a ministra do Comércio de Angola, Rosa Pacavira.

“O kwanza vai valer na China, o yuan vai valer aqui em Angola”, disse a ministra, citada pela agência noticiosa Lusa.

Rosa Pacavira disse que este acordo vai ter como resultado

quinta-feira, 19 de março de 2015

BRICS/China completa o novo sistema SWIFT Alternativo, “Eixo da des-dolarização” pode ser lançado em setembro

11 março 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
9/3/2015, Tyler Durden*, Zero Hedge
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu


Uma das ameaças recorrentemente repetidas pelas nações do ocidente em sua guerra (cada dia menos fria) contra a Rússia, é que o regime de Putin pode ser paralisado se for desligado de todas as transações monetárias internacionais e serviços prestados pelo serviço de distribuição de mensagens-moeda e câmbio que tem base na União Europeia conhecido como SWIFT [1] (desligamento que, vale relembrar, a SWIFT lamentou, como se revelou em outubro, quando foi noticiado que a organização “lamenta a pressão” para desconectar a Rússia).

Claro, depois que se soube, revelado em 2013, que ninguém menos que a Agência de Segurança Nacional dos EUA “monitora” secretamente os fluxos de pagamento feitos pela SWIFT, já ninguém pode ter certeza de que “ser desligado” da SWIFT seria castigo ou prêmio. Seja como for, a Rússia não precisou de muitos avisos, e, como noticiamos há menos de um mês, o país já lançou sua própria “SWIFT-alternativa”, conectando, para começar, 91 instituições de crédito.

quinta-feira, 5 de março de 2015

EL YUAN, SEGUNDA MONEDA DE COMERCIO INTERNACIONAL

2 marzo 2015, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


El comercio internacional en el mundo opera a través de crédito documentario. Históricamente las  monedas líderes de las cartas de créditos fueron el dólar, el euro  y el yen; y el yuan estuvo en cuarto lugar hasta enero del 2012 cuando comenzó a moverse hacia arriba, desplazando primero al yen y luego al Euro como la segunda moneda en la que se confirman más cartas de crédito.  El auge del yuan dista de ser una amenaza para el dólar pero si lo ha sido para el yen y el euro, que verán en el futuro comercio asiático más volumen en la moneda china.  En enero del año 2012, los créditos documentarios en yuanes pesaban el 1.89% del total emitido medidos en valor.  Los yenes pesaban 1.94% y los euros 7.87%.  La moneda líder, el dólar, pesaba 84.96%.  Tres años más tarde  el descenso del dólar a 79.23% ha tenido como contrapartida el aumento del comercio internacional en créditos en yuanes a 9.43%, desplazando al Euro que bajó a 6.74% y al yen que descendió a 1,55% del total del valor de créditos documentarios.

Lo significativo de este auge es la velocidad con la que pasó de 1.89% a 9.43% del total de crédito de comercio en el mundo.  En apenas tres años la participación del comercio con crédito en yuanes se

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

БРИКС, BRICS/¿SERÁ CHINA EL SALVAVIDAS DE LA ECONOMÍA RUSA?

5 enero 2015, ALAI, América Latina en Movimiento http://alainet.org


La tercera semana de diciembre, luego de que el rublo sufriera su peor caída desde la crisis cambiaria de 1998, el gobierno de China manifestó de inmediato su solidaridad con el Kremlin: «Si la parte rusa lo necesita, proporcionaremos la asistencia necesaria dentro de nuestras capacidades», anunció el ministro chino de Relaciones Exteriores, Wang Yi[1]. El espaldarazo es producto en buena medida de que China es hoy el primer socio comercial y el cuarto mayor inversionista en Moscú. Es evidente que hay cierta angustia en las elites de Beijing en torno a un eventual agravamiento de la realidad económica rusa.

Durante el último año, el rublo se ha venido abajo en un 41% en relación al dólar y en un 34% frente al euro, básicamente como consecuencia de la caída sostenida del precio del petróleo en los últimos 7 meses y las sanciones aplicadas [a Rusia] por la Unión Europea y Estados Unidos después de los acontecimientos de Crimea. A lo largo de 2014 las salidas de inversiones de cartera alcanzaron los 130,000 millones de dólares. El banco central de Rusia ha gastado aproximadamente 100,000 millones de dólares en la defensa de la moneda y ese monto constituye una cuarta parte de las reservas acumuladas.

Por otro lado, la decisión de aumentar al 17% la tasa de interés de referencia para frenar las desestabilizaciones de la moneda podría allanar el camino a una abrupta disminución del crédito y la inversión en el plano interno e incrementar con ello los riesgos de caer en una recesión prolongada. Las propias autoridades rusas advierten ya

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BRICS, БРИКС/CHINA PREPARA-SE PARA RESGATAR A RÚSSIA

17 dezembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

Tyler Durden*, Zero Hedge

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Na noite de hoje [16/12/2014], há pouco, Wang Yungui, da Administração Chinesa de Câmbio [orig. State Administration of Foreign Exchange's (SAFE)] observou que “o impacto da depreciação do rublo russo ainda não aparece com clareza, e, como Bloomberg noticiou, “SAFE está acompanhando de perto a depreciação do rublo e encorajando as empresas a proteger-se contra os riscos do rublo”.

Seus comentários ecoaram também na agenda de reforma do mercado de moedas para dar mais flexibilidade ao yuan, tema para o qual o jornal The South China Morning Post apontou em matéria intitulada “Rússia pode procurar ajuda da China, para enfrentar crise” – na qual se lia que a Rússia pode recorrer ao acordo de swap [troca] de moeda, de 150 bilhões de yuan (US$ 24 bilhões) com a China, assinado em outubro, se

sábado, 8 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/Líderes de China e Rússia estreitam relações na Apec

7 novembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
(Ler tambem “BRICS, БРИКС/Rússia e China abalam o dólar americano”)

Os presidentes da China e da Rússia, Vladimir Putin e Xi Jinping, estão estreitando suas posições sobre questões importantes relacionadas com as relações bilaterais e internacionais, disse o embaixador Andrey Denisov.

O diplomata russo em Pequim afirmou à agência de notícias estatal chinesa Xinhua que a coordenação de posições sobre assuntos de grande importância ocorrerá durante a reunião entre os dois líderes na XXII Cimeira da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec).

“A Apec é a melhor plataforma para estudar as questões relacionadas com o desenvolvimento econômico regional e a Rússia atribui grande importância

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O FIM DE UMA ERA: ESTARÁ O PETRODÓLAR SOB AMEAÇA?

5 novembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

André Topf

O declínio económico dos EUA e a emergência de outras potências tem expressão também na tendência para a redução do papel do dólar norte-americano enquanto moeda de reserva mundial. Se os mercados globais de energia abandonarem o petrodólar, o domínio global do dólar terá os dias contados.

Recentes negócios e cooperação a alto nível entre a Rússia e a China fizeram soar o alarme no Ocidente enquanto políticos e executivos do gás e petróleo vêem a balança do poder nos mercados globais de energia tender para Oriente.

As razões para um relacionamento mais amistoso entre os dois gigantes têm evidentemente origem na crise da Ucrânia e nas subsequentes sanções ocidentais contra a Rússia, combinadas com a necessidade da China garantir fornecimentos de energia a longo prazo. Mas uma consequência de ligações económicas mais estreitas entre a Rússia e a China pode indicar também o princípio do fim do domínio do dólar americano, e isso poderá

sábado, 23 de novembro de 2013

2014 – INTERNACIONALIZAÇÃO DO YUAN, ABERTURA DA ARÁBIA SAUDITA, EXPLOSÃO DA UE: OS TRÊS ÚLTIMOS SUSTENTÁCULOS DO DÓLAR ENTRAM EM COLAPSO



18 novembro 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
 
por GEAB*

"Era noite e a chuva caía. Enquanto caía era chuva, mas depois de caída era sangue". Estas palavras de Edgar Allan Poe [1] aplicam-se às mil maravilhas ao lento processo de deslocação mundial agora em curso, em que todos os acontecimentos aparentemente anódinos ("a chuva") combinam-se para minar os fundamentos do sistema internacional que está moribundo ("o sangue"). Se este processo é lento, se estes acontecimentos podem parecer anódinos, é paradoxalmente porque a crise actual é a primeira crise sistémica verdadeiramente mundial: bem mais profunda que a de 1929, ela afecta todos os países e aflige o núcleo do sistema. Quando a de 1929 foi uma crise de adolescência da nova potência mundial, os Estados Unidos, a que vivemos actualmente corresponde aos últimos dias de um condenado – e este condenado é a super-potência que se conhece desde 1945. Mas toda a organização do mundo está construída em torno dos Estados Unidos e ninguém tem interesse em que ela se afunde antes de estar completamente desligado. Trata-se portanto, para todos, de se afastar suavemente salvaguardando as apar ências habituais a fim de assegurar um transição sem sobressaltos, o que explica a lentidão do krach em curso.

É de certa forma como os pais que tentam sair do quarto do seu bebé na ponta dos pés para evitar que ele acorde e se ponha a berrar: o bebé é o dólar e os pais são indignos uma vez que saem para abandoná-lo.

A China é mestra nesta arte, mas vêem-se por toda parte outros países que abandonam progressivamente os Estados Unidos de maneira mais ou menos subtil, como por exemplo a Arábia Saudita [2] . Para a União Europeia, quase o último bastião americanista fora dos EUA, a tarefa é mais árdua. Nossa equipe antecipa que

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Brasil/Jogos Olímpicos estimulam venda de moeda chinesa no Brasil

São Paulo, Brasil,17 abril 2008 - A aproximação do início dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 tem estimulado a procura no Brasil do yuan afirmou à macauhub um analista de marketing do Banco Rendimento, especializado em remessas estrangeiras.
“O desenvolvimento rápido da economia chinesa aumentou a procura do yuan nos últimos anos, mas a Olimpíada tem impulsionado ainda mais as vendas da moeda chinesa”, disse Renato Douek.
O Banco Rendimento comprou yuan no início do ano para abastecer o mercado local, disse o analista, que não quis revelar valores sobre a remessa e evitou estimar o crescimento nas vendas.
“As pessoas podem comprar a moeda chinesa em outros países, se fizerem uma escala antes de chegar à China, mas é muito mais prático sair do Brasil levando a moeda local com antecedência”, observou.
O Banco Rendimento vende yuans por meio das suas operadoras de câmbio Action e Cotação, que somam 42 lojas em centros comerciais e empresariais, hotéis e locais de grande circulação de pessoas em 11 Estados brasileiros, incluindo Brasília e cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. O director de operações da Cotação, Nelson Gasparian, afirmou que “os volumes importados são compatíveis com a procura, e novas importações são feitas com frequência para suprir as necessidades de cada unidade monetária”.
No Brasil, 1 yuan custa 0,25 reais, e 1 dólar é comercializado por aproximadamente 7 yuans.
Fundado em 1992, o Banco Rendimento actua há cerca de sete anos no mercado de câmbio flutuante e turismo.
Em 2003, adquiriu a operadora Cotação, maior distribuidora de câmbio do Brasil, com mais de 200 mil clientes. (macauhub)